Uma aquarela da minha prima pelada.Quando cheguei em casa e descobri que tinha visita, fiquei meio frustrado. Nunca gostei de receber visita, sinto que me roubam tempo e que é um saco ter que "atender" eles. Na real, quase dá pra dizer que sou a cara da pessoa antissocial por excelência. Mas dessa vez a visita veio com uma surpresa gostosa. Minha prima.
Uns tios vieram visitar minha mãe pra ver como ela tava de saúde e botar o papo em dia, coisa de gente velha, e com eles veio minha prima. Fazia uns anos que não via ela e, se não fosse porque tava com meus tios, nunca ia acreditar que era ela.
Com essa prima, eu costumava brincar quando éramos crianças, seja ela vindo aqui em casa, de visita como agora, ou a gente indo na casa dela. Somos da mesma idade, um ano a mais ou a menos dependendo de como olha, mas no fundo somos da mesma idade, então quando éramos pequenos era comum nos juntarem e mandarem a gente brincar e compartilhar junto.
Quando entrei em casa e vi a visita, principalmente minha prima, senti um baita soco no estômago: ela era muito gostosa. Por pouco não a reconheci.
Uns 1,60 de altura, pele clara, olhos claros, cabelo levemente cacheado e loiro. Quadril largo, mas cintura fina e um par de peitos durinhos que apareciam um pouco por trás de uma blusa decotada. Ela tava vestida de um jeito esportivo-urbano, blusa justa com decote como já falei, legging curta um pouco acima do joelho, tênis esportivo e uma camisola desabotoada.
Talvez o que mais me surpreendeu foi o olhar doce dela e o sorriso quase safado. Porra, se não fosse minha prima, jurava que aquele olhar e aquele sorriso já bastavam pra me fazer cair, senão apaixonado, pelo menos enfeitiçado pelo desejo.
Meus tios me cumprimentaram com aperto de mão e um abraço leve, quando ela me cumprimentou, fez a mesma coisa: aperto de mão e um abraço leve onde senti um pouco os peitos dela se apertando contra o meu peito.
Depois de Algumas interações de rotina, como é nesse tipo de situação, minha prima me perguntou sobre a pintura que tinha na entrada da casa, disse que tinha gostado e que minha mãe tinha contado que eu tinha feito. Então ela ficou curiosa sobre meus trabalhos, porque nunca imaginou que eu pintasse ou que me dedicasse a alguma atividade criativa, mas ela, que tinha estudado psicologia, sempre se interessou pelos processos criativos. Depois de algumas interações, ela perguntou se eu tinha alguma outra obra que pudesse ver, então minha mãe pediu que eu a levasse ao meu pequeno estúdio para conhecer e ver alguns dos meus trabalhos.
Lá, minha vida mudou completamente.
Assim que entrou no estúdio, a primeira coisa que viu foram alguns abstratos, e ao lado eu tinha um nu feminino em aquarela e outro em óleo. No cavalete, tinha um quadro de um garrafão que estava em fase inicial.
No entanto, ela primeiro focou nos abstratos e parou um pouco para olhá-los, sem dizer nada, fez um gesto de aprovação e então virou para olhar um dos nus femininos.
— Você trabalha com modelo ao vivo?
— Eh, não... claro que não. São só referências fotográficas.
— Bom, ficaram bons. Acho que você tem muita sensibilidade.
— E esse jarro? — disse olhando o óleo no cavalete — também é de uma foto?
— Não, esse é de modelo ao vivo. Minha mãe tem ele na cozinha e eu trago pra cá nas sessões. Senti um alívio por ela não ter prestado muita atenção nos nus, agora estava mais interessada no garrafão.
— Gostaria de vê-lo terminado, está indo muito bem...
— Obrigado.
— Ei, você faz um pra mim? — perguntou com inocência, depois de parecer hesitar um pouco entre perguntar ou não.
— Bom, até daria, mas trabalho meio devagar porque só faço nos tempos livres...
— Tudo bem, no seu ritmo.
Depois disso, ela me passou o número de contato e combinamos de nos adicionar nas redes sociais. Sei lá, senti que Um par de vezes ela se abaixou mais do que o normal pra mostrar o decote, mas eu também achei que era coisa da minha cabeça, resolvi deixar pra lá.
No dia seguinte, à tarde, recebi uma mensagem dela dizendo que ficou muito feliz em saber que eu me dedicava um pouco à arte, porque lembrava que desde criança eu já me interessava por essas paradas. E na sequência, ela falou que sempre quis ter uma obra original e que adoraria se eu pudesse fazer uma pra ela... me mandou duas fotos anexadas.
Minha surpresa foi enorme.
Era ela pelada, deitada num sofá. E a outra era ela em pé ao lado de um abajur, num claro-escuro perfeito.
Na foto deitada, ela tava se tocando num peito, com a expressão facial neutra, mas dava pra sentir uma sensualidade e um tesão. Era uma inocência que me deixou com muito pau duro. As fotos eram recentes.
— Espero não te incomodar, e se você puder fazer pelo menos uma das duas, vou ficar muito grata. Se quiser, por favor, evita pintar meu rosto, não quero que ninguém saiba que sou eu. Dispensa dizer que é com discrição. Se precisar de mais fotos, pode pedir sem vergonha.
Sinceramente, por uns momentos fiquei muito confuso e em choque. Ali estava minha prima, na minha frente, pelada e se oferecendo quase como uma fruta do desejo proibido. Nem preciso dizer: deixei a garrafa pra depois e me concentrei em começar os pedidos dela...
