Corno manso

Meu nome é Mário, tenho 32 anos, fisicamente posso dizer que sou normal, nem alto nem baixo, nem gordo nem magro. Há 5 anos estou junto com a Ângela, 25 anos, e nos casamos recentemente. Ela é baixinha, uns 1,60, e o nome Ângela cai perfeitamente com essa carinha angelical: olhos verdes, loira, lábios grossos, nariz pequeno e empinado. Ela é tão perfeita que não sei como acabou comigo. Se a carinha dela representa o céu, quando descemos pelo corpo, também chegamos ao inferno. Ela não tem muito peito, tem, mas sem exagero, diria que é um sutiã C. Tem uma das cinturas mais finas que já vi, mas o que mais impressiona no corpo dela é o contraste entre essa cinturinha minúscula e a rabuda gigante que ela tem. A bunda dela é tão grande que não existe roupa que não a destaque.

Essa história começa um pouco antes de nos casarmos. Ela, recém-formada em Administração de Empresas, começou a trabalhar no escritório de uma empresa que era de um amigo do pai dela. Eu também trabalho como office boy e ganho bem, o que nos permitia viver juntos de forma relativamente boa e tranquila. Foi enquanto trabalhava nessa empresa que comecei a notar mudanças estranhas nela. Ela sempre foi consciente do corpanzil que tinha, mas nunca foi de se vestir de forma sexy ou de buscar olhares alheios. Quando começou a trabalhar lá, isso começou a mudar, como o primeiro sintoma de algo muito maior. Ela passou de usar sempre calça (que também não ficava mal, ela é muito rabuda) para usar saias acima do joelho bem apertadas, blusas que mostravam mais decote, mais maquiagem e, o mais estranho ainda, era o tesão que ela chegava do trabalho (ela costumava chegar depois de mim). Nunca comentei nada até uma noite em que ela chegou diferente:

Eu estava sentado no sofá quando ela chegou. Vestia uma saia preta que marcava muito a bunda e uma blusa branca. Ela se aproximou para me cumprimentar com um beijo de língua, e eu senti tanto o tesão dela quanto o leve hálito de... álcool que eu tava carregando.
M: cê tava bebendo?
A: sim, hoje a gente comemorou uma venda muito boa no escritório, o chefe chegou com várias garrafas e eu não podia recusar.
M: mmmm e por isso cê chegou tão gostosa?
A: quem disse que eu tô gostosa? — passei a língua pelos lábios devagar depois de falar isso.
M: é assim que o álcool te deixa, eu percebi.
A: ah é? nem sabia — ela se virou pra tirar a camisa sem me olhar, eu pude ver de perto a bunda gigante que apertava aquela saia.
M: caralho, que rabão que cê tem, essa saia aperta muito tua buceta, linda.

Ela virou a cabeça me olhando com cara de putinha e, enquanto empinava mais a bunda, disse:

A: fica muito grande minha bunda nessa saia?
M: sim, linda, fica gigante, tomara que não fiquem olhando muito no escritório.
A: não, amor, não olham tanto assim.
M: tanto?
A: olham um pouquinho, amor, sou a única mulher do escritório, é normal.

Essa confissão, longe de me irritar, me deixou duro pra caralho.

M: olham um pouquinho?
A: sim, amor, só um pouquinho — a voz de putinha que ela usava me deixava muito gostoso.
M: com essas saias que cê começou a usar, normal, né, antes cê usava só calça.
A: sim, amor, meu chefe pediu pra eu começar a usar saias porque é mais profissional — e uma merda, pensei, claramente era pra ter a Ângela de saia.

Enquanto a gente conversava, ela tirou a saia e revelou uma tanguinha branca minúscula.

M: porra, que rabão, e desde quando cê usa tanguinhas tão pequenas, foi teu chefe que pediu também? — ela chegou perto de mim e passou a língua nos meus lábios de novo.
A: como eu tinha que comprar saias novas, aproveitei a chance, cê gostou? — ela se ajoelhou na minha frente e baixou minha calça até liberar meu pau duro já fazia um tempo.
A: acho que seu amiguinho gostou, haha.
M: sim, gostei, cê tem a bunda perfeita, tudo fica bem em você. Cê não respondeu se foi teu chefe que pediu também. — ela já tava me masturbando, era muito boa com as mãos pequenas, também não é que vai custar muito pra ele, meu pau é meio pequeno pra ser sincero.
A: cê quer saber mesmo? - depois de falar isso, ela passou a língua na minha glande, me dando um mini espasmo.
M: mmmmm sim, quero saber. - já tava no limite, a situação safada me deixava louco.
A: e se eu te dissesse que sim? - quando ela falou isso, quase gozei, teria ido se ela não tivesse parado a punheta pra olhar nos meus olhos e esperar minha resposta.
M: não acreditaria em você, você não é tão puta assim.
A: você que disse, amor, não sou TÃO puta, também não daria bola pra um pau velho só porque ele pediu.
- ela continuava me olhando nos olhos, acho que queria testar minha reação pra tudo que falava, e não parou de fazer isso enquanto me chupava devagar depois de dizer aquilo.
M: e como você sabe que é pau?

