No dia 1º de março, comemorei meus 25 anos de casada, minhas Bodas de Prata, dando uma trepada descomunal com meu sogro (essa experiência sexual já compartilhei em outro relato). Naquele primeiro de março, era umas 13:30 quando meu sogro, seu Ezequiel, foi embora. Eu literalmente subi pro meu quarto me arrastando, meu cu tava destruído e minha buceta super rosada, ardia pra caralho, tava queimando. Coloquei um roupão, voltei e perfumei o quarto, e fiquei exausta, dormi na cama, quando de repente, um beijo na minha testa me acordou. Era meu marido Joel, que disse: "Amor, não tenho desculpa, me perdoa, mas era um negócio super lucrativo, uma ordem do meu chefe." Eu não respondi nada, não tava nem aí, já tinha tido um aniversário inesquecível. Joel continuou: "Fala alguma coisa, por favor, me perdoa." Respondi: "Me deixa dormir." "Verônica, tá bem, entendo que você tá puta, vou deixar as chaves da sua caminhonete nova, é meu presente." Ele achou que eu ia levantar animada pra ver a tal caminhonete, mas por causa da trepada não consegui, fiquei na cama, colocando compressas de gelo no corpo. Fiz isso até a hora de ir pro aeroporto. A semana passou, eu continuava bolada com meu marido, porque apesar de ter dado como uma puta e estar satisfeita, naquele aniversário eu queria ter trepado com meu marido, era uma data única e especial. Deus sabe que é verdade, mas foi culpa do Joel mesmo. Nos dias seguintes, meu sogro me mandou fotos e vídeos, mostrando como ele se masturbava com minhas calcinhas, a da minha noite de núpcias de 25 anos atrás e a fio dental das minhas Bodas de Prata. Então eu mandei fotos pelada, e especialmente da minha buceta. Joel já não sabia mais o que fazer pra eu perdoar ele, e no domingo ele disse: "Sei que você queria que naquele dia especial a gente fizesse amor, como há 25 anos, quando nos entregamos pela primeira vez." Eu sorri com ironia. "Não zoa, amor." Ele, todo iludido, ignorava que eu tinha dado mesmo. E continuou falando: "Sei que naquele dia te faltou amor e... sexo, que por isso você tá irritada e não quer falar comigo — o idiota ignorava que eu transei sim, e foi com o pai dele. Por um momento senti pena do meu ursinho, mas também raiva, ele dá muita importância pra dinheiro, tendo um tesão em casa, como eu. Me aproximei e dei um beijo na boca dele, e depois falei: me dá um tempo até passar essa raiva, era uma data especial. Mudando de assunto, te aviso que vou pra um congresso em Querétaro (obviamente tava mentindo, ia pra Guatemala, pelos meus anéis e pra dar pro meu sogro nos meus dois anéis (cu e buceta), mas pra ele falei que ia comemorar o Dia Internacional da Mulher — ele não criou empecilho, porque sabia que era uma atividade acadêmica e, pra ganhar meu perdão, aceitou sem reclamar, claro, love. Finalmente chegou 8 de março, eu tinha que chegar cedo no aeroporto, porque meu voo decolava de manhã cedo, então resolvi tomar banho. Tava super excitada, por saber que ia transar com o garanhão do meu sogro. Ao entrar no banheiro, com todo cuidado, mandei uma mensagem de voz pro seu Ezequiel, desejando bom dia e falando que ao meio-dia ele fosse me buscar no aeroporto. Quando eu tava tomando banho, eram 5h da manhã, a água tava muito quente, praticamente fervendo, e eu queimando de tesão, era o cenário perfeito pra me masturbar com os dedos. Depois de alguns minutos, soltei um gemido forte, felizmente meu marido e minhas filhas não ouviram. Por fim, depilei minha monte Vênus, apagando aquele corte de cabelo em formato de coração que eu tinha feito pro meu marido no dia do aniversário e que foi devorado pelo meu sogro Ezequiel. Ao sair do banheiro, Joel acordou e disse que ia preparar um lanche. Falei: obrigada, love. Fui pro meu closet e peguei os presentes que meu sogro me deu no nosso aniversário: um mini vestido preto. Ele sempre foi detalhista, sabe que é minha cor favorita. Aquele putinho de vestido, justinho, chegava até a metade das minhas coxas, deixava minhas Ombros, com um decote pronunciado, então a parte de cima das minhas costas também ficava de fora, aquele vestido cobria meus braços. Adorei como ficou em mim, me tocava com as mãos, sabendo que em algumas horas meu sogro tocaria com as mãos o meu corpo de sereia. Pra enfeitar o vestido, coloquei o colar de diamantes que meu sogro também me deu, e com o cheque que o Dom Ezequiel me deu, comprei umas meias pretas sexy que iam até o alto das minhas coxas, com umas ligas que se prendiam à minha calcinha fio-dental preta e uns saltos pretos bem gostosos. Me maquiei usando um batom vermelho intenso, sem esquecer meus brincos da mesma cor do colar e, por último, meu cabelo solto. Quando meu marido entrou, ficou pasmo — uau, Verônica, você tá espetacular — Obrigada, amor. Joel perguntou: quando você comprou esse vestido e colar? Nunca vi você com isso — respondi: é um presente de aniversário. Antes que ele perguntasse mais, me virei e falei: sobe o zíper do vestido pra mim. Ele fez isso, beijando minhas costas, e quando disse que minhas costas estavam arranhadas, falei que talvez fosse dos aparelhos da academia. Pra ele não perguntar mais, dei um beijo na boca dele e completei: põe meu casaco preto em mim. Ele fez isso e disse, sarcástico: você tá muito elegante, mas toda de preto vai pra um enterro? Sorri com muita ironia e falei sim (enquanto na minha mente eu dizia: vou é ser enterrada pelo pau do seu pai). Joel insistiu em me levar ao aeroporto, mas falei que não, que já tinha chamado um taxi por aplicativo, que ele não se preocupasse e que fosse trabalhar. Ele concordou, meio puto, mas disse que esperaria o motorista chegar, e insistiu: ou então vai na caminhonete nova que te dei de aniversário e manda sua irmã trazer de volta. Afirmei: não, Joel, eu quero ir sozinha. Ele não insistiu mais. Dez minutos depois, o taxi chegou, eu entrei e pude ver que aquele jovem, que não devia ter mais de 20 anos, ficou boquiaberto com minha beleza e elegância, então decidi dar uma espetáculo, e tirei o casaco, e cruzei minhas pernas bem sexy deixando ver parte das minhas ligas e da minha calcinha fio dental. Ele puxou papo e disse que estudava Engenharia à tarde, e eu respondi: gosto de homens trabalhadores e inteligentes — ele ficou todo vermelho — não demoramos pra chegar no aeroporto. Ao descer, deixei à mostra minhas pernas longas com minhas roupas íntimas. Ele disse: obrigado, senhora. Falei: me chama de Verônica. Ele: ok, cê é muito gostosa, com todo respeito. Eu sorri bem sensual. Dei 5 estrelas pro serviço dele. Ao chegar no aeroporto, vários caras me olhavam com tesão, nem disfarçavam, o que me excitava. Quando tava olhando o painel de voos, um senhor mais velho se aproximou e senti uma encostada bem gostosa. Finalmente chegou a hora de embarcar. Naquele 8 de março, ao meio-dia, tava de novo na minha terra natal, Guatemala. Mandei mensagem pro meu marido dizendo que tava em Querétaro. Ele, incrédulo, respondeu: se cuida, amor, se diverte em Querétaro. — Eu ia me divertir em Guatemala com meu sogro. Ao sair do aeroporto, meu sogro, seu Ezequiel, tava me esperando com um buquê de rosas vermelhas. Quando me viu, se jogou em cima de mim, me beijou bem apaixonado, enquanto me dava umas encostadas de pau. Ele disse: vamos, não temos tempo a perder, quero te comer já. Além disso, lembra que meu voo sai às 20h. Enquanto dirigia, ia acariciando minhas pernas, e a gente se beijava. Ao chegar no bairro, ele levantou os vidros escuros, pra ninguém da vizinhança me ver. Ele desceu primeiro do carro, abriu a porta pra mim e começou a me beijar e a me agarrar. — Que