Parte 3 da história "A primeira vez que comeram minha esposa". Os dias passaram normalmente, e aos poucos o assunto do que aconteceu no apartamento do meu amigo foi se perdendo, embora eu já não quisesse que ela tivesse outro encontro com ele ou com mais ninguém. Às vezes, quando estávamos transando, eu gostava de imaginar de novo minha esposa com meu amigo, mas quando comentava com ela, dava pra ver uma certa irritação no rosto dela. A última coisa que eu queria era que ela ficasse brava, e eu era grato a ela por ter realizado minha fantasia. Pensei que voltaríamos a ser nossa família normal de novo.
Passaram-se uns 20 dias desde a última vez que toquei no assunto do meu amigo com ela. Já estava quase esquecido quando, um dia, cheguei um pouco mais cedo do trabalho. Ao chegar em casa, ela estava tomando banho. Do lado de fora do banheiro, avisei que já tinha chegado. Notei que o celular dela estava na cama, destravado. Eu tenho a senha dela, mas nunca gostei de fuçar o celular da minha esposa, e ela também não fucava o meu. Mas, bem naquele momento, ela recebeu uma mensagem de um número que não estava salvo. A curiosidade fez com que eu abrisse o chat daquele número e, por um instante, não consegui acreditar no que vi.
Era uma conversa da minha esposa com meu amigo Alejandro. O ciúme tomou conta da minha cabeça. Uma coisa era a gente ter realizado uma fantasia juntos, e outra muito diferente era ela estar conversando com ele sobre tudo, principalmente porque eu gostava de fantasiar ela sendo comida pelo meu amigo, e ela ficava irritada se eu tocava no assunto. Revisando a conversa, percebi que estavam conversando há poucos dias. Não sei como minha esposa conseguiu o número do Alejandro, mas na conversa ela dizia que sentia falta da pica dele e que se masturbava pensando nele. Mandou umas fotos dela se tocando na buceta, e ele só respondia que tava gostoso. Ela perguntou se poderiam se ver de novo, e ele respondeu que não tinha tempo. Minha esposa até disse que poderiam ir a um motel e que ela pagava. Só pra ver ele, o cara mandou uma foto da rola e perguntou se era aquilo que ela queria. Ela respondeu que sentia falta dele, que depois que ele comeu ela, não conseguia parar de pensar na rola dele. Foi a última coisa que li quando ouvi a voz da minha esposa gritando: "O que você tá fazendo com meu celular?" Virei a cabeça pra ela e, por um momento, achei que ia perder a cabeça. Dava vontade de jogar o celular no chão, mas falei: "Como você se atreve a ficar conversando com ele?" Ela respondeu que não tinha culpa, que a culpa era minha, porque fui eu quem pediu pra ela comer meu amigo. A discussão esquentou um pouco e, pra não continuar brigando, preferi sair de casa e fui pra um bar, esperando a calma voltar.
Lá no bar, comecei a refletir que minha esposa tinha razão. Ela sempre foi muito fiel pra mim, e fui eu quem pediu pra ela transar com ele. Não sabia o que me incomodava mais: o fato dela conversar com ele ou o fato de que, quando eu pedia pra fantasiar como ele tinha comido ela, ela ficava brava. Mas, no fim, não importava. Eu amava minha esposa e, pra ser sincero, aquilo me dava um certo tesão. De volta em casa, quando entrei no quarto, vi minha esposa deitada de lado na cama. Quando sentei ao lado dela, ela se levantou e pediu desculpas. O pedido de desculpas me pegou de surpresa. Falei que ela não tinha que se desculpar, pelo contrário, quem tinha que pedir perdão era eu, por ter me exaltado demais. Ela disse que não deveria ter escondido que conversava com ele. Eu só concordei com a cabeça. Falei que entendia e que, se ela quisesse continuar conversando com ele, eu entendia, só não queria que ela escondesse as coisas. Com um sorriso meio safado, falei: "Só não deixa aparecer seu rosto nas fotos que ele mandar, porque não quero que ninguém no trabalho saiba que é você." Ela respondeu com um sorriso meio debochado, dizendo "upps". Na hora, entendi o que ela quis dizer e comecei a rir. Eu falei: "Ai, love, você passa dos limites". Ela riu junto comigo e, como já era muito tarde, só deitamos e dormimos profundamente. Passou-se uma semana depois daquela briga que tive com minha esposa Yesenia, e um dia, ao chegar em casa, notei ela um pouco diferente, meio triste, digamos. Não quis perguntar, achei que era coisa da minha cabeça. No jantar, conversamos muito pouco. Falei se a gente podia ver um filme, e ela respondeu que eu visse sozinho, que ela não tava a fim. Subiu pro nosso quarto, e eu fiquei na sala. Poucos minutos depois, subi também e, ao entrar, vi que ela tava lendo um livro. Cheguei perto, dei um beijo nela e perguntei o que tinha. Ela disse que nada, mas eu sabia que era mentira. Respondi que a gente tinha prometido contar tudo um pro outro, e ela me mostrou o celular dela, no chat com o Alejandro, meu amigo. Só li o final da conversa: minha esposa pedia pra ele se podia mandar fotos da rola dele, e ele dizia que não tava com vontade. Ela mandou algumas fotos, umas com vestidos lindos, outras sem roupa nenhuma. A última que ela mandou foi ela de quatro, dando uma vista linda da bunda dela, mas ele nem respondeu. Aquele filho da puta do meu amigo teve a cara de pau de desprezar minha esposa, aquela esposa pela qual eu daria minha vida, e ele se atrevia a deixar ela no vácuo. Deixei o celular de volta na cama e falei: "Love, não sei o que dizer". Ela respondeu que tava com saudade de ver a rola dele, mas que ele já não tinha mais interesse nela. Ela queria que ele comesse ela de novo, que fizesse dela a putinha dele. Fiquei calado. Eu sabia como meu amigo era: ele me contava que só usava as minas por um tempo e, quando enjoava, não respondia mais. Sabia que ele não ia querer foder com minha esposa de novo, e ela, sem saber, tinha virado só mais uma na lista dele. Ver ela tão triste, minha linda esposa, me fez sentir mal comigo mesmo. Sabia que eu era o culpado e falei pra ela não ficar triste, que eu ia ajudar ela a conseguir o que queria dele. novamente eu comeria ela, ela virou pra mim e respondeu que sim, que faria isso por mim, e eu disse que claro, que a amava e que faria isso e muito mais por ela. Abracei ela e ela me deu um beijo, pedi pra ela me acompanhar, ela só me seguiu. Fomos a uma loja onde compramos vários tipos de lingerie pra minha esposa. Ao chegar em casa, ela experimentou as que mais gostamos e eu disse pra ela deitar na cama. Comecei a tirar fotos dela com meu celular em várias posições. A foto que mais gostei foi uma onde ela estava deitada na cama, completamente aberta de pernas, como se esperasse pra receber uma rola, com os peitos à mostra, sem calcinha e só com meias. Eu quebrei a regra que tinha imposto e na foto dava pra ver o rostinho lindo dela. Juntos, escolhemos as que mais gostamos e ela mandou pro meu amigo pelo celular dela. Ele não demorou pra responder e disse que ela parecia bem puta com aquela lingerie e naquelas poses. Minha esposa sorriu na hora. Ele mandou umas fotos dele se masturbando, e minha esposa, vendo as fotos, começou a se masturbar. Ela perguntou quando poderiam se ver, e ele respondeu que por causa do trabalho não tinha tempo. Eu disse pra ela não se preocupar, que já sabia como fazer pra eles ficarem juntos de novo. No dia seguinte, antes de ir pro trabalho, falei que ia trazer uma surpresa pra ela, mas queria que ela se arrumasse de um jeito provocante. Ela só disse que sim e me deu um beijo de despedida. Antes de sair do trabalho, conversei com meu amigo Alejandro, perguntando se ele podia me ajudar com meu computador, que tava com uns problemas. Ele, mesmo sendo bem mulherengo, sempre foi muito gentil quando se tratava de ajudar. Ele disse que sim, que depois do trabalho a gente fosse pra minha casa e ele resolvia. Quando cheguei em casa e entrei na sala, gritei pra minha esposa que já tinha chegado. Quando vi ela descendo as escadas, ela tava muito gostosa: um shortinho pequeno que só cobria parte da bunda, uma blusa de alcinha branca sem sutiã que fazia os bicos dos peitos ficarem bem marcados. excitação, ela tinha passado uma maquiagem leve e pintado os lábios de vermelho. Sarcasticamente, falei pra minha esposa: "amor, lembra do Alejandro?" Ela sorriu pra mim e disse: "claro, como esquecer". Eles se cumprimentaram com um beijo no rosto e apontei pro meu amigo onde estava meu computador. Ele foi até lá, comentei que alguns arquivos tinham sido deletados e perguntei se ele podia me ajudar a recuperar. Ele disse pra não me preocupar, que podia me ajudar. Quando voltei pra minha esposa, falei que ela estava muito gostosa, e ela respondeu com um sorriso, me perguntando se eu achava que o Alejandro tinha gostado. Respondi que ele seria um idiota se não tivesse, e mandei ela ir com ele ver se precisava de algo. Ela me olhou com um jeitinho lindo e foi até onde ele estava. Eu entrei na cozinha pra dar um pouco de privacidade pra eles.
