Mamãe estava deitada do meu lado, recostada no encosto da cama e no celular dela. Ainda tinha a toalha na cabeça porque o cabelo não tinha secado, e estava com os peitos de fora, já que não tinha colocado sutiã. Também estava de calcinha e com o lençol até os joelhos, porque as pernas estavam levantadas. Era uma posição muito sexy, ainda mais com os peitos dela expostos, que de vez em quando eu olhava e depois voltava pra TV. Tava passando um filme muito bom que eu gostava pra caralho, mas mesmo assim os peitos da mamãe roubavam minha atenção: redondos, branquinhos, com os biquinhos rosados, parecidos com os da Sara, mas um pouco maiores e mais maduros. Dava vontade de chupar aqueles biquinhos e massagear, mas já seria a quarta vez e eu ainda não tinha recuperado bem o tesão. Ainda queria transar com a mamãe mais uma vez pra acabar com os preservativos, mas tava exausto. Sexo cansa pra caralho, porque tensiona todos os músculos, é um exercício do caralho. O filme acabou, já era tarde, então mamãe desligou o celular, tomou os remédios dela e se ajeitou pra dormir. — Não dorme muito tarde, Alex, amanhã você tem que acordar cedo pra voltar pro seu quarto, ou melhor, quando terminar de ver TV, já vai de uma vez pro seu quarto. — Mas mamãe, pensei que podia dormir com você hoje. — Sim, mas mudei de ideia. Seu pai pode querer vir pro quarto cedo pra tomar banho e se arrumar, e não quero que ele te veja aqui. Então você vai assim que terminar de ver TV. — Mas mamãe, eu acordo cedo pra... — Alex, já te falei que não. Ela virou de costas e se cobriu até o pescoço com o lençol. Fiquei vendo mais um filme porque ainda não tava com sono. Bateu um frio, porque o ar-condicionado tava ligado. Mamãe gosta de dormir com frio, e eu também, isso a gente tinha em comum. Me enfiei debaixo do lençol com ela e senti as pernas quentes dela. Quando me sentiu, mamãe se encostou mais em mim, buscando calor, pelo menos foi o que pensei. Gostei de sentir ela, me deu uma quentura do caralho e senti um carinho por mamãe. — Mamãe? Tá acordada?.... Mamãe? — Ela não respondia, então toquei o quadril dela, mas ela não reagiu. Comecei a apalpar a bunda dela e a abrir, enquanto estimulava meu amigo pra ficar duro. Quando consegui, me levantei e virei a mamãe de barriga pra cima. Achei que ela fosse acordar porque mexi meio brusco, mas não. Acho que os comprimidos eram bons e eficazes. Primeiro, tirei a roupa dela e, quando a posicionei, puxei a calcinha pra baixo, deixando no tornozelo de uma das pernas. Já tava muito excitado de novo naquele ponto, e a mamãe continuava bem dormida. Abri as pernas dela com cuidado e coloquei nos meus ombros. De novo, via aquela buceta tão perfeita, tão rosadinha e linda, já com um pouco de pelo crescendo, que arranhava um pouco no contato. Tentei chupar ela, mas pinicou no meu nariz, então deixei a mamãe de lado um momento e fui ao banheiro. Encontrei uma das navalhas de barbear dela, mas não achei creme, então peguei o sabonete e molhei um pouco pra fazer espuma. Voltei pra mamãe, que ainda tava do mesmo jeito que deixei. Parece que a mamãe tem o sono bem pesado, ainda mais com os comprimidos que tomou antes de dormir. O filme continuava na TV e me dava luz pra enxergar bem. Com a mão, peguei espuma do sabonete e passei na buceta da mamãe, fez mais espuma por causa dos pelos que cresciam. Vou depilar a mamãe — essa ideia já me deixava muito, muito excitado, então tentava não tocar no meu pau pra não gozar. Peguei a navalha com cuidado e comecei a depilar a mamãe, umas passadas na barriga dela, bem embaixo. Dava pra ouvir como cortava e limpava a navalha na pele dela, fazia nas duas direções pra não sobrar nada e continuei assim por toda a buceta dela. Ensaboava mais e passava a navalha, e naquele ponto já tava batendo uma enquanto fazia, mas devagar. Quando terminei, passei uma toalha pra limpar o sabão. Quando passei a mão, tava incrivelmente lisa e macia. Parei um momento pra admirar e depois quis chupar ela de novo. Tinha um