—Que tal esse aqui? —disse Alvo Potter, pegando um brinquedo da prateleira e mostrando pra Wanda—. Parece interessante, não acha? A namorada do Al, Wanda, tirou o brinquedo da mão dele e examinou, virando de um lado pro outro. "É, parece bom. Joga na sacola". Al pegou o brinquedo de volta e deixou cair na sacola, em cima de vários outros que já tinham escolhido e colocado lá pra comprar. Ele foi pro corredor seguinte e foi aí que pareceu notar o peso da sacola. "Quando é que essa porra ficou tão pesada?" reclamou. —Você sempre pode lançar um feitiço de encolhimento no carrinho —disse Wanda, sem soar preocupada. —E a grana que isso tudo vai custar? —perguntou ele—. Não sou de ouro, sabia? —Era uma reclamação sem nenhum fervor por trás. Nenhum dos dois era rico, mas também não eram exatamente pobres. —Eu diria que vale a pena fazer uns turnos extras —disse Wanda—. Me lembro bem que você tava super a favor dessa ideia de dar uma apimentada na nossa vida sexual. Ela não tava errada. A vida sexual deles não precisava necessariamente de nenhum tempero extra; já era bem foda. Mas os dois eram muito aventureiros na cama (ou fora dela, como era frequente quando transavam) e sempre topavam experimentar coisas novas. Já tinham testado todo tipo de posição interessante e exótica, explorado uma variedade de perversões, e já tinham transado em várias superfícies diferentes. Visitar a Patil's Pleasures, a melhor loja de brinquedos sexuais mágicos de toda a Europa, pra comprar alguns brinquedos pra incorporar nas atividades tinha parecido uma ideia genial pro Al. "Tô disposto a tentar qualquer coisa, como você bem sabe", disse ele. "Ainda assim, essa é uma loja de alto padrão e os preços são compatíveis com a qualidade. A Parvati Patil não vende coisa barata. Além disso, nunca usamos brinquedos durante o sexo. Não devíamos esperar pra testar alguns e descobrir o que a gente mais curte antes de ir pra Comprar um monte deles?" Os olhos da Wanda brilharam e Al percebeu que tinha acabado de colocar uma ideia na cabeça dela. Na real, ele não tinha tentado fazer isso. Parecia mesmo um desperdício de dinheiro comprar um monte de brinquedos sexuais bem caros sem saber se iam realmente agregar na brincadeira deles, e mesmo que Al não estivesse apertado de grana, o pai dele o criou pra ser responsável com essas coisas. Ele não tinha tentado fazer ela pensar, de verdade. Mas dito isso, ele não tava nem um pouco chateado que as coisas tinham virado pra esse lado. A Wanda tinha um lado bem brincalhão, bem criativo e bem safado. Quando ela colocou aquele sorriso maroto no rosto, ele soube que ela ia sugerir algo bem louco. Também sabia que, fosse o que fosse, ia inevitavelmente render um momento incrível, então quando ela se preparou pra falar, ele prendeu a respiração e esperou. — Você tem razão, Albus — ela disse, balançando a cabeça —. Não faz sentido a gente comprar uma porrada de brinquedos sem saber se vão servir pra gente. A gente tem que testar eles. Albus franziu a testa. — É, acho que não tem sistema de teste — ele disse —. Tô bem certo de que, depois que você compra algo, é seu. A menos que esteja com defeito, suponho, mas não é disso que você tá falando. — Não, não é — ela concordou. — Mas também não tô falando de levar pra casa, testar e depois devolver se não gostar. Tô falando de testar aqui e agora. — Você não tá falando sério — ele disse, olhando pra ela e esperando uma risada. Ela já tinha tido umas ideias doidas no passado, mas nem a Wanda podia sugerir a sério que eles tirassem os brinquedos sexuais no meio da loja. Mas ela não riu, só ficou olhando pra ele esperando. — Tá falando sério. — Claro que tô — ela disse —. Vamos, Albus. Me diz que a ideia de testar todos esses brinquedos aqui mesmo já não tá te deixando excitado. Ele não podia dizer isso porque ela não tava errada. A ideia parecia