De uma câmera que temos na sala, eu tava vendo a cena: ela se apoiou na mesa e, passando os dedos nos próprios peitos, perguntou se ele não sentia falta de foder ela de novo. Meu amigo só virou pra olhar, sorriu e disse que um pouco. Ela falou que sentia muita falta da pica dele, enquanto dizia isso, começou a passar a mão na perna dele, subindo em direção à pica. Quando tocou na pica dele por cima da calça, ela disse: "talvez você não sinta minha falta, mas sua pica sente, olha como ela tá dura". Ele só sorriu e mordeu os lábios. Vendo aquilo, pensei que o plano ia funcionar, mas ele tirou a mão dela da pica e disse que não dava. Ela, com a mão, abaixou um pouco a blusa pra deixar os peitões à mostra, pegou a mão do meu amigo e levou até os seios. Ela perguntou por que não dava, se ele queria. Alejandro respondeu que não dava porque eu tava em casa. Minha esposa sorriu e disse que dava um jeito, que ia me mandar comprar umas coisas pra deixar eles sozinhos. Quando ela entrou na cozinha, me contou o que eu já tinha ouvido e pediu, por favor, pra eu sair de casa. Casa que tava morrendo de vontade de ficar com ele, me disse pra olhar como ela já tava. Quando vi os bicos do peito dela, estavam mais duros que o normal, e ao tocar na calcinha fio dental dela, já tava toda molhada. Não tive outra opção a não ser falar que sim, e disse pra ela: "vou ver o que invento pra não ser tão na cara". Fui até onde meu amigo tava. Quando cheguei, ele tinha levantado e me disse que o computador tava ali. Pedi desculpa e falei que precisava comprar umas coisas, e perguntei se ele podia fazer o favor de ficar com a Yessenia enquanto eu voltava. Ele disse que sim, sem problema. Levei ele pra sala e falei pra minha esposa vir fazer companhia pra ele. Subi pro meu quarto pegar minha carteira, enquanto ia vendo no celular a cena que rolava na sala. Minha esposa, toda animada, disse pra ele que agora ele podia comer ela de novo, enquanto tocava no pau dele de novo. Ele perguntou se era verdade, que ele tava com muita vontade da rola dele, e ela disse que sim, que queria sentir o pau dele entrando na buceta dela e sentir o gozo dele de novo. Ele só riu e disse que sentia muito, porque ele só comia puta uma vez. Ela respondeu, bem triste, que não era uma vagabunda, que só queria ser dele, que faria de tudo pra ele fazer ela dele de novo. Eu ainda não tinha descido do quarto, não conseguia acreditar no que tava vendo, até que ponto minha esposa era capaz de fazer qualquer coisa pra ficar com ele. Ele respondeu que, se ela queria que ele fodesse ela de novo, meu marido tinha que pedir pra ele comer ela. Não conseguia acreditar num pedido desses, não sei o que ele ganhava com isso, mas quando vi minha esposa indo pro quarto, bloqueei o celular e fingi que tava procurando minha carteira. Quando ela entrou no quarto, perguntei o que tinha acontecido, e ela disse que precisava me pedir uma coisa: a única forma de fazer meu amigo comer ela era se eu pedisse pra ele. Na hora, recusei, falei como ela podia me pedir isso, imagina se descobrissem no trabalho. Ela me implorou pra fazer por ela. Ver ela implorando daquele jeito fez ela parecer ainda mais gostosa do que já era. O que era ruim é que ela estava me implorando pra outro comer ela. Sem dizer mais nada, peguei a mão dela e levei pra sala. Chegando lá, sentei do lado do meu amigo e minha esposa sentou do meu lado. Por uns instantes, ninguém disse nada, até que eu quebrei aquele silêncio e me virei pro meu amigo e falei que precisávamos da opinião dele. Ele perguntou sobre o quê, eu respondi que minha esposa não acreditava que com aquela roupa ela tava muito gostosa. Mandei ela levantar e ficar na nossa frente enquanto eu acariciava as pernas dela. Ele respondeu que ela tava muito gostosa e que pegaria qualquer rola que ela quisesse. Ela só sorriu. Falei pra minha esposa se inclinar pra gente ver os peitos dela. Notei que o pau do meu amigo já tava começando a endurecer. Mandei minha esposa pegar uma lingerie pro Alejandro dar a opinião dele. Ela foi rápido e, quando voltou, ficou do meu lado. Comecei a ajudar ela a se despir. Primeiro tirei a blusa dela, deixei cair no chão, enquanto percebia que meu amigo não perdia nenhum detalhe. Quando comecei a descer o shorts dela, comecei a descobrir uma calcinha fio-dental bem pequena, preta. Quando toquei com meus dedos, notei que ela tava toda molhada, mas guardei o comentário. Quando tirei a calcinha dela e ela ficou completamente nua, aproveitei por um instante o corpo de deusa que minha esposa tem: a carinha de anjo, os peitões enormes, a buceta depilada e o formato das pernas dela fizeram tanto eu quanto meu amigo ficarmos de pau duro. Sentei ela no sofá e ajudei a colocar as meias nas pernas macias dela. Troquei a calcinha molhada por uma calcinha fio-dental preta. Não podia acreditar que eu tava arrumando minha esposa pra outro cara comer ela, mas continuei com meu trabalho sem falar nada. Coloquei o ligue nas meias e ajudei ela a fechar um sutiã que combinava com o resto da lingerie. Quando terminei, coloquei ela de pé e perguntei pro meu amigo o que ele achava. Ele só sorriu e mordeu os lábios. Pensei que a qualquer momento... Naquele momento, ele ia se jogar em cima dela. Virei ela de costas pra que as bundas dela ficassem na altura dos nossos olhos, inclinei ela um pouco pra que o Alejandro tivesse uma visão melhor. Ela virou pra olhar pra gente e sorriu. Mandei um beijo pra ela, e ela retribuiu. Perguntei o que ela achava, e ele respondeu que ela tava espetacular. Toquei na bunda da minha esposa e mandei ele fazer o mesmo. Quando minha esposa sentiu as duas mãos, soltou um gemido baixinho. Mandei ela se virar e sentei ela no meu colo. Com as mãos, tirei um pouco do cabelo que cobria os peitos dela. Com meus dedos, fiz um carinho leve nos seios dela. Peguei os peitos dela com cada mão e perguntei pro meu amigo o que ele achava. Ele respondeu que eram umas tetas do caralho, enormes. Disse que quando a gente tivesse um bebê, elas iam ficar ainda maiores e que ia ser uma delícia ver o leite escorrendo pelos peitos dela. Eu e minha esposa demos um sorrisinho, porque a gente tinha tentado ser pais, mas não tinha conseguido engravidar. Falei pra minha esposa que eu era um amigo de merda, porque daquela distância meu amigo não ia conseguir aproveitar bem a vista dos peitos dela. Mandei ela sentar no colo do meu amigo. Ela obedeceu toda feliz. Quando sentou, perguntei pra ele como tava a visão de perto. Ele respondeu que eu tava levando toda a diversão. Quando sentou, minha esposa apoiou uma perna no colo do meu amigo enquanto descansava o resto do corpo no peito dele. Ele começou a tocar as pernas dela enquanto eu via a imagem linda da minha esposa aberta, com uma cara de tesão que me deixou um pouco ciumento. Ele começou a tocar a barriga da minha esposa e subiu as mãos pros peitos