Parte II – Aconteceu algo.Caminho pra casa e, como a Vanesa morava perto da minha, pegamos o mesmo ônibus, o 60 rota 3. Nesse horário, viajava pouca gente; sentamos no último banco de dois do lado direito do ônibus. A gente tava praticamente sozinho, umas 5 pessoas nos bancos da frente.
Começamos a falar sobre o que tinha rolado, ela não parava de olhar pro meu volume. Eu tava sentado do lado da janela, ela com as pernas na diagonal e o corpo virado pra mim. Quando percebi o olhar fixo dela, comecei a mexer meu pau, que já tava duro, balançando a cabeça pra ela notar como pulsava.
— Você sempre fica assim? Ou só quando tá excitado?
— Quando fico excitado, fica assim, mas esses dias tô com ele duro o tempo todo.
— Fiquei com vontade de tocar mais. Você me deixaria tocar agora?
— Sei não, e as pessoas? Vão perceber e a gente vai ser expulso.
— A gente tá no fundão e ninguém tá nem aí. Se me deixar tocar, eu também deixo você me tocar.
Enquanto falava isso, ela levantou a saia e abriu um pouco as pernas, mostrando a calcinha fio dental molhada.
— Ok — respondeu minha tesão —, me toca, mas só um pouco, porque tô com medo de sermos vistos.
Vanesa começou a me tocar por cima da calça e, cada vez que pulsava, ela apertava a cabeça com a mão. Pra não levantar suspeitas, ela se encostou em mim, apoiou a cabeça no meu ombro e passou a outra mão em volta do meu pescoço. Levantou a perna direita e colocou sobre a minha perna esquerda, enquanto a outra perna ficou livre, apoiada no suporte do banco da frente. Assim, a virilha dela ficou livre pra eu poder tocar.
Enquanto ela continuava acariciando meu pau, estendi minha mão esquerda até tocar a buceta dela por cima da calcinha. Senti o molhado da parte de baixo e, no púbis, os pelinhos que marcavam na calcinha que ela usava. Isso nos excitou ainda mais, porque, ao tocar aquela roupa molhada, não resisti e empurrei com o dedo, pressionando a buceta dela. Ela me abraçou com força e soltou um gemido baixinho, apertou meu pau tão forte que pensei... que ia se arrebentar.
Paramos de brincar quando chegou minha vez de descer, nos despedimos com um beijo na boca. Quando cheguei em casa, tirei meu pau da calça e só precisei tocar duas vezes para gozar como nunca na minha vida até aquele momento.
Naquela segunda-feira, na entrada do colégio, ficamos conversando sobre o que tinha acontecido no sábado, e que nós três estávamos com vontade de fazer de novo. Contei como tinha sido minha chegada em casa e minha pequena punheta seguida da gozada, também falei que foi tanta que meu corpo tremia. Elas só ouviam e ficavam coradas.
Já na sala de aula, eu via elas conversando muito e escondido de todo mundo. Quando chegou o recreio, nos juntamos e elas me contaram que a Sandra tinha a casa dela disponível nas tardes de quarta-feira, porque os pais dela chegavam muito tarde nesse dia.
Combinamos de nos encontrar na quarta-feira na casa da Sandra depois da faculdade.
Os dois dias passaram devagar, mas isso não impedia a gente de se esconder nos recreios e nos tocar para aliviar o tesão que a gente tava sentindo. A gente se revezava com a Sandra e a Vanesa. Tínhamos três recreios: eu passava um com cada uma e no último os três juntos. No fim desses dois dias, eu saía da faculdade com o pau duro e a cueca molhada, e elas também iam embora quentes e molhadas. Esses dois dias foram eternos.
Quando chegou a quarta-feira, durante aqueles recreios não aconteceu nada, só nos juntamos como sempre pra conversar e deixar todo o tesão pra depois. Quando as aulas daquele dia terminaram, a gente foi pra casa da Sandra caminhando tranquilo pelas ruas de San Isidro. Como era um colégio público, a gente tava vestido normal. Naquele dia em particular, nós três estávamos de jeans, tênis e camiseta.
Chegamos na casa da Sandra. Ela entrou primeiro pra ver se não tinha ninguém. Entramos na casa e a primeira coisa foi ligar pra mãe dela avisando que a gente ia ficar fazendo tarefa aquele dia e que era provável que a gente ficasse até tarde. A mãe respondeu que não tinha problema e que eles chegavam depois das 10 porque tinham uma... reunião.
Depois de desligar, sentamos nós três na sala. Eles tinham um sofá grande e uma mesinha de centro de madeira bem espaçosa, que esvaziamos. Sentamos nós três ao redor da mesa, calados, sem saber o que fazer. Tomei a iniciativa e propus jogar o jogo da garrafa. As regras eram fáceis: o primeiro girava a garrafa, e quem fosse escolhido decidia se tirava uma peça de roupa ou cumpria o castigo que fosse dado. Nós três gostamos da ideia e, como estávamos vestidos com quase a mesma quantidade de roupa, começamos a jogar. Primeiro, Sandra colocou um cobertor grosso sobre a mesinha de centro para não arranhá-la.
Sandra foi a primeira a girar a garrafa e, com tanta má sorte, que acabou apontando para ela mesma. Como estávamos sentados de joelhos no chão, ela tirou a calça, ficando de fio dental e meia.
