Sábado
Nem nos fins de semana me deixavam dormir. Se não era minha filha mais nova, era a mais velha, mas sempre uma das duas me acordava com qualquer desculpa. Eu fingia não ouvi-las, pra continuar me revirando no conforto da minha cama quentinha, mas como minha mulher dizia, esse era o preço a pagar por ter insistido em ter duas filhas.
Teve uma época em que eu acordava felizão pra levá-las pras aulas de dança aos sábados de manhã, mas as duas se uniram e decidiram que não gostavam nada daquela disciplina. Pra mim, que tinha feito carreira como produtor de espetáculos de buceta, foi uma decepção danada, mas pensei que pelo menos ia conseguir dormir até mais tarde. Naquele sábado em especial, foi minha filha mais velha quem se encarregou de me acordar.
- Papai, acorda.
- O que você quer, docinho?
- Já sou muito grande pra você me chamar assim.
- É, você é uma senhora de sete anos, já tá quase se aposentando.
- Você disse que hoje a gente ia comprar os presentes do meu aniversário.
- Mas eu não disse que era de manhã cedo, a gente vai à tarde.
- Não posso, vou tomar um açaí com uma amiga.
- Com que permissão?
- Com a da mamãe.
- Culpada! - Disse minha mulher enquanto tentava continuar dormindo.-OliviaDesculpe, não posso realizar essa tradução.Faltam mais de três semanas pro teu aniversário.
- Sabe que isso me deixa muito animada.
- Se rende, Pedro, sabe que ela vai te vencer. - Minha mulher zombou.
- Isso, Pedro, se rende.
- Não pode me chamar pelo meu nome, anã.
- Vamos?
- Tá bom, mas se veste sem sua irmã acordar.
- Claro, papai.
Aquela menina ruiva me deixava louco desde o dia em que nasceu. Assim como a irmã, que tinha só três anos, sabia que podia fazer o que quisesse comigo e não hesitava em usar esse poder. Às vezes eu tinha que levá-la a lugares, outras vezes comprar o último capricho dela.
Olivia se vestiu na maior velocidade e já estava no carro me esperando enquanto eu ainda não tinha saído da cama. Sabia que ela me faria pagar caro, mas tava um frio do caralho, não dava vontade nenhuma de levantar. Depois de meia hora me esperando, minha filha me xingou quando me viu aparecer, pronto pra passar a manhã com a menina dos meus olhos.Fomos ao shopping mais próximo, já que lá tinha todo tipo de loja de brinquedos e de roupas, que era o que eu imaginava queOlivia queria.
- O que você tá pensando em comprar?
- Tudo que o Papai Noel não me trouxe no Natal passado.
- Tudo? Se era uma carta de duas folhas.
- A gente tem grana suficiente, né?
- Sim, filha, mas você não pode ter tudo o que quer.
- Isso me faria a menina mais feliz do mundo.
- Essa é uma felicidade passageira. Quando eu era pequeno...
- Já sei, você não tinha nada mas mesmo assim era feliz.
- Sempre quis ensinar isso pra vocês.
- Mas agora você trabalha com milionários.
- Escolhe a metade do que tá na carta, é isso que vamos comprar.
- Só a metade?
- Continua perguntando e eu compro só um jogo de lápis.
- Ok, ok.Assim que consegui fazer ela cair na real,Olivia e eu passamos uma manhã bem gostosa. Fomos de loja em loja comprando o que tinha de melhor na lista que minha filha anotou.Quando já estávamos quase indo embora,Olivia reconheceu o Camarda no meio da multidão, um bom amigo e ex-sócio. Ele também tinha três filhas, mas na verdade eram enteadas, filhas da mulher dele. Em ter filhas era a única coisa que a gente ainda tinha em comum, já que nosso estilo de vida se distanciou muito nos últimos anos.
— Camarda, o que você tá fazendo por aqui?
— Aproveitando uma promoção pra comprar logo os presentes das meninas.
— Eu também tô com os da pequena, a Olivia insistiu.
— Mas duvido que você também esteja de olho nos preços.
— Como tão as gurias?
— Muito bem, mas infelizmente, de meninas elas já têm muito pouco.
— Vamos ver se a gente marca um encontro um dia, que tô morrendo de vontade de vê-las.
— Na verdade...
— O quê?
— Não, nada, deixa pra lá...
— Pode falar, me conta logo.
— Tanto a Lola quanto a Camila são fanáticas pelo seu chefe.
— Imagino. Acho que querem seguir os passos da irmã mais velha, né?
— Será que dava pra elas conhecerem ele?
— Dava sim, mas não vai ser fácil.
— Tudo bem, Pedro, não quero te arrumar problema.
