Bem-vindo em casa

“ISSO! ISSO, OUI, IGUAL AO ZAT!” A maioria dos homens ficaria arrasada se voltassem para casa e ouvissem o som inconfundível da esposa gritando a plenos pulmões, elogiando um homem que não era ele por dar exatamente o que ela desejava. Bill Weasley apenas riu e tirou as botas. Fleur nunca fizera nada que o fizesse duvidar do amor dela. Ela era tão devotada a ele quanto ele a ela. Mas quando Bill proferiu seus votos e casou-se com o amor da sua vida, fez-o sabendo muito bem que não seria o único homem a dividir sua cama. O impulso sexual de uma veela, mesmo de uma veela de um quarto como sua esposa, era intenso demais para uma única pessoa saciar. Até Bill, que sabia ter mais resistência e um apetite mais forte que a maioria, teria ido muito além de seus limites se tentasse satisfazer Fleur sozinho. Não havia nada de errado nisso. Se você quisesse passar a vida com uma parceira veela, era assim que as coisas funcionavam. Além do mais, não era como se ele não tivesse tirado grande proveito desse arranjo. O trabalho de Bill como quebrador de maldições o obrigava a viajar constantemente, e alguns dos trabalhos mais complicados o mantinham longe de casa e da esposa por dias e, às vezes, até semanas. Mas ele nunca teve de ir para a cama com calor, com frio ou sozinho, não quando tinha a liberdade de buscar companhia pelo caminho com a aprovação e apoio total da esposa. “AH! MEU DEUS, QUE DELÍCIA! CONTINUA, ARRY!” Isso definitivamente não surpreendeu Bill em nada. O sangue veela de Fleur podia obrigá-la a ter múltiplos parceiros ou enlouquecer de desejo insatisfeito, mas ela era muito criteriosa sobre quem deixava entrar em sua (deles, na verdade) cama. E entre os quatro parceiros além dele que mantinha em rotação regular, Harry Potter era de longe o visitante mais frequente em sua cama. A favorita pessoal de Bill era Katie Bell, especialmente quando o deixavam observar ou até participar da diversão, mas Fleur sempre tinha um sorriso largo e exausto (pelo menos temporariamente) no rosto quando a resistência de Harry se esgotava à noite. Isso fazia dele uma presença bem-vinda em sua cama, no que dizia respeito a Bill. Ele serviu um pouco de água na cozinha e bebeu calmamente enquanto ouvia os sons de sua esposa sendo fodida vigorosamente no andar de cima de sua casa. A cama rangia em protesto, mas Fleur apenas proferia palavras de incentivo, usando tanto inglês quanto francês para fazer Harry saber o quão bem ele estava indo e instigá-lo a continuar. A torrente de palavrões em francês que ela soltou em voz alta foi um sinal revelador de que seu amante acabara de levá-la a um orgasmo particularmente intenso. Harry soltou um grunhido agudo momentos depois, e então o rangido parou quando as molas da cama ganharam uma pausa. No entanto, ele duvidava que a cama ficasse em silêncio por muito tempo.
—Maravilhoso como sempre, Harry —sussurrou Fleur após uma breve pausa—. Deixa eu te limpar e se você quiser, pode me dar uma boa surra, sim?
A única resposta de Harry foi um gemido, e Bill podia imaginar a cena em sua mente. Sua esposa havia pegado o pau mole do homem na boca e estava chupando e lambendo até deixá-lo limpo. Tendo acabado de gozar, Harry estaria sensível e ainda não estaria pronto para mais, mas a luxúria de Fleur não lhe daria tempo para se recuperar. Ela o manteria na boca, usaria seus lábios, língua, garganta e mãos para convencê-lo a ficar pronto novamente, e então se afastaria e o deixaria livre de estímulos apenas o tempo suficiente para assumir a posição e esperar impacientemente que ele enfiasse o pau na sua bunda.