Eu fui o segundo a girar a garrafa. Tive sorte e ela apontou para a Vanesa, que também tirou a calça. Era a vez da Vanesa, que, ao girar, acertou a Sandra. Ela, vermelha e com um pouco de vergonha, e irritada por ter sido escolhida de novo, tirou a blusa, ficando de lingerie.
Sandra girou a garrafa de novo e a vez foi minha. Não tive vergonha e tirei a blusa. Girei a garrafa e ela caiu de novo em mim. Levantei e tirei a calça, ficando de cueca boxer na frente delas, com o pau duro, que dava pra ver bem porque a cueca não segurava como a calça.
As duas ficaram olhando e ficaram vermelhas, até que eu sentei e falei pra Vanesa que era a vez dela. Ela girou a garrafa e acertou a Sandra, que já estava quase nua. Ela olhou pra gente e disse que estávamos trapaceando. Entre risadas, ela tirou o sutiã e os peitinhos dela ficaram à mostra. Ela se cobria com a mão, girou a garrafa e dessa vez acertou a Vanesa, que tirou a blusa dela entre risadas. Foi minha vez de girar a garrafa e eu girei torcendo pra acertar a Vanesa, e tive sorte. Ela olhou pra mim e, sem hesitar, tirou o sutiã e ficou de peitos de fora. Pegou a garrafa e girou. Com força, e apontando pra mim, elas ficaram olhando e sorrindo. Eu me levantei devagar e, com meu pau duro que dava pra ver por baixo da cueca, comecei a baixá-la lentamente. Virei de costas pra elas e tirei a cueca completamente, tampei meu pau com a mão e, com o rosto vermelho e tremendo um pouco, me virei e sentei devagar. Elas riram e a Sandra disse que não era justo, que queriam ver. Eu respondi que da próxima vez podiam pedir como castigo e sorri pra elas.
Foi a vez da Sandra, que ao girar a garrafa, acertou ela mesma. Ela ficou vermelha e nervosa, decidiu pedir o castigo e, antes de pensar em qualquer coisa, a Vanesa exclamou que ela deveria se deitar na mesinha de centro com as mãos ao lado do corpo por um minuto e deixar a gente tocar onde quisesse. A Sandra ficou calada por uns segundos, o rosto ficou bem vermelho e no fim aceitou. Ela se deitou de barriga pra cima na mesinha, cabia direitinho com as pernas dobradas apoiadas no chão e as mãos ao lado do corpo. Já deitada, a respiração dela acelerou. A gente se aproximou e a Vanesa ficou olhando enquanto eu passava as palmas das mãos pelo corpo da Sandra, acariciando os peitos dela, a barriga, a cintura. Passei minhas mãos bem devagar por cima do púbis dela e acariciei as pernas. Cheguei até os joelhos e, passando a ponta dos dedos pela parte de dentro das pernas e abrindo um pouco, cheguei na buceta dela, que só era coberta pela calcinha fio dental. Coloquei a palma da mão esquerda sobre os peitos dela, acariciando, e a mão direita no púbis dela, por cima da calcinha que ela tava usando, acariciando com os dedos os lábios da buceta. Ela tava excitada, dava pra perceber pela respiração e pelo movimento do quadril que ela fazia toda vez que minha mão roçava a buceta dela. De repente, senti meu pau sendo segurado com força, era a mão da Sandra que, como eu tava bem perto dela acariciando o corpo, encontrou meu pau e segurou firme. Esse foi um minuto muito quente pra nós dois. Depois, eu soltei ela e ela soltou meu pau. Pênis, a gente sentou completamente excitados, girei a garrafa quase sem força e caiu na Vanesa, ela na hora pediu castigo, a Sandra falou a mesma coisa que ela, mas que dessa vez era 2 minutos. A Vanesa se deitou e ficou na mesma posição que a Sandra, me aproximei dela e comecei a acariciar os peitos dela com a mão esquerda e com a mão direita acariciava a barriga dela e descia bem devagar até o púbis, a Sandra não ficou pra trás e acariciava os peitos e passava as mãos por todo o corpo da Vanesa. Quando cheguei no limite da calcinha dela e comecei a acariciar a buceta por cima da roupa, a mão da Vanesa me parou, ela colocou minha mão por baixo da calcinha fio dental dela e naquele momento senti uma excitação, um prazer e um formigamento no corpo muito forte, acariciei o púbis dela como naquele dia e dessa vez não tinha barreiras pra impedir meu caminho até os lábios da buceta dela, que eu só tinha visto em fotos de revista, rocei meus dedos neles e notei que a buceta dela tava muito molhada e meus dedos estavam escorregadios e quentinhos, ela respirava muito rápido e gemia devagar a cada carícia da minha mão, assim como a Sandra pegou meu pau com a mão dela e apertou com força, meu pênis já tava molhado pela babinha que soltava, continuei acariciando aquela buceta sem acreditar no que tava rolando e de repente a Sandra se levantou na minha frente e se pelou toda, a Vanesa fez o mesmo, deitada tirou a calcinha fio dental e ficamos todos pelados.
