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Compêndio IIIDesculpa a arrogância de escrever isso, mas as sextas à noite com a Marisol eu vejo como um limpador de paladar na nossa relação: não é que a gente fique fazendo resumo dos casos mais quentes que eu tive durante a semana, mas sim uma chance de expressar meus desejos sexuais pelo meu rouxinol. Pra Marisol, por outro lado, é uma das noites mais esperadas, já que meu único foco é dar o máximo de prazer pra ela em qualquer posição que me der na telha.
Por esses motivos, enquanto eu metia com força na buceta dela por trás, meu rouxinol dava o melhor de si pra se segurar de quatro na cama. Gemidos de prazer intenso e sons curiosos enchiam o quarto, enquanto nossas filhas dormiam tranquilas nos seus quartos.
Os sons dos nossos corpos se chocando um contra o outro enchiam o quarto, com uma batida rítmica que ficava mais forte a cada segundo.Meu rouxinol fechava os olhinhos enquanto eu a penetrava com mais força, com minhas mãos segurando firme suas cadeiras. Eu sentia os desejos do amor da minha vida, pedindo que eu a reivindicasse. Que mostrasse que ela era minha. Era um instinto primário, animalesco, que a envolvia até a alma.
— Marco! — gemeu meu rouxinol, com uma voz fina e suplicante. — Mais!
Respondi com um grunhido, fazendo minhas estocadas mais profundas e enérgicas. Tentava me segurar, porque não queria que seus gemidos gostosos acordassem minhas filhas, mas minha esposa não ligava. Minha esposa precisava disso, que eu a preenchesse por completo, que fizesse ela esquecer o toque de qualquer outra mulher.
De repente, Marisol desceu a mão e a enfiou entre as pernas para se esfregar no clitóris inchado no ritmo das minhas estocadas. A sensação a mais para minha mulher foi demais, tensionando o corpo dela ainda mais em volta de mim. O orgasmo dela vinha chegando aos poucos, numa espiral de prazer infinito que parecia se apertar cada vez mais.
Me inclinei sobre ela, sussurrando no ouvido:
— Você é tão gostosa! Tão perfeita! A melhor!
Palavras que deram um prazer imenso pra minha mulher. Não era só sobre transar, mas sim reafirmar nosso vínculo. Mostrar um pro outro que éramos propriedade um do outro.
Quando a mulher da minha vida chegou ao clímax, soltou um gritinho agudo e o corpo dela se agarrou em mim. Entendi o que ela queria e aumentei o ritmo das minhas estocadas, penetrando ela com toda força. Sentia como se eu fosse me enterrando mais fundo nela, apertando e comprimindo a barriga dela, numa luta desenfreada pra chegar ao meu próprio orgasmo.
Caímos juntos na cama, com os sons abafados pelos travesseiros. Por um momento, éramos uma massa suada e ofegante. misturada num abraço apaixonado.
Depois de alguns minutos, consegui desinchar o suficiente pra tirar ela de dentro de mim e cair ao lado dela, com o peito ofegante de tanto esforço. Apertei ela nos meus braços, enquanto ainda respirávamos fundo pra recuperar o fôlego.
Marisol se inclinou carinhosamente pra mim, sentindo o calor dos nossos corpos.
— Te amo! — murmurou linda, com a voz sincera.
Beijei a testa bonita dela e acariciei suas costas, fazendo círculos suaves pra acalmá-la.
— Também te amo, rouxinol! — respondi, tão emocionado quanto ela.
Mesmo com a dificuldade pra respirar, Marisol não parava de sorrir. Eu tinha feito ela gozar como uma louca. Mas, ainda assim, ela continuava sendo o mesmo cara estoico por quem se apaixonou.
+Então… amanhã você vai ver… a Cheryl e a amiga dela, a Maya… né? – perguntou com a voz ainda ofegante. - Sim! – suspirei em resposta. – … mas acho que não vou transar com ela, se é isso que te preocupa.
Marisol soltou uma risadinha suave e meiga.
+Por isso te amo tanto, meu amor! – disse, acariciando meu rosto com carinho. – Você ainda não se ligou no quão gostoso, lindo e sexy você é!
Tentei sorrir com humildade.
- Qual é, Marisol! – pedi quase num tom de reclamação. – A Maya ainda é virgem… e uma mulher casada… e indiana… tipo, tem tantos fatores pra considerar antes de pular na cama.
