3º conto...

Depois do beijo na escada, que deu início a tudo que veio depois, os dias ficaram mais completos... chats, chats, mensagens de texto, ligações, conversas cheias de suposições, etc. Vale destacar que no começo, por texto, era tudo muito tranquilo, quase conversas normais do dia a dia, mas pessoalmente ou no trabalho, a gente não perdia oportunidade e, toda vez que íamos para a escada fumar, a gente se beijava de boca aberta ou, se tinha alguém por perto, nossos olhares se devoravam. Já tínhamos passado da fase do pudor e da vergonha; sempre que dava, a gente descia cinco andares pela escada e em cada um a gente se beijava, se pegava pra caralho, e eu, de quebra, aproveitava para meter a mão onde podia, e ela se deixava... e enquanto me dizia: "ai, adoro sua boca, amo como você me beija, me deixa com muito tesão." Eu, claro, me sentia um Deus. Sempre tentava ter o mesmo horário que ela ou, às vezes, mudava o meu para ficar com ela e sair juntos... um dia (parece que o marido saiu com os amigos para farrear) ela não estava de bom humor, e eu ia me despedir porque ela tinha me dito que saía tarde e o marido vinha buscá-la, e ela me diz: "você fica? Quer que eu te espere para fumar?" Eu pergunto, e ela responde: "não, você fica até eu sair? Aquele otário vai sair e eu não tô afim de voltar pra casa..." Eu falo: "fechou, vou avisar meus pais que não vou jantar em casa e pronto." Nisso, 10 minutos antes do turno dela acabar, vou ao banheiro, me preparo: perfume, desodorante. Lavo minha pica (nunca se sabe) e penteio o cabelo... ela me diz: "espera aí que vou mijar" (quero dizer que AMO loucamente mulheres que falam assim, putinhas, que não têm vergonha nem nada de dizer mijar, cagar, pica, buceta, porque tem muitas que são muito "frescas"). Saímos, fumamos um cigarro na escada do quinto andar, sem beijos nem nada, de boa... conversando sobre o dia, e quando terminamos, descemos... "aonde a gente vai?" pergunto (ela tinha mais experiência de rua do que eu). "Não sei", ela responde e começa a andar... caminhamos até a ponte da mulher em Puerto Madero... atravessamos para o outro lado Puerto Madero e sentamos num daqueles bancos de cimento que tem assim que corta a ponte... acendemos um cigarro (não tinha ninguuuuém) e aí, começamos a fumar — ou pelo menos eu tava fumando, ela acende um baseado (ela curte fumar uns becks)... quer um?, ela pergunta, não, valeu, dessa vez vou passar... entre o cigarro e o beck, me aproximo e beijo ela... ela responde, mas não como antes, agora com vontade, me puxa pelo cabelo e mete a língua... forte, eu já tava duro pra caralho... quase que ela me montava ali mesmo... num momento vou deitando ela no banco de cimento e enquanto continuo beijando, vou passando minha mão por baixo da camiseta dela... a pele dela era muito macia, tava fria e arrepiava com meu toque... cheguei nos peitos dela e consegui tocar por cima do sutiã e depois tirei eles pra fora e toquei aqueles bicos duros... apertar eles... ela se mexia deixando claro que tava excitada com aquilo... do nada levantei a camiseta dela e comecei a chupar um peito... MEU DEUSSSSSSSSS, lembro disso escrevendo e já fico de pau duro pra caralho... enquanto fazia isso... uma das minhas mãos descia pra calça dela e entrava por baixo da calcinha fio dental... completamente molhada... meus dedos subiam e desciam e de vez em quando entravam dentro dela, como se tivessem vida própria... nisso tudo, quando tiro eles ensopados, ela olha e sorri como quem diz, como você me molhou, pai, e a gente nem fez nada... e na sequência, coloco eles na minha boca e saboreio... Por Deussssssssssss, nunca na minha vida provei algo assim e nunca mais provei igual... o gosto dela, o cheiro (que mais que cheiro era perfume), e a textura da "molhadinha" dela... se não fosse porque vinha gente na hora... eu chupava a buceta dela naquele momento... vale dizer que a gente ficou se pegando um tempão e parava e acendia um cigarro ou ela acendia o mesmo beck... e conversava... mas a gente se olhava como quem queria devorar um ao outro... uns minutos depois a gente saiu de lá e pegou o caminho de casa (cada um pra sua)... cheguei em casa e a primeira coisa que fiz, e também no caminho pra casa no Bondi... olha meus dedos que estiveram dentro dela... até hoje lembro daquele gosto e cheiro... já em casa, recebo mensagem dela... chegou bem? Sim, e você... sim... agora vou tomar um banho porque você me deixou muito excitada, e dormir... eu, sem perder tempo, falo: eu também, mas antes vou bater uma pensando em você... e a resposta dela foi: que seja forte... Continua em breve... Comentem e obrigado por passar...

4 comentários - 3º conto...