Acto de Dominio

Depois de se lavar, C pega a calcinha fio dental que tinha deixado na cama pra vestir e sente uma substância grossa e morna no tecido. Curiosa e confusa, C cheira e passa a língua na calcinha, reconhecendo o gosto característico do sêmen de M. O coração dela acelera enquanto os pensamentos se embaralham na mente. A pergunta de quando M poderia ter se masturbado fica martelando na cabeça dela. O sêmen ainda está quentinho, o que sugere que o ato foi recente. A situação deixa ela cheia de dúvidas. Excitada, ela se deita na cama e, enquanto desliza a calcinha sobre a buceta, espalhando o sêmen de M pelos lábios dela, reflete: por que M fez isso? Foi um ato pra reafirmar o controle dele sobre ela? Ou talvez uma tentativa de marcar a calcinha como um objeto do domínio dele, impedindo que ela a use como um símbolo da submissão dela? Finalmente, depois de refletir sobre tudo isso, C termina de se vestir e decide não colocar a calcinha fio dental. Em vez disso, ela coloca o colar de submissa, um símbolo mais claro da condição dela. Com o colar ajustado no pescoço e o sêmen espalhado pela buceta, C se sente mais conectada com a submissão dela, aceitando o controle e a autoridade que M exerce sobre ela.

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