Quando me mudei para onde moro hoje, um conjunto habitacional, morava ao lado um casal meio estranho. Pelo que dava pra ouvir da fofoca do bairro, eles eram primos distantes. Tinham um filho chamado Joaquim, ele era uns anos mais velho que ela. Ela é bem branquinha, cabelo castanho escuro e gata. Viviam de esperteza, de programas sociais, alguma pensão, mas trampo mesmo, nada. A educação do menino era bem precária, não serviam nem pra levar ele na escola. A magrinha (Lore) tinha uma bunda enorme, isso me deixava louco, e ela tinha o costume de usar shorts curtos, que deixavam ver o final dos glúteos. O tempo passou, ficou meio difícil conviver, mas o tempo, uma surra que meu filho mais velho deu nele e a justiça tiraram o cara de casa e obrigaram a Lore a cumprir os deveres do menino. Enquanto meus filhos moraram em casa, o Joaquim foi aos poucos se tornando um da família, e a gente se esforçava pra ajudar ele ao máximo. Sempre nos chamava de tios, eu e minha mulher, e meus filhos de primos. Os anos passaram, meus filhos foram embora, ela não tinha parceiro fixo, mas de vez em quando aparecia um ficante.
No Natal, a gente sempre dava presentes pro Joaquim, e isso aliviava um pouco os gastos da mãe com as festas, porque ela vivia sem grana...
A atitude dela foi mudando aos poucos, criou-se uma confiança maior comigo, e um dia, sem mais nem menos, numa conversa particular, ela me disse:
— Não tem um amigo igual a você, mas que seja solteiro? Hahaha.
— Pô, magrinha, meus amigos são tudo casado. Mas cê não tá bem assim? Não te convém algo fora de casa?
— Todos só querem transar, mas nem grana pra comprar um biscoito pra tomar um mate têm.
— E um coroa, magrinha? Como chamam agora? Daqueles sugar daddy?
— Nãao, e não conheço ninguém assim.
— Olha, não faço ideia de onde, mas ouvi dizer que tem uns lugares pra ir, e lá os coroas tão, e se conhecem, tipo romântico, e aí rola. Alguns até alugam apartamento e tudo mais, só pra ter... finge que é minha namorada e dá um jeito...
eu já tava um pouco mais ousado de boca, e ela, que tinha aquele jeito de vilareja saindo pelos poros, me disse:
— se for uma mina VIP, digamos assim
— não sei se chamaria assim..
— Nada…. Não tô pra essa
— Eu tive que ser homem, mas se fosse mulher, me conhecendo e com essa rabeta, virava uma máquina de fazer grana… mas fazer o quê, sou homem e já tenho 40, agora o que me resta é sair pra roubar kkkkkk
— Não tenho gasolina pra isso… e a conversa continuou, falando de outras coisas também..
Num sábado de novembro, o calor já começava a dar seus primeiros sinais, eu tava sentado no chão, fresquinho no meu quintal de frente pro sol, ela chegou pra cumprimentar pelo portão, tava de short de tecido, sem calcinha, e quando parou de frente, tudo apareceu…
— Bom dia.
— Flaca, o que cê tá fazendo? E o Juaco?
— Juaco foi brincar e eu tô aqui pra lavar roupa, tua mulher?
— no trabalho
— é verdade que é sábado…
Vendo ela assim, e pra mim mesmo, tive uma ideia, caso ela levasse a mal o que eu ia falar, eu tinha como me defender.
— Flaca, posso te falar uma coisa em segredo?
— o que foi?
— vou te confessar uma coisa, você tem a bunda mais linda que já vi na vida até hoje…
— kkkkkkk, cê tá olhando minha bunda? Kkkkkk
— sim, bah, na verdade dá até pra ver o sobrenome, mina, cê tá sem calcinha, né? Tá tudo aparecendo, mocinha…
— Ehhhh? Nãooo! e saiu correndo pra dentro…
Ela tinha se entregado pra mim, eu ia zoar ela bonito, daí a pouco saiu com um short do Barcelona, eu tampei o rosto e falei:
— Agora assim não vem, não tem graça
— Que vergonha, me desculpa..
