Tudo começou há 6 anos. Meu nome é Dan, e quando eu tinha 18 anos, minha vida mudou completamente. Moro numa cidadezinha do interior da Espanha. Apesar de termos 6.000 habitantes, todo mundo se conhece, então, nessa história, vou trocar os nomes pra proteger a privacidade da minha família. Minha família é composta pelo meu pai, Andy; minha mãe, Vale; minha irmã, Sara; e eu. Meu pai é um homem bruto, firme e sério. Além disso, há uns anos, ele começou a beber demais e se transformou num ser desprezível que falta com o respeito com todo mundo, sem exceção, mas principalmente com a minha mãe.
Valéria é uma morena de olhos claros, cabelo grosso, uns peitões generosos e uma bunda grande, mas bem durinha. Desde que os problemas com o alcoolismo do meu pai começaram, ela foi se apagando, se vestia como uma velha e sorria cada vez menos.
Como eu disse, tudo mudou há 6 anos. Uma noite, a Guarda Civil ligou pra casa. Queriam que minha mãe soubesse que o marido dela tinha sido preso por causa de uma briga no puteiro da região. Valéria, pasma e preocupada, foi até o quartel pra ver o marido: com o rosto roxo, a camisa rasgada e a pouca dignidade que ainda tinha, afogada num mar de vômito e sexo por dinheiro. Pelo visto, o espertalhão tinha pedido um programa com uma travesti, mas, como achou que não tinha metido fundo o suficiente nem pelo tempo certo, resolveu não pagar a conta. Nem preciso dizer que o "namorado" da profissional, ex-mineiro e ex-boxeador amador, mostrou pro marido da minha mãe como ele estava enganado.
A vida em casa mudou depois daquela noite. Minha mãe tava furiosa, se sentindo corna, e ainda por cima com um pau no meio. Minha irmã, cheia de vergonha, foi morar com o namorado em Madri, não só botando distância, mas cortando todo contato tanto comigo quanto com meus pais. Eu, por minha vez, não sabia o que sentir.
Assim, as coisas foram se deteriorando progressiva e rapidamente. vivendo minha vida completamente independente dos meus pais. Eu sabia que minha mãe estava furiosa; que queria se vingar pela vergonha e humilhação que tinha sofrido, porque numa cidade como a nossa, ela tinha passado de uma mulher normal a ser o motivo de chacota de toda a região.
Uma madrugada, quando voltei de uma noite de festa, encontrei a Valéria completamente bêbada, chorando no sofá. Ela estava de camisola, uma preta bem sexy que tinha comprado quando o sexo ainda era frequente entre meus pais. A garrafa de rum estava a um copo de acabar e uma quantidade enorme de lenços cobria a mesinha da sala.
Fiquei furioso com meu pai.
— Mãe, você tá bem? Tá bêbada?
— Ah! Oi, querido… desculpa. Sim, tô bêbada, mas dolorida o suficiente pra perceber. E saber que isso não é bom pra mim.
— Cê tá me assustando… precisa de alguma coisa?
— Se eu preciso? — ela explodiu num grito cheio de lágrimas — Se eu preciso? Sim! Preciso recuperar 15 anos, preciso me vingar, mas… mas acima de tudo, preciso de um homem. Sabe quanto tempo o filho da puta do seu pai ficou sem me tocar? Três anos… três anos em que só fiquei me tocando, pra não dar uns chifres no bundão do Andrés… valente corno!
Eu soltei uma risada; não consegui evitar.
— Tá achando graça que sua mãe não lembra o que é uma boa rola, seu idiota? — ela me repreendeu.
— Não, mãe… desculpa… não tava rindo disso. Era de como você chamou seu ex-marido… porque agora é isso que ele é, né?
Ela ficou em silêncio… e caiu na risada. Fazia meses que eu não ouvia ela rir, e muito menos assim.
— Bundão? hahahahaha… é isso que aquele corno é… hahahahaha. Anda, vem sentar aqui com a corna da sua mãe. Você é a única coisa que vale a pena na minha vida.