Sem parar de me encarar, ela enfiou ele inteiro na boca, passou a língua nos meus lábios de novo e se virou pra me mostrar aquela raba enorme.

A: cê quer saber mesmo? - ela foi abaixando a tanga devagar enquanto falava e, sem esperar minha resposta, subiu em cima de mim e enfiou ele devagar e até o fundo, eu só conseguia gemer de prazer - me diz, cê quer saber mesmo como eu sei que é um pauzão? - a filha da puta queria me matar, enfiou ele até o fundo e ficou parada esperando eu responder.

M: mmmmm sim, por favor, mas não para. - ela voltou a montar devagar e fundo.

A: na comemoração, bebi demais e quando colocaram funk, não aguentei a vontade de dançar, você sabe que eu adoro, e lá estava eu rebolando sozinha com a saia que você viu, no meio da sala com 6 homens me olhando, percebi que ninguém mais falava, toda atenção era pra mim, isso me deixou com tesão - ela começou a se mexer mais rápido enquanto falava - cê imagina? - ela passa a língua nos meus lábios - o único que teve coragem de chegar perto foi meu chefe, e aí a gente dançou.

M: então você rebolou pro seu chefe?

A: sim, amor, mas só um pouquinho, a gente dançou um pouco de frente, mas você sabe bem como se dança o rebolado.

M: Ele Você deu o cu pro seu chefe? - Eu tava quase indo embora

A: Na real, eu me virei dançando e ele chegou perto, foi aí que percebi que era pica grossa, senti grande e gorda, ficamos assim um tempo e depois me afastei, mais tarde ele veio me deixar e aqui estou,

M: Por isso que você chegou tão tesuda? - Ela já tava montando em mim que nem louca.

A: Um pouquinho, amor, os olhares e a dança me deixaram assim, te incomoda? Ah aaah aaaah te incomoda que eu tenha dançado? - Pelos gemidos dela, dava pra ver que ela também tava no limite

M: Nãooo, linda, nãoo, não me incomoda, vou gozar, vou gozar, vou gozar - comecei a meter dentro dela como nunca tinha feito.

Ela continuava se mexendo que nem louca e, enquanto gozava, soltou:

A: Aaaaaah aaaaaaaaaaaah cuck, vou gozar também, cornuuuuudo aaaah - ela nunca tinha me chamado de algo assim, depois disso ficou caída em cima de mim, só pra dizer que se desculpava pela última parte, que foi por causa do tesão e da bebida.

Depois, na cama, conversamos mais um pouco, perguntei se ela realmente tinha me feito de cuck, ela disse que não, que nunca faria isso, mas que dava pra ver que a situação me deixou excitado e escapou.

A: Como você acha que eu te trairia, meu cuckhold? - Ela disse isso me olhando com um sorriso malicioso
M: Meu cuckhold?
A: Meu cuckhold vou te chamar de agora em diante, já que você gosta tanto que olhem pra minha bunda.
M: Não falei que gostava, só falei que não me incomodava.
A: Então espero que não te incomode o que vou vestir amanhã pra ir pro escritório, boa noite, cuckhold.
M: O que você vai vestir amanhã?
A: Você vai saber amanhã, boa noite.

Na manhã seguinte, tomamos café da manhã juntos, tudo normal, depois do banho dela, ela me chamou pro quarto e, de toalha, me explicou que tinha uma reunião importante com o chefe dela e um cliente em potencial, mais uma boa venda, queria minha opinião sobre a roupa que ia vestir. Foi pro banheiro e, depois de alguns minutos, saiu com uma calça de tecido fino branca, camisa rosa pálido e blazer preto.

