— Cê tá gostando do que vê, Steve? — perguntou Peggy, jogando o sutiã de lado e deixando ele ver os peitos dela nus pela primeira vez. Steve se considerava um cara antiquado em muitos sentidos, e isso, junto com a falta de jeito dele pra conversar com mulher, significava que essa era a primeira vez pra ele. Embora tivesse esperado a parceira certa aparecer, nunca tinha imaginado assim. Nos sonhos dele, ele era mais alto que a mina, mais musculoso e um herói lutando pra proteger o país. Quando conheceu Peggy pela primeira vez, foi legal imaginá-la nesse papel, mas foi diferente disso. Ela não era a mesma mulher que tinha sido quando ele a conheceu. Naquele dia, quando a HYDRA matou o Dr. Erskine e interrompeu o experimento, tudo mudou. Não foi o Steve que tomou o soro como o doutor tinha planejado. Por necessidade, foi a Peggy que tomou o soro. Ela passou de Agente Carter da SSR pra Capitã Carter, supersoldado. O corpo dela marcava essas mudanças. Fisicamente, era como uma mulher diferente agora, e vê-la assim fazia ele perceber o quanto ela era grande e forte. Ver os braços nus dela ou notar como ela preenchia aquele uniforme da Union Jack era uma coisa, mas ver a definição da barriga dela enquanto ela ficava de topless na frente dele já era o suficiente pra fazer a maioria dos caras se sentir inadequado. Steve teria mais motivos pra se sentir assim do que a maioria, porque ele continuava sendo o mesmo cara magricela de sempre. Tava fazendo o possível pra servir o país, e o Howard tinha dado os meios pra ele ajudar com o HYDRA Stomper. Mas fora daquela armadura, ele continuava sendo o garoto magricela do Brooklyn que tinha sido rejeitado pelo exército várias vezes e que as minas geralmente nem olhavam duas vezes. — Tô amando — ele disse, passando a língua nos lábios e sentindo as bochechas esquentarem enquanto Olhava pra mulher seminua na frente dele. Talvez Steve se sentisse inferior e intimidado em outra época, mas Peggy não era uma donzela qualquer. Ele tava apaixonado por ela e, por algum milagre, ela parecia sentir o mesmo por ele. Não ia se preocupar com o fato dela ter músculos que ele nunca conseguiria igualar, por mais que se esforçasse, ou com o fato dela conseguir jogá-lo pra todo lado como se ele não pesasse nada se quisesse. Também não ia questionar o que ela via num cara como ele. "Você é a coisa mais linda que já vi na vida", ele disse. Não, não ia deixar nenhuma dúvida sobre si mesmo se instalar. Só ia agradecer a Deus por uma mulher tão maravilhosa estar ali, no quarto dele, sorrindo pra ele. — Isso é o que eu gosto de ouvir — disse Peggy, sorrindo e andando devagar em direção à cama —. Hoje é seu dia de sorte, Steve. Pensei muito no que poderia te dar de aniversário. Sabia que você merecia algo especial e não tô em condições de sair pra fazer compras com uma guerra rolando. Mas aí percebi que não precisava comprar nada, porque já tinha o presente mais importante que podia te dar. Ou acho que você poderia dizer que vou pegar algo seu no lugar. Peggy parou quando chegou perto da cama, se abaixou e tirou a calcinha, deslizando pelas pernas grossas e fortes. Steve contemplou com admiração o corpo dela, completamente pelado. Essa mulher era uma obra de arte; o corpo dela era a combinação perfeita de poder e sensualidade. Parecia saber o poder que tinha sobre ele, porque sorriu com cumplicidade, com as mãos na cintura. — É seu aniversário, Steve — disse, subindo na cama com ele —. E pro seu aniversário, vou tirar sua virgindade. — Pegou a camisa dele e puxou pela cabeça, e Steve se sentiu quase como um garotinho sendo cuidado pelos pais. Depois, as mãos dela foram pro short dele, mas pararam ali e olharam pro rosto dele —. Supondo que você aceite esse presente, —Claro que sim? —Aceito—, disse ele rapidamente. Não conseguia pensar em nenhum presente que tivesse recebido que o animasse tanto quanto a ideia de transar com a Peggy. Ela riu. "Então será uma honra pra mim ser sua primeira parceira de dança". Tirou a calça e a cueca dele sem que ele precisasse ajudar. Ele