Minha esposa e o técnico de futebol do meu filho

Tava meio preocupado, parecia que a relação tava ficando cada vez mais intensa, o professor tava ficando cada vez mais bruto com ela, mas a verdade é que ela adorava tudo. Minha esposa puxou o assunto, falou que me notava preocupado, ela realmente achava que era uma brincadeira dos dois, se eu não tava seguro, tava assustado, ou realmente não tava a fim de continuar, era hora de parar. Senti um alívio enorme, mas também uma certa decepção, não com ela, mas comigo mesmo, parecia que eu tinha me cagado de medo e que não tava legal. Durante quase um mês, nada de novo aconteceu. Fui buscar o Fede no futebol e o professor se aproximou de mim.
— E aí, como cê tá… tava esperando você entrar em contato… mas não tive notícia…
— É que as coisas tão ficando intensas, acho que a gente precisa de um tempo…
— Não seja idiota… vocês são adultos… passa o telefone da sua esposa que vou ligar pra ela… — não sei por que, mas não opus a menor resistência, quase automaticamente passei.

Na noite seguinte, quando voltei pra casa, ela tava cozinhando, o Fede fazia a lição na mesa da cozinha e fazia perguntas de história pra ela, dúvidas que tinha. Jantamos os três, e quando fomos deitar, ela me disse:
— O Martin ligou… o professor…
— O que ele falou? — sentia meu coração batendo forte, tava excitado.
— Ele disse que quer brincar de me amarrar… e obviamente quer que você fique olhando… seria esse sábado… falei que sim, claro… já que você deu meu telefone…
— Ok… e é isso que você quer?
— Claro… totalmente… o que cê acha… vai gostar de me ver sendo bem comida de novo?
— Acho que sim…