A: E aí? Como é que tá? - Ela me perguntou sorrindo, aquela cara de anjo me deixava louco Loco, ela ainda tava de rabo de cavalo e óculos.
M: Linda, você tá linda, pelo que me disse ontem à noite, pensei que ia com algo mais provocante.
A: Você não viu por trás— na mesma hora, ela se virou e, puta que pariu, que rabão ela tinha, mas isso acontecia com qualquer roupa, o tesão era outra coisa.
M: Dá pra ver a fio-dental toda, não tinha uma preta pra usar com isso?
A: Tenho sim, mas como você disse que não se importava, resolvi vir assim— ela passou a língua nos lábios, faz isso quando quer me excitar e conseguiu, a putinha.
M: Que filha da puta, se vai com isso, fecha a venda na certa.
A: É? Acha que vão me olhar muito?— ela levantou mais a bunda pra mostrar bem e caralho, tava de dar uma surra de pica na hora, teria feito se não fosse já estar atrasado pro trabalho.
M: Sim, linda, seu chefe e quem te ver vai ficar de pau duro, vão querer te comer bem gostoso— sabia que falar isso ia deixar ela com tesão.
A: Mmmmm calma, corno manso, não vou comer meu chefe hoje (não sei se ela disse esse "hoje" de propósito ou não), mas algo me diz que você adoraria.
M: Você adoraria?— olhando nos meus olhos, ela passou a língua nos lábios de novo.
A: Cê acha que eu ia querer dar pra um pau que tem o dobro do comprimento e o triplo da grossura do seu? Claro que não, corno manso.

Sem me deixar responder, ela se despediu porque tava atrasada e eu também já tava indo tarde, fui pro trabalho com uma ereção que não passava de jeito nenhum. Quando voltei do trampo, mandei um zap umas 9 pra ver como tinha sido, ela me mandou uma foto, era ela de costas já sem o blazer enquanto servia o que parecia uma garrafa de uísque num copo, a bunda dela tava gigante, perguntei quem tinha tirado a foto embora já soubesse a resposta, ela respondeu que foi o chefe dela há pouco, que agora tavam comemorando porque a venda tinha ido maravilhosamente bem e que iam deixar ela em casa mais tarde.

M: Tá bom, amor, fico feliz, cuidado com o álcool, já viu ontem como você fica.
A: Tarde demais, querido, já vou no terceiro copo.
M: Bom, mas cuidado pra não se soltar demais. Te olharam muito hoje?
A: Não aguenta até eu chegar? corno.
A: Sim, me olharam muito hoje, talvez não devia ter usado aquele fio preto, senti demais o olhar de todo mundo na minha bunda pequena, principalmente do meu chefe.
A: Te incomoda?
M: Você sabe que não, e bom, você tava lá pra ser pega, imagino que seja normal te olharem um pouco.
A: Sim, amor, além disso você sabe que eu sou bunduda.
A: Meu chefe pediu pra gente dançar um pouco, me dá permissão pra dançar com ele de novo?
M: E se eu dissesse que não?

Ela não respondeu por uns 30 minutos, só mandou um áudio de 5 segundos onde dava pra ouvir um funk e a voz de um homem soltando um "porra" safado no fundo. Lá pelas 11 vi o carro do chefe dela chegar em casa, ele ficou parado lá fora sem ninguém descer por uns 10 minutos, e era impossível ver pelas janelas. Depois vi ela descer, passou a mão sutilmente nos lábios e entrou em casa. Sem dizer nada, chegou perto de mim e me deu um beijo de língua como se fosse um pornô, tinha um gosto estranho. Aí me veio a ideia de que ela tinha chupado ele no carro, mas não podia ser, né? Por um lado eram os jogos, por outro era ela realmente fazer aquilo. Por um lado queria mandar ela pra merda, por outro tava com uma ereção igual ou mais dura que a de ontem, então resolvi perguntar.

M: Sua boca tá com um gosto estranho, amor.
A: Deve ser o álcool e a comida, lindo – ela passou a língua nos meus lábios, pelo tom dava pra ver que tava ainda mais bêbada que ontem.
M: E por que demoraram tanto lá fora no carro?
A: O que você imagina que aconteceu? – enquanto me tocava por cima da calça com um dedo.
A: Hmm, alguém tá animado. Se quer saber o que rolou, vem pra cama – ela soltou o cabelo e foi pro quarto, meu Deus, como a bunda dela balançava, tava morrendo de vontade de foder ela por me excitar daquele jeito.

