Naquela manhã, ao acordar, me levantei devagar e fui tomar um banho depois de tudo que a gente tinha feito na noite anterior. Sentia dor no meu cu, ardia e incomodava, mas a tesão da noite passada era tanta que acho que por isso eu quis continuar e deixar rolar o que rolou — meu marido desvirginar meu cu. Eu lavava meu corpo e nem senti quando alguém entrou no banheiro. Quando fechei as torneiras e abri a cortina, levei um susto ao ver o Martin ali parado — Ai, meu Deus... — Bom dia, minha gostosa. — Bom dia! — Ele me deu um beijo suave nos lábios. — Você me ganhou na mão... queria ter tomado banho com você... — Não... porque você sabe que se a gente toma banho junto, precisa de umas boas horas sozinhos e juntos. Acho que você não quer só um pouquinho. — Preciso da minha mulher gostosa... aqui... Ele abriu as torneiras, a água começou a sair, e ele tentou me puxar de volta pro chuveiro. — Não, amor... — Vamos... vem. Só um pouquinho, love... — Eu te conheço... não vamos começar... — eu sorri. — Olha como tá meu pau... como é que vou conseguir abaixar ele?? Tava tão grande quanto ontem à noite, e ele começou a acariciar devagar. Me dava tanta vontade de ver ele, que me aproximei pra acariciar também e entrei de novo no chuveiro. — Mmmmmmmmmmmm... ainda quer mais? — Queria o dia inteiro assim com você! Quer chup... Eu já tinha me abaixado e lambia suavemente o pau dele, as bolas, e lambia entre as pernas dele. — Uai, meu love... mmmmmmmmmmm... adoro como você faz... ufffffff... ai, minha gostosa... mmmmmmmmmm Eu lambia as bolas dele, colocava uma dentro da boca enquanto massageava a outra e passava meu nariz pelo pau dele. — Ufffff... pelo amor de Deus... não aguento mais, love... mmmmmmmmmmmmmm... aaaaaaaaaaaahhhhhhh... mmmmmmmm... Levantei um pouco pra ele gozar nos meus peitos, e saíram jorros de porra. Eu tentava lamber eles, e ele se aproximou, me apertou contra o peito dele e me beijou. A gente terminou de se lavar, e fui direto pro nosso quarto me trocar pra ir acordar as meninas. A gente tomou café da manhã os quatro na sala de jantar enquanto ele... respondia umas mensagens que chegavam no celular dele — Desculpa, amor... adiantaram umas coisas pra mim mais cedo, não vou poder levar as pequenas na escola.. você pode levar elas? — Sim, sim... fica tranquilo. Eu cuido delas — Papai... me compra um pônei? — Onde é que eu vou enfiar um cavalo?? No telhado?? — e fazia aquelas caras que faziam a gente rir — Nãoooo, pai... — Francesca riu — não quero um de verdade... quero um de brinquedo — Aaaah sim sim... depois eu te levo e você escolhe o que quiser! Bom, desculpa deixar tudo assim, mas tô atrasado. Amo vocês — deu um beijo na testa de cada menina e me deu um beijo na boca — Te amo! — E a gente te ama! — Tchau, papai... — Tchau, pai Terminamos de tomar café, juntei e lavei todas as xícaras, as meninas foram escovar os dentes enquanto eu preparava os uniformes e aventais... — Vamos, Fran e Guille... Aqui estão as mochilas e os casacos de vocês — Mãe... não acho meu... — Seu boneco, eu tô