Série anterior que se conecta com essa----->Minha mãe Silvina - Tchau, Belém
O começo de toda essa saga------>Minha irmã BelémMe ajoelhei no chão e, enquanto o pequeno Noah chupava uma teta, eu chupava a outra. Duas primeiras lambidas e comecei a chupar. Aghhhh que delícia que é – dizia minha irmã Mmmmm – agora eu chupava com força
Belén tinha voltado e na primeira oportunidade que a gente teve, já tava chupando os peitos dela. Bom, só um, nesse caso.
Era muito doentio a cena do bebê e eu chupando os peitos da minha irmã. Ela se contorcia de tesão e olhava alternadamente pra nós dois: pro filho dela e pro irmão. Eu não parava de chupar aquele mamilo escuro e duro feito pedra. Passava a língua um pouco e voltava a chupar com força.
Começou a sair leite e eu fui tomando. Era uma delícia, eu bebia e olhava nos olhos da minha irmã.
Consegui ver a cara de terror dela olhando pra porta.
Não percebi que minha tia tinha entrado e tava contemplando a cena libidinosa, ao mesmo tempo que maternal. Era uma parada surreal.
Minha tia nos olhava de pé na entrada da sala e dizia: O que vocês tão fazendo? Tão doentes? Não, tia, eu só queria… O que você queria? – quase gritava minha tia a essa altura Saber o gosto que ela tinha – falei, como tentando me desculpar —E você? — minha tia olhou pro meu irmão Eu deixei… é meu irmão – se desculpava agora Belém Vocês são loucos? Não, tia Agora, quando o bebê pegar no sono, quero que vocês me contem que tipo de relação existe entre vocês. Os dois juntos, já que nem sua mãe, nem você, Belém, nunca quiseram me contar.
Nós nos encontrávamos numa encruzilhada. Será que tínhamos que confessar pra minha tia o que a gente tinha feito com a minha irmã?
Quando tudo se acalmou um pouco, minha tia começou a preparar o peixe enquanto se virava pra controlar se algum de nós dois estava sempre à vista. Depois de um tempo, ela nos chamou e disse: Não me esqueci, venham que quero que me contem.
Sentou a gente na cozinha e perguntou sem demora. Que tipo de relação vocês dois têm? Vou te contar tudo, tia – falei pra ela, e não sei por que motive peguei na mão dela.
Ela olhou pras minhas mãos, pro comprimento dos meus dedos e acariciou, ou pelo menos me pareceu, meu dedo maior quando eu soltava. Naquele momento, lembrei que minha mãe tinha comentado com ela no chat que eu tinha uma boa pica e imaginei que talvez isso estivesse passando pela cabeça da minha tia.
Decidi que era hora de pegar o touro pelos chifres e, sabendo que eu tinha informação privilegiada, me arrisquei a não deixar ela falar com a minha irmã. Olha tia, o que a gente tem com a Belém é coisa nossa. ¡¿Quê?! Cê quer que eu conte pra sua mãe? Tia! Mamãe já sabe de algo e também não vou contar detalhes pra ela. Mas. Essa é boa! Você se fazer de ofendido agora!
O tom de indignação da minha tia era total. Acho que tinha passado do ponto, mesmo sabendo que estava errado, então decidi que era hora de recalcular. Não, tia, não se engana! Não tô fazendo de ofendido. Ah, não? Não, não. Eu sei que são coisas que dois irmãos não deviam fazer.
Minha irmã me olhava e não dizia nada. Minha tia esperava uma explicação lógica e, de braços cruzados, aguardava o fim do meu discurso. Mas mesmo sabendo que é errado, não acho que a gente tenha que ficar expondo nossas intimidades pra ninguém. Não contei pra nossa mãe, não vou contar pra você. Tá bom, não quero intimidades – hesitou minha tia Então… Quero entender o que você tava fazendo… hmm… bem, chupando o peito da sua irmã.