nora gostosa que eu tenho. Entramos na sala, e ele me levou carregando até a cama de casamento dele. — Semana passada a gente fez na sua cama de casamento, agora é a vez na minha. A gente se agarrava e se beijava. — Senti sua falta, Ezequiel. Ainda tô dolorida por causa daquela trepada violenta que você me deu, mas quero mais. A gente se levantou, ele serviu um uísque e brindamos. Ele perguntou: o que você disse pro meu filho, pra onde você ia? Respondi: que ia pra um congresso em Querétaro. Celebrar o Dia da Mulher — ele riu e falou, então vamos começar a festa, e me beijou, mordendo meus lábios. Que gostosa você tá com o vestido que te dei, tá espetacular, parece uma puta de luxo. Respondi: valeu, amor, com o dinheiro comprei as lingeries e os saltos — Ezequiel falou: desde que vi esse mini vestido, já te imaginava com ele, te comendo. Ele se aproximou e me beijava enquanto me apalpava, minhas nádegas e minha buceta, sentou na cadeira e me convidou pra montar nele, enquanto mordia meu pescoço, já sentia o pau dele durasso, roçando na minha ppk — você é um tesão, Ishtar — te amo, chupava meus dedos e eu os dele, nos beijávamos, ele dava umas esfregadas gostosas no pau dele, mordia minha clavícula de um jeito delicioso, enquanto as mãos dele entravam no puto vestido, beijava o colar que ele tinha me dado. Imediatamente nos levantamos, e ele subiu meu vestido até a cintura, começou a beijar minha calcinha fio dental, enfiava os dedos com tudo e a calcinha na minha buceta e no meu cu, fez isso várias vezes, eu já tava toda molhadinha, com delicadeza ele beijava minhas coxas — aaa Ezequiel — e desabotoou a calcinha da meia, baixando minha lingerie até os sapatos, beijou meus tornozelos e depois lambeu os sapatos, que delícia, sua puta — ele colocou a calcinha na boca dele e passou pra minha boca, depois deixamos ela na cama, em seguida, ele me virou e disse: agora você não tá com plug — respondi: não iam deixar passar no aeroporto, haha — imaginei, então tenho umas opções. Ele pegou um pote de frutas — falei: morangos de novo? — e ele respondeu: não só morangos, então descascou uma banana, partiu em três, e colocou no meu cu — espera, Ezequiel — já era tarde, tinha aquela fruta no meu cu, ele me colocou de quatro e ficou debaixo de mim, falou: expulsa — eu fiz isso, o porco, ele recebeu na boca e comeu, de novo colocou um pedaço de banana, eu expulsei, ele colocou na boca dele, mas dessa vez passou pra minha boca, e nos beijamos — somos uns porcos safados. Disse, pra amenizar o gosto da banana anal, a gente bebeu uísque. Depois enfiou um morango, eu falei: que sejam dois morangos — respondi, não, isso é muito perigoso — e ele respondeu: com certeza é perigoso pra uma mulher decente, mas pra uma puta como você, não é — infeliz, eu respondi — ele falou: deixa eu deitar na cama e você senta em cima de mim e faz força, e foi assim que fizemos — enfiou os dois morangos, aaaa, tá doendo, Ezequiel, não consigo — respira, Verônica — juro que faço força, mas não consigo, tava doendo, mas eu já tinha experiência com frutas, e finalmente ouviu uns barulhos do meu cu, e saiu o primeiro morango, ele pegou com a boca, mordeu e falou: expulsa o segundo, e eu fiz isso, com as mãos dele me levantou e mastigou os morangos, a boca dele tava cheia, comeu partes dos morangos e o resto passou pra minha boca enquanto a gente se beijava — me dá água, falei — claro, e ele pegou uma garrafa de água, mas era bem amarela. Que porra é essa, filho da puta, falei — ele respondeu: é minha urina de uns dias atrás, guardei pra você — desgraçado — mas não liguei e bebi metade da garrafa de uma vez só e o resto joguei no meu rosto e beijei ele. Sem aviso, ele me virou e me penetrou analmente — aaaah desgraçado, doeu pra caralho — você não me lubrificou, nem deixou eu chupar seu pau pra pelo menos com minha saliva lubrificar um pouco a vara — não, puta, a fruta serviu de lubrificante, ele me segurou pelos braços e enfiou com força o pau quente dele — aaah você vai me quebrar, que delícia, seu Ezequiel — nossas carnes batiam forte, ele deixava o pau vários segundos no meu cu, depois tirava, deixava descansar uns segundos mas de novo enfiava o membro devagar, me provocando a mesma dor de antes, porque meu cu já tava fechando pelos segundos que passaram desde que ele tirou o pau. Assim continuou por um tempão, tirando e enfiando o pau devagar, acho que fazia de propósito, pra meu cu fechar e quando ele enfiasse, ficasse bem apertadinho e ele curtir mais e eu sentir toda a dor. O tempo, da mesma forma, isso ajudava ele a não gozar rápido. Foram momentos de longo sofrimento e prazer, pra mim. De prazer pro Ezequiel, melhor dizendo, os dois gozávamos, mas eu sofria aquele sofrimento, meu sogro me parafusava bem gostoso, continuava me segurando firme pelos braços, pra eu bater com violência, cê gosta como eu te castigo, putinha? — sim, amor — feliz dia da mulher, obrigada, minha vida, amo seu pau e eu amo seu cu. Verônica Ishtar, fica de joelhos, mas com as pernas juntas, eu disse: seu Ezequiel, como bode no precipício, assim é minha vida, ele respondeu. Portanto, me coloquei naquela posição icônica, levantando minha bunda dolorida. Ezequiel tirou da gaveta dele umas bolas chinesas, eram quatro bolas que iam da menor pra maior, unidas por um fio, com uma argola pra garantir que não fossem pro fundo do cu. Meu sogro se ajoelhou, olha seu cu, tão bonitinho que parece, mas como abre, parece uma caverna. Começou a empurrar aquela primeira bola preta de vidro e me perguntou: Doeu? E eu respondi: Lógico, filho da puta, sentia como abria meu cu, aos poucos, que gostoso eu gritei! E ele começou a empurrar a segunda… Aaaah, gritei que delícia, sensação quando começa a passar a metade da bola pelo meu buraquinho preto, engole a bolinha e desaparece no nada — adoro quando você geme como uma putinha, comentou meu sogro. A terceira, uma bola maior que as duas anteriores, demorou mais, aaaah Ezequiel, essa bola tá arrombando meu cu, já entrou, amor, calma. Finalmente a quarta, a bola ainda maior, senti que esticou meu cu — aaaah — se consegue, Verônica — claro que consigo, falei inconscientemente, se eu já comi paus pretos — desgraçada, disse meu sogro — enquanto me dava palmadas. Finalmente entrou a quarta — Ezequiel, disse agora faz elas vibrarem e apertou o botão — aaaah que gostoso — aumentou toda a velocidade — aaah que gostoso. Assim continuamos por um longo período de tempo. Ezequiel disse: Agora vem o mais gostoso: ir tirando elas devagarzinho… começou a puxar com os dentes. Aaaah—eu esticava meu ânus, aquela última bola era enorme, já saiu, depois ele me disse: "empurra, pra você tirar", e assim saiu a terceira. E o filho da puta do meu sogro puxou o cordão, tirando as duas últimas de uma vez. —Aaaah, desgraçado, doeu pra caralho. Levantei e ele disse: "coloca na boca, a bola maior pra você e a menor pra mim". Fizemos isso, e em seguida nos beijamos. Ele colocou as quatro bolas de novo, deixou vibrando, e depois puxou tudo de uma vez, as quatro saíram. Aaaah, meu amor, você me machuca, mas eu gosto. Saiu mais líquido do meu ânus, e ele me fez chupar tudo. "Que puta gostosa, te amo, você tem muita experiência com esses brinquedos sexuais", disse meu sogro. Eu respondi: "Já meti no meu ânus uns negões bem dotados, dupla e tripla penetração anal. Também já usei bolas chinesas na buceta e no cu. Acredite, é um treino do caralho, porque você tem que fazer muita força pra segurar elas lá dentro e não deixar cair. E como tem outra bola dentro, elas batem quando você se mexe e dão uma