Transar com uma veela era um prazer diferente de tudo que um homem pudesse imaginar, mas também era mais exaustivo do que até mesmo a tarefa mais difícil de quebrar maldições que Bill já havia assumido. Ele tirou a jaqueta, ele pendurou em uma das cadeiras da mesa da cozinha e começou a subir as escadas. Será que o Menino-Que-Sobreviveu não estaria precisando de uma ajudinha para variar? A porta do quarto estava entreaberta e Bill a abriu completamente para avaliar os estragos. Harry estava deitado na cama com as pernas abertas, o cabelo ainda mais despenteado que o normal, o corpo encharcado de suor, os olhos semicerrados e o peito subindo e descendo rapidamente enquanto ele ofegava atrás de ar. Coitado do sortudo. Se a experiência anterior servia de indicativo, ele provavelmente já estava há três ou quatro horas sem nada que se parecesse com um descanso de verdade. Bill não sabia se sentia inveja ou pena (provavelmente um pouco dos dois, para ser honesto). Fleur estava de joelhos entre as pernas abertas de Harry, movendo a cabeça para cima e para baixo no colo dele com muito mais energia do que seu amante exausto demonstrava. Sua esposa só usava um conjunto de meias-calças e ligas de renda azul-claro, mas nada que cobrisse realmente as partes que mais precisavam ser cobertas. Sua bunda e sua buceta, expostas, apontavam para Bill de forma provocante. Ele lambeu os lábios. Ela parou quando ouviu os passos de Bill cruzarem a soleira do quarto, então soltou o pau de Harry de entre seus lábios com um "pop". Harry suspirou aliviado quando Fleur desceu da cama e correu para cumprimentar seu marido, os olhos brilhando de alegria. —Bem-vindo a casa, Beel! —disse ela com um gritinho, atirando-se em seus braços e beijando-o nos lábios. Ele envolveu seus braços musculosos em volta de seu corpo perfeito, que estava coberto por uma camada de suor que de alguma forma a fazia parecer ainda mais atraente. —Oi, amor —disse ele, beijando-a no alto da cabeça—. Oi, Harry —acrescentou. A única resposta do outro homem foi levantar o braço fracamente e acenar sem muito entusiasmo, antes de deixá-lo cair sobre a cama. —Então, imagino que vocês — Vocês dois se divertiram bem — disse, sorrindo para Fleur enquanto continuava segurando-a em seus braços como se nunca quisesse soltá-la.
— Ah, sim! — disse Fleur feliz, assentindo com a cabeça contra seu peito. — Você é bem-vindo para se juntar a nós. A menos que você tenha alguma objeção, Arry? — perguntou, olhando por cima do ombro para a cama onde seu amante exausto estava deitado.
— Não… nenhuma… — ofegou ele, com os olhos ainda fechados.
— Vamos dar um tempinho para ele se recuperar — sugeriu Bill, deixando suas mãos vagarem das costas da esposa até envolverem sua bunda redonda e darem um aperto firme e possessivo.
Fleur gemeu em sua boca e passou os dedos por seus longos cabelos ruivos. Sua língua se estendeu e percorreu seus lábios, exigindo entrada — algo que ele estava mais do que feliz em conceder. Ela enfiou a língua em sua boca agressivamente enquanto suas mãos deixavam seus cabelos e começavam a puxar suas roupas. Alguém poderia pensar que ela estava celibata havia pelo menos os cinco dias completos que ele esteve fora, em vez de ter trabalhado com um amante talentoso quase até seu limite minutos antes. Assim era a libido voraz da veela.
Ela se ajoelhou no chão diante dele, e suas mãos abaixaram suas calças e cueca assim que seus joelhos tocaram o carpete. Bill estava duro e pronto para ela, para seu deleite.
— Ah, William… Senti tanto falta disso — disse ela. Segurou seu pau com admiração e começou a esfregá-lo contra suas bochechas.
— Você não quer dizer que sentiu falta de *mim*? — perguntou ele em tom de brincadeira. — Ou na verdade só sentiu falta do meu pau?
