Enteada e padrasto: começa a brincadeira

Era um sábado de manhã e Maritza recebeu uma ligação do marido dizendo que os pais dele (os sogros dela) tinham convidado os dois pra passar a tarde num sítio que eles tinham nos arredores da cidade. Empolgada, ela respondeu: — Sério! Nossa, que legal! O dia tá muito quente e é uma boa pegar uma natureza, e ainda dar um abraço nos seus pais. Ele respondeu: — Beleza. Arruma tudo e faz as malas. Assim que sair do trabalho, passo aí pra te pegar.

Depois de desligar, a linda Maritza, que fisicamente era uma gostosa — uma loira de 1,75 m, com olhos que queimavam e um corpo incrível, já que na juventude sempre fez exercício e esporte, pernas longas e torneadas, um peitão grande e, o melhor dos atributos, uma raba enorme e maravilhosa que, sempre que saía na rua ou no supermercado, o povo ficava olhando. Acostumada a receber todo tipo de cantada dos homens que a viam, ela tinha um jeito dócil e gente boa, e ignorava todas as investidas — desde assobios e gritos até tentativas de encostar nela no transporte público. Só balançava a cabeça e dizia: — Homens! — e soltava um sorrisinho, sabendo da beleza que encantava, inocente como só ela.

Quanto ao casamento, fazia 2 anos que tinha se casado com Alberto e não tinham filhos. Se conheceram na universidade, ambos com 27 anos, já profissionais e bem de vida financeiramente. Ela não tinha mais os pais, e sua confidente era sempre a sogra, dona Martinez, que frequentemente visitava a casa deles pra passar horas batendo papo sobre coisas banais. A sogra a via como uma filha e havia muita intimidade. Já o padrasto do Alberto, ela quase não conhecia, porque recentemente a sogra tinha se juntado com ele de novo, e ele viajava muito como caminhoneiro, indo de cidade em cidade. Por sorte, naquele fim de semana ele estaria disponível, e por isso veio o convite pro sítio. Pareceu uma boa ideia pra conhecer melhor o sogro. Voltando à ligação, ela desligou e se preparou pra arrumar umas roupas e comida pra levar, já que passariam a tarde toda e talvez ficassem por lá até o dia seguinte, pensou ela. — O que vou vestir? — pensava a gostosa, enquanto escolhia as roupas. Se deparou com um biquíni preto de duas peças que tinha comprado pras férias passadas, mas que não pôde usar por causa do trabalho. Assim que viu, pensou: — Ai, nem lembrava desse... hum, tomara que o sítio tenha piscina, mas ai, tá muito pequenininho isso, haja, uff, não, se me vissem usando isso... bom, de qualquer jeito vou levar, talvez eu queira ficar confortável — pensava ela, na sua inocência, sem saber o que causaria nos homens, principalmente no sogro, com aquela roupa no corpo. Entre escolher as roupas, decidiu ir vestida bem casual, apesar do calor: optou por uma calça jeans, tênis e uma blusa colada no corpo. A verdade é que, mesmo estando bem normal, as curvas do corpo dela não passavam despercebidas. Depois de duas horas de viagem, chegaram ao sítio. Foram recebidos pela dona Martinez, baixaram as coisas, se acomodaram, e então Alberto se encontrou com o enteado. Não tinha muita relação; conversaram sobre trabalho e tal. De repente, Alberto viu Maritza entrar na sala da casa. Os olhos dele se iluminaram diante de tanta beleza, e pensou: — Meu Deus, essa deusa é a esposa do meu enteado, que sorte que ele tem. Ao vê-lo, Maritza estendeu a mão e, com um sorriso, cumprimentou. Sentiu o olhar dele percorrer o corpo dela, o que achou estranho, mas não deu importância. Depois de duas horas, estavam todos sentados, convivendo na sala da casa, quando de repente o marido de Maritza lembrou que tinha esquecido alguns ingredientes pra preparar a comida que fariam naquele dia. Então, ele disse à esposa que iria a um mercado que ficava a alguns quilômetros dali. Mesmo a área sendo longe da cidade, ele sabia onde encontrar. Foi aí que a mãe dele... Ela disse: "Vou com você, filho. Aproveito pra comprar umas outras coisas que preciso." Foi aí que Alberto disse: "Claro, vão sim. Eu fico aqui com a minha nora e mostro a casa pra ela conhecer melhor." Isso pareceu estranho pra Maritza, ficar sozinha com o sogro, mas ela lembrou que ele tinha se comportado muito bem desde que os recebeu, então disse ao marido: "Sim, love! Tô cansada da viagem que fizemos até aqui. Fico e espero vocês." Nisso, Alberto pensou: "Que sortudo sou, assim vou poder continuar vendo ela um pouco mais." Foi então que o marido e a sogra foram embora, e eles ficaram na sala. Maritza e Alberto sentados frente a frente, com uma água de limão por causa do calorão que fazia, sem saber que o que aconteceria naquela tarde os levaria a algo que, sem intenção, daria início a uma série de acontecimentos que poderiam complicar um relacionamento, mas, acima de tudo, o começo de um jogo delicioso. Continua...

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