com ele, Fran... vamos que tenho que pentear vocês e se continuarem demorando, não vamos chegar a tempo Terminei de pentear elas e coloquei os uniformes e aventais, e saímos. Deixei as duas na escola e, enquanto ia andando até o carro, ouvi meu celular tocar. Sem olhar quem era, atendi: — Alô? — Alô, Ana — Desculpa? Quem tá falando? — Vamos, Anita gostosa... esqueceu do nosso café de hoje? Me deu um arrepio e, fazendo memória, lembrei do Gastão — Não, não... Não esqueci! Mas por que você tava ligando? — Porque te mandei umas mensagens e você não respondeu, então te liguei. Tá ocupada? — Acabei de deixar minhas filhas no... — a língua travava, porque tava falando com ele — no lugar delas e não sei... se consigo ir... — Tá bem, Ana? — Sim... hmm... sim, sim... por que você pergunta? — Deixa pra lá... te espero no bar da... — Sim sim, daqui a pouco vou — Tchau, Anita gostosa, te vejo daqui a pouco — Tchau... Quando desliguei, suspirei, batia os dedos no volante, respirava nervosa e até que decidi ligar o carro e ir pro bar. No caminho, fui Devagar, sem me apressar pra não chegar antes dele e ele não perceber o quanto eu tava nervosa. Ainda continuava muito nervosa. Liguei o rádio e tava tocando rock, comecei a cantarolar e cantar, já tava bem mais relaxada. Quando cheguei lá, achei um lugar a uns metros do bar, desci, tranquei o carro e fui com minha bolsa no ombro. Olhei de canto pro bar e não vi ele, e ele aparece por trás.
— Ai, meu Deus...
— Oi, Anita linda... que bom te ver... — Me abraçou. Eu fiquei paralisada.
— Vamos, vem... é por aqui.
E eu andava parecendo que tava pisando em falso, fiquei nervosa de novo. Ele puxou a cadeira, mostrou aquele sorriso e eu sentei, ele sentou na minha frente:
— Pede o que quiser, é por minha conta...
— Tá bom, por enquanto não quero nada.
— Vamos, linda... tá bem. Eu peço pra você.
O garçom chegou e perguntou:
— Bom dia, sabem o que vão pedir?
— Sim, eu quero um café com leite e dois croissants, e pra moça um suco de laranja com um misto quente, tá bom? — ele disse, olhando pra mim.
— Sim, sim... obrigada.
— Obrigado.
— Já trago. — O garçom foi embora.
— Viu que ainda não esqueci o que você gosta?
— O que você tá fazendo aqui?
— Ah, Ana... Anita linda. — Ele esticou o braço pra cadeira do lado e eu vi como ele se espreguiçava, do jeito dele, sempre se achando.
— Moro aqui há uns anos... Tô muito envolvido com negócios, mas também com meus hobbies e meus mil projetos... e você? Me conta... casou?
— Sim, casei sim, tivemos duas filhas... e...
— Tivemos?
— Sim, sim... eu e meu marido... não vai pensar que eu tô falando de nós dois! Mas a gente tem uma vida muito boa, com momentos em família e a verdade é que somos muito felizes.
— Muito bem, Ana... ele é muito sortudo.
— Bom, obrigada... sim, ele trabalha muito e a gente também tem nossos...
— Não, não tava falando disso, tava falando de você — ele tocou minha mão e sorriu — Qualquer homem é muito sortudo por ter ao lado uma mulher tão gostosa, tão linda e com essa personalidade que ainda continua firme...