Fleur nem respondeu; estava ansiosa demais para envolvê-lo com sua boca. Bill fechou os olhos rapidamente e gemeu ao sentir Fleur chupando-o. Por mais que ele gostasse da liberdade de se deitar com outras bruxas quando quisesse, realmente não havia competição com sua esposa. Suas habilidades orais eram imbatíveis, mas o que realmente o atraía era ver a expressão em seu lindo rostro enquanto o chupava. Ela sabia disso e explorava isso para benefício mútuo, olhando para ele de seus joelhos e mantendo contato visual o tempo todo. A fome em seus olhos azul-escuro lembrava um predador saboreando a caça, o que não estava longe da realidade se ele parasse para pensar. Olhar para baixo para aqueles traços faciais perfeitos enquanto ela chupava e sugava desesperadamente era quase demais para ele. Ficou ainda mais intenso quando ela usou a mão para começar a masturbar o que quer que não estivesse dentro de sua boca naquele momento. Então ela engoliu todo o seu comprimento até a garganta e manteve lá, não cedendo mesmo quando seus olhos encheram de lágrimas e ele podia sentir que ela começava a engasgar ao redor dele. Seu corpo estava enviando sinais de que precisava recuar e respirar, mas a veela nela queria ficar exatamente onde estava, e a veela estava ganhando. Ele teve que agarrar seu cabelo prateado incrivelmente macio com ambas as mãos e puxar sua cabeça para trás, mesmo enquanto ela lutava para permanecer no lugar. Ela o encarou com raiva assim que o ato foi feito, mas ele apenas riu e balançou a cabeça. Sua irritação poderia ter tido um pouco mais de peso se ela não estivesse ajoelhada ali ofegando por ar ainda mais forte do que Harry estava quando Bill entrou pela primeira vez. Ele deu um tapinha em sua bochecha com seu pau, sabendo que isso só a excitaria ainda mais. Falando em Harry, Bill podia ver de sua posição privilegiada que o jovem mago parecia ter recuperado o fôlego. Ele não estava mais deitado na cama com uma aparência derrotada, mas agora estava sentado apoiado na cabeceira. E o que era ainda mais impressionante, ele estava passando a mão lentamente para cima e para baixo em seu pênis. —Parece que seu garoto já está pronto para mais —disse, acenando com a cabeça em direção à cama. Fleur limpou a saliva e a baba dos lábios e sorriu. “Claro que está”, disse ela. Ela nem se deu ao trabalho de se virar volta e verificar por si mesma. "É por isso que eu o chamo tão frequentemente." —E eu pensando que você gostava de mim pela minha inteligência —brincou Harry. Isso provocou risadas no casal. Bill não pôde evitar se sentir impressionado. Mesmo entre os poucos escolhidos que Fleur gostava e confiava o suficiente para continuar trazendo, ele tinha dúvidas se alguém além de Harry estaria consciente nessa fase. No entanto, lá estava ele, contando piadas e pronto para mais. Não era de se admirar que Fleur recorresse a ele com tanta frequência. —Isso também —concordou ela—. Me ajuda a levantar? —pediu a Bill, que se inclinou para pegar sua mão estendida e a ajudou a ficar de pé. Ela esticou um pouco as pernas e os dois homens a observaram e esperaram que ela dissesse o que fazer em seguida. Não havia dúvida de quem estava comandando esse encontro. —Eu prometi ao 'Arry uma foda bem dura —disse. Ela apertou os olhos e olhou para longe por um momento, considerando em silêncio como queria posicionar os três—. Beel, você se deita na cama, perto da borda —disse finalmente—. Eu vou em cima. 'Arry fica de pé atrás de mim. Os dois homens agiram sem dizer uma palavra, basicamente trocando de lugar. Bill deu à esposa um beijo rápido de despedida nos lábios antes de subir na cama que Harry acabara de deixar livre. Deitou-se de costas, deslizando para baixo até que suas longas pernas ficaram penduradas sobre a borda. Fleur montou nele, esfregando-se contra ele por um momento e tornando-o ainda mais escorregadio, e então usou a mão para mantê-lo firme para poder mover seus quadris na posição e deslizá-lo dentro dela. Bill suspirou quando sentiu que ela embainhava seu pau dentro de sua estreiteza. Por mais brega que soasse até em sua própria cabeça, para ele era como voltar para casa. Suas mãos tentaram agarrar sua bunda, mas ficaram suspensas no ar antes que pudessem alcançar. Sua bunda era do Harry, pelo menos por agora. Havia muitas outras partes atraentes nas quais ele podia focar sua atenção dessa vez. Suas mãos mudaram de rumo e seguiram para o norte, agarrando seus seios firmes. A boca de Bill também entrou na brincadeira, chupando e lambendo seu peito enquanto dava uma leve mordida ocasional em seu mamilo duro entre os dentes, da forma que ele sabia que ela adorava. Os gemidos de Fleur de repente ficaram ainda mais intensos e suplicantes, e Bill soube sem precisar perguntar que Harry acabara de deslizar dentro de sua bunda. Não era a primeira (nem a segunda, nem mesmo a