Para começar esse relato (real), preciso dividir a história em duas partes.
A primeira parte é quando quem escreve tinha menos de 18 anos, e a segunda, quando tinha 22.
Pra não ficar muito longo, já vou começar:
Quando eu tinha uns dezesseis/dezessete anos, um parente muito próximo me propôs largar os fins de semana livres pra trabalhar como garçom no salão de festas dele.
A real é que nunca fui muito de sair pra balada, mas curtia umas festas de bairro ou bairros vizinhos. Só que na época o pagamento me atraía mais (300 pila por noite, 600 ou 900 por semana… e era uma fortuna, meu Deus, esse país vai pro caralho).
Foi lá que conheci pessoas importantes pra minha vida… aliás, corrigindo: foi lá que conheci mulheres importantes pra minha vida sexual.
Entre elas, destaco três:
**Patrícia**: Uma MILF raiz, amiga da família e vizinha de longa data. Quando eu tinha menos de 18, ela já tinha filhos de 25, 20 e duas filhas de 18 e 15. Ela me deixava apalpar ela como e quando eu quisesse. Uma história rápida: num evento em que precisávamos de gente, levei meu melhor amigo pra dar uma força. Ele ficou sem reação quando, na frente dele, comecei a beijar o pescoço dela e passar a mão nos peitos por cima da roupa. Ele simplesmente não acreditava. Ela se entregava ainda mais ao jogo, e eu me sentia o maioral.
**Daniela**: Ah, Daniela… Fomos um casal “””aberto””” “””swinger”””, por assim dizer. Com ninguém tive tanta química e tantas histórias. Depois de quase 10 anos, colocamos um ponto final na nossa relação, uma verdadeira pena. A gente se amava genuinamente, tanto é o amor que a gente tinha/tem que decidimos dar um tempo pra não nos machucar. Talvez eu compartilhe histórias com ela, mais do que sobre ela, mas antes preciso deixar a ferida cicatrizar. *Let it be*… Se ama, deixa ser; se quer, deixa voar.
**Soledad**: A protagonista da história de hoje (e possivelmente de histórias futuras… Não vou mentir, tô de licença médica e muito à toa. Já vi metade da Netflix e do Disney+, e tô de saco cheio de ver série de Merda, aqui estou eu.) Voltando… A Sole era/é casada com um cara meio conhecido na região, cantor de um grupo, tinha uma filha, mas nunca perdeu a forma que tinha.
A Sole foi minha primeira casada infiel, embora pra ser sincero, eu era um moleque que a gostosa comeu… anos depois seria o contrário.
São tantas as coisas que vivi com a Sole, que não sei por onde começar.
Como primeiros passos, diria que foram umas amassos. Um dia roubei (ela deixou roubar) um beijo com uma apalpada nos peitos e nunca mais paramos. Quando a gente tava na cozinha, nós três, com a Patrícia que dava maior apoio e às vezes zoava pra entrar junto (sim, zoava…), a Sole passava e apertava minha rola dando comentários pra amiga tipo “tá bem carregadinho o guri” e coisas assim.
Vocês vão dizer que sortudo… mas não. Essas noites só terminavam em punheta, eu tinha uns dezesseis, ambas casadas e adultas não iam se arriscar tanto.
Foi passando o tempo, muita conversa no Facebook onde ela me dizia o que queria que eu fizesse com ela, o que gostaria de fazer comigo etc.
Passaram os anos, entrei na faculdade, me mudei sozinho, troquei de emprego e, como era costume na época, troquei de número de celular várias vezes (não tinha essa de mudar de operadora mantendo o número) até que um dia chega uma notificação no Facebook… a Soledad tinha me encontrado, parece que na foto de um conhecido e se mandou.
Lembro bem daquela noite, começamos falando de histórias leves como dois amigos que se reencontram; depois de meia hora assim, falando direto no telefone, solto um “e você também era bem safada” e aí foi pro tudo ou nada… ainda bem.
Sole- Eu sabia, hein haha que guri atrevido que você é.
Eu- Atrevido sempre fui haha mas já não sou tão guri (mentira, era sim um guri. Que época boa).
Sole- Quer reviver os velhos tempos?
Eu- Sim, fiquei com muita vontade quando era moleque.
Sole- Lembro como você ficava duro e não sabe como eu me molhava. Como eu adorava provocar um menininho e ver ele daquele jeito.