dela. Me disse que ela era uma foxy gostosa. A palavra me pegou um pouco de surpresa. Falei pro meu amigo que aquela lingerie eu tinha comprado pra minha esposa usar com ele e perguntei se ele tinha gostado das fotos que tirei pra ele. Não notei nenhum espanto no rosto do meu amigo e percebi que era isso que ele queria. que eu aceitaria que era um corno. Não me restou outra opção a não ser pedir: "você pode foder minha esposa, por favor?" Ele sorriu e disse que eu era um bom corno, que por mim ele comeria a puta da minha esposa. Minha esposa, ao ouvir essas palavras, olhou para mim e me deu um olhar, um sorriso de agradecimento que, ao ver, me senti recompensado. Ele começou a tocar a buceta dela por cima da tanga, enquanto eu só ficava olhando. Minha esposa começou a aumentar o volume dos gemidos e a mexer os quadris, ainda sentada nas pernas do meu amigo. Ela começou a massagear os próprios peitos e apertar os bicos com as pontas dos dedos. Minha esposa começou a tocar a pica dele, e ele deu a ordem para ela se ajoelhar. Ela obedeceu na hora. Abriu a calça dele e puxou a pica do meu amigo, que ficou na altura do rosto da minha esposa. Ao ver aquela pica enorme e ereta na frente dela, o olhar dela foi como se estivesse abrindo o presente mais lindo que poderia receber. Ela acariciou a pica dele da base até a cabeça. Minha esposa estava satisfeita por ter aquela pica nas mãos, aquela pica que a tinha enlouquecido e que fazia ela fazer qualquer coisa para tê-la de novo — e eu também. Ela colocou a pica entre os lábios enquanto se tocava na buceta. Era grande demais para caber na boca dela, mas ela deu o melhor de si. Ela se levantou e disse que já queria que ele metesse, e tentou dar um beijo nele. Ele desviou o beijo da minha esposa, e essa ação nos pegou de surpresa, tanto a ela quanto a mim. Alejandro disse que eu tinha que prepará-la para ele comer e pedir de novo. Eu disse: "por favor, come minha esposa, ela morre de vontade de ter sua pica". Ele respondeu: "você também morre de vontade de que eu coma sua esposa, fala isso". Eu baixei o olhar e depois disse: "por favor, come minha esposa, quero ver sua pica entrando nela". Ele deu uma gargalhada e disse de novo: "você é um bom corno". Virei para olhar minha esposa, e ela estava com toda a atenção nele. Ele me disse: "tá bom, mas quero que você prepare e lubrifique sua esposa para mim". Eu a peguei... cintura e a recostei no sofá, abri as pernas dela pra que meu amigo pudesse ver a buceta dela, ele falou cuck lubrifica ela rápido que já quero foder ela, levantei um pouco as pernas da minha esposa pra que ele pudesse entrar entre as pernas dela, comecei a chupar a buceta dela e com meus dedos espalhei minha saliva misturada com os doces sucos da minha esposa, sabia que tinha que fazer um bom trabalho porque o pau do meu amigo era enorme e não queria que machucasse minha esposa. Quando terminei, me ajoelhei ao lado dela e pedi de novo que ele comesse ela, que já tava pronta, e ele respondeu ainda não, cuck. Ele se ajoelhou perto de mim e falou você tem que abrir ela pra mim e meter meu pau, não acreditei no que ele tava dizendo mas virei pra ver minha esposa e sabia que tinha que fazer. Abri as pernas da minha esposa e com meus dedos puxei a calcinha dela de lado pra deixar a buceta da Yessenia à mostra, ele aproximou o pau da buceta da minha esposa, falei pra ele colocar camisinha e ele respondeu que já sabia que puta se come sem camisinha. O pau dele tava quase na entrada da buceta da minha esposa e bem perto do meu rosto, ele falou pra eu me apressar, sabia o que tinha que fazer mas uma parte de mim não queria, mas ao ver a excitação da minha esposa, qualquer tabu desapareceu em mim. Com uma mão puxei a calcinha da minha esposa de lado, e com a outra mão peguei o pau do meu amigo, ao sentir ele nas minhas mãos percebi como era enorme, não conseguia envolver o pau dele inteiro com minhas mãos, era grosso demais e tava tão quente que dava pra sentir ele pulsando. Aproximei um pouco mais o pau da buceta da minha esposa e ele falou pra lubrificar, levei o pau um pouco perto dos meus lábios e soltei um pouco de saliva na cabeça dele e com a mão espalhei por todo o pau enorme dele, só a cabeça do pau dele já era enorme, até me surpreendi como aquele pau enorme caberia na bucetinha da minha esposa. Aproximei o pau dos lábios vaginais da minha amada, de novo deixei cair um pouco de saliva. e caiu bem no meio do pau e da buceta cada vez mais molhada da minha esposa, com o pau dele espalhei aquela saliva entre os lábios dela, com minha mão levava num movimento o pau dele de cima pra baixo e minha esposa gemia cada vez mais forte mesmo sem penetrar ela, notava como o pau dele inchava mais e abri um pouco mais a buceta da minha esposa comecei a meter devagar aquela pica enorme na buceta apertada da minha esposa, embora não por muito tempo, começou a entrar devagar e minha esposa soltava gritos que ecoavam pela casa toda que eu não sabia dizer se eram de prazer ou de dor, via como os lábios da buceta dela se abriam pra receber o pau do meu amigo, o pau dele ia entrando devagar na buceta dela mas chegou num ponto em que não dava mais pra entrar, os gemidos e gritos da minha esposa eram mais altos e mais intensos, tava com medo dos vizinhos ouvirem, tentei fazer o pau dele entrar um pouco mais empurrando com a mão mas era impossível e mal tinha a metade do pau dele dentro, masturbei um pouco o pau dele pra ver se conseguia fazer entrar mais um pouco mas não adiantou nada, soltei o pau dele que já tava encharcado com os doces sucos da minha esposa, assim como minha mão, com as duas mãos tentei abrir um pouco mais a buceta da minha esposa, ele começou a tirar o pau dele devagar pra meter de novo, podia ver de perto como aquele membro enorme partia minha esposa ao meio, devagar foi conseguindo meter mais o pau dele, ele pegou ela pelos tornozelos pra abrir mais, os movimentos dele ficaram mais rápidos e os gritos da minha esposa viraram gemidos, tirei meu pau e comecei a me masturbar, ver como ela tava toda aberta enquanto recebia meu amigo era algo muito safado, olhei pra minha esposa e vi a cara de prazer que ela tinha, me aproximei e perguntei se não tava machucando, e entre gemidos ela disse que não, via o balanço dos peitos da minha esposa e peguei eles com minhas mãos. Levantei o rosto da minha esposa pra deitar ela nos meus braços e disse pra eu beijar ela, ao beijar senti como se fosse nosso primeiro beijo, era um beijo diferente, muito mais romântico, com muito mais prazer. Senti os lábios dela devorando minha boca, mas ao mesmo tempo sentia cada estocada que meu amigo dava nela. Com meus lábios, abafava cada gemido dela, e quando parei de beijar, ela segurou meu rosto e disse: "Muito obrigada, meu amor, te amo." Foi o "te amo" mais sincero que já ouvi dela, e mesmo não sendo eu quem causava o