sensação de tesão que me deixa toda molhada e faz sair líquido do meu cu." "Que puta gostosa, por isso te amo", e ele me beijou. De novo ele me colocou de quatro na beira da cama. Dessa vez ele passou lubrificante, e o pau enorme dele entrou como faca na manteiga. Aaaah, eu gemi tão alto que deve ter ecoado pela casa inteira. Ele começou a me dar tapas na bunda e arranhar minhas costas, e depois puxou meu cabelo. "Que mulher gostosa, que delícia te foder, Verônica." Ele me penetrava no cu com força, sem piedade. Depois ele começou a tirar o pau bem devagar, até sair completamente, e disse: "Seu cu é divino." E de novo me penetrou de uma vez só. O pau dele era uma adaga ferindo, estourando meu ânus, fazendo todas as terminações nervosas do meu cu gozarem e sofrerem ao mesmo tempo. Meu sogro perguntou: "Você tá gostando?" —É óbvio, meu amor. Eu sou sua puta, quero ser sua putaaa. —Ele aumentou a potência da foda, me empurrava com mais força ainda. Fazia barulho. Muito duro, a penetração, o pau dele parecia no meu cu, como uma gaveta emperrada no armário que não conseguia sair. Ele estava me sodomizando de um jeito espetacular. Depois caímos no chão, e ele me levou pra cama de casal dele e de conchinha começou a me penetrar analmente, enquanto me beijava — que corpo gostoso de sereia, você tem, meu amor — Ezequiel marcava o ritmo de um jeito lento, o pau curvo dele castigava meu cu, e as mãos dele começavam a me dedilhar, ele me mordia bem docemente as costas, o pescoço e os ombros — não para, bebê, eu dizia — enquanto ele segurava minha cintura pra eu bater com mais força no pau dele, aaaah que gostoso, começavam a sair mais fluidos do meu cu e do membro dele, eram quentes, escorriam cada vez mais, nessa posição de conchinha, meu sogro, deitado de lado, me penetrava muito gostoso, deixando as mãos dele livres pra estimular outras áreas. Os dedos dele enfiados na minha buceta me faziam sentir uma dupla penetração que me fazia gemer — continua, Ezequiel, continua, não para — estávamos banhados em suor. Ele disse: vamos levantar, conhece a posição do Homem-Aranha? Eu pensando no beijo clássico da Mary Jane e do Peter Parker, falei que sim, me deitei de barriga pra cima, na beira da cama, esperando ele me dar um beijo, mas o filho da puta meteu o pau dele, sem limpar, então tava cheio de todos os fluidos, ele ficou de pé e aproximou o pau, enfiou de uma vez e eu senti que ia me afogar, mas foi muito gostoso, ele disse — Verônica, que gostoso você chupa, as veias do seu pescoço tão aparecendo, querendo estourar de tão boa que é a mamada que você me dá — ele tirou o pau e eu gritei -aaah, quase me afoguei, ele enfiou de novo e foi um suplício e também uma delícia. Ele se abaixou até minha buceta e começou a beijar, dedilhar, tocava muito gostoso no clitóris e dava tapinhas no meu monte de Vênus, ele disse: agora você raspou, né? Sim, meu amor, consegui dizer, ele me beijava, puxava meu clitóris, meus lábios da buceta, que gostoso, era um prazer mútuo. Nossos genitais pertenciam aos nossos maridos, mas agora Éramos os donos, nós, os amantes, com os genitais na altura das nossas bocas, aproveitávamos como animais no cio, dávamos e recebíamos um sexo oral sublime. Não tinha mijado desde que saí de casa, e sem perceber, mijei no meu garanhão, e meu sogro disse: "que gostoso, quero beber mais", e continuou: "sem dúvida, você é uma expert, Verônica, porque essa prática de sexo oral é pra putas muito avançadas. Um boquete de garganta profunda de verdade exige muita prática." — quando ele tirou o pau, respondi: "sim, meu amor, tenho muita prática", enquanto ele continuava beijando minha buceta, foi quando tive meu primeiro orgasmo — "aah, delicioso", eu mordia os lábios, senti que ia quebrar — "que gostoso", enquanto meu corpo ficava deitado com a cabeça na borda da cama e minha boca recebendo aquele pau enorme, agora meu sogro ia enfiando o pênis devagar na minha boca. Depois começou a fazer bem rápido, pra tornar a penetração mais gostosa e profunda, comecei a me mexer, fazendo pequenos giros e pequenas pausas, o que fez meu sogro gozar — "aah, que gostoso, tô gozando", meu esperma, ele tava se descarregando — literalmente, todo o sêmen entrou no meu sistema digestivo — quando ele tirou o pau, com as duas mãos apertei bem forte, pra não deixar nenhuma gota daquela porra gostosa quente. "Você é um amor, Verônica, uma verdadeira deusa da sexualidade." Meu sogro serviu mais doses de uísque, e comemos um pouco de fruta. Tirei meu vestido de puta, enquanto me sentava no colo do meu amante, e nos beijávamos mutualmente, fruta, biscoitos e uns doces deliciosos. Da cômoda dele, ele pegou a pílula azul, disse: "preciso dela pra acabar com você", e tomou. Depois, nos deitamos na cama e começamos a nos agarrar e beijar, ele me dedava e eu puxava o pau dele, que tava mole. Montei nele, e ficamos nos beijando ardentemente, bebemos de novo, e comemos. Meia hora depois, o pau dele já tava duro como uma rocha. Ele me carregou, e me beijava enquanto eu me segurava no pescoço dele, me abaixou e eu Me virou de costas e foi tirando meu vestidinho puta devagar, enquanto me beijava, que gostoso, me fazia tremer. Távamos prontos pra continuar fudendo, ainda tinha tempo, eram 16h. Deixou o vestidinho na cintura e começou a beijar meus ombros, meus peitos, mordeu meus bicos bem forte, e um sangrou — me desculpa, amor — mas você me deixa louco. Me deitei na cama, e távamos prontos pra cruzar, sendo meu sogro o amante com quem eu tô enganando meu marido há mais tempo. Ele me deitou e ficamos na clássica e minha posição favorita pra transar vaginal, a posição de missionário. Eu, que ia levar uma porrada de foda, me deitei de barriga pra cima, abri minhas pernas longas, e meu garanhão pronto pra meter, se deitou em cima de mim, fazendo a penetração, apoiando os braços na cama, enquanto me beijava, que gostoso as investidas. Primeiro entrava a cabeça, depois o tronco e aí tudo — aaaai, delícia, Ezequiel, continua — enquanto ele empurrava a bacia pra meter mais fundo, me fode com força, que puta fornicação gostosa a gente tava tendo. Nossas mãos se procuraram e se juntaram, enquanto ele me beijava. Depois amarrei ele com minhas pernas longas e empurrava pra ele meter mais forte, e ele respondia, o pau dele firme como uma bandeira se enfiando na minha buceta toda. A gente era uns animais trepando de um jeito supremo, digno de uns amantes gregos. Depois, com força, ele abriu mais minhas pernas, quase arrebentando — aaaai uf, que gostoso, Ezequiel, sim, abre elas — enquanto ele jogava todo o peso em cima de mim, e nossos corpos batiam. Depois de uns minutos, ele subiu minhas pernas nos ombros dele, meus saltos ficaram apoiados lá. "Que brincos gostosos eu tenho", disse meu sogro, "sempre sonhei". "Você adora usá-los", respondi. "Sim, meu amor, adoro usá-los pra deleitar os cavalheiros quando ando, quando me metem, gosto de trepar com eles, com minhas meias, vestida ou pelada". Aí ele baixou minhas pernas, metia e tirava o pau, e subia de novo. Fez isso umas três vezes. Umas dez vezes. Ele disse que ainda não é primavera, e eu já tô igual burro no cio, aí eu falei: sim, com essa vergonha enorme você parece um burro, e eu tô como uma gostosa no cio, na primavera. A gente riu e se beijou, o suor escorria pelo corpo todo, e pra piorar, eu ainda não tinha tirado meu vestido, tava um calor do caralho. Na mesma hora, ele esticou meu corpo todo, deixando numa espécie de X, meus braços e pernas formavam essa letra, e ele deitou em cima de mim, a gente totalmente esticado, enquanto o pau