Se tinha uma coisa que excitava a Benedikta tanto quanto uma boa foda violenta, era uma briga igualmente boa e violenta. Não era muito frequente uma coisa desandar na outra, mas o resultado, quando acontecia, sempre valia a pena ver. Precisava de circunstâncias únicas, assim como um tipo de homem raro, pra ela se saciar de lutar e foder com a mesma fonte, uma atrás da outra. Mas vários minutos depois de começar a briga com o oponente dela, a excitação da Benedikta disparou, fazendo ela querer largar a espada e se jogar em cima do belo estranho de cabelo escuro pra pegar o que queria. Não era um homem que a Benedikta precisasse ou quisesse matar, e ela não lutou contra ele com esse tipo de intenção mortal. O mesmo valia pra ele. O oponente dela era um espadachim viajante talentoso que ela tinha sido encarregada de recrutar pra causa de Waloed, mas quando o encontrou na estalagem e jogou um saco de ouro na frente dele, ele não se sentiu motivado a ir com ela. Em vez disso, a desafiou a provar sua força e seu valor antes de considerar seriamente a oferta. O espadachim não tava nem aí pra riquezas; ele tava a fim da emoção da luta. Por isso os dois estavam trocando golpes num beco. A Benedikta entrou na briga confiante na habilidade dela de derrotar o oponente, mostrar a força e convencer ele de que encontraria toda a emoção que buscava se entregasse as espadas (ambas) a Waloed e lutasse diretamente sob o comando dela, como era o plano. Mas ele tava se mostrando ainda melhor do que os rumores que levaram o rei Barnabas a mandar ela recrutar ele em primeiro lugar. Ela podia contar nos dedos de uma mão a quantidade de homens que conheceu que seriam capazes de acompanhar o ritmo dela e se defender dos ataques por tanto tempo, mas lá estava ele, não só se defendendo habilmente mas contra-atacando com ataques e golpes de espada próprios. Assim como os dela, os golpes dele não eram pra matar. Precisava de uma habilidade extraordinária para lutar com aço de verdade nesse nível e velocidade sem mirar em matar ou até ferir gravemente o oponente, e ver esse tipo de habilidade vinda do inimigo só aumentou o interesse pessoal de Benedikta nele. A força avivou seu fogo, e aquele espadachim viajante estava levando a briga até ela de um jeito que Benedikta podia sentir a excitação escorrendo pelas coxas dela. Mas não era só ela que ficava excitada com a luta. Benedikta estava acostumada a ser olhada com luxúria, até durante uma briga. Nunca teve problema em usar seu charme a seu favor, então ela recebeu de bom grado o jeito que ele a olhava. Mas conforme o duelo continuava, ela percebeu que não era estritamente o corpo dela que excitava o cara. Ela podia ter confundido os olhos dele percorrendo o corpo dela de cima a baixo com simplesmente apreciar como o macacão preto justo abraçava as curvas dela, mesmo que não esperasse que as narinas dele dilatassem quando a batalha os aproximava. Mas na terceira ou quarta vez que ele olhou para as botas dela com aquele mesmo olhar nos olhos, Benedikta começou a sacar as coisas. Já tinha encontrado um ou dois caras que se interessavam pelos pés dela, sim, mas isso sempre foi quando ela não estava com as botas e os pés estavam descalços. Nesse caso, eram as próprias botas que o oponente estava de olho. Quando Benedikta juntou todas as peças, percebeu que, além de achar o corpo dela tão gostoso quanto a maioria, aquele homem ficava excitado com o couro preto que ela vestia basicamente da cabeça aos pés, ou pelo menos dos ombros aos pés. Ela testou a teoria procurando oportunidades para deslizar e chegar perto o suficiente dele para que o couro do traje dela quase encostasse no nariz dele. Na primeira vez que ouviu ele cheirar de forma audível, sorriu para si mesma. Não tinha mais dúvida de que ele se sentia atraído por ela e pelo couro dela. A partir de Aí, a luta deixou de ser um teste das habilidades do