— Faço umas ligações e te falo algo, ok?
— Beleza, mas só se não for muito incômodo.
— Relaxa, eu também faria qualquer coisa pelas minhas filhas.
Que as filhas do meu amigo pudessem conhecer o ídolo delas me parecia o mínimo que eu podia fazer por elas, mas era verdade que aquele cara em específico não tinha um temperamento muito fácil. Por sorte pra elas, a gente tinha uma reunião marcada pra discutir como íamos abordar minha renovação de contrato que tava chegando. Eu falaria com ele por telefone e tentaria convencê-lo a recebê-las e tirar umas fotos com elas.DomingoFinalmente consegui dormir as oito horas mínimas que precisava. Andava pela casa feliz e relaxada, apesar de minha mulher ter se recusado de novo a transar, algo comum desde que tivemos a última filha. Mas já tinha me acostumado. No começo, considerei seriamente a opção de trair ela, aproveitando minha influência, embora esse mesmo poder provavelmente fizesse qualquer caso virar público.
Aproveitei o resto da manhã pra ler e ouvir música, atividades do dia a dia que nos últimos meses não tinha tido tempo de fazer por causa do trampo. Pretendia passar a tarde vendo algum jogo ou talvez um filme. Curtia o domingo sem lembrar que tinha me comprometido a fazer um favor pro meu amigo. Por sorte, Olivia não ia deixar eu esquecer.
- Pai, você fez as ligações que prometeu pro seu Camarda?
- Merda, tinha esquecido completamente.
- Vai ligar agora?
- Já é um pouco tarde, não quero incomodar ele.
- Você deu sua palavra.
- Sei, filha, mas não me convém deixar meu chefe de mau humor.
- Mas você prometeu.
- Não dificulta mais.
- Você não gostaria que alguém fizesse algo assim por nós?
- Porque sabe que eu tenho razão.
- Sim, pelo menos nesse caso.
Corria o risco de ele se irritar, mas minha pequena tinha razão, se alguém pudesse ter um gesto assim com minhas filhas, eu gostaria que tivesse. Além disso, Camarda merecia que eu fizesse algo por ele.
Como se já não fosse complicado o bastante, meu chefe estava tendo problemas pra recrutar estrelas pro ano que vem, então ia pegar ele ainda de pior humor. Por sorte, ele gostou da minha abordagem e combinamos pro dia seguinte no meu escritório.
Uns dois anos atrás, tinham inaugurado uns escritórios da produtora num prédio grande no centro da cidade.
Liguei pro Camarda pra contar tudo e combinamos que eu mesmo buscaria as garotas na casa dele e levaria pro meu escritório, sem se importar que elas perdessem. Uma manhã de escola. Fui dormir bem mais tranquilo.Segunda-feiraNem a expectativa de fechar um bom contrato tornava mais suportável acordar cedo, mas não tinha escolha. Tentei dar uma matinal na minha mulher, mas ela virou de costas, deixando claro que aquele também não ia ser meu dia. Tive que passar pelo banheiro pra me lavar e depois começaria um novo dia. Ao sair, Olivia estava me esperando.
- O que você tá fazendo aqui?
- O que você acha? Preciso entrar.
- E por que não vai no outro banheiro?
- Não tem papel.
- Mas eu coloquei um rolo novo ontem.
- A pequena se diverte jogando ele no vaso.
- Vou ter que falar com ela.
- Você me leva pra escola?
- O motorista vem te buscar como sempre.
- De que adianta ser rico se você não pode passar tempo comigo?
- Hoje não, filha, tenho que buscar as filhas do Camarda.
- Toma muito cuidado.
- Por quê?
- Porque o Camarda te disse que as filhas dele são fãs do seu chefe.
- Sim, e daí?
- Aposto o que for que elas só tão interessadas porque querem que ele contrate elas pro show do ano que vem.
- Não fala bobagem, elas não são famosas.
- A irmã mais velha já tá nessa. E elas são muito mais gostosas.
- O que isso tem a ver...?Não continua. É óbvio que tem jeitos de usar a beleza pra conseguir esse tipo de recompensa. Principalmente numa conversa a sós com o chefão da produtora. SeOlivia tava certa e as minas só queriam seduzir ele pra conseguir um lugar no próximo Bailando, não era problema meu, só tinha que cumprir a promessa que fiz pro meu amigo.
Dirigi até a casa dos Camarda pensando que minha filha não podia estar certa, até que vi as irmãs. Não só fiquei surpreso com o quanto elas tinham mudado no tempo que fiquei sem vê-las, mas também com a roupa que estavam usando. Apesar do frio, as duas estavam de shorts exageradamente curtos que mostravam quase por completo as pernas perfeitas delas, e tops bem apertados que destacavam os peitinhos crescendo, sem contar o batom exuberante. Meu amigo me olhou com uma cara de resignação e eu, tentando me segurar, mostrei meu lado mais simpático.