A Vanesa se levantou da mesa e pediu pra eu me deitar nela, sem dizer nada e mais que tarado, me deitei na mesa com meu pau duro e babando, elas se posicionaram uma de cada lado e começaram a me tocar, primeiro a Sandra acariciava minhas bolas e a barriga enquanto a Vanesa segurava a cabeça do meu pau nas mãos, apertava com força, subia e descia a mão vendo meu pênis pulsar a cada toque, depois soltou e foi a vez da Sandra pegar, cada uma usava uma mão pra tocar meu pau, a outra tava enfiada entre as suas bucetas. pernas se tocando, use a palavra: buceta, Sandra segurou minha pica bem firme desde o tronco e sem perceber senti a língua dela massageando minha pica, ela passava a língua de um jeito desesperado, do caule até a ponta da cabeça, Vanesa não acreditava no que via e eu também não, ficou assim por uns minutos até que Vanesa pediu lugar pra ela fazer o mesmo, eu já não aguentava mais de prazer, fiquei imóvel deixando elas fazerem, depois de alguns minutos, pedi pra Vanesa sair de lado, me masturbei umas duas vezes e descarreguei todo meu gozo na minha barriga, saiu com tanta força que chegou até meu peito, fiquei deitado por uns segundos e quando percebi elas estavam tocando meu sêmen com os dedos, me perguntaram se podiam provar, eu disse que não sabia, Vanesa foi a primeira a enfiar um dedo cheio de gozo na boca e disse pra Sandra que estava quentinho e gostoso, naquele momento as duas começaram a lamber meu corpo e limpar todo o gozo que eu tinha descarregado.
Fiquei deitado enquanto Vanesa enfiava minha pica na boca e lambia todo o gozo restante, naquele momento de tão excitado que eu estava, ela endureceu de novo, Vanesa apertou forte minha pica com a mão, me olhou sorrindo e deitou o corpo todo sobre o meu, senti a barriga dela roçando a minha, os peitos dela me acariciando, os lábios dela nos meus, isso me deixou a mil, ela ficou parada uns segundos enquanto me beijava, e começou a mexer o quadril esfregando minha pica no púbis dela e cada vez mais nos lábios da buceta dela, olhei pro lado e vi Sandra deitada no sofá com as pernas levantadas, nos olhando bem atenta, acariciando a própria buceta e os peitos, aquela imagem e o corpo de Vanesa me levaram a outro nível de excitação, não sabia o que fazer, me deixei levar e acariciei o corpo de Vanesa até chegar na bunda dela, apertei ela forte contra minha pica, todo aquele aperto e os movimentos de quadril fizeram minha pica deslizar só um pouquinho pra dentro dela. Vanesa, a gente geme de prazer, ela parou quando sentiu ele dentro, levantou o quadril, meu pau saiu todo molhado da buceta dela, ela sentou no meu pau deixando ele pressionado pelos lábios da buceta dela e começou a se mexer, fazendo ele acariciar toda a buceta dela com meu pau ereto, parecia que a gente tava sozinho e que a Sandra não tava ali, de repente sinto alguém segurar minha mão e levar até um lugar molhado e quente, quando olho pro lado vejo que a Sandra tá com minha mão presa na dela enfiada entre as pernas dela, parada do meu lado com minha mão entre as coxas dela, mordendo os lábios e de olhos fechados, me concentro nela e começo a acariciar essa buceta deliciosa e suculenta com minhas mãos, meus dedos anelar e do meio estavam enfiados entre os lábios dela e ela mexe o quadril sem controle, a gente ficou nessa posição um tempo, sinceramente não lembro quanto foi, lembro que de repente a Sandra gemeu forte, apertou minha mão com as pernas e senti um caldo bem quente escorrer, Sandra caiu rendida no sofá e eu, de tesão, levei minha mão à boca e provei pela primeira vez o gostoso de uma buceta, Vanesa parou de repente, se deitou no meu peito, levantou um pouco o quadril e ao descer meu pau se enfiou na buceta dela, isso fez nossos corpos tremerem, levantei um pouco meu quadril pra meu pau entrar um pouco mais dentro da Vanesa, ela gemeu mais uma vez e me agarrou forte nas costas, me mexi mais umas duas vezes e senti o corpo da Vanesa tremer em cima de mim, o quadril dela se contraiu, senti a buceta dela apertar meu pau e um líquido quentinho na minha virilha, ela ficou parada uns segundos, depois se deixou cair no sofá do lado da Sandra, as duas tavam sorrindo, eu olhava pra elas com mais tesão do que nunca, não conseguia tirar os olhos das bucetas delas, me ajoelhei na frente delas e enfiei minhas mãos entre as pernas delas, as duas se ajeitaram deixando os quadris na borda do sofá e abriram um pouco as pernas pra me dar liberdade de tocar e olhar, por uns momentos brinquei com as bucetas delas, depois me concentrei na Sandra, me coloquei entre as pernas dela, fui beijando desde o joelho bem devagar me aproximando da virilha dela, separando as pernas aos poucos até chegar a beijar a borda da buceta dela, dei um beijo tímido nos lábios dela, ela respirando ofegante, levantei a cabeça, olhei nos olhos dela e passei minha língua pelos lábios dela, nunca vou esquecer aquele sabor e aquela deliciosa amiga, passava a língua desde o buraco do cu até chegar no clitóris dela, pressionava e endurecia a língua até que num momento a ponta entrou entre os lábios dela na parte de baixo da buceta, ela fechou as pernas apertando minha cabeça, senti algo quente na minha língua e comecei a meter o mais fundo que consegui, brinquei com minha língua na buceta dela enquanto ela fechava as pernas pressionando minha cabeça, não sabia o que tava fazendo, só que tava adorando, ela abriu as pernas colocou uma mão na minha cabeça e pressionou contra a buceta dela, soltou um gemido longo, enquanto eu chupava todos os sucos dela, quando me soltou, ficou me olhando toda exausta, se aproximou da minha boca e deu um beijo longo.