oponente para a Benedikta e virou mais uma tentativa de deixar ele louco de tesão. Usar a atração sexual que um oponente sentia por ela pra ganhar vantagem numa briga era uma tática familiar pra Benedikta, mas dessa vez ela não tava tentando criar uma abertura pra dar um golpe final. Ou talvez fosse mais certo dizer que era o corpo dela, em vez da espada ou do poder do Eikon, que ia ser usado pra gozar com esse oponente. O espadachim usava uma armadura verde clara pra proteger o peito, os braços e as pernas, mas no espaço do joelho pra cima até a cintura, ele vestia um material preto ainda mais leve. Ela assumiu que era pra ajudar na velocidade de movimento dele de algum jeito, mas pra ela, significava que dava pra ver fácil o volume do pau dele enquanto o corpo e a roupa dela excitavam ele. Benedikta esperou até que aquele volume ficasse o mais evidente possível, e até se enfiou em algumas oportunidades pra roçar o corpo nele antes de finalmente fazer o movimento pra gozar com ele. Benedikta tava tão segura do que ele sentia e queria que simplesmente largou a espada no chão e se empurrou contra ele, apertando os peitos dela no peito dele. Mesmo através da armadura verde, ele conseguia sentir a maciez das tetas dela contra ele. O espadachim de cabelo escuro gemeu, e aí foram as espadas dele que escorregaram das mãos e caíram no chão. Benedikta riu, se inclinou e lambeu o lado do pescoço dele. — Acho que já nos medimos como lutadores. Mas que tal a gente tirar toda essa merda daqui e descobrir como o outro é forte em outras coisas, hein? — Ela mordiscou o pescoço dele com os dentes e ele gemeu. — Aceito esse desafio de bom grado — ele disse. As mãos dele foram pro cinto que rodeava a coxa esquerda dela, e Benedikta foi tirar as ombreiras verdes dele. Os dois tinham experiência suficiente pra não ficarem levaria muito tempo para despir o outro, mesmo quando Benedikta se deu ao trabalho de acariciar os músculos do homem quando chegava neles. As pausas que ela fazia para apreciar os músculos dele ou esfregar o pau dele através das calças combinavam com a fascinação dele não só pelo corpo dela, mas pelo couro que o cobria. Ele tocou os peitos dela várias vezes através do body e parecia quase em conflito por tirá-lo. Queria mais dela, mas estava claro que também sentiria falta de vê-la naquele body e tocá-la através do couro preto fino. Ele se ajoelhou aos pés dela para tirar o último pedaço de roupa das botas dela, mas olhou para ela de joelhos sem conseguir tirar as botas. — Posso pedir pra você deixá-las calçadas? — perguntou, tocando as botas de couro com as mãos. Benedikta bufou ao ouvir a pergunta. — Não me importo — disse ela, dando de ombros — Mas já que você tá aí embaixo, que tal me mostrar se você tem tanta habilidade com a boca quanto com as lâminas? Era um desafio e um teste. Alguns homens se irritavam com a ideia de lamber uma mulher, achavam isso emasculador e degradante. Toda vez que Benedikta encontrava um homem assim, sabia que não valia a pena perder tempo com ele. Não se importava em ficar de costas e abrir as pernas, mas se um homem não se sentisse confortável em se curvar à força dela e aceitar que Benedikta podia foder tão bem quanto ele, não era provável que ganhasse o favor dela. Se um homem queria o melhor de Benedikta, precisava ter a vontade e a habilidade para se adaptar tanto ao domínio quanto à submissão, dependendo do humor dela. O espadachim viajante teve um começo muito bom, porque não hesitou em mergulhar, enfiar a cabeça entre as pernas dela e botar a mão na massa. As mãos dele apertaram a bunda dela para puxá-la ainda mais para perto, e a língua dele saiu da boca para lamber a buceta dela. Benedikta gemeu e as mãos dela desceram para descansar na cabeça dele. Ele já tinha mostrado sua disposição de praticar e, com essas primeiras lambidas, também mostrou que tinha habilidade para satisfazer as