Me chamo Pedro e minha esposa Valéria, hoje já estamos casados há 12 anos. Eu tenho 33 anos e ela 32, e temos dois filhos. Valéria tem um corpo normal, é magra, com seios e bunda pequenos. Depois que me casei com a Valéria, uma prima mais nova (com quem a gente brincava de marido e mulher quando criança, mas isso é outra história) casou-se uns 4 anos depois com o Gustavo, um cara muito feio, sem nenhum charme e muito convencido. Entrando no assunto, em reuniões de família que tivemos, eu já tinha notado que ele ficava olhando muito pra minha esposa. Em algumas ocasiões, ao cumprimentá-la, ele beijava ela bem perto da boca. Numa noite de 24 de dezembro, quando estávamos nos abraçando no meio dos empurrões e todo mundo querendo abraçar a família toda, ele aproveitou e deu uma esbarrada nela que ninguém viu, exceto eu, que estava quase atrás dela. Ele se desculpou dizendo que tinha sido empurrado. Não falamos nada, porque com toda a confusão era bem plausível. No decorrer da noite, não aconteceu muita coisa, só alguns olhares dele pra minha Vale, que naquele dia estava usando um vestido que ia até a metade das pernas e, ao se sentar, dava pra ver demais se ela não tomasse cuidado. O Gustavo procurava qualquer oportunidade pra ver se conseguia ver algo a mais, e minha Vale percebeu o olhar dele e, em algumas vezes, cruzaram os olhares. Uns dois dias depois, o Gustavo adicionou ela no Facebook e começou a conversar com ela, pedindo desculpas pelo que aconteceu no Natal. Durante a conversa, o Gustavo disse que percebeu que ela estava olhando pra ele, e num momento da conversa ele perguntou se ela gostava dele. Ela disse que não, e que quem ficava olhando era ele. O Gustavo perguntou se podia convidá-la pra um café como forma de desculpa e que ela não pensasse mal dele. Isso eu sei porque tenho a conta do Messenger da Valéria vinculada no meu celular, já que uma vez o celular dela não ligou e ela pediu o meu pra ver umas coisas e não saiu da conta. Ela disse que tudo bem, mas que fosse com a esposa dele, ou seja, minha prima, e comigo. Ele disse que era melhor eles dois resolverem esse mal-entendido sozinhos, pra gente não pensar mal. Minha prima e minha esposa concordaram que se encontrariam num sábado à tarde, quando eu folgo, porque tinha jogo de futebol e eu ia ficar vendo, já que era a final. Ele disse que sim, e marcaram de se ver num café que só abre às 7 da noite, então combinaram pras 8. No dia do encontro, como eu sabia onde ela ia e com quem, resolvi colocar um gravador de voz escondido na bolsa que ela ia levar. Pra sair, a Vale foi bem normal: uma calça jeans e uma blusa que uns moleques de 14 anos diziam que merecia nota 10, porque destacava os peitos dela. Durante a conversa no café, ele tentou se desculpar no começo, mas depois de um tempo falou que a verdade é que ele gostava muito dela, e que com a roupa que ela tava usando, ela tava muito gostosa. Disse que, se dependesse dele, naquela hora mesmo ele levava ela pra um hotel pra foder ela do jeito certo, porque parecia que ela tava precisando de uma boa fodida. Isso me deixou puto, mas pra ser sincero, meu pau é bem normal, uns 14 cm no máximo. No começo, deu pra ouvir que minha esposa ficou brava, porque chamou ele de filho da puta e disse que nem nos sonhos dele ele ia ficar com ela, e que ela transava muito bem comigo. Ele fez uma aposta: ir pra um parque perto dali, que é vazio, ainda mais de noite. Se o pau dele fosse menor que o meu, ele nunca mais ia encher o saco dela. Mas se fosse maior, ele ia chupar ela ali mesmo, depois transar com ela onde ele quisesse, e na próxima reunião de família ela teria que se vestir do jeito que ele mandasse. (Vale lembrar que, pra Vale, eu era o único homem que ela tinha visto pelado, porque