Como sou uma esposa fiel (embora tarada), contei pro meu marido o que rolou enquanto a gente tomava champanhe. Ele disse que a reação do amigo era lógica, que eu tava muito gostosa e que ele nunca tinha tido uma despedida de solteiro decente, mesmo a mulher dele sendo uma loira linda e que ele ia se dar muito bem com ela.
Sentiria falta do contato com outras mulheres. Naquele momento, Miguel se aproximou da gente, arrastou uma cadeira e sentou do meu lado, viu que meu marido tava enfiando os dedos em mim. Luis não disfarçou muito, tirou a mão deslizando pela minha perna e, quando chegou no meu joelho, abriu um pouco mais minhas pernas. Minha buceta tava à mostra e toda molhada. O amigo dele ficava falando um monte de besteira e sorrindo pra gente. Meu marido me deu um sinal e eu entendi na hora. Passei a mão no volume de Miguel enquanto a gente continuava conversando, ele não demorou pra meter os dedos em mim, sacou na hora que o amigo dele não ligava de ficarem apalpando a mulher dele. Luis disse que queria ir ao banheiro e perguntou pro Miguel se ele queria ir junto, antes que ele recusasse, eu falei que também queria ir. A gente foi os três até os banheiros, um do lado do outro, mas assim que vimos que o banheiro masculino tava vazio, entramos nele. Miguel começou a me apalpar na hora, levantou meu vestido até a cintura e me encostou.
Consegui sentir ele tirando a pica da calça e esfregando contra minha buceta molhada. Sugeri que a gente entrasse num dos cubículos, caso alguém aparecesse. Meu marido ficou de vigia com a pica na mão, mas apontando pro mictório pra disfarçar. O cubículo era pequeno, mas Miguel conseguiu se posicionar com os pés dos dois lados do vaso e as costas apoiadas na parede. Eu fechei a porta e apoiei as mãos nela. Ele me meteu com uma vontade danada, senti a pica bem fundo e incentivei ele a acelerar.
Nisso, aconteceu algo inesperado: alguém entrou no banheiro e na hora falou:— Nossa, desculpa, achei que era o banheiro feminino — pela voz, percebi que era a Clara, a namorada do Miguel. A gente ficou paralisado dentro do cubículo.
— Sem problemas, mocinha — disse meu marido.
— Ahh, oi Luís, não viu o Miguel? — ela parecia ainda mais bêbada que a gente, a língua dela arrastava preguiçosa ao falar.
— Não, faz um tempo que não vejo ele.
— É, eu também... Epa! Que isso? — quase tive um infarto, pensei que fôssemos descobertos — por que você tá assim? — aí eu entendi que ela tinha notado a ereção do meu marido.
— É que vim no banheiro me tocar, porque minha esposa não quis me atender — o filho da puta até parecia envergonhado, tive que morder a boca pra não rir.
— Ai, que malvada. Não esperava isso da Laura. Deixar você nesse estado... sendo tão gostosa — dessa vez foi o Miguel quem teve que segurar o riso, ele ainda continuava me comendo, mas mais devagar — Nossa, que dura que tá — exclamou ela, nessa hora eu me animei a abrir um pouco a porta do banheiro, dava pra ver os dois refletidos no espelho grande bem na minha frente, ela tava passando a mão na pica do meu marido — eu tava procurando o Miguel porque queria que ele me desse, também tô muito tesuda. Até tirei a calcinha fio dental.
— Sério? — perguntou o Luís se fazendo de bobo, o vestido da noiva era bem putaria, curto, decotado e com umas meias de renda muito sexy. Meu marido levantou a saia dela, a loira tinha a buceta perfeita e toda depilada — mas se até tá molhadinha — disse enfiando os dedos.
— Sim, muito. Não aguento mais de vontade. Quero que alguém meta em mim — a puta tava corada e não soltava a pica do meu marido.
— Disso eu posso cuidar.