prazer dela, recebi os agradecimentos dela, e com aquelas palavras tudo o que estava acontecendo naquele momento valeu a pena. Ele tirou o pau de repente, arrancando um grito da minha esposa, segurou ela pela cintura, levantou, ela envolveu o corpo dele com os braços e os dois se fundiram num beijo. Com aquele beijo, ele me disse que agora ela pertencia a ele. Do meu lugar, só pude aceitar. Ele virou ela e colocou de quatro. Eu, sem precisar que ele mandasse, abri as nádegas da minha esposa. Quando peguei o pau dele, não precisava mais lubrificar, porque ela estava encharcada de fluidos. Coloquei o pau dele de novo na buceta dela, e mesmo não estando completamente dentro, já era um esforço mínimo. Como bom marido, continuei abrindo as nádegas da minha esposa. Me afastei, e ele começou a puxar o cabelo dela enquanto dizia que ela era uma puta, e minha esposa respondia que era a puta dele. Ele desabotoou o sutiã dela e começou a apertar os peitos dela com muita força, mas ela não se importava. Ele disse o que eu não queria ouvir: "Vai ver como vou arrebentar essa bunda da sua esposa." Ela já pertencia a ele, então não disse nada. Só abri o máximo que pude as nádegas da minha esposa, e ele foi enfiando o pau devagar até que a cabeça inteira entrou. Os gritos da minha esposa eram demais, e mesmo querendo continuar vendo aquele pau entrando, preferi ficar perto dela. Me ajoelhei na frente dela e segurei a mão dela enquanto ele continuava abrindo ela com o pau. Ela dizia: "Meu amor, dói", não sei se falava comigo ou com ele, mas eu perguntei: "Quer que eu mande ele tirar?" E ela respondeu rápido: "Não, por favor, não. Olhava e parecia outra, aquela esposa inocente já não existia mais. Peguei ela pela cintura e as minhas estocadas ficaram mais fortes. Tirei o pau da minha esposa e fiquei na mesma posição que o amante dela tinha deixado. Meu amigo me disse pra olhar, me aproximei e vi como o cu dela ficou dilatado. Pensei que ia encontrar minha esposa coberta de porra, mas o pau do meu amigo continuava duro e percebi que ele ainda não tinha gozado. Enfiei de novo na vagina da minha esposa e beijei com carinho o cu dilatado dela. Ela se levantou e ele estava sentado com o pau ainda ereto. Pensei que minha esposa não queria mais continuar, mas ela se levantou, passou as mãos nos meus ombros e montou em cima dele pra sentir prazer de novo. Ela subiu e eu ia me aproximar pra ajudar a penetrar ela de novo, mas ela pegou o pau dele e encaixou na vagina dela, começando a descer devagar naquele pau que ela tanto amava. Alejandro falou: "Senta aí e bate uma, não atrapalha mais". Obedeci e curti o espetáculo. Minha esposa subia e descia enquanto ele chupava os peitos dela, ela acariciava o cabelo dele e ele recompensava com umas palmadas que marcaram as mãos na pele branca da minha esposa. Ela dizia: "Papai, continua me comendo", e ele pegava ela com mais força, falava que ela era uma puta e os movimentos deles viraram um só. Não sei quantos orgasmos minha esposa já tinha tido, mas aquele foi diferente. No momento em que ela estava gozando em cima dele, ela dizia: "Sim, sim", "sim, meu amor, obrigada". Por um momento pensei que era pra mim, mas logo percebi que não. Enquanto ela dizia "obrigada, meu amor", os dois se olhavam fixamente como se fossem namorados de uma vida inteira. Até meu amigo, aquele mulherengo, estava entregue naquele momento, que além de sexo, eles estavam fazendo amor. Ele disse que já ia gozar e ela falou que queria o leite dele na boca dela. Ele disse que sim, mas que o corno ajudasse. Ela se ajoelhou na frente dele como uma puta submisa, e por um momento eu esqueci. que aquela era minha esposa, mas ela virou pra mim e me deu aquele sorriso de amor que eu recebia toda manhã ao acordar, e percebi que era só o prazer do momento. Os dois me pediram pra chegar mais perto, me posicionei atrás dela e o pau dele ficou na altura do meu rosto e do dela. Eu peguei o cabelo dela e a puxei mais pra perto do pau dele. Ela abriu a boca o máximo que pôde enquanto colocava ele nos lábios. Ele começou a se masturbar pra gozar nela. Ele soltou o pau e fez um sinal pra mim que eu entendi na hora. Peguei o pau dele com a minha mão enquanto minha esposa continuava chupando. Ela passou os lábios da cabeça até a base do pau, se abaixou um pouco mais pra alcançar o prêmio que ela queria: uns testículos enormes. Eu ajudei um pouco levantando o pau dele pra ela poder curtir eles. Ela passava a língua neles e queria meter na boca, mas não conseguia. Até tentei ajudar, mas não deu. Ela se contentou em colocar um na boca. Ela continuou lambendo o pau dele enquanto eu massageava um pouco. Ele meteu o pau na boca da minha esposa enquanto eu segurava ela pela cintura, dei um beijo na bochecha dela e a cabeça dele aparecia por cima da bochecha dela. Então, quando beijei ela de novo, acabei beijando a cabeça dele por cima da pele da minha esposa. Encostei meu pau entre o corpo dela e senti o calor da buceta dela ainda. Peguei o pau do meu amigo de novo enquanto minha esposa tinha ele nos lábios, masturbei ele um pouco e, quando o pau dele tava na minha mão, ele começou a gozar na boca da minha esposa. Eu sentia com a minha mão o esperma passando pelo pau dele. Minha esposa tentou engolir o máximo que pôde, mas grande parte escorreu pelos lábios e caiu nos peitos dela. Ela com os dedos pegou a porra que tinha escapado e colocou de volta na boquinha dela. A dos peitos também limpou com os dedos e lambeu eles. Ela deu um beijo no pau do meu amigo e agradeceu. Ela virou pra mim e me deu um beijo — não sei se foi por maldade, sabendo que eu tinha ainda restos de sêmen dele, ou foi porque ela queria me beijar? Qualquer uma das duas, eu recebi o beijo dela com gosto enquanto meu amigo vestia a roupa. Ajudei minha esposa a se levantar e, com a própria roupa dela, limpei a entreperna dela e os restos de evidência que caíram no chão e no sofá. Ela vestiu o shorts e a blusa de novo e deu a calcinha fio-dental que estava usando no começo para o amante dela. Ela sabia que eram os troféus dele. Ela pegou, se despediu e nós o acompanhamos até a porta. Antes de ir, eles se deram um beijo de despedida enquanto ela se despedia, passando a mão no pau dele. Ele tocou os quadris dela e se despediram. Ao entrar, eu a peguei nos braços, dei um beijo nela e ela me agradeceu de novo. Ela me disse para sentar no sofá e se ajoelhou na minha frente. Pediu desculpas, disse que não poderia me ajudar a gozar naquele momento de outra forma senão com a boca, porque a buceta dela estava dolorida. Eu dei uma risada e ela correspondeu. Não foi difícil para ela me fazer gozar, mas, ao contrário do que aconteceu com o Alejandro, quando sentiu meu gozo na boca, ela cuspiu e caiu tudo na barriga dela. Ela me sorriu de um jeito muito safado e fomos tomar banho juntos, e depois dormimos, terminando aquela noite linda.