Vanesa nos olhava se masturbando devagar, acariciando suavemente a buceta, olhei a virilha dela e como ela abria bem as pernas, agora é minha vez ela disse, aproximei minha boca da buceta dela e sem pensar, mergulhei minha língua entre as pernas dela, beijava, passava a língua com força e desespero, enfiava até o meio e tirava, ela gemia com os olhos fechados e a cabeça apoiada no sofá, olhei como ela tava e ao notar tão viajando, me levantei, coloquei meu pau na entrada da buceta dela e meti até o fundo, minhas bolas bateram na buceta dela, ela abriu os olhos e a boca, sem acreditar que tava com todo meu pau dentro, estendeu as mãos até minhas nádegas, agarrou com força, cravou as unhas, e me manteve parado uns segundos, abriu as pernas o máximo que pôde. eu fazia pequenos movimentos pélvicos, ela respirava com a boca aberta sem conseguir soltar nenhum gemido, agarrada na minha bunda, me soltava aos poucos pra eu poder me mexer mais dentro dela, ficamos uns minutos nessa posição quando senti a pressão da buceta dela no meu pau e as unhas dela cravando na minha bunda, ela se deixou cair no sofá e meu pau ficou livre da buceta dela, ela ficou largada com as pernas abertas apoiadas no chão, eu fiquei na frente dela, comecei a me masturbar, quando senti que ia gozar, me inclinei um pouco sobre o corpo dela e descarreguei todo meu leite nos peitos dela e na barriga, nós três ficamos deitados no sofá por um tempo, depois quando vimos a hora, nos vestimos e começamos a limpar, conversamos sobre como foi gostoso e que devíamos repetir, a Vanesa ia dormir na casa da Sandra, depois de limpar me despedi delas, dei um beijo na boca de cada uma e uma apalpada na bunda, e elas responderam com uma amassada no meu pau.
No dia seguinte na escola não sabíamos como nos olhar, de repente bateu uma timidez pelos nossos corpos e pelo que rolou na noite anterior.
O primeiro intervalo passou rápido, nem nos juntamos, eu tentava fazer contato visual mas não conseguia, no fim do dia elas vieram até mim, ficamos a umas quadras da escola conversando no degrau da entrada de uma casa abandonada.
Vane. – Nacho, ontem à noite contei pra minha irmã mais velha o que tinha acontecido, e ela disse que eu podia engravidar se a gente não se cuidasse…
Essas palavras me deixaram gelado, nunca no calor do momento pensei que isso podia acontecer, claro que a putaria faz a gente fazer merda, mas essa podia dar ruim pra todo mundo.
Nacho. – e o que ela disse? , agora que você falou, ela tem razão, o que a gente faz?
Sandra. – se vocês dois transaram, eu só me masturbei com vocês.
Vane. – tá com ciúme?
Sandra. – um pouco sim, mas já vou me vingar, hahaha
Vane. – hahaha, bom, não se preocupa Nacho que Minha irmã me deu um comprimido pra isso, e recomendou umas anticoncepcionais pra gente tomar se quisesse continuar fazendo assim. Sem camisinha.
Acontece que durante a manhã toda elas estavam estranhas porque estavam conversando com a irmã da Vanesa, que era orientadora da escola, e como não queriam levantar suspeitas, esperaram o fim do dia pra me contar tudo.
Depois dessa conversa, ficamos rindo um tempo e trocando ideias de como seguir no futuro. Uma delas era usar a casa da Sandra como point pra transar sempre que possível, e a outra, mais ousada, era transar quando alguém fizesse uma festa em casa — festas que não iam faltar, já que muitos colegas fariam aniversário nos próximos meses.
A gente estava tão vidrado na conversa que nem percebeu que a Florencia, uma das colegas que assistia aula com a gente, estava bem perto ouvindo. Ninguém soube desde quando ela tava escutando nem o que conseguiu ouvir. A gente só conseguiu rir e olhar pra ela, os três. Quando ela percebeu, disfarçou um pouco e seguiu o caminho dela…
Falei pras minas que na sexta elas tinham que falar com ela pra saber o que tinha escutado, e, mais importante, que ela não fosse contar nada pra ninguém, senão ia acabar com a nossa diversão…
A Sandra concordou, só que a gente tinha que ser nós três a falar com a Florencia. Eu topei, mas fiquei na dúvida por que eu precisava estar presente, já que quase não trocava ideia com ela. Foi aí que a Sandra começou a contar: no dia da festa em que a gente dançou bem coladinho, ela viu a Florencia escondida, olhando a gente dançar bem atenta, e num momento viu ela fechar os olhos e enfiar a mão entre as pernas. Tentou falar com ela, mas não conseguiu naquela noite porque não queria perder nenhum detalhe do que a gente tava fazendo…
Continua...