— Ele virou ela de costas e encostou na parede, se aproximou por trás e ela levantou a raba e abriu as pernas, a buceta dela era realmente linda, meu marido abriu ela. ao enfiar bem fundo.
Ela começou a gemer igual uma puta de filme pornô, isso fez o Miguel ficar muito excitado, começou a meter com muita força, tirava a pica toda e enfiava de novo de uma só vez, eu queria gritar de prazer mas tinha que me segurar. Os minutos passaram e eu tive meu primeiro orgasmo da noite, ver como o Luis comia aquela puta me deixou muito excitada. A gostosa tinha a bunda redonda e a buceta rosada, os fluidos dela escorriam toda vez que meu marido tirava um pouco. Pra completar, o Miguel estava me dando uma foda maravilhosa. Vi que a loira gozou num grito de prazer, da buceta dela saiu uma porrada de sucos sexuais, o Luis continuou metendo por mais alguns segundos até tirar a pica. - Ai, que gostoso que foi isso – disse a namorada com uma vozinha de atriz pornô inocente – mas não conta nada pro meu marido, por favor.
Meu esposo garantiu que o Miguel nunca saberia do ocorrido e aí finalmente ela saiu do banheiro masculino e eu pude gemer à vontade enquanto o namorado dela me comia sem parar. O Luis se aproximou de nós e, como me viu de quatro, me ofereceu a pica dele, ele ainda não tinha gozado. Chupei e saboreei os sucos vaginais da loira, era a pica mais gostosa que eu já tinha chupado na vida e ainda estava curtindo dois homens ao mesmo tempo.
Não era a primeira vez que eu fazia isso, mas adorava. Em poucos minutos, meu marido encheu minha boca de porra.
— Nossas esposas têm algo em comum — disse meu marido — as duas têm fraqueza por pica — engoli todo o gozo dele. Fiquei de joelhos e chupei o pau do Miguel. Foi a terceira gozada na minha boca durante a noite. Um recorde pessoal. Agora, quando terminava de engolir o sêmen do meu próprio filho, estava prestes a bater meu próprio recorde, ali tinha a quarta rola da noite, a do Mauro. Enfiei na boca sem hesitar e chupei com uma vontade especial, me movia mais rápido que o normal, quase sentia que minha cabeça ia sair do lugar a qualquer momento. Sentia a pica batendo na minha garganta e isso me dava ânsias que me obrigavam a me acalmar um pouco, mas mesmo assim continuei chupando, enfiei o pau entre meus peitos e os movi de cima para baixo sem parar até que finalmente senti ele explodir dentro da minha boca com jorros fortes de gozo morno.
Aí mesmo eu me deitei de costas no chão, abri as pernas e me masturbei na frente dos caras.
Comecei me esfregando freneticamente o clitóris e massageando os peitos com a outra mão até decidir que precisava de algo lá dentro. Enfiei os dedos com paixão, eles podiam ver entrando e saindo enquanto minha buceta se enchia de um líquido viscoso. Eu gemia e me sacudia, mantinha os olhos fechados, então não conseguia ver os garotos, mas me excitava o dobro saber que estavam me olhando. Como eu imaginaria que essa noite ia terminar comigo me masturbando na frente do meu filho e dos amigos dele? O importante é que aconteceu e todos nós curtimos muito. Quando gozei, senti muito líquido saindo da minha buceta, fiquei toda molhada e satisfeita. Quando me levantei, me despedi dos garotos dando um beijinho curto na boca de cada um e fui dormir, eles fizeram o mesmo, estávamos exaustos.Acordei umas nove e quarenta da manhã ainda pensando no que tinha acontecido. Continuava nua, me cobri com uma camiseta velha cinza claro do meu marido que mal chegava até a metade da minha raba e marcava muito meus bicos. Os garotos ainda estavam dormindo no quarto do meu filho, deviam estar acabados. Fui até a sala e notei que nem eles nem eu tínhamos arrumado nada daquela bagunça, tinha roupa jogada por todo lado, incluindo minha fio dental. Também estavam todos aqueles filmes pornô espalhados na mesa, por sorte ainda faltavam muitas horas pro meu marido voltar, ele chegaria perto da uma da tarde. A primeira coisa que fiz foi guardar os DVDs na mochila de um dos garotos, nesse momento alguém me abraçou por trás, agarrando meus peitos, senti um pau duro se movendo entre os lábios da minha buceta, que ainda estava seca e sem dilatar.