Passaram-se uns 20 dias desde a última vez que toquei no assunto do meu amigo com ela. Já estava quase esquecido quando, um dia, cheguei um pouco mais cedo do trabalho. Ao chegar em casa, ela estava tomando banho. Do lado de fora do banheiro, avisei que já tinha chegado. Notei que o celular dela estava na cama, destravado. Eu tenho a senha dela, mas nunca gostei de fuçar o celular da minha esposa, e ela também não fucava o meu. Mas, bem naquele momento, ela recebeu uma mensagem de um número que não estava salvo. A curiosidade fez com que eu abrisse o chat daquele número e, por um instante, não consegui acreditar no que vi.
Era uma conversa da minha esposa com meu amigo Alejandro. O ciúme tomou conta da minha cabeça. Uma coisa era a gente ter realizado uma fantasia juntos, e outra muito diferente era ela estar conversando com ele sobre tudo, principalmente porque eu gostava de fantasiar ela sendo comida pelo meu amigo, e ela ficava irritada se eu tocava no assunto. Revisando a conversa, percebi que estavam conversando há poucos dias. Não sei como minha esposa conseguiu o número do Alejandro, mas na conversa ela dizia que sentia falta da pica dele e que se masturbava pensando nele. Mandou umas fotos dela se tocando na buceta, e ele só respondia que tava gostoso. Ela perguntou se poderiam se ver de novo, e ele respondeu que não tinha tempo. Minha esposa até disse que poderiam ir a um motel e que ela pagava. Só pra ver ele, o cara mandou uma foto da rola e perguntou se era aquilo que ela queria. Ela respondeu que sentia falta dele, que depois que ele comeu ela, não conseguia parar de pensar na rola dele. Foi a última coisa que li quando ouvi a voz da minha esposa gritando: "O que você tá fazendo com meu celular?" Virei a cabeça pra ela e, por um momento, achei que ia perder a cabeça. Dava vontade de jogar o celular no chão, mas falei: "Como você se atreve a ficar conversando com ele?" Ela respondeu que não tinha culpa, que a culpa era minha, porque fui eu quem pediu pra ela comer meu amigo. A discussão esquentou um pouco e, pra não continuar brigando, preferi sair de casa e fui pra um bar, esperando a calma voltar.
Lá no bar, comecei a refletir que minha esposa tinha razão. Ela sempre foi muito fiel pra mim, e fui eu quem pediu pra ela transar com ele. Não sabia o que me incomodava mais: o fato dela conversar com ele ou o fato de que, quando eu pedia pra fantasiar como ele tinha comido ela, ela ficava brava. Mas, no fim, não importava. Eu amava minha esposa e, pra ser sincero, aquilo me dava um certo tesão. De volta em casa, quando entrei no quarto, vi minha esposa deitada de lado na cama. Quando sentei ao lado dela, ela se levantou e pediu desculpas. O pedido de desculpas me pegou de surpresa. Falei que ela não tinha que se desculpar, pelo contrário, quem tinha que pedir perdão era eu, por ter me exaltado demais. Ela disse que não deveria ter escondido que conversava com ele. Eu só concordei com a cabeça. Falei que entendia e que, se ela quisesse continuar conversando com ele, eu entendia, só não queria que ela escondesse as coisas. Com um sorriso meio safado, falei: "Só não deixa aparecer seu rosto nas fotos que ele mandar, porque não quero que ninguém no trabalho saiba que é você." Ela respondeu com um sorriso meio debochado, dizendo "upps". Na hora, entendi o que ela quis dizer e comecei a rir. Eu falei: "Ai, love, você passa dos limites". Ela riu junto comigo e, como já era muito tarde, só deitamos e dormimos profundamente. Passou-se uma semana depois daquela briga que tive com minha esposa Yesenia, e um dia, ao chegar em casa, notei ela um pouco diferente, meio triste, digamos. Não quis perguntar, achei que era coisa da minha cabeça. No jantar, conversamos muito pouco. Falei se a gente podia ver um filme, e ela respondeu que eu visse sozinho, que ela não tava a fim. Subiu pro nosso quarto, e eu fiquei na sala. Poucos minutos depois, subi também e, ao entrar, vi que ela tava lendo um livro. Cheguei perto, dei um beijo nela e perguntei o que tinha. Ela disse que nada, mas eu sabia que era mentira. Respondi que a gente tinha prometido contar tudo um pro outro, e ela me mostrou o celular dela, no chat com o Alejandro, meu amigo. Só li o final da conversa: minha esposa pedia pra ele se podia mandar fotos da rola dele, e ele dizia que não tava com vontade. Ela mandou algumas fotos, umas com vestidos lindos, outras sem roupa nenhuma. A última que ela mandou foi ela de quatro, dando uma vista linda da bunda dela, mas ele nem respondeu. Aquele filho da puta do meu amigo teve a cara de pau de desprezar minha esposa, aquela esposa pela qual eu daria minha vida, e ele se atrevia a deixar ela no vácuo. Deixei o celular de volta na cama e falei: "Love, não sei o que dizer". Ela respondeu que tava com saudade de ver a rola dele, mas que ele já não tinha mais interesse nela. Ela queria que ele comesse ela de novo, que fizesse dela a putinha dele. Fiquei calado. Eu sabia como meu amigo era: ele me contava que só usava as minas por um tempo e, quando enjoava, não respondia mais. Sabia que ele não ia querer foder com minha esposa de novo, e ela, sem saber, tinha virado só mais uma na lista dele. Ver ela tão triste, minha linda esposa, me fez sentir mal comigo mesmo. Sabia que eu era o culpado e falei pra ela não ficar triste, que eu ia ajudar ela a conseguir o que queria dele. novamente eu comeria ela, ela virou pra mim e respondeu que sim, que faria isso por mim, e eu disse que claro, que a amava e que faria isso e muito mais por ela. Abracei ela e ela me deu um beijo, pedi pra ela me acompanhar, ela só me seguiu. Fomos a uma loja onde compramos vários tipos de lingerie pra minha esposa. Ao chegar em casa, ela experimentou as que mais gostamos e eu disse pra ela deitar na cama. Comecei a tirar fotos dela com meu celular em várias posições. A foto que mais gostei foi uma onde ela estava deitada na cama, completamente aberta de pernas, como se esperasse pra receber uma rola, com os peitos à mostra, sem calcinha e só com meias. Eu quebrei a regra que tinha imposto e na foto dava pra ver o rostinho lindo dela. Juntos, escolhemos as que mais gostamos e ela mandou pro meu amigo pelo celular dela. Ele não demorou pra responder e disse que ela parecia bem puta com aquela lingerie e naquelas poses. Minha esposa sorriu na hora. Ele mandou umas fotos dele se masturbando, e minha esposa, vendo as fotos, começou a se masturbar. Ela perguntou quando poderiam se ver, e ele respondeu que por causa do trabalho não tinha tempo. Eu disse pra ela não se preocupar, que já sabia como fazer pra eles ficarem juntos de novo. No dia seguinte, antes de ir pro trabalho, falei que ia trazer uma surpresa pra ela, mas queria que ela se arrumasse de um jeito provocante. Ela só disse que sim e me deu um beijo de despedida. Antes de sair do trabalho, conversei com meu amigo Alejandro, perguntando se ele podia me ajudar com meu computador, que tava com uns problemas. Ele, mesmo sendo bem mulherengo, sempre foi muito gentil quando se tratava de ajudar. Ele disse que sim, que depois do trabalho a gente fosse pra minha casa e ele resolvia. Quando cheguei em casa e entrei na sala, gritei pra minha esposa que já tinha chegado. Quando vi ela descendo as escadas, ela tava muito gostosa: um shortinho pequeno que só cobria parte da bunda, uma blusa de alcinha branca sem sutiã que fazia os bicos dos peitos ficarem bem marcados. excitação, ela tinha passado uma maquiagem leve e pintado os lábios de vermelho. Sarcasticamente, falei pra minha esposa: "amor, lembra do Alejandro?" Ela sorriu pra mim e disse: "claro, como esquecer". Eles se cumprimentaram com um beijo no rosto e apontei pro meu amigo onde estava meu computador. Ele foi até lá, comentei que alguns arquivos tinham sido deletados e perguntei se ele podia me ajudar a recuperar. Ele disse pra não me preocupar, que podia me ajudar. Quando voltei pra minha esposa, falei que ela estava muito gostosa, e ela respondeu com um sorriso, me perguntando se eu achava que o Alejandro tinha gostado. Respondi que ele seria um idiota se não tivesse, e mandei ela ir com ele ver se precisava de algo. Ela me olhou com um jeitinho lindo e foi até onde ele estava. Eu entrei na cozinha pra dar um pouco de privacidade pra eles.