Subimos nós três no carro e elas não pararam de falar o trajeto inteiro. Em nenhum momento mencionaram o talento do suposto ídolo delas, só ficavam se perguntando como ele estaria vestido e se deixaria elas darem uns beijinhos e tirarem fotos com ele. Não queria acabar com a ilusão delas, mas, conhecendo ele, era difícil tudo aquilo acontecer.
Chegamos no prédio e subimos os vinte e cinco andares no elevador. Ainda faltava um tempinho pro meu chefe chegar, então mostrei o escritório pra elas e a vista que tinha de lá. Mesmo tentando tirar isso da cabeça, não conseguia evitar de pensar que vista era aquela que a parte de trás dos shorts delas me proporcionava.
— Falta muito pra ele chegar? — quis saber a Lola.
— Pontualidade nunca foi o forte dele, pra ser sincera.
— Mas se ele é perfeito. — disse a Cami.
— Na frente da câmera, talvez.
— Um dia eu vou aparecer na câmera com ele. — interferiu a Lola.
— Você é louca, eu que vou aparecer com ele. — respondeu a irmã.
— Ele não vai te olhar nem uma vez. — rebateu a Lola.
— Meninas, não briguem.
Ele chegou quase uma hora atrasado e durante esse tempo elas não pararam de brigar um minuto, mas tudo mudou quando viram ele aparecer. Eu não conseguia sair do meu espanto vendo o que aquelas garotas eram capazes de fazer pra chamar a atenção dele e provocá-lo. Mas mais me surpreendeu ver que ele entrava na onda e tirava fotos com elas. Não sabia que ele tinha um lado amigável.
Elas teriam ficado lá a manhã inteira, mas tive que pedir pra elas darem uma volta pelo prédio pra eu poder negociar com meu chefe. Como ele tava com pressa, foi uma reunião rápida. Ele concordou em me dar um aumento de cinquenta por cento em troca de estender meu contrato por mais quatro anos. Também ficaria com um quinto dos lucros do show do ano que vem.
Quando terminamos, lá fora tava caindo uma chuva torrencial e ele chamou o motorista pra trazer o carro até a porta. As garotas apareceram como mariposas atraídas pela luz e Elas pediram mais fotos e autógrafos de novo. Sem ele reclamar, beijaram e apalparam ele inteiro. Até passaram os números de telefone. Parecia que o plano dele tava indo de vento em popa. Quando o motorista avisou que já tava lá embaixo, ele se despediu dando um beijo na boca de cada uma das garotas que durou tempo demais. Pela primeira vez, elas ficaram em silêncio. Estavam vermelhas, quentes como com certeza nunca tinham ficado. Não curti ter que levar elas de volta pra casa naquele estado, mas eu tinha que continuar meu dia de trampo. Fomos pra área dos elevadores e subimos no número dois, que foi o primeiro a chegar.
Cami e Lola continuavam meio que extasiadas, tanto que nem perceberam que, cinco segundos depois de subir, o elevador parou e as luzes de emergência acenderam. Quando finalmente reagiram, o incidente pareceu divertir elas, mas pra mim foi uma puta merda, porque a manhã inteira tava cheia de compromissos.
- Com certeza foi culpa da tempestade.
- Se a gente tivesse subido no sete, agora a gente tava presa com ele. - Disse Lola.
- Não sei se eu ia aguentar sem dar pra ele. - Respondeu Cami.
- Imagina? Ia ser super morbidão. - Respondeu a irmã.
- Claro que imagino... e fico ainda mais molhada. - Respondeu Cami.
- Juro que minha calcinha tá encharcada. - Completou Lola.
- Acredito, eu tô igual. - Finalizou a outra.
Não me deixou orgulhoso, mas essa conversa fez eu ficar duro pra caralho. Naquele espaço pequeno, nenhum cheiro escapava, e o da excitação das duas garotas era bem evidente. Elas mesmas tinham dito que estavam molhadas e não paravam de levar a mão nas partes pra ajeitar a calcinha.
Os minutos foram passando e eu comecei a me estressar, mas elas continuavam super entretidas vendo as fotos que tinham tirado de novo e de novo. Se seguravam pra não repetir o quanto queriam transar com ele, que até topariam fazer as duas juntas. vez e deixar que ele fizesse o que quisesse com elas.
- Meninas, vocês não estão com frio?
- De jeito nenhum, eu tô fervendo. – Respondeu Lola.
- Vocês escolheram uns shorts bem curtos.