- Bom dia, Laura – me cumprimentou o rapaz efusivo, percebi que era o David. - Oi, David, bom dia – cumprimentei com naturalidade – percebi que eu mesma provocava essas reações nos caras, estava quase nua, essa camiseta não cobria nada, por mais que eu achasse que eles iam continuar dormindo, inconscientemente queria que acordassem e me vissem assim.
David me soltou e quando me virei vi os outros três caras, todos de camiseta, mas com os paus duros completamente de fora. Depois do que viveram na noite anterior, era lógico que acordassem nesse estado, ainda mais sabendo que eu estava na casa.
- Oi, galera, bom dia – cumprimentei – tô limpando um pouco essa bagunça toda.
Caminhei até onde tinha uma calça jogada e me agachei de um jeito bem provocante, mostrando minha buceta.
Na mesma hora, senti outro cara colar em mim. O pau dele deslizou por fora, mas com a mão eu guiei pra ele apontar pra dentro. Ele apertou contra meu buraco, que ainda tava fechado e seco, mas mesmo assim senti a ponta do pau abrindo um pouco, e isso fez eu começar a me molhar. Dobrei a calça direitinho e deixei no sofá; quando me virei pra pegar outra coisa, percebi que quem tinha encostado em mim era o Mauro. Ele se afastou e deu lugar pro Fabio, que colou na minha buceta e conseguiu enfiar a cabeça do pau. Não falei nada, mas me afastei depois de alguns segundos. Esses caras pareciam mais afim do que nunca.Um por um foram colando em mim enquanto eu arrumava a sala. Às vezes tentavam enfiar os paus na minha buceta, mas perceberam que eu me afastava rápido se fizessem isso, então optaram por colar na minha bunda. Os paus não entravam no começo, mas aos poucos foram me abrindo. O estranho é que eu mesma tava curiosa, por isso não me afastava; sentia as cabeças dos paus entrando com mais facilidade, era muito gostoso quando entravam e depois saíam. Num momento, terminei com as mãos apoiadas na mesa e deixei minha bunda levantada pro próximo que quisesse colar. Veio o David, todo animado, e com um empurrão forte enfiou metade do pau dele. Soltei um gemido de prazer — tava sendo desflorada no cu e era muito gostoso. O cara tirou na hora, apressado pelo Fabio que esperava a vez. Fiquei no mesmo lugar e recebi o outro pau, que também entrou bem fundo e me fez ficar na ponta dos pés. Ele começou a meter com força, se movendo pra trás e pra frente, fazendo o pau sair e entrar várias vezes. Começou a doer um pouco.
- Devagar, que tá doendo – falei entre gemidos. Ele se afastou e todos me olharam assustados, pensaram que eu tinha ficado brava, mas mostrei que não era assim quando ofereci minha bunda pro Mauro e guiei o pau dele até lá dentro. Ele foi mais suave, me comeu com mais cuidado, aproveitei mais e fiquei com muito tesão, mesmo o pau não entrando inteiro, com o que entrava eu gozava e gemia. Depois veio o Alexis pra meter em mim, me deu ainda mais tesão meu filho me comer pelo cu e o melhor era que minha buceta já tava se acostumando a receber esses pedaços de carne lá dentro. Minhas pernas tavam ficando fracas e tive que me segurar nos ombros do Fabio. Me surpreendi com o que ele fez, quando me puxou bem perto dele, me beijou na boca.