Tenho que admitir, naquele momento algo passou pela minha cabeça. Minha mãe deixou de ser mãe, a mulher que me criou, com a certeza de que mais cedo ou mais tarde eu iria embora com outra mulher; que tinha se desdobrado e se sacrificado pra cuidar de mim… e se tornou a Valéria, uma Mulher madura, sexy, inteligente, divertida e cheia de vida; que tinha cometido o erro de desperdiçar uns anos preciosos com um homem que não era homem de verdade. Reparei nos peitos dela, que se marcavam insinuantes por baixo do tecido da camisola, e senti meu pau endurecer. A ideia de ouvir seus suspiros de prazer, e de como ela sussurrava meu nome do jeito que as mulheres que curtem um homem sussurram, se instalou no fundo da minha cabeça. Fui até o minibar, peguei a segunda garrafa de rum e um monte de cocas, e me preparei pra curtir a conversa com aquela mulher. Sendo sincero, e embora a ideia de levar os bicos dos peitos dela à minha boca não tenha sumido nem por um momento, tenho que admitir que curti o papo. Valéria era uma mulher com uma cultura enorme, um ótimo senso de humor, e que, quando bebia, não conseguia segurar a língua. O álcool foi fazendo efeito. — Me diz, Dani… Você tem namorada? — perguntou. — Não, não… não tem ninguém… — confessei. — Não mente… quer me fazer acreditar que um homem, porque já é homem mesmo, como você, gostoso, inteligente e simpático; passa as noites igual a mim, se matando na punheta? — fiquei meio surpreso… ainda não tava acostumado com a franqueza bêbada dela. — Se eu tenho foda-amigas? Sim, sim… tem uma mina que eu vejo de vez em quando… nada sério. Pra foder, mas não é com quem vou passar o resto dos meus dias. — confessei. — Não fala merda, moleque… claro que não, na sua idade, ninguém é… e na minha… ninguém deveria ser. — declarou. — Na sua? O que quer dizer? — Ué, que sou uma velha… que não atrai ninguém… Cê acha que algum homem me olharia, se não for pra uma trepada? Ou pior… por solidão e necessidade de alguém que limpe e passe minhas roupas? — Não fala besteira: você tá maravilhosa, com um corpo bonito, uns olhos lindos… — Cala a boca… vou ficar vermelha… kkkkk. — Tô falando sério… vou ser sincero e um pouco grosso… você tá pronta pra dar o que é seu… vamos… pra ser fodida com gosto. — Uai, garoto… que vulgar, hehehehehe… continua, vai… que você tá me animando. O que cê acha que é a melhor parte de —¿A mim? ... —Sinceramente?... Tua bunda: redondinha, bem durinha e empinada...
—Minha bunda? Mas se é enorme!
—Eu gosto muito dela...
Então, como se nada fosse, ela se levantou, virou-se e ergueu levemente a camisola, deixando visível só a metade das nádegas.
—Vai, mentiroso... é horrível. Se você realmente gostasse, daria uma mordidinha nela.
Minha temperatura subiu na hora. Suava, entre envergonhado, excitado e confuso.
—Viu?... Nem quer me tocar.
Pulei como se fosse impulsionado por uma mola, agarrei minha mãe pela cintura e enchi minha boca com as nádegas dela.
—AAAHHHH!!!!! LOUCO!!!!! HAHAHAHAHAHAHA... VOCÊ VAI ME JOGAR NO CHÃO, SEU BRUTO!!!!!!!
—ESPERA... — ela se virou e disse — se quiser morder de novo, tem que dar um beijo na sua mãe.
Levantei e beijei ela bem suave nos lábios, um beijo lascivo e cheio de declarações.
—Espera, vou me ajeitar pra você não me derrubar no chão, sua besta. — Em seguida, ela se ajoelhou no sofá e ficou de quatro. Me olhou com um meio sorriso e disse: — Vai em frente, Dani... mostra pra sua mamãe que ela tem uma bunda desejável por um verdadeiro macho.