dele me penetrava gostoso pra caralho. Fechei os olhos e me deixei levar por aquele frenesi de luxúria. Como é gostoso o proibido, pensei, enquanto ele me montava e enfiava na pica do meu sogro. Era um delírio, aaaah, eu só gemia. Fechei os olhos e aproveitei cada segundo daquela trepada deliciosa. Ezequiel disse: adoro foder com você, meu amor, você é única. Eu sentia cada estocada como um toque infernal, até que ouvi os coros celestiais e tive outro orgasmo — aaai, mmmmm, fechei os olhos e apertei as mãos, o que fez Ezequiel apertar meu pescoço — eu só gemia, aaaah sim, papai, continua me fazendo sua — eu tava fora de mim, só me deixando levar. Ele me arrastou até a beirada da cama, ficou de pé e me penetrava assim, me segurou pelas mãos e nós dois tocávamos meu clitóris, e o pau dele cada vez que saía pra pegar ar e depois voltava a me empurrar com força. Depois, ele levantou minhas pernas até os ombros dele e assim me fez dele, era uma penetração mais funda. Que Deus me perdoe como eu gozo fodendo com meu sogro, é um prazer demoníaco. Aí eu levantei meu quadril e comecei a me mexer em círculos, e pra cima e pra baixo — aaah, meu amor, como você se mexe gostoso, Verônica, você é fenomenal — com esses movimentos circulares, o roçar do meu clitóris levava o prazer ao máximo, eu recebia uma estimulação ainda melhor, e por causa da velocidade da penetração, era um frenesi sublime. A gente continuou mais alguns minutos fodendo, até que o diabo fez com que Gozamos juntos, Ezequiel me encheu com o esperma cremoso dele, deixando o corpo cair sobre o meu, e eu senti me molhar com aquela ejaculação feminina, nossos fluidos se uniram num só, enquanto suávamos e ambos gemíamos - aaaah, Deus Santo, que delícia - demoramos pra recuperar o fôlego, mas com as mãos juntamos os fluidos que sobraram, e com os dedos levamos à boca e nos fundimos num beijo. Ezequiel se levantou e tirou da cômoda um batedor que você vai usar, falei bem alto e ele respondeu: ontem fiquei me masturbando vendo vídeos pornô caseiros, e vi uma latina que enfiou o batedor - você é louco, não quero que enfie isso em mim, vai doer - mas enquanto eu falava isso, ele me prendeu, e com a mão enfiou o batedor, Deus Santo, exclamei, aaaah, ai, dói, deu pra ouvir da minha boca, enquanto eu gozava, aquele batedor de ovos entrou e abriu minha buceta ao máximo, via como meus lábios vaginais esticavam completamente, e aquele batedor roçava meus órgãos internos, ele tirou e enfiou umas 10 vezes, até me fazer gozar, e o próprio batedor expeliu o esperma que tinha na minha buceta - aaaah, gemi e caí na cama, exausta - que gostoso ele bateu minha buceta, não tem dúvida que sempre se aprende algo novo, nunca tinha enfiado um batedor na minha intimidade - Ezequiel, nunca imaginei me masturbar com um batedor - ele respondeu, Viu só, amor, agora você tem um novo brinquedo sexual. Enquanto eu e meu sogro lambíamos o batedor. Eram 18h, meu sogro disse vamos tomar banho, desabotoou meu vestido, tirou minhas meias e sapatilhas, e ficando completamente nus, ele se ajoelhou e beijou minha buceta e coxas, assim me carregou e me levou pro banheiro. Abrindo o chuveiro, a água caía sobre nossos corpos suados cheios dos nossos líquidos mais íntimos, estávamos de frente nos masturbando mutuamente, enquanto nos beijávamos, ele fez eu ficar de cócoras, aproximou o pau e o trouxe perto da minha cara divina, o pau dele estava bem duro, peguei com uma mão Enfiei na minha boca; senti um prazer imenso de novo, e comecei a chupar do jeito que ele gostava. Ah, que delícia, putas vadias!, ele enfiou de novo até o fundo e eu mordia forte o tronco, tentando recusar, mas isso ele curtia ainda mais, porque dizia: “Ah, assim, puta, assim, aperta a boca, me morde a pica, caralho, como você faz bem!” De novo ele ficou parado depois de enfiar todo o pau e de novo começou a tirar devagar. Fez isso várias vezes. Levantei de novo, e a gente comeu de frente – nossos corpos soavam gostoso pra caralho — me encostei na parede, me segurando nos registros do chuveiro pra não escorregar, enquanto o membro cabeçudo arrombava minha buceta, que sexo gostoso, a gente tava tendo no chuveiro — Ezequiel falou, adoro te comer no chuveiro, enquanto a água quente cai nos nossos corpos ardentes, deixa o incesto ainda mais gostoso, te amo, Verônica, depois me virei e ele me penetrou analmente de pé, eu me segurava firme pra não escorregar — isso, sogrão, enfia, adoro, hummm que pica boa, você tem — ter meu sogro pelado, me comendo no cu no chuveiro, fazia umas descargas elétricas de prazer quebrarem minhas pernas. Os dedos dele enfiados na minha buceta, a pica no meu cu, a boca mordendo meu pescoço, e depois as mãos dele me puxando com força pra penetração ser mais violenta, me fez gritar, que dava pra ouvir até na rua — aaaah — senti que ia desmaiar com outro orgasmo, de prazer mordi meus lábios e sangre, e de tanto me segurar firme, quebrei uma unha. Calma, puta — que pica de burro, você tem, sogrão — e ele me comeu de novo, obrigada, amor. Depois ele começou a me ensaboar, minha área íntima e meu cu, e também ensaboou a pica dele, pra depois me penetrar, o sabão fazia o pau deslizar mais rápido. Eu tava muito extasiada, queria sentir ele me furando mais rápido, me comendo com força, então me virei e dei as costas pra ele, mas agora me inclinei um pouco, ele entendeu na hora a mensagem e me Enfiei o pau ardente dele no meu cu como se quisesse rasgar tudo. Depois, ele me virou e meteu de novo na minha buceta, se apoiando na parede fria, e foi aí que ele gozou dentro de mim —aaaah —não saiu tanto leite igual na primeira gozada, mas ainda assim umas gotas inundaram minha buceta. Enquanto a gente se beijava com tesão, ele falou vou te ensaboar pra você tomar banho, e com muito carinho e safadeza, lavava minha buceta e meu cu, eu retribuí o favor, e lavei o pau dele, puxava o prepúcio pra trás e lavava aquele cabeção. Depois de uns minutos, saímos do chuveiro e nos secamos com as toalhas, já eram quase 20h, a gente tinha que sair pra não perder os voos, cada um pro seu destino, enquanto nos vestíamos a gente aproveitava pra se beijar e se agarrar, meu sogro, todo cavalheiro, me vestiu, arrumou minhas meias, minha calcinha fio dental, e colocou meu vestido, virei de costas pra ele subir o zíper, e enquanto fazia isso beijava meu pescoço, Ezequiel subiu o zíper e me beijava de um jeito muito erótico, me fez lembrar do filho dele, Joel, que de manhã tinha subido o zíper do meu mini vestido, e agora era o pai dele, Ezequiel, depois meu sogro acariciou, chupou, beijou e mordeu a parte dos meus ombros e costas que o vestido não cobria. Ele falou, você vai ter que pedir um taxi pelo aplicativo, porque minha filha não demora pra chegar, claro, love, respondi, a gente se beijou e ele me devolveu meus anéis, obrigado, love, por essa foda divina, ele disse, tenho uns presentes pra você, me deu um anel de ouro, umas pulseiras de prata e um mini vestido vermelho. Obrigada, love, falei dando um beijo nele, descemos e continuamos nos beijando e nos agarrando, espiámos pra ver se não tinha ninguém na rua, me despedi com um beijo mordendo os lábios, e andei como a puta que sou por aquela rua, quando meu taxi chegou, fui pro aeroporto, e quando cheguei no México, meu marido me recebeu com flores, me perguntando como tinha sido a viagem Congresso de Querétaro - respondi com muito cinismo, muito gostoso, celebramos o dia da mulher como deve ser - enquanto meu corpo dolorido mal conseguia ficar de pé, por causa da grande foda que meu sogro me deu.
