Con mi padrastro 2

Passou o tempo e a área da oficina que o Ramiro foi arrumando, como ele dizia, pra gente fugir do mundo, já parecia um apartamento. Ele até tinha roupa pra mim lá, pra eu ficar confortável, uma geladeira com as coisas que eu gostava de comer, etc. Ele se preocupava com tudo, e isso me lisonjeava. Em troca disso, eu aos poucos ia dando pequenos presentes pra ele, sem ele perceber: quando me sentava, quando fingia que dormia. Várias vezes eu vi ele se masturbando enquanto me olhava, e eu adorava aquilo, depois fingia que não sabia de nada. Quando foi meu aniversário, ele me deu vários presentes, entre eles vários baby dolls lindos. Eu fiquei vermelha e perguntei por que aquilo, e ele disse: "Você já é toda uma mulher, e eles vão ficar lindos em você". Eu falei: "Minha mãe me mata se eu usar isso pra dormir". Ele respondeu, sorrindo: "Bom, se você usar aqui, por mim ela não vai saber". E nós dois rimos. Ele perguntou se minha mãe ia fazer algo especial pra comer no meu aniversário, mas isso não ia rolar. Minha mãe, desde que meu pai foi embora, mudou muito. Então ele disse pra eu esperar que a gente ia comemorar, pegou o carro dele e foi embora. Enquanto isso, eu não resisti e experimentei os baby dolls que ele me deu, além de uns lindos sapatos vermelhos e maquiagem. No fim, um monte de coisas pra mostrar que eu já era uma mulher. Depois de quase uma hora, Ramiro voltou, com pizza, outras coisas e uma caixa térmica com cerveja. Quando abriu a porta, um gemido alto de prazer e incredulidade escapou da garganta dele. Lá estava eu, na frente dele, com um baby doll vermelho, os sapatos calçados e maquiada. Ele não conseguia acreditar. Eu, sorrindo, parada na frente dele, perguntei com voz de menina mimada: "O que você acha, papai?" Nunca tinha chamado ele de papai, mas brinquei com ele. Ele respondeu com a voz rouca e trêmula de tesão: "Maravilhosa, divina, você é uma deusa, é toda uma mulher." Eu sorri, andei na frente dele rebolando, girei várias vezes, depois me sentei e cruzei as pernas, e falei: "Vamos comer, vamos comemorar juntos." Assim, vestida de baby doll do jeito mais natural, a gente jantou ali, a sós. Meu padrasto, aquele que se masturbava me olhando enquanto eu deixava ele me ver e até preparava poses pra dar uma visão melhor, tava lá sozinho bebendo e de repente me disse que minha mãe com a atitude dela já tinha enchido o saco dele e que ele tinha ficado sozinho por minha causa e que vivia esperando nossos momentos juntos ali, escondidos do mundo. E já enquanto a gente bebia, ele disse que tinha que confessar uma coisa. Eu perguntei: "Que você se levantou várias vezes de noite, entrou no meu quarto e ficou me tocando por cima do lençol?" Ele, baixando o olhar, respondeu: "Isso e mais um pouco..." Mas quando eu questionei se era só isso, ele me olhou nos olhos, depois baixou a vista e disse: "Não só isso." Aí eu perguntei: "Tem mais?" "Tem", ele disse, "tem mais e não sei como você vai reagir." Pedi pra ele falar claro, sem esconder nada, e ele começou me contando uma coisa que eu já tinha esquecido: que há um tempo ele tinha saído de casa por duas semanas e eu nunca soube o motivo, pra mim era só mais uma das brigas que o gênio da minha mãe causava. Mas ele me disse que daquela vez ele tinha tomado a decisão definitiva de não voltar, porque minha mãe tinha posto ele pra fora. Só que ela foi até a oficina procurar ele e implorou pra ele não abandonar ela, que tava disposta a qualquer coisa, menos ficar sozinha, e que ele perdoasse a atitude dela. Depois ele me olhou nos olhos e foi aí que soltou: ela tinha dado permissão pra ele satisfazer a necessidade dele comigo. E que, sim, ele várias vezes tinha entrado escondido no meu quarto e ela percebeu que ele se masturbava várias vezes ao sair. Então ela teve a ideia de que, sem me machucar, ele podia se satisfazer comigo, mas que ela mesma, pra eu não acordar, me dava umas gotinhas de flor pra relaxar, e como eu já tinha o sono pesado, aquilo ajudava. E que nas primeiras