ela é muito recatada e nunca tinha ficado com ninguém antes de casar.) Ela aceitou, mas com a condição de que, além de ele parar de perturbar, ela contaria tudo pra minha prima — o que ele disse e o que queria fazer. Deu pra ouvir que eles pagaram a conta e se levantaram. No começo, dava pra ouvir carros, mas depois só barulho ao longe. Aí o Gustavo fala pra Vale: "Aqui não tem ninguém, tá vazio. escuro, ouve-se o zíper da calça descendo e Gustavo dizendo "então eu ganhei ou seu maridinho..." Ela não escuta nada, só um silêncio e o motor de carros ao longe, e Gustavo fala "pelos seus olhos, o que você fez? Acho que eu ganhei essa aposta, então ajoelha e chupa minha pica que ela tá dura como pedra desde que te vi chegar com essa blusa de puta e essa calça que levanta essas suas nalgas gostosas..." Ela só diz que não, que não vai fazer, e ele comenta que se não fizer, a família toda vai saber que foi ela que procurou e queria dar pra ele. Ela não diz nada, e só se ouve ela enfiando na boca, e ele diz que ela não chupa tão mal, mas que vai ter que melhorar se quiser que ele encha a boca dela de porra e que esse dia termine rápido. Dava pra ouvir minha mulher engasgando, e depois de uns 5 minutos Gustavo manda "engole tudo, e se cair alguma coisa, você chupa do chão", e fala "vai assim, toda suja, e quando chegar em casa, dá um beijo no seu maridinho da minha parte. Mais tarde te escrevo pra te falar quando vou te foder até arrebentar seu cu e como quero que você vá vestida de puta pra próxima festa de família pra chupar ela pela última vez." Valéria chegou em casa e o jogo tava nos pênaltis, ela só falou "cheguei, amor" e foi direto pro quarto, deixou a bolsa na sala como sempre. Eu aproveitei pra pegar o gravador e ouvir tudo depois. No dia seguinte, no trabalho, escutei a gravação inteira, que foi o que contei no meu relato anterior. Fiquei puto por saber que ela tinha engolido todo o leite daquele filho da puta do Gustavo, mas minha pica tava mais dura do que nunca. Então comecei a planejar como fazer pra ele comer ela na minha casa, já que sempre quis ver como outro cara come minha esposa santinha. Comprei umas câmeras de segurança e coloquei em toda a casa: na sala, no nosso quarto, no quarto dos meus filhos e mais uma na cozinha. Onde não consegui colocar foi no banheiro, porque não dá pra esconder lá. Instalei elas um dia que foi pra casa da mãe dela com nossos filhos. Comecei a ver as conversas do messenger dela e vi que naquela mesma noite o Gustavo escreveu pra ela: espero que tenha gostado do meu gozo porque no dia que eu te pegar você vai engolir mais e vou encher de porra toda essa buceta linda que você tem. Vale: não gostei nada disso, além do mais não sou uma puta pra deixar você gozar dentro de mim. Gustavo: sábado que vem à tarde entre 4 e 5 vamos pra um hotel arrebentar seu cu e sua buceta que pelo que vejo não gozou como devia. Vale: eu não vou pra hotel nenhum, se quiser arruma outro lugar. Gustavo: se quiser pode ser na sua casa, é só mandar seu maridinho pastar, ou na minha casa e mandamos minha mulher pastar. Vale: na minha casa não dá porque não vou mandar meu marido pra outro lugar só pra você me comer. Gustavo: bom, já te falei, tem que ser esse sábado ou aguenta as consequências. Eu já com as câmeras instaladas falei pra Vale que tinha uns ingressos pro cinema e como sei que ela não gosta de ir sozinha, comprei só pros meninos e pra mim, que a sessão começava às 4:30 e como era o último filme da Marvel durava 3 horas, que se ela quisesse ir com a amiga enquanto a gente entrava no cinema, e ela disse que preferia ficar em casa pra fazer a limpeza, e eu por dentro pensando: pra te arrebentar o cu, melhor dizendo, hahaha. No dia seguinte, que era sexta, ela escreveu pro