Sodomizando minha amiga puta (Parte 3)

Sara tava de bruço na cama, amarrei ela com os braços pra trás enquanto esfregava meu pau entre as bundas dela, tava toda molhada e ela levantava a raba aumentando a fricção entre nós dois, comecei a apertar a bunda dela, abria e fechava tentando ver o interior da buceta dela, não aguentei a vontade de meter minha língua e fazer um oral nela, ela gemia e se contorcia de prazer, eu mexia minha língua lá dentro e chupava o clitóris dela, isso deixou ela louca...Sodomizando minha amiga puta (Parte 3)

- Mmm! ahhh! Continua assim, papai, tô adorando!Ela exclamava enquanto mexia as pernas e contraía os dedos dos pés.
Continuo estimulando o cu dela, bem apertadinho, rosado e pequenininho, passei minha língua devagar enquanto ela gemia como uma louca, com meus dedos seguia estimulando a buceta e o clitóris dela. Devagarinho fui enfiando minha língua no cu dela, quando fiz isso, ela gozou, teve um orgasmo intenso, não poder mexer os braços parecia deixá-la doida, se sentir dominada e sem controle nenhum, era toda uma submissa e putinha.- Uff, olha a bagunça que você fez, cê gosta mesmo disso, hein?disse enquanto massageava a bunda dela- Isso foi incrível, eu... preciso de uma pausa de verdade
- Vale, tá bom Sara, você vai ter seu descanso, vou lá na cozinha e te trago um pouco d'água.Continuamos depois de alguns minutos, dei um pouco de água pra ela, mas sem soltar os braços. Coloquei ela de bruços de novo e amarrei as pernas dela nas pontas da cama. Não me decidia se fazia o mesmo com os braços... mas tinha a noite toda pra experimentar. Montei nela e dei um tapa na bunda.- Ai! -
- Agora vem o evento principal, sua putinha, é melhor você estar pronta haha -
- O que... o que você pretende fazer comigo?
exclama enquanto vira o corpo e me olha— Vou te falar o que vou fazer: vou passar vaselina no meu pau e meter no teu cu.Eu disse a ela enquanto segurava firme minha pica. O olhar dela era de pânico e implorava por piedade, o coração acelerou e ela começou a tremer.- Não!, não por favor, qualquer coisa menos isso, não queroexclamou enquanto seus olhos lacrimejavam e tentou se soltar.- Quanto mais você resistir, pior vai ser.Sentei no colo dela, com acesso total à bunda dela, lubrifiquei meu pau enquanto a Sara olhava com o rosto meio apoiado na cama e começou a tremer e lacrimejar, passei um pouco de vaselina também no cu dela, com meus dedos fui acumulando mais e mais vaselina lá dentro, ela tava bem apertada mesmo, a Sara só conseguia gemer e morder os lençóis. Enfiei meu membro entre as nádegas dela e fiquei esfregando, passando pela buceta e pelo cu, essa fricção do corpo soltou muito calor nas partes dela, assim como no meu pau, a cabeça tava vermelíssima, prestes a estourar, inchou que nem um tomate.Sexo analColoquei a cabeça da minha rola na entrada da buceta dela e fui empurrando devagar, só enfiando a ponta e esfregando nos lábios dela. Comecei a esfregar na entrada do cu e fui empurrando bem devagar pra minha pica entrar. Sara chorava entre os lençóis, e quando, de tanto forçar, a cabeça entrou, minha glande tava totalmente dentro do cu dela. Sara tentava se afastar sem conseguir. Dei um tapa forte na bunda dela pra ela se acalmar, e um grito abafado ecoou por todo o quarto.- Por... por favor, para! Tira ela, por favor.Ela exclamava enquanto lagrimejava
Não respondi nada e me coloquei numa posição melhor para enfiar tudo nela, devagar fui introduzindo meu pau no reto dela, era um forno, e apertava pouco, mal conseguia me mexer, quando senti minha pélvis bater nas nádegas dela continuei empurrando com força, fiquei assim uns segundos e ela continuava gritando, as pernas dela começaram a tremer e a voz dela falhava, ela pedia para eu parar, ela chorava mas sei que no fundo estava gostando. Comecei a meter nela, as nádegas dela subiam com meu pau e depois caíam e eu voltava a penetrá-la, o som da bunda dela com minha pélvis, os gritos dela de prazer e dor, o apertado e quente do cu dela e me sentir como o dono dela que está castigando quase me fizeram gozar, tirei meu pau na hora para evitar a ejaculação...- Uff, quase me fez gozar, mas ainda falta te dar mais castigo, putinha -
- ...
- O que foi? Não vai falar nada?
- ...
- Não fica calada agora, há pouco não parava de gritar que nem uma cadela no cio -
Ela não respondia e eu fiquei meio assustado, chego perto do rosto dela e dou uns tapinhas. — Ei, acorda — ela tava desmaiada, peguei ela pelo cabelo e dei um tapa na bunda dela. Até que depois de uns segundos e mais uns tapas na bunda, ela finalmente abriu os olhos.- Ah! Minha bunda! Tá doendo minha bunda!- Exclamava com sinais de dor- Você me assustou kkk, bom, vamos continuar com a nossa parada -
- Nããão!, espera!, espera um pouco!, não quero mais, tá doendo demais, por favor, se quiser eu te chupo, mas não continua, deixa meu cu em paz! -
- Mmm, olha, com teu desmaio tu tinha me broxado, mas com o que tu acabou de falar me deixou mais duro do que nunca -
- Não, pelo amor de Deus, não!
exclamava enquanto chorava e babava igual uma putinha
- Você precisa relaxar pra não sentir dor, depois vai aproveitar cada enfiada que eu te der e sozinha vai vir sentar no meu pau, já vai ver Sarita, vou te transformar numa putinha completa -
- Nãão! Não quero mais!