gosto meio de sabão, mas limpei e comecei a lamber o clitóris e os lábios dela. A mamãe só gemia de vez em quando, mas ainda dormindo. Acho que Eu tava devendo pra ela por ter dado um sonho molhado pra mim, enquanto continuava comendo a mamãe, deslizei meus dedos na buceta já molhada dela e ela só se mexia de vez em quando, mas nada de acordar. Quando me lambuzei com ela, me aproximei e comecei a brincar com meu pau nos lábios dela, tava bem molhadinhos, esfregava na entrada e enfiava um pouco a ponta, acariciava as pernas dela enquanto entrava devagar, fazia bem de leve pra não machucar nem acordar ela. Lembrei que tenho que usar camisinha, então fui colocar pra poder gozar dentro dela e não fazer uma bagunça na cama toda. Quando coloquei, voltei pra ela e ela tinha se virado, ficou de lado com as pernas juntas. Deitei atrás dela e meti de novo, brinquei um pouco e depois quis arriscar mais. Virei ela de barriga pra cima de novo e abri as pernas dela, dessa vez levantei mais e coloquei meu pau no cu dela. Comecei devagarinho a empurrar pra entrar, dessa vez mamãe não resistiu muito porque tava relaxada. Depois de uns minutos tentando, finalmente consegui enfiar a ponta. Mamãe tava com uma cara de incômodo, mas com satisfação, tava de novo no cu da mamãe. Tava bem apertado e quente, mesmo com a camisinha dava pra sentir. Entrava cada vez um pouco mais e saía com cuidado, mamãe parecia ficar mais incomodada, então não quis acordar ela porque sabia que ia me xingar como nunca se me pegasse com meu pau no cu dela quando acordasse. Então enfiei só a ponta e o resto peguei com a mão e me masturbei. Era uma delícia bater uma com a cabeça do pau dentro do cu da mamãe, e visualmente era melhor ainda. Não demorei pra gozar dentro do cu dela, mas com a camisinha. Saí com cuidado e coloquei ela de lado de novo, fui no banheiro tirar a camisinha e, já meio exausto e relaxado, me deitei pra dormir. — Alex, acorda logo, te falei pra ir pro teu quarto ontem à noite — Mamãe me acordou no dia seguinte e foi tomar banho. Era bem cedo até pra ser férias, mas eu já tinha que vazar, senão... que papai queria voltar pro quarto. Eu tomei meu tempo, fiquei deitado um pouco e liguei a TV enquanto mamãe saía do banho. Quando ela saiu, estava de calcinha e sutiã com a toalha na cabeça, só de ver ela já quis fazer minha de novo. — Alex, você ainda tá aqui? Eu falei pra você ir pro seu quarto. Trim… Trim O telefone de mamãe tocou enquanto ela procurava um vestido pra vestir. Ela atendeu e sentou na cama. — Alô, O QUÊ?! Como assim ainda tão no cassino? Não foram dormir ontem à noite? Mamãe brigava com papai no telefone. Enquanto isso, eu me acomodei atrás dela e comecei a passar a mão no braço dela. Mamãe sacudiu meu braço do ombro dela, mas continuava discutindo com papai, então eu toquei ela de novo. Dessa vez, desci pelo braço e fui pro peito dela. Mamãe tava tão puta falando que nem percebeu. Ela se levantou pra continuar a briga com papai e eu fui atrás. Ela parou na frente da janela do quarto, uma janela enorme do chão ao teto, com saída pra varanda que dava pro mar. Dava pra ver além do mar a palhoça onde serviam a comida e a piscina já com umas pessoas dentro. Eu já estive na piscina e ninguém nunca presta atenção nos quartos. Levantei da cama, me pelando, fui até ela e abracei ela por trás. Ela só se mexeu um pouco, mas continuava discutindo agora com o pai dela. — Mas em que vocês estavam pensando, ficar jogando a noite toda? Não têm juízo, não? Enquanto ela continuava brigando sobre como eles eram irresponsáveis, eu passava a mão nos peitos dela e beijava as costas dela. — Alex, que porra você tá fazendo, me larga!! Ela tirou o telefone da orelha, afastou com o braço e falou baixo e brava. Mas eu não liguei e ela voltou pro telefone. Soltei ela e abri a janela pra varanda, levei ela pra fora meio sem jeito e ela se apoiou na mesinha da varanda. — Menino, o que cê tá fazendo? Não vê que tô ocupada? Ela me xingou meio braba, mas continuou discutindo