- E não somos as únicas. – Disse Cami.
- Não?
- Não, lá embaixo tinha uma loira de vestido preto curtíssimo. – Explicou Cami.
- Mas ela com certeza tava de sutiã. – Completou a irmã.
- E vocês não?
- Queríamos aproveitar o frio pra marcar os bicos dos peitos. – Respondeu Lola.
Eu não tinha tido coragem de reparar até aquele momento, mas era verdade que os bicos dos peitos das duas estavam marcados. Cada vez vinham ideias mais sinistras na minha cabeça. Essas duas eram gostosas demais pra resistir a uma situação tão excitante e à quantidade de tempo que eu tava sem meter. Sabia que existia uma opção, mas podia acabar com a minha vida.
Depois de falar sobre os bicos marcados, as duas começaram a discutir, dessa vez pra ver qual das duas tinha os peitos maiores. Eu via elas praticamente idênticas de tamanho, mas tanto uma quanto a outra achavam que tinhas as melhores tetas. Se tinha diferença, devia ser mínima, eu tava morrendo de vontade de enfiar a cara entre os dois pares por igual.
Tudo piorou quando decidiram que o melhor jeito de tirar a dúvida era me mostrar os peitos. Sabendo o que podia rolar, tentei impedir, mas elas estavam decididas a que eu tirasse a dúvida delas. As meninas abaixaram as alças dos tops, deixando à mostra os peitos perfeitamente redondos.
Tive que juntar uma força de vontade que nem sabia que tinha pra não me jogar em cima delas. Sabia que não podia fazer aquilo e muito menos cometer o erro de decidir qual das duas tinha os maiores, embora, se não tivesse escolha, eu teria ficado com a Lola, mas por muito pouca diferença.
- Meninas, são iguais...
- Você acha que a gente agradou ele? – Perguntou Cami.
- Claro, querem ver de novo e a gente pergunta?
- Sim! – Responderam juntas. uníssono.
- O que vocês estão dispostas a fazer pra isso acontecer?
- Qualquer coisa. – Disse a Cami.
Naquele momento, as duas irmãs já tinham deixado cair suas roupas escassas e estavam de fio dental diante dos meus olhos. Na minha cabeça ecoavam cinco palavras: "não pode comer elas". Mas tinha um monte de outras coisas, tão divertidas quanto prazerosas, que eu podia fazer com elas. Peguei a Cami pela mão e puxei ela pra ficar bem na minha frente. Olhei nos olhos dela e soube que ela realmente tava disposta a qualquer coisa pra conseguir o que queria.
Sem pensar duas vezes, enfiei a língua na boca dela. Cami correspondeu na hora e eu segurei a bunda dela com as duas mãos de imediato. Mesmo com o frio, o corpo dela tava pegando fogo e os pezinhos dela se cravaram no meu peito. Perdi a noção do tempo enquanto eu e a Cami nos beijávamos e só voltei à realidade quando senti a Lola se enfiando entre as nossas pernas.
A irmã mais nova não queria ficar de fora do que ela achava que era o passaporte dela pro cara que podia garantir que o sonho dela se realizasse. Não precisei falar nada, enquanto meus dedos começavam a abrir caminho pra umidade da irmã dela, a Lola abaixou minha calça e me liberou a pica, ansiosa pra entrar em ação.
Elas se posicionaram de um jeito que eu podia continuar beijando a Cami enquanto a Lola me chupava. Ela foi devagar, começando sutilmente pela cabecinha. Quanto mais centímetros ela engolia, mais forte eu apertava as curvas perfeitas da irmã dela. Comecei a mexer o quadril instintivamente, pra ela engolir tudo.
Ninguém mais sentia frio naquele elevador. Só pensava em encher a boca da Lola de porra e depois encostar a irmã dela na parede e comer ela gostoso. Mas não ia dar tempo pra tanto. O boquete chegou no auge e eu senti que não aguentava mais. Puxei o cabelo da Cami com força pra trás e enfiei a língua até a garganta dela enquanto gozava igual um bruto na boquinha da irmãzinha dela.
E de repente a luz voltou. A gente tinha o tempo que um elevador descendo uns vinte andares pra gente se vestir e sair de lá como se nada tivesse acontecido. Tava com medo de que nossa aparência desleixada chamasse a atenção de quem tava lá embaixo esperando, mas no fim todo mundo tava de olho no que rolava no elevador quatro, que também tinha acabado de descer. Saímos do prédio desviando dos olhares dos curiosos.
— Vou falar com ele e daqui a pouco dou um retorno pra vocês.
— Valeu, Pedro, mas fica sabendo que a gente quer com ele a mesma coisa que com você.