Interessante, mas tinha um problema. —Uh, cê sabe que isso é ilegal, né? —ele falou, sem entender por que precisava lembrar ela daquilo. Mas aparentemente ela precisava ouvir. Ele olhou em volta pra ver se alguém tinha escutado. Tinha visto a Parvati andando por ali antes da irmã gêmea dela, a Padma, chegar e as duas irem pra uma sala dos fundos pra algum tipo de reunião. Mas isso tinha sido logo depois que ele e a Wanda chegaram, então elas podiam muito bem já ter terminado o que quer que fosse a qualquer momento. A última coisa que o Alvo queria era que um dos velhos amigos de escola do pai dele o expulsasse da loja e o chamasse de tarado. —Alvo, eu sou a Feiticeira Escarlate —disse a Wanda, revirando os olhos—. Cê já viu o que eu posso fazer. Cê realmente acha que vai ser problema pra mim manipular a realidade dentro das paredes dessa loja pra ninguém ligar pro que a gente fizer? Ela tinha razão. Alvo não era nenhum expert em magia, mas ele teria dificuldade pra fazer isso, pelo menos numa loja assim, onde todo mundo ali dentro era bruxo ou bruxa, em vez de trouxas. Mas a Wanda já era outra história. Ela conseguia fazer uma parada dessas sem nenhum esforço. Os poderes dela podiam ser bem assustadores se ela usasse pro mal. Era bom que ela geralmente usava pra putaria. Wanda devia ter visto o entendimento no rosto dele, e o nervosismo e a incredulidade dando lugar à excitação, porque ela sorriu pra ele antes que ele dissesse qualquer coisa. —Fico feliz em ver que cê tá do meu lado —ela disse—. Sabia que cê ia topar. Cê tá tarado demais pra não topar. Quase tão tarado quanto eu. Quase. Wanda agitou as mãos na frente dela e uma luz vermelha escura de energia se espalhou por toda a loja. Alvo não precisou perguntar pra entender o que ela tava fazendo. Era diferente da magia dele ou da magia de qualquer um que tivesse estudado em Hogwarts. Antes que ele ela entraria na vida dele, o pai dele era a única pessoa que Albus tinha visto com algum grau de poder mágico potente sem varinha, mas isso era completamente diferente. Até o pai dele seguia as leis convencionais da magia que Albus conhecia, mas a Wanda não. Os poderes dela operavam fora da magia como Hogwarts ensinava, e honestamente ele tinha parado de tentar entender como ela fazia o que fazia. O que importava era que ela acabara de mudar a realidade em que estavam, então se ela dizia que podiam fazer o que quisessem e ninguém naquela loja ia piscar, ele não duvidava dela. Ele não a impediu quando ela enfiou a mão na bolsa de brinquedos sexuais e tirou vários deles, e ele observou com entusiasmo crescente enquanto ela olhava um por um e decidia qual queria experimentar primeiro. — Bom, tô curiosa com isso — disse ela, abrindo um pacote e tirando um par de prendedores de bico. Mas não eram uns prendedores de bico qualquer. Aquela era uma sex shop mágica, e todos os brinquedos que estavam ali tinham magia por trás. Wanda passou a mão casualmente sobre o corpo enquanto olhava os prendedores, e com aquele movimento a roupa dela sumiu e ela ficou completamente pelada no meio da loja. Apesar de saber que ela tinha usado os poderes dela pra mudar as coisas ao redor, Al não conseguiu evitar olhar em volta nervosamente pra ver se alguém ia reagir àquela gostosa pelada no meio da loja. Ninguém parou pra olhar pra ela nem nada do tipo. Não diria que não houve reação nenhuma, mas todo mundo parecia achar que aquele comportamento era perfeitamente normal. Tinha homens (e algumas mulheres) que olhavam com apreço pro corpo da Wanda enquanto passavam por ela, mas não ficavam de boca aberta como ele esperava que ficassem se ela simplesmente se pelasse na frente deles. Era o mesmo tipo de apreciação casual que ela receberia se estivesse vestida de forma bem conservadora, mas qualquer um que a visse podia ver sua bunda firme por trás ou sua buceta molinha pela frente.