Eu correspondi o beijo, nossas línguas se entrelaçaram enquanto David substituía meu filho, o pau dele entrou completo no meu cu, senti os ovos dele batendo nas minhas nádegas enquanto ele metia.
Fabio enfiou os dedos na minha buceta e depois me disse:- Você tem uma buceta muito linda, Laura, eu comeria ela e faria você gritar como uma puta - em qualquer outra circunstância essas palavras teriam me deixado com raiva, mas agora eu estava muito, mas muito excitada.
- Você meteria com força? - perguntei ofegante enquanto continuava recebendo estocadas profundas no cu.
- Sim, com muita força, e encheria ela de porra - ao ouvir isso, me afastei deles, tirei a camiseta e caminhei até o sofá individual, sentei nele colocando minhas pernas nos braços, ficando bem aberta, abri minha buceta com os dedos.
- Então não fala, vem, mete e me faz gritar como uma puta.
Ele não esperou ninguém mais mandar ele ir, se deitou sobre mim e eu peguei na vara dele, apontei para minha buceta e imediatamente senti ela se cravando inteira dentro de mim. Soltei um grito de prazer jogando a cabeça para trás, o garoto começou a me comer como um cavalo no cio.
As estocadas dele eram fortes e ele abria minhas pernas o máximo que podia, eu sentia todo o peso do corpo dele a cada penetração, o cara não era um expert mas tava me fazendo gozar. Eu gritava e gemia quando o David chegou e enfiou o pau dele na minha boca, comecei a chupar com gosto. Engoli o máximo que consegui, o roçar no meu clitóris e as penetrações do Fabio tavam me deixando muito excitada, sabia que tinha ficado toda vermelha e sentia gotinhas de suor se acumulando nos meus peitos. Ficamos assim por mais de dez minutos sem parar, minha buceta tava completamente molhada e o pau do Fabio continuava entrando tão fundo quanto possível, naquele momento senti o cara gozar dentro de mim, me enchendo com o leite quente dele.
Quando ele se afastou, eu me ajoelhei no sofá deixando minha buceta exposta. Abri com minhas mãos e David entendeu o recado, se posicionou atrás de mim e meteu no meu cu.
Na primeira vez, ele conseguiu enfiar até a metade, mas depois de entrar e sair umas duas vezes, senti ele inteiro lá dentro. Comecei a gritar igual uma puta no cio, adoro penetrações anais, sentia a sucção lá dentro e minha buceta tentando se fechar em volta daquela pica. A porra que o Fabio tinha gozado em mim começou a escorrer pela minha pussy, a sensação daquele líquido escorrendo pra fora me excitou pra caralho, deixei sair enquanto levava porradas duras no meu cu. Já não ligava pra mais nada, só queria ser comida. Tava adorando meu primeiro anal, me arrependia de não ter experimentado antes, apoiava a cara no encosto do sofá e mantinha minha rabeta aberta com as mãos, as penetrações eram rápidas e fundas, não conseguia parar de gemer.
Em pouco tempo, David acabou esguichando fortes jatos de porra dentro da minha buceta. Agora os caras demoravam bem menos pra gozar, mas ainda bem que sobravam dois, porque eu não tava satisfeita.
Quis ir mais longe, pedi pro meu filho sentar na poltrona e eu sentei em cima dele, olhando na cara dele, comecei a cavalgá-lo brincando com o pau dele dentro de mim e pedi pro Mauro me meter por trás, essa era minha chance de aproveitar uma dupla penetração.