necessidades dela. Não podia ser a primeira vez que usava a boca para agradar uma mulher. Assim como lutar com uma espada, uma habilidade dessas só se desenvolve depois de muita prática para aperfeiçoar a técnica. Assim como fez durante a luta, seu oponente bonitão mostrou pra Benedikta que era um rival à altura dela. Ele abriu ela com os dedos e usou a boca, os lábios e a língua com um talento inegável, e também com paciência. Não ficou ansioso demais e se apressou pra chupar o clitóris dela ou deslizar a língua na buceta dela, como um homem impaciente faria. Em vez disso, ele tomou o tempo dele pra lamber ela e confiou que ela diria o que queria e quando estivesse pronta. Benedikta não teve problema nenhum em dizer o que gostava. Se ele fosse do tipo que se jogava sem pensar no que ela curtia, ela teria puxado o cabelo escuro dele e gritado até ele fazer o que ela queria. Mas como ele estava mais do que disposto a ouvir o que ela dizia e responder de acordo, ela simplesmente apoiou as mãos na cabeça dele e gemeu enquanto ele seguia as instruções dela. Com Benedikta desenhando o mapa pra ele, ele foi mais do que capaz de fazer ela gozar sem precisar nem usar os dedos. — Adoro um homem que sabe seguir ordens — disse Benedikta, gemendo enquanto ele continuava lambendo o clitóris dela exatamente como ela tinha mandado. Por que tantos homens pareciam achar que precisavam inventar algo novo e especial pra fazer ela se sentir bem, quando ela já tinha dito na cara o que fazer, Benedikta nunca ia entender. Mas esse homem não cometeu esse erro. Ela disse que gostava só da ponta da língua no clitóris, e ele deu fielmente o que ela pediu, sem hesitar. Exploração e experimentação só a teriam se irritado e colocado um freio na excitação deles, mas ao continuar usando só a ponta da língua pra lamber o clitóris dela, o espadachim de cabelo escuro fez Benedikta gemer e balançar os quadris contra o rosto dele. —Isso! Só mais um pouco! —Mesmo naquele momento, com o prazer dela bem evidente, o homem não perdeu a cabeça. Não tentou caprichar no final pra tornar aquilo ainda mais marcante pra ela. Manteve-se firme, dando ao clitóris dela a mesma pressão constante com a ponta da língua que a tinha levado até aquele ponto. Benedikta gemeu e agarrou a nuca do homem pra puxar o rosto dele contra ela enquanto as pernas tremiam de prazer que ele, a língua dele e a paciência dele tinham dado a ela. Ele não reclamou dela segurar o rosto dele entre as pernas enquanto gozava. Só afastou a cabeça dela depois que ela o soltou vários momentos após o orgasmo ter terminado, o que era muito além do ponto em que um homem menos habilidoso teria se inquietado e exigido liberdade. Mas esse homem sabia que não tinha nada com o que se preocupar. A opinião dela sobre ele tinha crescido constantemente durante toda a luta, e estava no auge quando ela olhou pro rosto dele, molhado e pegajoso pelo clímax dela. —Impressionante —disse ela, dando tapinhas nas bochechas dele—. Gosto de homens que não têm medo de se sujar. Depois de uma performance dessas, você merece uma recompensa minha. Você vai decidir como a gente fode. O que quiser, como quiser, pede. —O que eu quiser, além de deixar as botas calçadas? —especificou ele. Benedikta riu. —Sim, além disso. Já aceitei deixar elas calçadas. —Levantou um pé no ar e passou a mão pela bota, sorrindo do jeito que ele seguia o movimento com o olhar—. Sei o quanto você gosta delas. —Baixou o pé de volta no chão—. Agora vai me dizer como quer me foder. Pode pedir a posição que quiser, desde que quero enfiar essa sua piroca enorme na minha buceta. —Ela olhou em volta, parecendo considerar as opções por um momento, antes de tomar uma decisão. Benedikta observou curiosa enquanto ele se abaixava para pegar o body dela no chão e amassava ele todo. Ele colocou o couro de volta no lugar e olhou pra ela, esperando. —Dá pra deitar em cima