Olá, queridos amigos e amigas do Poringa.net. Como sempre, é um prazer publicar pra vocês.
Obrigado a todos os homens e mulheres que me mandam suas mensagens.
Por cada comentário e ponto em cada post.
A única coisa que peço sempre.
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Hoje trago pra vocês essa história que há tempos quero contar. Tem a ver com outros relatos que já publiquei, e pra quem não viu, vou deixar aqui.
Pra quem não viu.

http://www.poringa.net/posts/relatos/2995316/Mi-tia-me-entrego-con-su-amiga-con-fotos.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/3885418/Mi-tia-me-entrego-a-su-amiga-2-Fani-con-fotos.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/5573612/Mi-tia-me-entrego-a-su-con-su-amiga-3-Eva-con-fotos.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/5591418/Mi-tia-me-entrego-a-su-amiga-4-Juana-con-fotos.html
Bem, sem mais enrolação. Vamos começar.
Como contei nos relatos anteriores,
minha tia não tinha problema em me entregar.
Ela me entregou em 4 ocasiões para as amigas dela.
Ela curtia o sexo com o namorado atual dela.
Um coroa rico que dava tudo que ela queria.
Pelo que soube, ele a satisfazia muito bem na cama e, pelo que fiquei sabendo, era algo que minha tia sempre procurou
num homem.
Minha tia Marcela era muito amigona e tinha o costume de tentar ajudar todas as amigas dela.
Começaram com os encontros. Quando a Adel ficou viúva, pra não deixar ela sozinha.
Com o tempo, a Adel sentia a dor da perda, mas ao mesmo tempo uma vontade de foder pra caralho.
Pra ajudar a amiga, ela teve a ideia de me entregar, e aí começou tudo.
Entre elas, falavam de tudo um pouco e mais de sexo.
Sempre que alguma dizia que tinha um problema sexual, ela tinha a solução na mão.
Essas conversas com cada experiência das amigas delas aumentavam o tesão delas e a curiosidade da minha querida tia.
Marcela é a irmã mais nova do meu pai e a filha mimada do meu avô.
Era uma gostosa, com 47 anos, magra e com uma rabeta.
Posso dizer que era muita mulher pro namorado dela, já entrado nos anos.
Eu a respeitava pra caralho, sempre foi muito doce e carinhosa comigo.
Ela me amava demais e sempre me ajudou.
Com o passar do tempo e com tudo que as amigas dela contavam sobre mim,
minha tia, aos poucos, parecia diferente comigo.
Cada vez que eu ia na casa dela, ela estava arrumada ou parecia mais solta.
Tentando chamar minha atenção.
Até parecia mais sexy.
Nunca foi de se cobrir muito, mas prestava mais atenção pra eu notar o quanto ela era gostosa.
Camisetas ou regatas sem sutiã, onde eu podia apreciar os peitos lindos dela de todos os ângulos.
Eu tentava não olhar, mas sou humano e, quando ela não via, eu tirava fotos. Vocês não imaginam o que era pra mim ir trabalhar na casa dela.
Ela ficava limpando com aqueles vestidos de tecido leve e, quando se abaixava, dava pra ver aquelas tangas enfiadas na bunda.
Era uma tentação danada.
Graças a isso eu trabalhava, com um baita tesão que tentava disfarçar como dava.
Ela percebia como eu a olhava e também notava os efeitos óbvios que aquele jogo de sedução causava em mim. Sabia que eu jamais tomaria a iniciativa, e isso tornava tudo mais difícil para os planos dela.Faltavam pintar dois cômodos e eu finalmente terminaria, deixando a casa dela como nova. Ela estava feliz pela minha ajuda e por ter a casa do jeito que queria. No fim de semana, eu não tinha trabalho. Disse a ela que no sábado bem cedo iria.
Era um dia de muito calor, ideal para pintar. Empurramos alguns móveis e preparamos tudo. Comecei a pintar enquanto ela me servia uns mates. Entre um mate e outro, ela mostrava seus atributos. Enquanto eu tentava não olhar demais para não me excitar e andar com a pica dura pra cá e pra lá. Para não ficar entediada, puxava conversa e me fazia companhia.