De uma câmera que temos na sala, eu tava vendo a cena: ela se apoiou na mesa e, passando os dedos nos próprios peitos, perguntou se ele não sentia falta de foder ela de novo. Meu amigo só virou pra olhar, sorriu e disse que um pouco. Ela falou que sentia muita falta da pica dele, enquanto dizia isso, começou a passar a mão na perna dele, subindo em direção à pica. Quando tocou na pica dele por cima da calça, ela disse: "talvez você não sinta minha falta, mas sua pica sente, olha como ela tá dura". Ele só sorriu e mordeu os lábios. Vendo aquilo, pensei que o plano ia funcionar, mas ele tirou a mão dela da pica e disse que não dava. Ela, com a mão, abaixou um pouco a blusa pra deixar os peitões à mostra, pegou a mão do meu amigo e levou até os seios. Ela perguntou por que não dava, se ele queria. Alejandro respondeu que não dava porque eu tava em casa. Minha esposa sorriu e disse que dava um jeito, que ia me mandar comprar umas coisas pra deixar eles sozinhos. Quando ela entrou na cozinha, me contou o que eu já tinha ouvido e pediu, por favor, pra eu sair de casa. Casa que tava morrendo de vontade de ficar com ele, me disse pra olhar como ela já tava. Quando vi os bicos do peito dela, estavam mais duros que o normal, e ao tocar na calcinha fio dental dela, já tava toda molhada. Não tive outra opção a não ser falar que sim, e disse pra ela: "vou ver o que invento pra não ser tão na cara". Fui até onde meu amigo tava. Quando cheguei, ele tinha levantado e me disse que o computador tava ali. Pedi desculpa e falei que precisava comprar umas coisas, e perguntei se ele podia fazer o favor de ficar com a Yessenia enquanto eu voltava. Ele disse que sim, sem problema. Levei ele pra sala e falei pra minha esposa vir fazer companhia pra ele. Subi pro meu quarto pegar minha carteira, enquanto ia vendo no celular a cena que rolava na sala. Minha esposa, toda animada, disse pra ele que agora ele podia comer ela de novo, enquanto tocava no pau dele de novo. Ele perguntou se era verdade, que ele tava com muita vontade da rola dele, e ela disse que sim, que queria sentir o pau dele entrando na buceta dela e sentir o gozo dele de novo. Ele só riu e disse que sentia muito, porque ele só comia puta uma vez. Ela respondeu, bem triste, que não era uma vagabunda, que só queria ser dele, que faria de tudo pra ele fazer ela dele de novo. Eu ainda não tinha descido do quarto, não conseguia acreditar no que tava vendo, até que ponto minha esposa era capaz de fazer qualquer coisa pra ficar com ele. Ele respondeu que, se ela queria que ele fodesse ela de novo, meu marido tinha que pedir pra ele comer ela. Não conseguia acreditar num pedido desses, não sei o que ele ganhava com isso, mas quando vi minha esposa indo pro quarto, bloqueei o celular e fingi que tava procurando minha carteira. Quando ela entrou no quarto, perguntei o que tinha acontecido, e ela disse que precisava me pedir uma coisa: a única forma de fazer meu amigo comer ela era se eu pedisse pra ele. Na hora, recusei, falei como ela podia me pedir isso, imagina se descobrissem no trabalho. Ela me implorou pra fazer por ela. Ver ela implorando daquele jeito fez ela parecer ainda mais gostosa do que já era. O que era ruim é que ela estava me implorando pra outro comer ela. Sem dizer mais nada, peguei a mão dela e levei pra sala. Chegando lá, sentei do lado do meu amigo e minha esposa sentou do meu lado. Por uns instantes, ninguém disse nada, até que eu quebrei aquele silêncio e me virei pro meu amigo e falei que precisávamos da opinião dele. Ele perguntou sobre o quê, eu respondi que minha esposa não acreditava que com aquela roupa ela tava muito gostosa. Mandei ela levantar e ficar na nossa frente enquanto eu acariciava as pernas dela. Ele respondeu que ela tava muito gostosa e que pegaria qualquer rola que ela quisesse. Ela só sorriu. Falei pra minha esposa se inclinar pra gente ver os peitos dela. Notei que o pau do meu amigo já tava começando a endurecer. Mandei minha esposa pegar uma lingerie pro Alejandro dar a opinião dele. Ela foi rápido e, quando voltou, ficou do meu lado. Comecei a ajudar ela a se despir. Primeiro tirei a blusa dela, deixei cair no chão, enquanto percebia que meu amigo não perdia nenhum detalhe. Quando comecei a descer o shorts dela, comecei a descobrir uma calcinha fio-dental bem pequena, preta. Quando toquei com meus dedos, notei que ela tava toda molhada, mas guardei o comentário. Quando tirei a calcinha dela e ela ficou completamente nua, aproveitei por um instante o corpo de deusa que minha esposa tem: a carinha de anjo, os peitões enormes, a buceta depilada e o formato das pernas dela fizeram tanto eu quanto meu amigo ficarmos de pau duro. Sentei ela no sofá e ajudei a colocar as meias nas pernas macias dela. Troquei a calcinha molhada por uma calcinha fio-dental preta. Não podia acreditar que eu tava arrumando minha esposa pra outro cara comer ela, mas continuei com meu trabalho sem falar nada. Coloquei o ligue nas meias e ajudei ela a fechar um sutiã que combinava com o resto da lingerie. Quando terminei, coloquei ela de pé e perguntei pro meu amigo o que ele achava. Ele só sorriu e mordeu os lábios. Pensei que a qualquer momento... Naquele momento, ele ia se jogar em cima dela. Virei ela de costas pra que as bundas dela ficassem na altura dos nossos olhos, inclinei ela um pouco pra que o Alejandro tivesse uma visão melhor. Ela virou pra olhar pra gente e sorriu. Mandei um beijo pra ela, e ela retribuiu. Perguntei o que ela achava, e ele respondeu que ela tava espetacular. Toquei na bunda da minha esposa e mandei ele fazer o mesmo. Quando minha esposa sentiu as duas mãos, soltou um gemido baixinho. Mandei ela se virar e sentei ela no meu colo. Com as mãos, tirei um pouco do cabelo que cobria os peitos dela. Com meus dedos, fiz um carinho leve nos seios dela. Peguei os peitos dela com cada mão e perguntei pro meu amigo o que ele achava. Ele respondeu que eram umas tetas do caralho, enormes. Disse que quando a gente tivesse um bebê, elas iam ficar ainda maiores e que ia ser uma delícia ver o leite escorrendo pelos peitos dela. Eu e minha esposa demos um sorrisinho, porque a gente tinha tentado ser pais, mas não tinha conseguido engravidar. Falei pra minha esposa que eu era um amigo de merda, porque daquela distância meu amigo não ia conseguir aproveitar bem a vista dos peitos dela. Mandei ela sentar no colo do meu amigo. Ela obedeceu toda feliz. Quando sentou, perguntei pra ele como tava a visão de perto. Ele respondeu que eu tava levando toda a diversão. Quando sentou, minha esposa apoiou uma perna no colo do meu amigo enquanto descansava o resto do corpo no peito dele. Ele começou a tocar as pernas dela enquanto eu via a imagem linda da minha esposa aberta, com uma cara de tesão que me deixou um pouco ciumento. Ele começou a tocar a barriga da minha esposa e subiu as mãos pros peitos dela. Me disse