Não hesitei; me ajoelhei no sofá atrás dela e comecei a apalpar, lamber e mordiscar aquela bunda enorme e doce.
Valéria levantava a cara pro céu, suspirando como uma gata no cio. Eu acariciava as coxas e a bunda dela, com suavidade mas firmeza. Até que, envalentonado, comecei a puxar a calcinha preta que ela usava.
Ao notar, ela mexeu a bunda, como se tentasse dificultar... o que me enfureceu, e, sem conseguir evitar, dei um tapa na bunda dela, dizendo: — O que cê tá fazendo? Agora vai se fazer de difícil?
Não sei o que me deu pra falar assim com minha mãe, e, esperando que ela ficasse brava, pra minha surpresa, ela me olhou sorrindo e disse:
— Desculpa, papai... vou ser boazinha...
Foi o tiro de largada. Arranquei a calcinha dela e afundei minha língua na bunda dela.
— AAAAHHHHH!!!!! QUE GOSTOSOOOO!!!!! Continua, nunca fizeram isso comigo... mas eu AMOOOO!!!!!!!
Eu estava mais surpreso que ela, mas não conseguia me controlar. Algo... Selvagem e visceral tinha despertado em mim. Levei meus dedos até a buceta dela, e senti todo o mel que minha mamãe estava deixando escorrer. Ela não mentia quando dizia que estava há três anos sem pica. Enquanto comia o cu dela, acariciava o clitóris encharcado.
— AI, MEU DEUS! QUE PRAZER ENORME!!! TÔ GOZANDO QUE NEM UMA PUTAAAAA!!!
— ISSO, VAGABUNDA, GOZA!!! TÁ COMENDO O CU DELA O TEU FILHO! E VAI GOZAR DENTRO DA SUA BUceta E DA SUA BOCA!!! VOU TE ENCHER DE PORRA, PORQUE TEU MARIDO É UM CORNO E UM VIADINHO! NÃO É? FALA!!!
— SIIIIM, MEU MARIDO É UM VIADINHO E UM CORNO!!! QUERO QUE ME FODA SEM PARAR, PELO CU, PELA BOCA E PELA BUceta!!!! SOU TUA ESCRAVA, SUA RAPOSA!!! FAÇO TUDO QUE VOCÊ QUISER, SÓ NÃO PAAAAAARA!!! AAAAAHHHGGG!!!!
— Isso, vagabunda… quer que eu te foda?... me pede, feito a puta que você é.
Ela se virou e, me olhando nos olhos, de quatro, começou a soltar meu pau; que nessa hora já tava quase estourando a calça jeans.
— Por favor, papai… me fode bem gostoso, sua putinha precisa ser comida… uhy!!! o papai tá com ele roxinho; vai ficar dodói. Vou ver se consigo que ele não adoeça.
— E dizendo isso, enfiou ele na boca, até minhas bolas encostarem no queixo dela.
— Sssssrrrruuppp, mSssrrruuppp, mmmmmmm, sssrrruoop.
As chupadas dela eram barulhentas, e a saliva escorria no sofá. Eu não conseguia tirar os olhos do espetáculo que era meu pau sumindo dentro da boca da minha puta.
— Continua, sim… você manda muito bem. É assim que você chupa o pau da puta do seu marido?
— Faz anos que aquele viadinho nem me toca… mas como você vê, eu mando muito bem, não mando?
— Manda, sim; e dá pra ver que faz tempo que você não chupa um pau bom, vagabunda. Vou deixar você bem cheia de pica… amanhã você não vai querer outra coisa, sua putinha.