— Cê vacilou, eu sou mais velho, podia ter me dado um troço..
— Para… kkkkkk
— Bunda monstra, flaca, trampo brabo que fizeram aí
— que trampo, nem trampo, ninguém mexeu aí não, véi
— Cala a boca… falei fazendo de desconfiado… e rebati…
— Vamos botar isso pra fazer grana, eu te viro empresário…
— Ah, olha, então cê quer grana com a minha bunda???… kkkkkk que esperto socorro
- hahahahaha bom, eu te proponho boas oportunidades pra gerar grana, pelo menos a comissão eu mereço..
- claaaaaro e eu que sofro
- O ditado diz: nada na vida é fácil, tem que ralar o cu… até porque com todos os lubrificantes novos que tem hoje já não dói mais…
- Como é que você sabe, hein!
- Jeje sim, magrinha, nunca viu? Já te mostro o que a gente usa, não conta que te mostrei o gel que me acaba, ela vai dizer que você tá expondo nossa intimidade..
- Nada, mas me deixa assim….
- Bom.. tá.. por exemplo, se for novinha a gente pede 2 mil… dois conto são dois conto
- Nãaaaaao nem por um milhão de dólares..
- Bom tá, olha, eu falo dois conto porque vi que você tem uma bunda lindíssima, não sei se tá sem uso.. mas tá… Depois não se pede tanto, as que aguentam cobram no serviço uns 300 ou 500 pila a mais, mas tá, elas trabalham com isso e tão bem usadas hahahaha….. Ela ficou meio pausada, e me diz com voz séria
- e você me oferece dois conto?
- e eu por essa bunda sim.. sim
- você?
- ou seja, um exemplo, Lore, sim
- dois mil pila?
- sim Lore, por quê?
- Não, não, deixa… aí eu me preocupei e falei
- precisa de grana, burra, é coisa do Juaco… e olhando pro nada ela responde
- sim
- eu te empresto…
- não não, tranquilo, valeu mesmo…
- Bom, vamos mudar de assunto, Lore…
- hahahahaha sim sim, viu, minha cabeça tinha dado um nó.
- opaa e aí, ia aceitar minha oferta??? Hahahahaha
- hmm sim…
- idiota, te parto no meio se te pego hahahahaha, me conta, burra, o que o Juaco precisa
- vai lá que se faz de durão, não, Joaco no fim do ano vou dar uma bicicleta de presente, mas uma bike bonita
- ahhh que legal..
- sim e dois conto me caem super bem hahahahaa
- Lore, a gente sempre dá alguma coisinha pra ele, se você quiser, pra incentivar, a gente deixa a bike?
- não, não…. é demais
- Bom, mesmo assim te cobro esses dois conto? Pra você não se sentir tão mal Hahahaaa…
- Hahahahahaha
- bom, não, sério, magrinha, se precisar de grana emprestada é só avisar que a gente ajuda…
- Não consigo te devolver, Marcos… sabe que não tenho trampo… - Calma…
- E o que rola é que me dá um medinho
- De quê?
- De que vai doer?
- Ehhh, cê tá falando sério sobre a proposta?
- E sim…
- Kkkkkkkkkk beleza… olha, o negócio de que eu amo a bunda que tu tem é sério, me deixa louco…
- Pqp kkkkkkkkk olha só…
- Nunca te comeram no cu?
- Não, mano…
- Quer que eu faça? Prometo que vou cuidar de ti…
- Pra que eu abri a boca, pqp…
- Beleza, espera… falei, entrei em casa, peguei o gel, tranquei a porta da frente por dentro e pulei o muro dos fundos pelas janelas…
- Vem, falei… peguei na mão dela e meti pra dentro de casa, tranquei a frente pra caso o Joaco entre…
- Ela trancou a porta e me olhou meio indecisa ainda…
- Vamos? Falei, peguei na mão dela de novo e subi pro andar de cima, pros quartos.
- Ela não tava muito convencida, mas eu perguntei de novo, pra ela não se arrepender quando eu já tivesse de pau duro…
- Quer que eu cobre a grana? Perguntei de novo, e ela disse que sim, balançando a cabeça.
