Nossa relação era próxima, mas não nesse nível. Passávamos muito tempo juntos porque nossos pais viajavam muito a trabalho e a gente ficava sozinho por vários dias. Um desses dias que nossos pais saíram, estávamos no quarto dela vendo TV. Os dois estavam entediados porque não tinha nada interessante pra ver — naquela época não existia Netflix nem nada assim. Minha irmã me perguntou se a gente brincava de alguma coisa, eu disse que sim. Ela propôs um jogo de dançar em cima da cama dos nossos pais. Eu topei e começamos a brincar. Depois de um tempo, falei que o jogo estava chato e perguntei se era melhor a gente brincar de lutar. No começo, não tinha nenhuma maldade, era só pra passar o tempo, nada mais. Mas enquanto o jogo rolava, sentindo o corpo dela e os roçados, meu pau começou a ficar duro. Eu tentava evitar que minha irmã percebesse, afastando um pouco meu quadril, mas tinha umas posições que não dava. Minha irmã estava em cima de mim, brincando de luta, e foi impossível ela não sentir meu pau contra ela. Naquela hora, ela saiu de cima de mim e, meio confusa, me perguntou o que era aquilo, apontando pro meu pau. A primeira coisa que me veio na cabeça foi falar que era um osso, que a gente podia continuar brincando. Minha irmã, meio desconfiada, aceitou continuar o jogo. Nesse momento, a gente seguiu, e eu sugeri que a gente continuasse, mas sem roupa, só de cueca e calcinha. Eu já estava excitado e parei de ver minha irmã como minha irmã. Ela disse que sim, não questionou nada. Depois de tirar a roupa, fiquei um instante olhando o corpo dela, que naquela época não era muito desenvolvido, mas pra mim era a coisa mais gostosa. A gente continuou brincando, mas o jogo mudou — já não parecia mais uma luta, parecia duas pessoas transando com um pouco de roupa. Minha irmã se esfregava em mim, a buceta dela e meu pau se roçavam, separados só por um tecido fino da calcinha dela e da minha cueca. Com minhas mãos, tentei soltar o sutiã dela, passando os dedos pelas costas dela procurando o fecho, mas... Minha irmã me disse que eu era um tarado sem vergonha. Achei que ela não tinha notado minhas mãos, mas sim, e não se importou. Minha irmã parou um instante e, como se nada fosse, tirou o sutiã dela e pude ver os peitinhos dela, que estavam começando a crescer. Eram uns pequenos montinhos, mas pra mim já era mais que suficiente. Continuamos com a brincadeira, eu aproveitava pra passar minhas mãos nos peitos dela e nas pernas, apertando ela mais contra mim. Minhas mãos brincavam delicadamente com os peitos dela. Minha irmã também gostava do que a gente fazia e enfiou as mãos debaixo da minha camisa, levantou ela pra que eu também tirasse. E foi assim. Era a coisa mais excitante sentir a pele dela contra a minha, como a gente se esfregava um no outro. Mas eu queria mais. Sentia meu pau preso na cueca e falei pra ela se a gente tirava tudo pra ficar totalmente pelados. Minha irmã me olhou de um jeito estranho, pensativa. Minha irmã propôs um jogo rápido: se a gente jogasse pedra, papel ou tesoura, e dependendo do resultado, o vencedor escolhia o que fazer. Minha intenção era a gente ficar pelado, e minha irmã queria parar. Minha irmã escolheu esse jogo porque sempre ganhava de mim. Então a gente jogou e estava empatado em 2 a 2. Eu estava muito nervoso. A gente jogou a última rodada e, quando me dei conta, eu tinha ganhado. Não podia acreditar. Na hora, falei pra ela que eu tinha ganhado, que era hora de tirar a calcinha dela. Minha irmã me olhou e disse pra eu fazer primeiro, porque ela tava com vergonha. Então, sem pensar muito, eu abaixei a cueca. Naquele momento, minha irmã percebeu