Minha esposa me beijou suavemente nos lábios…
+Eu sei, meu amor! – disse me olhando com doçura, como se fosse difícil pra ela que eu não enxergasse as coisas do ponto de vista dela. – Mas você é um baita partido: é gostoso, sexy, corajoso, charmoso… nem percebe a quantidade de mulheres que são loucas por você, meu amor.
- Ruiseñor, estamos falando de tirar a virgindade de uma mulher! – respondi sério.
Ela sorriu de novo, com malícia.
+E daí? Você tirou a minha e não tô reclamando! – respondeu num tom de brincadeira. – Meu amor, pelo amor de Deus, entende que você não é um mulherengo. É verdade, admito que peço pra você transar com um monte… mas o que quero dizer é que quando tirou a minha, você realmente se importou comigo. Foi bom me sentir segura e ter alguém responsável com mais conhecimento sobre o que a gente tava tentando fazer.
- Mas ruiseñor, tem fatores culturais… – insisti de novo.
+E daí? Eles tão malucos e errados! – minha esposa praticamente latiu pra mim. – Por favor, querido!... quando te conheci, mal conseguia segurar minhas mãos pra não te beijar, te abraçar ou me entregar ali mesmo pra você. Krishna conheceu a Maya e foi embora, sem fazer nada com ela. Então, por que você não “preenche esse espaço” dela, literalmente?
Marisol se virou pra mim, com os peitos lindos dela pressionando meu peito, me olhando nos olhos. O bom de ser casado com minha ruiseñor é que minha esposa pode discernir bem meu conflito interno: a luta entre meus desejos de agradar os gostos dela e minha própria bússola moral.
+ Amor! – ela disse suavemente, com uma voz compreensiva. – Te conheço e sei que não vai fazer nada que a deixe desconfortável… e de verdade, meu amor, te prometo que não estou te forçando a nada… só digo pra não se fechar pra ideia de que ela não quer… vejo seus olhos e sei que é sincero… e é por isso que me entrego a você, meu amor.
Olhei as lindas esmeraldas dos olhos dela, procurando qualquer sinal de dúvida ou ciúme. O que encontrei foi amor, puro e incondicional. Sabia que Marisol estava sendo honesta comigo. Que me respeitava apesar das minhas manias e crenças.
E expus minhas preocupações: de ter crescido numa família crente, da visão de monogamia que adotei (Porque apesar de tudo, a única mulher que eu olho e quem realmente me interessa compartilhar minha vida continua sendo minha esposa), da ideia de quebrar dogmas estabelecidos pelas nossas crenças religiosas.
Marisol ouviu pacientemente meus argumentos, ponto por ponto, e me acariciou. Disse que, apesar de tudo, a decisão ainda era da Maya e que eu só esperasse e visse como as coisas iam se desenrolando.
– Obrigado, rouxinol! – sussurrei, beijando a testa dela. – Você sempre sabe o que dizer!
Marisol corou, porque, apesar dos nossos anos de casados, ainda consigo fazê-la corar como quando nos conhecemos.
O quarto voltou a ficar tranquilo, com nossas respirações mais calmas. Nos olhávamos e nos beijávamos de vez em quando, sempre nos acariciando. Mas conforme a noite avançava, o cansaço foi nos abraçando até nos fazer dormir.
Eram 10 da manhã quando decidi tomar banho. Depois de ter chupado a buceta da minha esposa por 3 horas, achei que ela já tinha tido o suficiente. O sorriso de Marisol era safado e de satisfação.
Para as gêmeas, a novidade dos "sábados de sushi" já passou um pouco da moda, embora ainda me deem suas preferências. sobre o que querem comer no domingo. Já pra Marisol, ao contrário, é revigorante mandar o marido satisfazer outras 2 mulheres.
+Então… se você decidir passar a noite lá… me avisa, ok? – ela disse, mal conseguindo conter o entusiasmo.
- De jeito nenhum, rouxinol! – respondi, olhando pra ela com estranheza. – Quero dormir com você!
De novo, Marisol ficou vermelha. Não consegue entender por que a quero tanto. Tinha certeza de que, se eu fosse outra pessoa, a ideia de passar a noite com 2 mulheres me pareceria irresistível. Mesmo assim, continuo preferindo minha mulher.
- Só pra deixar claro, você não vai se trancar no nosso quarto pra bater uma, vai? – perguntei com preocupação genuína.
+ Não! Claro que não! – respondeu, mas desviando o olhar dos meus olhos inquisidores…
Soltei um suspiro…
- Só… não deixa ninguém te pegar… Por favor! – implorei, suplicando com um sorriso.
+ Não se preocupa! Não vou! – respondeu, aumentando a intensidade do vibrador dentro dela.