Ela me contou os elogios das amigas, quase uma semana antes. Como as quatro falavam maravilhas de mim.
Marcela: hahaha não acredito no que você fez com a Adel. Ela era uma ruína antes de te conhecer. Viúva tão puritana e tradicional. Você a deixou louca e toda putinha hahaha. Agora com o pobre Enrique, ela tá botando ele pra mamar hahaha. Ela te ama pra caralho. Te falo, sem exagerar, porque ela me disse. Eva e Juana também, pensei que exageravam. Mas quem mais me surpreendeu foi a Fani. Mano... se você pedisse, ela largava tudo por você. Tipo, elas falam de você nos encontros e eu fico parecendo uma idiota hahaha.
Eu: não, tia hahaha, não é bem assim. Você sabe muito bem que é a responsável por tudo. Você me entregava pra elas e não foi tão complicado. Tipo, a loucura das suas amigas é culpa sua. Eu só aproveitei.
O tempo passou voando. Enquanto eu cuidava dos detalhes, ela tomou um banho.
O calor era terrível, mesmo com a casa aberta. Depois, tomei banho eu também, enquanto ela já preparava algo pra comer. A ideia era ficar fresco pra comer, descansar um pouco e continuar mais tarde com o resto.
Ao sair do banho, fiquei só de... um short esportivo e o torso pelado.
Ela um vestidinho leve daqueles que me deixavam louco.
Que, pra ser sincero, ficava muito gostosa nela.
Pra ficar mais frescos, jogamos umas almofadas no chão.
Comemos no chão enquanto viavamos TV.
Depois de comer, ficamos no chão tomando cerveja, o calor era infernal.
O pobre ventilador não dava conta.
Marcela: não dá pra acreditar no calor que faz...
não corre um pingo de vento lá fora...
odeio esse calor...
Eu: é... sorte que pintamos cedo...
a tinta já secou, só falta um cômodo.
a gente se vira com o ventilador hahaha.
também não tá tão ruim assim.
Ela se levantava e ficava na frente do ventilador pra se refrescar.
Eu tentava não olhar, mas era mais forte que eu.
Ela abria o vestido dela pra o ar passar, e o perfume dela vinha até mim.
Marcela: hmm... que delícia... esse ventinho hahaha...
tô te tampando o ventilador... já que você não sofre com o calor hahaha.
bom, você tá quase pelado.
é a vantagem de ser homem, né?
embora quando tô sozinha, ando de fio dental pela casa.
mas com a sua reputação... não me atreveria, sobrinho. hahaha.
Eu: hahaha... minha reputação? não fala besteira, tia...
ninguém te impede de ficar como quiser na sua casa.
não sou um tarado, sou seu sobrinho e já te vi de biquíni na piscina um monte de vezes.
vou pegar umas cervejas, quer?
Marcela: tô te zoando, bobinho...
sim, a mais gelada que encontrar, por favor...
Eu levantei e fui buscar.
Não demorei muito e, quando voltei, vi ela de pé.
O vestido no sofá e ela com os peitos de fora.
Só de fio dental branco.
Claro que me surpreendi de ver ela assim, mas disfarcei muito bem.
Me aproximei e entreguei a cerveja na mão dela.
Como se fosse normal vê-la daquele jeito.
Eu: opa... já estamos iguais. agora tá bem melhor, né?
viu, não era algo tão grave.
Marcela: muito melhor mesmo...
não te incomoda eu estar assim?
Eu: não, fica tranquila, tia...
tá calor. não tem problema nenhum. Verdade.
Espero que seu namorado não apareça hahaha, capaz de achar ruim pra caralho.
Mas ela disse que não ligava, tô com calor. Era a única desculpa dela pra ficar assim.
Ela de peito de fora ia pra cá e pra lá.
Eu tentava não olhar e ficava vendo TV.
E ela tentava que eu olhasse pra ela.
Marcela: posso te perguntar uma coisa?
Por que tão nervoso porque tô assim?
Não falou mais comigo?
Se quiser, eu visto o vestido de novo...
Eu: nervoso? Por quê? Tô vendo TV.
Só isso.
Não... me deixa nervoso te ver assim.
Já te falei.