CONTINUA...
Comenta aí o que achou e se quer ler a continuação dessa história.
Uns tios vieram visitar minha mãe pra ver como ela tava de saúde e botar o papo em dia, coisa de gente velha, e com eles veio minha prima. Fazia uns anos que não via ela e, se não fosse porque tava com meus tios, nunca ia acreditar que era ela.
Com essa prima, eu costumava brincar quando éramos crianças, seja ela vindo aqui em casa, de visita como agora, ou a gente indo na casa dela. Somos da mesma idade, um ano a mais ou a menos dependendo de como olha, mas no fundo somos da mesma idade, então quando éramos pequenos era comum nos juntarem e mandarem a gente brincar e compartilhar junto.
Quando entrei em casa e vi a visita, principalmente minha prima, senti um baita soco no estômago: ela era muito gostosa. Por pouco não a reconheci.
Uns 1,60 de altura, pele clara, olhos claros, cabelo levemente cacheado e loiro. Quadril largo, mas cintura fina e um par de peitos durinhos que apareciam um pouco por trás de uma blusa decotada. Ela tava vestida de um jeito esportivo-urbano, blusa justa com decote como já falei, legging curta um pouco acima do joelho, tênis esportivo e uma camisola desabotoada.
Talvez o que mais me surpreendeu foi o olhar doce dela e o sorriso quase safado. Porra, se não fosse minha prima, jurava que aquele olhar e aquele sorriso já bastavam pra me fazer cair, senão apaixonado, pelo menos enfeitiçado pelo desejo.
Meus tios me cumprimentaram com aperto de mão e um abraço leve, quando ela me cumprimentou, fez a mesma coisa: aperto de mão e um abraço leve onde senti um pouco os peitos dela se apertando contra o meu peito.
Depois de Algumas interações de rotina, como é nesse tipo de situação, minha prima me perguntou sobre a pintura que tinha na entrada da casa, disse que tinha gostado e que minha mãe tinha contado que eu tinha feito. Então ela ficou curiosa sobre meus trabalhos, porque nunca imaginou que eu pintasse ou que me dedicasse a alguma atividade criativa, mas ela, que tinha estudado psicologia, sempre se interessou pelos processos criativos. Depois de algumas interações, ela perguntou se eu tinha alguma outra obra que pudesse ver, então minha mãe pediu que eu a levasse ao meu pequeno estúdio para conhecer e ver alguns dos meus trabalhos.
Lá, minha vida mudou completamente.
Assim que entrou no estúdio, a primeira coisa que viu foram alguns abstratos, e ao lado eu tinha um nu feminino em aquarela e outro em óleo. No cavalete, tinha um quadro de um garrafão que estava em fase inicial.
No entanto, ela primeiro focou nos abstratos e parou um pouco para olhá-los, sem dizer nada, fez um gesto de aprovação e então virou para olhar um dos nus femininos.
— Você trabalha com modelo ao vivo?
— Eh, não... claro que não. São só referências fotográficas.
— Bom, ficaram bons. Acho que você tem muita sensibilidade.
— E esse jarro? — disse olhando o óleo no cavalete — também é de uma foto?
— Não, esse é de modelo ao vivo. Minha mãe tem ele na cozinha e eu trago pra cá nas sessões. Senti um alívio por ela não ter prestado muita atenção nos nus, agora estava mais interessada no garrafão.
— Gostaria de vê-lo terminado, está indo muito bem...
— Obrigado.
— Ei, você faz um pra mim? — perguntou com inocência, depois de parecer hesitar um pouco entre perguntar ou não.
— Bom, até daria, mas trabalho meio devagar porque só faço nos tempos livres...
— Tudo bem, no seu ritmo.
Depois disso, ela me passou o número de contato e combinamos de nos adicionar nas redes sociais. Sei lá, senti que Um par de vezes ela se abaixou mais do que o normal pra mostrar o decote, mas eu também achei que era coisa da minha cabeça, resolvi deixar pra lá.
No dia seguinte, à tarde, recebi uma mensagem dela dizendo que ficou muito feliz em saber que eu me dedicava um pouco à arte, porque lembrava que desde criança eu já me interessava por essas paradas. E na sequência, ela falou que sempre quis ter uma obra original e que adoraria se eu pudesse fazer uma pra ela... me mandou duas fotos anexadas.
Minha surpresa foi enorme.
Era ela pelada, deitada num sofá. E a outra era ela em pé ao lado de um abajur, num claro-escuro perfeito.
Na foto deitada, ela tava se tocando num peito, com a expressão facial neutra, mas dava pra sentir uma sensualidade e um tesão. Era uma inocência que me deixou com muito pau duro. As fotos eram recentes.
— Espero não te incomodar, e se você puder fazer pelo menos uma das duas, vou ficar muito grata. Se quiser, por favor, evita pintar meu rosto, não quero que ninguém saiba que sou eu. Dispensa dizer que é com discrição. Se precisar de mais fotos, pode pedir sem vergonha.
Sinceramente, por uns momentos fiquei muito confuso e em choque. Ali estava minha prima, na minha frente, pelada e se oferecendo quase como uma fruta do desejo proibido. Nem preciso dizer: deixei a garrafa pra depois e me concentrei em começar os pedidos dela...
CONTINUA...
Comenta aí o que achou e se quer ler a continuação dessa história.
1 comentários - Minha prima como obra de arte