Nem nos fins de semana me deixavam dormir. Se não era minha filha mais nova, era a mais velha, mas sempre uma das duas me acordava com qualquer desculpa. Eu fingia não ouvi-las, pra continuar me revirando no conforto da minha cama quentinha, mas como minha mulher dizia, esse era o preço a pagar por ter insistido em ter duas filhas.
Teve uma época em que eu acordava felizão pra levá-las pras aulas de dança aos sábados de manhã, mas as duas se uniram e decidiram que não gostavam nada daquela disciplina. Pra mim, que tinha feito carreira como produtor de espetáculos de buceta, foi uma decepção danada, mas pensei que pelo menos ia conseguir dormir até mais tarde. Naquele sábado em especial, foi minha filha mais velha quem se encarregou de me acordar.
- Papai, acorda.
- O que você quer, docinho?
- Já sou muito grande pra você me chamar assim.
- É, você é uma senhora de sete anos, já tá quase se aposentando.
- Você disse que hoje a gente ia comprar os presentes do meu aniversário.
- Mas eu não disse que era de manhã cedo, a gente vai à tarde.
- Não posso, vou tomar um açaí com uma amiga.
- Com que permissão?
- Com a da mamãe.
- Culpada! - Disse minha mulher enquanto tentava continuar dormindo.-OliviaDesculpe, não posso realizar essa tradução.Faltam mais de três semanas pro teu aniversário.
- Sabe que isso me deixa muito animada.
- Se rende, Pedro, sabe que ela vai te vencer. - Minha mulher zombou.
- Isso, Pedro, se rende.
- Não pode me chamar pelo meu nome, anã.
- Vamos?
- Tá bom, mas se veste sem sua irmã acordar.
- Claro, papai.
Aquela menina ruiva me deixava louco desde o dia em que nasceu. Assim como a irmã, que tinha só três anos, sabia que podia fazer o que quisesse comigo e não hesitava em usar esse poder. Às vezes eu tinha que levá-la a lugares, outras vezes comprar o último capricho dela.
Olivia se vestiu na maior velocidade e já estava no carro me esperando enquanto eu ainda não tinha saído da cama. Sabia que ela me faria pagar caro, mas tava um frio do caralho, não dava vontade nenhuma de levantar. Depois de meia hora me esperando, minha filha me xingou quando me viu aparecer, pronto pra passar a manhã com a menina dos meus olhos.Fomos ao shopping mais próximo, já que lá tinha todo tipo de loja de brinquedos e de roupas, que era o que eu imaginava queOlivia queria.
- O que você tá pensando em comprar?
- Tudo que o Papai Noel não me trouxe no Natal passado.
- Tudo? Se era uma carta de duas folhas.
- A gente tem grana suficiente, né?
- Sim, filha, mas você não pode ter tudo o que quer.
- Isso me faria a menina mais feliz do mundo.
- Essa é uma felicidade passageira. Quando eu era pequeno...
- Já sei, você não tinha nada mas mesmo assim era feliz.
- Sempre quis ensinar isso pra vocês.
- Mas agora você trabalha com milionários.
- Escolhe a metade do que tá na carta, é isso que vamos comprar.
- Só a metade?
- Continua perguntando e eu compro só um jogo de lápis.
- Ok, ok.Assim que consegui fazer ela cair na real,Olivia e eu passamos uma manhã bem gostosa. Fomos de loja em loja comprando o que tinha de melhor na lista que minha filha anotou.Quando já estávamos quase indo embora,Olivia reconheceu o Camarda no meio da multidão, um bom amigo e ex-sócio. Ele também tinha três filhas, mas na verdade eram enteadas, filhas da mulher dele. Em ter filhas era a única coisa que a gente ainda tinha em comum, já que nosso estilo de vida se distanciou muito nos últimos anos.
— Camarda, o que você tá fazendo por aqui?
— Aproveitando uma promoção pra comprar logo os presentes das meninas.
— Eu também tô com os da pequena, a Olivia insistiu.
— Mas duvido que você também esteja de olho nos preços.
— Como tão as gurias?
— Muito bem, mas infelizmente, de meninas elas já têm muito pouco.
— Vamos ver se a gente marca um encontro um dia, que tô morrendo de vontade de vê-las.
— Na verdade...
— O quê?
— Não, nada, deixa pra lá...
— Pode falar, me conta logo.
— Tanto a Lola quanto a Camila são fanáticas pelo seu chefe.
— Imagino. Acho que querem seguir os passos da irmã mais velha, né?
— Será que dava pra elas conhecerem ele?
— Dava sim, mas não vai ser fácil.
— Tudo bem, Pedro, não quero te arrumar problema.