Wanda nem olhou para os clientes ou funcionários que passavam por ela. Estava concentrada nos brinquedos, que deslizou sobre os mamilos. Wanda suspirou feliz com a pressão, mas isso era só o começo. Essas não eram pinças de mamilo comuns como as que os trouxas usavam; eram pinças mágicas. E Parvati Patil tinha fama de vender só produtos de alta qualidade, então, claro, Wanda estava louca pra testá-las.Tinha um pequeno dispositivo pra ligá-las, e ela o entregou a Albus para que ele pegasse. "Quer fazer as honras?", ofereceu. — Com muito prazer. — Al pegou o dispositivo e colocou o polegar na fenda, deixando um pouco da sua magia fluir. As pinças ativaram e Wanda gemeu. "Ah, que delícia!", disse. "As vibrações são realmente gostosas!" Albus não se surpreendeu que Wanda estivesse adorando aquelas pinças se funcionassem como planejado. Os mamilos dela sempre foram sensíveis; ela adorava quando ele os lambia ou chupava enquanto fodiam.
As pinças já tinham sido agradáveis antes mesmo de ele ligá-las e as vibrações começarem, então, claro, ela daria boas-vindas à magia que fluía pelos brinquedos e estimulava seus mamilos. "Sim, são demais, né?", disse um funcionário que passava, dando um sorriso amigável. "Comprei um par pra mim. Adoro sentir aquela magia massageando meus mamilos enquanto meu namorado me fode ou me faz um oral!". Isso soava exatamente como o que um funcionário de loja faria ao recomendar um produto a um cliente, só que, com certeza, nunca seria tão explícito assim.
E, claro, o funcionário nunca permitiria que uma cliente se despisse e os testasse no meio da loja daquele jeito. Mas dentro da realidade temporária que Wanda tinha criado dentro daquela loja, a linda funcionária loira não viu nada de errado em um pequeno teste prático. "É uma boa ideia", disse Wanda, olhando para Al. "Mas primeiro, que tal adicionar outro brinquedo na mistura? Aposto que vários deles combinariam muito bem com essas pinças." Ele tirou da bolsa, um por um, a grande variedade de brinquedos que tinham escolhido e os colocou no balcão, sentindo-se meio deslocado enquanto tentava combiná-los. Isso estava longe da sua área de especialização. — Deixa eu te ajudar — disse a funcionária loira, dando um passo na direção dele e se abaixando para olhar a longa fileira de brinquedos que ele tinha arrumado. Os peitos dela se apertaram contra o braço dele enquanto fazia isso, e Al teve que se segurar para não gemer de tesão. Ela pareceu não notar o apuro dele enquanto os olhos dela examinavam a fileira, e depois de alguns momentos de análise séria, pegou um que parecia uma espécie de escova de cabelo. — Esse. Combina bem com quase tudo, honestamente. Al tirou a escova da mão dela e examinou mais de perto. "As instruções dizem que é um massageador corporal geral que se adapta a qualquer parte do corpo onde você colocar, então acho que temos algumas opções", disse ele. "O que você acha, Wanda? Onde você quer?" "Na parte interna das minhas coxas, pra começar", disse Wanda. A voz dela tremia e o corpo parecia vibrar de tesão por causa do prazer magicamente infundido que chegava através das pinças e nos mamilos dela. Al percebia que ela já estava muito excitada, então a perspectiva de adicionar mais coisa ia resultar em alguns gemidos e gritos bem altos num futuro próximo. — O que você quiser, minha bruxa — disse Al. Ele sabia o quanto ela adorava que brincassem com as coxas dela. Era um conhecimento que ele usava regularmente para deixá-la com tesão durante as preliminares. Poucas coisas a faziam desejar ser fodida mais rápido ou com mais força do que ele acariciar a parte interna das coxas dela com os dedos enquanto beijava o pescoço dela, ou beijar aquela área enquanto a chupava. Agora era hora de ver se essa escova massageadora conseguia fazer um trabalho igualmente eficaz. Ele girou a escova, colocou na pele interna da coxa dela e manteve ali parado por cinco segundos, exatamente como as instruções