O magrelo meteu tudo de uma vez, minha buceta tava bem lubrificada graças à porra do David, os dois me comeram sem parar por vários minutos, eu tentava mexer meu corpo o máximo que podia acompanhando os movimentos deles, dava pra ver a cara de satisfação do Alexis e aquilo me encheu de ternura, como mãe eu tava testemunhando a primeira vez do meu filho, quase fiquei sentimental mas lembrei que isso era só sexo. Tive um puta orgasmo recebendo pica nos meus dois buraquinhos e em poucos minutos os dois caras gozaram dentro de mim. Ficamos os três exaustos naquela posição, abracei meu filho e não me mexi dali, tentava recuperar o fôlego, tava ofegante mas muito feliz.Quando me recuperei um pouco fui até o banheiro me lavar, me sentia muito feliz e tava cheia de sêmen, mas ainda tava com tesão, me sentia uma puta insaciável, tinham me comido entre quatro e eu ainda queria mais. Por sorte encontrei os caras na saída do banheiro, os quatro tavam se tocando pra deixar os paus duros de novo, sorri pra eles e fiz sinal pra me seguirem. Acabamos no meu quarto, sentei na cama e quando um deles chegou perto comecei a chupar a pica dele, senti o gosto de porra e fiquei excitada, chupei um pouco cada um dos quatro até ficarem bem duros, depois peguei o Mauro e deitei ele na cama, montei em cima dele e comecei a comer ele como uma profissional, pulava em cima dele com habilidade, o garoto me olhava atônito, não podia acreditar que uma mulher tava dando uma trepada daquelas nele.
Não precisei esperar muito até o Fabio meter no meu cu. Dessa vez, não me limitei só a ser comida por dois, mas também chupei os paus dos outros dois caras, um de cada vez. Tava curtindo o sexo como nunca.
Não esperei os dois que estavam me comendo terminarem, falei que queria trocar e eles aceitaram de má vontade, só porque os amigos insistiram que já era a vez deles. Agora o Alexis tava me comendo por trás e eu montei no David. A gente ficou transando sem parar por vários minutos até eu ter outro orgasmo forte, o líquido da minha buceta molhou o lençol, mas não liguei pra nada. Me deitei de lado na cama e fiquei exausta. - Isso foi espetacular – falei pros caras. O David ocupou o lugar do meu filho e meteu na minha raba, a gente tava de conchinha, eu já nem me mexia, só deixava ele enfiar. O Mauro se deitou na minha frente e ficamos os três numa pose que parecia um sanduíche, onde eu era o recheio – preciso pedir pra vocês não contarem nada pra ninguém.
- Só se prometer que vai se repetir – disse Fabio.- Sim, vou fazer o possível pra se repetir – a ideia de tê-los à minha disposição me encantava, não pensava com clareza, mas precisava aproveitar o que tinha conseguido, tinha quatro jovens vigorosos ardendo por mim e queria que me comessem todos os dias, se possível – e não precisa vir sempre os quatro de uma vez, se algum tiver vontade de dar uma trepada, é só me avisar – me sentia uma puta de 20 anos a menos, adorava.
- Tô pegando sua palavra, Laura – disse Fabio enfiando a pica na minha boca.
Eles ficaram enfiando em mim por um bom tempo, eu já tava exausta, mas eles pareciam insaciáveis. Eu só me esticava na cama e deixava eles abusarem de mim, enfiarem onde quisessem, como quisessem, me obrigarem a engolir o leite deles ou gozarem em algum outro buraquinho. Eu tava como se tivesse drogada de tanto sexo e queria que aquilo durasse pra sempre, mas eles perceberam que não dava pra ficar o dia inteiro enfiando em mim.





Meu marido ia voltar pra casa em algum momento. Me soltaram e deixaram eu tomar um banho revigorante, isso me acordou um pouco e voltei ao meu ritmo normal. Os meninos foram pra casa deles e o Alexis foi dormir no quarto dele, olhei pra ele com carinho e soube que minha vida tinha mudado completamente. Muitas coisas incríveis podiam rolar de agora em diante.
Fim... (Relato da escritora Nokomi, que também tem conta no Poringa. Título original: "Uma mãe surpreende o filho enquanto ele assistia filmes pornô e se masturbava com os amigos". Com pequena modificação)
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