Destino ou Acaso? 2

Naquela manhã, ao acordar, me levantei devagar e fui tomar banho depois de tudo que a gente tinha feito na noite passada. Sentia dor no meu cu, ardor e desconforto, mas a tesão da noite anterior era tanta que acho que por isso eu quis continuar e deixar rolar o que rolou — meu marido desvirginar meu cu. Eu lavava meu corpo e nem senti que alguém tinha entrado no banheiro; quando fechei as torneiras e abri a cortina, levei um susto ao ver o Martin ali parado. — Ai, meu Deus... — Bom dia, minha gostosa. — Bom dia! — Ele me deu um beijo suave nos lábios. — Você me passou a perna... queria ter tomado banho com você... — Não... porque você sabe que se a gente tomar banho junto, precisa de umas boas horas a sós, e não acho que você queira só um pouquinho. — Preciso da minha mulher gostosa... aqui... — Ele abriu as torneiras, a água começou a sair, e ele tentou me puxar de volta pro chuveiro. — Não, amor... — Vamos... vem. Só um pouquinho, love... — Eu te conheço... não vamos começar... — Sorri pra ele. — Olha como tá meu pau... como é que vou conseguir abaixar isso? — Tava tão grande quanto ontem à noite, e ele começou a acariciar devagar. Me dava tanta vontade de ver aquilo que me aproximei pra acariciar também e entrei de novo no chuveiro. — Mmmmmmmmmmmm... ainda quer mais? — Queria o dia inteiro assim com você! Quer chup... — Eu já tinha me abaixado e lambia devagar o pau dele, as bolas, e passava a língua entre as pernas dele. — Ai, meu love... mmmmmmmmmmm... adoro como você faz... ufffffff... ai, minha gostosa... mmmmmmmmmm — Lambia as bolas dele, enfiava uma na boca enquanto massageava a outra e passava o nariz no pau dele. — Ufffff... pelo amor de Deus... não aguento mais, love... mmmmmmmmmmmmmm... aaaaaaaaaaaahhhhhhh... mmmmmmmm... — Levantei um pouco pra ele gozar nos meus peitos, e jorros de porra saíram; eu tentava lamber meus peitos, e ele se aproximou, me apertou contra o peito dele e me beijou. Terminamos de nos lavar, e fui direto pro nosso quarto me trocar pra ir acordar as meninas. Tomamos café da manhã os quatro na sala de jantar enquanto ele... respondia umas mensagens que chegavam no celular dele -Desculpa, amor... adiantaram umas coisas pra mim mais cedo, não vou poder levar as pequenas na escola.. dá pra levar você? -Sim sim... fica tranquilo. Eu cuido delas -Papai... me compra um pônei? -Onde é que vou meter um cavalo?? No telhado??- e fazia aquelas caras que faziam a gente rir -Nãoooo, pai...- Francesca riu- não quero um de verdade... quero um de brinquedo -Aaaaah sim sim... depois eu te levo e você escolhe o que quiser! Bom, desculpa deixar tudo assim, mas tô atrasado. Amo vocês- deu um beijo na testa de cada menina e me deu um beijo na boca- Te amo! -E a gente te ama! -Tchau, papai... -Tchau, pai Terminamos de tomar café, juntei e lavei todas as xícaras, as meninas foram escovar os dentes enquanto eu preparava os uniformes e aventais... -Vamos, Fran e Guille... Aqui estão as mochilas e os casacos -Mãe... não acho meu... -Seu boneco, eu tô com ele, Fran... vamos que tenho que pentear vocês e se continuarem demorando não vamos chegar a tempo Terminei de pentear elas e coloquei os uniformes e aventais, e saímos. Deixei as duas na escola e enquanto ia pro carro, ouvi meu celular tocar, sem olhar quem era, atendi: -Alô? -Alô, Ana -Desculpa? Quem fala? -Vamos, Anita gostosa... esqueceu do nosso café de hoje? Me deu um arrepio e, fazendo memória, lembrei do Gastão -Não, não... Não esqueci! Mas por que você ligou? -Porque te mandei umas mensagens e você não respondeu, então liguei. Tá ocupada? -Acabei de deixar minhas filhas no...- a língua travava, porque tava falando com ele- no lugar delas e não sei... se consigo encontrá-las... -Tá bem, Ana? -Sim... hmm... sim, sim... por que pergunta? -Deixa pra lá... te espero no bar do... -Sim sim, daqui a pouco vou -Tchau, Anita gostosa, te vejo daqui a pouco -Tchau.. Quando desliguei, suspirei, batia os dedos no volante, respirava nervosa e até que decidi ligar o carro pra ir pro bar. No caminho, eu ia Devagar, sem me apressar pra não chegar antes dele e ele não perceber o quanto eu tava nervosa. Ainda continuava muito nervosa. Liguei o rádio e tava tocando rock, comecei a cantarolar e cantar, já tava bem mais relaxada. Quando cheguei lá, achei um lugar a uns metros do bar, desci, tranquei o carro e fui com minha bolsa no ombro. Dei uma olhada de canto no bar e não vi ele, e ele aparece por trás:

— Ai, meu Deus...
— Oi, Anita linda... que bom te ver...
— Me abraçou. Eu fiquei paralisada.
— Vamos, vem... é por aqui.

E eu andava parecendo que tava pisando em falso, fiquei nervosa de novo. Ele puxou a cadeira, mostrou aquele sorriso e eu sentei, ele sentou na minha frente:

— Pede o que quiser, é por minha conta...
— Tá bom, por enquanto não quero nada.
— Vamos, linda... tudo bem. Eu peço pra você.

O garçom chegou e perguntou:
— Bom dia, já sabem o que vão pedir?
— Sim, eu quero um café com leite e dois croissants, e pra moça um suco de laranja com um misto quente, tá bom? — ele disse, olhando pra mim.
— Sim, sim... obrigada.
— Obrigado.
— Já trago.

O garçom foi embora.
— Viu que ainda não esqueci o que você gosta?
— O que você tá fazendo aqui?
— Ah, Ana... Anita linda. — Ele esticou o braço pra cadeira do lado e eu vi como ele se espreguiçava, do jeito dele, sempre se exibindo. — Moro aqui há uns anos... Tô muito envolvido com negócios, mas também com meus hobbies e meus mil projetos... e você? Me conta... casou?
— Sim, casei sim, tivemos duas filhas... e...
— Tivemos?
— Sim, sim... eu e meu marido... não vai pensar que eu tô falando de nós dois! Mas a gente tem uma vida muito boa, com momentos em família e, sinceramente, somos muito felizes.
— Que bom, Ana... ele é muito sortudo.
— Bom, obrigada... sim, ele trabalha muito e a gente também tem nossos...
— Não, não tava falando disso, mas sim de você — ele tocou minha mão e sorriu — Qualquer homem é muito sortudo por ter ao lado uma mulher tão gostosa, tão linda e com essa personalidade que ainda continua firme...