mandavam. O cabo deu um zunido baixinho pra indicar que tinha ligado, e Al tirou a mão. A escova começou a se mover sozinha, deslizando devagar pela pele macia da parte interna da coxa da Wanda em movimentos circulares. As cerdas da escova supostamente conseguiam identificar em que parte do corpo estavam e saber a pressão certa que deviam usar enquanto se moviam por ela. Al não entendia muito bem como aquilo funcionava, especialmente porque cada mulher provavelmente teria preferências diferentes numa mesma parte do corpo, mas aquilo não era da área dele. Quem desenvolveu e vendeu esses produtos foi a Parvati Patil, e a reputação dela falava por si. Se dava pra acreditar no tio Ron do Al, ela testou cada um dos produtos pessoalmente com a melhor amiga e colega de quarto de longa data, Lavender Brown, e nada chegava às prateleiras sem a aprovação das duas. Wanda gemeu alto e fechou os olhos enquanto ficava ali parada, sentindo o toque massageador das escovas, que se somava ao prazer que fluía através das pinças até os mamilos dela. Isso pareceu responder à pergunta se funcionariam ou não pra ela. Al ainda não entendia bem como tudo aquilo funcionava, mas a Parvati Patil sabia o que estava fazendo. "Acho que meu trabalho aqui terminou", disse a funcionária loira, sorrindo. "Me avisa se precisar de mais alguma coisa". Ela se afastou pra ajudar outra cliente, que não achou nada demais a Wanda testar os produtos na loja. Pelo contrário, a cliente perguntou rapidinho pra funcionária se elas tinham mais escovas daquelas em estoque e, se sim, se eram igualmente eficazes pra massagear os peitos de quem usasse. Mas Albus não prestou muita atenção nelas. Tava focado na Wanda, cujos gemidos estavam ficando cada vez mais altos. Os gemidos diziam tudo sobre como as coisas estavam boas. os brinquedos funcionando nela e o quanto ela estava excitada, e a excitação dela, por sua vez, estava excitando ele. A hesitação sobre brincar em público e o medo de ser repreendido por isso já tinham desaparecido há muito tempo, e olhar pra ela e ouvi-la fez o pau de Al se esforçar pra sair e brincar. Wanda estava com os olhos fechados, mas quando os abriu de novo e olhou na direção dele, rapidamente agitou uma das mãos pra ele, fazendo as roupas desaparecerem do corpo dele assim como tinha feito com as dela antes de começar com os brinquedos. Ela devia ter notado que a excitação dele estava aumentando. Ou isso, ou ela só queria deixar ele pelado. —Oh, Albus Potter —disse uma voz—. É um prazer ter você aqui. Parvati Patil caminhou até ele, linda como sempre com seu elegante vestido vermelho que mostrava a quantidade certa do corpo esbelto dela sem perder o bom gosto. Al nunca se considerou alguém que sentia atração por mulheres mais velhas, mas conseguia apreciar a beleza. Parvati podia ter a mesma idade que o pai dele, mas isso não a tornava menos gostosa. Ela era linda e claramente cuidava muito bem do corpo e da pele. Enquanto estava ali de pé e mantinha contato visual com a linda dona da loja, Al só conseguia pensar no quão idiota o pai dele devia ter sido aos quatorze anos pra desejar ter saído com outra mulher quando tinha uma garota tão gostosa como Parvati no braço. —Parece que o prazer não é só meu —disse Parvati, sorrindo enquanto os olhos dela paravam de olhar pra ele e iam pro pau ereto dele—. Essa coisa precisa de atenção. —Ela viu a coleção de brinquedos que ainda estavam no balcão onde ele tinha deixado—. Ah, e parece que você já selecionou as opções pra escolher. Ela caminhou até o balcão e olhou a seleção por não mais que alguns segundos antes de pegar um e abrir a embalagem. Obviamente, ela não teria tirado nenhum dos produtos dela do plástico assim em Em circunstâncias normais, mas graças aos poderes da Wanda, até o dono dessa loja não viu problema nenhum em tirar a mercadoria e experimentar no meio da loja desse jeito. Ela jogou o produto aberto pra ele. "Esse. Com certeza esse".
