Boquete em casado (gay)

Fala, depois de um tempão voltei a escrever. Andei fazendo umas safadezas por aí e espero continuar, isso vai ser rapidinho mas é o primeiro de vários que tenho pra contar.

Por aqui em San Luis os ativos não são muito ousados, principalmente os casados, porque é uma cidade pequena e se você faz uma merda, uma hora ou outra todo mundo fica sabendo.

Sempre procuro meus alvos no GRINDR. E não sou de ficar usando direto. Cumpro minha cota e sumo por um tempo.

Tenho uma fraqueza por coroas ou homens de 50 pra cima, eu tenho 32. E depois de bater um papo e ver o que tinha pra jantar, ele apareceu.

Perfil sem foto, mas me chamou e eu respondi. Depois de conversar e trocar uma ideia, do que eu gostava, do que ele procurava, ele me disse que era casado, mas curtia homens putinhos, não afeminados, mas homens másculos sendo comidos.

Eu já tava em casa, muito tarado, entrando aqui no Poringa, conversando no app e vendo pornô, e ainda por cima tinha um consolo entre as nádegas que eu tava montando. Tava muito excitado e ele disse que não tinha muito tempo naquele dia e decidiu que a gente se encontrasse pra ver no que dava. Eram 18h50 e ele tinha que estar em casa às 20h. Mandei a localização e coloquei um suspensório, caso ele quisesse me comer rápido, era só baixar a calça e abrir a raba, porque já tava toda dilatada e no fogo.

Deu 19h15 e ele chegou. Um carro bem caro, e ele era um coroa que dava pra ver que trabalhava num lugar importante. Me aproximei e entrei no carro.

— Que gostoso você é. Ele disse.

— Obrigado, respondi, tímido como sou.

— Bora, baixa a calça, eu obedeci.

— Porra, que buceta gostosa. Bora ver o que você tá usando. Nossa, que delícia, olha como tá. E tem uma raba linda.

Ele tava apalpando minha raba e meu pau, que tava pequenininho guardado.

Enquanto ele passava a mão, me perguntou onde a gente podia ir rápido pra eu chupar ele sossegado. Falei pra irmos pra uma estrada que vai pra cidade de La Punta. E Lá pra fora a gente foi.
Em menos de meia quadra eu já tinha minha mão por cima da calça dele, tocando aquele volume que tava bem gostoso. Com as mãos dele, ele desabotoa a calça e abaixa, junto com a cueca. Ali estava aquela pica que dava pra ver entre a roupa e a escuridão.
Falei: "Com licença." E mergulhei entre as pernas dele, fazendo tipo o primeiro truque que você aprende na bicicleta, sem mão.
E assim a gente ia na estrada, ele dirigindo e empurrando minha cabeça contra a pélvis dele, e eu com a pica dele na boca até a garganta.
Tava desconfortável, mas que prazer essas coisas num carro.
Chegamos no acostamento da estrada, debaixo de uma árvore, numa rua de terra. Ele freia o carro. Reclina o banco mais pra trás e abaixa a calça até os joelhos. E aí eu me empolguei porque conseguia levar aquela pica até minha garganta e fazer ela bater na campainha.
Ele só conseguia falar: "Uhhh, que gostosa como você chupa, mano. Continua assim, meu amor. Dá pra ver que você adora chupar pica."
Eu, sentado, ainda tava meio deitado em cima dele, com a pica dele na boca e minha mão também.
Ali eu tava subindo e descendo uma vez e outra, sugando a cabeça, fazendo um chupão, tirava da boca e chupava a base da pica, subia passando a língua e repetia tudo de novo. E de vez em quando fazia uma garganta profunda e mexia a boca de um lado pro outro, como se quisesse penetrar minha garganta.
Nessa hora eu já tava muito, muito excitado, e me ajoelhei no banco. E ele começou a me tocar a bunda e apertava, e eu ficava mais excitado ainda. Peguei minha mão e fiz uma meia punheta pra encher de saliva e levei até meu cu, e sem perder tempo enfiei 3 dedos enquanto chupava a pica dele. Nessa hora ele gemia e gemia, não falava nada. Quando ele me viu levar a mão na bunda, fez a mesma coisa e percebeu que eu tava me dilatando, e começou a me comer com 2 dedos, conforme a posição. E a gente se esquentou pra caralho os dois. E eu chupava com mais vontade ainda, e ele me dizia: "Que bunda gostosa você tem, quero... arrebentar pra você.
Eu, nem lento nem preguiçoso, falei: "então beleza, me come agora". Ele pensou e disse: "não, por enquanto o boquete". Eu, meio decepcionado, mas ainda excitado, continuei chupando porque sabia que era o que ele queria, e eu queria meu gozo.
E ele começou a gemer mais, e falou: "continua que eu vou gozar".
E eu sugava tudo, subia e descia, chupava ele. E quando ele disse que tava perto de gozar, enfiei a cabeça bem na minha garganta. Senti ele começar a inchar e ouvi ele fazer: "Ahhhhh, ahhh, ahhh!!!"
E senti aquele gostinho na boca, que gostoso que tava. Dava pra ver que ele não tomava café e não fumava, um dos gozos mais deliciosos que já provei.
— Você me fez gozar muito rápido, ele disse.
Eu tava chupando tudo que sobrava e lambia os ovos dele.
Limpei com a língua e com a boca o resto do gozo, e minha saliva, e falei:
— Não quero que você se segure assim, depois você me come.
Depois de limpar, me acomodei no banco, ele arrumou a roupa, levantou o banco e me alcançou até onde a gente se encontrou.
Ficou aquela sensação gostosa na boca, mas com a rabeta em chamas.
Até hoje ele não me respondeu pra gente se encontrar e ir pro hotel, mas espero que um dia ele se anime e role.
Quando tiver um encontro, vou contar como foi. Mando muitos beijinhos na piroca... <3<3<3<3

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