Passei mais vaselina na minha glande e fui penetrando ela de novo, dessa vez fui mais bruto, enfiei de uma vez, metia com força, apertava as nádegas dela e a cintura, mas sentia falta dos peitos dela, então soltei os braços dela, me deitei por cima e enfiei minhas mãos por baixo, aproveitei pra abraçar ela e deixar ela completamente à disposição, parecia que faltava ar pra ela e de tanto gritar ela ficava sem fôlego. Eu continuava penetrando ela pelo cu, ia devagar, depois rápido, devagar, com força, mudava o ritmo, era uma delícia estar dentro dela e sentir como ela tremia com meu pau dentro, só pensava em continuar e continuar e ela não parava de gemer igual louca, começava a babar, virei ela pra dar um beijo e os olhos dela estavam virados, ela ia desmaiar de novo kkk. Depois de uns minutos, uns 10, de tantos gritos de prazer e choro, finalmente senti que ia gozar, meu pau começou a inchar mais e mais e começou a pulsar, ela também sentia porque fazia uns guinchos mais agudos, de repente quando já ia sair, meti com mais força e gozei dentro dela, meu abdômen ficou tenso e abracei ela com força, tinha que soltar tudo... fiquei uns segundos assim, até que finalmente relaxei e ela teve orgasmos, as pernas e o corpo inteiro tremiam como se tivesse espasmos, continuei dentro dela, ficamos assim uns minutos abraçados até eu tirar meu pau, saiu todo o sêmen do cu dela, era uma paisagem linda, o cu dela estava todo vermelho e arrombado, ela abria as nádegas como se quisesse ver o interior.Já... já me deixa.disse uma voz já apagada e ofegante- Tá bom, acho que a gente merece uma pausa.
- Você me pegou muito forte, cê é... cê é mau.
- Eu sou o mau? haha.
- Sim, eu falei pra você parar, você me comeu muito forte.
- Ainda não soltei meu sadismo todo em você, bebê.
- Mas você me pegou muito forte, minha buceta tá toda dolorida, arde.
- Calma, vou te levar pra tomar um banho, a gente vai tomar junto, tá?
Ela assentiu e esticou os braços pra eu ajudar ela a levantar, não conseguia andar, as pernas tremiam demais. Por sorte, o quarto tinha banheiro, então enchi a banheira com água morna, enquanto a gente entrava no chuveiro pra limpar os restos de fluidos. Depois, nós dois entramos na banheira. Prometi que era só por hoje, então fica tranquila, não vou te comer na banheira haha. Ela sentou na minha frente e eu abracei ela, tinha metido muito forte na minha putinha e ela merecia um pouco de carinho. Ficamos assim por uns minutos, mas por causa da temperatura da água, eu fiquei duro de novo.- Ei! Você disse que não ia mais!Ela se vira e me olha meio brava e corada ao mesmo tempo.- Sim, eu sei -olho nos olhos dela- E isso o quê?Ela me diz, meio sem graça, enquanto segura meu pau.- Só vou colocar entre suas nádegas, te prometo
- Mmm bom, tá bemEla se vira de novo, puxa o cabelo pra um lado e me deixa ver o pescoço dela.

Começo a beijar o pescoço e a orelha dela, enquanto passava a mão nos peitos, meu pau ficou entre as nádegas dela e comecei a esfregar, os dois ficamos muito quentes, ela dava uns gemidinhos e eu estimulava o clitóris dela debaixo d'água, ficamos assim quase meia hora, até que senti que ia gozar.

— Não aguento mais, tô quase gozando —
— Goza na minha boquinha, papai, me dá seu leitinho na boquinha —

Levantei e ela agarrou meu pau e começou a chupar, sugava minha cabeça bem gostoso e eu não aguentei, gozei na boca dela, joguei tudo dentro da garganta, ela tirou meu pau e abriu a boca, tinha todo o meu esperma ali, ia falar pra ela engolir, mas ela me surpreendeu e engoliu sozinha. Ela saboreava meu leite como se fosse iogurte.

— Hummm, que gostoso seu leitinho, papai, adoro —
— Haha, e não quer que eu te trate como uma putinha? —

Ela ficou vermelha e depois saiu da banheira, a gente terminou de se limpar tudo e foi pra outro quarto dormir, porque os lençóis estavam sujos com o esperma derramado. Ela vestiu só uma camiseta pra dormir, ficava grande e mal cobria a bunda dela. A gente deitou e se abraçou pra dormir, ela subiu em cima de mim e me deu um beijo, devagar fui tirando a camiseta e ela ficou nua em cima de mim, o peito dela no meu era uma sensação deliciosa, abracei ela e acariciei o cabelo enquanto falava coisas doces e safadas no ouvido, a gente dormiu pra no dia seguinte começar de novo, minha putinha merecia descansar e assim, aos poucos, levá-la ao gosto pela dor e pelo prazer.

Continua...

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