Albus a pegou com os reflexos rápidos de jogador de quadribol que tinha herdado dos pais e viu a seleção que ela tinha feito pra ele. Era desenhado pra parecer um par de lábios e uma língua sexy, e prometia estimular os testíbooties tão bem quanto qualquer boca humana. Albus duvidou disso, sabendo o quanto Wanda era boa beijando, lambendo e chupando os testíbooties dele até ele ficar maluco, mas depois de ver o quanto ela curtia o par de brinquedos dela, ele com certeza topou tentar. Ele prendeu o brinquedo nos testíbooties dele com cuidado. "Ativa por voz e é controlado por quem tá conectado, então é só falar liga ou desliga que ele responde", aconselhou Parvati. — Vai fundo — disse Albus, sem ver motivo pra enrolar. Gemeu de prazer poucos segundos depois de falar a palavra mágica. O aparelho começou a estimular os testíbooties dele e logo ele descobriu as vantagens que tinha sobre uma boca humana. A boca da Wanda sempre parecia mágica quando tava trabalhando nos testíbooties dele, mas isso era magia de verdade. O brinquedo conseguia alcançar mais áreas e fazer mais truques ao mesmo tempo do que a Wanda, não importava o quanto ela abrisse a boca. Al não tinha certeza se diria que era melhor do que o que a Wanda fazia com ele; o prazer que sentia dela quando ela gemia e cantarolava em volta das bolas dele era algo especial pra ele. Mas o que faltava pro brinquedo em paixão e emoção, ele compensava em precisão e técnica, sem falar na repetição. Até a Wanda precisava parar e recuperar o fôlego de vez em quando, mas o brinquedo podia continuar funcionando e mandar todo o prazer que ele aguentasse sem parar. Albus gemeu, grato à Wanda por sugerir isso e tornar possível eles se safarem. Sentir o prazer nas bolas dele era foda, e ter uma mulher mais velha e gostosa como a Parvati Patil parada ali olhando pra ele deixava tudo ainda mais excitante. — Ah, o adorador de bolas — disse outra voz. Al levantou a viu e viu Padma, a gêmea da Parvati, parada ali—. O Terry gostava daquela. Antes de terminar com ele, quero dizer. "Então provavelmente depende ainda mais disso agora que não tem mais você pra cuidar dele", disse Parvati de leve. —Que engraçadinha, irmã —disse Padma com cara séria. Olhou pro Al, que tava ali parado, curtindo o brinquedo nas bolas dele, e depois olhou pra Wanda, cujos gemidos já tavam cada vez mais altos. O Al não ia se surpreender se ela já tivesse gozado pela primeira vez no dia e tivesse indo pra segunda, mas não dava pra ter certeza. Era difícil focar em qualquer coisa além do prazer sem fim que percorria as bolas dele. —Vocês vão ficar aí parados usando os brinquedos separados o dia inteiro, ou vão transar também? —perguntou Padma—. Os brinquedos são bons o bastante pra fazer o serviço sozinhos. Eu devia saber, já que tô solteira há uns meses. Mas se você tem uma parceira pra brincar, não tem nada melhor que combinar os brinquedos com a vara. "Cê não tá errada", disse Parvati. "A variedade de brinquedos que a gente tem pra fazer o trabalho de um pau também funciona bem. Mas não faz sentido não usar o brinquedo de verdade também quando ele tá ali, né?" Os dois amantes concordaram completamente, e quando os olhos da Wanda encontraram os dele, o Al soube que tavam pensando a mesma coisa. Eles se aproximaram um do outro ao mesmo tempo, e normalmente isso faria os vários brinquedos sexuais presos nos corpos caírem, mas esses não eram brinquedos sem vida como os que os trouxas usavam. Esses eram brinquedos sexuais mágicos, e se moviam junto com eles. Isso significava que o Al ainda sentia aquele formigamento gostoso nas bolas enquanto envolvia os braços na Wanda e beijava ela com força, e ela ainda podia curtir as pinças fazendo o trabalho nos mamilos quando enfiava a língua na boca dele. Eles iam foder. não havia dúvida alguma sobre isso. Só precisavam decidir que posição iam