Com a minha mina a gente tá transando muito bem, e quero gravar e compartilhar com vocês, postando de vez em quando uma foto também. Tudo é totalmente real, as fotos também, então não esperem coisas espetaculares, nem longas ou elaboradas, é sexo da vida real. Espero que excite vocês tanto quanto me excita.
1/12/23
Me aproximo pra me despedir antes de ir pro trabalho, ela levanta da cadeira, a gente se abraça, eu passo a mão na bunda dela, ela tá com um short de lycra justinho, porque já tá vestida pra ir pro crossfit. A gente se beija, eu toco a dobrinha das nádegas dela, continuamos nos beijando, sinto pela respiração que ela tá esquentando, e ela me beija com mais língua. Enquanto a gente se beija, eu acaricio a buceta dela por trás, por cima do short, e ela solta um gemidinho sem parar de me beijar. A gente fica assim por um tempinho, até que ela para de me beijar e, ofegante, me diz: "você me come?" Eu falo que óbvio, que vou comer ela toda.
Tira toda a roupa, menos a camiseta e as meias, pega meu travesseiro, cobre com uma toalha e fica de bunda pra cima. Adoro quando ela usa meu travesseiro pra se apoiar, de noite lembro que a buceta dela esteve ali e fico com tesão de novo. Coloco uma camisinha, porque não quero deixar ela toda melada, coitada, ainda tem que trabalhar home office. Passo um pouco de lubrificante, abro as nádegas dela, olho a buceta, posiciono a pica, empurro um pouco, entra, começo a meter, pergunto se ela tava com vontade de levar pica do marido, ela diz que sim, que tava morrendo de vontade de levar pica do marido.
Abro as nadeiras dela pra sentir o calor na minha barriga, passo uma mão no pescoço dela e aperto de leve. Tô me segurando pra não gozar sentindo como eu bato na bunda pequena dela, tenho que tirar a pica por uns segundos. Meto de novo, beijo o pescoço dela, a orelha, enquanto aperto o pescoço de leve, beijo ela na boca, percebo que ela começa a gozar, treme e geme, e espreme minha pica com a buceta até eu gozar também.
17/12/23.
Domingo de manhã. Ela tá vestindo a bermuda de ciclista verde água. Sobe em cima de mim, meio que numa manhã comum de dengo, levemente sexual. Às vezes ela faz isso, sobe em mim quando a gente acorda, se esfrega, me esquenta um pouco, e pronto.
Dessa vez a gente se beijou. Eu toco ela com suavidade, tudo muito preliminar, não sei quais são as intenções dela. Ela pega minha mão e coloca na pussy dela, pra eu acariciar, então sei que agora é pra valer.
Começo a acariciá-la por cima da lycra. Ela esquenta rápido, enquanto nos beijamos, e mexe a pélvis de forma ritmada, se esfregando na minha mão. Num momento, deslizo por baixo dela e continuo acariciando a pussy por cima da lycra, mas com a boca. Ela se mexe devagar e esfrega ela no meu rosto. Depois, se joga no meu pau, tira ele da cueca e começa a chupar como se estivesse desesperada. Adoro quando ela fica assim. Ficamos tipo um 69, eu deitado e ela em cima de mim, meio de joelhos. Tiro o ciclista dela e chupo por cima da calcinha. Depois, puxo a calcinha cinza molhada pela minha saliva e pela lubrificação natural dela, e começo a chupar a pussy diretamente. Tem um cheiro e um gosto deliciosos, suaves, levemente ácidos.
Enquanto eu toco nas nádegas dela e no ânus, a bunda dela fica na altura dos meus olhos, vejo ela bem, é linda nas suas dobras. Ela me diz que está perto de gozar, que se eu não quero meter nela. Digo que quero as duas coisas. Chupo ela até ela gozar, interrompendo a chupada de pau. Ela treme e geme até ficar sem forças. Se deixa cair, se deita, deixo ela descansar um pouco. Depois, já totalmente peladinha, deita de bunda pra cima, me perguntando se vai ser muito difícil pra mim aguentar nessa posição. Digo que não.
Começo a meter nela, e sim, fica difícil segurar a porra. Vou parando, até que ela vira de costas. Começo a meter nela de papo pra cima, com as pernas bem abertas, segurando o tornozelo e a coxa esquerdos dela, enquanto agarro o pescoçinho ou a buceta alternadamente com a outra mão. Gozamos juntos, eu sem camisinha, deixo toda a porra dentro dela, adoro comer ela sem camisinha, não tem comparação. Cochilamos um pouquinho. Vamos tomar banho.