Sentei ela no sofá e levantei os joelhos dela o máximo que pude. Enfiei o nariz na calcinha dela, pra sentir bem o cheiro da buceta escorrendo, e senti meu nariz ficar molhado. Não aguentei, e rasguei o pano que cobria a gostosura que eu tanto queria e que ia comer sem parar. Quase ao mesmo tempo, minha mãe puxou minha cueca pra baixo e, me olhando com desejo, puxou meu pau que já tava escorrendo de tesão. — Quero que não deixe nem um puto centímetro do teu pau fora de mim, tá claro?... sua mãe quer que você parta ela no meio como uma puta safada... — Tá bom... vou ser um menino bonzinho com a minha mãe. Tenho que deixar toda a minha porra dentro; e você quer em algum lugar específico? — Bom, pra ser sincero... a primeira, quero na buceta... o resto, a gente vê. — E se eu te engravidar? O que vai acontecer? — Não se assusta. Tô há anos tomando anticoncepcional; por causa da regra, não por outro motivo. Olhei nos olhos dela e beijei seus lábios devagar... e quando ela tava toda perdida no momento romântico, enfiei meu pau duríssimo na sua rachadura molhada. Afundou como uma faca em brasa na manteiga. Dava pra ouvir o chafurdar do meu rabo violentando a buceta que me deu a vida, e só a ideia já fazia meu corpo inteiro doer; mas era impossível parar as minhas estocadas. — AAAAHHH, AAAAHHH... SIM, SIM... QUE PAU VOCÊ TEM, PORCO!!! COMO VOCÊ FOLLA A SUA MÃE!!! VAI, FALA... O QUE CÊ TÁ FAZENDO? — TÔ ROMPENDO A BUCETA DA MÃE!!! — SIM, SÊ UM MENINO BONZINHO... PARTE A MÃE NO MEIO; E ELA VAI TE RECOMPENSAR!! Minhas estocadas empurravam o sofá pra trás, mas nem Valéria nem eu parávamos de agir como dois animais no cio. Porque era isso que a gente era, duas bestas sedentas por sexo selvagem. — DEUS, MÃE... QUE BUCETA!!! QUERO FOLLAR VOCÊ TODO DIA!! — eu gritava — SIM, SIM... VOCÊ VAI FAZER ISSO. VOCÊ E EU VAMOS PASSAR HORAS E HORAS TRANZANDO. CÊ GOSTA DE CORNAR SEU PAI??? QUER QUE ESSA NOITE ELE DURMA CHEIRANDO A PORRA DO FILHO, ESCORRENDO DA BUCTEA DA MULHER DELE?? — SIM... QUERO QUE ESSE IDIOTA USE UNS CHIFRES ENORMES, E BOTAR ELES BEM BEM PERTINHO!!!! — HAHAHAH... VOCÊ É UM PORCO; MAS EU ADORO. Tá bom... se você me deixar cheia de porra nessa foda, te prometo que a próxima vai ser muito mais excitante. Mas você tem que me deixar bem cheinha. Não ouvi surdo. Acelerei o ritmo das minhas metidas, e a mãe encharcou as almofadas e o Tapete. Ela não se importava que o cheiro do nosso incesto tomasse conta da casa; na verdade, acho que a ideia de o corno do papai nos pegar a excitava ainda mais. Percebi que ela estava prestes a gozar, e naquele momento mamãe começou a ofegar descontroladamente. — Tô gozando, tô gozando — sussurrou — Me enche… me dá teu veneno… quero sentir a porra quente do meu filho na minha racha de puta. Naquela hora meu pau estourou, soltando jorros enormes de esperma, que encheram a buceta da minha mãe e caíram no sofá de tanto que saía. Acho que nunca mais gozei igual; exceto nas gozadas com a mamãe, claro. Caí de joelhos no chão, enquanto minha mãe enfiava os dedos na boceta e chupava e cheirava a mistura de lubrificante e porra que escorria pelos lábios da buceta dela. — UUhhhmmm… que suco de bolas tão gostoso. Fazia anos que não provava nem uma gota. Você prometeu dar mais pra mamãe… não vai voltar atrás agora, vai? — Não, não; claro que não. Vai ter tudo que quiser; sempre que quiser. — Muito bem. E eu também cumpro o que prometi. A próxima sessão vai ser mais excitante. Mas temos que ser discretos. Dito isso, ela terminou o drink e foi tomar banho. Eu sabia que aquilo era só o começo; mas tinha sido tão intenso e maravilhoso que eu não conseguia acreditar. Mas, como descobri três dias depois, não só não tinha sido uma fantasia; como tinha se tornado uma relação tão especial e profunda que ainda hoje existe, tão linda e intensa quanto a primeira vez.