No dia 1º de março, comemorei meus 25 anos de casada, minhas Bodas de Prata, dando uma trepada descomunal com meu sogro (essa experiência sexual já compartilhei em outro relato). Naquele primeiro de março, era umas 13:30 quando meu sogro, seu Ezequiel, foi embora. Eu literalmente subi pro meu quarto me arrastando, meu cu tava destruído e minha buceta super rosada, ardia pra caralho, tava queimando. Coloquei um roupão, voltei e perfumei o quarto, e fiquei exausta, dormi na cama, quando de repente, um beijo na minha testa me acordou. Era meu marido Joel, que disse: "Amor, não tenho desculpa, me perdoa, mas era um negócio super lucrativo, uma ordem do meu chefe." Eu não respondi nada, não tava nem aí, já tinha tido um aniversário inesquecível. Joel continuou: "Fala alguma coisa, por favor, me perdoa." Respondi: "Me deixa dormir." "Verônica, tá bem, entendo que você tá puta, vou deixar as chaves da sua caminhonete nova, é meu presente." Ele achou que eu ia levantar animada pra ver a tal caminhonete, mas por causa da trepada não consegui, fiquei na cama, colocando compressas de gelo no corpo. Fiz isso até a hora de ir pro aeroporto. A semana passou, eu continuava bolada com meu marido, porque apesar de ter dado como uma puta e estar satisfeita, naquele aniversário eu queria ter trepado com meu marido, era uma data única e especial. Deus sabe que é verdade, mas foi culpa do Joel mesmo. Nos dias seguintes, meu sogro me mandou fotos e vídeos, mostrando como ele se masturbava com minhas calcinhas, a da minha noite de núpcias de 25 anos atrás e a fio dental das minhas Bodas de Prata. Então eu mandei fotos pelada, e especialmente da minha buceta. Joel já não sabia mais o que fazer pra eu perdoar ele, e no domingo ele disse: "Sei que você queria que naquele dia especial a gente fizesse amor, como há 25 anos, quando nos entregamos pela primeira vez." Eu sorri com ironia. "Não zoa, amor." Ele, todo iludido, ignorava que eu tinha dado mesmo. E continuou falando: "Sei que naquele dia te faltou amor e... sexo, que por isso você tá irritada e não quer falar comigo — o idiota ignorava que eu transei sim, e foi com o pai dele. Por um momento senti pena do meu ursinho, mas também raiva, ele dá muita importância pra dinheiro, tendo um tesão em casa, como eu. Me aproximei e dei um beijo na boca dele, e depois falei: me dá um tempo até passar essa raiva, era uma data especial. Mudando de assunto, te aviso que vou pra um congresso em Querétaro (obviamente tava mentindo, ia pra Guatemala, pelos meus anéis e pra dar pro meu sogro nos meus dois anéis (cu e buceta), mas pra ele falei que ia comemorar o Dia Internacional da Mulher — ele não criou empecilho, porque sabia que era uma atividade acadêmica e, pra ganhar meu perdão, aceitou sem reclamar, claro, love. Finalmente chegou 8 de março, eu tinha que chegar cedo no aeroporto, porque meu voo decolava de manhã cedo, então resolvi tomar banho. Tava super excitada, por saber que ia transar com o garanhão do meu sogro. Ao entrar no banheiro, com todo cuidado, mandei uma mensagem de voz pro seu Ezequiel, desejando bom dia e falando que ao meio-dia ele fosse me buscar no aeroporto. Quando eu tava tomando banho, eram 5h da manhã, a água tava muito quente, praticamente fervendo, e eu queimando de tesão, era o cenário perfeito pra me masturbar com os dedos. Depois de alguns minutos, soltei um gemido forte, felizmente meu marido e minhas filhas não ouviram. Por fim, depilei minha monte Vênus, apagando aquele corte de cabelo em formato de coração que eu tinha feito pro meu marido no dia do aniversário e que foi devorado pelo meu sogro Ezequiel. Ao sair do banheiro, Joel acordou e disse que ia preparar um lanche. Falei: obrigada, love. Fui pro meu closet e peguei os presentes que meu sogro me deu no nosso aniversário: um mini vestido preto. Ele sempre foi detalhista, sabe que é minha cor favorita. Aquele putinho de vestido, justinho, chegava até a metade das minhas coxas, deixava minhas Ombros, com um decote pronunciado, então a parte de cima das minhas costas também ficava de fora, aquele vestido cobria meus braços. Adorei como ficou em mim, me tocava com as mãos, sabendo que em algumas horas meu sogro tocaria com as mãos o meu corpo de sereia. Pra enfeitar o vestido, coloquei o colar de diamantes que meu sogro também me deu, e com o cheque que o Dom Ezequiel me deu, comprei umas meias pretas sexy que iam até o alto das minhas coxas, com umas ligas que se prendiam à minha calcinha fio-dental preta e uns saltos pretos bem gostosos. Me maquiei usando um batom vermelho intenso, sem esquecer meus brincos da mesma cor do colar e, por último, meu cabelo solto. Quando meu marido entrou, ficou pasmo — uau, Verônica, você tá espetacular — Obrigada, amor. Joel perguntou: quando você comprou esse vestido e colar? Nunca vi você com isso — respondi: é um presente de aniversário. Antes que ele perguntasse mais, me virei e falei: sobe o zíper do vestido pra mim. Ele fez isso, beijando minhas costas, e quando disse que minhas costas estavam arranhadas, falei que talvez fosse dos aparelhos da academia. Pra ele não perguntar mais, dei um beijo na boca dele e completei: põe meu casaco preto em mim. Ele fez isso e disse, sarcástico: você tá muito elegante, mas toda de preto vai pra um enterro? Sorri com muita ironia e falei sim (enquanto na minha mente eu dizia: vou é ser enterrada pelo pau do seu pai). Joel insistiu em me levar ao aeroporto, mas falei que não, que já tinha chamado um taxi por aplicativo, que ele não se preocupasse e que fosse trabalhar. Ele concordou, meio puto, mas disse que esperaria o motorista chegar, e insistiu: ou então vai na caminhonete nova que te dei de aniversário e manda sua irmã trazer de volta. Afirmei: não, Joel, eu quero ir sozinha. Ele não insistiu mais. Dez minutos depois, o taxi chegou, eu entrei e pude ver que aquele jovem, que não devia ter mais de 20 anos, ficou boquiaberto com minha beleza e elegância, então decidi dar uma espetáculo, e tirei o casaco, e cruzei minhas pernas bem sexy deixando ver parte das minhas ligas e da minha calcinha fio dental. Ele puxou papo e disse que estudava Engenharia à tarde, e eu respondi: gosto de homens trabalhadores e inteligentes — ele ficou todo vermelho — não demoramos pra chegar no aeroporto. Ao descer, deixei à mostra minhas pernas longas com minhas roupas íntimas. Ele disse: obrigado, senhora. Falei: me chama de Verônica. Ele: ok, cê é muito gostosa, com todo respeito. Eu sorri bem sensual. Dei 5 estrelas pro serviço dele. Ao chegar no aeroporto, vários caras me olhavam com tesão, nem disfarçavam, o que me excitava. Quando tava olhando o painel de voos, um senhor mais velho se aproximou e senti uma encostada bem gostosa. Finalmente chegou a hora de embarcar. Naquele 8 de março, ao meio-dia, tava de novo na minha terra natal, Guatemala. Mandei mensagem pro meu marido dizendo que tava em Querétaro. Ele, incrédulo, respondeu: se cuida, amor, se diverte em Querétaro. — Eu ia me divertir em Guatemala com meu sogro. Ao sair do aeroporto, meu sogro, seu Ezequiel, tava me esperando com um buquê de rosas vermelhas. Quando me viu, se jogou em cima de mim, me beijou bem apaixonado, enquanto me dava umas encostadas de pau. Ele disse: vamos, não temos tempo a perder, quero te comer já. Além disso, lembra que meu voo sai às 20h. Enquanto dirigia, ia acariciando minhas pernas, e a gente se beijava. Ao chegar no bairro, ele levantou os vidros escuros, pra ninguém da vizinhança me ver. Ele desceu primeiro do carro, abriu a porta pra mim e começou a me beijar e a me agarrar. — Que nora gostosa que