O sorriso ainda tava no rosto dele, mas os olhos... Estavam me olhando. Eu corei, tirei a mão dele e o garçom chegou com o pedido — Um suco e um misto quente para a moça, e um café com medialunas para o senhor... mais alguma coisa? — Não, tá bom, obrigado... — Ele abriu uns sachês de açúcar e mexeu o café — Obrigado... e me conta, como é essa história de que você está comprometida? — Dei uma mordida no misto quente — — Olha... comprometido ainda não. Tô saindo com uma mulher que é mais alguém que conheci há uns meses, ela é boa, mas como acontece com todas, falta alguma coisa — Ele deu um gole no café — — Ah é? E o que falta? — Enquanto tomava um pouco de suco — — Que sejam como você! — De novo ele pegou minhas mãos, mas dessa vez as duas — — Ai, meu Deus, Gaston... — — Já tive milhares de mulheres, mas nenhuma, nenhuma delas é como você, nenhuma chega aos seus pés... não acredito que me separei de você. Fui um idiota... — — E parece mesmo... eu queria ter algo sério com você e você não quis — — Mas como te falei, me enganei e sabe o que mais me arrependo?? É que você esteja com outro homem, casada, seja feliz e até tenha tido umas filhas lindas — — E aonde você quer chegar com esse encontro? — — Que quando precisar, a gente possa reviver aqueles momentos de quando estávamos juntos — Eu ri nervosa: — Você é um babaca! — — Pelo amor de Deus, ainda tô apaixonado por você, Ana. — Faria qualquer coisa pra ter você um dia comigo — — Você é louco! — Dei outra mordida no misto quente — — Siiiiim... Louco de amor por você!!! — — Obrigada por isso, mas preciso ir... — — Pelo amor de Deus, Ana... só me responde isso, você é feliz com ele??? — — Sim! — — Fala como se fosse verdade!!! — — É verdade, sou feliz com meu marido. Transamos todo dia e do jeito que a gente quer — — Ah é?? E também fazem no carro?? Lembra daquela vez que te levei no carro do meu pai e fomos pro campo, começou a chover e a gente tava tão molhado, que você e eu tiramos toda a roupa e a gente trepou durante aquela tempestade? — — Ah, sim... — Tentei me lembrar, mas tava muito corada — — Lembra? O que você me disse??? —Não, não lembro, foi há tanto tempo...
—Pois eu lembro, você me disse que me amava de um jeito tão louco que achava que nunca amaria ninguém como me amou
—Ah, é...
—E acho que não ama seu marido assim
—Engano seu, eu amo ele
—Mas não desse jeito, como me amou
—Muito mais do que te amei
—Não acredito...
—Você é um fanfarrão... não insiste mais...
—Vamos, Ana, me fala a verdade, sê franca!
—Eu te amei e pronto. Agora amo ele e nada vai mudar meus sentimentos por você!
—Tentei me levantar pra ir embora e ele me segurou
—Pelo amor de Deus, Ana... não vai embora assim... só me diz uma coisa...
—Já chega... tenho que ir.
—Só responde isso e te deixo ir... você pensou em mim quando tava dando pro seu marido???
—Eu corei e baixei o olhar
—Isso é um sim?
—Tchau, Gaston, obrigada pelo café, pelo meu suco!
—Tentei dar um beijo no rosto dele e ele me segurou com as mãos e me beijou na boca.
Fazia tanto tempo desde a última vez que a gente se beijou que eu tinha esquecido o jeito dele beijar.
Quando ele parou, eu fiquei arrepiada, mas recuperei o juízo e saí de lá
—Ana... Anabella...
—Já chega, Gaston... eu sou casada, isso não vai ser possível
—Vamos, Ana... eu sei que você ainda me quer, queria que a gente estivesse numa cama transando e fazendo tudo que você gostava
—Já chega...
—Como você ficava louca quando eu te colocava de quatro e lambia sua buceta ou me deitava de barriga pra cima e você brincava em cima de mim, com sua buceta na minha boca... descia e subia me enlouquecendo pra meter a língua até o fundo, ou como você cavalgava em mim subindo e descendo com meu pau dentro de você e quando ia gozar deixava minha ponta quase pra fora pra me molhar tudo e a gente escorria inteiro, eu te enchia de porra na sua buceta...