de volta com papai. Ela se inclinou na mesa, apoiando uma das mãos nela, e eu puxei a calcinha dela pra baixo, que Já estava vestido. Ela se entregou só um pouco, tentou lutar pra puxar de volta pra cima, mas fui mais rápido e puxei até os tornozelos. Ela me deu um tapa no ombro enquanto eu estava abaixado, mas não fez mais nada, porque ainda tava ocupada brigando com o pai e o sogro. Abri as pernas dela até onde a calcinha deixou e comecei a esfregar meu pau na bunda dela, abracei ela de volta e coloquei uma mão no peito dela e a outra desci pelo quadril até a pélvis macia e procurei o clitóris dela. Quando achei, já tava molhada e comecei a brincar com ele. O tom da mamãe no telefone começou a mudar — NADA!! NÃO TENHO NADA, NÃO MUDA DE ASSUNTO! Mamãe segurou minha mão com força, mas não tirou da boceta dela, ainda tava com um tom irritado enquanto eu tocava ela e ela ficava mais molhada. Cada vez mais ela empurrava a bunda pra trás, então coloquei meu pau agora entre as nádegas dela e alcancei a vagina já bem molhada e esfreguei por fora. Depois de alguns segundos me esfregando, ela enfiou a mão e pegou a ponta do meu pau e enfiou na boceta dela. Quase escapou um gemido de dor e prazer, mas ela segurou. — TÔ TE OUVINDO SIM!! FALA. Ela ainda tava no telefone, mas já tinha perdido o tom irritado. Segurei ela pelos quadris pra entrar e sair. Mamãe se inclinou mais pra mesa e apoiou os cotovelos. Enquanto eu comia ela, ela tentava prestar atenção no que tavam dizendo. Assim a gente ficou uns minutos, eu parava de vez em quando pra não gozar rápido e respirava. De repente, mamãe me parou. — JÁ TE FALEI QUE NÃO TENHO NADA!! SABE O QUE? VENHAM NA HORA QUE BEM ENTENDEREM — Mamãe desligou o telefone, largou na mesa, tirou ele de dentro dela e falou: — Mais te vale que tá usando camisinha, menino. — Agora vou colocar, mãe. Não falei que não tinha mais pra ela não me mandar parar. Fui na gaveta onde guardava e fingi que tava colocando uma, voltei pra ela sem ela ver que não tava de camisinha, ela ainda tava olhando pra praia. Fiquei atrás dela de novo e virei ela bruscamente. Deitei ela na mesa e abri as pernas dela. Mamãe já só me deixava fazer o que eu quisesse com ela. Mamãe agora olhava pro céu e colocava as mãos no rosto. Desci pra beijar e chupar os lábios dela, bem molhadinhos. Mamãe pegou no meu cabelo enquanto se contorcia de prazer e empurrava minha cara pra dentro da buceta dela. Comi ela o quanto eu quis. — Já me dá!! — Ela disse. Subi de novo e meti com força até o fundo, o que fez ela gemer de dor e prazer de novo. Tirei e meti de novo, bruscamente e mais fundo dessa vez. Mamãe ficava tensa e as pernas dela me avisavam. Ela me abraçou contra ela e colocou minha cara nos peitos dela. Abaixei o sutiã dela pra tirar o peito e comecei a brincar com os bicos com a boca. Mamãe me apertava cada vez mais contra ela e ficava mais e mais tensa. Comecei a ir mais rápido porque eu também tava chegando no clímax. Meti o mais rápido que pude e mamãe já não segurava os gemidos, tava tipo doida e cada vez mais tensa, se é que era possível. Minhas pernas cansaram de tanto movimento até que não aguentei mais e pelo visto mamãe também não. Nós dois gozamos ao mesmo tempo e dessa vez ela mijou em mim, porque senti um jato d'água saindo e molhando minhas pernas, era como se eu tivesse mijado também, porque rios de água escorriam pelas minhas pernas até o chão. Mamãe tava me abraçando mais forte e as pernas dela tremiam muito, e ela não parava de gemer cada vez mais alto, até que fiquei com medo de alguém ouvir, mas mamãe foi relaxando aos poucos e os gemidos dela ficaram mais suaves. Ela me soltou, pegou minha cara e me deu um beijo. — Já sei o que você fez comigo ontem à noite, hoje acordei depilada de novo, seu pervertido. — Ela falou de um jeito brincalhão e satisfeito. Tudo ia perfeito até que... — VOCÊ NÃO TROUXE CAMISINHA!!!!!!? COMO É QUE PODE, VOCÊ GOZOU DENTRO, ALEEEEXX!!!!



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