Sandra - O segredo da vila militar (parte 2)

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Encontro inesperado

A partir do último encontro, eu tentei buscar alguma circunstância pra me aproximar da Sandra, que não implicasse em ir diretamente ao encontro dela ou algo que não fosse tão na cara, nesse ponto eu não fazia ideia do que queria com ela, se só ver aonde as interações que a gente tinha iam nos levar ou ceder aos meus impulsos e tentar ter algo com ela… coisa que, de plano e conscientemente, eu rejeitava pelo risco que isso implicava.Mas como todo moleque de 17 ou 18 anos, a verdade é que eu não pensava muito com a cabeça de cima, então fiz uma rotina de exercícios baseada nos horários e lugares onde achava que podia trombar com a rotina de exercícios dela, evitando, claro, a oficina de dança que ela dava… o encontro tinha que ser totalmente casual.

Fiquei várias semanas bolando rotas e horários novos, até matei 2 ou 3 aulas da faculdade, e o mais perto que cheguei foi cruzar com ela um dia correndo pelas ruas da vila militar, onde ela nem me olhou e passou do meu lado como se não me conhecesse. Depois de uma semana desse encontro, desisti, me consolando com a tremenda idiotice que estava tentando fazer.

Passaram-se uns três meses disso e um dia minha tia me pediu pra ajudar a levar umas coisas pro Casino Militar, porque ela, junto com as outras senhoras da unidade que meu tio comandava, tinham organizado uma festa pré-natalina (a festa pra qual se reuniram no dia em que vi Sandra pela primeira vez), que tinha o objetivo de arrecadar fundos pra dar presentes a todos os filhos menores do regimento. Nesse dia, passei o tempo todo levando coisas pro casino e ainda supervisionando uma lista de tarefas que minha tia me passou pro evento do dia seguinte.
No dia seguinte, o dia do evento, não pude acompanhar minha tia porque tinha prova na universidade à noite e ia passar o dia todo dando o último revisão na faculdade com uns colegas. Minha tia também combinou que meus primos ficariam na casa da mãe dela (avó deles), e me avisou que ia deixar comida na geladeira pra quando eu voltasse.

Passei o dia todo na faculdade e fiz minha prova lá pelas 19h até 21h. Daí, com os amigos com quem a gente tinha estudado, fomos tomar umas cervejas num bar ali perto da universidade, onde também encontrei a Liliana, minha amiga "especial" da faculdade. Ficamos um tempão lá, aproveitando que era sexta-feira e que no dia seguinte a maioria de nós não tinha aula. Eu, particularmente, pensava em ficar até onde desse, mas a Liliana, que tinha que voltar pra casa a uma certa hora, me pediu pra ir embora lá pela meia-noite. No caminho pra casa, tentei convencê-la a parar em algum lugar pra ficarmos juntos, mas ela disse que estava menstruada e que naquele dia não dava. Além disso, os pais dela estavam desconfiando que rolava algo entre nós e tinham feito um monte de perguntas sobre isso, e ela não queria assumir nada comigo ainda.

Chegamos perto da uma da manhã na vila e, como um cavalheiro, acompanhei a Liliana até a casa dela, deixando-a na porta depois de roubar um beijo de despedida, que ela retribuiu enlaçando os braços no meu pescoço. Satisfeito com isso, cheguei em casa e vi que tinha luz no segundo andar, então deduzi que minha tia já tinha voltado.

Entrei em casa e cumprimentei minha tia lá de baixo, enquanto ia pra cozinha buscar a comida que supostamente tinham deixado. Lá na mesa da cozinha, perdi as esperanças de comer, porque tinha dois pratos com restos de arroz com frango e pelo menos quatro garrafas de vinho abertas e evidentemente vazias. Depois disso, subi pro segundo andar, onde encontrei minha... tia dormindo no quarto dela e duas das senhoras do batalhão dormindo no quarto dos meus primos, todas vestidas e claramente dormindo depois de terem tomado uns drinks a mais. Apaguei as luzes e desci pra ver se tinha algo pra comer na cozinha, já pensando em ir dormir.

Lá embaixo, tomei um par de cervejas do meu tio que estavam na geladeira e fui no banheiro de baixo pra mijar... quando abri a porta, quase me caguei de susto, porque encontrei a Sandra sentada no vaso, que tava claramente bêbada mas não inconsciente, e ela me olhou com surpresa, vergonha e raiva... eu só consegui pedir desculpa e fechar a porta.