Ela se colocou na frente da TV.
Com as mãos na cintura.
Marcela: sei que você vê TV pra não me olhar. Não é?
Com certeza nem gosta do filme. Mas pra não me ver.
Se eu desligar a TV, o que você olha?
Eu: hahaha você é doida, sabia?... não pensei que quisesse conversar...
Se desligar a TV, vou olhar pra você.
Já faz um tempo que tô te vendo ir pra cá e pra lá.
Parece que você tá nervosa, aconteceu alguma coisa?
Se é isso que você quer, pra mim não tem problema.
Ela desligou a TV e ficou na minha frente, desafiadora.
Eu olhei pra ela como se não me afetasse.
Mas meu volume dizia outra coisa.
Marcela: agora vai ficar entediado ou falar comigo hahaha.
Ainda tá nervoso, sobrinho?
Eu: hahaha você me faz rir... tia...
Não tô nervoso, já te falei.
Aliás, sabe quem eu vejo nervosa?
Começamos a brincar de luta, feito crianças.
Marcela: é? Eu te vejo bem nervosinho, hein.
Eu não evito falar com você hahaha.
Eu: ok, do que você quer falar? Das suas amigas?
Sabe o que eu gostava de fazer com elas?
Marcela: hahaha sei de muitas coisas. hahaha
Mas vamos ver, do que você gosta?
Peguei minha câmera e tirei uma foto dela.
Vamos ver, assim não fico entediado, posa pra mim.
Já que você tanto quer que eu te olhe, respondi.
Marcela: não vou posar pra você hahaha.
Não hahaha, larga isso, idiota...
Eu: viu como você tá nervosa?...
Vai, posa, quer que eu te olhe, ok...
Assim vou te olhar melhor.
Ela se empolgou na brincadeira e posava pra mim. Depois de brincar um pouco.
Marcela: bom, chega... sou sua tia. me respeita, moleque....
mas esses pivetes atrevidos... kkkkk.
cê gosta de tirar foto?
Eu: tenho muitas fotos tuas. mas essas novas são foda.
mas o que mais me excita é isso.
Cheguei perto e ela cravou os olhos no meu volume que o short não conseguia esconder.
Peguei nos peitos dela com as mãos e fiquei acariciando.
Ela fez o mesmo com meu pau, que pedia pra ser solto.
Beijei ela com tesão e ela respondeu na mesma intensidade.
Muito lábio e muita língua soltaram os primeiros gemidos da minha querida tia.
Beijos incestuosos e muito quentes.
Daqueles que definem algo sexual sem volta.
Nenhum dos dois dizia nada, só curtíamos.
Meus beijos foram descendo pelo pescoço dela.
Seguindo a estrada do perfume caro dela.
que com certeza o velho comprou.
Até eu ficar de joelhos.
Segurei os peitos dela com força e chupei e beijei os bicos durinhos e gostosos.
Passando de um peito pro outro.
Me embriagando com o sabor dela.
Enquanto ela se deliciava com minha brincadeira de língua e boca.
Marcela: mmm.... ufs... sim....
amo quando você chupa meus bicos.....
mmm.... sim sobrinho, que delícia....
mmm... sim meu bebê.... ufs...
assim que eu gosto, vai fundo....
mmm... sim, chupa a teta da tia... mmm...
Ela acariciava minha cabeça e meus ombros. Quando terminei de saborear uns peitos tão gostosos.
Levantei e ela não perdeu tempo.
Me pegou pela cintura e me puxou pra perto dela.
Sem pressa, ela acariciava meu pau por cima da calça.
Como se quisesse aproveitar aquele momento.
Brincava com meu volume sem tirar ele, tocava e mexia, brincando um pouco com minha ansiedade.
Por cima da calça, eu sentia as mãos macias dela.
Depois passava o rosto e o nariz, sentindo meu cheiro.
Com beijos, acalmava minha impaciência.
Usava os sentidos como se tentasse descobrir tudo antes de tirar.
Eu ficava louco com aquele jogo.
Marcela: mmm... ansioso, sobrinho...
mmm... deixa eu ver o que meu gatinho guardou pra tia...
Eu: mmm... tia... pode ir com calma...
seus carinhos são tudo pra mim...
espero que goste do que guardei pra você...