que o que ela sentiu no começo não era um osso, mas sim meu pau ereto. Minha irmã arregalou os olhos e tentou com a mão tocar meu pau. Eu queria deixar ela fazer, mas segurei e falei que era a vez dela. Minha irmã, um pouco mais devagar e com mais vergonha, tirou a calcinha dela, deixando à mostra a buceta dela, que tinha muito poucos pelinhos, que estavam começando a nascer. Minha respiração acelerou só de ver ela. Senti meu pau ficar mais duro. Minha irmã tentava se cobrir. com as mãos dela, mas eu disse que não era justo porque eu não estava me protegendo nisso. Coloquei minha irmã debaixo de mim enquanto mexia minha cintura tentando penetrar minha irmã, mas não conseguia, só sentia como roçava a buceta da minha irmã. Minha irmã, quando sentia a ponta do meu pau, soltava um suspiro forte. Eu queria penetrá-la, mas não sabia como. Tentei colocá-la por cima de mim para tentar nessa posição. Minha irmã ficou sentada em cima de mim, se movia sobre meu pau se esfregando num ritmo lento que, não vou negar, era muito gostoso sentir o calor da buceta dela tão perto. Num momento, começou a fazer um barulho molhado. Eu, com minhas mãos, fazia ela se esfregar com mais força. Num momento, coloquei minha irmã debaixo de mim de novo. Queria penetrá-la porque queria sentir meu pau dentro da minha irmã e não só me esfregar contra ela. Me ocorreu pegar meu pau com a mão e colocar na entrada da buceta dela. Minha irmã tinha as pernas em volta da minha cintura, na posição perfeita para penetrá-la. Era só fazer um movimento de cintura para meu pau entrar na minha irmã e, sem cuidado ou delicadeza, deixei meu peso cair sobre minha irmã, fazendo meu pau entrar com um pouco de dificuldade. Eu não sabia que minha irmã ia sentir dor, era a primeira vez que estava nessa posição com alguma mulher e com minha irmã. Os gritos dela eram fortes, mas eu só conseguia pensar no bem que estava sentindo ao entrar na buceta da minha irmã. Sentia como as paredes da buceta dela iam se dilatando a cada movimento que eu fazia. Num momento, comecei a sentir um pouco mais de umidade e baixei o olhar e vi um pouco de sangue manchando meu pau, mas não me importei porque só pensava no bem que estava sentindo a cada movimento. Minha irmã começou a me empurrar, colocando as mãos contra meu peito, tentando me afastar, mas eu não queria parar de sentir meu pau dentro da minha irmã e o quanto ela era quente. Depois de alguns minutos, não sei quanto tempo passou. Minha irmã trocou os gritos por gemidos. ela também começou a se mexer, parou de me empurrar e começou a girar o quadril, talvez sem querer, não sei, mas os movimentos dela foram sincronizando com os meus. até que ela ficou por cima de mim e continuou se movendo, mas eu segurava ela com as mãos, fazendo ela subir e descer, mudando o ritmo porque era melhor assim. depois de um tempo, senti que não aguentava mais, uma sensação de tesão enorme tomou conta de mim e rapidinho coloquei minha irmã debaixo de mim e comecei a meter bem rápido. numa dessas enfiadas, senti um câimbra nas pernas que subiu pelo corpo, senti meu pau pulsando por uns segundos e depois caí do lado da minha irmã, ofegante, me sentindo exausto, como se toda minha força tivesse ido embora. minha irmã ficou do meu lado sem falar nada, só olhando pro teto, e eu olhava pra ela. sem a excitação, entendi o que tinha acontecido, fiquei muito preocupado porque não sabia se ela ia contar pros nossos pais e eu ia me ferrar. mas ela virou, só sorriu pra mim, me abraçou e falou no meu ouvido: "vou no banheiro, já volto".
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6 comentários - Primeira vez com minha irmã