Capítulo 3: Festa Inesperada (amador real)

Olá amigos, poringa boys. Agora sim, continuando com a cronologia dos fatos, trago pra vocês o que acredito ter sido a experiência mais louca das nossas vidas. Depois que minha filha quase pegou meu irmão comendo a mãe, o Marcos decidiu dar uma distanciada nas fodas por respeito aos meus filhos. Pra minha esposa foi uma tristeza. A Laura tinha mudado completamente, passou de mãe dedicada e senhora formal pra quase uma pornostar amadora. Andava com o cu na mão o dia inteiro. Isso fez ela chupar várias picas no trabalho. Tava ninfomaníaca. Precisava de rola sempre. Por sorte, entre as minhas fodas e a porra que ela tomava no trampo, se segurava. Mas a vida dela mudou. Chegava do trabalho e ficava andando pelo apê só de fio dental e com os peitos de fora. Abria a janela da varanda e se oferecia pra quem tivesse olhando, mostrando aqueles peitões enormes pelados. Por causa disso vem esse relato. Até as 19h, quando nossos filhos voltavam da faculdade, minha mulher era a gostosa pelada do sétimo andar. Vários vizinhos se ajeitavam pra, nem que fosse por uns minutos, ver aqueles dois balões de bico duro. Pra ela era divertido falar: "amor, na janela tem um cara que com certeza tá batendo uma olhando pra sua puta". Só quando descobria algum garoto, corria e pedia pra eu abaixar a persiana. Pra mim, lógico, como um bom corno, o jogo me excitava. Quando percebia que alguém olhava ela por mais de uns minutos, ela batia uma mostrando pro tarado da vez. Num sábado, nossos filhos tinham rolê com os amigos e saíram cedo. Assim que saíram, a Laura tirou a camiseta e o short e abriu a janela. Umas 4 da tarde, quando ela deu um gritinho: "vem aqui, meu amor, olhaaa!" Eu cheguei curioso. No prédio da frente, um velho de uns 80 anos tinha colocado uma cadeira e olhava descaradamente os movimentos da minha mulher. "Coitado, nem deve subir", ela disse rindo. A filha da puta foi além e ficou de frente pro velho, segurando os peitos. Vi claramente o velho aplaudindo ela. A Laura abaixou o fio dental e o velho pôde ver. usa a palavra: buceta da minha esposa. Trouxe ela pelo braço para dentro. "Pra burra, pode ter gente", falei. "Você acha que sou burra? As outras janelas estão fechadas, olhei tudo", ela disse. Se soltou da minha mão que a segurava e voltou a encarar a janela. "Olhaaaa", gritou de forma desesperada. Me aproximei um pouco e quase caí de bunda. O avô tinha enfiado a cadeira mais pra dentro e, sentado como estava, chupava a pica de um cara de uns 25 anos. Laura ficou hipnotizada. O cara olhava fixo pra ela enquanto o velho comia a pica dele. Minha pica explodia e Laura, já descaradamente, se acariciava a buceta. Uns segundos e apareceu uma novinha da mesma idade que o rapaz, totalmente pelada. Era extremamente gostosa, sem peitos, só bico, e uma bundinha empinada pela idade. O cara começou a fazer sinais pra minha esposa, convidando ela. A novinha se punhetava na nossa frente e o cara bombeava a boca do avô. A novinha, fazendo conchinha com as mãos, gritou: "sétimo D do 1069 de Obligado". Laura me olhou como se esperasse minha aceitação. "Vai, amor, deixa, meu corno lindo", ela disse de um jeito que me obrigou a falar "vai". Ela vestiu um vestido azul sem nada por baixo, calçou as sandálias, me beijou e saiu. Minutos depois, vi ela aparecer na sala de estar. Conversaram uns minutos, minha mulher parecia animada, muito animada. A novinha beijou ela na boca e fez o vestido cair. Laura olhou pra nossa varanda. Eu, sentado, já tinha começado a masturbação. A novinha, desesperada, enfiou um peito da minha esposa na boca, o rosto dela sumiu coberto por peitos enormes. Com a novinha grudada nos peitos, minha esposa beijou o cara e tirou a camisa dele. O velho apalpava a bunda da minha esposa. Ela abaixou a calça do cara, meio incomodada porque a novinha endemoniada não parava de chupar o peito dela. A pica do cara não era nada demais, mas tava dura como um mastro. Laura se ajeitou pra que o avô sentado chupasse a bunda dela. O cara sentou na mesa pra que Laura o chupasse enquanto A namorada dela continuava chupando peito e o velho comia a bunda da minha mulher. Bagunça total, soltei um gozo que sujou minhas mãos e o chão. Mesmo assim, ainda tava duro e comecei outra punheta olhando minha esposa engasgar de pau. A novinha