Cheguei nos Estados Unidos este ano, não vou dizer de que país sou. Cheguei aqui sem muita ajuda, dinheiro ou oportunidades. Meus primeiros empregos foram pesados, não difíceis — não me importei, continuei trabalhando como se não houvesse amanhã. Mas mesmo aqui, as oportunidades são escassas, e as poucas que aparecem, você tem que agarrar, nem que vá contra a sua moral. Num dos meus vários trampos, conhecemos uma senhora que era enfermeira. Foi ela quem nos falou sobre o trabalho de doar esperma. Até aí, era só mais um serviço, eu tinha que aceitar. Até que cheguei na clínica e lá estava ela. Ela entrou comigo numa sala e se colocou nessa posição.
Quando ela tirou a calcinha, achei que queria que eu transasse com ela, quase meti naquela buceta americana, mas antes que eu pudesse fazer algo, ela me estendeu o pote de amostra. É que ela adora, fica louca em servir de modelo pros caras conseguirem dar uma amostra bem maior que o normal. A teoria dela é que, se o cara vê algo real enquanto bate uma, a amostra sai melhor. Eu tava no fogo. Ela continuou na posição e começou a abrir as nádegas.
Aquela bunda, aquela buceta exalavam um cheiro inebriante, o calorzinho que soltava te deixava louco.

Quando ela tirou a calcinha, achei que queria que eu transasse com ela, quase meti naquela buceta americana, mas antes que eu pudesse fazer algo, ela me estendeu o pote de amostra. É que ela adora, fica louca em servir de modelo pros caras conseguirem dar uma amostra bem maior que o normal. A teoria dela é que, se o cara vê algo real enquanto bate uma, a amostra sai melhor. Eu tava no fogo. Ela continuou na posição e começou a abrir as nádegas.
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