El inicio de mi nueva vida sexual III

El inicio de mi nueva vida sexual III
vadia
esposaObviamente, assim que o Emilio saiu pela porta, eu me pus a trabalhar. Tava muito excitada, até mais do que no dia que vi ele batendo uma, então ali mesmo, no sofá onde uns segundos atrás eu tava lutando com ele e segurando o pau dele, comecei a me tocar. Minha boca ainda guardava o gosto da boca dele, e isso tava me deixando muito molhada; o sofá ainda cheirava a ele. Passei o nariz onde o cabelo dele tinha estado, as costas dele, a bunda dele, e passei a boca na minha mão esquerda, lambendo aquela mão que tinha tocado o pau dele e que hoje era minha comida mais cara. Comecei o ritual acariciando cada parte do meu corpo, esticando e contraindo a barriga, passando a mão pelas minhas coxas, pelo períneo, pela minha buceta peluda, quente e molhada. (Lembrete: preciso depilar.) Depois, puxei a legging pra baixo dos joelhos e comecei a esfregar meu clitóris, que tava ainda maior que no outro dia — um tamanho bom que eu achava que não ia alcançar com só uns minutos de tesão — e tudo pulsava no ritmo do meu coração. Lambi e chupei a mão que tinha entrado na cueca dele até quase acabar com a saliva, engolia tudo e tava uma delícia, queria impregnar com aquele cheiro e aquele gosto cada parte do meu corpo, enquanto minha mão direita habilidosa brincava dentro e fora da minha buceta, ajudada por uma lubrificação interna que não parava de jorrar. Que molhada, que momento gostoso, sabia que o Emilio tinha gostado — isso uma mulher sabe, assim como sabe que mais cedo ou mais tarde ele cairia de novo na minha teia. Que momentos deliciosos, naquele dia não comi, passei semi-nua no sofá relembrando os momentos da manhã com o Emilio, pensando nele, no pau dele e imaginando situações totalmente fictícias com ele, que me faziam sonhar. Realmente, tinha despertado um apetite sexual que eu não achava que podia ter, experimentei coisas novas que eu gostava e teria que examinar meus próprios comportamentos daqui pra frente pra não demonstrar essa Desejo em público, ou poderia me prejudicar se alguém descobrisse isso. Agora sim, eu começava a acreditar que, com quase 40 anos, conseguia seduzir um garoto de 20, e isso me excitava. Eu precisava de pica, precisava de pica e precisava agora. Então, pensei imediatamente no meu marido, Juan Carlos, com quem eu praticamente não transava há mais de dois meses.

Juan Carlos é um homem três anos mais velho que eu (42 anos). Nos conhecemos na faculdade, cursando Administração, e casamos cinco anos antes de ter a Ana. Juan Carlos tem 1,75m. Pele branca, cabelo curto e liso, com entradas, uma barba castanha da mesma cor do cabelo, sobrancelhas grossas e olhos castanhos. Apesar da rotina de trabalho, tem um corpo robusto e peludo.

Como eu disse antes, suspeitava que meu marido tivesse uma amante, mas isso não importava. Ele era meu marido e devia me dar prazer, mesmo que eu pensasse no Emílio e desejasse que fosse ele. Ainda estava muito longe de conseguir isso, então tinha que apelar para o caminho mais rápido.

Liguei um tempo depois para o Juan Carlos para perguntar como estava o dia dele e fiquei surpresa ao saber que ele estava em Madrid, a apenas 150 km de onde morávamos, e que não tinha vindo passar o fim de semana comigo (algo que, obviamente, não me importava nem um pouco).

Ainda tinha muito domingo pela frente e criei coragem para propor encontrarmos em Madrid para jantar e dar um passeio. Ansiava que ele dissesse que sim, porque senão confirmaria minhas suspeitas sobre a amante dele. Ele demorou uns instantes para responder, mas disse que sim. E nesses instantes, imaginei que ele tinha estado ou estava naquele momento com a amante. Não me preocupava nada, já que eu estava caçando meu próprio amante — ou pelo menos tentando.

Depois de um banho rápido e beliscar alguma comida, decidi me arrumar bem dessa vez, para surpreender o Juan Carlos. Para isso, arrumei o cabelo, me maquiei caprichando nos detalhes e procurei a coisa mais sexy do guarda-roupa. Escolhi um bustier tipo corset. Cor preto para aumentar meus seios, deixando eles com uma aparência maior. E uma tanga da mesma cor, ambas com renda, lacinhos e transparências. Combinando com uma calça jeans justa e apertada que vai mostrar minhas pernas. Pra parte de cima, escolhi uma blusa de manga curta marrom que deixava meu pescoço à mostra e eu podia escolher até onde desabotoar.