Minha tia ficou toda vermelha. Isso eu posso te explicar. Ouço – disse ela. Nós brincamos entre a gente e isso foi parte de um jogo. Eu disse que tava afim e ela me deixou. Mas sabem que isso é errado… - minha tia tentou esclarecer Nós sabemos, mas mesmo assim não ligamos. Bom, tá bem Se quiser contar pra mamãe, cê tem todo direito, não vou te impedir – me enchi de coragem Já vou ver" – disse minha tia.
A conversa morreu ali. Minha irmã ficou me encarando com uma cara de devoção que deu vontade de comer ela ali mesmo.
A noite chegou, minha tia fez o peixe. Tava uma delícia. De lamber... os dedos, eu falei num momento. Minha tia sorriu pra mim, e minha irmã também. Minha mãe fingiu que não ouviu.
Naquela noite, minha mãe saiu e eu fui atrás da minha tia até o quarto dela. O que você tá fazendo aqui, Kevin? Nada, tia, quero falar com você. Podemos ir pra cozinha Não quero que a Belém me ouça. Além disso, ela tá com o bebê. Sim, me fala – minha tia cruzava os braços Duas coisas, agora que estamos sozinhos.
Minha tia me olhou com intriga.
A princípio, eu sabia que ela sentia uma certa curiosidade pelo meu pau e ia usar isso a meu favor.
Em segundo lugar, minha tia era muito gostosa, mais nova que minha mãe, com uma bunda melhor que a dela, mas com menos peitos, já que minha mãe tinha feito cirurgia e minha tia era um pouco mais lisa e magra. O quê?" – ela perguntou, intrigada. Primeiro, valeu por não contar pra minha mãe. Não precisa me agradecer Sim, quero te agradecer – falei pra ela Bom, e a segunda? Se você está curiosa sobre o que a gente faz com a minha irmã, só vou te dizer que a gente começou brincando e perdeu o controle. Ayyy Kevin, já imaginava isso É que entre os peitos e a bunda da Belém Bom, sobrinho, não precisa ser tão explícito. E eu tenho uma boa… — apontei pra minha calça que tava bem inchada Ah, é? – ela me disse, curiosa Sim, quando você quiser eu mostro pra você – falei desafiando ela E o que te faz pensar que eu quero ver ela? Juro que quando você ver ela, não vai se arrepender.
Sabia que eu tava me fazendo de galinha e que esse não era o papel que eu mandava melhor, mas tinha que jogar essa carta pra tentar ter minha tia sob meu domínio. E você seria capaz de me mostrar ela assim, na cara dura? Claro, tia Olha que atrevido meu sobrinho Bom, não seria nada mais do que te mostrar ela. Então, pelo que eu entendi, sua irmã viu a sua buceta. Que curiosa que você é, tia! Bom, vai me contar alguma coisa ou não?
O clima tava tenso, mas dessa vez, no bom sentido. A gente tava se esquentando, dava pra sentir. Achei que era hora de acelerar. Posso te contar uma parada… Mas… Mas você tem que me dar alguma coisa… O que eu posso te dar Vamos fazer um trato, pequena. Vamos ver… - minha tia já estava nas minhas garras Eu te conto uma parada que fiz com minha irmã e você me mostra suas tetas… Você é louco?
Ela fez esse comentário, mas tava rindo. Não tava brava. Bom, então nem tão curiosa você é pelo que vejo. Espera aí – ela me disse.