Gustavo que eu sairia com os meninos, que ele esperasse ela em casa pra pagar a aposta lá pelas 4:20 e que ela teria só 3 horas, e ele comentou que com essas 3 horas bastava. No sábado chegamos do cinema lá pelas 8:30 porque passei pra comprar umas coisas pros meninos e dar mais tempo pra eles terminarem bem. No domingo saí pra trabalhar e vi as gravações pelo celular porque as câmeras salvaram tudo na nuvem. Às 4:25 o Gustavo chegou, ao entrar em casa viu minha esposa que tava de mini saia branca com uma fio dental da mesma cor, uma blusa bege, e deu um tapa na bunda dela e disse: assim que eu gosto de você, sua puta, hoje você vai Vou foder até pelas orelhas, já que você me gustou desde o primeiro dia que te vi. Em seguida, entraram na sala e o Gustavo tirou o pênis que estava usando junto com a cueca, e apareceu uma pica de uns 25 cm e grossa, que já estava mais que dura, e disse pra Vale: "Chupa, Vale". Ela imediatamente se ajoelhou e começou a chupar, primeiro a ponta com a língua, e começou a percorrer todo o tronco, das bolas até a ponta. Depois, ele agarrou a cabeça dela e começou a foder a boca dela; só dava pra ver minha esposa se arqueando, porque aquela pica entrava até a garganta dela. Depois de uns 5 minutos, ele disse: "Agora é hora de você fazer uma dança e ficar pelada pra mim, só deixa a tanga, que essa eu tiro e vou levar de lembrança". Vale começou a se despir e ficou só de tanga na frente do Gustavo. Ele puxou ela pelo braço e fez ela sentar na pica dele, de costas. Começou a meter um dedo na buceta dela, que já estava molhadinha, e disse: "Viu como você é bem putinha, já tá começando a se molhar". Enfiou um dedo, depois dois, e disse: "Agora vai a minha pica pra você sentir um homem de verdade". Ele puxou a tanga pro lado e enfiou a ponta na buceta dela, e aos poucos foi metendo tudo, dizendo como ela era apertada, e perguntou se não podiam foder sempre que ele quisesse. Vale disse que não, que era só dessa vez. Nessa posição, ele começou a foder ela. Depois, virou ela e colocou de quatro, apontou a pica na buceta dela e comeu ela assim por 30 minutos. Na casa, só se ouvia os gemidos da minha mulher com aquela pica dentro dela. Gustavo disse que agora era a vez de arrombar o cu dela. Vale disse que não, que era virgem. Gustavo ficou louco e disse: "Com mais razão ainda". Colocou ela de quatro e começou a meter devagar no cu dela, até que estava bem enfiada no cuzinho dela. Minha mulher só reclamava e dizia que doía muito, que ele tirasse. Gustavo disse: "Relaxa, deixa seu cuzinho se acostumar". Depois de um momento, começou com mete e tira devagar, até que minha mulher começou a gemer de prazer e ele começou a meter nela como um endemoniado. Ficaram assim por um tempo até que Gustavo disse: "vou gozar", e a Vale falou: "tira fora, não posso arriscar engravidar". Gustavo respondeu: "pelo cu não engravida, mas se quiser, pode engolir todo meu gozo e eu tiro". Ela disse que sim, e ele tirou para virá-la e meter o pau na boca dela, gozando quase na hora que enfiou. Só dava pra ver uns fios de sêmen escorrendo pelos cantos da boca da minha mulher. Depois, ele a levou pro nosso quarto e deu mais uma dose de pau, mas só na buceta dela, e gozou de novo no rosto e nos peitinhos dela. Dá pra ver o Gustavo indo embora e ele fala: "na próxima reunião de família, quero que você vista aquela mesma blusa e uma saia pra eu poder passar a mão em você à vontade e a gente terminar a aposta". Minha esposa disse que sim, que se encontrariam na próxima reunião. Eu não podia acreditar na puta que a minha Vale podia ser, já que comigo sempre foi muito recatada e só queria o básico. Vamos ver se rola algo na próxima festa, porque agora quero ver ao vivo.
5 comentários - Primo come minha esposa