Depois, devagar, ela tirou ele bem lentamente.
Marcela: uia... mas que surpresa incestuosa e grande você tem, neném...
exatamente o que a tia precisava... mmm...
vejo que minhas amigas não exageraram nada, as filhas da puta...
olha só o que você tinha escondido, bebê...
se eu soubesse antes, mmm...
Ela ficou admirando e, com carinho, pegou ele nas mãos.
Acariciou e começou a masturbar bem devagar.
O rosto dela era puro êxtase e prazer.
Brincava com meu pau e minhas bolas, com muito prazer. Aos poucos, ela se aproximava, ganhando confiança.
Até que abaixou bem a cabeça e começou o trabalho de chupar minhas bolas.
Era algo que eu nunca teria imaginado.
Minhas bolas eram chupadas, entrando na boca da minha tia excitada.
A língua dela subiu pelo tronco do meu pau.
Muito devagar, foi percorrendo ele.
Sem deixar nenhum lugar sem a umidade da saliva dela.
Pra que as mãos deslizassem melhor, cuspiu no meu pau, deixando ele bem lubrificado.
Brincava com a língua por toda a cabeça do meu pau.
Colhendo meu líquido pré-seminal e saboreando com prazer.
Até que, finalmente, abriu a boca e, bem devagar, começou a chupar ele.
Muito aos poucos, entrando e saindo.
Sentir os lábios dela apertando.
A boca quente e a língua fazendo maravilhas.
Eu em êxtase total sentia como minha tia devorava minha porra. Ela com a boca cheia da piroca incestuosa do sobrinho dela.
Engasgava enfiando bem até o fundo.
Eu: uy.... mmm.... tia... que bem tu chupa.....
ufs devagar safada..... mmm....
uy... sim.... chupa forte uy...sim.... que prazer........
Marcela: mmm.. tua piroca é mais do que eu esperava.
cê é um filho da puta .... não pode ter essa piroca gostosa e deliciosa..... mmm.....
é a maior que já provei....mmm...
é mais que perfeita comprida e grossa.... por deus....
com razão as putas das minhas amigas te amam.
espero que tenham mentido sobre como tu fode.
Eu: esquece tudo que te contaram.
é hora de descobrir por conta própria.
vamos pro quarto.
Ela me seguiu, de mão dada.
Ao chegar no quarto, ela sozinha se ajoelhou de quatro na cama.
Peguei ela pela cintura e com suavidade enquanto ela arqueava os quadris.
Deslizei a calcinha dela deixando a buceta à mostra.
Dei um beijo numa nádega seguido de um tapinha leve.
Ela esperava uma enfiada sem aviso, mas eu tinha outros planos.
Puxei ela e me deitei na cama junto com ela.
Peguei na mão dela e ajeitei como queria.
Na hora ela sacou o que eu queria.
Enquanto passava uma perna por cima da minha cabeça.
A dela ia direto pra minha porra.
Enquanto ela me chupava, era minha vez de lamber.
Os lábios suculentos dela se abriam com a passagem da minha língua quente que deslizava e endurecia pra entrar dentro dela.
Os gemidos abafados da minha tia gostosa ecoavam no quarto.
Marcela: uf.... sim.... mmm... neném mmm... sim...
mmm.. a.... ah... ufs... sim... que gostoso... mmm.....
ai... devora minha buceta minha vida.....
Tinha uma vista privilegiada da minha tia safada no pau do sobrinho dela.Marcela: mmm... sim... mmm....
mmm... cara, como eu amo teu pau e tua língua....
meu deus, não enfia os dedos..... a......
não..... não.....
vou gozar.... ai...... não... to indo...... jorrar.....pra.....
ai.... ah....ha....ah....
nunca gozei assim, não acredito.... ai.... deus não..... acredito....
ufs.... ui que filho da puta gostoso....
Ela tirou minha buceta da boca e foi engatinhando em cima de mim, direto pro meu pau.
Ficou esfregando um pouco, brincando com minha vontade.
Ela tava se preparando.