Eu- Ainda é casada? (Pô, perguntei isso mesmo) alto pelotudo)
Sole- Sim, com o mesmo cuzão. Agora tá em turnê, comendo alguma mina doida com certeza.
Eu- e você não vai ficar pra trás, acho…
Sole- e não, eu tenho que me atualizar com você haha. Me conta o que cê tá fazendo
Eu- aqui deitado já, pensando em quando te ver…
aqui eu poupo só a punheta que acabei batendo enquanto ela me falava coisas no cel… então pulo pra parte onde finalmente fomos pro hotel.
ela morava numa casa nos fundos do terreno dos sogros. Não me interpretem mal, era casa de respeito, nada de barraco. Tinha que ser um dia de semana, tipo uma terça, não lembro direito. Saiu tarde, lembro que tinha que encontrar ela num cruzamento de duas avenidas conhecidas, umas 5 quadras de um hotel bom da área. Na casa ficou a menina dormindo, a sogra avisada que ela ia buscar uma farmácia de plantão pra ver… acho que mentiu, tipo que tava preocupada por estar grávida ou algo assim.
chegou no lugar de Uber, nos cumprimentamos com um abraço meio tímido e fomos andando. No caminho todo continuamos enganando o mundo, parecíamos amigos genuínos que não tinham outra intenção além de comprar algo, sei lá.
já paga a suíte, ela pede pra ir no banheiro se preparar. Ela realmente queria que fosse algo especial…
saiu do banho só de lingerie, me doeu um pouco quando fez um movimento leve com os braços tipo “desculpa por isso, meu corpo é assim”. Sei lá, o olhar refletia aquela careta de vergonha e medo de ser julgada. Na hora tratei de mostrar que pra mim era um sonho estar ali vivendo aquele momento. Aproveitei o 1,65 dela pra levantar e levar pra cama. Comecei a chupar os peitos, tinha aquele cheirinho de creme corporal que dava vontade de arrancar tudo e meter forte.
fui descendo com beijos e mordidinhas até chegar na pussy, afastei um pouco aquela calcinha já molhada e comecei a comer a buceta como um louco. Depois de um bom tempo Fazendo igual cachorro quando bebe água, entrei de sola e comecei a meter forte... bota uns 10 minutos. Tirei pra gozar na barriga dela. Queria me matar, mas era a foda que eu esperava há quase 5 anos, eu era um moleque ainda kkk.
O bom é que o sangue do time consegue manter duro em troca de um pouco de sensibilidade. Depois de ver a cara de decepção dela pelo round curto, fui pra ação. Comecei com carícias, chupadinhas e dedada de boa, devagar aumentando o ritmo... quando vi que ela tava começando a responder, enfiei o pau até o fundo e fui metendo sem parar. Como ela gemia, aquela gostosa, eu ficava mais excitado cada vez que ela falava algo sobre o marido. Me dava um tesão danado saber que eu tava comendo a mulher de alguém, pouco importava de quem, mas era casada.
Continuei assim até ela pedir pra parar, tinha uma surpresa pra mim.
Da bolsa tirou um óleo de bebê, se deitou na cama e com um jato direto no cu começou a massagear a bunda. Com o tom de voz mais puta que já vi, falou: "Já comeu uma bunda gostosa?"
Lembro que ela ficou de quatro, com a mão foi guiando meu pau até a entrada apertada e devagar foi enfiando. Foi fácil meia hora em que me senti no paraíso, arrebentar aquele cu é uma das melhores lembranças que tenho daquela época.
O tempo e a foda passaram, ela pediu um Uber do quarto... pegou umas coisas do frigobar pra simular compra num mercadinho quando chegasse em casa. Pagou o motel e me deixou na esquina de onde eu morava na época. Combinamos de criar um código pra conversar, embora o outro tava viajando a trabalho, um dia ia voltar e a gente tava só começando.
Foi assim que começou a onda com a Sole, que começou como professora e depois virou escrava do aluno. As brincadeiras mais... pesadas... como mandar fotos das tetas enquanto o marido tava atrás, de costas vendo TV... Mandar fotos ou áudios na hora que eu Eu podia, não importava o que ela estivesse fazendo… levar o marido até o local onde ela trabalhava pra eu passar a mão nela enquanto o outro experimentava roupa.
Foi uma época maravilhosa mesmo… com o tempo vou lembrando de mais histórias com ela.
Infelizmente perdi contato e não consigo encontrá-la no Face ou Instagram, mas quero muito fazer isso, nem que seja pra relembrar os velhos tempos e ver onde isso vai dar.