que ela era uma foxy gostosa. A palavra me pegou um pouco de surpresa. Falei pro meu amigo que aquela lingerie eu tinha comprado pra minha esposa usar com ele e perguntei se ele tinha gostado das fotos que tirei pra ele. Não notei nenhum espanto no rosto do meu amigo e percebi que era isso que ele queria. que eu aceitaria que era um corno. Não me restou outra opção a não ser pedir: "você pode foder minha esposa, por favor?" Ele sorriu e disse que eu era um bom corno, que por mim ele comeria a puta da minha esposa. Minha esposa, ao ouvir essas palavras, olhou para mim e me deu um olhar, um sorriso de agradecimento que, ao ver, me senti recompensado. Ele começou a tocar a buceta dela por cima da tanga, enquanto eu só ficava olhando. Minha esposa começou a aumentar o volume dos gemidos e a mexer os quadris, ainda sentada nas pernas do meu amigo. Ela começou a massagear os próprios peitos e apertar os bicos com as pontas dos dedos. Minha esposa começou a tocar a pica dele, e ele deu a ordem para ela se ajoelhar. Ela obedeceu na hora. Abriu a calça dele e puxou a pica do meu amigo, que ficou na altura do rosto da minha esposa. Ao ver aquela pica enorme e ereta na frente dela, o olhar dela foi como se estivesse abrindo o presente mais lindo que poderia receber. Ela acariciou a pica dele da base até a cabeça. Minha esposa estava satisfeita por ter aquela pica nas mãos, aquela pica que a tinha enlouquecido e que fazia ela fazer qualquer coisa para tê-la de novo — e eu também. Ela colocou a pica entre os lábios enquanto se tocava na buceta. Era grande demais para caber na boca dela, mas ela deu o melhor de si. Ela se levantou e disse que já queria que ele metesse, e tentou dar um beijo nele. Ele desviou o beijo da minha esposa, e essa ação nos pegou de surpresa, tanto a ela quanto a mim. Alejandro disse que eu tinha que prepará-la para ele comer e pedir de novo. Eu disse: "por favor, come minha esposa, ela morre de vontade de ter sua pica". Ele respondeu: "você também morre de vontade de que eu coma sua esposa, fala isso". Eu baixei o olhar e depois disse: "por favor, come minha esposa, quero ver sua pica entrando nela". Ele deu uma gargalhada e disse de novo: "você é um bom corno". Virei para olhar minha esposa, e ela estava com toda a atenção nele. Ele me disse: "tá bom, mas quero que você prepare e lubrifique sua esposa para mim". Eu a peguei... cintura e a recostei no sofá, abri as pernas dela pra que meu amigo pudesse ver a buceta dela, ele falou cuck lubrifica ela rápido que já quero foder ela, levantei um pouco as pernas da minha esposa pra que ele pudesse entrar entre as pernas dela, comecei a chupar a buceta dela e com meus dedos espalhei minha saliva misturada com os doces sucos da minha esposa, sabia que tinha que fazer um bom trabalho porque o pau do meu amigo era enorme e não queria que machucasse minha esposa. Quando terminei, me ajoelhei ao lado dela e pedi de novo que ele comesse ela, que já tava pronta, e ele respondeu ainda não, cuck. Ele se ajoelhou perto de mim e falou você tem que abrir ela pra mim e meter meu pau, não acreditei no que ele tava dizendo mas virei pra ver minha esposa e sabia que tinha que fazer. Abri as pernas da minha esposa e com meus dedos puxei a calcinha dela de lado pra deixar a buceta da Yessenia à mostra, ele aproximou o pau da buceta da minha esposa, falei pra ele colocar camisinha e ele respondeu que já sabia que puta se come sem camisinha. O pau dele tava quase na entrada da buceta da minha esposa e bem perto do meu rosto, ele falou pra eu me apressar, sabia o que tinha que fazer mas uma parte de mim não queria, mas ao ver a excitação da minha esposa, qualquer tabu desapareceu em mim. Com uma mão puxei a calcinha da minha esposa de lado, e com a outra mão peguei o pau do meu amigo, ao sentir ele nas minhas mãos percebi como era enorme, não conseguia envolver o pau dele inteiro com minhas mãos, era grosso demais e tava tão quente que dava pra sentir ele pulsando. Aproximei um pouco mais o pau da buceta da minha esposa e ele falou pra lubrificar, levei o pau um pouco perto dos meus lábios e soltei um pouco de saliva na cabeça dele e com a mão espalhei por todo o pau enorme dele, só a cabeça do pau dele já era enorme, até me surpreendi como aquele pau enorme caberia na bucetinha da minha esposa. Aproximei o pau dos lábios vaginais da minha amada, de novo deixei cair um pouco de saliva. e caiu bem no meio do pau e da buceta cada vez mais molhada da minha esposa, com o pau dele espalhei aquela saliva entre os lábios dela, com minha mão levava num movimento o pau dele de cima pra baixo e minha esposa gemia cada vez mais forte mesmo sem penetrar ela, notava como o pau dele inchava mais e abri um pouco mais a buceta da minha esposa comecei a meter devagar aquela pica enorme na buceta apertada da minha esposa, embora não por muito tempo, começou a entrar devagar e minha esposa soltava gritos que ecoavam pela casa toda que eu não sabia dizer se eram de prazer ou de dor, via como os lábios da buceta dela se abriam pra receber o pau do meu amigo, o pau dele ia entrando devagar na buceta dela mas chegou num ponto em que não dava mais pra entrar, os gemidos e gritos da minha esposa eram mais altos e mais intensos, tava com medo dos vizinhos ouvirem, tentei fazer o pau dele entrar um pouco mais empurrando com a mão mas era impossível e mal tinha a metade do pau dele dentro, masturbei um pouco o pau dele pra ver se conseguia fazer entrar mais um pouco mas não adiantou nada, soltei o pau dele que já tava encharcado com os doces sucos da minha esposa, assim como minha mão, com as duas mãos tentei abrir um pouco mais a buceta da minha esposa, ele começou a tirar o pau dele devagar pra meter de novo, podia ver de perto como aquele membro enorme partia minha esposa ao meio, devagar foi conseguindo meter mais o pau dele, ele pegou ela pelos tornozelos pra abrir mais, os movimentos dele ficaram mais rápidos e os gritos da minha esposa viraram gemidos, tirei meu pau e comecei a me masturbar, ver como ela tava toda aberta enquanto recebia meu amigo era algo muito safado, olhei pra minha esposa e vi a cara de prazer que ela tinha, me aproximei e perguntei se não tava machucando, e entre gemidos ela disse que não, via o balanço dos peitos da minha esposa e peguei eles com minhas mãos. Levantei o rosto da minha esposa pra deitar ela nos meus braços e disse pra eu beijar ela, ao beijar senti como se fosse nosso primeiro beijo, era um beijo diferente, muito mais romântico, com muito mais prazer. Senti os lábios dela devorando minha boca, mas ao mesmo tempo sentia cada estocada que meu amigo dava nela. Com meus lábios, abafava cada gemido dela, e quando parei de beijar, ela segurou meu rosto e disse: "Muito obrigada, meu amor, te amo." Foi o "te amo" mais sincero que já ouvi dela, e mesmo não sendo eu quem causava o prazer dela, recebi os agradecimentos