Nos beijamos e Marisol acenou com a mão, ansiosa pelo que me esperaria naquela tarde…
Quando cheguei no estacionamento do apartamento da Cheryl, a visão que me esperava era de tirar o fôlego: Cheryl estava usando uma regata justa, decotada e lilás, que deixava os peitões dela balançando igual gelatina; uma minissaia branca, curta e soltinha, na altura do joelho, que abraçava a bunda gostosa dela como um sonho, brincos nas orelhas e sandálias. E o beijo e o abraço que ela me deu me deixaram de pau duro na hora.
•Você não se importa que eu te cumprimente assim, né? - ela me perguntou envergonhada, dando uma olhada no volume da minha calça.Quando ela subiu as escadas, me senti feliz e decepcionado ao mesmo tempo, ao ver sua calcinha preta de renda, sabendo que nas semanas anteriores ela estava completamente nua. Mas, quando ela chegou ao último degrau e parou, não hesitei em lamber a bunda dela com loucura. Ela gemeu baixinho, pedindo com dificuldade para eu parar, enquanto eu mordiscava de brincadeira aquela bunda sedutora.
Na intimidade do apartamento dela, larguei a panela de arroz, trocando olhares ternos enquanto relembravamos as primeiras vezes que nos conhecemos. Beijei ela, sentando-a na bancada, abrindo suas pernas enquanto apalpava os peitos dela. Ela começou a gemer baixinho, se aproximando da minha virilidade e esfregando a buceta sedenta nela.
•Marco, para! - ela implorou quando eu estava prestes a penetrá-la. - A Maya está quase chegando!
Mesmo tendo um pouco de juízo, Cheryl ainda queria me sentir dentro dela, principalmente depois de ver meu pau inchado, lutando para sair da calça. Ela não facilitou nada, já que suas pernas abertas me mostravam a buceta molhada, desejosa de ser profanada.
Vi nos olhos dela o desejo de chupar minha rola, mas dadas as condições, o melhor era ir ao banheiro, lavar o rosto e me refrescar. Não fez milagres, mas ainda dava pra lidar.Maya não demorou pra chegar. Tava um espetáculo. Embora na maioria das vezes eu a visse de biquíni ou roupa de academia, vê-la com roupa normal era algo completamente diferente. Ela usava uma blusa azul justa com o menor decote possível, que deixava entrever a fartura dos peitos; um jeans de cintura alta bem chamativo que realçava a silhueta sem perder a elegância, um cinto bonito combinando com o jeans, uns brincos de argola simples e um par de sapatilhas.
>Olá! - Ela nos cumprimentou timidamente, dando uma olhadinha rápida no volume da minha calça, que, mesmo sem estar totalmente dura, ainda parecia inchada.Tentei disfarçar o máximo que pude, e ela foi gentil o bastante para focar na Cheryl enquanto isso. Batemos um papo, mas foi ideia da Cheryl ir direto ao assunto. Ver as garotas encostadas na bancada foi inacreditável. As duas tinham seu charme, e o espaço era tão apertado que justificava eu esbarrar nelas.
O cardápio do dia seriam os California rolls, iguais aos primeiros que ensinei à Cheryl, que ficou toda contente ao ver a gente voltando ao começo. Começamos a ensinar o básico: como preparar o arroz, como enrolar os rolls, etc.
•Desculpa minha cozinha ser tão apertada! - Cheryl se desculpou com a Maya, mas não hesitou em encostar a bunda na minha virilha, roçando de leve e soltando um suspiro.
E por mais que eu quisesse ser um cavalheiro e fazer tudo direito, a Maya fez a mesma coisa que a Cheryl. Nesse ponto, meu pau já tava quase perdendo o controle, porque minha ereção tava dura e inchada bem em cima da costura da fenda dela.
Pior ainda foi quando a Maya começou a imitar a Cheryl, me bloqueando com a bunda e me forçando a passar a mão nas duas pra conseguir atravessar a cozinha. Mas, mesmo assim, conseguimos fazer algumas levas de California rolls.
Só que enquanto ensinávamos, aconteceu uma parada interessante. Enquanto mostrávamos como espalhar o arroz de sushi uniformemente sobre a folha de nori, a Maya ficou impressionada com a habilidade da Cheryl nos movimentos precisos e sugeriu uma mudança inesperada no nosso preparo, dizendo que podia dar mais sabor.
Surpresos, vimos ela pegar da bolsa um vidrinho com pimentas verdes picadas e umas misturas de especiarias indianas que incluíam cominho, coentro e até um toque de garam masala.
