A história que contei aqui é real, mas vou usar imagens de referência pra vocês terem uma ideia das características físicas e dos eventos conforme foram rolando, deixando mais gostoso e divertido pra vocês. Não são imagens reais, mas a história é real sim. Aos 19 anos, conheci uma mina que tinha 16. Ela era magrinha, um metro e meio, cabelo loiro, cintura fina, peitão e quadril largo.
Ela se tornou minha amiga, e eu tinha namorada, ela também tinha namorado. Com o tempo, numa ocasião jogando, perdi uma aposta e tivemos que nos ver a sós numa casa pra pagar essa aposta. Não era nada sexual, no entanto, depois de ficar jogando um pouco, virou algo sexual. Comecei lambendo, brincando com ela, até que transamos. Repetimos uma semana depois, e uma semana depois ela engravidou. Isso nos levou a casar, não porque fomos obrigados. Ela terminou com o namorado dela, e eu terminei com a minha namorada. Tempo depois, já casados e considerando que nossa relação matrimonial naquela época, entre adolescentes, era muito divertida porque transávamos mais de três vezes por dia e ficávamos exaustos. Lembro como era sem proteção alguma, coisa que curti todos os dias, a toda hora.
Com ela comecei a experimentar coisas que nunca tinha experimentado com ninguém mais. Ela tinha a facilidade de aguentar uma boa metida no cu.
Com muita facilidade, ela fazia uns boquetes deliciosos, chupava incrível. Mais ou menos uns quatro meses depois do casamento, de ter sexo todo santo dia, eu lia mensagens das amigas dela comentando se ela tava curtindo a vida de casada, de tanto pular e pular, fazendo referência ao sexo constante. Uns meses depois, encontrei mensagens de quem foi a primeira vez dela, um cara 7 anos mais velho. Eu adorava ouvir as histórias de como ela aprendeu a ser tão boa e tão experiente no sexo. A primeira vez dela foi com um moleque 7 anos mais velho, quando ela tinha 14 e ele 21. Ele ensinou ela a transar na mesma noite: fez oral, anal e vaginal nela. Eu ficava muito excitado com o jeito que ela contava as experiências e histórias, o jeito que ela dizia que tinha curtido essa pessoa.
Ter visto mensagens com ele onde ele ficava pedindo fotos e ela tinha aceitado mandar, por um momento me deixou puto, depois me excitou saber que ela era tão sexualmente ativa a ponto de precisar de mais do que o sexo que eu tava dando pra ela.
Em certo momento, cheguei a confrontar ela pra perguntar sobre aquela conversa, e ela teve que admitir por causa das provas que eu tinha. No fim, comecei a levar na brincadeira saber que ela tinha mais opções sexuais. Quando a gente começou a conversar sobre essa pessoa, ela me contava que, das experiências sexuais que ela teve, aquele cara era o que tinha a piroca mais grossa e comprida, e ela tinha adorado. Inclusive, ela dizia que quase não tinha doído porque tava bem molhada na hora de fazer pela primeira vez.
Começou a surgir a ideia de propor que ela ficasse com outros caras, mas ela achava meio difícil. No geral, ela topava brincar enquanto a gente transava, me chamando pelo nome deles enquanto eu metia nela, quando ela já tava bem excitada. Teve até uma vez que fomos pra um hotel e a gente brincou sobre eu vendar os olhos dela, amarrar e levar um dos meus amigos pra transar com ela.
Uma coisa que sempre agradeci nela foi o jeito como me mandava fotos pelada ou de lingerie pra me excitar no meu dia a dia. Aos poucos, fui comprando mais lingerie e roupas mais provocantes pra ela, pra que ela andasse se sentindo gostosa por aí. Em certo momento, até criamos uma conta no Instagram chamada hotwife, onde ela postava fotos de lingerie sem mostrar o rosto, na intenção de conseguir seguidores, mas não deu muito certo e ela não pareceu se interessar. CONTINUA...

Ela se tornou minha amiga, e eu tinha namorada, ela também tinha namorado. Com o tempo, numa ocasião jogando, perdi uma aposta e tivemos que nos ver a sós numa casa pra pagar essa aposta. Não era nada sexual, no entanto, depois de ficar jogando um pouco, virou algo sexual. Comecei lambendo, brincando com ela, até que transamos. Repetimos uma semana depois, e uma semana depois ela engravidou. Isso nos levou a casar, não porque fomos obrigados. Ela terminou com o namorado dela, e eu terminei com a minha namorada. Tempo depois, já casados e considerando que nossa relação matrimonial naquela época, entre adolescentes, era muito divertida porque transávamos mais de três vezes por dia e ficávamos exaustos. Lembro como era sem proteção alguma, coisa que curti todos os dias, a toda hora.
Com ela comecei a experimentar coisas que nunca tinha experimentado com ninguém mais. Ela tinha a facilidade de aguentar uma boa metida no cu.
Com muita facilidade, ela fazia uns boquetes deliciosos, chupava incrível. Mais ou menos uns quatro meses depois do casamento, de ter sexo todo santo dia, eu lia mensagens das amigas dela comentando se ela tava curtindo a vida de casada, de tanto pular e pular, fazendo referência ao sexo constante. Uns meses depois, encontrei mensagens de quem foi a primeira vez dela, um cara 7 anos mais velho. Eu adorava ouvir as histórias de como ela aprendeu a ser tão boa e tão experiente no sexo. A primeira vez dela foi com um moleque 7 anos mais velho, quando ela tinha 14 e ele 21. Ele ensinou ela a transar na mesma noite: fez oral, anal e vaginal nela. Eu ficava muito excitado com o jeito que ela contava as experiências e histórias, o jeito que ela dizia que tinha curtido essa pessoa.
Ter visto mensagens com ele onde ele ficava pedindo fotos e ela tinha aceitado mandar, por um momento me deixou puto, depois me excitou saber que ela era tão sexualmente ativa a ponto de precisar de mais do que o sexo que eu tava dando pra ela.
Em certo momento, cheguei a confrontar ela pra perguntar sobre aquela conversa, e ela teve que admitir por causa das provas que eu tinha. No fim, comecei a levar na brincadeira saber que ela tinha mais opções sexuais. Quando a gente começou a conversar sobre essa pessoa, ela me contava que, das experiências sexuais que ela teve, aquele cara era o que tinha a piroca mais grossa e comprida, e ela tinha adorado. Inclusive, ela dizia que quase não tinha doído porque tava bem molhada na hora de fazer pela primeira vez.
Começou a surgir a ideia de propor que ela ficasse com outros caras, mas ela achava meio difícil. No geral, ela topava brincar enquanto a gente transava, me chamando pelo nome deles enquanto eu metia nela, quando ela já tava bem excitada. Teve até uma vez que fomos pra um hotel e a gente brincou sobre eu vendar os olhos dela, amarrar e levar um dos meus amigos pra transar com ela.
Uma coisa que sempre agradeci nela foi o jeito como me mandava fotos pelada ou de lingerie pra me excitar no meu dia a dia. Aos poucos, fui comprando mais lingerie e roupas mais provocantes pra ela, pra que ela andasse se sentindo gostosa por aí. Em certo momento, até criamos uma conta no Instagram chamada hotwife, onde ela postava fotos de lingerie sem mostrar o rosto, na intenção de conseguir seguidores, mas não deu muito certo e ela não pareceu se interessar. CONTINUA...
4 comentários - O início de uma corna (Parte 1)