- Me aproximei, virei ela de costas e, devagar, vendo se ela me parava, desci o short do Barça dela olhando nos olhos dela, ainda tava sem calcinha, a buceta dela tinha sido depilada uns dias antes porque o pelo tava curto, virei ela de novo pra ficar de costas e, por deus, que rabo lindo, acariciei as nádegas dela, ela ainda tava dura, eu já tava de pau duro, tinha uma cômoda debaixo da janela e falei pra ela apoiar os cotovelos ali… e ela topou.
- Abri o gel e comecei a derramar onde começava a separação das nádegas, fui espalhando pelo cu e pela buceta dela, enfiei meus dedos na buceta primeiro e comecei a masturbar ela… minhas mãos tavam cheias de gel, os dedos entraram suave e pedi:
- Lore, tô com as mãos cheias de gel, cê desce minha calça? Ela topou, desceu minha calça e cueca, quando viu meu pau, falou:
- Isso não entra no meu cu, Marcos
- Siiiiim… calma, doida… com a calça e cueca no chão, peguei ela pela cintura e virei de novo, levantei a camiseta dela enquanto ela apoiava de novo os cotovelos… cotovelos na cômoda e com calma enfiei na buceta e comecei a meter… Ela estava quieta, mas soltava uns resmungos e gemidos baixinhos, enquanto eu continuava me movendo. Molhei o cu dela e meu pau com gel, fui enfiando meus dedos no rabo dela e ela de vez em quando ficava na ponta dos pés ou soltava um "ai!!" ou "para um pouco!!"
— Vou, Lore…
— Por que você não continua aí onde tá?
— Nãooo, esse não era o trato
— Kkkkkkk pelo amor, cuidado…
Só por garantia, passei mais gel na cabeça da minha glande e me apoiei na porta…
— Aiii, para!!
— Já parei… Calma, vou entrando devagar
— Pqp, vai mais devagar, seu cuzão…
— Desculpa, Lore… Assim?
— Sim, empurra bem devagarinho…
Em 5 movidas já estava com o pau todo dentro… A mão dela na minha barriga servia de freio,
— Seu filho da puta, pra que eu disse sim
— Já tô dentro, magrela…
— Sim, já tô sentindo, pqp… E ela apertava a boca e os olhos… E eu comecei a me mover com cuidado, mas sem parar…
Era divino ver ela se contorcendo, tentando me segurar… apertando o punho, franzindo a cara… já estava descabelada, tentava se ajeitar… tava doendo
— Que rabo divino que você tem, Lore, que divino
— Você é um filho da puta… devagar, seu cuzão…
— Adoro
— Devagar, seu malvado…
Eu segurava aquela cinturinha fina, a camiseta dela estava por cima dos meus pulsos, via como as nádegas daquele rabo estavam separadas apertando meu tronco, como meu pau entrava, dava umas 3 ou 4 estocadas com o pau pela metade e uma funda pra sentir ela reclamar, ela tava me xingando no ritmo das enfiadas, quando ela gozou, dei três metidas fundas que fizeram ela ficar na ponta dos pés, quase chorou, tentou tirar meu pau do cu dela, mas eu tinha ela contra a cômoda e ela não conseguiu escapar… Ela segurou a barriga e se inclinou pra frente, colocando o rosto contra a cômoda,
— Ai!!! Usa a buceta da sua mãe, não seja filho da puta… Eu segurei forte como se fosse apertar ela
— Aonde você vai??
E depois peguei ela pelo cabelo e puxei ela pra mim, endireitei ela, chupei o pescoço dela, passei minha mão pra frente e enfiei o dedo usei a palavra: pussy, levantei a camiseta dela e toquei nos peitos, ela virou o rosto e me olhou nos olhos, beijei ela e ela respondeu o beijo, tava excitada…
— Tá gostando, hein?