dela, e com aquelas palavras tudo o que estava acontecendo naquele momento valeu a pena. Ele tirou o pau de repente, arrancando um grito da minha esposa, segurou ela pela cintura, levantou, ela envolveu o corpo dele com os braços e os dois se fundiram num beijo. Com aquele beijo, ele me disse que agora ela pertencia a ele. Do meu lugar, só pude aceitar. Ele virou ela e colocou de quatro. Eu, sem precisar que ele mandasse, abri as nádegas da minha esposa. Quando peguei o pau dele, não precisava mais lubrificar, porque ela estava encharcada de fluidos. Coloquei o pau dele de novo na buceta dela, e mesmo não estando completamente dentro, já era um esforço mínimo. Como bom marido, continuei abrindo as nádegas da minha esposa. Me afastei, e ele começou a puxar o cabelo dela enquanto dizia que ela era uma puta, e minha esposa respondia que era a puta dele. Ele desabotoou o sutiã dela e começou a apertar os peitos dela com muita força, mas ela não se importava. Ele disse o que eu não queria ouvir: "Vai ver como vou arrebentar essa bunda da sua esposa." Ela já pertencia a ele, então não disse nada. Só abri o máximo que pude as nádegas da minha esposa, e ele foi enfiando o pau devagar até que a cabeça inteira entrou. Os gritos da minha esposa eram demais, e mesmo querendo continuar vendo aquele pau entrando, preferi ficar perto dela. Me ajoelhei na frente dela e segurei a mão dela enquanto ele continuava abrindo ela com o pau. Ela dizia: "Meu amor, dói", não sei se falava comigo ou com ele, mas eu perguntei: "Quer que eu mande ele tirar?" E ela respondeu rápido: "Não, por favor, não. Olhava e parecia outra, aquela esposa inocente já não existia mais. Peguei ela pela cintura e as minhas estocadas ficaram mais fortes. Tirei o pau da minha esposa e fiquei na mesma posição que o amante dela tinha deixado. Meu amigo me disse pra olhar, me aproximei e vi como o cu dela ficou dilatado. Pensei que ia encontrar minha esposa coberta de porra, mas o pau do meu amigo continuava duro e percebi que ele ainda não tinha gozado. Enfiei de novo na vagina da minha esposa e beijei com carinho o cu dilatado dela. Ela se levantou e ele estava sentado com o pau ainda ereto. Pensei que minha esposa não queria mais continuar, mas ela se levantou, passou as mãos nos meus ombros e montou em cima dele pra sentir prazer de novo. Ela subiu e eu ia me aproximar pra ajudar a penetrar ela de novo, mas ela pegou o pau dele e encaixou na vagina dela, começando a descer devagar naquele pau que ela tanto amava. Alejandro falou: "Senta aí e bate uma, não atrapalha mais". Obedeci e curti o espetáculo. Minha esposa subia e descia enquanto ele chupava os peitos dela, ela acariciava o cabelo dele e ele recompensava com umas palmadas que marcaram as mãos na pele branca da minha esposa. Ela dizia: "Papai, continua me comendo", e ele pegava ela com mais força, falava que ela era uma puta e os movimentos deles viraram um só. Não sei quantos orgasmos minha esposa já tinha tido, mas aquele foi diferente. No momento em que ela estava gozando em cima dele, ela dizia: "Sim, sim", "sim, meu amor, obrigada". Por um momento pensei que era pra mim, mas logo percebi que não. Enquanto ela dizia "obrigada, meu amor", os dois se olhavam fixamente como se fossem namorados de uma vida inteira. Até meu amigo, aquele mulherengo, estava entregue naquele momento, que além de sexo, eles estavam fazendo amor. Ele disse que já ia gozar e ela falou que queria o leite dele na boca dela. Ele disse que sim, mas que o corno ajudasse. Ela se ajoelhou na frente dele como uma puta submisa, e por um momento eu esqueci. que aquela era minha esposa, mas ela virou pra mim e me deu aquele sorriso de amor que eu recebia toda manhã ao acordar, e percebi que era só o prazer do momento. Os dois me pediram pra chegar mais perto, me posicionei atrás dela e o pau dele ficou na altura do meu rosto e do dela. Eu peguei o cabelo dela e a puxei mais pra perto do pau dele. Ela abriu a boca o máximo que pôde enquanto colocava ele nos lábios. Ele começou a se masturbar pra gozar nela. Ele soltou o pau e fez um sinal pra mim que eu entendi na hora. Peguei o pau dele com a minha mão enquanto minha esposa continuava chupando. Ela passou os lábios da cabeça até a base do pau, se abaixou um pouco mais pra alcançar o prêmio que ela queria: uns testículos enormes. Eu ajudei um pouco levantando o pau dele pra ela poder curtir eles. Ela passava a língua neles e queria meter na boca, mas não conseguia. Até tentei ajudar, mas não deu. Ela se contentou em colocar um na boca. Ela continuou lambendo o pau dele enquanto eu massageava um pouco. Ele meteu o pau na boca da minha esposa enquanto eu segurava ela pela cintura, dei um beijo na bochecha dela e a cabeça dele aparecia por cima da bochecha dela. Então, quando beijei ela de novo, acabei beijando a cabeça dele por cima da pele da minha esposa. Encostei meu pau entre o corpo dela e senti o calor da buceta dela ainda. Peguei o pau do meu amigo de novo enquanto minha esposa tinha ele nos lábios, masturbei ele um pouco e, quando o pau dele tava na minha mão, ele começou a gozar na boca da minha esposa. Eu sentia com a minha mão o esperma passando pelo pau dele. Minha esposa tentou engolir o máximo que pôde, mas grande parte escorreu pelos lábios e caiu nos peitos dela. Ela com os dedos pegou a porra que tinha escapado e colocou de volta na boquinha dela. A dos peitos também limpou com os dedos e lambeu eles. Ela deu um beijo no pau do meu amigo e agradeceu. Ela virou pra mim e me deu um beijo — não sei se foi por maldade, sabendo que eu tinha ainda restos de sêmen dele, ou foi porque ela queria me beijar? Qualquer uma das duas, eu recebi o beijo dela com gosto enquanto meu amigo vestia a roupa. Ajudei minha esposa a se levantar e, com a própria roupa dela, limpei a entreperna dela e os restos de evidência que caíram no chão e no sofá. Ela vestiu o shorts e a blusa de novo e deu a calcinha fio-dental que estava usando no começo para o amante dela. Ela sabia que eram os troféus dele. Ela pegou, se despediu e nós o acompanhamos até a porta. Antes de ir, eles se deram um beijo de despedida enquanto ela se despedia, passando a mão no pau dele. Ele tocou os quadris dela e se despediram. Ao entrar, eu a peguei nos braços, dei um beijo nela e ela me agradeceu de novo. Ela me disse para sentar no sofá e se ajoelhou na minha frente. Pediu desculpas, disse que não poderia me ajudar a gozar naquele momento de outra forma senão com a boca, porque a buceta dela estava dolorida. Eu dei uma risada e ela correspondeu. Não foi difícil para ela me fazer gozar, mas, ao contrário do que aconteceu com o Alejandro, quando sentiu meu gozo na boca, ela cuspiu e caiu tudo na barriga dela. Ela me sorriu de um jeito muito safado e fomos tomar banho juntos, e depois dormimos, terminando aquela noite linda.
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