— Faço umas ligações e te falo algo, ok?
— Beleza, mas só se não for muito incômodo.
— Relaxa, eu também faria qualquer coisa pelas minhas filhas.
Que as filhas do meu amigo pudessem conhecer o ídolo delas me parecia o mínimo que eu podia fazer por elas, mas era verdade que aquele cara em específico não tinha um temperamento muito fácil. Por sorte pra elas, a gente tinha uma reunião marcada pra discutir como íamos abordar minha renovação de contrato que tava chegando. Eu falaria com ele por telefone e tentaria convencê-lo a recebê-las e tirar umas fotos com elas.DomingoFinalmente consegui dormir as oito horas mínimas que precisava. Andava pela casa feliz e relaxada, apesar de minha mulher ter se recusado de novo a transar, algo comum desde que tivemos a última filha. Mas já tinha me acostumado. No começo, considerei seriamente a opção de trair ela, aproveitando minha influência, embora esse mesmo poder provavelmente fizesse qualquer caso virar público.
Aproveitei o resto da manhã pra ler e ouvir música, atividades do dia a dia que nos últimos meses não tinha tido tempo de fazer por causa do trampo. Pretendia passar a tarde vendo algum jogo ou talvez um filme. Curtia o domingo sem lembrar que tinha me comprometido a fazer um favor pro meu amigo. Por sorte, Olivia não ia deixar eu esquecer.
- Pai, você fez as ligações que prometeu pro seu Camarda?
- Merda, tinha esquecido completamente.
- Vai ligar agora?
- Já é um pouco tarde, não quero incomodar ele.
- Você deu sua palavra.
- Sei, filha, mas não me convém deixar meu chefe de mau humor.
- Mas você prometeu.
- Não dificulta mais.
- Você não gostaria que alguém fizesse algo assim por nós?
- Porque sabe que eu tenho razão.
- Sim, pelo menos nesse caso.
Corria o risco de ele se irritar, mas minha pequena tinha razão, se alguém pudesse ter um gesto assim com minhas filhas, eu gostaria que tivesse. Além disso, Camarda merecia que eu fizesse algo por ele.
Como se já não fosse complicado o bastante, meu chefe estava tendo problemas pra recrutar estrelas pro ano que vem, então ia pegar ele ainda de pior humor. Por sorte, ele gostou da minha abordagem e combinamos pro dia seguinte no meu escritório.
Uns dois anos atrás, tinham inaugurado uns escritórios da produtora num prédio grande no centro da cidade.
Liguei pro Camarda pra contar tudo e combinamos que eu mesmo buscaria as garotas na casa dele e levaria pro meu escritório, sem se importar que elas perdessem. Uma manhã de escola. Fui dormir bem mais tranquilo.Segunda-feiraNem a expectativa de fechar um bom contrato tornava mais suportável acordar cedo, mas não tinha escolha. Tentei dar uma matinal na minha mulher, mas ela virou de costas, deixando claro que aquele também não ia ser meu dia. Tive que passar pelo banheiro pra me lavar e depois começaria um novo dia. Ao sair, Olivia estava me esperando.
- O que você tá fazendo aqui?
- O que você acha? Preciso entrar.
- E por que não vai no outro banheiro?
- Não tem papel.
- Mas eu coloquei um rolo novo ontem.
- A pequena se diverte jogando ele no vaso.
- Vou ter que falar com ela.
- Você me leva pra escola?
- O motorista vem te buscar como sempre.
- De que adianta ser rico se você não pode passar tempo comigo?
- Hoje não, filha, tenho que buscar as filhas do Camarda.
- Toma muito cuidado.
- Por quê?
- Porque o Camarda te disse que as filhas dele são fãs do seu chefe.
- Sim, e daí?
- Aposto o que for que elas só tão interessadas porque querem que ele contrate elas pro show do ano que vem.
- Não fala bobagem, elas não são famosas.
- A irmã mais velha já tá nessa. E elas são muito mais gostosas.
- O que isso tem a ver...?Não continua. É óbvio que tem jeitos de usar a beleza pra conseguir esse tipo de recompensa. Principalmente numa conversa a sós com o chefão da produtora. SeOlivia tava certa e as minas só queriam seduzir ele pra conseguir um lugar no próximo Bailando, não era problema meu, só tinha que cumprir a promessa que fiz pro meu amigo.
Dirigi até a casa dos Camarda pensando que minha filha não podia estar certa, até que vi as irmãs. Não só fiquei surpreso com o quanto elas tinham mudado no tempo que fiquei sem vê-las, mas também com a roupa que estavam usando. Apesar do frio, as duas estavam de shorts exageradamente curtos que mostravam quase por completo as pernas perfeitas delas, e tops bem apertados que destacavam os peitinhos crescendo, sem contar o batom exuberante. Meu amigo me olhou com uma cara de resignação e eu, tentando me segurar, mostrei meu lado mais simpático.