eu tenho. Entramos na sala, e ele me levou carregando até a cama de casamento dele. — Semana passada a gente fez na sua cama de casamento, agora é a vez na minha. A gente se agarrava e se beijava. — Senti sua falta, Ezequiel. Ainda tô dolorida por causa daquela trepada violenta que você me deu, mas quero mais. A gente se levantou, ele serviu um uísque e brindamos. Ele perguntou: o que você disse pro meu filho, pra onde você ia? Respondi: que ia pra um congresso em Querétaro. Celebrar o Dia da Mulher — ele riu e falou, então vamos começar a festa, e me beijou, mordendo meus lábios. Que gostosa você tá com o vestido que te dei, tá espetacular, parece uma puta de luxo. Respondi: valeu, amor, com o dinheiro comprei as lingeries e os saltos — Ezequiel falou: desde que vi esse mini vestido, já te imaginava com ele, te comendo. Ele se aproximou e me beijava enquanto me apalpava, minhas nádegas e minha buceta, sentou na cadeira e me convidou pra montar nele, enquanto mordia meu pescoço, já sentia o pau dele durasso, roçando na minha ppk — você é um tesão, Ishtar — te amo, chupava meus dedos e eu os dele, nos beijávamos, ele dava umas esfregadas gostosas no pau dele, mordia minha clavícula de um jeito delicioso, enquanto as mãos dele entravam no puto vestido, beijava o colar que ele tinha me dado. Imediatamente nos levantamos, e ele subiu meu vestido até a cintura, começou a beijar minha calcinha fio dental, enfiava os dedos com tudo e a calcinha na minha buceta e no meu cu, fez isso várias vezes, eu já tava toda molhadinha, com delicadeza ele beijava minhas coxas — aaa Ezequiel — e desabotoou a calcinha da meia, baixando minha lingerie até os sapatos, beijou meus tornozelos e depois lambeu os sapatos, que delícia, sua puta — ele colocou a calcinha na boca dele e passou pra minha boca, depois deixamos ela na cama, em seguida, ele me virou e disse: agora você não tá com plug — respondi: não iam deixar passar no aeroporto, haha — imaginei, então tenho umas opções. Ele pegou um pote de frutas — falei: morangos de novo? — e ele respondeu: não só morangos, então descascou uma banana, partiu em três, e colocou no meu cu — espera, Ezequiel — já era tarde, tinha aquela fruta no meu cu, ele me colocou de quatro e ficou debaixo de mim, falou: expulsa — eu fiz isso, o porco, ele recebeu na boca e comeu, de novo colocou um pedaço de banana, eu expulsei, ele colocou na boca dele, mas dessa vez passou pra minha boca, e nos beijamos — somos uns porcos safados. Disse, pra amenizar o gosto da banana anal, a gente bebeu uísque. Depois enfiou um morango, eu falei: que sejam dois morangos — respondi, não, isso é muito perigoso — e ele respondeu: com certeza é perigoso pra uma mulher decente, mas pra uma puta como você, não é — infeliz, eu respondi — ele falou: deixa eu deitar na cama e você senta em cima de mim e faz força, e foi assim que fizemos — enfiou os dois morangos, aaaa, tá doendo, Ezequiel, não consigo — respira, Verônica — juro que faço força, mas não consigo, tava doendo, mas eu já tinha experiência com frutas, e finalmente ouviu uns barulhos do meu cu, e saiu o primeiro morango, ele pegou com a boca, mordeu e falou: expulsa o segundo, e eu fiz isso, com as mãos dele me levantou e mastigou os morangos, a boca dele tava cheia, comeu partes dos morangos e o resto passou pra minha boca enquanto a gente se beijava — me dá água, falei — claro, e ele pegou uma garrafa de água, mas era bem amarela. Que porra é essa, filho da puta, falei — ele respondeu: é minha urina de uns dias atrás, guardei pra você — desgraçado — mas não liguei e bebi metade da garrafa de uma vez só e o resto joguei no meu rosto e beijei ele. Sem aviso, ele me virou e me penetrou analmente — aaaah desgraçado, doeu pra caralho — você não me lubrificou, nem deixou eu chupar seu pau pra pelo menos com minha saliva lubrificar um pouco a vara — não, puta, a fruta serviu de lubrificante, ele me segurou pelos braços e enfiou com força o pau quente dele — aaah você vai me quebrar, que delícia, seu Ezequiel — nossas carnes batiam forte, ele deixava o pau vários segundos no meu cu, depois tirava, deixava descansar uns segundos mas de novo enfiava o membro devagar, me provocando a mesma dor de antes, porque meu cu já tava fechando pelos segundos que passaram desde que ele tirou o pau. Assim continuou por um tempão, tirando e enfiando o pau devagar, acho que fazia de propósito, pra meu cu fechar e quando ele enfiasse, ficasse bem apertadinho e ele curtir mais e eu sentir toda a dor. O tempo, da mesma forma, isso ajudava ele a não gozar rápido. Foram momentos de longo sofrimento e prazer, pra mim. De prazer pro Ezequiel, melhor dizendo, os dois gozávamos, mas eu sofria aquele sofrimento, meu sogro me parafusava bem gostoso, continuava me segurando firme pelos braços, pra eu bater com violência, cê gosta como eu te castigo, putinha? — sim, amor — feliz dia da mulher, obrigada, minha vida, amo seu pau e eu amo seu cu. Verônica Ishtar, fica de joelhos, mas com as pernas juntas, eu disse: seu Ezequiel, como bode no precipício, assim é minha vida, ele respondeu. Portanto, me coloquei naquela posição icônica, levantando minha bunda dolorida. Ezequiel tirou da gaveta dele umas bolas chinesas, eram quatro bolas que iam da menor pra maior, unidas por um fio, com uma argola pra garantir que não fossem pro fundo do cu. Meu sogro se ajoelhou, olha seu cu, tão bonitinho que parece, mas como abre, parece uma caverna. Começou a empurrar aquela primeira bola preta de vidro e me perguntou: Doeu? E eu respondi: Lógico, filho da puta, sentia como abria meu cu, aos poucos, que gostoso eu gritei! E ele começou a empurrar a segunda… Aaaah, gritei que delícia, sensação quando começa a passar a metade da bola pelo meu buraquinho preto, engole a bolinha e desaparece no nada — adoro quando você geme como uma putinha, comentou meu sogro. A terceira, uma bola maior que as duas anteriores, demorou mais, aaaah Ezequiel, essa bola tá arrombando meu cu, já entrou, amor, calma. Finalmente a quarta, a bola ainda maior, senti que esticou meu cu — aaaah — se consegue, Verônica — claro que consigo, falei inconscientemente, se eu já comi paus pretos — desgraçada, disse meu sogro — enquanto me dava palmadas. Finalmente entrou a quarta — Ezequiel, disse agora faz elas vibrarem e apertou o botão — aaaah que gostoso — aumentou toda a velocidade — aaah que gostoso. Assim continuamos por um longo período de tempo. Ezequiel disse: Agora vem o mais gostoso: ir tirando elas devagarzinho… começou a puxar com os dentes. Aaaah—eu esticava meu ânus, aquela última bola era enorme, já saiu, depois ele me disse: "empurra, pra você tirar", e assim saiu a terceira. E o filho da puta do meu sogro puxou o cordão, tirando as duas últimas de uma vez. —Aaaah, desgraçado, doeu pra caralho. Levantei e ele disse: "coloca na boca, a bola maior pra você e a menor pra mim". Fizemos isso, e em seguida nos beijamos. Ele colocou as quatro bolas de novo, deixou vibrando, e depois puxou tudo de uma vez, as quatro saíram. Aaaah, meu amor, você me machuca, mas eu gosto. Saiu mais líquido do meu ânus, e ele me fez chupar tudo. "Que puta gostosa, te amo, você tem muita experiência com esses brinquedos sexuais", disse meu sogro. Eu respondi: "Já meti no meu ânus uns negões bem dotados, dupla e tripla penetração anal. Também já usei bolas chinesas na buceta e no cu. Acredite, é um treino do caralho, porque você tem que fazer muita força pra segurar elas lá dentro e não deixar cair. E como tem outra bola dentro, elas batem quando você se mexe e dão uma sensação de tesão que