Valéria é uma morena de olhos claros, cabelo grosso, uns peitões generosos e uma bunda grande, mas bem durinha. Desde que os problemas com o alcoolismo do meu pai começaram, ela foi se apagando, se vestia como uma velha e sorria cada vez menos.
Como eu disse, tudo mudou há 6 anos. Uma noite, a Guarda Civil ligou pra casa. Queriam que minha mãe soubesse que o marido dela tinha sido preso por causa de uma briga no puteiro da região. Valéria, pasma e preocupada, foi até o quartel pra ver o marido: com o rosto roxo, a camisa rasgada e a pouca dignidade que ainda tinha, afogada num mar de vômito e sexo por dinheiro. Pelo visto, o espertalhão tinha pedido um programa com uma travesti, mas, como achou que não tinha metido fundo o suficiente nem pelo tempo certo, resolveu não pagar a conta. Nem preciso dizer que o "namorado" da profissional, ex-mineiro e ex-boxeador amador, mostrou pro marido da minha mãe como ele estava enganado.
A vida em casa mudou depois daquela noite. Minha mãe tava furiosa, se sentindo corna, e ainda por cima com um pau no meio. Minha irmã, cheia de vergonha, foi morar com o namorado em Madri, não só botando distância, mas cortando todo contato tanto comigo quanto com meus pais. Eu, por minha vez, não sabia o que sentir.
Assim, as coisas foram se deteriorando progressiva e rapidamente. vivendo minha vida completamente independente dos meus pais. Eu sabia que minha mãe estava furiosa; que queria se vingar pela vergonha e humilhação que tinha sofrido, porque numa cidade como a nossa, ela tinha passado de uma mulher normal a ser o motivo de chacota de toda a região.
Uma madrugada, quando voltei de uma noite de festa, encontrei a Valéria completamente bêbada, chorando no sofá. Ela estava de camisola, uma preta bem sexy que tinha comprado quando o sexo ainda era frequente entre meus pais. A garrafa de rum estava a um copo de acabar e uma quantidade enorme de lenços cobria a mesinha da sala.
Fiquei furioso com meu pai.
— Mãe, você tá bem? Tá bêbada?
— Ah! Oi, querido… desculpa. Sim, tô bêbada, mas dolorida o suficiente pra perceber. E saber que isso não é bom pra mim.
— Cê tá me assustando… precisa de alguma coisa?
— Se eu preciso? — ela explodiu num grito cheio de lágrimas — Se eu preciso? Sim! Preciso recuperar 15 anos, preciso me vingar, mas… mas acima de tudo, preciso de um homem. Sabe quanto tempo o filho da puta do seu pai ficou sem me tocar? Três anos… três anos em que só fiquei me tocando, pra não dar uns chifres no bundão do Andrés… valente corno!
Eu soltei uma risada; não consegui evitar.
— Tá achando graça que sua mãe não lembra o que é uma boa rola, seu idiota? — ela me repreendeu.
— Não, mãe… desculpa… não tava rindo disso. Era de como você chamou seu ex-marido… porque agora é isso que ele é, né?
Ela ficou em silêncio… e caiu na risada. Fazia meses que eu não ouvia ela rir, e muito menos assim.
— Bundão? hahahahaha… é isso que aquele corno é… hahahahaha. Anda, vem sentar aqui com a corna da sua mãe. Você é a única coisa que vale a pena na minha vida.
