No dia seguinte, saímos como sempre e, umas quadras depois, a Agos me disse que ia trocar de roupa, enquanto passava pro banco de trás — ela conseguia fazer isso porque era magrinha. E, de um jeito safado, falou: "não olha". Eu: "tranquilo, mana". A Agos começou a tirar da mochila a roupa que ia vestir e, pra minha surpresa, tirou toda a roupa, ficando totalmente pelada. Eu, de vez em quando, tentava olhar pelo retrovisor, mas não consegui ver muito, só um flash dos peitinhos dela. Quando ela voltou pra frente, passou com a bunda toda na minha cara, e aí eu vi que ela tinha colocado um fio dental, igualzinho a esse. Ver ela tão putinha me fez endurecer a pica e perguntei de onde ela tinha tirado aquela roupa. Agos: "maninho, tenho muita roupinha que você não conhece." Ela falou de um jeito tão provocante que me deixou ainda mais excitado. Quando deixei ela na porta da escola, ela me deu um beijo, mas não foi como sempre — dessa vez, ela se ajoelhou no banco e o beijo foi no canto dos lábios, enquanto a mão dela estava a centímetros da minha pica, que já tava dura pra caralho. Olhei pra bunda dela e vi o fio da calcinha aparecendo. Falei: "sobe a legging que tá aparecendo o fio". Agos: "ai, como ele cuida da irmã dele", e me deu outro beijo. Enquanto ela descia, a uns metros apareceram as amigas dela, e ela, no modo putinha, gritou da porta: "tchau, meu amor", alto o suficiente pras amigas ouvirem, e foi encontrar elas. Eu tava muito excitado, dirigi umas quadras e tive que estacionar pra bater uma pensando na minha irmãzinha, que até dois dias atrás eu via tão inocente e agora tinha virado uma diabinha. A punheta não durou mais de 2 minutos e gozei pra caralho de porra — por sorte não sujei minha roupa, mas sujei o estofado e o banco do carona. Como tava chegando atrasado na faculdade, não parei pra limpar, e quando saí da faculdade, esqueci completamente que o carro tava sujo com minha porra. À tarde, fui buscar ela. A Agos, mas dessa vez fiquei dentro do carro, não queria repetir o episódio do dia anterior. Quando vejo a Agos saindo com as amiguinhas dela, as quatro no modo putinha, mostrando as barriguinhas e um pouquinho do fio da tanga, todos os caras, e até alguns pais, viravam pra olhar elas e alguns falavam coisas, mas elas, em vez de ficarem bravas, ficavam mais putinhas e provocavam mais ainda. A que parecia ser a líder e mais putinha das quatro era "a Mica", dava pra ver que era bem favelada, ela respondia os caras aos gritos. Quando me viram na esquina, vieram na minha direção. A Agos se despede das amigas e sobe no carro. A Mica aproveita que eu tava com o vidro aberto e se aproxima: "Oi gato, o que houve que não desceu? Tá bravo ou tá com a pica dura e não consegue descer?" Eu, surpreso com a pergunta dela, só consegui responder: "Oi, não, acabei de chegar e não deu tempo de descer." A verdade é que ver elas tinha deixado minha pica durona. A Agos entra e me dá um beijo no rosto, como de costume, mas a Mica vê isso e fala: "O que houve, não se beijam? Tão brigados ou é mentira que são namorados?" Eu e a Agos nos olhamos sem saber o que fazer. E a Mica completa: "Acho que a Agos tá mentindo e vocês não são namorados", e começa a rir. Eu, pra não deixar minha irmã na mão, respondo: "A gente não gosta de se beijar em público." Mica: "Ahhh, vocês são uns mentirosos." Eu, pra calar a Mica, pego a Agos pelo rostinho e dou um selinho nela, achando que isso era suficiente pra calar a Mica, mas não foi. Mica: "Mas se peguem de língua, se têm namorado têm que se pegar de língua." Eu hesitei um pouco em continuar, mas a verdade é que a situação já tinha me deixado bem excitado e eu tava com a pica no talo, então olho pra Agos e ela tava linda, pego o rosto dela com as duas mãos e começamos a nos beijar apaixonadamente. A Agos dava pra ver que tinha experiência, até mais que eu, e enfiava a língua em tudo quanto é lugar. Eu me esqueci que as amigas dela estavam nos vendo até ouvir as amigas dela rindo. E a Mica falar: "Aff, filhos da puta, tão me deixando com tesão." Eu, voltando a mim e olhando nos olhos da Mica, pergunto: "Satisfeita?" Mica: "Pra caralho, se é assim que vocês pegam, devem transar pra cacete kkkkkk." Eu fiquei calado e já tava querendo vazar dali, então liguei o carro com a intenção de ir embora. Mica: "E aí, vai nos levar?" Eu: "Outro dia, hoje tô apertado." Mica: "Ahh, tá bom, com certeza vão trepar", e ela ri, virando pra Agos: "Amiga, deixa teu namorado seco por mim", e cai na gargalhada. A gente se despediu e arrancamos viagem pra minha casa.
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