—Já chega, para! Você me envergonha
—Te envergonho ou te excito??? Mmmmmmmm... se eu enfiasse um dedo na sua buceta ia ver que você quer de novo que a gente transe e seja amantes, botando uns chifres desse tamanho no otário do seu ma.... e eu dei um tapa nele. Entrei no carro. Aquelas palavras que Gaston tinha me dito ainda ecoavam na minha cabeça, o jeito que a gente transava era descomunal e eu tive que ensinar tudo aquilo pro Martin, tudo que me deixava louca, mas porque uma vez Gaston me enlouqueceu: A gente transava como loucos, a gente tinha muito sexo e ia pra hotéis, no quarto dele e até uma vez no dos pais dele. No parque, num lugar afastado, ele me fez sexo oral e eu nele. A gente era umas desgraçadas na hora de transar. Também no carro do pai dele ou no porta-malas, em algum lugar afastado da cidade, no sítio da família dele ou em alguma rua sem movimento. A gente transava e transava muito... "Tô ficando louca... tenho a buceta muito molhada... devia ir pra casa me lavar e trocar de roupa..." Quando cheguei em casa, abri a porta e por trás senti que alguém estava atrás de mim. -O que cê tá fazendo, Gaston? -O que houve? Te excitou tudo aquilo que eu te disse??? -Não, não... é que não tô me sentindo bem -Não acredito em você... deve ter a buceta tão molhada que se eu enfiar meu dedo aí vai ser um mar de sucos -Não se atre... e ele me beijou de novo e apertou meu corpo contra o dele, senti o pau dele duríssimo, muito duro contra a minha xota que ao sentir mais me molhei ainda mais do que já tava, ele fechou a porta e me levantou e me levou pro sofá e me deitou de barriga pra cima, baixou minha calça e afundou a boca na minha calcinha, puxou um pouco e enfiou a língua o mais fundo que pôde na minha buceta, ele gemia com a minha buceta na boca dele e desabotoou a calça dele e baixou um pouco a cueca e brincava com o pau dele na entrada da minha buceta e eu gemia -Mmmmmmmmmmm minha Ana, você vai ser minha... mmmmmmmmmmmm E ele enfiou devagar o pau dele, era enorme, muito maior que o do meu marido. -Mmmmmmmmmm vou ter que lubrificar bem pra você aguentar ele todo Eu gemia e me contorcia, meus peitos estavam muito duros, ele acariciou eles e levantou minha camiseta e beijou eles, lambia eles e até que desabotoei meu sutiã e ele enfiou um na boca boca e chupava de um jeito que me fazia ficar mais molhada -Mmmmmmmmmm que peitos mais gostosos... mmmmmmmmmm quero o leite dos teus peitos, mamãe... Mmmmmmmmm tá saindo leite??? Mmmmmmmmmmm -Ele tirou a camisa e toda a roupa e ficou completamente pelado na minha sala. Eu tirei minha calça jeans e minha calcinha junto com a camiseta e subi em cima dele, me movendo devagar, ele tomou conta dos meus peitos, amassava, apertava e chupava um e depois o outro, pegando um pouco do leite que saía (porque ainda, de vez em quando, amamentava o Guille à noite) e o Gaston soube aproveitar, chupando igual um louco meus peitos que produziam mais e mais leite pra ele -Mmmmmmmm que gostosa, mamãe, tô comendo... mmmmmmmmm que peitos mais gostosos que você tem, meu amor -Mmmmmmmmmmmmm... -Cê gosta que eu chupe seus peitos, mamãe?? -Ayyyy..... mmmmmmmmmmm -Ana minha, mmmmmmmmmmm vou encher você toda com meu leite na sua pussy.. -Ai Gaston.... mmmmmmmmmmmmm -Ayyyyy.... mmmmmmmmmmmm Anita minha... ayyyyyyy uuuuuffffff Explodimos com tudo que saía de dentro da gente -Por Deus, Ana... você é linda... adorei transar com você. Mmmmmm e esse plus do seu leite. Queria transar e chupar seus peitos o tempo todo -Já chega... para... já deu. Já fizemos, já chega... amadurece -É assim que seu marido te fode??? -Não quis olhar nos olhos dele -É assim que ele te fode?? Assim que ele chupa seus peitos gostosos?? E deu um beijo de língua nos meus peitos e ia meter a boca de novo num até eu parar ele e falar: -Chega Gaston... por favor... vai embora -Percebi que você ainda me ama e que tava morrendo de vontade de a gente transar como antes. Já te falei, quando quiser saber como se fode de verdade, me liga que eu te fodo do jeito que você gosta Ele tentou me beijar e eu virei o rosto, ele se trocou e foi embora. Fui juntando minha roupa e não achava minha calcinha e fiquei muito nervosa pra encontrar porque não queria que meu marido ou minhas filhas pudessem achar por um descuido meu O Gaston me ligou no celular -O que foi? -Pra te dizer que tenho uma coisa Teu comigo? -Você levou meu...??? -Siiim, tô com sua calcinha com seu cheirinho comigo! Mmmmmmm, nossa, te fiz molhar muito, minha Anita -Tá bom... mas cuidado com sua namorada. -Não vou colocar ela pra usar -Nããão, tô falando pra ela não descobrir! -Nããão, porque sua calcinha vai ficar no meu carro! No meu cantinho onde guardo todos meus segredos escondidos. Vou poder bater uma quando quiser com seu cheiro -Segredos escondidos? - Eu ri. -Sim, sim... tenho um monte de coisas que me ajudam a desligar do trabalho e da minha realidade -E agora você tem minha calcinha... meu deus, você é louco! -Siiim, minha linda Ana, sou muito louco, mas de amor por você -Beleza, cuida da minha roupa íntima e tomara que logo você me devolva! -Siiim, vou devolver se a gente transar de novo Então fica com ela... isso não vai se repetir! -Meu deus, linda... acho que você não quer isso, ouvi seus gemidos, senti seu corpo tremer nas minhas mãos e vi o que você precisava, vi que precisava do meu jeito de amar e dos meus beijos, do meu calor e de tudo meu -Já chega, Gaston... -Consigo sentir sua respiração mudando e você ficando com tesão -Para agora... -Mmmmmmmmmmmmmm, Anita linda minha... como eu te comeria de novo, faria de tudo outra vez e....- Dessa vez eu cortei e desliguei meu celular. Olhei o relógio da cozinha e já tinha que buscar minhas pequenas, me higienizei rápido, me vesti e guardei minha carteira na bolsa. Ainda tinha minhas bochechas muito vermelhas, sentia um calor indescritível nelas que tentei aliviar encostando uma garrafa de água fria, mas ainda sentia muito calor. -Não sei como vou disfarçar esse tesão que esse cara provoca em mim... Continua!
— Ai, meu Deus...
— Oi, Anita linda... que bom te ver... — Me abraçou. Eu fiquei paralisada.
— Vamos, vem... é por aqui.
E eu andava parecendo que tava pisando em falso, fiquei nervosa de novo. Ele puxou a cadeira, mostrou aquele sorriso e eu sentei, ele sentou na minha frente:
— Pede o que quiser, é por minha conta...
— Tá bom, por enquanto não quero nada.
— Vamos, linda... tá bem. Eu peço pra você.
O garçom chegou e perguntou:
— Bom dia, sabem o que vão pedir?
— Sim, eu quero um café com leite e dois croissants, e pra moça um suco de laranja com um misto quente, tá bom? — ele disse, olhando pra mim.
— Sim, sim... obrigada.
— Obrigado.
— Já trago. — O garçom foi embora.
— Viu que ainda não esqueci o que você gosta?
— O que você tá fazendo aqui?
— Ah, Ana... Anita linda. — Ele esticou o braço pra cadeira do lado e eu vi como ele se espreguiçava, do jeito dele, sempre se achando.
— Moro aqui há uns anos... Tô muito envolvido com negócios, mas também com meus hobbies e meus mil projetos... e você? Me conta... casou?
— Sim, casei sim, tivemos duas filhas... e...
— Tivemos?