vezes ele só ficou me acariciando por cima do lençol e começou a se masturbar ali mesmo, e foi por isso que as coisas se acalmaram por um tempo, sem discussões. Depois disso... Os dias, o contato aumentou, e foi aí que eu acordei várias vezes, porque ele não conseguia se conter e tentava tirar minha roupa. Por isso, aumentaram a dose do relaxante, e ele começou a tirar minha roupa, percorrendo meu corpo com as mãos e a boca. Mas depois era um problema me vestir, então foi ele, e não ela, quem começou a me comprar pijamas leves. Assim, por meses, ele pôde aproveitar, chupando meus peitos, que eram um pouco pequenos. E ele provou minha buceta com a língua e, sorrindo, olhou nos meus olhos e disse: "Você gostava disso, pois, meio dormindo, você gemia e se molhava". Eu fiquei vermelha, e, como eu costumava ver filmes pornô onde via como as gostosas curtiam o sexo oral, pensei: "Pena que não me lembro". Ele continuou me dando detalhes, dizendo que, às vezes, enfiava o dedo e eu gemia, me acomodando e abrindo mais as pernas, o que permitia que ele lambesse e dedasse ao mesmo tempo. E que meu corpo lhe dava muitos fluidos, que ele bebia com gosto.Con mi padrastro 2Eu olhei nos olhos dele e perguntei: "Me fala a verdade, você me comeu? Enfiou o teu pau em mim?" Aí ele me disse: "Não, não fiz isso. Fiquei várias vezes prestes a fazer, lutava pra me controlar e só me masturbava em cima da tua buceta e depois esfregava o meu gozo no teu corpo todo. Às vezes colocava nos teus lábios. Ah, como eu queria te enfiar, meter sem piedade e rasgar a tua buceta, e talvez tivesse feito, mas aí sua mãe ficou doente e você começou a trazer comida e te ter aqui, e como a nossa relação mudou, foi o que me fez parar, porque não quis mais te ter assim. Depois, quando você percebeu que eu tava olhando pro teu rabo e fingiu que continuava dormindo, eu soube que podia chegar o dia em que talvez eu fosse te curtir, mas por vontade própria, que você curtisse abertamente, e por isso é que não entrei mais no teu quarto, mesmo morrendo de vontade de tocar na tua pele, de provar a tua buceta, de chupar essas tetas gostosas que você tem. Mas esses gemidos que eu tive teus, que fossem sabendo que eu, o Ramiro, que te provoca." Depois ele disse, pegando na minha mão: "Qualquer coisa que aconteça, seja você não querer voltar ou o que você desejar e permitir que aconteça, não vai mudar o que eu sinto por você nem a gratidão desses meses por deixar que às vezes eu me masturbasse te olhando, mesmo morrendo de vontade de pular em cima de você e te possuir do meu jeito. Hoje, você ter se vestido assim pra mim me deixou louco de desejo, e só quero que você saiba que eu estou e vou estar só por você e pra você, mesmo que pra isso tenha que lidar com a sua mãe." Eu disse com a voz rouca: "Não sei por que, hoje sei que era excitação e desejo, não sei o que dizer." Aí ele me disse: "Não fala nada." E se ajoelhou na minha frente e começou a acariciar minhas pernas, e ergueu o olhar procurando minha reação, e minha resposta pra isso foi fechar os olhos sem dizer nada. Aí ele começou a beijar minhas pernas. Eu estava sentada no sofá e me recostei, permanecendo de olhos fechados, e não sei quanto tempo passou, só sei que de repente o Ramiro abriu minhas pernas e a boca dele subiu pra minha virilha, e de repente a língua dele roçava. Minha buceta deslizando suavemente sobre o tecido da tanga fio dental que eu tava usando no baby doll. Eu abri os olhos e olhei pra ele, meu padrasto, com a cara enfiada entre minhas pernas, ofegando de tesão, e ele disse: "É a coisa mais linda que já vi e a mais gostosa que já provei." Aquela sensação, a confissão dele, a cerveja, minha curiosidade e a reação que meu corpo tava tendo nublaram minha mente. Esqueci de tudo, abri mais as pernas e, sem pensar, falei: "Faz o que já fez, Ramiro." Ele gemeu, excitado e ansioso, e de um puxão só rasgou a fita fina que segurava a tanga. Sem mais, com as mãos, ele separou meus lábios da buceta já molhados, e a língua dele literalmente