Ela misturou tudo no recheio e adicionou uma pitada da mistura das especiarias. Espalhei a mistura picante sobre o arroz e enrolei com facilidade.
Cortei o rolinho da Maya em pedaços do tamanho de uma mordida e coloquei num prato. A Maya nos olhava, esperando pra ver qual era o gosto.
O sabor era completamente incrível. Mesmo não sendo fã de comida apimentada, a pimenta tava dentro do meu limite e dava mais vida ao sabor.
Enquanto comíamos, a conversa fluía naturalmente, mas os desejos safados entre nós foram crescendo a cada minuto. Os rolinhos estavam deliciosos, mas o verdadeiro banquete era no jeito que a gente se tocava e flertava, com nossos corpos falando uma língua que ia além das palavras.
Finalmente, quando não aguentou mais, a Cheryl se inclinou pro meu lado e sussurrou no meu ouvido:
•Você pode me seguir?
Os olhos da Maya se arregalaram de surpresa ao ver o que tava rolando na frente dela. A Cheryl pegou minha mão e me levou pra sala, pedindo pra Maya nos seguir. Sentamos no sofá e começamos a nos beijar na frente da Maya.
Me pegou de surpresa, porque eu não esperava que a Cheryl pudesse agir de um jeito tão agressivo. Agarrou minhas mãos e enfiou nos peitos dela, deixando claro que tava falando sério.
•Sabe, Maya? A piroca do Marco é enorme. – Disse a Cheryl, sorrindo pra amiga.
>O quê? Não, não é assim… – tentei cortar.
•Silêncio, Marco! – ordenou a Cheryl, calando minha boca com o dedo, enquanto abaixava o zíper da minha calça. – Sou a única aqui que já ficou com mais homens… e posso dizer que você é o maior que já tive.
A Maya nos olhava impressionada. Provavelmente, meu pau era o primeiro que ela via ao vivo. E mesmo eu protestando, a Maya reconheceu que a Cheryl tinha razão.
A Cheryl não quis esperar a Maya reagir e tirou meu pau da calça, liberando meu membro ereto. Ela se inclinou e meteu na boca, com as bochechas se afundando enquanto me chupava igual uma louca.
Meus protestos viraram gemidos de prazer enquanto a língua da Cheryl brincava com a ponta da minha pica. Não conseguia acreditar no que tava rolando, mas tava bom demais pra parar.Os olhos da Maya estavam grudados na gente. Parecia que nunca tinha visto nada igual. O jeito que a boca da Cheryl subia e descia no meu pau, sugando as bochechas, os sons que ela fazia… parecia que tava deixando ela com tesão.
Dava pra ver o tesão da Maya se espalhando pelo corpo todo, levando a mão dela no meio das pernas enquanto nos olhava. Ela lambia os lábios, dando pra ver como os desejos dela tavam ficando mais fortes…
— Maya! — Falou Cheryl, tirando meu pau da boca com um estalo molhado, olhando pra ela com um sorriso safado. — Quer ver ela mais de pertinho?
Maya assentiu, como uma boneca muda. Cheryl pegou a mão dela e colocou sobre minha ereção, guiando como ela deveria me masturbar. Mais uma vez, quis resistir, mas ao sentir a palma morna da mão dela, revirei os olhos com o toque suave.O quarto estava cheio de sons de respirações ofegantes e uns gemidos aqui e ali. A mão de Cheryl foi para a blusa de Maya, desabotoando-a devagar. Revelou um par de peitões enormes em formato de gota, cujos bicos já estavam duros de tesão.
Maya suspirou enquanto a mão de Cheryl se movia para o próprio peito dela, mostrando as tetas volumosas, imitando o gesto. As duas sentaram ao meu lado, com os peitos de fora, me masturbando juntas, nós três presos num acordo silencioso de luxúria e desejo.
•Bom… como eu te falei… é bem grandona… ainda dá pra dividir. – Cheryl disse, oferecendo a ponta.
O olhar da Maya se acendeu de tesão. Nunca tinha sentido algo assim antes, a vontade de provar o pau de um homem, mas do jeito que a Cheryl falava, parecia tentador pra caralho.Ela se aproximou de mim, a respiração morna no meu ventre anunciando o que vinha pela frente...
E pegou a ponta na boca dela.
Não consegui segurar meus gemidos enquanto a língua macia da Maya dançava em volta da minha cabeça sensível, apalpando curiosa o gosto do meu pau.