usar. Wanda afastou os lábios dos dele e virou a cabeça na direção do balcão. Ele assentiu, sem ter certeza se queria jogá-la em cima pra foder ou se ela ia subir sozinha, mas tava preparado pra seguir o ritmo dela de qualquer jeito. Ela se soltou dos braços dele antes que ele pudesse perguntar ou agir, e foi até o balcão, apoiou as mãos nele e se inclinou pela cintura, empinando a bunda na direção dele. Isso deixou claro o que ela queria, e Al se apressou em dar pra ela. Ele se posicionou atrás dela e apontou o pau pra buceta dela, deslizando direto pra dentro. Já tava incrivelmente excitado e pronto pra pular direto pra foder ela com força por causa do brinquedo que até agora continuava provocando as bolas dele, então tinha certeza de que ela tava ainda menos interessada em preliminares ou em começar devagar do que ele. Ela realmente não gostava de fazer amor suave no geral, então depois de ter sido provocada tanto quanto foi, ele não precisava ouvir o pedido dela pra ser fodida. Sabia o que ela queria sem nenhuma comunicação, e felizmente era exatamente a mesma coisa que ele queria. Ele colocou as mãos nos quadris dela e começou a meter o pau fundo dentro dela de imediato, ouvindo ela grunhir enquanto fazia isso. Essa era uma experiência nova pro Al. Ele já tinha fodido a Wanda com esse nível de intensidade muitas vezes, e ela tinha adorado as bolas dele com a boca quase com a mesma frequência. Mas nunca tinha sentido as duas sensações ao mesmo tempo; não até agora. Enfiar o pau até as bolas na buceta dela e sentir aquela palmada forte dos quadris batendo na bunda dela era tão prazeroso quanto sempre, mas receber tanto prazer nas bolas simultaneamente era algo a mais. O brinquedo que ele usava preso nos testículos não atrapalhava nem saía do lugar enquanto ele fodava ela. Por mais que ele se quando ele se mexia, o brinquedo se movia junto, dando a mesma estimulação de antes. Era incrível e o motivava a buscar outro nível e foder Wanda ainda mais forte. Os gemidos dela viraram gritos altos enquanto ele avançava, e ela lembrou vagamente que também tinha um par de brinquedos presos ao corpo. As pinças pareciam ainda estar nos mamilos dela, e o massageador tinha se movido da parte interna das coxas até o clitóris. O brinquedo parecia ter mente própria, se ajustando ao que ela sentia pra mudar de alvo e aumentar a intensidade assim que ela começava a ser comida. Essas coisas eram realmente impressionantes. — Toma, dá isso também — disse Parvati, empurrando algo contra o peito dele. — Sim, é uma ótima escolha — apressou-se Padma —. Pelo menos se você curte um sexo anal. Já que ela escolheu, aposto que vai adorar receber isso ao mesmo tempo que leva seu pau. É o mais perto que ela vai chegar de uma dupla penetração sem precisar de outro cara. "Dentro!" grunhiu Wanda, deixando claro o que queria. "Mete!" Albus sabia que não devia negar nada à namorada quando ela tava no tesão. Tirou a mão direita do quadril dela pra pegar o brinquedo de Parvati e, como o brinquedo tinha feitiços de lubrificação e limpeza embutidos, conseguiu deslizar direto no cu dela. Wanda gritou e bateu com os punhos no balcão, fazendo Parvati rir. "Mais uma cliente satisfeita", disse o dono da loja. "Aposto que vai comprar os três brinquedos antes de ir embora." Ele tinha certeza de que Parvati tava certa e que também ia adicionar aquele brinquedo na lista de compras. Os dois já tinham uma vida sexual bem ativa e satisfatória, mas Al lutava pra lembrar da última vez que sentiu um calor daquele no corpo. Não sabia se já tinha sentido tamanha fervura por dentro. Era como se a própria magia o chamasse pra empurrar o mais forte que pudesse e manter mais daquele prazer duplo. Ele podia sentir o orgasmo crescendo dentro dele e dava pra ver que ia ser tão grande quanto qualquer um que ele já tinha sentido antes, se não até maior.
