Bom, vou contar pra vocês uma história real que ainda tá rolando. Nunca tinha relatado antes, então é isso, relevem meu jeito de escrever. O relato vai ser longo e vou dividir em várias etapas conforme for acontecendo com ela, já que tudo ainda é muito recente. Vou contar tudo à medida que for rolando.
Acontece que eu tenho 34 anos, moro na Zona Oeste da Grande Buenos Aires e tenho um amigo de infância da mesma idade que se chama Leo. Nós fomos juntos pro jardim de infância, colégio, ensino médio e sempre mantivemos uma amizade bem próxima. Ele é casado há mais de 10 anos com a Flor, uma loirinha (35) linda, baixinha, muito bonitinha e gente boa, pra quem sempre tive vontade e pra quem já dediquei inúmeras punhetas ao longo desses anos. Por razões óbvias, isso sempre foi uma fantasia muito pessoal minha e eu nunca me atrevi a avançar o sinal com ela, muito menos desrespeitar meu amigo… até que… SIM, ATÉ QUE. Uns meses atrás, decidimos sair pra dançar em grupo, com eles e outros amigos que temos em comum. Minha relação com ela sempre foi muito distante, em parte porque sempre tive medo de que meu amigo desconfiasse que eu tinha muita vontade nela, já que ele sabe que eu sou bem mulherengo. Então quase não falava com ela e não costumava ter muita comunicação com a Flor. Naquela noite, entre bebidas, música e substâncias, resolvi me abrir e conversar com ela no meio da balada. A gente tinha feito uma roda entre todos e eu estava bem do lado dela. Conversamos sobre coisas sem importância, começamos a dar altas risadas, a nos soltar e nos conhecer um pouco mais. Falamos de besteiras, como a gente diz aqui na Argentina.
Naquela mesma noite, meu amigo perdeu o celular dele, então decidiram ir "cedo", tipo umas 5h da manhã, porque ele já tava meio pra baixo. Aí eu falei pra eles me avisarem quando chegassem em casa, pra eu ficar tranquilo (já que eles moram muito longe dessa balada). Mas claro, como ele não tinha celular, disse pra Flor anotar meu número e, oh surpresa quando ela estava anotando, pulou a ficha que já tinha me agendado e isso foi estranhíssimo, porque como eu tinha contado, com ela eu não era nada. Ela riu de forma safada e disse: ah, já te tenho agendado, idiota, bom, quando chegar em casa te mando mensagem. Depois de um tempo que ela foi embora, recebo uma mensagem com o seguinte: - Já chegamos em casa!, me diverti pra caralho, no final você é super gente boa, espero que a gente saia de novo (tudo isso com um emoji mandando beijo no final). Até esse momento não tinha nada fora do comum, mas ainda assim eu tinha uma sensação de que a gente tinha se conectado mais do que o normal. Duas semanas depois, quando voltei do trampo, resolvi mandar uma mensagem no WhatsApp, eu mais ou menos sabia os horários de trabalho dela porque na noite da balada ela tinha me contado. Então pensei, bom, vou aproveitar que ela tá no trampo e não em casa com o Leo. Mandei a mensagem e ela respondeu na hora, perguntei como ela tava, o que achou da balada, e a conversa se estendeu falando de besteiras de novo. As trocas de mensagem com ela viraram rotina e as conversas ficavam cada vez mais interessantes, até que um dia ela perguntou o que eu tava fazendo, e eu tinha acabado de sair do banho, então, sem pensar, mandei uma foto minha semi nu e coloquei: aqui saindo do banho. Naquele momento eu tava morrendo de medo, pensei que ela podia ficar puta e contar pro Leo, mas já tava tudo arriscado, confiei na minha intuição e esperei a resposta dela. Ela disse que gostou da foto, mas depois se fez de sonsa e mudou de assunto. Já tinha passado quase um mês e saímos pra dançar de novo, a situação era parecida com a primeira noite, mas a gente já tinha outro nível de intimidade, quase no final, depois de dançar a noite toda, na hora de ir embora, o Leo foi no banheiro e os outros já tinham saído da balada, então fiquei com ela esperando ele na saída do banheiro, e naquele momento, com a bebida que já tinha tomado, criei coragem e roubei um beijo dela, e fiz isso. Sem pensar e sem medo, eu tava meio bebado e tinha tomado umas outras paradas, então não tava com vergonha de nada. Ela, sem fazer drama, também me comeu a boca. O beijo não durou mais que 5 segundos, porque o Leo podia sair do banheiro rápido. Depois que ele saiu, foi no guarda-roupa pegar os casacos deles, então a gente aproveitou de novo pra se beijar, dessa vez com mais intensidade. Aproveitei pra passar a mão na bunda dela, e ela pegou na minha pica, ali perdidos no meio da multidão que já tava saindo da balada. As saídas com o Leo e a Flor se repetiram várias vezes, assim como as mensagens com ela, mas dessa vez as conversas eram bem pesadas e com fotos inclusas. Nas saídas, sempre aproveitava pra passar a mão na bunda dela quando dava, e em alguns momentos a gente se beijava (tudo na cara dura). Ela trabalha o dia inteiro e o Leo é muito cuidadoso, então sempre foi difícil marcar uma noite de motel, mas a gente tá tão na pica que decidimos faltar no trabalho semana que vem pra transar sossegados. No próximo post, conto como foi a foda. Enquanto isso, deixo uma foto real da bunda dela. Também sou touro, curto ménage HMH com alguma esposa. Se alguém quiser com a parceira, é só me avisar!