me deixa toda molhada e faz sair líquido do meu cu." "Que puta gostosa, por isso te amo", e ele me beijou. De novo ele me colocou de quatro na beira da cama. Dessa vez ele passou lubrificante, e o pau enorme dele entrou como faca na manteiga. Aaaah, eu gemi tão alto que deve ter ecoado pela casa inteira. Ele começou a me dar tapas na bunda e arranhar minhas costas, e depois puxou meu cabelo. "Que mulher gostosa, que delícia te foder, Verônica." Ele me penetrava no cu com força, sem piedade. Depois ele começou a tirar o pau bem devagar, até sair completamente, e disse: "Seu cu é divino." E de novo me penetrou de uma vez só. O pau dele era uma adaga ferindo, estourando meu ânus, fazendo todas as terminações nervosas do meu cu gozarem e sofrerem ao mesmo tempo. Meu sogro perguntou: "Você tá gostando?" —É óbvio, meu amor. Eu sou sua puta, quero ser sua putaaa. —Ele aumentou a potência da foda, me empurrava com mais força ainda. Fazia barulho. Muito duro, a penetração, o pau dele parecia no meu cu, como uma gaveta emperrada no armário que não conseguia sair. Ele estava me sodomizando de um jeito espetacular. Depois caímos no chão, e ele me levou pra cama de casal dele e de conchinha começou a me penetrar analmente, enquanto me beijava — que corpo gostoso de sereia, você tem, meu amor — Ezequiel marcava o ritmo de um jeito lento, o pau curvo dele castigava meu cu, e as mãos dele começavam a me dedilhar, ele me mordia bem docemente as costas, o pescoço e os ombros — não para, bebê, eu dizia — enquanto ele segurava minha cintura pra eu bater com mais força no pau dele, aaaah que gostoso, começavam a sair mais fluidos do meu cu e do membro dele, eram quentes, escorriam cada vez mais, nessa posição de conchinha, meu sogro, deitado de lado, me penetrava muito gostoso, deixando as mãos dele livres pra estimular outras áreas. Os dedos dele enfiados na minha buceta me faziam sentir uma dupla penetração que me fazia gemer — continua, Ezequiel, continua, não para — estávamos banhados em suor. Ele disse: vamos levantar, conhece a posição do Homem-Aranha? Eu pensando no beijo clássico da Mary Jane e do Peter Parker, falei que sim, me deitei de barriga pra cima, na beira da cama, esperando ele me dar um beijo, mas o filho da puta meteu o pau dele, sem limpar, então tava cheio de todos os fluidos, ele ficou de pé e aproximou o pau, enfiou de uma vez e eu senti que ia me afogar, mas foi muito gostoso, ele disse — Verônica, que gostoso você chupa, as veias do seu pescoço tão aparecendo, querendo estourar de tão boa que é a mamada que você me dá — ele tirou o pau e eu gritei -aaah, quase me afoguei, ele enfiou de novo e foi um suplício e também uma delícia. Ele se abaixou até minha buceta e começou a beijar, dedilhar, tocava muito gostoso no clitóris e dava tapinhas no meu monte de Vênus, ele disse: agora você raspou, né? Sim, meu amor, consegui dizer, ele me beijava, puxava meu clitóris, meus lábios da buceta, que gostoso, era um prazer mútuo. Nossos genitais pertenciam aos nossos maridos, mas agora Éramos os donos, nós, os amantes, com os genitais na altura das nossas bocas, aproveitávamos como animais no cio, dávamos e recebíamos um sexo oral sublime. Não tinha mijado desde que saí de casa, e sem perceber, mijei no meu garanhão, e meu sogro disse: "que gostoso, quero beber mais", e continuou: "sem dúvida, você é uma expert, Verônica, porque essa prática de sexo oral é pra putas muito avançadas. Um boquete de garganta profunda de verdade exige muita prática." — quando ele tirou o pau, respondi: "sim, meu amor, tenho muita prática", enquanto ele continuava beijando minha buceta, foi quando tive meu primeiro orgasmo — "aah, delicioso", eu mordia os lábios, senti que ia quebrar — "que gostoso", enquanto meu corpo ficava deitado com a cabeça na borda da cama e minha boca recebendo aquele pau enorme, agora meu sogro ia enfiando o pênis devagar na minha boca. Depois começou a fazer bem rápido, pra tornar a penetração mais gostosa e profunda, comecei a me mexer, fazendo pequenos giros e pequenas pausas, o que fez meu sogro gozar — "aah, que gostoso, tô gozando", meu esperma, ele tava se descarregando — literalmente, todo o sêmen entrou no meu sistema digestivo — quando ele tirou o pau, com as duas mãos apertei bem forte, pra não deixar nenhuma gota daquela porra gostosa quente. "Você é um amor, Verônica, uma verdadeira deusa da sexualidade." Meu sogro serviu mais doses de uísque, e comemos um pouco de fruta. Tirei meu vestido de puta, enquanto me sentava no colo do meu amante, e nos beijávamos mutualmente, fruta, biscoitos e uns doces deliciosos. Da cômoda dele, ele pegou a pílula azul, disse: "preciso dela pra acabar com você", e tomou. Depois, nos deitamos na cama e começamos a nos agarrar e beijar, ele me dedava e eu puxava o pau dele, que tava mole. Montei nele, e ficamos nos beijando ardentemente, bebemos de novo, e comemos. Meia hora depois, o pau dele já tava duro como uma rocha. Ele me carregou, e me beijava enquanto eu me segurava no pescoço dele, me abaixou e eu Me virou de costas e foi tirando meu vestidinho puta devagar, enquanto me beijava, que gostoso, me fazia tremer. Távamos prontos pra continuar fudendo, ainda tinha tempo, eram 16h. Deixou o vestidinho na cintura e começou a beijar meus ombros, meus peitos, mordeu meus bicos bem forte, e um sangrou — me desculpa, amor — mas você me deixa louco. Me deitei na cama, e távamos prontos pra cruzar, sendo meu sogro o amante com quem eu tô enganando meu marido há mais tempo. Ele me deitou e ficamos na clássica e minha posição favorita pra transar vaginal, a posição de missionário. Eu, que ia levar uma porrada de foda, me deitei de barriga pra cima, abri minhas pernas longas, e meu garanhão pronto pra meter, se deitou em cima de mim, fazendo a penetração, apoiando os braços na cama, enquanto me beijava, que gostoso as investidas. Primeiro entrava a cabeça, depois o tronco e aí tudo — aaaai, delícia, Ezequiel, continua — enquanto ele empurrava a bacia pra meter mais fundo, me fode com força, que puta fornicação gostosa a gente tava tendo. Nossas mãos se procuraram e se juntaram, enquanto ele me beijava. Depois amarrei ele com minhas pernas longas e empurrava pra ele meter mais forte, e ele respondia, o pau dele firme como uma bandeira se enfiando na minha buceta toda. A gente era uns animais trepando de um jeito supremo, digno de uns amantes gregos. Depois, com força, ele abriu mais minhas pernas, quase arrebentando — aaaai uf, que gostoso, Ezequiel, sim, abre elas — enquanto ele jogava todo o peso em cima de mim, e nossos corpos batiam. Depois de uns minutos, ele subiu minhas pernas nos ombros dele, meus saltos ficaram apoiados lá. "Que brincos gostosos eu tenho", disse meu sogro, "sempre sonhei". "Você adora usá-los", respondi. "Sim, meu amor, adoro usá-los pra deleitar os cavalheiros quando ando, quando me metem, gosto de trepar com eles, com minhas meias, vestida ou pelada". Aí ele baixou minhas pernas, metia e tirava o pau, e subia de novo. Fez isso umas três vezes. Umas dez vezes. Ele disse que ainda não é primavera, e eu já tô igual burro no cio, aí eu falei: sim, com essa vergonha enorme você parece um burro, e eu tô como uma gostosa no cio, na primavera. A gente riu e se beijou, o suor escorria pelo corpo todo, e pra piorar, eu ainda não tinha tirado meu vestido, tava um calor do caralho. Na mesma hora, ele esticou meu corpo todo, deixando numa espécie de X, meus braços e pernas formavam essa letra, e ele deitou em cima de mim, a gente totalmente esticado, enquanto o pau dele me penetrava