Tenho que admitir, naquele momento algo passou pela minha cabeça. Minha mãe deixou de ser mãe, a mulher que me criou, com a certeza de que mais cedo ou mais tarde eu iria embora com outra mulher; que tinha se desdobrado e se sacrificado pra cuidar de mim… e se tornou a Valéria, uma Mulher madura, sexy, inteligente, divertida e cheia de vida; que tinha cometido o erro de desperdiçar uns anos preciosos com um homem que não era homem de verdade. Reparei nos peitos dela, que se marcavam insinuantes por baixo do tecido da camisola, e senti meu pau endurecer. A ideia de ouvir seus suspiros de prazer, e de como ela sussurrava meu nome do jeito que as mulheres que curtem um homem sussurram, se instalou no fundo da minha cabeça. Fui até o minibar, peguei a segunda garrafa de rum e um monte de cocas, e me preparei pra curtir a conversa com aquela mulher. Sendo sincero, e embora a ideia de levar os bicos dos peitos dela à minha boca não tenha sumido nem por um momento, tenho que admitir que curti o papo. Valéria era uma mulher com uma cultura enorme, um ótimo senso de humor, e que, quando bebia, não conseguia segurar a língua. O álcool foi fazendo efeito. — Me diz, Dani… Você tem namorada? — perguntou. — Não, não… não tem ninguém… — confessei. — Não mente… quer me fazer acreditar que um homem, porque já é homem mesmo, como você, gostoso, inteligente e simpático; passa as noites igual a mim, se matando na punheta? — fiquei meio surpreso… ainda não tava acostumado com a franqueza bêbada dela. — Se eu tenho foda-amigas? Sim, sim… tem uma mina que eu vejo de vez em quando… nada sério. Pra foder, mas não é com quem vou passar o resto dos meus dias. — confessei. — Não fala merda, moleque… claro que não, na sua idade, ninguém é… e na minha… ninguém deveria ser. — declarou. — Na sua? O que quer dizer? — Ué, que sou uma velha… que não atrai ninguém… Cê acha que algum homem me olharia, se não for pra uma trepada? Ou pior… por solidão e necessidade de alguém que limpe e passe minhas roupas? — Não fala besteira: você tá maravilhosa, com um corpo bonito, uns olhos lindos… — Cala a boca… vou ficar vermelha… kkkkk. — Tô falando sério… vou ser sincero e um pouco grosso… você tá pronta pra dar o que é seu… vamos… pra ser fodida com gosto. — Uai, garoto… que vulgar, hehehehehe… continua, vai… que você tá me animando. O que cê acha que é a melhor parte de —¿A mim? ... —Sinceramente?... Tua bunda: redondinha, bem durinha e empinada...
—Minha bunda? Mas se é enorme!
—Eu gosto muito dela...
Então, como se nada fosse, ela se levantou, virou-se e ergueu levemente a camisola, deixando visível só a metade das nádegas.
—Vai, mentiroso... é horrível. Se você realmente gostasse, daria uma mordidinha nela.
Minha temperatura subiu na hora. Suava, entre envergonhado, excitado e confuso.
—Viu?... Nem quer me tocar.
Pulei como se fosse impulsionado por uma mola, agarrei minha mãe pela cintura e enchi minha boca com as nádegas dela.
—AAAHHHH!!!!! LOUCO!!!!! HAHAHAHAHAHAHA... VOCÊ VAI ME JOGAR NO CHÃO, SEU BRUTO!!!!!!!
—ESPERA... — ela se virou e disse — se quiser morder de novo, tem que dar um beijo na sua mãe.
Levantei e beijei ela bem suave nos lábios, um beijo lascivo e cheio de declarações.
—Espera, vou me ajeitar pra você não me derrubar no chão, sua besta. — Em seguida, ela se ajoelhou no sofá e ficou de quatro. Me olhou com um meio sorriso e disse: — Vai em frente, Dani... mostra pra sua mamãe que ela tem uma bunda desejável por um verdadeiro macho.
Não hesitei; me ajoelhei no sofá atrás dela e comecei a apalpar, lamber e mordiscar aquela bunda enorme e doce.
Valéria levantava a cara pro céu, suspirando como uma gata no cio. Eu acariciava as coxas e a bunda dela, com suavidade mas firmeza. Até que, envalentonado, comecei a puxar a calcinha preta que ela usava.