Pego ela com a mão direita. mas antes ela me disse:
Marcela: não se mexe. só deixa comigo.
tenho que ver como lidar com esse monstro... ufs...
me trata com carinho, gato......mmm... não esquece que a tia te ama.....mmm....
isso vai deixar marcas, eu sei.... mmm....
Eu: ui tia.... mmm.... faz do teu jeito mmm....
eu também te amo tia... eu cuido de você... ui sim... mmm....
Marcela: ai... sim.... ufs... ai.... tá entrando..... ai.....
mmm.... sim, minha vida....
mmm.... a....ai.... deus....
como eu sinto você.... ai....
não se mexe.... shiu.... ui...
pouco a pouco meu pau entrava e minha amada tia se empalava no meu pau....
ela gemia e ficou louca subindo e descendo.
demorou um tempo pra engolir ele todo.
Pra ela se animar mais e como forma de contenção, eu segurava ela pela cintura, massageava o quadril acompanhando o movimento.
acariciando as costas e a bunda dela.
Dei uns tapas nela.
isso a motivou e com um grito forte ela enfiou tudo sozinha e bem fundo.
teve um orgasmo barulhento e molhado.
ela não podia acreditar.
Ter dois orgasmos quase seguidos.
Pobre tia, não fazia ideia do que a esperava. Mas aquilo não era nada.
Seu amado sobrinho descobriu como provocar esses orgasmos.
Coisa que ele ia explorar ao máximo.
Depois de um orgasmo, ela perdia a energia por uns momentos.
Ficava parada.
Eu aproveitava essa pausa pra ver se minha teoria de fazer a tia gozar funcionava.
6 bombadas com bom percurso e enfiava até o talo.
Com essa combinação, vinha outro e depois mais um.
Ela ficava louca cavalgando e se deixando bombar.
Cada vez que meu pau batia no fundo, ela explodia.
Os sucos dela molhavam a buceta dela e também meu pau, até molhar minhas bolas.
Marcela: ai... Deus... cara... ufs...
sinto que minha buceta tá ardendo...
com certeza tá partida no meio... ufs...
ui... para um pouco, filho da puta...
como você faz pra me fazer explodir assim?...
não vou mentir, ninguém me fez gozar tanto... em toda minha vida de puta... mmm...
Eu: tia, sua buceta encaixa em mim como uma luva...
dá pra ver que você é minha parente e foi feita pra mim... mmm...
adoro como você se molha...
Marcela: ui... menino... mmm...
você tá tão dentro que sinto você como parte de mim.
não ligo pro parentesco, só sei que sou sua pra sempre...
ninguém me preencheu tanto quanto você...
te amo como sobrinho, mas já te amo como meu homem...
Trocamos de posição depois de uma pausa.
Na posição do missionário, ela não só recebeu mais bombadas.
Ela respondia com seus orgasmos gostosos.
Se não também beijos apaixonados. Carícias e muitos mimos, algo que ela adorava e não recebia do namorado velho.
Entre orgasmos, ela me perguntou se eu era sempre assim.
Tão carinhoso e tão doce, dando tudo, como estava fazendo com ela.
Pra fazer ela se sentir especial.
Falei que só faço assim com quem eu amo.
Isso matou ela de love.
Ela me beijou com toda paixão.
Quando o papai-e-mamãe cumpriu seu tempo, com muito love e orgasmo.
Abri as pernas dela e voltei a chupar a pussy dela.
Mas o bum dela recebeu mais atenção.
Língua e dedos faziam minha tia se preparar e sentir na bunda um pouco de prazer. Ela não dizia nada, só curtia.
Marcela: ai... devagar... ui... a...
vai com tudo mesmo, né?... ui, filho da puta... ai...
Eu: sim, tia... essa bunda tem que ser minha.
acho que você sabe que eu amo comer elas.
suas amigas não te contaram?
ou você só dá pro seu namorado?
talvez você ame ele mais que a mim.
Marcela: ui... sei sim o que você gosta, garoto...
essas vadias me contaram como ficaram dias com o cu doendo.
só de pensar no seu pau na minha bunda já me dói.
mas sei que você não aceitaria um não como resposta. melhor deixar você decidir.
não fica com ciúme, bobinho... não amo ninguém além de você.
só peço que vá devagar comigo.