— Sim, filho da puta, mas vai devagar… depois que deixei o cu dela cheio de porra, dei um empurrão pra inclinar o corpo dela pra frente de novo e comecei a me mexer de novo… ela não recusou, pelo contrário, apoiou o peito na cômoda e abriu as nádegas com as mãos, comecei a meter num ritmo mais acelerado, ela gemia, reclamava e suava, já tava aberta, já era minha quando de repente ouvimos a maçaneta…
— O Juaco!!! Ela disse
— Fala com ele pela janela… ela puxou um pouco a cortina e ficou entre nós dois, e abriu a porta de correr
— Que foi, amor?
— Mãe!!! Tô na casa do Mathi, tá?
— Tá bem, amor, se comporta na casa dos outros…
— Sim…
Eu em nenhum momento saí do cu dela e a cortina me cobriu completamente…
— Bora, continuo?
— Sim… mas vai devagar, filho…
Fodi ela de novo e ela já tava gostando, quando fui gozar de novo quis fazer algo diferente, então tirei e virei ela tão rápido que senti claramente um ar fresco no pau, ela ficou surpresa, tentou segurar a bunda, se curvou, eu com a mão esquerda agarrei brutalmente a ponta da camiseta dela, dei um puxão e virei ela de frente pra mim, levantei pra deixar os peitos dela de fora e empurrei ela pra se ajoelhar no chão, e com a direita continuei batendo punheta até gozar e joguei toda a porra nos peitos dela… quando terminei, soltei ela de uma vez, ela ficou exausta, parecia que tinha apanhado, se jogou no chão de lado e ficou tocando a bunda…
— Tá bem?
— Tá doendo o cu, idiota, parece que vou cagar nas calças, tenho um vazio estranho… me machucou, cuzão…
— Não, boba, é normal
— Você é mau… me sinto estranha…
— Calma, bobinha, tranquilo, é normal… vamos limpar, olha, deixou tudo oleoso de tanto se revirar no chão…
— Nããão, olha a cômoda, isso sai, né?
— Sim Tarada… calma.
Dei uma mão pra ela, arrumamos a casa rápido e mais um encontro também, mas ela disse sem anal, hahahaha… coitadinha, com a bunda divina que ela tem, vou deixar de comer aquele cu de novo? Nessa tarde, de vez em quando eu ia até o fundo pra ver ela pendurando a roupa, ela andava estranha, dolorida… eu olhava de canto e fazia careta de risada, ela me olhava e soltava uns xingamentos mudos e me mostrava o dedo…
A bicicleta já tínhamos planejado com a minha mulher… E claro que chegou…
Com o tempo, comi aquela bunda 3 vezes… se ela não mente, sou o proprietário legítimo dessa bunda gostosa, hahahaha, paguei essa bike com gosto.
No Natal, a gente sempre dava presentes pro Joaquim, e isso aliviava um pouco os gastos da mãe com as festas, porque ela vivia sem grana...
A atitude dela foi mudando aos poucos, criou-se uma confiança maior comigo, e um dia, sem mais nem menos, numa conversa particular, ela me disse:
— Não tem um amigo igual a você, mas que seja solteiro? Hahaha.
— Pô, magrinha, meus amigos são tudo casado. Mas cê não tá bem assim? Não te convém algo fora de casa?
— Todos só querem transar, mas nem grana pra comprar um biscoito pra tomar um mate têm.
— E um coroa, magrinha? Como chamam agora? Daqueles sugar daddy?
— Nãao, e não conheço ninguém assim.
— Olha, não faço ideia de onde, mas ouvi dizer que tem uns lugares pra ir, e lá os coroas tão, e se conhecem, tipo romântico, e aí rola. Alguns até alugam apartamento e tudo mais, só pra ter... finge que é minha namorada e dá um jeito...
eu já tava um pouco mais ousado de boca, e ela, que tinha aquele jeito de vilareja saindo pelos poros, me disse:
— se for uma mina VIP, digamos assim
— não sei se chamaria assim..
— Nada…. Não tô pra essa
— Eu tive que ser homem, mas se fosse mulher, me conhecendo e com essa rabeta, virava uma máquina de fazer grana… mas fazer o quê, sou homem e já tenho 40, agora o que me resta é sair pra roubar kkkkkk
— Não tenho gasolina pra isso… e a conversa continuou, falando de outras coisas também..