— Sim, sim... eu e meu marido... não vai pensar que eu tô falando de nós dois! Mas a gente tem uma vida muito boa, com momentos em família e a verdade é que somos muito felizes.
— Muito bem, Ana... ele é muito sortudo.
— Bom, obrigada... sim, ele trabalha muito e a gente também tem nossos...
— Não, não tava falando disso, tava falando de você — ele tocou minha mão e sorriu — Qualquer homem é muito sortudo por ter ao lado uma mulher tão gostosa, tão linda e com essa personalidade que ainda continua firme...
O sorriso ainda tava no rosto dele, mas os olhos... Estavam me olhando. Eu corei, tirei a mão dele e o garçom chegou com o pedido — Um suco e um misto quente para a moça, e um café com medialunas para o senhor... mais alguma coisa? — Não, tá bom, obrigado... — Ele abriu uns sachês de açúcar e mexeu o café — Obrigado... e me conta, como é essa história de que você está comprometida? — Dei uma mordida no misto quente — — Olha... comprometido ainda não. Tô saindo com uma mulher que é mais alguém que conheci há uns meses, ela é boa, mas como acontece com todas, falta alguma coisa — Ele deu um gole no café — — Ah é? E o que falta? — Enquanto tomava um pouco de suco — — Que sejam como você! — De novo ele pegou minhas mãos, mas dessa vez as duas — — Ai, meu Deus, Gaston... — — Já tive milhares de mulheres, mas nenhuma, nenhuma delas é como você, nenhuma chega aos seus pés... não acredito que me separei de você. Fui um idiota... — — E parece mesmo... eu queria ter algo sério com você e você não quis — — Mas como te falei, me enganei e sabe o que mais me arrependo?? É que você esteja com outro homem, casada, seja feliz e até tenha tido umas filhas lindas — — E aonde você quer chegar com esse encontro? — — Que quando precisar, a gente possa reviver aqueles momentos de quando estávamos juntos — Eu ri nervosa: — Você é um babaca! — — Pelo amor de Deus, ainda tô apaixonado por você, Ana. — Faria qualquer coisa pra ter você um dia comigo — — Você é louco! — Dei outra mordida no misto quente — — Siiiiim... Louco de amor por você!!! — — Obrigada por isso, mas preciso ir... — — Pelo amor de Deus, Ana... só me responde isso, você é feliz com ele??? — — Sim! — — Fala como se fosse verdade!!! — — É verdade, sou feliz com meu marido. Transamos todo dia e do jeito que a gente quer — — Ah é?? E também fazem no carro?? Lembra daquela vez que te levei no carro do meu pai e fomos pro campo, começou a chover e a gente tava tão molhado, que você e eu tiramos toda a roupa e a gente trepou durante aquela tempestade? — — Ah, sim... — Tentei me lembrar, mas tava muito corada — — Lembra? O que você me disse??? —Não, não lembro, foi há tanto tempo...
—Pois eu lembro, você me disse que me amava de um jeito tão louco que achava que nunca amaria ninguém como me amou
—Ah, é...
—E acho que não ama seu marido assim
—Engano seu, eu amo ele
—Mas não desse jeito, como me amou
—Muito mais do que te amei
—Não acredito...
—Você é um fanfarrão... não insiste mais...
—Vamos, Ana, me fala a verdade, sê franca!
—Eu te amei e pronto. Agora amo ele e nada vai mudar meus sentimentos por você!
—Tentei me levantar pra ir embora e ele me segurou
—Pelo amor de Deus, Ana... não vai embora assim... só me diz uma coisa...
—Já chega... tenho que ir.
—Só responde isso e te deixo ir... você pensou em mim quando tava dando pro seu marido???
—Eu corei e baixei o olhar
—Isso é um sim?
—Tchau, Gaston, obrigada pelo café, pelo meu suco!
—Tentei dar um beijo no rosto dele e ele me segurou com as mãos e me beijou na boca.