já estava duro graças ao corpo forte e gostoso dela na frente dos olhos, e ela arqueou uma sobrancelha. "Hmm. Sei que você tem uns problemas de confiança com o seu corpo, mas essa parte aqui provavelmente supera o que o exército tem de melhor". Steve teve que sorrir com aquela segurança e a excitação sincera estampada no rosto dela enquanto encarava o pau dele ereto. Que homem não ficaria feliz em ouvir que a garota dos sonhos dele tava impressionada com o talento? —Vou adorar ter você dentro de mim—, disse ela, e ele gemeu. —Mas quem faz isso pela primeira vez vai ter dificuldade pra aguentar, então vamos fazer outra coisa primeiro. Ele já imaginou o que ela queria dizer quando ela montou na cara dele, e teve um momento pra admirar a bunda firme dela antes que ela sentasse na boca dele, pressionando a buceta contra os lábios dele. —Tenta usar a boca também, por favor. Esse pedido não era necessário, porque quando uma buceta tão gostosa se pressionava contra a boca dele, Steve não conseguia evitar querer provar. Começou a lamber os lindos lábios que tinha em cima e se sentiu imensamente satisfeito ao ouvi-la gemer em resposta. Obviamente, nunca tinha feito isso antes, mas simplesmente seguiu os instintos e confiou que ela avisaria se ele estivesse fazendo errado. Os gemidos mais altos dela quando ele lambeu um pouco mais firme sugeriram que ele tava indo muito bem. —Ah, sim, Steve! —gemeu Peggy, rebolando a bunda contra o rosto dele. Steve lambeu mais rápido, ignorando a mente que dizia que ele deveria estar movendo a língua em padrões mais complexos contra ela que essas repetidas lambidas verticais. Ela gostava do que ele estava fazendo, então quem se importava com o quão simples fosse? A missão dele não era tentar ser elegante; era fazer essa mulher forte e gostosa se sentir o melhor possível. —Você está arrasando! —ela disse—. É melhor eu ir também. Senão, você pode me fazer gozar! —Esse foi todo o aviso que ele recebeu antes de Peggy esticar o corpo, colocar a cabeça entre as pernas dele e começar a lamber. Até sentir a língua dela se movendo de um lado para o outro na ponta do pau dele já teria sido incrível, mas isso foi só o prelúdio do que aconteceu antes que ela o pegasse entre os lábios e realmente chupasse. Peggy parecia confiante na capacidade dela de agradá-lo, e agora ele percebia por si mesmo que ela tinha toda razão. Ela deslizou os lábios para baixo para engolir mais dele, tragando centímetro por centímetro sem dificuldade. Quando finalmente enfiou ele inteiro na boca e na garganta, ela murmurou, e as vibrações que percorreram ele fizeram Steve gemer na boceta dela. Ela continuou recuando e depois fez de novo, mostrando que tinha controle total sobre ele. Peggy possuía o corpo dele tão completamente quanto possuía o coração, e podia dominá-lo ali na cama tão facilmente quanto numa sessão de treino. Steve teve que se esforçar ao máximo para não se entregar e se deixar levar pela distração, mas não podia desistir agora. Ela tinha visto o suficiente nele para ir para a cama com ele, e Steve não queria decepcioná-la. Não importava o quão bem ela chupasse, ele tinha que continuar tentando agradá-la com a língua. Por pura sorte, Steve encontrou um ponto doce para ela quando a língua dele roçou o pequeno caroço. Ela gemeu em volta do pau dele e os quadris dela se sacudiram contra o rosto dele, e isso era tudo que Steve precisava. Ele tinha encontrado algo que Ele gostava e ia aproveitar ao máximo. A partir daquele momento, concentrou as lambidas naquele mesmo ponto, esperando que fosse o suficiente pra dar a ela nem que fosse uma fração do prazer que ele tava recebendo dos lábios, da língua e da garganta dela. Parecia uma tarefa difícil, porque o Steve nunca tinha sentido nada na vida que pudesse se comparar com aquilo. Ele se sentia impotente na boca da Peggy e percebia que ela ia gozar com ele em breve. Tudo que ele podia fazer era aguentar, continuar lambendo e torcer pra que fosse o bastante. O corpo do Steve se sacudiu inutilmente enquanto a Peggy o dominava. Ele