Num sábado de novembro, o calor já começava a dar seus primeiros sinais, eu tava sentado no chão, fresquinho no meu quintal de frente pro sol, ela chegou pra cumprimentar pelo portão, tava de short de tecido, sem calcinha, e quando parou de frente, tudo apareceu…
— Bom dia.
— Flaca, o que cê tá fazendo? E o Juaco?
— Juaco foi brincar e eu tô aqui pra lavar roupa, tua mulher?
— no trabalho
— é verdade que é sábado…
Vendo ela assim, e pra mim mesmo, tive uma ideia, caso ela levasse a mal o que eu ia falar, eu tinha como me defender.
— Flaca, posso te falar uma coisa em segredo?
— o que foi?
— vou te confessar uma coisa, você tem a bunda mais linda que já vi na vida até hoje…
— kkkkkkk, cê tá olhando minha bunda? Kkkkkk
— sim, bah, na verdade dá até pra ver o sobrenome, mina, cê tá sem calcinha, né? Tá tudo aparecendo, mocinha…
— Ehhhh? Nãooo! e saiu correndo pra dentro…
Ela tinha se entregado pra mim, eu ia zoar ela bonito, daí a pouco saiu com um short do Barcelona, eu tampei o rosto e falei:
— Agora assim não vem, não tem graça
— Que vergonha, me desculpa..
— Cê vacilou, eu sou mais velho, podia ter me dado um troço..
— Para… kkkkkk
— Bunda monstra, flaca, trampo brabo que fizeram aí
— que trampo, nem trampo, ninguém mexeu aí não, véi
— Cala a boca… falei fazendo de desconfiado… e rebati…
— Vamos botar isso pra fazer grana, eu te viro empresário…
— Ah, olha, então cê quer grana com a minha bunda???… kkkkkk que esperto socorro
- hahahahaha bom, eu te proponho boas oportunidades pra gerar grana, pelo menos a comissão eu mereço..
- claaaaaro e eu que sofro
- O ditado diz: nada na vida é fácil, tem que ralar o cu… até porque com todos os lubrificantes novos que tem hoje já não dói mais…
- Como é que você sabe, hein!
- Jeje sim, magrinha, nunca viu? Já te mostro o que a gente usa, não conta que te mostrei o gel que me acaba, ela vai dizer que você tá expondo nossa intimidade..
- Nada, mas me deixa assim….
- Bom.. tá.. por exemplo, se for novinha a gente pede 2 mil… dois conto são dois conto
- Nãaaaaao nem por um milhão de dólares..
- Bom tá, olha, eu falo dois conto porque vi que você tem uma bunda lindíssima, não sei se tá sem uso.. mas tá… Depois não se pede tanto, as que aguentam cobram no serviço uns 300 ou 500 pila a mais, mas tá, elas trabalham com isso e tão bem usadas hahahaha….. Ela ficou meio pausada, e me diz com voz séria
- e você me oferece dois conto?
- e eu por essa bunda sim.. sim
- você?
- ou seja, um exemplo, Lore, sim
- dois mil pila?
- sim Lore, por quê?
- Não, não, deixa… aí eu me preocupei e falei
- precisa de grana, burra, é coisa do Juaco… e olhando pro nada ela responde
- sim
- eu te empresto…
- não não, tranquilo, valeu mesmo…
- Bom, vamos mudar de assunto, Lore…
- hahahahaha sim sim, viu, minha cabeça tinha dado um nó.
- opaa e aí, ia aceitar minha oferta??? Hahahahaha
- hmm sim…
- idiota, te parto no meio se te pego hahahahaha, me conta, burra, o que o Juaco precisa
- vai lá que se faz de durão, não, Joaco no fim do ano vou dar uma bicicleta de presente, mas uma bike bonita
- ahhh que legal..
- sim e dois conto me caem super bem hahahahaa
- Lore, a gente sempre dá alguma coisinha pra ele, se você quiser, pra incentivar, a gente deixa a bike?