Cheguei rápido no lugar combinado com o Juan Carlos, uma sorveteria no centro de Madrid, onde passamos um tempo agradável conversando sobre nossa filha, os detalhes da semana de cada um (óbvio que menti sobre os detalhes da minha semana). Ele tava muito falante, queria escolher os assuntos e levar a conversa, tudo pra evitar me contar em qual hotel ele tava hospedado.

Algo apagou nele quando perguntei onde íamos jantar. Será que ele achava que eu tinha viajado mais de 150km só pra tomar um sorvete? Procuramos um lugar gostoso na mesma área e a conversa dele ficou mais fria e sem graça.

Eu não ia sossegar até conseguir o que vim buscar: uma pica, a pica dele, pra aliviar meu tesão. A tarde-noite passou rápido, chegou a sobremesa, e sabendo que ele não ia me convidar pro hotel, resolvi criar meu próprio convite. Assim que paguei a conta, forcei ele a ir pro hotel no meu carro. Foi um parto ele aceitar, e em uns 15 minutos chegamos no estacionamento do hotel.

Fiquei muito surpresa que, depois da tarde toda sem usar o celular pessoal (o do trabalho parecia que ele nem levava), ele ficasse escrevendo sem parar e rápido durante todo o caminho até o hotel. Será que tava falando com a amante? Tinha combinado com ela? Ela tava no hotel?

Azar o dela, hoje o Juan Carlos era meu. Assim que estacionei o carro no hotel, sem esperar convite, desliguei o motor e, pra surpresa dele, fui com ele até o elevador em direção ao bar da recepção. Mas no último momento mudei de ideia e falei pra irmos direto pro quarto dele. Juan Carlos estava tranquilo, abriu a porta e me deixou dar uma olhada na "qualidade" do quarto, não encontrei nada fora do normal enquanto ele se acomodava. Já eram 11 da noite e ele procurou o pijama na mala pra passar a noite. Quando começou a se despir, voltei do banheiro, onde estava, e me coloquei na frente dele com uma atitude dominadora, enquanto ele estava sentado na cama.

Juan Carlos: "Sara, amanhã tenho que acordar cedo, devia ir embora. Se quiser ficar, vamos dormir logo."
S: "Calma, homenzarrão, deixa que eu te desvisto e aí a gente dorme."

Juan Carlos era um cara que se deixava levar por mim, eu sempre dominava e ele, submisso, cumpria todas as minhas exigências. Me ajoelhei na frente dele enquanto sorria, e eu também sorria, pensando na boa foda que a gente ia ter. Comecei a tirar o moletom e a camisa dele, ainda de joelhos, notei que meus peitos estavam na altura do pau dele e tentei roçar nele. Fui tirando o cinto enquanto beijava a barriga e o umbigo dele, ele me olhava de cima e tinha desejo nos olhos. Então ele se levantou um pouco pra eu conseguir tirar a calça dele, e quando tirei, ele tratou de tirar minha blusa.

A gente se beijou com paixão e eu me ajoelhei de novo, vi o volume da cueca dele crescer e comecei a beijar e morder o tecido da cueca. Juan Carlos tava louco de tesão e logo apertou minha cabeça contra as partes dele, queria foder e eu queria ainda mais. Me levantei na frente dele, ele começou a apalpar meus peitos ainda presos no bustiê, e enquanto eu tirava o bustiê, ele cuidava da minha calça. Ele se surpreendeu com a beleza da calcinha fio dental e minha bunda durinha, por causa dos anos de atletismo quando eu era jovem, minha bunda era uma joia pra ele, e provavelmente o que mais chamava atenção nas pessoas quando eu tinha uns 20 anos. Agora, mais velha, continuava no lugar.

