Já faz muito tempo desde o primeiro encontro que a gente teve. As coisas mudaram pra caramba desde então.
Meu aniversário foi bem diferente do que eu imaginava que ia ser.
Pessoalmente, conheci gente nova, com quem obviamente não compartilharia esse segredo, e até me apaixonei.
A relação com a minha mãe ficou bem marcada. Mesmo que nos primeiros encontros ela ficasse meio romântica, tive que deixar bem claro, com dificuldade, que a gente não era casado, que a gente tava com tesão, queria se aliviar e tecnicamente era só isso.
Obviamente não falei na hora, mas com mais encontros que a gente teve, ela foi entendendo. Afinal, continuávamos sendo mãe e filho, e não é como se a gente fosse fugir pra viver uma loucura. Isso é muita fantasia.
Nesse tempo, fiquei pensando em ficar com uma amiga, mas por motivos diferentes, que não têm nada a ver com a minha mãe, não rolou.
Pra dar um contexto, meu pai parou de sair pra trabalhar por motivos que me dá preguiça explicar, já não tava saindo direto.
Então, como ia parar de trabalhar, ele teve a brilhante ideia de mandar eu e minha mãe trabalhar.
Ele teve a ideia de mandar a gente pra uns escritórios onde só a gente e mais três pessoas cuidavam.
Essas três pessoas são irrelevantes na nossa história, eram dois caras e uma mina.
Meu pai mandou a gente ver o local umas três vezes antes de começarmos a trabalhar. Nessas três vezes, obviamente a gente trepou.
No primeiro dia, limpamos um pouco, mas depois de um tempo ela disse que ia limpar o banheiro, e depois de alguns minutos me chamou.
Mãe: filhinho, vem aqui um instante, por favor
Eu: já vou
Eu já imaginava o que me esperava.
Quando entrei, minha mãe tava na minha frente com a calça desabotoada. Ela me puxou pra perto dela e começou a me beijar, a gente meteu a língua e eu comecei a segurar o pescoço dela, é uma coisa que ela gosta.
Ela esfregava minha calça por fora e já tava ficando desesperada aos poucos.
Mãe: me fode, bebê, enfia em mim
Eu: tem certeza que Quer?
Mamãe: Faz tempo que não transamos, ainda dá tempo
Segurei ela pelo cabelo
Eu: Mostra a língua
Quando ela mostrou, comecei a lamber, e ela continuava passando a mão no meu pau por cima da calça. Desabotoou, baixou um pouco minha cueca e começou a bater uma.
Parei de beijar ela e a curvei pra ela me chupar.
Era uma das poucas vezes que podíamos fazer barulho, e enquanto ela chupava meu pau, fazia sons com a saliva, babava tudo o que podia. Fazia barulhos como se estivesse engasgando. Que gostoso.
Eu só gemia e tentava aguentar como dava com a puta boquete que ela tava me dando.
Depois de uns minutos, coloquei ela de pé e virei pra ver a bunda dela. Baixei a calça, puxei o fiozinho pro lado, e ela, assim como eu, não queria esperar.
Mamãe: Come meu cu, bebê
Literalmente me afundei no cu dela. Chupei tudo que pude. Os líquidos dela escorriam pela minha boca e língua, ela gemia gostoso. Em algum momento, lambi uma parte da buceta dela, e então, com uma mão, ela fez eu me grudar mais no cu dela.
Tecnicamente, todo dia era assim. A gente transava e se comia desde que começamos a trabalhar lá. A manhã toda a gente fingia, e esperava todo mundo ir embora pra poder foder no banheiro. Aquele banheiro, minha mãe costumava limpar depois de transar, mas normalmente ficava cheiro de porra, buceta, cu, saliva e sexo no geral.
Os dias passavam e, felizmente, meu pai não descobria nada. Nossos encontros eram casuais e bem raros, mesmo assim minha mãe cada vez andava mais descalça, do jeito que eu gosto, usava roupas mais justas, mas sem chamar muita atenção.
Cada encontro nosso, eu mostrava minha mãe como uma puta pedindo por porra, completamente submissa. O que eu amo. Porém, como eu disse, nossos encontros, apesar de serem gostosos e tudo, não eram tão confortáveis quanto a gente queria. Então surgiu a ideia de ir pra um hotel.
Prometo não demorar muito no próximo post. Me desculpa.