penetrou minha buceta. Eu soltei um gemido indescritível, quase um grunhido, e Pancho se afastou e disse: "Sempre soube que você gostava, mesmo dormindo, mas agora você vai saber o que o Ramiro vai te fazer gozar." E sem mais, começou a chupar meus lábios, lamber meu clitóris, enfiar a língua na minha buceta. Só parava um segundo pra murmurar: "Yummy! Deliciosa! Que buceta gostosa você tem! É minha, minhaaa!" Ele disse: "Eu preparei você pra esse momento." E voltou a lamber sem parar, com um movimento frenético de língua. Eu só gemia e gemia, e de repente algo explodiu dentro de mim, e um líquido quente saiu da minha buceta. Ramiro bebeu até a última gota. Eu tremia toda, e nem percebi quando ele se livrou da roupa.gostosaMas quando aquele orgasmo longo e intenso acabou e o Ramiro se afastou com o rosto todo molhado, ele tava pelado e eu pude ver o pau dele. A cabeça aparecia porque era ainda mais grossa que o resto do pau, totalmente dura e apontando pra minha buceta. Eu não falei nada, mas o Pancho, ao sentir a cabeça dele na entrada da minha buceta, olhou nos meus olhos e disse: "Se quiser que eu pare, fala agora, porque depois não vou conseguir mais me segurar e não tem volta." Eu levantei meu quadril na direção dele, mostrando que podia continuar, e então ele me beijou na boca pela primeira vez, pelo menos conscientemente, e eu correspondi. O pau dele começou a entrar, me rasgando. Eu gemi de dor, mas nem pedi pra parar. E o Ramiro empurrava sem parar, abrindo caminho na minha buceta apertada, me desvirginando. Finalmente, com um último empurrão que senti cruel e impiedoso, o resto do pau dele entrou, enchendo meu buraco completamente. Me senti paralisada, totalmente invadida. Então, enlouquecido, o Ramiro começou a gritar: "Assim que eu queria te ter, ahhh, finalmente você é minha, é minha! Eu podia ter te comido do meu jeito antes, mas queria ter você assim, se entregando pro Ramiro, se entregando pro seu padrasto. Não me enganei com você, sabia que esse momento ia chegar.Negro
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amanteDepois, afastando o peito dela pra trás, me pediu pra olhar pra baixo e disse, mostrando como as nossas ancas estavam completamente unidas e, claro, os nossos sexos ainda mais juntos: "Olhaaaaa, olha como eu te tenho, olha como você tá enfiada na pica do seu padrasto, mmmm que gostoso e excitante. Agora sim posso dizer que você é minha enteada-amante." E começou a se mover devagar, tirando um pouco a pica, mas não totalmente. Depois de um tempo se movendo devagar, minha buceta começou a se acostumar e já deslizava mais fácil, e então ele começou a se mover mais e mais rápido, mais e mais, e logo a dor diminuiu e, sem mais, ele me teve ali à disposição dele, me entregando e gemendo, aproveitando, e isso me transformava no que ele disse: a amante do meu padrasto.padrastro
enteadaSegui por momentos que pareciam intermináveis, o tempo parecia ter parado, nada importava, só a gente. Nossos corpos e nossos gemidos, porque logo comecei a gemer e gemer, e meu corpo tremia com as investidas que o Pancho me dava. De repente, algo explodiu dentro de mim de novo, e quando ele percebeu, bombou sem parar minha buceta com o pau dele, e naquele momento começou a grunhir como um animal selvagem, e senti algo quente inundando minha buceta. Sem pensar em nada, ele encheu minha buceta, me dando até a última gota do leite dele, e ficou assim com o pau enfiado em mim por vários minutos até que o pau dele saiu sozinho, mas com isso garantiu que o leite dele ficasse dentro de mim, sem se importar com nada.

Depois de gozar dentro da minha buceta, ele tirou o pau de lá e foi pegar papel, limpou o pau e me disse: "Mamãe, pode deixar o semen assim mesmo?" E eu respondi: "O que você quiser, amor." Ele se desculpou comigo porque nossa primeira vez entre a gente foi muito curta, disse: "Tava com muita vontade de você e não aguentei." E eu respondi: "Não se preocupa, gostoso, você me fez gozar duas vezes e eu senti muito gostoso!"