Minha tia saiu do quarto e voltou depois de 5 minutos. Quando vi ela entrar, não conseguia acreditar. Dava pra ver perfeitamente, ela tinha tirado o sutiã e estava de camiseta, com os mamilos bem marcados. Fui ver se sua irmã tinha colocado o Noah pra dormir e se ela ia deitar também. E aí? Já tá E também a tirar o sutiã, né? Uai, mas que observador que tá meu sobrinho hoje…
Continua…
Podem deixar seus comentários emreybaco2005@hotmail.comNo Telegram: @reybaco2005
O começo de toda essa saga------>Minha irmã BelémMe ajoelhei no chão e, enquanto o pequeno Noah chupava uma teta, eu chupava a outra. Duas primeiras lambidas e comecei a chupar. Aghhhh que delícia que é – dizia minha irmã Mmmmm – agora eu chupava com força
Belén tinha voltado e na primeira oportunidade que a gente teve, já tava chupando os peitos dela. Bom, só um, nesse caso.
Era muito doentio a cena do bebê e eu chupando os peitos da minha irmã. Ela se contorcia de tesão e olhava alternadamente pra nós dois: pro filho dela e pro irmão. Eu não parava de chupar aquele mamilo escuro e duro feito pedra. Passava a língua um pouco e voltava a chupar com força.
Começou a sair leite e eu fui tomando. Era uma delícia, eu bebia e olhava nos olhos da minha irmã.
Consegui ver a cara de terror dela olhando pra porta.
Não percebi que minha tia tinha entrado e tava contemplando a cena libidinosa, ao mesmo tempo que maternal. Era uma parada surreal.
Minha tia nos olhava de pé na entrada da sala e dizia: O que vocês tão fazendo? Tão doentes? Não, tia, eu só queria… O que você queria? – quase gritava minha tia a essa altura Saber o gosto que ela tinha – falei, como tentando me desculpar —E você? — minha tia olhou pro meu irmão Eu deixei… é meu irmão – se desculpava agora Belém Vocês são loucos? Não, tia Agora, quando o bebê pegar no sono, quero que vocês me contem que tipo de relação existe entre vocês. Os dois juntos, já que nem sua mãe, nem você, Belém, nunca quiseram me contar.
Nós nos encontrávamos numa encruzilhada. Será que tínhamos que confessar pra minha tia o que a gente tinha feito com a minha irmã?
Quando tudo se acalmou um pouco, minha tia começou a preparar o peixe enquanto se virava pra controlar se algum de nós dois estava sempre à vista. Depois de um tempo, ela nos chamou e disse: Não me esqueci, venham que quero que me contem.
Sentou a gente na cozinha e perguntou sem demora. Que tipo de relação vocês dois têm? Vou te contar tudo, tia – falei pra ela, e não sei por que motive peguei na mão dela.
Ela olhou pras minhas mãos, pro comprimento dos meus dedos e acariciou, ou pelo menos me pareceu, meu dedo maior quando eu soltava. Naquele momento, lembrei que minha mãe tinha comentado com ela no chat que eu tinha uma boa pica e imaginei que talvez isso estivesse passando pela cabeça da minha tia.
Decidi que era hora de pegar o touro pelos chifres e, sabendo que eu tinha informação privilegiada, me arrisquei a não deixar ela falar com a minha irmã. Olha tia, o que a gente tem com a Belém é coisa nossa. ¡¿Quê?! Cê quer que eu conte pra sua mãe? Tia! Mamãe já sabe de algo e também não vou contar detalhes pra ela. Mas. Essa é boa! Você se fazer de ofendido agora!
O tom de indignação da minha tia era total. Acho que tinha passado do ponto, mesmo sabendo que estava errado, então decidi que era hora de recalcular. Não, tia, não se engana! Não tô fazendo de ofendido. Ah, não? Não, não. Eu sei que são coisas que dois irmãos não deviam fazer.
Minha irmã me olhava e não dizia nada. Minha tia esperava uma explicação lógica e, de braços cruzados, aguardava o fim do meu discurso. Mas mesmo sabendo que é errado, não acho que a gente tenha que ficar expondo nossas intimidades pra ninguém. Não contei pra nossa mãe, não vou contar pra você. Tá bom, não quero intimidades – hesitou minha tia Então… Quero entender o que você tava fazendo… hmm… bem, chupando o peito da sua irmã.