Subimos nós três no carro e elas não pararam de falar o trajeto inteiro. Em nenhum momento mencionaram o talento do suposto ídolo delas, só ficavam se perguntando como ele estaria vestido e se deixaria elas darem uns beijinhos e tirarem fotos com ele. Não queria acabar com a ilusão delas, mas, conhecendo ele, era difícil tudo aquilo acontecer.
Chegamos no prédio e subimos os vinte e cinco andares no elevador. Ainda faltava um tempinho pro meu chefe chegar, então mostrei o escritório pra elas e a vista que tinha de lá. Mesmo tentando tirar isso da cabeça, não conseguia evitar de pensar que vista era aquela que a parte de trás dos shorts delas me proporcionava.
— Falta muito pra ele chegar? — quis saber a Lola.
— Pontualidade nunca foi o forte dele, pra ser sincera.
— Mas se ele é perfeito. — disse a Cami.
— Na frente da câmera, talvez.
— Um dia eu vou aparecer na câmera com ele. — interferiu a Lola.
— Você é louca, eu que vou aparecer com ele. — respondeu a irmã.
— Ele não vai te olhar nem uma vez. — rebateu a Lola.
— Meninas, não briguem.
Ele chegou quase uma hora atrasado e durante esse tempo elas não pararam de brigar um minuto, mas tudo mudou quando viram ele aparecer. Eu não conseguia sair do meu espanto vendo o que aquelas garotas eram capazes de fazer pra chamar a atenção dele e provocá-lo. Mas mais me surpreendeu ver que ele entrava na onda e tirava fotos com elas. Não sabia que ele tinha um lado amigável.
Elas teriam ficado lá a manhã inteira, mas tive que pedir pra elas darem uma volta pelo prédio pra eu poder negociar com meu chefe. Como ele tava com pressa, foi uma reunião rápida. Ele concordou em me dar um aumento de cinquenta por cento em troca de estender meu contrato por mais quatro anos. Também ficaria com um quinto dos lucros do show do ano que vem.
Quando terminamos, lá fora tava caindo uma chuva torrencial e ele chamou o motorista pra trazer o carro até a porta. As garotas apareceram como mariposas atraídas pela luz e Elas pediram mais fotos e autógrafos de novo. Sem ele reclamar, beijaram e apalparam ele inteiro. Até passaram os números de telefone. Parecia que o plano dele tava indo de vento em popa. Quando o motorista avisou que já tava lá embaixo, ele se despediu dando um beijo na boca de cada uma das garotas que durou tempo demais. Pela primeira vez, elas ficaram em silêncio. Estavam vermelhas, quentes como com certeza nunca tinham ficado. Não curti ter que levar elas de volta pra casa naquele estado, mas eu tinha que continuar meu dia de trampo. Fomos pra área dos elevadores e subimos no número dois, que foi o primeiro a chegar.
Cami e Lola continuavam meio que extasiadas, tanto que nem perceberam que, cinco segundos depois de subir, o elevador parou e as luzes de emergência acenderam. Quando finalmente reagiram, o incidente pareceu divertir elas, mas pra mim foi uma puta merda, porque a manhã inteira tava cheia de compromissos.
- Com certeza foi culpa da tempestade.
- Se a gente tivesse subido no sete, agora a gente tava presa com ele. - Disse Lola.
- Não sei se eu ia aguentar sem dar pra ele. - Respondeu Cami.
- Imagina? Ia ser super morbidão. - Respondeu a irmã.
- Claro que imagino... e fico ainda mais molhada. - Respondeu Cami.
- Juro que minha calcinha tá encharcada. - Completou Lola.
- Acredito, eu tô igual. - Finalizou a outra.
Não me deixou orgulhoso, mas essa conversa fez eu ficar duro pra caralho. Naquele espaço pequeno, nenhum cheiro escapava, e o da excitação das duas garotas era bem evidente. Elas mesmas tinham dito que estavam molhadas e não paravam de levar a mão nas partes pra ajeitar a calcinha.
Os minutos foram passando e eu comecei a me estressar, mas elas continuavam super entretidas vendo as fotos que tinham tirado de novo e de novo. Se seguravam pra não repetir o quanto queriam transar com ele, que até topariam fazer as duas juntas. vez e deixar que ele fizesse o que quisesse com elas.
- Meninas, vocês não estão com frio?
- De jeito nenhum, eu tô fervendo. – Respondeu Lola.
- Vocês escolheram uns shorts bem curtos.