Cinco minutos depois ela saiu e foi aí que eu vi que na sala estavam as coisas de todas as senhoras e tinha uns cobertores no sofá da sala, o que me fez pensar que a Sandra tinha estado deitada ali quando cheguei. Me desculpei de novo, e ela só me olhou muito, muito séria e disse pra eu deixar ela descansar.Eu, todo perturbado, saí em direção ao meu quarto passando pela cozinha. Detalhe: eu dormia num quartinho que ficava na ala de serviço da casa, do lado do quarto da empregada, num cômodo que originalmente era pra ser quarto de hóspedes ou depósito, porque tinha banheiro próprio e me permitia ficar até tarde estudando ou ouvindo música sem incomodar ninguém. O único problema é que às vezes a empregada da minha tia se irritava — era uma mina de uns vinte e poucos anos com quem eu tinha uma relação de amor e ódio. Às vezes, o barulho do meu quarto acordava ela, ou eu deixava ela sem água quente de manhã, já que dividíamos o aquecedor do chuveiro. Mas quando eu cruzava com ela e as amigas dela (também domésticas), ela sempre falava comigo como se fosse minha amiga íntima… eu cumprimentava, mas nunca parava pra conversar com elas.

Entrei no meu quarto e, minutos depois de me deitar, percebi que tava com uma ereção daquelas — porque tinha visto a Sandra com a calcinha nos tornozelos e as pernas torneadas à mostra, e aquela imagem tava na minha cabeça. Já tava quase me masturbando quando senti que alguém estava atrás da minha porta, no pátio, tentando abri-la. No começo, pensei que era a empregada reclamando de como a cozinha tava, ou minha tia que tinha acordado. Levantei, esperei um tempinho pra sair sem estar de pau duro, acendi a luz e abri a porta.
Só lembro que vi a Sandra na porta e depois que nós dois estávamos deitados na minha cama, eu de polo e calça de pijama e Sandra com o vestido curto dela, sem sapatos, já quase dormindo do meu lado, de lado, me dando as costas.No primeiro momento, pensei em deixar ela dormir ali e ir pra sala, então me levantei tentando não acordar ela, mas ela percebeu e me disse… “não vai, não quero dormir sozinha”… aí deitei do lado, bem colado nela, porque minha cama era de solteiro e não dava pra ficar muito separado. Eu tentava não me mexer e, como tava bem desconfortável, me encaixei de conchinha com ela, e ela respondeu se ajeitando também nessa posição. Eu tava a milhão com o que tava rolando, ainda mais com o cheiro gostoso do perfume dela que vinha do cabelo, que tava literalmente no meu rosto inteiro. Com a mão livre, abracei ela por cima do cobertor, e ela se encostou mais em mim, o que foi uma mistura de ternura e comecei a ficar excitado. Nessa dinâmica, não consegui evitar outra ereção, e pelo tanto que a gente tava colado, era impossível ela não sentir.

Nessa situação, a ereção já tava começando a ficar desagradável, porque meu pau tava doendo de tão pressionado dentro da cueca e da calça de pijama. Então, confiando que a Sandra tava dormindo e tendo decidido não dormir naquela noite… resolvi liberar o amigão e me ajeitar do melhor jeito possível, além de tentar pensar em outra coisa pra conseguir guardar ele de novo.

Eu tava nessa quando a Sandra começou a se mexer, me empurrando contra a parede e encaixando a bunda dela na minha barriga, de um jeito que meu pau ficou entre as pernas dela. Aí percebi que ela tava sem meia-calça (provavelmente tinha tirado depois que eu deixei ela na sala). Longe de me ajudar, isso fez meu pau ficar duro que nem pedra e, com certeza, até cresceu um pouco mais do que o normal. De todo jeito, meu pau ficou totalmente enfiado entre as coxas dela, no meio das pernas. Comecei a me mexer, bombando devagar pra não acordar ela. Daí a pouco, ela enfiou e tirou a mão pra trás, procurando meu pau… pensei que ia tirar ele ou, pior, que ia acordar puta da vida. Mas quando encontrou meu pau, passou a mão da base até a ponta, tocando com os dedos a cabeça melada, que já tava cheia de líquido pré-seminal de tanta excitação que eu tava.Sandra - O segredo da vila militar (parte 2)Ela não disse nada e subiu meu pau até o buraco que formava o fim das pernas dela e a entrada do cu e da buceta, e começou a se mexer também, enquanto apertava com as coxas, me fazendo doer no contato com a tanga que ela usava. Com isso, eu já tinha perdido qualquer vestígio de medo ou dúvida sobre o que estava rolando, então, com a mão livre, levantei o vestido dela até a cintura e comecei a puxar a calcinha para baixo. A parte de cima desceu na hora, mas a de baixo custou um pouco. Ela levantou os quadris da cama e me ajudou a tirar a calcinha, enquanto eu também tirava minha calça e cueca.amador      