Minha tia ficou toda vermelha. Isso eu posso te explicar. Ouço – disse ela. Nós brincamos entre a gente e isso foi parte de um jogo. Eu disse que tava afim e ela me deixou. Mas sabem que isso é errado… - minha tia tentou esclarecer Nós sabemos, mas mesmo assim não ligamos. Bom, tá bem Se quiser contar pra mamãe, cê tem todo direito, não vou te impedir – me enchi de coragem Já vou ver" – disse minha tia.
A conversa morreu ali. Minha irmã ficou me encarando com uma cara de devoção que deu vontade de comer ela ali mesmo.
A noite chegou, minha tia fez o peixe. Tava uma delícia. De lamber... os dedos, eu falei num momento. Minha tia sorriu pra mim, e minha irmã também. Minha mãe fingiu que não ouviu.
Naquela noite, minha mãe saiu e eu fui atrás da minha tia até o quarto dela. O que você tá fazendo aqui, Kevin? Nada, tia, quero falar com você. Podemos ir pra cozinha Não quero que a Belém me ouça. Além disso, ela tá com o bebê. Sim, me fala – minha tia cruzava os braços Duas coisas, agora que estamos sozinhos.
Minha tia me olhou com intriga.
A princípio, eu sabia que ela sentia uma certa curiosidade pelo meu pau e ia usar isso a meu favor.
Em segundo lugar, minha tia era muito gostosa, mais nova que minha mãe, com uma bunda melhor que a dela, mas com menos peitos, já que minha mãe tinha feito cirurgia e minha tia era um pouco mais lisa e magra. O quê?" – ela perguntou, intrigada. Primeiro, valeu por não contar pra minha mãe. Não precisa me agradecer Sim, quero te agradecer – falei pra ela Bom, e a segunda? Se você está curiosa sobre o que a gente faz com a minha irmã, só vou te dizer que a gente começou brincando e perdeu o controle. Ayyy Kevin, já imaginava isso É que entre os peitos e a bunda da Belém Bom, sobrinho, não precisa ser tão explícito. E eu tenho uma boa… — apontei pra minha calça que tava bem inchada Ah, é? – ela me disse, curiosa Sim, quando você quiser eu mostro pra você – falei desafiando ela E o que te faz pensar que eu quero ver ela? Juro que quando você ver ela, não vai se arrepender.
Sabia que eu tava me fazendo de galinha e que esse não era o papel que eu mandava melhor, mas tinha que jogar essa carta pra tentar ter minha tia sob meu domínio. E você seria capaz de me mostrar ela assim, na cara dura? Claro, tia Olha que atrevido meu sobrinho Bom, não seria nada mais do que te mostrar ela. Então, pelo que eu entendi, sua irmã viu a sua buceta. Que curiosa que você é, tia! Bom, vai me contar alguma coisa ou não?
O clima tava tenso, mas dessa vez, no bom sentido. A gente tava se esquentando, dava pra sentir. Achei que era hora de acelerar. Posso te contar uma parada… Mas… Mas você tem que me dar alguma coisa… O que eu posso te dar Vamos fazer um trato, pequena. Vamos ver… - minha tia já estava nas minhas garras Eu te conto uma parada que fiz com minha irmã e você me mostra suas tetas… Você é louco?
Ela fez esse comentário, mas tava rindo. Não tava brava. Bom, então nem tão curiosa você é pelo que vejo. Espera aí – ela me disse.
Minha tia saiu do quarto e voltou depois de 5 minutos. Quando vi ela entrar, não conseguia acreditar. Dava pra ver perfeitamente, ela tinha tirado o sutiã e estava de camiseta, com os mamilos bem marcados. Fui ver se sua irmã tinha colocado o Noah pra dormir e se ela ia deitar também. E aí? Já tá E também a tirar o sutiã, né? Uai, mas que observador que tá meu sobrinho hoje…
Continua…
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