A primeira parte é quando quem escreve tinha menos de 18 anos, e a segunda, quando tinha 22.
Pra não ficar muito longo, já vou começar:
Quando eu tinha uns dezesseis/dezessete anos, um parente muito próximo me propôs largar os fins de semana livres pra trabalhar como garçom no salão de festas dele.
A real é que nunca fui muito de sair pra balada, mas curtia umas festas de bairro ou bairros vizinhos. Só que na época o pagamento me atraía mais (300 pila por noite, 600 ou 900 por semana… e era uma fortuna, meu Deus, esse país vai pro caralho).
Foi lá que conheci pessoas importantes pra minha vida… aliás, corrigindo: foi lá que conheci mulheres importantes pra minha vida sexual.
Entre elas, destaco três:
**Patrícia**: Uma MILF raiz, amiga da família e vizinha de longa data. Quando eu tinha menos de 18, ela já tinha filhos de 25, 20 e duas filhas de 18 e 15. Ela me deixava apalpar ela como e quando eu quisesse. Uma história rápida: num evento em que precisávamos de gente, levei meu melhor amigo pra dar uma força. Ele ficou sem reação quando, na frente dele, comecei a beijar o pescoço dela e passar a mão nos peitos por cima da roupa. Ele simplesmente não acreditava. Ela se entregava ainda mais ao jogo, e eu me sentia o maioral.
**Daniela**: Ah, Daniela… Fomos um casal “””aberto””” “””swinger”””, por assim dizer. Com ninguém tive tanta química e tantas histórias. Depois de quase 10 anos, colocamos um ponto final na nossa relação, uma verdadeira pena. A gente se amava genuinamente, tanto é o amor que a gente tinha/tem que decidimos dar um tempo pra não nos machucar. Talvez eu compartilhe histórias com ela, mais do que sobre ela, mas antes preciso deixar a ferida cicatrizar. *Let it be*… Se ama, deixa ser; se quer, deixa voar.
**Soledad**: A protagonista da história de hoje (e possivelmente de histórias futuras… Não vou mentir, tô de licença médica e muito à toa. Já vi metade da Netflix e do Disney+, e tô de saco cheio de ver série de Merda, aqui estou eu.) Voltando… A Sole era/é casada com um cara meio conhecido na região, cantor de um grupo, tinha uma filha, mas nunca perdeu a forma que tinha.
A Sole foi minha primeira casada infiel, embora pra ser sincero, eu era um moleque que a gostosa comeu… anos depois seria o contrário.
São tantas as coisas que vivi com a Sole, que não sei por onde começar.
Como primeiros passos, diria que foram umas amassos. Um dia roubei (ela deixou roubar) um beijo com uma apalpada nos peitos e nunca mais paramos. Quando a gente tava na cozinha, nós três, com a Patrícia que dava maior apoio e às vezes zoava pra entrar junto (sim, zoava…), a Sole passava e apertava minha rola dando comentários pra amiga tipo “tá bem carregadinho o guri” e coisas assim.
Vocês vão dizer que sortudo… mas não. Essas noites só terminavam em punheta, eu tinha uns dezesseis, ambas casadas e adultas não iam se arriscar tanto.
Foi passando o tempo, muita conversa no Facebook onde ela me dizia o que queria que eu fizesse com ela, o que gostaria de fazer comigo etc.
Passaram os anos, entrei na faculdade, me mudei sozinho, troquei de emprego e, como era costume na época, troquei de número de celular várias vezes (não tinha essa de mudar de operadora mantendo o número) até que um dia chega uma notificação no Facebook… a Soledad tinha me encontrado, parece que na foto de um conhecido e se mandou.
Lembro bem daquela noite, começamos falando de histórias leves como dois amigos que se reencontram; depois de meia hora assim, falando direto no telefone, solto um “e você também era bem safada” e aí foi pro tudo ou nada… ainda bem.
Sole- Eu sabia, hein haha que guri atrevido que você é.
Eu- Atrevido sempre fui haha mas já não sou tão guri (mentira, era sim um guri. Que época boa).
Sole- Quer reviver os velhos tempos?
Eu- Sim, fiquei com muita vontade quando era moleque.
Sole- Lembro como você ficava duro e não sabe como eu me molhava. Como eu adorava provocar um menininho e ver ele daquele jeito.
Eu- Ainda é casada? (Pô, perguntei isso mesmo) alto pelotudo)
Sole- Sim, com o mesmo cuzão. Agora tá em turnê, comendo alguma mina doida com certeza.