O sorriso ainda tava no rosto dele, mas os olhos... Eles estavam me encarando. Eu corei, tirei a mão dele e o garçom chegou com o pedido: — Um suco e um misto quente para a moça, e um café com medialunas para o senhor... mais alguma coisa? — Não, está bem, obrigado... — Ele abriu uns sachês de açúcar e mexeu o café — Obrigado... e me conta, como é essa história de que você está comprometida? — Dei uma mordida no misto quente — — Olha... comprometido ainda não. Estou saindo com uma mulher que é mais alguém que conheci há uns meses, ela é boa, mas como acontece com todas, falta alguma coisa — Ele deu um gole no café — — Ah, é? E o que falta? — Enquanto eu tomava um pouco de suco — — Que sejam como você! De novo ele pegou minhas mãos, mas dessa vez as duas — — Ai, meu Deus, Gaston... — — Já tive milhares de mulheres, mas nenhuma, nenhuma delas é como você, nenhuma chega aos seus pés... não acredito que me separei de você. Fui um idiota... — — E parece mesmo... eu quis ter algo sério com você e você não quis — — Mas como te disse, me enganei e sabe o que mais me arrependo? É que você esteja com outro homem, casada, seja feliz e até tenha tido umas filhas lindas — — E aonde você quer chegar com esse encontro? — — Que quando precisar, a gente possa reviver aqueles momentos de quando estávamos juntos. Eu ri nervosa: — Você é um idiota! — — Pelo amor de Deus, ainda estou apaixonado por você, Ana. — Faria qualquer coisa para ter você um dia comigo — — Você é louco! Dei outra mordida no misto quente — — Siiiiim... Louco de amor por você!!! — — Obrigada por isso, mas preciso ir... — — Pelo amor de Deus, Ana... só me responde isso, você é feliz com ele??? — — Sim! — — Fala como se fosse verdade!!! — — É verdade, sou feliz com meu marido. Transamos todo dia e do jeito que a gente quer — — Ah, é?? E também transam no carro?? Lembra daquela vez que te levei no carro do meu pai e fomos pro campo, começou a chover e estávamos tão molhados, que você e eu tiramos toda a roupa e fodemos durante aquela tempestade? — — Ah, sim... — Tentei me lembrar, mas estava muito corada — — Lembra? O que você me disse??? —Não, não lembro, foi há tanto tempo... —Pois eu sim, você me disse que me amava de um jeito tão louco que achava que nunca amaria ninguém como me amou —Ah, é... —E acho que não ama seu marido assim —Engano seu, eu amo ele —Mas não desse jeito, como me amou —Muito mais do que te amei —Não acredito... —Você é um fanfarrão... para de insistir... —Vamos, Ana, me fala a verdade, seja sincera! —Eu te amei e pronto. Agora amo ele e nada vai fazer eu mudar meus sentimentos por você! —Tentei me levantar pra ir embora e ele me segurou —Pelo amor de Deus, Ana... não vai embora assim... só me responde uma coisa... —Já chega... tenho que ir. —Só responde isso e te deixo ir... você pensou em mim quando dava pro seu marido??? —Eu fiquei vermelha e baixei o olhar —Isso é um sim? —Tchau, Gaston, obrigada pelo café, pelo meu suco! —Tentei dar um beijo no rosto dele e ele me segurou com as mãos e me beijou na boca. Fazia tanto tempo desde a última vez que a gente se beijou que eu tinha esquecido o jeito dele de beijar. Quando ele parou, eu me arrepiei, mas recuperei o juízo e saí de lá —Ana... Anabella... —Já chega, Gaston... eu sou casada, isso não vai dar certo —Vamos, Ana... eu sei que você ainda me quer, queria que a gente tivesse numa cama transando e fazendo tudo que você gostava —Já chega... —Como você ficava louca quando eu te colocava de quatro e lambia sua buceta ou me deitava de barriga pra cima e você brincava em cima de mim, com sua buceta na minha boca... descia e subia me enlouquecendo pra eu meter a língua até o fundo, ou como você cavalgava em mim subindo e descendo com meu pau dentro de você e quando ia gozar deixava minha ponta quase pra fora pra me molhar tudo e a gente escorria inteiro, eu te enchia de porra na sua buceta... —Já chega, para! Você me envergonha —Te envergonho ou te excito??? Mmmmmmmm... se eu enfiasse um dedo na sua buceta ia ver que você quer de novo que a gente transe e seja amante, botando uns chifres desse tamanho no otário do seu ma.... e eu dei um tapa nele. Entrei no carro. Aquelas palavras que Gaston tinha me dito ainda ecoavam na minha cabeça, o jeito que a gente transava era fora de série e eu tive que ensinar tudo aquilo pro Martin, tudo que me deixava louca, mas porque uma vez Gaston me enlouqueceu: A gente transava como uns loucos, a gente tinha muito sexo e ia pra hotéis, no quarto dele e até uma vez no dos pais dele. No parque, num lugar afastado, ele me fez oral e eu nele. A gente era umas desgraçadas na hora de transar. Também no carro do pai dele ou no porta-malas, em algum lugar afastado da cidade, no sítio da família dele ou em alguma rua sem movimento. A gente transava e transava muito... "Tô ficando louca... tenho a buceta muito molhada... devia ir pra casa me lavar e trocar de roupa..." Quando cheguei em casa, abri a porta e por trás senti que alguém estava atrás