Começamos a falar sobre o que tinha rolado, ela não parava de olhar pro meu volume. Eu tava sentado do lado da janela, ela com as pernas na diagonal e o corpo virado pra mim. Quando percebi o olhar fixo dela, comecei a mexer meu pau, que já tava duro, balançando a cabeça pra ela notar como pulsava.
— Você sempre fica assim? Ou só quando tá excitado?
— Quando fico excitado, fica assim, mas esses dias tô com ele duro o tempo todo.
— Fiquei com vontade de tocar mais. Você me deixaria tocar agora?
— Sei não, e as pessoas? Vão perceber e a gente vai ser expulso.
— A gente tá no fundão e ninguém tá nem aí. Se me deixar tocar, eu também deixo você me tocar.
Enquanto falava isso, ela levantou a saia e abriu um pouco as pernas, mostrando a calcinha fio dental molhada.
— Ok — respondeu minha tesão —, me toca, mas só um pouco, porque tô com medo de sermos vistos.
Vanesa começou a me tocar por cima da calça e, cada vez que pulsava, ela apertava a cabeça com a mão. Pra não levantar suspeitas, ela se encostou em mim, apoiou a cabeça no meu ombro e passou a outra mão em volta do meu pescoço. Levantou a perna direita e colocou sobre a minha perna esquerda, enquanto a outra perna ficou livre, apoiada no suporte do banco da frente. Assim, a virilha dela ficou livre pra eu poder tocar.
Enquanto ela continuava acariciando meu pau, estendi minha mão esquerda até tocar a buceta dela por cima da calcinha. Senti o molhado da parte de baixo e, no púbis, os pelinhos que marcavam na calcinha que ela usava. Isso nos excitou ainda mais, porque, ao tocar aquela roupa molhada, não resisti e empurrei com o dedo, pressionando a buceta dela. Ela me abraçou com força e soltou um gemido baixinho, apertou meu pau tão forte que pensei... que ia se arrebentar.
Paramos de brincar quando chegou minha vez de descer, nos despedimos com um beijo na boca. Quando cheguei em casa, tirei meu pau da calça e só precisei tocar duas vezes para gozar como nunca na minha vida até aquele momento.
Naquela segunda-feira, na entrada do colégio, ficamos conversando sobre o que tinha acontecido no sábado, e que nós três estávamos com vontade de fazer de novo. Contei como tinha sido minha chegada em casa e minha pequena punheta seguida da gozada, também falei que foi tanta que meu corpo tremia. Elas só ouviam e ficavam coradas.
Já na sala de aula, eu via elas conversando muito e escondido de todo mundo. Quando chegou o recreio, nos juntamos e elas me contaram que a Sandra tinha a casa dela disponível nas tardes de quarta-feira, porque os pais dela chegavam muito tarde nesse dia.
Combinamos de nos encontrar na quarta-feira na casa da Sandra depois da faculdade.
Os dois dias passaram devagar, mas isso não impedia a gente de se esconder nos recreios e nos tocar para aliviar o tesão que a gente tava sentindo. A gente se revezava com a Sandra e a Vanesa. Tínhamos três recreios: eu passava um com cada uma e no último os três juntos. No fim desses dois dias, eu saía da faculdade com o pau duro e a cueca molhada, e elas também iam embora quentes e molhadas. Esses dois dias foram eternos.
Quando chegou a quarta-feira, durante aqueles recreios não aconteceu nada, só nos juntamos como sempre pra conversar e deixar todo o tesão pra depois. Quando as aulas daquele dia terminaram, a gente foi pra casa da Sandra caminhando tranquilo pelas ruas de San Isidro. Como era um colégio público, a gente tava vestido normal. Naquele dia em particular, nós três estávamos de jeans, tênis e camiseta.
Chegamos na casa da Sandra. Ela entrou primeiro pra ver se não tinha ninguém. Entramos na casa e a primeira coisa foi ligar pra mãe dela avisando que a gente ia ficar fazendo tarefa aquele dia e que era provável que a gente ficasse até tarde. A mãe respondeu que não tinha problema e que eles chegavam depois das 10 porque tinham uma... reunião.
Depois de desligar, sentamos nós três na sala. Eles tinham um sofá grande e uma mesinha de centro de madeira bem espaçosa, que esvaziamos. Sentamos nós três ao redor da mesa, calados, sem saber o que fazer. Tomei a iniciativa e propus jogar o jogo da garrafa. As regras eram fáceis: o primeiro girava a garrafa, e quem fosse escolhido decidia se tirava uma peça de roupa ou cumpria o castigo que fosse dado. Nós três gostamos da ideia e, como estávamos vestidos com quase a mesma quantidade de roupa, começamos a jogar. Primeiro, Sandra colocou um cobertor grosso sobre a mesinha de centro para não arranhá-la.
Sandra foi a primeira a girar a garrafa e, com tanta má sorte, que acabou apontando para ela mesma. Como estávamos sentados de joelhos no chão, ela tirou a calça, ficando de fio dental e meia.