- não, não…. é demais
- Bom, mesmo assim te cobro esses dois conto? Pra você não se sentir tão mal Hahahaaa…
- Hahahahahaha
- bom, não, sério, magrinha, se precisar de grana emprestada é só avisar que a gente ajuda…
- Não consigo te devolver, Marcos… sabe que não tenho trampo… - Calma…
- E o que rola é que me dá um medinho
- De quê?
- De que vai doer?
- Ehhh, cê tá falando sério sobre a proposta?
- E sim…
- Kkkkkkkkkk beleza… olha, o negócio de que eu amo a bunda que tu tem é sério, me deixa louco…
- Pqp kkkkkkkkk olha só…
- Nunca te comeram no cu?
- Não, mano…
- Quer que eu faça? Prometo que vou cuidar de ti…
- Pra que eu abri a boca, pqp…
- Beleza, espera… falei, entrei em casa, peguei o gel, tranquei a porta da frente por dentro e pulei o muro dos fundos pelas janelas…
- Vem, falei… peguei na mão dela e meti pra dentro de casa, tranquei a frente pra caso o Joaco entre…
- Ela trancou a porta e me olhou meio indecisa ainda…
- Vamos? Falei, peguei na mão dela de novo e subi pro andar de cima, pros quartos.
- Ela não tava muito convencida, mas eu perguntei de novo, pra ela não se arrepender quando eu já tivesse de pau duro…
- Quer que eu cobre a grana? Perguntei de novo, e ela disse que sim, balançando a cabeça.
- Me aproximei, virei ela de costas e, devagar, vendo se ela me parava, desci o short do Barça dela olhando nos olhos dela, ainda tava sem calcinha, a buceta dela tinha sido depilada uns dias antes porque o pelo tava curto, virei ela de novo pra ficar de costas e, por deus, que rabo lindo, acariciei as nádegas dela, ela ainda tava dura, eu já tava de pau duro, tinha uma cômoda debaixo da janela e falei pra ela apoiar os cotovelos ali… e ela topou.
- Abri o gel e comecei a derramar onde começava a separação das nádegas, fui espalhando pelo cu e pela buceta dela, enfiei meus dedos na buceta primeiro e comecei a masturbar ela… minhas mãos tavam cheias de gel, os dedos entraram suave e pedi:
- Lore, tô com as mãos cheias de gel, cê desce minha calça? Ela topou, desceu minha calça e cueca, quando viu meu pau, falou:
- Isso não entra no meu cu, Marcos
- Siiiiim… calma, doida… com a calça e cueca no chão, peguei ela pela cintura e virei de novo, levantei a camiseta dela enquanto ela apoiava de novo os cotovelos… cotovelos na cômoda e com calma enfiei na buceta e comecei a meter… Ela estava quieta, mas soltava uns resmungos e gemidos baixinhos, enquanto eu continuava me movendo. Molhei o cu dela e meu pau com gel, fui enfiando meus dedos no rabo dela e ela de vez em quando ficava na ponta dos pés ou soltava um "ai!!" ou "para um pouco!!"
— Vou, Lore…
— Por que você não continua aí onde tá?
— Nãooo, esse não era o trato
— Kkkkkkk pelo amor, cuidado…
Só por garantia, passei mais gel na cabeça da minha glande e me apoiei na porta…
— Aiii, para!!
— Já parei… Calma, vou entrando devagar
— Pqp, vai mais devagar, seu cuzão…
— Desculpa, Lore… Assim?