Acontece que eu tenho 34 anos, moro na Zona Oeste da Grande Buenos Aires e tenho um amigo de infância da mesma idade que se chama Leo. Nós fomos juntos pro jardim de infância, colégio, ensino médio e sempre mantivemos uma amizade bem próxima. Ele é casado há mais de 10 anos com a Flor, uma loirinha (35) linda, baixinha, muito bonitinha e gente boa, pra quem sempre tive vontade e pra quem já dediquei inúmeras punhetas ao longo desses anos. Por razões óbvias, isso sempre foi uma fantasia muito pessoal minha e eu nunca me atrevi a avançar o sinal com ela, muito menos desrespeitar meu amigo… até que… SIM, ATÉ QUE. Uns meses atrás, decidimos sair pra dançar em grupo, com eles e outros amigos que temos em comum. Minha relação com ela sempre foi muito distante, em parte porque sempre tive medo de que meu amigo desconfiasse que eu tinha muita vontade nela, já que ele sabe que eu sou bem mulherengo. Então quase não falava com ela e não costumava ter muita comunicação com a Flor. Naquela noite, entre bebidas, música e substâncias, resolvi me abrir e conversar com ela no meio da balada. A gente tinha feito uma roda entre todos e eu estava bem do lado dela. Conversamos sobre coisas sem importância, começamos a dar altas risadas, a nos soltar e nos conhecer um pouco mais. Falamos de besteiras, como a gente diz aqui na Argentina.
Naquela mesma noite, meu amigo perdeu o celular dele, então decidiram ir "cedo", tipo umas 5h da manhã, porque ele já tava meio pra baixo. Aí eu falei pra eles me avisarem quando chegassem em casa, pra eu ficar tranquilo (já que eles moram muito longe dessa balada). Mas claro, como ele não tinha celular, disse pra Flor anotar meu número e, oh surpresa quando ela estava anotando, pulou a ficha que já tinha me agendado e isso foi estranhíssimo, porque como eu tinha contado, com ela eu não era nada. Ela riu de forma safada e disse: ah, já te tenho agendado, idiota, bom, quando chegar em casa te mando mensagem. Depois de um tempo que ela foi embora, recebo uma mensagem com o seguinte: - Já chegamos em casa!, me diverti pra caralho, no final você é super gente boa, espero que a gente saia de novo (tudo isso com um emoji mandando beijo no final). Até esse momento não tinha nada fora do comum, mas ainda assim eu tinha uma sensação de que a gente tinha se conectado mais do que o normal. Duas semanas depois, quando voltei do trampo, resolvi mandar uma mensagem no WhatsApp, eu mais ou menos sabia os horários de trabalho dela porque na noite da balada ela tinha me contado. Então pensei, bom, vou aproveitar que ela tá no trampo e não em casa com o Leo. Mandei a mensagem e ela respondeu na hora, perguntei como ela tava, o que achou da balada, e a conversa se estendeu falando de besteiras de novo. As trocas de mensagem com ela viraram rotina e as conversas ficavam cada vez mais interessantes, até que um dia ela perguntou o que eu tava fazendo, e eu tinha acabado de sair do banho, então, sem pensar, mandei uma foto minha semi nu e coloquei: aqui saindo do banho. Naquele momento eu tava morrendo de medo, pensei que ela podia ficar puta e contar pro Leo, mas já tava tudo arriscado, confiei na minha intuição e esperei a resposta dela. Ela disse que gostou da foto, mas depois se fez de sonsa e mudou de assunto. Já tinha passado quase um mês e saímos pra dançar de novo, a situação era parecida com a primeira noite, mas a gente já tinha outro nível de intimidade, quase no final, depois de dançar a noite toda, na hora de ir embora, o Leo foi no banheiro e os outros já tinham saído da balada, então fiquei com ela esperando ele na saída do banheiro, e naquele momento, com a bebida que já tinha tomado, criei coragem e roubei um beijo dela, e fiz isso. Sem pensar e sem medo, eu tava meio bebado e tinha tomado umas outras paradas, então não tava com vergonha de nada. Ela, sem fazer drama, também me comeu a boca. O beijo não durou mais que 5 segundos, porque o Leo podia sair do banheiro rápido. Depois que ele saiu, foi no guarda-roupa pegar os casacos deles, então a gente aproveitou de novo pra se beijar, dessa vez com mais intensidade. Aproveitei pra passar a mão na bunda dela, e ela pegou na minha pica, ali perdidos no meio da multidão que já tava saindo da balada. As saídas com o Leo e a Flor se repetiram várias vezes, assim como as mensagens com ela, mas dessa vez as conversas eram bem pesadas e com fotos inclusas. Nas saídas, sempre aproveitava pra passar a mão na bunda dela quando dava, e em alguns momentos a gente se beijava (tudo na cara dura). Ela trabalha o dia inteiro e o Leo é muito cuidadoso, então sempre foi difícil marcar uma noite de motel, mas a gente tá tão na pica que decidimos faltar no trabalho semana que vem pra transar sossegados. No próximo post, conto como foi a foda. Enquanto isso, deixo uma foto real da bunda dela. Também sou touro, curto ménage HMH com alguma esposa. Se alguém quiser com a parceira, é só me avisar!
9 comentários - A mulher gostosa do meu melhor amigo