Eu fui o segundo a girar a garrafa. Tive sorte e ela apontou para a Vanesa, que também tirou a calça. Era a vez da Vanesa, que, ao girar, acertou a Sandra. Ela, vermelha e com um pouco de vergonha, e irritada por ter sido escolhida de novo, tirou a blusa, ficando de lingerie.
Sandra girou a garrafa de novo e a vez foi minha. Não tive vergonha e tirei a blusa. Girei a garrafa e ela caiu de novo em mim. Levantei e tirei a calça, ficando de cueca boxer na frente delas, com o pau duro, que dava pra ver bem porque a cueca não segurava como a calça.
As duas ficaram olhando e ficaram vermelhas, até que eu sentei e falei pra Vanesa que era a vez dela. Ela girou a garrafa e acertou a Sandra, que já estava quase nua. Ela olhou pra gente e disse que estávamos trapaceando. Entre risadas, ela tirou o sutiã e os peitinhos dela ficaram à mostra. Ela se cobria com a mão, girou a garrafa e dessa vez acertou a Vanesa, que tirou a blusa dela entre risadas. Foi minha vez de girar a garrafa e eu girei torcendo pra acertar a Vanesa, e tive sorte. Ela olhou pra mim e, sem hesitar, tirou o sutiã e ficou de peitos de fora. Pegou a garrafa e girou. Com força, e apontando pra mim, elas ficaram olhando e sorrindo. Eu me levantei devagar e, com meu pau duro que dava pra ver por baixo da cueca, comecei a baixá-la lentamente. Virei de costas pra elas e tirei a cueca completamente, tampei meu pau com a mão e, com o rosto vermelho e tremendo um pouco, me virei e sentei devagar. Elas riram e a Sandra disse que não era justo, que queriam ver. Eu respondi que da próxima vez podiam pedir como castigo e sorri pra elas.
Foi a vez da Sandra, que ao girar a garrafa, acertou ela mesma. Ela ficou vermelha e nervosa, decidiu pedir o castigo e, antes de pensar em qualquer coisa, a Vanesa exclamou que ela deveria se deitar na mesinha de centro com as mãos ao lado do corpo por um minuto e deixar a gente tocar onde quisesse. A Sandra ficou calada por uns segundos, o rosto ficou bem vermelho e no fim aceitou. Ela se deitou de barriga pra cima na mesinha, cabia direitinho com as pernas dobradas apoiadas no chão e as mãos ao lado do corpo. Já deitada, a respiração dela acelerou. A gente se aproximou e a Vanesa ficou olhando enquanto eu passava as palmas das mãos pelo corpo da Sandra, acariciando os peitos dela, a barriga, a cintura. Passei minhas mãos bem devagar por cima do púbis dela e acariciei as pernas. Cheguei até os joelhos e, passando a ponta dos dedos pela parte de dentro das pernas e abrindo um pouco, cheguei na buceta dela, que só era coberta pela calcinha fio dental. Coloquei a palma da mão esquerda sobre os peitos dela, acariciando, e a mão direita no púbis dela, por cima da calcinha que ela tava usando, acariciando com os dedos os lábios da buceta. Ela tava excitada, dava pra perceber pela respiração e pelo movimento do quadril que ela fazia toda vez que minha mão roçava a buceta dela. De repente, senti meu pau sendo segurado com força, era a mão da Sandra que, como eu tava bem perto dela acariciando o corpo, encontrou meu pau e segurou firme. Esse foi um minuto muito quente pra nós dois. Depois, eu soltei ela e ela soltou meu pau. Pênis, a gente sentou completamente excitados, girei a garrafa quase sem força e caiu na Vanesa, ela na hora pediu castigo, a Sandra falou a mesma coisa que ela, mas que dessa vez era 2 minutos. A Vanesa se deitou e ficou na mesma posição que a Sandra, me aproximei dela e comecei a acariciar os peitos dela com a mão esquerda e com a mão direita acariciava a barriga dela e descia bem devagar até o púbis, a Sandra não ficou pra trás e acariciava os peitos e passava as mãos por todo o corpo da Vanesa. Quando cheguei no limite da calcinha dela e comecei a acariciar a buceta por cima da roupa, a mão da Vanesa me parou, ela colocou minha mão por baixo da calcinha fio dental dela e naquele momento senti uma excitação, um prazer e um formigamento no corpo muito forte, acariciei o púbis dela como naquele dia e dessa vez não tinha barreiras pra impedir meu caminho até os lábios da buceta dela, que eu só tinha visto em fotos de revista, rocei meus dedos neles e notei que a buceta dela tava muito molhada e meus dedos estavam escorregadios e quentinhos, ela respirava muito rápido e gemia devagar a cada carícia da minha mão, assim como a Sandra pegou meu pau com a mão dela e apertou com força, meu pênis já tava molhado pela babinha que soltava, continuei acariciando aquela buceta sem acreditar no que tava rolando e de repente a Sandra se levantou na minha frente e se pelou toda, a Vanesa fez o mesmo, deitada tirou a calcinha fio dental e ficamos todos pelados.