Depois, passamos o resto da tarde entre beijos e carícias, bebendo cerveja, o que me desinibiu mais, e acho que naquele momento esqueci com quem estava, esqueci que ele era o marido da minha mãe e aproveitei a companhia dele. E tenho que confessar que a gente fez isso várias vezes mais, até ficarmos exaustos um nos braços do outro, dormimos até anoitecer. Minha buceta estava cheia do leite dele das outras vezes que a gente fez, tínhamos experimentado várias posições, ele tinha arrombado minha buceta com o pau grande, grosso e preto dele.

Quando acordei assustada por causa da escuridão, perguntei: "E agora, o que a gente vai fazer? Minha mãe deve estar furiosa porque você não chegou, já que ela não imagina que eu estou aqui com você." E ele disse que não importava, e que com certeza ela imaginava que a gente estaria junto, porque ela sabe que às vezes você fica aqui depois de trazer a comida, e não como você diz que vai com suas amigas. A gente se vestiu, eu arrumei minha roupa, mas Sem limpar o esperma que ele tinha deixado dentro de mim, só vesti minha calcinha fio-dental e minha calça, e fomos pra casa juntos no carro dele. Falei pra ele me deixar um pouco antes pra não chegarmos juntos, mas ele não deixou e disse: "Eu resolvo". E foi assim. Quando ela nos viu chegando juntos, reclamou, e ele encarou ela na minha frente e falou: "Agradece que a gente chegou, ou quer que a gente volte? Se quiser, a gente dorme lá." Aí ela entendeu que a gente já era o que ela tinha permitido... éramos amantes!!! Ela se calou e foi pro quarto dela, enquanto Ramiro me acompanhou até o meu, me deu um beijo na boca e disse: "Por enquanto, descansa. A gente vê como tudo se ajeita, mas não esquece que, se eu tô aqui, é por você e pra você. Agora mais do que nunca!!!" No dia seguinte, a gente tomou café da manhã junto: minha mãe, o marido dela que já era meu amante, e eu. Silêncio total. Quando terminou e Ramiro se levantou, ele perguntou pra ela: "Tudo bem? Ou vamos começar com as mudanças?" Ela baixou o olhar e disse: "Tudo continua igual." Ramiro sorriu e falou: "Igual não pode ser, pode crer. Eu vou continuar aqui, e ela também. Não quero cara feia nem maltrato. Lembra que foi você quem me ofereceu essa solução." Aí eu soube que era verdade o que ele tinha me dito... E olhando pra ela, ele disse: "Hoje à noite a gente não vem dormir, ou você quer que eu passe a noite no quarto dela?" Ela calou. "Tá preparada?", ele perguntou. Ela respondeu: "Faz o que quiser. Só seja discreto." Não preciso nem dizer que houve mudanças, porque quando descobri que ela, minha própria mãe, sabia que o marido dela tava com a filha dela, só pra não ficar sozinha e sem sustento, ela permitiu aquilo. Sabia que, se não fosse comigo, seria com outra mulher — porque Ramiro ia buscar o que ela negava pra ele. Aos 40 anos, ele ainda era potente e vigoroso sexualmente. Com outra, ele acabaria largando ela. E se fosse comigo, ela garantia que ele continuasse em casa. Tudo por causa da enteada-amante. Passaram-se vários dias. Pelo menos duas vezes por semana, Ramiro e eu dormíamos na área dele. Oficina que virou apartamento. Cada vez que estávamos juntos era uma experiência nova. Ele me ensinou a acariciar ele, a chupar o pau dele, a montar nele e me satisfazer sozinha, a reconhecer cada sensação do meu corpo. Ele me despertou para a luxúria, porque meu corpo e minha mente já esperavam ansiosos pelo próximo encontro com meu padrasto. Ele estava feliz e orgulhoso de me ter, me satisfazia em tudo e, claro, eu a ele.