gostoso pra caralho. Fechei os olhos e me deixei levar por aquele frenesi de luxúria. Como é gostoso o proibido, pensei, enquanto ele me montava e enfiava na pica do meu sogro. Era um delírio, aaaah, eu só gemia. Fechei os olhos e aproveitei cada segundo daquela trepada deliciosa. Ezequiel disse: adoro foder com você, meu amor, você é única. Eu sentia cada estocada como um toque infernal, até que ouvi os coros celestiais e tive outro orgasmo — aaai, mmmmm, fechei os olhos e apertei as mãos, o que fez Ezequiel apertar meu pescoço — eu só gemia, aaaah sim, papai, continua me fazendo sua — eu tava fora de mim, só me deixando levar. Ele me arrastou até a beirada da cama, ficou de pé e me penetrava assim, me segurou pelas mãos e nós dois tocávamos meu clitóris, e o pau dele cada vez que saía pra pegar ar e depois voltava a me empurrar com força. Depois, ele levantou minhas pernas até os ombros dele e assim me fez dele, era uma penetração mais funda. Que Deus me perdoe como eu gozo fodendo com meu sogro, é um prazer demoníaco. Aí eu levantei meu quadril e comecei a me mexer em círculos, e pra cima e pra baixo — aaah, meu amor, como você se mexe gostoso, Verônica, você é fenomenal — com esses movimentos circulares, o roçar do meu clitóris levava o prazer ao máximo, eu recebia uma estimulação ainda melhor, e por causa da velocidade da penetração, era um frenesi sublime. A gente continuou mais alguns minutos fodendo, até que o diabo fez com que Gozamos juntos, Ezequiel me encheu com o esperma cremoso dele, deixando o corpo cair sobre o meu, e eu senti me molhar com aquela ejaculação feminina, nossos fluidos se uniram num só, enquanto suávamos e ambos gemíamos - aaaah, Deus Santo, que delícia - demoramos pra recuperar o fôlego, mas com as mãos juntamos os fluidos que sobraram, e com os dedos levamos à boca e nos fundimos num beijo. Ezequiel se levantou e tirou da cômoda um batedor que você vai usar, falei bem alto e ele respondeu: ontem fiquei me masturbando vendo vídeos pornô caseiros, e vi uma latina que enfiou o batedor - você é louco, não quero que enfie isso em mim, vai doer - mas enquanto eu falava isso, ele me prendeu, e com a mão enfiou o batedor, Deus Santo, exclamei, aaaah, ai, dói, deu pra ouvir da minha boca, enquanto eu gozava, aquele batedor de ovos entrou e abriu minha buceta ao máximo, via como meus lábios vaginais esticavam completamente, e aquele batedor roçava meus órgãos internos, ele tirou e enfiou umas 10 vezes, até me fazer gozar, e o próprio batedor expeliu o esperma que tinha na minha buceta - aaaah, gemi e caí na cama, exausta - que gostoso ele bateu minha buceta, não tem dúvida que sempre se aprende algo novo, nunca tinha enfiado um batedor na minha intimidade - Ezequiel, nunca imaginei me masturbar com um batedor - ele respondeu, Viu só, amor, agora você tem um novo brinquedo sexual. Enquanto eu e meu sogro lambíamos o batedor. Eram 18h, meu sogro disse vamos tomar banho, desabotoou meu vestido, tirou minhas meias e sapatilhas, e ficando completamente nus, ele se ajoelhou e beijou minha buceta e coxas, assim me carregou e me levou pro banheiro. Abrindo o chuveiro, a água caía sobre nossos corpos suados cheios dos nossos líquidos mais íntimos, estávamos de frente nos masturbando mutuamente, enquanto nos beijávamos, ele fez eu ficar de cócoras, aproximou o pau e o trouxe perto da minha cara divina, o pau dele estava bem duro, peguei com uma mão Enfiei na minha boca; senti um prazer imenso de novo, e comecei a chupar do jeito que ele gostava. Ah, que delícia, putas vadias!, ele enfiou de novo até o fundo e eu mordia forte o tronco, tentando recusar, mas isso ele curtia ainda mais, porque dizia: “Ah, assim, puta, assim, aperta a boca, me morde a pica, caralho, como você faz bem!” De novo ele ficou parado depois de enfiar todo o pau e de novo começou a tirar devagar. Fez isso várias vezes. Levantei de novo, e a gente comeu de frente – nossos corpos soavam gostoso pra caralho — me encostei na parede, me segurando nos registros do chuveiro pra não escorregar, enquanto o membro cabeçudo arrombava minha buceta, que sexo gostoso, a gente tava tendo no chuveiro — Ezequiel falou, adoro te comer no chuveiro, enquanto a água quente cai nos nossos corpos ardentes, deixa o incesto ainda mais gostoso, te amo, Verônica, depois me virei e ele me penetrou analmente de pé, eu me segurava firme pra não escorregar — isso, sogrão, enfia, adoro, hummm que pica boa, você tem — ter meu sogro pelado, me comendo no cu no chuveiro, fazia umas descargas elétricas de prazer quebrarem minhas pernas. Os dedos dele enfiados na minha buceta, a pica no meu cu, a boca mordendo meu pescoço, e depois as mãos dele me puxando com força pra penetração ser mais violenta, me fez gritar, que dava pra ouvir até na rua — aaaah — senti que ia desmaiar com outro orgasmo, de prazer mordi meus lábios e sangre, e de tanto me segurar firme, quebrei uma unha. Calma, puta — que pica de burro, você tem, sogrão — e ele me comeu de novo, obrigada, amor. Depois ele começou a me ensaboar, minha área íntima e meu cu, e também ensaboou a pica dele, pra depois me penetrar, o sabão fazia o pau deslizar mais rápido. Eu tava muito extasiada, queria sentir ele me furando mais rápido, me comendo com força, então me virei e dei as costas pra ele, mas agora me inclinei um pouco, ele entendeu na hora a mensagem e me Enfiei o pau ardente dele no meu cu como se quisesse rasgar tudo. Depois, ele me virou e meteu de novo na minha buceta, se apoiando na parede fria, e foi aí que ele gozou dentro de mim —aaaah —não saiu tanto leite igual na primeira gozada, mas ainda assim umas gotas inundaram minha buceta. Enquanto a gente se beijava com tesão, ele falou vou te ensaboar pra você tomar banho, e com muito carinho e safadeza, lavava minha buceta e meu cu, eu retribuí o favor, e lavei o pau dele, puxava o prepúcio pra trás e lavava aquele cabeção. Depois de uns minutos, saímos do chuveiro e nos secamos com as toalhas, já eram quase 20h, a gente tinha que sair pra não perder os voos, cada um pro seu destino, enquanto nos vestíamos a gente aproveitava pra se beijar e se agarrar, meu sogro, todo cavalheiro, me vestiu, arrumou minhas meias, minha calcinha fio dental, e colocou meu vestido, virei de costas pra ele subir o zíper, e enquanto fazia isso beijava meu pescoço, Ezequiel subiu o zíper e me beijava de um jeito muito erótico, me fez lembrar do filho dele, Joel, que de manhã tinha subido o zíper do meu mini vestido, e agora era o pai dele, Ezequiel, depois meu sogro acariciou, chupou, beijou e mordeu a parte dos meus ombros e costas que o vestido não cobria. Ele falou, você vai ter que pedir um taxi pelo aplicativo, porque minha filha não demora pra chegar, claro, love, respondi, a gente se beijou e ele me devolveu meus anéis, obrigado, love, por essa foda divina, ele disse, tenho uns presentes pra você, me deu um anel de ouro, umas pulseiras de prata e um mini vestido vermelho. Obrigada, love, falei dando um beijo nele, descemos e continuamos nos beijando e nos agarrando, espiámos pra ver se não tinha ninguém na rua, me despedi com um beijo mordendo os lábios, e andei como a puta que sou por aquela rua, quando meu taxi chegou, fui pro aeroporto, e quando cheguei no México, meu marido me recebeu com flores, me perguntando como tinha sido a viagem Congresso de Querétaro - respondi com muito cinismo, muito gostoso, celebramos o dia da mulher como deve ser - enquanto meu corpo dolorido mal conseguia ficar de pé, por causa da grande foda que meu sogro me deu.
3 comentários - Transando com meu sogrão