Juan Carlos, fora de si, me puxou pra perto e começou a chupar meus mamilos enquanto apertava eles de leve. com as mãos descendo pro meu rabo e a boca indo pro meu umbigo, e depois aquelas mãos habilidosas puxavam minha calcinha fio dental pra mostrar minha bucetinha pequena e sem depilar, que já tava molhada de tesão. Ele procurou minha buceta com cuidado e delicadeza com aquelas mãos hábeis até sentir a umidade, enfiou os dedos devagar e mexeu suavemente, me enchendo de prazer. Comecei a gemer baixinho enquanto ele enfiava os dedos com jeito, mexendo lá dentro, tirava eles bem molhados e, quando fazia isso, levava à boca pra saborear meus fluidos. Depois de uns minutos de dedada gostosa, afastei a mão direita dele da minha buceta bruscamente e empurrei o peito dele pra trás, pra ele deitar e deixar as pernas na borda da cama. Comecei beijando de novo o volume que escondia a cueca, dava pra sentir perfeitamente o tamanho e ele tava louco pra ser libertado. Fui nessa, tirei a cueca devagar e o pau dele saltou, bem duro, gostoso, reto e depilado (já ia dar tempo de desconfiar por que tava depilado, já que normalmente nunca depilava) e parti pro meu ritual de expert em chupar um pau gostoso. Começando por aqueles ovos deliciosos, chupando e enfiando na boca, Juan Carlos respirava pesado e deixava eu fazer meu trabalho. Depois de bem molhados, fui brincar com o pau grande, chupando ele aos poucos, espremendo, enfiando a língua em cada cantinho e limpando bem meu brinquedo. Minha buceta pulsava e queria ser perfurada, mas eu tinha que deixar Juan Carlos no limite, dominar ele, e esperar que a buceta fizesse o trabalho final. Comecei a rebolar a cabeça naquele pau gostoso, sem ir até o fundo, mas tentando a cada movimento, levando ele de um lado pro outro da boca e depois pro fundão, enquanto olhava Juan Carlos nos olhos e sentia que ele me desejava, ele me deixava fazer e eu tava me divertindo. Parava por vários segundos e beijava o corpo dele, as coxas e a barriga, enquanto ele tocava meu rosto e me puxava pra boca dele. Eu molhava gostoso os lábios e cuspia nela pra eu levar toda a saliva pro pau dele bem reto. Depois de um tempo de putaria gostosa, limpei o pau dele com minha boca, lambendo ele devagar e engolindo todo o resto de baba e líquido pré-seminal. Na mesma hora ele se enfiou mais pra dentro da cama, sabia que poucas vezes eu deixava ele tomar a iniciativa e isso hoje não ia mudar, eu ia montar nele. Montei em cima dele, de frente pra ele, enfiando o pau devagar apesar da minha buceta estar lubrificada, eu sempre gostava que fosse lento e que fosse eu quem fizesse e decidisse o ritmo. Juan Carlos me olhava enlouquecido e eu percebia que ele queria meter logo. Mas não ia rolar. Devagarzinho fui descendo até que entrou tudo e Juan Carlos gemeu de prazer enquanto me olhava como um louco, tava muito excitado e eu comecei a cavalgar o pau gostoso dele pra cima e pra baixo simplesmente, mas guardava muitos ases na manga pra arrancar o leite do meu marido e ele sabia disso. Enquanto eu montava e gemia, ele tentava apalpar meu corpo todo e quando eu chegava perto do rosto dele pra beijar, ele mexia nos meus peitos e chupava minha boca com vontade e determinação. Meus fluidos encharcavam o pau do Juan Carlos e até tinha um fio de gozo escorrendo pelos ovos dele. Tava realmente molhada e comecei a rebolar a cintura pros dois lados. Sabia que era boa de cama, mesmo sem ter praticado nos meses anteriores, mas são coisas que não se esquecem. Por experiência, sabia que o Juan Carlos tava perto de gozar e diminuí o ritmo pra aguentar mais enquanto ele apertava meus peitos com gosto e brincava com eles. Ele adorava falar: "Meus peitinhos loucos", porque eram pequenos e caídos e balançavam muito, segundo ele. Me levantei e tirei ele completamente, Juan Carlos se surpreendeu pensando que tinha acabado, mas não, o que eu fiz foi, na mesma posição, me agachar em cima do pau dele e, pra ter estabilidade, coloquei as mãos nas pernas dele. Dessa vez, mais rápido, foi ele quem guiou o pau dele pra dentro da minha buceta. Agora sim, eu quicava no pau dele. tentando fazer um pedaço bom sair e entrar até o fundo, aumentei o ritmo e, enquanto fazia isso, me mexia pros lados e pra frente e pra trás. Eu gemia de prazer e o Juan Carlos tremeu antes de explodir. Dei mais uns sentões nele, com raiva, pra chegar no orgasmo final enquanto o Juan Carlos me olhava enlouquecido. Ele tinha gozado dentro de mim e eu sentia o leite dele lá dentro. Fiquei uns instantes por cima, enfiada até o talo, recuperando o fôlego enquanto o Juan Carlos fazia comentários do tipo: "Gostou?", "Que delícia, mamãe", "Impressionante", "Você está linda"... Caguei pros comentários dele, tirei antes do que ele queria e fui pro chuveiro sem falar nada. Tinha conseguido o que queria, mas não me sentia satisfeita, queria mais, mas duvidava que meu marido me desse o que eu queria.

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