Eu: mmm... sim, e já que a gente se ama, vou preparar ela e te foder com muito amor.
mas não se apressa, vou te aproveitar mais.
Coloquei ela de quatro e comecei a comê-la.
Ela confessou que era a posição favorita dela. que se eu quisesse gozar assim, que fizesse sem medo.
Que o namorado dela não durava muito nessa posição.
Mas que eu fizesse o que quisesse.
No final, o velho é um otário. falei com todo nojo.
Fica tranquila, se você gosta assim, seu sobrinho vai te dar o gosto.
Assim de quatro eu comia ela... motivado pelo que ela me contou.
Mostraria pra ela que sou melhor que ele.
Bomba e bomba, minha pica entrava e saía da argola molhada dela. Ela era um grito só de prazer.
Na posição favorita dela, era macetada bem forte pelo amado sobrinho.
Agradecida de tesão, me dava seus orgasmos quentes.
A bunda dela se abria e fechava no ritmo da minha macetada.
Cuspi na bunda dela, enchendo ela de minha baba.
Depois, meu dedo continuou o trabalho que minha língua fez.
Ao sentir meu dedo fuçando no buraquinho dela,
soltou um suspiro de prazer e dor.
Mas saliva e mais dedo fui preparando ela. Recebendo o pau na posição favorita dela.
Ela gozava e gemia como uma verdadeira puta.
Não só recebia meu pau gostoso na buceta dela, mas também a estimulação do meu dedo no cuzinho apertado dela.
Marcela: mmm... sobrinho... mmm...
ai... meu deus... ufs... a...
como eu gosto de como você me come... mmm...
ui... mmm... que energia... que vitalidade... ufs... neném...
como você aguenta tanto e ainda fode também...
nunca aconteceu nada assim comigo... mmm...
mmm... seu pau na minha buceta... ui esse dedo no meu cu... ai...
tô explodindo de prazer ai... a... ha... a... mmm...
Eu: sim tia... gosto muito de te comer... sua buceta tão apertada...
você gosta de como eu fodo seu cu com meu dedo?
tá bem dilatado e quente. mmm...
Bem comida, ela era puro gozo e prazer.
O cuzinho dela bem dilatado já tava pronto.
Tirei ela pra fora e ela sabia o que vinha. Um pouco mais de saliva no cu e um pouco na minha pica.
Quando ela sentiu a pressão, deu um pulo e me disse:
Marcela: Uai... ai... não.... para.... para.... não...
espera aí, cara.... mete ainda não.... ai....
tem gel no criado-mudo.
Dói muito....
Dei um tapa nela e apressei.
Ela pegou um pote e passou bastante na mão.
Botou um monte na minha pica e mais um pouco no cu dela.
Marcela: Uai, Deus.... sei que vou me arrepender disso, neném.....
mas fazer o quê, não adianta falar que não, você já me convenceu....
Uai, Deus... cara... deixa eu fazer, tá?
Eu: Vamos, tia... não é sua primeira vez....
não age feito uma novinha......
você já sabe o que é e como é. Vai...
entrega essa bunda pequena igual você entrega pras suas amigas...
Marcela: Cara, mais respeito que sou sua tia.... mal-educado...
é minha primeira vez com uma coisa igual a sua..... kkkk
e eu sei como é, como você fala, mas não com um desse tamanho.....
é fácil pra você, cara.....
Coloquei ela na posição.
Mas ela repetiu de novo:
Deixa eu fazer....
Ela pegou minha pica com a mão e se ajeitou.
Ajeitou ela e minha pica sentiu o primeiro contato.
A beirada do cu dela se abria com a cabeça da minha pica, que entrava sob o controle da minha tia.
Marcela: Ufs.... ai.... Deus.... ai.... não empurra, moleque....
uai... a puta que pariu.... ai....
ufs... deixa ela aí.... não mexe, tá doendo, filho da puta ......
Ela soprava e resfolegava, dando pequenos avanços.
A mão dela não me deixava ter controle.
Aos poucos, os músculos do cu dela iam se abrindo.
Ela aguentava e aguentava.
Chegamos na metade, ela aguentando a dor. Enquanto pedia pra eu pegar devagar.