A Vanesa se levantou da mesa e pediu pra eu me deitar nela, sem dizer nada e mais que tarado, me deitei na mesa com meu pau duro e babando, elas se posicionaram uma de cada lado e começaram a me tocar, primeiro a Sandra acariciava minhas bolas e a barriga enquanto a Vanesa segurava a cabeça do meu pau nas mãos, apertava com força, subia e descia a mão vendo meu pênis pulsar a cada toque, depois soltou e foi a vez da Sandra pegar, cada uma usava uma mão pra tocar meu pau, a outra tava enfiada entre as suas bucetas. pernas se tocando, use a palavra: buceta, Sandra segurou minha pica bem firme desde o tronco e sem perceber senti a língua dela massageando minha pica, ela passava a língua de um jeito desesperado, do caule até a ponta da cabeça, Vanesa não acreditava no que via e eu também não, ficou assim por uns minutos até que Vanesa pediu lugar pra ela fazer o mesmo, eu já não aguentava mais de prazer, fiquei imóvel deixando elas fazerem, depois de alguns minutos, pedi pra Vanesa sair de lado, me masturbei umas duas vezes e descarreguei todo meu gozo na minha barriga, saiu com tanta força que chegou até meu peito, fiquei deitado por uns segundos e quando percebi elas estavam tocando meu sêmen com os dedos, me perguntaram se podiam provar, eu disse que não sabia, Vanesa foi a primeira a enfiar um dedo cheio de gozo na boca e disse pra Sandra que estava quentinho e gostoso, naquele momento as duas começaram a lamber meu corpo e limpar todo o gozo que eu tinha descarregado.
Fiquei deitado enquanto Vanesa enfiava minha pica na boca e lambia todo o gozo restante, naquele momento de tão excitado que eu estava, ela endureceu de novo, Vanesa apertou forte minha pica com a mão, me olhou sorrindo e deitou o corpo todo sobre o meu, senti a barriga dela roçando a minha, os peitos dela me acariciando, os lábios dela nos meus, isso me deixou a mil, ela ficou parada uns segundos enquanto me beijava, e começou a mexer o quadril esfregando minha pica no púbis dela e cada vez mais nos lábios da buceta dela, olhei pro lado e vi Sandra deitada no sofá com as pernas levantadas, nos olhando bem atenta, acariciando a própria buceta e os peitos, aquela imagem e o corpo de Vanesa me levaram a outro nível de excitação, não sabia o que fazer, me deixei levar e acariciei o corpo de Vanesa até chegar na bunda dela, apertei ela forte contra minha pica, todo aquele aperto e os movimentos de quadril fizeram minha pica deslizar só um pouquinho pra dentro dela. Vanesa, a gente geme de prazer, ela parou quando sentiu ele dentro, levantou o quadril, meu pau saiu todo molhado da buceta dela, ela sentou no meu pau deixando ele pressionado pelos lábios da buceta dela e começou a se mexer, fazendo ele acariciar toda a buceta dela com meu pau ereto, parecia que a gente tava sozinho e que a Sandra não tava ali, de repente sinto alguém segurar minha mão e levar até um lugar molhado e quente, quando olho pro lado vejo que a Sandra tá com minha mão presa na dela enfiada entre as pernas dela, parada do meu lado com minha mão entre as coxas dela, mordendo os lábios e de olhos fechados, me concentro nela e começo a acariciar essa buceta deliciosa e suculenta com minhas mãos, meus dedos anelar e do meio estavam enfiados entre os lábios dela e ela mexe o quadril sem controle, a gente ficou nessa posição um tempo, sinceramente não lembro quanto foi, lembro que de repente a Sandra gemeu forte, apertou minha mão com as pernas e senti um caldo bem quente escorrer, Sandra caiu rendida no sofá e eu, de tesão, levei minha mão à boca e provei pela primeira vez o gostoso de uma buceta, Vanesa parou de repente, se deitou no meu peito, levantou um pouco o quadril e ao descer meu pau se enfiou na buceta dela, isso fez nossos corpos tremerem, levantei um pouco meu quadril pra meu pau entrar um pouco mais dentro da Vanesa, ela gemeu mais uma vez e me agarrou forte nas costas, me mexi mais umas duas vezes e senti o corpo da Vanesa tremer em cima de mim, o quadril dela se contraiu, senti a buceta dela apertar meu pau e um líquido quentinho na minha virilha, ela ficou parada uns segundos, depois se deixou cair no sofá do lado da Sandra, as duas tavam sorrindo, eu olhava pra elas com mais tesão do que nunca, não conseguia tirar os olhos das bucetas delas, me ajoelhei na frente delas e enfiei minhas mãos entre as pernas delas, as duas se ajeitaram deixando os quadris na borda do sofá e abriram um pouco as pernas pra me dar liberdade de tocar e olhar, por uns momentos brinquei com as bucetas delas, depois me concentrei na Sandra, me coloquei entre as pernas dela, fui beijando desde o joelho bem devagar me aproximando da virilha dela, separando as pernas aos poucos até chegar a beijar a borda da buceta dela, dei um beijo tímido nos lábios dela, ela respirando ofegante, levantei a cabeça, olhei nos olhos dela e passei minha língua pelos lábios dela, nunca vou esquecer aquele sabor e aquela deliciosa amiga, passava a língua desde o buraco do cu até chegar no clitóris dela, pressionava e endurecia a língua até que num momento a ponta entrou entre os lábios dela na parte de baixo da buceta, ela fechou as pernas apertando minha cabeça, senti algo quente na minha língua e comecei a meter o mais fundo que consegui, brinquei com minha língua na buceta dela enquanto ela fechava as pernas pressionando minha cabeça, não sabia o que tava fazendo, só que tava adorando, ela abriu as pernas colocou uma mão na minha cabeça e pressionou contra a buceta dela, soltou um gemido longo, enquanto eu chupava todos os sucos dela, quando me soltou, ficou me olhando toda exausta, se aproximou da minha boca e deu um beijo longo.