Dentro do quarto, ela mandou eu me despir e deitar na cama, aí ela se Ela se despiu e montou na minha cara:

A: se quer que eu te conte, come — sem me deixar responder, sentou na minha cara pra eu comer ela, tava escorrendo, sem exagero, em vez de me mandar comer, devia ter mandado eu babar, porque os fluidos dela inundavam minha língua.
A: tô molhadinha, né? Vim o caminho inteiro encharcada, sabe por quê, não? — tentei responder, mas ela me pegou pelo cabelo e empurrou minha cara na buceta dela e disse pra eu não falar nada e não parar.
A: dancei com meu chefe de novo hoje, como sei que você não se importa, não vi problema — depois pegou meu pau e começou uma punheta enquanto eu chupava ela.
A: aaaah aí, hmm, você come muito gostoso, eu também comi muito gostoso hoje, quer saber o que aconteceu no carro? — meu pau deu um pulo quando ela disse isso, e ela percebeu.
A: hmm, vejo que sua piquitinha quer sim, agora que tô com ela na mão, posso comparar bem os tamanhos, me enganei quando falei que era o triplo mais grosso que o seu, é um pouco maior, em você dá pra bater punheta com dois dedos, nele com duas mãos e nenhuma fechava direito, foi isso que aconteceu no carro, corno, aqui fora de casa, na sua cara, eu tava tão quente de sentir o pau grosso dele rebolando na minha bunda enquanto a gente dançava, no carro ele veio com uma ereção da porra e eu não parava de olhar, ele percebeu, me perguntou quando a gente chegou se eu queria ver antes de ir embora, obviamente eu não falei que sim, querido, não queria te fazer de corno, mas o filho da puta tirou o pau dele da calça antes que eu pudesse responder e, bom, uma coisa levou à outra.

Depois dessa confissão que me deixou com meu líquido pré-gozo na mão, ela desceu da minha cara pra terminar de me montar, ela só queria gozar, começou a se mexer que nem uma louca, entre gemidos e gritos.

A: AAAAAAH AAAAAAAAAAH AAAAAAAAAAAAAAH AAAAAAAAH, te incomoda, corno? AAAAH
RESPONDE, te incomoda?
M: nãooo, hmm, não, linda, porque você só olhou pra ele, né? — eu não aguentava mais, segurava o máximo que podia pra não gozar com o que ela tava falando e continuar ouvindo. mas já estava no meu limite.
A: sim, eu olhei bem pra ela, corno, mas por algo te falei que não cabia nas minhas 2 mãos – passou a língua pelos lábios e se aproximou do meu ouvido pra sussurrar – e aquele gostinho estranho que você sentiu, era sim o que você estava pensando.
M: QUE FILHA DA PUTAAA – naquele momento eu gozei muito forte quase ao mesmo tempo que ela.
A: AAAAAAAH corno AAAH corno FILHO DA PUTA MMMMMMMH – ela se mexendo como uma louca de novo gozou e desabou em cima de mim, nós dois caímos no sono na hora.

Na manhã seguinte a gente conversou um pouco, perguntei se aquilo tinha realmente acontecido e ela disse que não, que tinha falado só pra me excitar mas que nunca me trairia, que era meu corno mas não de verdade, deixamos por isso mesmo. Rotina de manhã normal, café, banho, se vestir, antes dela sair ela se despede de mim, tava usando a saia mais curta que eu já tinha visto nela, chegava só um pouquinho abaixo da bunda enorme, ela percebeu que eu fiquei besta com a saia dela, sorri e dá uma voltinha pra mim e com cara de safada fala: a gente se vê mais tarde, corno.

Provavelmente vai ter 3 partes, se alguém por acaso souber como justificar texto pros posts, por favor me avise no dm, valeu.

11 comentários - Corno manso

Hermosa historia, que lindo es cuando te cuentan lo ocurrido es muy excitante
Que historia mas caliente! Me da un poquito de envidia ese relato
WOW que delicia de relato espero con ansias las otras partes vendría bien algo de castidad para esa verguita
c10z
Ufff. Que lindo relato! Hermoso morbo!!!
Lo ame. Sigo esperando a mi novia que llegue del Gimnasio con leche acumulada para bañarla.
Creo que todos queremos la segunda parte ya !
Hola! por experiencia... ya se lo que pasa. Si se la toco, no solo eso, si no que tambien se la chupo en el auto. Siempre al principio dicen que es mentira porque temen a que uno se enoje. Pero siempre termina siendo verdad. Y de las cosas que te vas a enterar a partir de ahora!!!!
Excelente relato, van puntos! felicitaciones.