A mão dela, aos poucos, deixava entrar mais. até que finalmente tirou.
Me deixando no controle total.
Sem o limite do nano dele e seguindo as instruções dela. Devagar, suave, bem de leve.
Mudamos de posição e, aos poucos, ele comeu ela toda.
O cu dela estava quentinho e apertado.
A dor dela foi.
Meu ritmo foi ficando cada vez mais forte e profundo.
No começo, ela não gostou ou não se sentia confortável, digamos.
Mas depois de um tempo, algo mudou.
Ela começou a pedir mais e mais fundo.
Marcela: uy... sim... mais... mais... forte sim...
ai... sim... não... para, por favor... ai...
sim, forte e duro, neném... a... a... Deus...
a...mmm...a... ufs...a...
Ela não podia acreditar, mas a foda que eu dei foi tão intensa
que ela teve um orgasmo que, pra ela, foi a melhor coisa que sentiu no sexo anal.
Ela não saía do espanto.
Senti como o cu dela estrangulou meu pau por um instante.
Marcela: uy... ufs... guy... ai...
por Deus... espera um pouco... ufs...
tive um orgasmo anal... mmm... filho da puta... a... ufs...
você não sabe o quão intenso é... meu Deus... mmm.
hahaha ai... não acredito... mmm...
mmmm...
Com tantos elogios e vendo como minha tia estava feliz e puta,
eu respondi.
Eu: fico feliz em te ver assim, tia... você está tão gostosa... com essa cara de prazer.
Aguenta mais um pouco, quero encher você de porra.
Não falta muito, prometo.
Ela não disse nada e se ajoelhou de quatro.
Enfiei o pau e comecei a foder ela.
Comi bem devagar, mas bem fundo, e ela começou a me motivar.
Marcela: mmm... neném, como eu amo seu pau... mmm
sim, come a bucetinha da tia... mmm... sim... mmm...
a tia merece que você rasgue a bunda dela de tão puta... ai...
sim, forte, guy... mmm...
uy... ufs... ufs... mmm...
mmm... sim... você vai encher o cu incestuoso da tia... mmm...
mmm... sim... bebezinho... mmm...
merecemos o inferno, neném...
mas me fode pra sempre... ai... como você é bom fodendo... ufs...
mais, neném, mais...
a tia quer porra, me dá sua porra bem dentro... mmm...
ai...... não pausa... ahh...
Minhas bolas batiam na buceta dela e dava pra ouvir o estalo do sexo entre a bunda dela e minhas pernas.
Logo ela sentiu meu pau começar a ter espasmos e meu gozo encheu o cu dela.
Ela tava em êxtase total com a nova experiência dela.
Exausto depois de horas de sexo encharcados de suor, ficamos deitados. Ela, apaixonada, me jurou amor eterno.
Me beijava e acariciava.
Começou um romance incestuoso e quente.
Tomamos banho juntos e quase comi ela no chuveiro de novo.
Mas ela me parou, dizendo: "Melhor depois."
"Me dá um respiro."
Como um casal de namorados, voltei a pintar o outro cômodo.
Ela, com o chimarrão e beijos, me enlouquecia.
Não aguentei esperar a noite.
Tirei a roupa dela e comi ela na sala.
Não me importava se alguém chegasse. Que as portas e janelas estivessem abertas. Só queria foder minha tia.
Ela também tava disposta a receber toda a luxúria do sobrinho dela.
Entregue de corpo, alma e coração.
Mais uma hora de sexo.
Ela pediu o que nunca teve coragem de pedir pra ninguém.
Marcela: mmm... te amo, neném... mmm...
ufs... você me dá tanto prazer...
mmm... quero que o nosso nunca acabe... mmm...
quero que me faça sua puta pra sempre...
quero provar seu leite... mmm...
quero seu leite incestuoso e quente... não pela buceta...
quero sentir o gosto do seu sêmen...
tão puta você me deixa que peço algo que nunca pediria a ninguém.
Eu: mmm... sim, tia, eu também quero que você fique comigo sempre.
Gosto que você queira ser minha puta...
que se comporte como tal e me peça o que quiser.
Se quer meu leite, vou te dar...