Wanda parecia sentir o mesmo por parte dela, porque tava gritando, batendo as mãos no balcão e empurrando a bunda pra trás pra receber as estocadas dele com um desespero frenético que ele nunca tinha visto nela. Pra começar, ela já era uma amante carente e cheia de energia, mas tava fazendo um show incrivelmente safado ali mesmo, no meio da loja, com os Patils ali olhando e clientes e funcionários passando. Al não podia falar por Wanda, mas por ele, a plateia só tava deixando essa experiência mais memorável. Ele grunhiu sem forças enquanto as estocadas e o prazer do brinquedo finalmente o levaram ao orgasmo. Foi um orgasmo tão forte quanto ele esperava, e a intensidade fez as pernas dele ficarem bambas. O esperma dele jorrou pra encher a buceta da Wanda, e enquanto ele esvaziava as bolas dentro dela, os grunhidos dele se misturaram com um grito ensurdecedor da Wanda. Devia ter sido o suficiente pra todo mundo na loja tampar os ouvidos ou olhar feio, mas eles simplesmente passaram sem comentar ou parecer afetados. Mas Al com certeza se sentiu afetado, especialmente porque ele também sentia a buceta dela apertando o pau dele enquanto ela gritava até gozar. Ele tinha aprendido que quanto mais alto ela gritava, mais forte era o prazer que sentia. Se era esse o caso, esse orgasmo foi enorme. Ele nunca tinha ouvido ela gritar tão alto nem por tanto tempo como agora, graças às estocadas do pau dele, aos pegadores mágicos nos mamilos dela, ao massageador nas coxas e agora ao brinquedo se mexendo sozinho dentro do cu dela. Ele manteve o pau dentro dela até os gritos pararem e ela começar a ofegar, e nessa hora o orgasmo dele já tinha acabado. Ele tirou o brinquedo, sentindo que a diversão tinha chegado ao fim, e Wanda parecia ter chegado na mesma conclusão, se virando. endireitar e tirar os brinquedos do (e tirá-los do) corpo dela também. —Vamos levar tudo —disse, virando-se para Parvati—. Tudo. Al não discutiu. Não ia ser barato, mas se o prazer que acabara de sentir era um indício, seria dinheiro bem gasto. Ele só concordou com a cabeça. —Obrigada pela compra —disse Parvati, sorrindo—. Como prova da minha gratidão, deixa eu te limpar. —Ela se ajoelhou na frente de Wanda, colocou as mãos nas coxas dela e começou a lamber a buceta dela. Al piscou, olhando confuso. "Você obrigou ela a fazer isso?", perguntou a Wanda. A namorada dele balançou a cabeça. —Não —disse ela—. Fiz isso pra todo mundo pensar que o que estávamos fazendo era normal, mas não fiz nada pra forçar ninguém a participar. Ela tá fazendo isso porque quer. —As mãos de Wanda pousaram na cabeça de Parvati e ela jogou a cabeça pra trás—. Ela também é boa nisso! —Isso parecia combinar bem com as histórias do tio Ron sobre Parvati e Lavender Brown. —Vem, deixa eu te limpar também —disse Padma, se ajoelhando e pegando a pica de Al na boca pra chupar até deixar limpa. Al ficou surpreso, mas não tava disposto a afastá-la. Ela parecia saber muito bem o que tava fazendo e, além disso, ele podia olhar pra esquerda e ver Wanda puxando o cabelo de Parvati e aproximando a cabeça dela, então não tinha motivo pra se sentir culpado. Essa foi definitivamente uma maneira de tornar uma vida sexual já maravilhosa um pouco melhor.




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