largou os peitos da minha mulher e se ajoelhou na frente do velho, começando a chupar o pau do coroa. De repente, o cara desceu da mesa e sentou numa cadeira, pedindo pra Laura montar nele. Laura enfiou o pau de frente pro cara pra ele chupar os peitos dela. Começou a dança típica dela que eu conheço, engolindo o pau todo com a buceta. O velho enfiava os dedos no cu da minha esposa puta e a garota continuava grudada no pau do coroa. Laura virou a cabeça, sinal claro que tava gozando. O cara empurrou ela pela cintura e deu uns espasmos pequenos, tava enchendo o anel dela de porra. Por sorte, Laura não pode mais engravidar, então o gozo do cara não me preocupou. A novinha montou no velho e pulava no pau do coroa, que não sei se tava duro. Laura, sem sair de cima do cara, me olhou e falou: "vem". Outra gozada me sujando todo. Olhei pra ela e tava chupando o cuzinho da novinha. Não aguentei mais. Coloquei o short, as havaianas e fui pra lá. Toquei o sétimo D e liberaram a passagem. No elevador, já tava com o pau duríssimo. A novinha me abriu pelada, me fazendo entrar rápido. Era mais magra do que parecia. Não tinha nada, mas uma cara de puta que compensava a falta de carne. Entrei na sala. Minha mulher tava montando o pau do cara de novo, gemendo que nem uma puta. Senti baixarem meu short. "Nossa, que pau lindo", disse a novinha, que se ajoelhou e enfiou ele na boca. O velho, já totalmente pelado, olhava pros dois lados: como comiam minha esposa e como a novinha me chupava. Só aí parei pra olhar ele. Tinha a pele enrugada pelos anos, os ovos escuros e murchos, mas o pau era grosso e cheio de veias. Em outros tempos, devia ser a delícia de mais de uma buceta. Eu tava com o pau durasso e mesmo assim ela era tentadora. A gatinha podia me chupar uma hora tranquila que com as punhetas que eu tinha batido, minha porra ia demorar. "Gosto do seu pau, me fode", ela disse. Mandei ela parar, coloquei ela apoiada na mesa e enfiei. Minha mulher tava tendo outro orgasmo com o pau do cara até o fundo. Comecei a bombar a buceta da magrinha. Senti umas mãos na minha bunda, era o velho amassando meu cu. "Vem, docinho, faz meu cu", minha mulher pediu pro cara. Laura se apoiou na mesma mesa e abriu as pernas, oferecendo a bunda pro cara. A gatinha foi na boca da minha esposa e elas se beijavam enquanto eu arrebentava o cuzinho dela e o cara arrebentava o cu da minha esposa. Me agarraram pela cintura. O velho tava atrás de mim passando o pau na minha fenda. "Ai, docinho, você arrebenta meu cu, meu amor", minha mulher gritava. "Assim, assim, enche minha buceta", a gatinha pedia quando senti que tavam me arrombando. Virei a cabeça e o velho me beijou na boca. Dei minha língua e a dele se encontrou com a minha. Ele se firmou na minha cintura e senti a estocada. O pau dele tinha subido e ele tava me comendo. Joguei a bunda pra trás sem parar de foder a gatinha. "Tomaaaa", o cara disse e a porra escorria do cu da minha esposa pelas pernas dela. Senti uma queimação, estiquei a mão e tava tudo dentro, as bolas do velho balançavam enquanto o pau dele arrebentava meu cu. Não aguentei e enchi a buceta da gatinha de porra. Minha esposa limpava o pau do cara com uma boquete maravilhosa. A gatinha aguentava as estocadas do velho no meu cu, já que eu não tinha saído da buceta dela e tava apertado contra a mesa. Senti uma estocada e um jorro quente dentro da bunda. O velho bufava e soltava a porra toda. O pau dele saiu do meu cu e eu consegui liberar a gatinha. "Você gozou dentro de mim", ela disse sorrindo. "Fica tranquilo, tomo pílula." Minha esposa tava com o pau do cara apoiado no rosto e dava beijinhos na cabeça dele. O velho caiu rendido no sofá depois da gozada no meu cu. Nos vestimos. A gostosa preparou uns mates e passamos a tarde toda nessa. Toda vez que nossos filhos vão passar o fim de semana, a gente se encontra ou eles se encontram e repetimos. O Anjo, o cara, come minha mulher sozinho com minha permissão. A gostosa eu comi umas vezes sozinho também. O avô me come quando sente que vai subir.

3 comentários - Capítulo 3: Festa Inesperada (amador real)

Como me haces calentar con tus relatos de vivencias junto a tu esposa bien putita y tu lado bi. Espero que con vos sea asi de putita como es con otros. Van puntos
+10 y a seguir... como van aumentando esos morbos... buenísimo!