já tinha tido orgasmos antes, embora sempre sozinho, mas não sabia que esses podiam ser colocados na mesma categoria que aquele. Aquele era um prazer que o Steve nem sabia que existia. Ele considerou que foi uma coincidência feliz ela ter tapado a boca dele, porque significava que o gemidinho que ele soltou quando gozou dentro da boca dela foi abafado. No fim, ela nem teria notado mesmo se não tivessem sido abafados, porque ela terminou pouco depois dele. Ele se surpreendeu quando as coxas grossas dela apertaram a lateral da cabeça dele e ela começou a chegar ao clímax, mas foi uma surpresa boa. De alguma forma, ele tinha conseguido cuidar dela e satisfazê-la enquanto ela o enlouquecia com a boca. Ele nunca conseguiria vencer uma mulher como ela, mas não precisava. Enquanto pudesse satisfazê-la, era tudo que ele podia pedir. Nunca tinha se sentido tão decepcionado ao ver a luz como quando a Peggy se levantou e se afastou do rosto dele, mas não demorou muito pra ficar decepcionado. Ela se virou, deslizou pelo corpo dele e sentou nas coxas dele. Agora ele tinha a visão igualmente excitante da capitã Carter montada no colo dele, e quem ia reclamar disso? — Agora que já tiramos o primeiro da frente, a gente vai se divertir pra caralho — prometeu ela. — Tudo que a gente precisa fazer é deixar você duro de novo. —Ela mexeu os quadris contra ele, esfregando-se no pau dele. Steve não fazia ideia de quanto tempo um homem normalmente levava pra se recuperar e ficar excitado de novo depois de uma parada daquelas, mas entre o corpo incrível da Peggy em cima dele, se esfregando nele e a ideia de perder a virgindade com ela, ele ficou duro contra a bunda dela rapidinho. —Não demorou muito — ela disse, sorrindo pra ele—. Vou fazer de tudo pra próxima parte durar um pouco mais. "Eu também vou dar o meu melhor", ele disse, se sentindo determinado. Essa determinação foi testada na hora, porque assim que a Peggy se levantou, segurou o pau dele firme e sentou nele, ele começou a perceber o que o esperava. Estar na boca dela tinha sido foda, mas estar dentro dela ali era ainda melhor. —Parabéns, Steve — ela disse—. Você não é mais virgem. Como tá se sentindo? "É uma sensação melhor do que qualquer coisa que eu já senti na vida", ele disse com sinceridade. Ela deu uma risada gostosa e ele amou aquele som. —Então você vai ter um aniversário muito divertido pela frente, Steve — ela disse, sorrindo como se soubesse de algo que ele não sabia—. Eu nem comecei a me mexer ainda. Ela colocou as mãos no peito dele e começou a rebolá, e Steve entendeu na hora. Ele também percebeu o quanto tinha sido esperto ela ter acabado com ele uma vez com a boca primeiro, porque não via como ele teria durado mais do que alguns segundos dentro dela se não fosse assim, assim que ela começou a mexer os quadris pra cima e pra baixo. A Peggy era incrível de sentir, mas também era incrível de ver daquele jeito. Ele sempre a admirou. Antes mesmo dela ter que intervir e tomar o super soro no lugar dele, ele já achava ela inteligente e forte, além de ser simplesmente linda, mas agora ela tinha um corpo forte o suficiente pra igualar o espírito dela. No entanto, ela não tinha perdido nada da beleza quando ganhou toda aquela força e todos aqueles músculos. Se é que algo, agora ela estava ainda mais gostosa. ainda mais linda para ele. No entanto, ela nunca tinha se visto tão gostosa quanto naquele momento. Ver aquele corpo em movimento na cama o impressionava tanto quanto no campo de batalha. Os músculos dela se flexionavam enquanto ela o montava, os peitos dela balançavam e os braços dela pressionavam o peito dele. Ela não colocava força nenhuma nisso, mas ele sentia mesmo assim. Aquela mulher tinha controle total sobre ele, desde os braços dela sobre o peito dele até as pernas poderosas dela impulsionando o corpo dela pra cima e pra baixo em cima dele, e ele não queria de outro jeito. O corpo dela merecia um poema, embora Steve não tivesse talento pra fazer jus. Talvez fosse melhor assim, porque Steve tinha quase certeza