de mim. -O que cê tá fazendo, Gaston? -O que houve com você? Te excitou tudo aquilo que eu te disse??? -Não, não... é que não tô me sentindo bem -Não acredito em você... deve ter a buceta tão molhada que se eu enfiar meu dedo aí vai ser um mar de sucos -Não se atre... e ele me beijou de novo e apertou meu corpo contra o dele, senti o pau dele duríssimo, muito duro contra minha xota que ao sentir mais me molhei ainda mais do que já tava, ele fechou a porta e me levantou e me levou pro sofá e me deitou de barriga pra cima, baixou minha calça e afundou a boca na minha calcinha, puxou um pouco e enfiou a língua com tudo na minha buceta, ele gemia com minha buceta na boca dele e desabotoou a calça dele e baixou um pouco a cueca e brincava com o pau dele na entrada da minha buceta e eu gemia -Mmmmmmmmmmm minha Ana, você vai ser minha... mmmmmmmmmmmm E ele enfiou aos poucos o pau dele, era enorme, muito maior que o do meu marido. -Mmmmmmmmmm vou ter que lubrificar bem pra você aguentar ele todo Eu gemia e me contorcia, meus peitos estavam muito duros, ele acariciou eles e levantou minha camiseta e beijou, lambeu e até que desabotoei meu sutiã e ele enfiou um na boca boca e chupava de um jeito que me fazia molhar mais -Mmmmmmmmmm que peitos mais gostosos... mmmmmmmmmm quero o leite dos teus peitos, mamãe... Mmmmmmmmm você tem leite??? Mmmmmmmmmmm -Ele tirou a camisa e toda a roupa e ficou completamente pelado na minha sala. Eu tirei minha calça jeans e minha calcinha junto com a camiseta e subi em cima dele, me movendo devagar, ele tomou conta dos meus peitos, amassava, apertava e chupava um e depois o outro, pegando um pouco do leite que saía (porque ainda, de vez em quando, amamentava o Guille à noite) e isso o Gaston soube aproveitar, chupando igual um louco meus peitos que produziam mais e mais leite pra ele -Mmmmmmmmm que gostoso mamãe que eu tô comendo... mmmmmmmmm que peitos mais gostosos que você tem, meu amor -Mmmmmmmmmmmmm... -Você gosta que eu chupe seus peitos, mamãe?? -Ayyyy..... mmmmmmmmmmm -Ana minha, mmmmmmmmmmm vou encher você de porra toda na sua buceta.. -Ai Gaston.... mmmmmmmmmmmmm -Ayyyyy.... mmmmmmmmmmmm Anita minha... ayyyyyyy uuuuuffffff Explodimos com tudo que saía de dentro da gente -Meu deus, Ana... você é linda... adorei transar com você. Mmmmmm e esse plus do seu leite. Queria transar e chupar seus peitos o tempo todo -Já chega... para... já deu. Já fizemos isso, já chega... amadurece -É assim que teu marido te fode??? -Não quis olhar nos olhos dele -É assim que ele te fode??? É assim que ele chupa seus peitos gostosos?? E deu um beijo de língua nos meus peitos e ia meter a boca de novo num até eu parar ele e falar: -Chega Gaston... por favor... vai embora -Percebi que você ainda me ama e que tava morrendo de vontade de a gente transar como antes. Já te falei, quando quiser saber como se fode de verdade, me chama que eu te fodo do jeito que você gosta Ele tentou me beijar e eu virei o rosto, ele se trocou e foi embora. Fui juntando minha roupa e não achava minha calcinha e fiquei muito nervosa pra encontrar porque não queria que meu marido ou minhas filhas pudessem achar por um descuido meu Me ligou o Gaston no meu celular -O que foi? -Pra te dizer que tenho uma coisa Teu comigo? -Você levou meu...??? -Siim, tô com sua calcinha com seu cheirinho comigo! Mmmmmmm, nossa, fiz você se molhar toda, hein, minha Anita -Tá bom... mas cuidado com sua namorada. -Não vou colocar ela pra usar -Nããão, tô falando pra ela não descobrir! -Nãoooo, porque sua calcinha vai ficar no meu carro! No meu cantinho onde guardo todos meus segredos escondidos. Vou poder bater uma quando quiser com seu cheiro -Segredos escondidos? - Eu ri. -Sim, sim... tenho um monte de coisas que me ajudam a desligar do trabalho e da minha realidade -E agora você tem minha calcinha... meu deus, você é maluco! -Siim, minha linda Ana, sou muito maluco, mas de amor por você -Beleza, cuida da minha roupa íntima e tomara que logo você me devolva! -Siim, vou devolver se a gente transar de novo Então fica com ela... isso não vai se repetir! -Meu deus, linda... acho que você não quer isso, ouvi seus gemidos, senti seu corpo tremer nas minhas mãos e vi o que você precisava, vi que precisava do meu jeito de amar e dos meus beijos, do meu calor e de tudo meu -Já chega, Gaston... -Consigo sentir sua respiração mudando e você ficando com tesão -Para com isso... -Mmmmmmmmmmmmmm, minha linda Anita... como eu te comeria de novo, faria tudo com você outra vez e....- Dessa vez eu cortei e desliguei meu celular. Olhei o relógio da cozinha e já tinha que ir buscar minhas pequenas, me higienizei rápido, me vesti e guardei minha carteira na bolsa. Ainda estava com as bochechas muito vermelhas, sentia um calor indescritível nelas e tentei encostar uma garrafa de água fria, mas ainda tava muito quente. -Não sei como vou disfarçar esse tesão que esse cara provoca em mim... Continua!

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