Fazia tanto tempo desde a última vez que a gente se beijou que eu tinha esquecido o jeito dele beijar.
Quando ele parou, eu fiquei arrepiada, mas recuperei o juízo e saí de lá
—Ana... Anabella...
—Já chega, Gaston... eu sou casada, isso não vai ser possível
—Vamos, Ana... eu sei que você ainda me quer, queria que a gente estivesse numa cama transando e fazendo tudo que você gostava
—Já chega...
—Como você ficava louca quando eu te colocava de quatro e lambia sua buceta ou me deitava de barriga pra cima e você brincava em cima de mim, com sua buceta na minha boca... descia e subia me enlouquecendo pra meter a língua até o fundo, ou como você cavalgava em mim subindo e descendo com meu pau dentro de você e quando ia gozar deixava minha ponta quase pra fora pra me molhar tudo e a gente escorria inteiro, eu te enchia de porra na sua buceta...
—Já chega, para! Você me envergonha
—Te envergonho ou te excito??? Mmmmmmmm... se eu enfiasse um dedo na sua buceta ia ver que você quer de novo que a gente transe e seja amantes, botando uns chifres desse tamanho no otário do seu ma.... e eu dei um tapa nele. Entrei no carro. Aquelas palavras que Gaston tinha me dito ainda ecoavam na minha cabeça, o jeito que a gente transava era descomunal e eu tive que ensinar tudo aquilo pro Martin, tudo que me deixava louca, mas porque uma vez Gaston me enlouqueceu: A gente transava como loucos, a gente tinha muito sexo e ia pra hotéis, no quarto dele e até uma vez no dos pais dele. No parque, num lugar afastado, ele me fez sexo oral e eu nele. A gente era umas desgraçadas na hora de transar. Também no carro do pai dele ou no porta-malas, em algum lugar afastado da cidade, no sítio da família dele ou em alguma rua sem movimento. A gente transava e transava muito... "Tô ficando louca... tenho a buceta muito molhada... devia ir pra casa me lavar e trocar de roupa..." Quando cheguei em casa, abri a porta e por trás senti que alguém estava atrás de mim. -O que cê tá fazendo, Gaston? -O que houve? Te excitou tudo aquilo que eu te disse??? -Não, não... é que não tô me sentindo bem -Não acredito em você... deve ter a buceta tão molhada que se eu enfiar meu dedo aí vai ser um mar de sucos -Não se atre... e ele me beijou de novo e apertou meu corpo contra o dele, senti o pau dele duríssimo, muito duro contra a minha xota que ao sentir mais me molhei ainda mais do que já tava, ele fechou a porta e me levantou e me levou pro sofá e me deitou de barriga pra cima, baixou minha calça e afundou a boca na minha calcinha, puxou um pouco e enfiou a língua o mais fundo que pôde na minha buceta, ele gemia com a minha buceta na boca dele e desabotoou a calça dele e baixou um pouco a cueca e brincava com o pau dele na entrada da minha buceta e eu gemia -Mmmmmmmmmmm minha Ana, você vai ser minha... mmmmmmmmmmmm E ele enfiou devagar o pau dele, era enorme, muito maior que o do meu marido. -Mmmmmmmmmm vou ter que lubrificar bem pra você aguentar ele todo Eu gemia e me contorcia, meus peitos estavam muito duros, ele acariciou eles e levantou minha camiseta e beijou eles, lambia eles e até que desabotoei meu sutiã e ele enfiou um na boca boca e chupava de um jeito que me fazia ficar mais molhada -Mmmmmmmmmm que peitos mais gostosos... mmmmmmmmmm quero o leite dos teus peitos, mamãe... Mmmmmmmmm tá saindo leite??? Mmmmmmmmmmm -Ele tirou a camisa e toda a roupa e ficou completamente pelado na minha sala. Eu tirei minha calça jeans e minha calcinha junto