— Sim, empurra bem devagarinho…
Em 5 movidas já estava com o pau todo dentro… A mão dela na minha barriga servia de freio,
— Seu filho da puta, pra que eu disse sim
— Já tô dentro, magrela…
— Sim, já tô sentindo, pqp… E ela apertava a boca e os olhos… E eu comecei a me mover com cuidado, mas sem parar…
Era divino ver ela se contorcendo, tentando me segurar… apertando o punho, franzindo a cara… já estava descabelada, tentava se ajeitar… tava doendo
— Que rabo divino que você tem, Lore, que divino
— Você é um filho da puta… devagar, seu cuzão…
— Adoro
— Devagar, seu malvado…
Eu segurava aquela cinturinha fina, a camiseta dela estava por cima dos meus pulsos, via como as nádegas daquele rabo estavam separadas apertando meu tronco, como meu pau entrava, dava umas 3 ou 4 estocadas com o pau pela metade e uma funda pra sentir ela reclamar, ela tava me xingando no ritmo das enfiadas, quando ela gozou, dei três metidas fundas que fizeram ela ficar na ponta dos pés, quase chorou, tentou tirar meu pau do cu dela, mas eu tinha ela contra a cômoda e ela não conseguiu escapar… Ela segurou a barriga e se inclinou pra frente, colocando o rosto contra a cômoda,
— Ai!!! Usa a buceta da sua mãe, não seja filho da puta… Eu segurei forte como se fosse apertar ela
— Aonde você vai??
E depois peguei ela pelo cabelo e puxei ela pra mim, endireitei ela, chupei o pescoço dela, passei minha mão pra frente e enfiei o dedo usei a palavra: pussy, levantei a camiseta dela e toquei nos peitos, ela virou o rosto e me olhou nos olhos, beijei ela e ela respondeu o beijo, tava excitada…
— Tá gostando, hein?
— Sim, filho da puta, mas vai devagar… depois que deixei o cu dela cheio de porra, dei um empurrão pra inclinar o corpo dela pra frente de novo e comecei a me mexer de novo… ela não recusou, pelo contrário, apoiou o peito na cômoda e abriu as nádegas com as mãos, comecei a meter num ritmo mais acelerado, ela gemia, reclamava e suava, já tava aberta, já era minha quando de repente ouvimos a maçaneta…
— O Juaco!!! Ela disse
— Fala com ele pela janela… ela puxou um pouco a cortina e ficou entre nós dois, e abriu a porta de correr
— Que foi, amor?
— Mãe!!! Tô na casa do Mathi, tá?
— Tá bem, amor, se comporta na casa dos outros…
— Sim…
Eu em nenhum momento saí do cu dela e a cortina me cobriu completamente…
— Bora, continuo?
— Sim… mas vai devagar, filho…
Fodi ela de novo e ela já tava gostando, quando fui gozar de novo quis fazer algo diferente, então tirei e virei ela tão rápido que senti claramente um ar fresco no pau, ela ficou surpresa, tentou segurar a bunda, se curvou, eu com a mão esquerda agarrei brutalmente a ponta da camiseta dela, dei um puxão e virei ela de frente pra mim, levantei pra deixar os peitos dela de fora e empurrei ela pra se ajoelhar no chão, e com a direita continuei batendo punheta até gozar e joguei toda a porra nos peitos dela… quando terminei, soltei ela de uma vez, ela ficou exausta, parecia que tinha apanhado, se jogou no chão de lado e ficou tocando a bunda…
— Tá bem?
— Tá doendo o cu, idiota, parece que vou cagar nas calças, tenho um vazio estranho… me machucou, cuzão…
— Não, boba, é normal
— Você é mau… me sinto estranha…
— Calma, bobinha, tranquilo, é normal… vamos limpar, olha, deixou tudo oleoso de tanto se revirar no chão…
— Nããão, olha a cômoda, isso sai, né?
— Sim Tarada… calma.
Dei uma mão pra ela, arrumamos a casa rápido e mais um encontro também, mas ela disse sem anal, hahahaha… coitadinha, com a bunda divina que ela tem, vou deixar de comer aquele cu de novo? Nessa tarde, de vez em quando eu ia até o fundo pra ver ela pendurando a roupa, ela andava estranha, dolorida… eu olhava de canto e fazia careta de risada, ela me olhava e soltava uns xingamentos mudos e me mostrava o dedo…
A bicicleta já tínhamos planejado com a minha mulher… E claro que chegou…
Com o tempo, comi aquela bunda 3 vezes… se ela não mente, sou o proprietário legítimo dessa bunda gostosa, hahahaha, paguei essa bike com gosto.
7 comentários - Lore, a vizinha gostosa e brigona