Vanesa nos olhava se masturbando devagar, acariciando suavemente a buceta, olhei a virilha dela e como ela abria bem as pernas, agora é minha vez ela disse, aproximei minha boca da buceta dela e sem pensar, mergulhei minha língua entre as pernas dela, beijava, passava a língua com força e desespero, enfiava até o meio e tirava, ela gemia com os olhos fechados e a cabeça apoiada no sofá, olhei como ela tava e ao notar tão viajando, me levantei, coloquei meu pau na entrada da buceta dela e meti até o fundo, minhas bolas bateram na buceta dela, ela abriu os olhos e a boca, sem acreditar que tava com todo meu pau dentro, estendeu as mãos até minhas nádegas, agarrou com força, cravou as unhas, e me manteve parado uns segundos, abriu as pernas o máximo que pôde. eu fazia pequenos movimentos pélvicos, ela respirava com a boca aberta sem conseguir soltar nenhum gemido, agarrada na minha bunda, me soltava aos poucos pra eu poder me mexer mais dentro dela, ficamos uns minutos nessa posição quando senti a pressão da buceta dela no meu pau e as unhas dela cravando na minha bunda, ela se deixou cair no sofá e meu pau ficou livre da buceta dela, ela ficou largada com as pernas abertas apoiadas no chão, eu fiquei na frente dela, comecei a me masturbar, quando senti que ia gozar, me inclinei um pouco sobre o corpo dela e descarreguei todo meu leite nos peitos dela e na barriga, nós três ficamos deitados no sofá por um tempo, depois quando vimos a hora, nos vestimos e começamos a limpar, conversamos sobre como foi gostoso e que devíamos repetir, a Vanesa ia dormir na casa da Sandra, depois de limpar me despedi delas, dei um beijo na boca de cada uma e uma apalpada na bunda, e elas responderam com uma amassada no meu pau.
No dia seguinte na escola não sabíamos como nos olhar, de repente bateu uma timidez pelos nossos corpos e pelo que rolou na noite anterior.
O primeiro intervalo passou rápido, nem nos juntamos, eu tentava fazer contato visual mas não conseguia, no fim do dia elas vieram até mim, ficamos a umas quadras da escola conversando no degrau da entrada de uma casa abandonada.
Vane. – Nacho, ontem à noite contei pra minha irmã mais velha o que tinha acontecido, e ela disse que eu podia engravidar se a gente não se cuidasse…
Essas palavras me deixaram gelado, nunca no calor do momento pensei que isso podia acontecer, claro que a putaria faz a gente fazer merda, mas essa podia dar ruim pra todo mundo.
Nacho. – e o que ela disse? , agora que você falou, ela tem razão, o que a gente faz?
Sandra. – se vocês dois transaram, eu só me masturbei com vocês.
Vane. – tá com ciúme?
Sandra. – um pouco sim, mas já vou me vingar, hahaha
Vane. – hahaha, bom, não se preocupa Nacho que Minha irmã me deu um comprimido pra isso, e recomendou umas anticoncepcionais pra gente tomar se quisesse continuar fazendo assim. Sem camisinha.
Acontece que durante a manhã toda elas estavam estranhas porque estavam conversando com a irmã da Vanesa, que era orientadora da escola, e como não queriam levantar suspeitas, esperaram o fim do dia pra me contar tudo.
Depois dessa conversa, ficamos rindo um tempo e trocando ideias de como seguir no futuro. Uma delas era usar a casa da Sandra como point pra transar sempre que possível, e a outra, mais ousada, era transar quando alguém fizesse uma festa em casa — festas que não iam faltar, já que muitos colegas fariam aniversário nos próximos meses.
A gente estava tão vidrado na conversa que nem percebeu que a Florencia, uma das colegas que assistia aula com a gente, estava bem perto ouvindo. Ninguém soube desde quando ela tava escutando nem o que conseguiu ouvir. A gente só conseguiu rir e olhar pra ela, os três. Quando ela percebeu, disfarçou um pouco e seguiu o caminho dela…
Falei pras minas que na sexta elas tinham que falar com ela pra saber o que tinha escutado, e, mais importante, que ela não fosse contar nada pra ninguém, senão ia acabar com a nossa diversão…
A Sandra concordou, só que a gente tinha que ser nós três a falar com a Florencia. Eu topei, mas fiquei na dúvida por que eu precisava estar presente, já que quase não trocava ideia com ela. Foi aí que a Sandra começou a contar: no dia da festa em que a gente dançou bem coladinho, ela viu a Florencia escondida, olhando a gente dançar bem atenta, e num momento viu ela fechar os olhos e enfiar a mão entre as pernas. Tentou falar com ela, mas não conseguiu naquela noite porque não queria perder nenhum detalhe do que a gente tava fazendo…
Continua...
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