com a camiseta e subi em cima dele, me movendo devagar, ele tomou conta dos meus peitos, amassava, apertava e chupava um e depois o outro, pegando um pouco do leite que saía (porque ainda, de vez em quando, amamentava o Guille à noite) e o Gaston soube aproveitar, chupando igual um louco meus peitos que produziam mais e mais leite pra ele -Mmmmmmmm que gostosa, mamãe, tô comendo... mmmmmmmmm que peitos mais gostosos que você tem, meu amor -Mmmmmmmmmmmmm... -Cê gosta que eu chupe seus peitos, mamãe?? -Ayyyy..... mmmmmmmmmmm -Ana minha, mmmmmmmmmmm vou encher você toda com meu leite na sua pussy.. -Ai Gaston.... mmmmmmmmmmmmm -Ayyyyy.... mmmmmmmmmmmm Anita minha... ayyyyyyy uuuuuffffff Explodimos com tudo que saía de dentro da gente -Por Deus, Ana... você é linda... adorei transar com você. Mmmmmm e esse plus do seu leite. Queria transar e chupar seus peitos o tempo todo -Já chega... para... já deu. Já fizemos, já chega... amadurece -É assim que seu marido te fode??? -Não quis olhar nos olhos dele -É assim que ele te fode?? Assim que ele chupa seus peitos gostosos?? E deu um beijo de língua nos meus peitos e ia meter a boca de novo num até eu parar ele e falar: -Chega Gaston... por favor... vai embora -Percebi que você ainda me ama e que tava morrendo de vontade de a gente transar como antes. Já te falei, quando quiser saber como se fode de verdade, me liga que eu te fodo do jeito que você gosta Ele tentou me beijar e eu virei o rosto, ele se trocou e foi embora. Fui juntando minha roupa e não achava minha calcinha e fiquei muito nervosa pra encontrar porque não queria que meu marido ou minhas filhas pudessem achar por um descuido meu O Gaston me ligou no celular -O que foi? -Pra te dizer que tenho uma coisa Teu comigo? -Você levou meu...??? -Siiim, tô com sua calcinha com seu cheirinho comigo! Mmmmmmm, nossa, te fiz molhar muito, minha Anita -Tá bom... mas cuidado com sua namorada. -Não vou colocar ela pra usar -Nããão, tô falando pra ela não descobrir! -Nããão, porque sua calcinha vai ficar no meu carro! No meu cantinho onde guardo todos meus segredos escondidos. Vou poder bater uma quando quiser com seu cheiro -Segredos escondidos? - Eu ri. -Sim, sim... tenho um monte de coisas que me ajudam a desligar do trabalho e da minha realidade -E agora você tem minha calcinha... meu deus, você é louco! -Siiim, minha linda Ana, sou muito louco, mas de amor por você -Beleza, cuida da minha roupa íntima e tomara que logo você me devolva! -Siiim, vou devolver se a gente transar de novo Então fica com ela... isso não vai se repetir! -Meu deus, linda... acho que você não quer isso, ouvi seus gemidos, senti seu corpo tremer nas minhas mãos e vi o que você precisava, vi que precisava do meu jeito de amar e dos meus beijos, do meu calor e de tudo meu -Já chega, Gaston... -Consigo sentir sua respiração mudando e você ficando com tesão -Para agora... -Mmmmmmmmmmmmmm, Anita linda minha... como eu te comeria de novo, faria de tudo outra vez e....- Dessa vez eu cortei e desliguei meu celular. Olhei o relógio da cozinha e já tinha que buscar minhas pequenas, me higienizei rápido, me vesti e guardei minha carteira na bolsa. Ainda tinha minhas bochechas muito vermelhas, sentia um calor indescritível nelas que tentei aliviar encostando uma garrafa de água fria, mas ainda sentia muito calor. -Não sei como vou disfarçar esse tesão que esse cara provoca em mim... Continua!
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