Ao notar, ela mexeu a bunda, como se tentasse dificultar... o que me enfureceu, e, sem conseguir evitar, dei um tapa na bunda dela, dizendo: — O que cê tá fazendo? Agora vai se fazer de difícil?
Não sei o que me deu pra falar assim com minha mãe, e, esperando que ela ficasse brava, pra minha surpresa, ela me olhou sorrindo e disse:
— Desculpa, papai... vou ser boazinha...
Foi o tiro de largada. Arranquei a calcinha dela e afundei minha língua na bunda dela.
— AAAAHHHHH!!!!! QUE GOSTOSOOOO!!!!! Continua, nunca fizeram isso comigo... mas eu AMOOOO!!!!!!!
Eu estava mais surpreso que ela, mas não conseguia me controlar. Algo... Selvagem e visceral tinha despertado em mim. Levei meus dedos até a buceta dela, e senti todo o mel que minha mamãe estava deixando escorrer. Ela não mentia quando dizia que estava há três anos sem pica. Enquanto comia o cu dela, acariciava o clitóris encharcado.
— AI, MEU DEUS! QUE PRAZER ENORME!!! TÔ GOZANDO QUE NEM UMA PUTAAAAA!!!
— ISSO, VAGABUNDA, GOZA!!! TÁ COMENDO O CU DELA O TEU FILHO! E VAI GOZAR DENTRO DA SUA BUceta E DA SUA BOCA!!! VOU TE ENCHER DE PORRA, PORQUE TEU MARIDO É UM CORNO E UM VIADINHO! NÃO É? FALA!!!
— SIIIIM, MEU MARIDO É UM VIADINHO E UM CORNO!!! QUERO QUE ME FODA SEM PARAR, PELO CU, PELA BOCA E PELA BUceta!!!! SOU TUA ESCRAVA, SUA RAPOSA!!! FAÇO TUDO QUE VOCÊ QUISER, SÓ NÃO PAAAAAARA!!! AAAAAHHHGGG!!!!
— Isso, vagabunda… quer que eu te foda?... me pede, feito a puta que você é.
Ela se virou e, me olhando nos olhos, de quatro, começou a soltar meu pau; que nessa hora já tava quase estourando a calça jeans.
— Por favor, papai… me fode bem gostoso, sua putinha precisa ser comida… uhy!!! o papai tá com ele roxinho; vai ficar dodói. Vou ver se consigo que ele não adoeça.
— E dizendo isso, enfiou ele na boca, até minhas bolas encostarem no queixo dela.
— Sssssrrrruuppp, mSssrrruuppp, mmmmmmm, sssrrruoop.
As chupadas dela eram barulhentas, e a saliva escorria no sofá. Eu não conseguia tirar os olhos do espetáculo que era meu pau sumindo dentro da boca da minha puta.
— Continua, sim… você manda muito bem. É assim que você chupa o pau da puta do seu marido?
— Faz anos que aquele viadinho nem me toca… mas como você vê, eu mando muito bem, não mando?
— Manda, sim; e dá pra ver que faz tempo que você não chupa um pau bom, vagabunda. Vou deixar você bem cheia de pica… amanhã você não vai querer outra coisa, sua putinha.