Tirei meu pau da buceta dela.
Ela me fez parar.
Colocou uma almofada no chão e se ajoelhou na minha frente.
Me chupou o pau de um jeito que me fez delirar de prazer.
Meu pau gozou de novo.
Dava pra ver a língua da minha amada tia se enchendo de leite.
Ela tomava gole por gole.
O que caía dela eu juntava com minha pica e enfiava de volta na boca dela. Brincou com meu gozo e minha pica até eu perder a ereção.
Marcela: mmm... que gozo gostoso, neném.. mmm..
tão branquinho, tão cremoso... mmm...
quanto mais a gente faz, mais eu gosto...
tô muito puta....
Eu: mmm... você é linda....mmm.
amo que você seja assim... tia... mmm....
só falta encher sua buceta.... tô morrendo de vontade de fazer isso
Depois do sexo.....
Terminei de pintar e arrumamos tudo.
Cozinhamos e nos divertimos.
Depois do jantar, pra surpresa dela, virei a sobremesa.
Ela descobriu meu apetite sexual.
que achava que era exagero das amigas dela.
Engoli mais gozo.
Exaustos, caímos no sono.
No dia seguinte, acordei cedo, fui ao banheiro sem fazer barulho.
Mas quando voltei.
Ao vê-la dormindo com a calcinha fio dental enfiada na bunda e a camisola levantada.
Não consegui evitar ficar excitado.
Fiquei atrás dela e puxei a calcinha pra baixo enquanto beijava as nádegas dela, ela dormia profundamente.
Nem percebeu que eu não sou de esperar.
Sem a calcinha atrapalhando.
Abri as bandas da bunda dela.
Um pouco de saliva lubrificou minha pica e a buceta dela.
Me aproximei devagar e bem suave enfiei nela.
Ela acordou com o susto de um pau enfiando bem fundo dentro dela. Ainda dormindo e surpresa com tamanha surpresa.
Eu: mmm... bom dia, tia.... mmm...
dormiu bem?....
é hora de tomar café....mmm...
Marcela: ai... garoto....
tava dormindo... a... ai...
você sempre acorda assim... ai... ufs...
menino, você é um perigo mesmo....
o que vou fazer com você.....?
a... ah....a......
você gosta mais de foder do que de comer....
a... ha... ah.... vou gozar, filho da puta....
a...... ah.....ha....
Minha pobre tia recebia pau em todas as posições.
Eu insaciável e ela que não aguentava mais.
Exausta, pedia por favor que eu terminasse.
Eu: mmm tia, como amo.... te foder....mmm...
vou encher sua buceta de porra... uy... que gostosa tá...
mmmm.... sim, tia.... mmm...
Marcela: sim, enche ela toda....mmm...
sim, amor, quero que você foda e deixe bem dentro sua porra....
mmm... sim, bebê mmm....
me dá mmm... sim, toda a porra dentro da tia.... mmm......
a.... ha....ah....
mmm.....
Eu comi ela como um animal.
Motivado pelas coisas que minha tia falava.
Até que gozei bem fundo dentro dela.
Um coro de gemidos encheu o quarto, enquanto a buceta da minha tia se inundava com minha porra.
Naquele fim de semana, eu comi ela o dia inteiro. Amava o jeito dela beijar e como ela era comigo.
Me excitava pra caralho ter minha tia como uma putinha.
Logo ela pegou meu ritmo, se contaminou e curtia aquele love e sexo quente.
Se eu não ia comer ela na casa dela, ela vinha na minha.
Assim por meses.
Depois por anos.
Ela casou com o velho que bancava ela, e com isso ela era feliz.
Mas por longos anos, eu fui o love e o amante secreto dela.
Depois, num dos encontros, um dia ela criou coragem.
Também confessou pras amigas que também dava pra mim.
Ela foi um dos meus grandes amores.
Vivemos mil coisas juntos, mas isso fica pra outra história.
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PS: Bom, queridos leitores e leitoras, aqui deixo essa história.
Espero que gostem. Só peço o de sempre.
Já que chegaram até aqui.
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Saudações: Maury-solo-eu.
9 comentários - Minha tia Marcela: de entregadora a entregada. c/ fotos.