1/12/23
Me aproximo pra me despedir antes de ir pro trabalho, ela levanta da cadeira, a gente se abraça, eu passo a mão na bunda dela, ela tá com um short de lycra justinho, porque já tá vestida pra ir pro crossfit. A gente se beija, eu toco a dobrinha das nádegas dela, continuamos nos beijando, sinto pela respiração que ela tá esquentando, e ela me beija com mais língua. Enquanto a gente se beija, eu acaricio a buceta dela por trás, por cima do short, e ela solta um gemidinho sem parar de me beijar. A gente fica assim por um tempinho, até que ela para de me beijar e, ofegante, me diz: "você me come?" Eu falo que óbvio, que vou comer ela toda.
Tira toda a roupa, menos a camiseta e as meias, pega meu travesseiro, cobre com uma toalha e fica de bunda pra cima. Adoro quando ela usa meu travesseiro pra se apoiar, de noite lembro que a buceta dela esteve ali e fico com tesão de novo. Coloco uma camisinha, porque não quero deixar ela toda melada, coitada, ainda tem que trabalhar home office. Passo um pouco de lubrificante, abro as nádegas dela, olho a buceta, posiciono a pica, empurro um pouco, entra, começo a meter, pergunto se ela tava com vontade de levar pica do marido, ela diz que sim, que tava morrendo de vontade de levar pica do marido.
Abro as nadeiras dela pra sentir o calor na minha barriga, passo uma mão no pescoço dela e aperto de leve. Tô me segurando pra não gozar sentindo como eu bato na bunda pequena dela, tenho que tirar a pica por uns segundos. Meto de novo, beijo o pescoço dela, a orelha, enquanto aperto o pescoço de leve, beijo ela na boca, percebo que ela começa a gozar, treme e geme, e espreme minha pica com a buceta até eu gozar também.
17/12/23.
Domingo de manhã. Ela tá vestindo a bermuda de ciclista verde água. Sobe em cima de mim, meio que numa manhã comum de dengo, levemente sexual. Às vezes ela faz isso, sobe em mim quando a gente acorda, se esfrega, me esquenta um pouco, e pronto.
Dessa vez a gente se beijou. Eu toco ela com suavidade, tudo muito preliminar, não sei quais são as intenções dela. Ela pega minha mão e coloca na pussy dela, pra eu acariciar, então sei que agora é pra valer.
Começo a acariciá-la por cima da lycra. Ela esquenta rápido, enquanto nos beijamos, e mexe a pélvis de forma ritmada, se esfregando na minha mão. Num momento, deslizo por baixo dela e continuo acariciando a pussy por cima da lycra, mas com a boca. Ela se mexe devagar e esfrega ela no meu rosto. Depois, se joga no meu pau, tira ele da cueca e começa a chupar como se estivesse desesperada. Adoro quando ela fica assim. Ficamos tipo um 69, eu deitado e ela em cima de mim, meio de joelhos. Tiro o ciclista dela e chupo por cima da calcinha. Depois, puxo a calcinha cinza molhada pela minha saliva e pela lubrificação natural dela, e começo a chupar a pussy diretamente. Tem um cheiro e um gosto deliciosos, suaves, levemente ácidos.
Enquanto eu toco nas nádegas dela e no ânus, a bunda dela fica na altura dos meus olhos, vejo ela bem, é linda nas suas dobras. Ela me diz que está perto de gozar, que se eu não quero meter nela. Digo que quero as duas coisas. Chupo ela até ela gozar, interrompendo a chupada de pau. Ela treme e geme até ficar sem forças. Se deixa cair, se deita, deixo ela descansar um pouco. Depois, já totalmente peladinha, deita de bunda pra cima, me perguntando se vai ser muito difícil pra mim aguentar nessa posição. Digo que não.
Começo a meter nela, e sim, fica difícil segurar a porra. Vou parando, até que ela vira de costas. Começo a meter nela de papo pra cima, com as pernas bem abertas, segurando o tornozelo e a coxa esquerdos dela, enquanto agarro o pescoçinho ou a buceta alternadamente com a outra mão. Gozamos juntos, eu sem camisinha, deixo toda a porra dentro dela, adoro comer ela sem camisinha, não tem comparação. Cochilamos um pouquinho. Vamos tomar banho.
2 comentários - Diario de como me cojo a mi novia (2)