disso pra te levantar um pouco do chão? —perguntou. Benedikta deu de ombros e se deitou de costas, posicionando o corpo de modo que a roupa ficasse bem debaixo dos ombros dela. Ele assentiu e se ajoelhou, mas mesmo ela abrindo bem as pernas num convite, ele ainda não a penetrou. —Agora dobra os joelhos. Assim que Benedikta dobrou as pernas, entendeu o que ele tinha em mente. Os pés dela naturalmente levantaram no ar daquele jeito, e quando ele se aproximou mais de joelhos pra colocar o pau na posição, as botas dela acabaram pressionando o peito dele. Claro, tinha sido por causa das botas de couro. Ele queria tanto foder ela que tinha tirado aquela roupa que achava tão irritante, mas assim podia foder e sentir as botas de couro dela na pele ao mesmo tempo. Era tudo menos constante. Mas não que isso incomodasse ela. Ainda sentia aquela piroca grossa deslizando dentro da buceta dela, que era o que ela queria desde muito antes da briga deles ficar abertamente safada. Contanto que ele não se distraísse tanto com o fetiche por couro a ponto de esquecer de dar uma boa fodida forte, ela não tinha problema nenhum em satisfazer ele. Na verdade, faria mais do que só dobrar as pernas pra deixar as botas roçarem nele enquanto ele a fodía. Ele deu umas seis estocadas pra ela se acostumar, e então ela começou a mexer os pés pra deslizar as botas contra ele. O jeito que ele reagiu ao toque das botas na pele lembrou Benedikta de como outros caras podiam responder se ela agarrasse a bunda deles pra apertar. mais forte enquanto a fodia. Ela viu que a expressão dele mudava, mas o mais importante, sentiu a mudança no jeito que ele a fodia. Até aquele momento ele vinha dando umas metidas sólidas, mas não exatamente duras, mas depois disso tinha muito mais força por trás das metidas dele. Quanto mais os pés dela se esfregavam nele, mais forte os quadris dele se moviam pra frente pra bater o pau dele fundo dentro da buceta da Benedikta. Não tinha nada a ver com a paciência que ele mostrou enquanto a chupava, mas Benedikta agora não tava nem aí pra paciência nem pra habilidade. Tinha hora e lugar pra essas coisas, e esse não era o lugar pra nenhuma das duas. O que ela queria agora era uma trepada. Queria cru e bruto. Queria que esse espadachim talentoso fodesse ela que nem um bicho, que colocasse toda a força dele nas metidas até que fosse uma luta pra qualquer um dos dois continuar. Ele não tava decepcionando. Não tinha cuidado nem pensamento na velocidade ou no ângulo das metidas dele. Só metia, enfiando a maior parte do pau dentro dela a cada estocada e recuando pra fazer de novo o mais rápido possível. Entre o interesse dele pelo corpo dela e a fascinação pelas botas de couro roçando a pele dele, o homem tinha virado uma criatura voraz que não teria conseguido se segurar nem se tentasse. Benedikta não podia pedir mais. Ela gostava da destreza e da atenção quando a cabeça de um homem tava entre as pernas dela, mas quando o assunto era sexo, ela gostava que fosse o mais rápido, duro, fundo e bruto possível. Normalmente, ela tinha que ficar por cima pra conseguir tudo o que queria, e mesmo assim era passageiro na maioria das vezes. Ela tava muito acostumada com a sensação de um homem tentando desesperadamente acompanhar o ritmo dela e não conseguindo, desmoronando muito antes dela ficar satisfeita. Mas isso não tava acontecendo aqui. Ele tava mantendo essas investidas sem demora, metendo na buceta da Benedikta pelo menos tão forte quanto ela nunca tinha feito enquanto montava num homem. Ele comeu ela com tanta força e por tanto tempo que Benedikta gritou de prazer sem que ele se incomodasse. Ela tava acostumada a um homem não conseguir acompanhar o ritmo ou, se tivesse sorte, aguentar o suficiente pra fazer ela gozar antes de não conseguir mais segurar. Mas ele tinha aguentado o bastante pra ver ela chegar ao segundo orgasmo desde que a briga