No sábado à tarde, levei o Fede na casa dos meus sogros. Quando voltei, ela tava só de lingerie, um conjunto preto com meia-calça na altura do meio da coxa, também preta. O professor me mandou mensagem quando chegou lá embaixo. Quando entrou, mandou eu sentar no sofá, ela sentou no da frente. Ele pegou umas cordas de nylon e começou a amarrar as mãos dela. Ela me olhou e disse:
— Como cê tá se sentindo? amor…?
-Ótimo…
-Eu também… –disse ela, olhando pra ele que terminava de amarrar as mãos dela juntas na frente. Ela se levantou e apoiou as duas mãos dela sobre o volume dele, começou a esfregar enquanto me olhava. Deu um beijo nele por cima da calça, ele se abaixou pra beijar ela, eu me senti estranho, me aproximei, bem excitado e falei.
-Tá pronta pra chupar a pica dele, hein…?
-Sim, cê tá pronto pra olhar…? –ele veio por trás dela, eu me afastei e sentei de novo, ele tinha trazido um vibrador, levantou as mãos dela, prendendo elas acima da cabeça dela passando o braço e segurando ela pelo pescoço, enquanto brincava com o vibrador na buceta dela, ela abria bem as pernas,
-Cê gosta, hein… –deu uns tapas nos peitos dela, ela gemia pra caralho, enfiou a mão dentro do sutiã dela, mandou ela botar a língua pra fora e parando o vibrador deu pra ela chupar, tinha bastante saliva na boca dela, ligou ele e enfiou dentro da calcinha dela, ela gemia pra um caralho.
-Cê gosta… –ela respondeu que sim gemendo– tem que me falar que cê gosta… –deixou o vibrador preso na calcinha dela, baixou os braços dela, tirou o sutiã, puxou a cabeça dela pra trás e beijou ela, fez ela passar as mãos por cima da cabeça dela, ela ficou presa nele, que agora brincava com o aparelho mexendo ele, ela olhava pra baixo, sem parar de gemer nem um segundo,
-Cê tá perto de gozar… –deu mais dois tapinhas suaves nos peitos dela. –sim… me dá… –ela fechou as pernas, abriu de novo, parecia que queria se afastar do aparelho, mexia a pélvis freneticamente, ele tirou o vibrador, ela pediu pra ele deixar ela chupar ele. Ela me olhou
-Quer ver como eu chupo a pica do papai…?
-Claro…
Ela se posicionou de novo na frente dele, puxou ele pela braguilha da calça,
-Quer ver minha boca em volta da sua pica, hein…? –ele respondeu com um som gutural e ela começou a chupar, segurava as bolas dele com uma mão, a outra amarrada como tava, bem perto segurava a vara dele, chupava olhando nos olhos dele, ele tirou a camisa ela vestida, ficou pelada, ela me olhou.
—Você gosta de me ver chupando essa pica, amor…?
—Você tá linda, amor… muito linda… — ela chupava encantada, tirava, cuspia, tava toda excitada, olhava ele o tempo todo nos olhos. Ele agarrou ela pelo cabelo, ela se apoiou com as duas mãos amarradas no sofá, começou a meter na boca dela,
—Deixa essa boquinha bem aberta pra mim… isso… — um monte de baba escorria da boca dela, ele soltou o cabelo e ela continuou chupando no mesmo ritmo, —você gosta dessa pica…? — ele disse enquanto batia com ela nas bochechas dela, ela respondia que sim, um monte de baba caía da boca dela, chupou de novo, as bolas, voltando pro pau dele. Pediu pra ele meter na boca dela e ele não fez questão. Fica de pé, ele disse, manda ela tirar a calcinha.
—Tira minha calcinha, amor…
Eu tirei a calcinha dela, ele ficou pelado e se acomodou no sofá, se abaixou pra chupar ela e ele levou a mão na buceta dela, fez ela montar, ela passou as duas mãos por trás da cabeça dele, se movia forte em cima dele, reclamando e gemendo, eu levantei e passei pro outro lado deles.
—É isso que você queria… é isso que você gosta…? — ele disse me olhando, ela tava super excitada,
—Parece que você gosta…
—Adoro… é tão grossa… tão dura… meu Deus, sinto tão fundo… — ela pedia toda hora pra ele não parar, ele agarrou a cabeça dela prendendo contra o peito dele, me olhou enquanto eu sentava de novo, levantei, agarrei o cabelo dela liberando o rosto, ela não me olhava,
—Mete assim… tudo assim… — ela começou a gozar, ele chupava os peitos dela, fez ela ficar de pé, desamarrou as mãos dela e mandou ela chupar ele, ela se ajoelhou do lado dele chupando, ele mandou ela montar e me apontou onde tinha uma espécie de mordaça pra colocar na boca dela, coloquei, ele mandou tirar, a pica tinha saído. Agarrei ela pelo pescoço, falei pra ela montar, não era aquilo que ela queria, que ela visse outra pica montar.
—Claro que é o que eu quero… que você me veja gozar…
—Era isso que você queria, hein…
—Claro que sim… montar essa pica… pau e que você me veja gozar…
Ela se movia serpenteando sobre ele, estava chegando de novo, ele puxou ela pra perto e chupou o pescoço dela apertando ela contra ele, saiu e deu pra ela chupar, colocou ela de quatro e amarrou cada mão dela num lado do sofá, ela ficou com o peito apoiado no sofá, aquele rabão super oferecido,
– É isso que você quer, né…? – eu falei
– Vão me comer na sua posição favorita… com as mãos amarradas… – ela mexia a bunda no ar, ele colocou os dois pés dos lados dela.
– Pede…
– Coloca de novo, por favor… – ele meteu bem forte, saiu dela, sentou na frente e deu pra ela chupar de novo. E aí voltou a meter, falava de tudo, e ela dizia que sim, que era a putinha dele, ele ajeitou ela agora pra comer de frente, fez eu segurar as mãos dela juntas por cima da cabeça, de vez em quando dava tapas nos peitos dela, tava perto de gozar de novo, continuou metendo bem forte e mais uma vez, quando chegou lá, tirou e gozou tudo na barriga dela, nos peitos, até no rosto. Depois deu pra ela chupar, levantei a cabeça dela, ele tinha sentado no sofá onde eu tava,
– Gostou de ficar amarrada… gosta do jeito que ele te fode… vai querer que ele te coma de novo, né…?
– Sim, toda hora quero que ele me coma… ele é tão bom comigo…

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