de que era o único homem com quem ela tinha ficado desde que tomou aquele soro. Era o único homem que tinha visto ou conseguia apreciar o corpo único da capitã Carter em ação daquele jeito, e ele preferia que continuasse assim. O olhar favorito dele de todos era provavelmente o quanto ela parecia estar curtindo. Ela já não olhava mais pra ele, e ele aproveitou a chance pra admirar o rostinho bonito dela naquele momento de despreocupação. Ela tinha os olhos fechados e sorria sozinha, aparentemente curtindo a sensação de tê-lo dentro dela. Ele não conseguia imaginar que ela estivesse curtindo nem metade do que ele curtia, mas sabia que nunca esqueceria aquele olhar de prazer pelo resto da vida. Steve estava tão fascinado por ela que nem percebeu que estava prestes a gozar antes que fosse tarde demais pra parar. Ele gemeu de prazer surpreso quando começou a jorrar dentro dela, e os olhos de Peggy se arregalaram. Ele sentiu um lampejo de medo quando os olhões castanhos dela olharam pra ele, mas então ela gemeu e sorriu, e ele relaxou. Ele não teria conseguido parar o fluxo agora que tinha começado, mas agora ele estava livre pra curtir. E ele curtiu. O corpo magro dela tremeu debaixo da figura poderosa dela enquanto ela o manteve ele imobilizado na cama. Ela começou a balançar pra frente e pra trás em cima dele, movendo aquele corpo musculoso contra o dele, e ao ver o ângulo, ele se perguntou se ela não estaria esfregando de propósito aquela pequena protuberância nele pra se dar ainda mais prazer. Se era isso, devia ter funcionado, porque logo ela gemeu fundo e se apertou contra ele. Ele tinha dado a ela uma primeira vez que ela nunca esqueceria, e tinha gozado no processo. Pode confiar que a Capitã Carter ia garantir que os dois ficassem bem satisfeitos. — Ah, isso foi delicioso — suspirou ela quando o balanço finalmente parou —. Tenho que dizer que você superou minhas expectativas, Steve. Mesmo depois de ter usado minha boca na primeira vez, eu temi que você não aguentasse o suficiente pra eu também me divertir. — Ela sorriu e afagou as bochechas dele com as mãos grandes —. Mas eu devia saber que não devia duvidar de você. "Fico feliz de ter conseguido fazer valer a pena", ele disse, o que a fez rir. — Valeu a pena, pode acreditar — ela falou, se afastando dele e sentando na cama ao lado dele —. Fazia tempo que eu não me divertia assim... Sinceramente, nunca tinha curtido tanto sexo, embora não seja como se eu tivesse uma porrada de parceiros ou experiência pra comparar. Mas e você, Steve? Gostou do seu presente de aniversário? Agora foi a vez de Steve rir, embora faltasse força ou fôlego pra mais que uma risadinha fraca. "Não consigo imaginar como superar isso, a não ser talvez terminando a guerra sozinho." — Hum — ela fez, pensativa —. Acho que é algo a se considerar pro ano que vem. O engraçado é que talvez eu conseguisse. Ela ajustou a posição, passou um braço poderoso em volta da cintura dele e apoiou a cabeça no peito dele. "Feliz aniversário, Steve", disse baixinho. — Obrigado, Peg — ele respondeu —. Por tudo. — Ele beijou o topo da cabeça dela e colocou o braço sobre os ombros dela. Eles eram largos demais pra ele conseguir envolver completamente; enquanto isso, O braço dela envolvia a cintura dele sem esforço. Não era do jeito que a maioria dos caras, incluindo o próprio Steve, imaginava se aconchegar com sua garota dos sonhos. O cara é quem devia ser o protetor grandão e forte que abraçava a mina e fazia ela se sentir segura. As coisas nunca seriam assim entre ele e a Capitã Carter. E ele não tava nem aí pra isso. Steve não precisava ser o herói que protegia a dama. Essa dama sabia se proteger sozinha, e Steve só se sentia honrado em ajudar ela de dentro do HYDRA Stomper. Se sentia ainda mais honrado por ser o cara que ela segurava naquele momento. Talvez um cara menos seguro não curtisse estar com uma mulher que podia dominar ele tão fácil e por completo, mas Steve não podia ter pedido uma parceira de dança melhor.
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