Sentei ela no sofá e levantei os joelhos dela o máximo que pude. Enfiei o nariz na calcinha dela, pra sentir bem o cheiro da buceta escorrendo, e senti meu nariz ficar molhado. Não aguentei, e rasguei o pano que cobria a gostosura que eu tanto queria e que ia comer sem parar. Quase ao mesmo tempo, minha mãe puxou minha cueca pra baixo e, me olhando com desejo, puxou meu pau que já tava escorrendo de tesão. — Quero que não deixe nem um puto centímetro do teu pau fora de mim, tá claro?... sua mãe quer que você parta ela no meio como uma puta safada... — Tá bom... vou ser um menino bonzinho com a minha mãe. Tenho que deixar toda a minha porra dentro; e você quer em algum lugar específico? — Bom, pra ser sincero... a primeira, quero na buceta... o resto, a gente vê. — E se eu te engravidar? O que vai acontecer? — Não se assusta. Tô há anos tomando anticoncepcional; por causa da regra, não por outro motivo. Olhei nos olhos dela e beijei seus lábios devagar... e quando ela tava toda perdida no momento romântico, enfiei meu pau duríssimo na sua rachadura molhada. Afundou como uma faca em brasa na manteiga. Dava pra ouvir o chafurdar do meu rabo violentando a buceta que me deu a vida, e só a ideia já fazia meu corpo inteiro doer; mas era impossível parar as minhas estocadas. — AAAAHHH, AAAAHHH... SIM, SIM... QUE PAU VOCÊ TEM, PORCO!!! COMO VOCÊ FOLLA A SUA MÃE!!! VAI, FALA... O QUE CÊ TÁ FAZENDO? — TÔ ROMPENDO A BUCETA DA MÃE!!! — SIM, SÊ UM MENINO BONZINHO... PARTE A MÃE NO MEIO; E ELA VAI TE RECOMPENSAR!! Minhas estocadas empurravam o sofá pra trás, mas nem Valéria nem eu parávamos de agir como dois animais no cio. Porque era isso que a gente era, duas bestas sedentas por sexo selvagem. — DEUS, MÃE... QUE BUCETA!!! QUERO FOLLAR VOCÊ TODO DIA!! — eu gritava — SIM, SIM... VOCÊ VAI FAZER ISSO. VOCÊ E EU VAMOS PASSAR HORAS E HORAS TRANZANDO. CÊ GOSTA DE CORNAR SEU PAI??? QUER QUE ESSA NOITE ELE DURMA CHEIRANDO A PORRA DO FILHO, ESCORRENDO DA BUCTEA DA MULHER DELE?? — SIM... QUERO QUE ESSE IDIOTA USE UNS CHIFRES ENORMES, E BOTAR ELES BEM BEM PERTINHO!!!! — HAHAHAH... VOCÊ É UM PORCO; MAS EU ADORO. Tá bom... se você me deixar cheia de porra nessa foda, te prometo que a próxima vai ser muito mais excitante. Mas você tem que me deixar bem cheinha. Não ouvi surdo. Acelerei o ritmo das minhas metidas, e a mãe encharcou as almofadas e o Tapete. Ela não se importava que o cheiro do nosso incesto tomasse conta da casa; na verdade, acho que a ideia de o corno do papai nos pegar a excitava ainda mais. Percebi que ela estava prestes a gozar, e naquele momento mamãe começou a ofegar descontroladamente. — Tô gozando, tô gozando — sussurrou — Me enche… me dá teu veneno… quero sentir a porra quente do meu filho na minha racha de puta. Naquela hora meu pau estourou, soltando jorros enormes de esperma, que encheram a buceta da minha mãe e caíram no sofá de tanto que saía. Acho que nunca mais gozei igual; exceto nas gozadas com a mamãe, claro. Caí de joelhos no chão, enquanto minha mãe enfiava os dedos na boceta e chupava e cheirava a mistura de lubrificante e porra que escorria pelos lábios da buceta dela. — UUhhhmmm… que suco de bolas tão gostoso. Fazia anos que não provava nem uma gota. Você prometeu dar mais pra mamãe… não vai voltar atrás agora, vai? — Não, não; claro que não. Vai ter tudo que quiser; sempre que quiser. — Muito bem. E eu também cumpro o que prometi. A próxima sessão vai ser mais excitante. Mas temos que ser discretos. Dito isso, ela terminou o drink e foi tomar banho. Eu sabia que aquilo era só o começo; mas tinha sido tão intenso e maravilhoso que eu não conseguia acreditar. Mas, como descobri três dias depois, não só não tinha sido uma fantasia; como tinha se tornado uma relação tão especial e profunda que ainda hoje existe, tão linda e intensa quanto a primeira vez.
2 comentários - Mãe infiel, pai corno, filho satisfeito