Cheryl observava encantada como a Maya lambia e chupava meu pau. O sorriso dela mostrava um pouco de orgulho.Como se estivesse iniciando a Maya no próprio clube secreto de prazer sexual…
De repente, os olhares delas se cruzaram, incentivando a Maya a respirar fundo e deslizar mais pau na boca, enchendo ela por completo. Cheryl guiava, mostrando como ela mesma aprendeu a usar a língua e as mãos pra me deixar louco.
Por causa disso, minha cintura se mexia igual louca e eu tive que me agarrar nas almofadas do sofá até com os dentes, tentando segurar. Eu me sentia tão perto do orgasmo, mas não queria estragar o momento. Num instante de clareza mental, olhei rapidamente pra elas, enquanto conversavam numa boa, como se fosse a coisa mais normal do mundo.
• Gostou? – a Cheryl perguntou pra Maya, com uma voz sensual, safada e gatinha.
A Maya assentiu sem soltar meu pau da boca, com as bochechas vermelhas. Por um breve instante, suspirou e respondeu:
> É surpreendente!
• Mhm, sabia que você ia gostar. – ela respondeu, lambendo os lábios.
Ela se deitou por cima dela e beijou a Maya fundo, com as línguas dançando juntas. O gosto do meu líquido pré-gozo se misturava na saliva delas e dava pra ver claramente que a Maya nunca tinha experimentado algo assim.
O beijo ficou mais intenso e Cheryl pegou nos peitos de Maya, apertando-os de leve. Maya gemeu dentro da boca de Cheryl, sentindo os peitos endurecerem a cada toque.O beijo se desfez e as duas olharam pra mim e pra minha ereção, que eu praticamente sentia pulsar, pedindo atenção. Maya colocou ela de volta na boca, ansiosa pra explorar mais. Cheryl observou por um instante, antes de se juntar a ela, com a própria vontade de me provar ficando mais forte.
Juntas, elas se revezaram chupando e lambendo, enquanto as mãos exploravam os próprios corpos. A mão de Cheryl deslizou por dentro da calça de Maya, fazendo ela ofegar de leve ao sentir que já estava molhada e pronta. Ela acariciou devagar, dando um prazer que, por milagre, não a fez gozar na hora.
O prazer que eu sentia era sobrenatural enquanto a mão de Cheryl apertava minha pica e Maya se dedicava a me chupar fundo na boca dela. Eu sabia que não ia aguentar por muito tempo.
— Vou gozar! — avisei, com a voz ofegante.
Mas, em vez de se afastarem, as duas sorriram, felizes.
Cheryl me soltou, acariciou minha cabeça e perguntou:
• Por que você não goza na cara da Maya? — sugeriu com uma voz safada e cheia de tesão.
Acreditem, naqueles breves 5 a 10 segundos, eu pensei nas implicações das minhas ações: a gente tinha corrompido a Maya, que era uma mulher casada, mesmo que só no papel, tinha ensinado ela a ser infiel, a chupar a pica de outro homem que não era o marido dela, e naquele momento, ela estava prestes a ser sujada com o gozo do primeiro amante.
Maya me olhou com olhos ansiosos, um misto de medo e excitação. Ela balançou a cabeça, quase implorando, e Cheryl pegou a mão dela, colocando junto com a sua na base da minha pica.
Meu corpo ficou tenso, sentindo a pressão leve das duas, e com um gemido gutural, eu gozei, cobrindo o rosto de Maya e os peitos dela com jorros e jorros de gozo quente, pegajoso e... Oloroso. Ela suspirou, pasmada com a sensação, mas não se afastou.
O quarto ficou em silêncio, exceto pela nossa respiração ofegante. Trocamos olhares breves, sorrindo pelo segredo que acabávamos de compartilhar.No entanto, a língua e a boca de Cheryl começaram a explorar o busto moreno da amiga, lambendo e chupando cada gota da minha porra na boca, esquentando ainda mais a Maya. Mas como se fosse uma ave alimentando um filhote, ela beijou Maya nos lábios, depositando parte do meu sêmen na boca dela, misturando as línguas num beijo intoxicante.
E como se a própria Maya não pudesse acreditar no gosto que Cheryl levou à sua boca, por iniciativa própria, chupou os grumos que caíram na mão, voltando a se beijar de vez em quando, enquanto a pele de Maya ficava "limpa e brilhante", produto da saliva de Cheryl e restos do meu gozo.
Por esses motivos, minha pica continuou dura diante da visão das duas...Próximo post
2 comentários - PDB51 Eu também quero provar seu sushi… (IX)
Desde tus dialogos con Marisol hasta el final.