Eu- e você não vai ficar pra trás, acho…
Sole- e não, eu tenho que me atualizar com você haha. Me conta o que cê tá fazendo
Eu- aqui deitado já, pensando em quando te ver…
aqui eu poupo só a punheta que acabei batendo enquanto ela me falava coisas no cel… então pulo pra parte onde finalmente fomos pro hotel.
ela morava numa casa nos fundos do terreno dos sogros. Não me interpretem mal, era casa de respeito, nada de barraco. Tinha que ser um dia de semana, tipo uma terça, não lembro direito. Saiu tarde, lembro que tinha que encontrar ela num cruzamento de duas avenidas conhecidas, umas 5 quadras de um hotel bom da área. Na casa ficou a menina dormindo, a sogra avisada que ela ia buscar uma farmácia de plantão pra ver… acho que mentiu, tipo que tava preocupada por estar grávida ou algo assim.
chegou no lugar de Uber, nos cumprimentamos com um abraço meio tímido e fomos andando. No caminho todo continuamos enganando o mundo, parecíamos amigos genuínos que não tinham outra intenção além de comprar algo, sei lá.
já paga a suíte, ela pede pra ir no banheiro se preparar. Ela realmente queria que fosse algo especial…
saiu do banho só de lingerie, me doeu um pouco quando fez um movimento leve com os braços tipo “desculpa por isso, meu corpo é assim”. Sei lá, o olhar refletia aquela careta de vergonha e medo de ser julgada. Na hora tratei de mostrar que pra mim era um sonho estar ali vivendo aquele momento. Aproveitei o 1,65 dela pra levantar e levar pra cama. Comecei a chupar os peitos, tinha aquele cheirinho de creme corporal que dava vontade de arrancar tudo e meter forte.
fui descendo com beijos e mordidinhas até chegar na pussy, afastei um pouco aquela calcinha já molhada e comecei a comer a buceta como um louco. Depois de um bom tempo Fazendo igual cachorro quando bebe água, entrei de sola e comecei a meter forte... bota uns 10 minutos. Tirei pra gozar na barriga dela. Queria me matar, mas era a foda que eu esperava há quase 5 anos, eu era um moleque ainda kkk.
O bom é que o sangue do time consegue manter duro em troca de um pouco de sensibilidade. Depois de ver a cara de decepção dela pelo round curto, fui pra ação. Comecei com carícias, chupadinhas e dedada de boa, devagar aumentando o ritmo... quando vi que ela tava começando a responder, enfiei o pau até o fundo e fui metendo sem parar. Como ela gemia, aquela gostosa, eu ficava mais excitado cada vez que ela falava algo sobre o marido. Me dava um tesão danado saber que eu tava comendo a mulher de alguém, pouco importava de quem, mas era casada.
Continuei assim até ela pedir pra parar, tinha uma surpresa pra mim.
Da bolsa tirou um óleo de bebê, se deitou na cama e com um jato direto no cu começou a massagear a bunda. Com o tom de voz mais puta que já vi, falou: "Já comeu uma bunda gostosa?"
Lembro que ela ficou de quatro, com a mão foi guiando meu pau até a entrada apertada e devagar foi enfiando. Foi fácil meia hora em que me senti no paraíso, arrebentar aquele cu é uma das melhores lembranças que tenho daquela época.
O tempo e a foda passaram, ela pediu um Uber do quarto... pegou umas coisas do frigobar pra simular compra num mercadinho quando chegasse em casa. Pagou o motel e me deixou na esquina de onde eu morava na época. Combinamos de criar um código pra conversar, embora o outro tava viajando a trabalho, um dia ia voltar e a gente tava só começando.
Foi assim que começou a onda com a Sole, que começou como professora e depois virou escrava do aluno. As brincadeiras mais... pesadas... como mandar fotos das tetas enquanto o marido tava atrás, de costas vendo TV... Mandar fotos ou áudios na hora que eu Eu podia, não importava o que ela estivesse fazendo… levar o marido até o local onde ela trabalhava pra eu passar a mão nela enquanto o outro experimentava roupa.
Foi uma época maravilhosa mesmo… com o tempo vou lembrando de mais histórias com ela.
Infelizmente perdi contato e não consigo encontrá-la no Face ou Instagram, mas quero muito fazer isso, nem que seja pra relembrar os velhos tempos e ver onde isso vai dar.
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