Já sem aquele incômodo, me encaixei de novo de conchinha e apontei meu pau pra entrada da buceta, que já tava toda molhada e quente. Aí comecei a esfregar o pau entre os lábios da buceta, ela abria as pernas de leve e ficava cada vez mais molhada, enquanto começava a gemer mais forte. Eu passava a cabeça do pau por todo o canal da buceta e, às vezes, enfiava um pouquinho da ponta, o que fazia ela tremer. Depois ia mais pra trás e fazia a mesma coisa com o cu. Ela, de vez em quando, apertava como se quisesse que eu metesse tudo. Não sei quanto tempo a gente ficou nessa, mas ela teve o primeiro orgasmo, gemendo bem alto e tendo vários espasmos, enquanto a buceta tava completamente encharcada entre as pernas.Naquele momento, desci o zíper do vestido dela, soltei o sutiã e comecei a massagear os peitos dela, beliscando os bicos, o que fazia os espasmos dela ficarem mais fortes, enquanto ela pressionava a bunda contra meu pau, tentando se empalar sozinha. Aí eu direcionei o pau pra entrada da buceta e comecei a penetrar. Ela começou a se mexer, acompanhando meus movimentos… era uma sensação perfeita, o que eu sentia. Não sei como ela apertava os músculos da buceta, fazendo ela se sentir bem apertada, mesmo tendo dois filhos. Eu sentia cada dobra da buceta dela nas bordas da glande, que deslizava fácil por causa de como ela estava lubrificada. Fiquei ali um bom tempo até sentir que tava quase gozando. Aí tirei o pau pra gozar fora, porque a gente tava transando sem camisinha e eu não queria engravidar ela. Ela se virou e, com uma cara de tesão total, me disse: “Pelo cu”. Enquanto levantava uma das nádegas, me mostrando o buraquinho.

Eu, usando meu pau como pincel, comecei a passar os sucos da buceta dela na entrada do cu, fazendo pressão em cada uma dessas “pinceladas”. Ela apertava cada vez que sentia meu pau na entrada do buraco dela, que parecia que não tinha sido usado ou não era usado há muito tempo. As dobrinhas da entrada do cu dela foram se abrindo aos poucos. Depois de umas 5 ou 6 estocadas progressivas, consegui enfiar a cabeça toda, e ela, bem tensa, soltou um gritinho quando se sentiu aberta… E olha, meu pau tem uns 20 cm completamente duro e é bem grosso. Não sei o tamanho comparado com outros, mas é grosso na opinião de todas as mulheres com quem já estive, e mais de uma vez elas recusaram sexo anal.
Pedi pra ela ficar parada pra se acostumar e dar tempo pro esfíncter dela dilatar, enquanto eu me mexia bem devagar, metendo e tirando, me enfiando aos poucos nela. Aí ela tomou a iniciativa quando eu tava no meio, se enfiou de uma vez só até as nádegas colarem na minha pélvis, e começou a rebolar enquanto beliscava os próprios mamilos, gemendo que nem uma louca, tendo outro orgasmo mais forte que o anterior. Eu quase na mesma hora também gozei numa das porradas mais grossas que já tive, enquanto com uma mão por baixo do pescoço dela eu tocava os peitos e com a outra esfregava o clitóris e apertava as nádegas duras, ao mesmo tempo que tentava empurrar o pau o mais fundo que podia.loira


Ela se virou e me deu um beijo de língua espetacular, aí se levantou, acendeu a luz e foi pro banheiro do meu quarto. A cena era incrível, ver aquela mulher monumental andando de costas, completamente pelada.

Quando chegou na porta, se virou como sempre fazia e falou… você não vai tomar banho??

Continua…



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