terceira) vez que Harry se juntava a Bill para penetrar sua esposa em dupla, então não havia necessidade de experimentar ou descobrir a melhor maneira de fazer isso. Eles sabiam o que era esperado e, a essa altura, sabiam a melhor forma de conseguir. Quase imediatamente, se adaptaram ao ritmo que sabiam que Fleur desejava, alternando suas investidas com uma sincronia perfeita para que a veela excitada nunca ficasse sem pica por muito tempo. Seu corpo balançava para frente e para trás sobre Bill, dificultando que ele continuasse adorando seus seios enquanto eles saltitavam, mas esse era um desafio que seu marido aceitou de bom grado. —TÃO… BOM! —gritou Fleur enquanto aproveitava a forma como seu marido e seu amante a penetravam simultaneamente—. MAIS! MAIS RÁPIDO! Bill respirou fundo e então deu a ela o que ela exigia. Colocou toda sua energia em empurrar os quadris, enfiando nela com toda a força que conseguia suportar nas costas. Ele nunca duvidou que Harry estivesse fazendo o mesmo do outro lado da cama, dando uma foda forte nela. Se não fosse assim, não seria ele quem Fleur chamava com tanta frequência. Sua esposa começou a gritar em francês de forma ininteligível enquanto os dois homens a pegavam com força. Bill decidiu abafar seus gritos, puxando sua cabeça para a dele e beijando-a profundamente. Ela retribuiu o beijo. com a mesma paixão, e Bill segurou o rosto dela com uma mão enquanto passava os dedos pelos cabelos com a outra. Foi um momento de ternura que provavelmente pareceria completamente fora de lugar para qualquer outra pessoa, mas essas pessoas nunca seriam capazes de entender essa relação única para começar. Ainda estavam se beijando quando Bill sentiu que estava perdendo o controle, então não teve escolha a não ser avisar Fleur sobre o que estava prestes a acontecer. Em vez disso, concentrou-se em dar à sua amante tudo o que tinha, erguendo os quadris com uma força desesperada. Só podia esperar que seus últimos esforços, combinados com os de Harry, fossem suficientes para satisfazê-la. — Lá vem! — disse Harry, o único dos três cuja boca não estava ocupada. Bill olhou por cima do ombro de Fleur e o viu saindo da bunda dela às pressas; ele sabia tão bem quanto o marido que ela não gostava que um homem gozasse dentro da bunda. Sua retirada foi bem na hora, porque mal ele se soltou antes de explodir. A maior parte da porra dele se espalhou pelas nádegas dela, mas algumas gotas subiram mais e atingiram a parte inferior das costas. Fleur interrompeu o beijo e se inclinou para poder cavalgar o marido direito. Ela colocou as mãos no peito dele e começou a subir e descer no pau dele. Ele ouviu os gemidos agudos dela e viu o olhar suplicante em seu rosto enquanto se encaravam. Ela estava perto, muito perto. Só precisava aguentar mais um pouco... “ISSO! ISSO! ISSO!” Ela se apertou ainda mais contra ele, olhou diretamente para o teto e gritou quando os dois homens conseguiram levá-la ao orgasmo. Bill se forçou a manter os olhos abertos para poder aproveitar a visão de sua linda esposa em êxtase. Agora que sabia que tinham cuidado dela, não se preocupou mais em tentar segurar seus próprios impulsos. Ele agarrou seus quadris e uniu seus gemidos aos gritos dela enquanto gozava, disparando sua carga grossa dentro dela. Um pouco escapou e escorreu sobre os lençóis quando ela desceu dele e levantou da cama. Ela se aproximou de Harry, que ainda estava de pé. Foi uma façanha impressionante, mas pela queda dos ombros e pela forma como seus olhos se fechavam constantemente, Bill percebeu que ele estava fora de combate. Fleur não receberia mais nada dele naquela noite. — Obrigada por tudo, Harry — disse suavemente, inclinando-se e beijando-o na bochecha. Pelo menos ela também percebeu. — Você foi maravilhoso como sempre. — O prazer foi meu, Fleur — disse ele, esfregando os olhos sonolentos. Tentou, sem sucesso, conter um bocejo. — Agora, se não se importa, vou para casa e vou ficar inconsciente por, bem, talvez uma semana ou algo assim. Fleur riu. — Aproveite seu descanso — disse. Deu um tapinha em sua bochecha e o abraçou carinhosamente. — Você merece. Harry se abaixou para pegar suas roupas, que estavam jogadas no chão do quarto muitas horas antes, e Fleur não resistiu a dar uma palmada brincalhona em seu bumbum pálido. Ele gritou e se virou para ela, assustado. — Desculpe. Não resisti. — Obrigado, acho. — Harry vestiu a cueca e Bill olhou em seus olhos enquanto ele subia as calças. Os dois homens sorriram e Harry acenou em sua direção. — Boa sorte. — Vou precisar — disse Bill com sinceridade. Os dois homens trocaram um olhar de cumplicidade; ambos perceberam o quanto isso era verdade. E também sabiam que ele não trocaria por nada. Era um pobre sortudo. Bem-vindo de volta, Bill, pensou. Você tem trabalho a fazer.

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