começou, e continuou metendo nela com a mesma força durante todo o clímax e além do fim. Era realmente raro alguém manter isso por tanto tempo a ponto de ter a chance de gozar duas vezes, mas como as investidas continuavam vindo, Benedikta começou a esperar que o final desse encontro fosse tão memorável quanto o resto. Ela gemia e ofegava agora, mostrando a ele sua necessidade mais abertamente do que costumava fazer. Benedikta não se importava em parecer carente ali. Ela colocaria bastante poder na cabeça dele, mas ele já tinha mostrado que não tinha problemas em se curvar ao poder dela e respeitá-lo quando o momento exigia. Depois de tudo que ele tinha feito por ela e toda a satisfação que tinha lhe dado, primeiro com a boca e agora com o pau, ela podia confiar nele pra isso. —Porra! —rosnou Benedikta—. Já tô quase lá de novo! Só mais um pouco! —Não saiu como uma exigência, mas sim como um pedido, mostrando o quão equilibrado aquele duelo tinha se tornado. Ele não jogou na cara dela a posição dela nem tentou se gabar, como alguns poderiam ter feito se tivessem conseguido um pedido assim de Benedikta. Ele simplesmente continuou fodendo ela, e ela recompensou ele por continuar fazendo isso passando os pés por todo o corpo dele, dando mais daquela satisfação revestida de couro que parecia funcionar tão bem pra inflamar os desejos dele. Como ela esperava, o movimento rápido dela fez ele encontrar um jeito de continuar socando ela. Tão forte como sempre. Benedikta lambeu os lábios e gemeu enquanto aquela pica enorme continuava martelando ela com as estocadas profundas que ela tanto amava, até que finalmente seu corpo foi tomado pelo segundo orgasmo desde que a foda tinha começado, e o terceiro no total. Quando foi a última vez que Benedikta gozou três vezes numa transa? Será que alguma vez ela tinha gozado três vezes de uma vez? Aquele espadachim viajante era realmente tudo o que tinham dito que ele era, e mais. Antes que ela pudesse dizer a ele em termos inequívocos que não era pra gozar dentro dela, ele resolveu o dilema tirando a pica de dentro dela. Ela tinha na ponta da língua a possibilidade de oferecer pra chupar a pica dele e engolir a porra, mas ele falou primeiro. —Fica assim — disse com firmeza. Pra ela era óbvio que o orgasmo dele não ia demorar, mas não tinha certeza do que ele ia fazer pra terminar daquele jeito. A mão dele percorreu o pau de cima a baixo, acariciando rápido pra chegar ao fim enquanto Benedikta observava com curiosidade. Quando ele grunhiu e começou a gozar depois de umas doze estocadas, Benedikta riu fraco. Claro, ela devia ter adivinhado. Em que outro lugar ele ia querer gozar senão nas botas de couro dela? O interesse dele tinha sido claro desde o começo, então era natural que ele decidisse gozar nas botas dela. Benedikta ficou feliz em deixar ele se divertir. Se as botas dela tinham tido um papel tão inesperadamente importante em fazer acontecer uma foda tão satisfatória fisicamente, ela não tinha problema nenhum em deixar ele aproveitar elas até o fim. —Acho que você me convenceu a parar de viajar sozinho e começar a te seguir — disse ele alguns minutos depois, quebrando o silêncio que tinha se instalado enquanto os dois começavam a se limpar. Benedikta riu. —Bom — disse ela —. Aquela bolsa de ouro que eu coloquei na sua frente ainda é sua se você voltar comigo. Mas me parece que você tá mais interessado em outra forma de pagamento. —Já Você me entendeu" —disse ele—. "Tô doido pra lutar com você e te foder, onde quer que queira me levar. Se conseguir me dar briga e sexo suficientes, vou te seguir feliz." —"Isso é o que eu gosto de ouvir" —disse Benedikta. Ela começou a vestir o macacão de novo, sorrindo ao ver que ele olhava o corpo dela e o couro preto que o cobria mais uma vez—. "Da próxima vez, talvez eu deixe você gozar no macacão inteiro.
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