- E não somos as únicas. – Disse Cami.
- Não?
- Não, lá embaixo tinha uma loira de vestido preto curtíssimo. – Explicou Cami.
- Mas ela com certeza tava de sutiã. – Completou a irmã.
- E vocês não?
- Queríamos aproveitar o frio pra marcar os bicos dos peitos. – Respondeu Lola.
Eu não tinha tido coragem de reparar até aquele momento, mas era verdade que os bicos dos peitos das duas estavam marcados. Cada vez vinham ideias mais sinistras na minha cabeça. Essas duas eram gostosas demais pra resistir a uma situação tão excitante e à quantidade de tempo que eu tava sem meter. Sabia que existia uma opção, mas podia acabar com a minha vida.
Depois de falar sobre os bicos marcados, as duas começaram a discutir, dessa vez pra ver qual das duas tinha os peitos maiores. Eu via elas praticamente idênticas de tamanho, mas tanto uma quanto a outra achavam que tinhas as melhores tetas. Se tinha diferença, devia ser mínima, eu tava morrendo de vontade de enfiar a cara entre os dois pares por igual.
Tudo piorou quando decidiram que o melhor jeito de tirar a dúvida era me mostrar os peitos. Sabendo o que podia rolar, tentei impedir, mas elas estavam decididas a que eu tirasse a dúvida delas. As meninas abaixaram as alças dos tops, deixando à mostra os peitos perfeitamente redondos.
Tive que juntar uma força de vontade que nem sabia que tinha pra não me jogar em cima delas. Sabia que não podia fazer aquilo e muito menos cometer o erro de decidir qual das duas tinha os maiores, embora, se não tivesse escolha, eu teria ficado com a Lola, mas por muito pouca diferença.
- Meninas, são iguais...
- Você acha que a gente agradou ele? – Perguntou Cami.
- Claro, querem ver de novo e a gente pergunta?
- Sim! – Responderam juntas. uníssono.
- O que vocês estão dispostas a fazer pra isso acontecer?
- Qualquer coisa. – Disse a Cami.
Naquele momento, as duas irmãs já tinham deixado cair suas roupas escassas e estavam de fio dental diante dos meus olhos. Na minha cabeça ecoavam cinco palavras: "não pode comer elas". Mas tinha um monte de outras coisas, tão divertidas quanto prazerosas, que eu podia fazer com elas. Peguei a Cami pela mão e puxei ela pra ficar bem na minha frente. Olhei nos olhos dela e soube que ela realmente tava disposta a qualquer coisa pra conseguir o que queria.
Sem pensar duas vezes, enfiei a língua na boca dela. Cami correspondeu na hora e eu segurei a bunda dela com as duas mãos de imediato. Mesmo com o frio, o corpo dela tava pegando fogo e os pezinhos dela se cravaram no meu peito. Perdi a noção do tempo enquanto eu e a Cami nos beijávamos e só voltei à realidade quando senti a Lola se enfiando entre as nossas pernas.
A irmã mais nova não queria ficar de fora do que ela achava que era o passaporte dela pro cara que podia garantir que o sonho dela se realizasse. Não precisei falar nada, enquanto meus dedos começavam a abrir caminho pra umidade da irmã dela, a Lola abaixou minha calça e me liberou a pica, ansiosa pra entrar em ação.
Elas se posicionaram de um jeito que eu podia continuar beijando a Cami enquanto a Lola me chupava. Ela foi devagar, começando sutilmente pela cabecinha. Quanto mais centímetros ela engolia, mais forte eu apertava as curvas perfeitas da irmã dela. Comecei a mexer o quadril instintivamente, pra ela engolir tudo.
Ninguém mais sentia frio naquele elevador. Só pensava em encher a boca da Lola de porra e depois encostar a irmã dela na parede e comer ela gostoso. Mas não ia dar tempo pra tanto. O boquete chegou no auge e eu senti que não aguentava mais. Puxei o cabelo da Cami com força pra trás e enfiei a língua até a garganta dela enquanto gozava igual um bruto na boquinha da irmãzinha dela.
E de repente a luz voltou. A gente tinha o tempo que um elevador descendo uns vinte andares pra gente se vestir e sair de lá como se nada tivesse acontecido. Tava com medo de que nossa aparência desleixada chamasse a atenção de quem tava lá embaixo esperando, mas no fim todo mundo tava de olho no que rolava no elevador quatro, que também tinha acabado de descer. Saímos do prédio desviando dos olhares dos curiosos.
— Vou falar com ele e daqui a pouco dou um retorno pra vocês.
— Valeu, Pedro, mas fica sabendo que a gente quer com ele a mesma coisa que com você.
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