Em casa, as coisas pareciam normais. Minha mãe não brigava, ficava tranquila com seu mau humor de sempre com as coisas do dia a dia da casa e do trabalho, mas a relação entre a gente era cordial, até mais do que antes, porque carinhosa ela já não era desde que meu pai foi embora. Ela mesma cuidava de me aplicar injeção pra evitar gravidez, porque claro que o Ramiro gostava de encher minha buceta de porra. Uma vez até tive um atraso, e ele ficou feliz, dizendo que seria a cereja do bolo, e até fazia planos de que, se um dia eu engravidasse, a gente podia ir pra longe, pra um lugar onde ninguém nos conhecesse. Mas eu não queria isso, porque mudaria tudo. Parte da graça de estar com ele era que era algo proibido e escondido. Mas o Ramiro adorava me encher de porra, porque esperava que eu ficasse prenha dele. Durante todo o tempo em que fui a mulher do meu padrasto, não transei com outro homem.

Numa comemoração por um reconhecimento que tive na escola, o Ramiro me preparou uma surpresa. Quando cheguei, vestida e maquiada, claro, perfumada — tudo quem comprava era o Ramiro —, pra essa ocasião ele me comprou um vestido preto curto, lingerie preta que era um sutiã de meia taça, que meus peitos quase transbordavam, uma calcinha fio dental, meia e liga, e um salto stiletto preto de verniz bem alto. Meu cabelo, a pedido do Ramiro, deixei crescer e batia na bunda. Quando entrei na área da cozinha, tinha uma mesa arrumada com velas aromáticas e taças. Ele tinha contratado alguém pra preparar o jantar e arrumar tudo antes de eu chegar, tipo um... Claro, íamos ficar a noite toda. Cheguei às 9 da noite de táxi, tudo estava perfeito: lasanha, vinho, uma tigela de frutas com kiwi, morangos e frutas vermelhas, tudo delicioso. Jantamos com música e à luz de velas, bebemos duas garrafas de um bom vinho tinto, e aí eu já estava me sentindo eufórica e gostosa, e ele não parava de me elogiar, dizendo como eu era linda e como ele era sortudo por ter sabido aproveitar o pagamento que minha mãe ofereceu para ele ficar e ser só o provedor da casa e a fachada de que ela tinha um homem, e às vezes ele também comia ela. Ele disse: "Você é a mulher mais linda que já tive em toda a minha vida, a mais jovem e gostosa, e é a melhor amante que eu poderia conseguir. Este ano foi o melhor da minha vida. Você é uma grande aluna na cama, é ardente, fogosa, complacente, cheia de luxúria. Agora, no seu sucesso, quero te mostrar um novo capítulo da nossa relação." Dito isso, ele me pegou pela mão, me colocou de frente para ele, vendou meus olhos e disse: "Tenho uma surpresa para você e um sonho para mim." Ele me guiou até o quarto, me levou ao centro e disse: "Espera aqui, eu preparo tudo. Não faça nada até eu mandar." De repente, uma música suave, mas rítmica, meio sensual, começou a tocar. Aí ele disse: "Agora pode tirar a venda." E, atônita, vi Ramiro sentado numa poltrona. Eu estava no meio do quarto, com uma luz fraca mal iluminando, e eu estava parada ao lado de um tubo que ia do teto ao chão. Tinha também uma poltrona tântrica de lado. Perguntei: "O que é isso?" E ele disse: "Já te tive como amante e você é a melhor. A partir de agora, além de ser minha enteada-amante, você será minha puta e minha mulher. Deixa eu te transformar na minha puta de luxo." Aí ele disse: "Olha pra você." E eu não tinha notado que ele tinha colocado espelhos em todos os ângulos do quarto. Eu perguntei, envergonhada: "Mas o que eu faço?" Ele sorriu e disse: "Só segue o ritmo da música. Sente ela, se deixa levar. Faz o que você quiser. Você é sensual por natureza, então sei que o que fizer vai ser sexy." E eu... vai dar prazer, pensa nisso em dar prazer pro Ramiro. Coloquei uma mão no tubo e comecei a seguir o ritmo da música, me mexendo devagar, meio tímida e insegura, mas ouvir o Ramiro me dizer: "mmmm, assim que é gostoso, mexe essa raba que é minha, assim mamacita, assim gostosa, aproveita o tubo que é pra você", me deixou excitada e aos poucos fui me sentindo