Meu aniversário foi bem diferente do que eu imaginava que ia ser.
Pessoalmente, conheci gente nova, com quem obviamente não compartilharia esse segredo, e até me apaixonei.
A relação com a minha mãe ficou bem marcada. Mesmo que nos primeiros encontros ela ficasse meio romântica, tive que deixar bem claro, com dificuldade, que a gente não era casado, que a gente tava com tesão, queria se aliviar e tecnicamente era só isso.
Obviamente não falei na hora, mas com mais encontros que a gente teve, ela foi entendendo. Afinal, continuávamos sendo mãe e filho, e não é como se a gente fosse fugir pra viver uma loucura. Isso é muita fantasia.
Nesse tempo, fiquei pensando em ficar com uma amiga, mas por motivos diferentes, que não têm nada a ver com a minha mãe, não rolou.
Pra dar um contexto, meu pai parou de sair pra trabalhar por motivos que me dá preguiça explicar, já não tava saindo direto.
Então, como ia parar de trabalhar, ele teve a brilhante ideia de mandar eu e minha mãe trabalhar.
Ele teve a ideia de mandar a gente pra uns escritórios onde só a gente e mais três pessoas cuidavam.
Essas três pessoas são irrelevantes na nossa história, eram dois caras e uma mina.
Meu pai mandou a gente ver o local umas três vezes antes de começarmos a trabalhar. Nessas três vezes, obviamente a gente trepou.
No primeiro dia, limpamos um pouco, mas depois de um tempo ela disse que ia limpar o banheiro, e depois de alguns minutos me chamou.
Mãe: filhinho, vem aqui um instante, por favor
Eu: já vou
Eu já imaginava o que me esperava.
Quando entrei, minha mãe tava na minha frente com a calça desabotoada. Ela me puxou pra perto dela e começou a me beijar, a gente meteu a língua e eu comecei a segurar o pescoço dela, é uma coisa que ela gosta.
Ela esfregava minha calça por fora e já tava ficando desesperada aos poucos.
Mãe: me fode, bebê, enfia em mim
Eu: tem certeza que Quer?
Mamãe: Faz tempo que não transamos, ainda dá tempo
Segurei ela pelo cabelo
Eu: Mostra a língua
Quando ela mostrou, comecei a lamber, e ela continuava passando a mão no meu pau por cima da calça. Desabotoou, baixou um pouco minha cueca e começou a bater uma.
Parei de beijar ela e a curvei pra ela me chupar.
Era uma das poucas vezes que podíamos fazer barulho, e enquanto ela chupava meu pau, fazia sons com a saliva, babava tudo o que podia. Fazia barulhos como se estivesse engasgando. Que gostoso.
Eu só gemia e tentava aguentar como dava com a puta boquete que ela tava me dando.
Depois de uns minutos, coloquei ela de pé e virei pra ver a bunda dela. Baixei a calça, puxei o fiozinho pro lado, e ela, assim como eu, não queria esperar.
Mamãe: Come meu cu, bebê
Literalmente me afundei no cu dela. Chupei tudo que pude. Os líquidos dela escorriam pela minha boca e língua, ela gemia gostoso. Em algum momento, lambi uma parte da buceta dela, e então, com uma mão, ela fez eu me grudar mais no cu dela.
Tecnicamente, todo dia era assim. A gente transava e se comia desde que começamos a trabalhar lá. A manhã toda a gente fingia, e esperava todo mundo ir embora pra poder foder no banheiro. Aquele banheiro, minha mãe costumava limpar depois de transar, mas normalmente ficava cheiro de porra, buceta, cu, saliva e sexo no geral.
Os dias passavam e, felizmente, meu pai não descobria nada. Nossos encontros eram casuais e bem raros, mesmo assim minha mãe cada vez andava mais descalça, do jeito que eu gosto, usava roupas mais justas, mas sem chamar muita atenção.
Cada encontro nosso, eu mostrava minha mãe como uma puta pedindo por porra, completamente submissa. O que eu amo. Porém, como eu disse, nossos encontros, apesar de serem gostosos e tudo, não eram tão confortáveis quanto a gente queria. Então surgiu a ideia de ir pra um hotel.
Prometo não demorar muito no próximo post. Me desculpa.
1 comentários - Minhas aventuras com a mamãe #4