mais segura, e logo já estava esfregando minha bunda no tubo enquanto me abaixava até quase tocar o chão, e o Ramiro vibrava a cada movimento novo. Depois, sem ele pedir, tirei o sutiã e deixei meus peitos livres, que balançavam no ritmo da música, o que deixou o Ramiro muito satisfeito, e ele começou a dizer: "assim, putinha, continua que você faz gostoso, me dá mais, sua putinha, vai, dá prazer pro seu macho". Eu, mais ousada, me animava com o que ele dizia; era realmente excitante a linguagem que ele tava usando, me fez entrar no papel que eu tava interpretando, ou pelo menos naquele momento eu achava que era um jogo, um jogo ousado. E com movimentos sensuais, desamarrei os cordões que seguravam a minúscula tanga fio dental dos lados do meu quadril e, ao tirar, joguei ela pro Pancho, que ao pegar levou ao nariz e depois à boca, fazendo movimentos lascivos e obscenos com a língua nela. Depois de três músicas, já me mexia de forma ousada e erótica. Aí caminhei até o Ramiro, fiquei bem perto dele e, balançando minha bunda perto do rosto dele, pedi pra ele me dar uns tapas na bunda. Ele bateu a mão na minha bunda uma vez e outra, enquanto me xingava: "sua putinha, agora você se soltou, agora tenho certeza que vai ser uma grande puta, vou te transformar na melhor puta que um homem já gozou, e esse homem serei eu!!!" Em vez de me ofender ou me sentir desconfortável com as palavras dele, fiquei ainda mais excitada e subi no sofá em cima dele, e ali mexi meu corpo não de forma sensual, mas erótica, e perguntei: "é isso que você quer? Hã? Era assim que você sonhava em me ver?" Ele, com a voz quase inaudível, disse: "isso supera qualquer sonho que eu já tive". E eu... Abri mais minhas pernas e comecei a quase enfiar minha buceta na cara dele. Quando ele esticava o pescoço, colocando a língua pra fora tentando me lamber, eu me afastava pra trás, e o Ramiro gemia frustrado, me dizendo: "Me dá essa buceta, coloca essa xereca gostosa e suculenta na minha boca." Eu sorrindo e olhando nos olhos dele, perguntei: "E o que eu ganho em troca? Quer uma puta? As vadias custam caro, e essa daí que você tem na sua frente agora...". Aí ele respondeu: "O que você quiser, te dou o que você quiser, mas não me tortura mais. Vai, sua puta, vai ter um bom pagamento, eu prometo." Quando ouvi isso, dobrei meus joelhos, aproximei minha buceta da boca dele e abri minhas pernas, ali em pé em cima do sofá onde ele tava sentado. Então o Ramiro se agarrou na minha xereca, chupando ela de um jeito frenético, enlouquecido de tesão, e gemia que mais parecia o grunhido de um bicho no cio.Vestido preto
ColocaDepois de um tempo, ele me mandou levantar, me levou até onde estava o sofá tântrico e me fez ficar perto da parte mais alta. De repente, me puxou, me jogou em cima dele e me empurrou um pouco, de um jeito que minha cabeça ficou virada pro sofá, meus pés no ar e minha bunda completamente apoiada no sofá, toda exposta pro Ramiro, que disse: "que rabão gostoso você tem, como eu queria ter isso na minha frente, já tive mas segurei minha vontade de aproveitar, mas hoje, como uma puta, não tem limites". E dito isso, começou a beijar minhas nádegas e lamber elas de cima a baixo por um bom tempo, enquanto as mãos dele desciam pelas minhas costas. De repente, as mãos dele abriram minha bunda e, sem mais, a língua dele percorreu meu buraco, passando pelo meu cuzinho. Eu gemi, não esperava por aquilo, e ele disse: "sim, puta, ele também sente, né?" Eu não respondi nada, e Ramiro, sem hesitar, foi pro meu ânus e começou a brincar com a língua lá. Eu gemia sem conseguir evitar, e logo Ramiro literalmente bicava meu cuzinho com a língua. Meu corpo começou a tremer, quase se sacudindo, e ele, percebendo isso, mais e mais lambia meu buraquinho. Em pouco tempo, a língua dele estava fodendo meu ânus, e eu só me entreguei àquela sensação.Con mi padrastro 2
gostosaContinua...

2 comentários - Con mi padrastro 2

Nadie usa mejor la lengua que los 40tones, me fascinan🔥