Combatir el calor #2

Antes, Touma a havia olhado com espanto quando ela tirou o maiô dos ombros e ele viu seus seios nus para ele, e esse mesmo espanto esteve presente quando ele seguiu em frente e a despiu completamente. Agora era a vez de Shokuhou de olhar com espanto e se perguntar como poderia ter tanta sorte, porque nunca em seus sonhos mais loucos ela teria esperado estar ali. Poder olhar para baixo em seu corpo e ver o cabelo espetado do homem que amava entre suas coxas enquanto ele se dedicava a ela e usava sua boca para fazê-la se sentir bem era a melhor coisa que ela teve o prazer de ver. Só de olhar para baixo e ver aquilo já teria sido suficiente para fazer todo o seu corpo esquentar mais do que a onda de calor já havia feito, mas ele não estava dando a ela nada menos que o melhor. Não era um esforço simbólico para ganhar algum reconhecimento; ele estava dando o seu melhor e fazendo sexo oral nela com a intenção de satisfazê-la o máximo possível. Ele experimentava técnicas diferentes e aprendia o tempo todo enquanto buscava a fórmula perfeita para dar a ela o que precisava. Em pouco tempo, ele a encontrou. Ele notou suas reações fortes quando tocou seu clitóris, então começou a prestar um pouco mais de atenção ali. Na primeira vez que sua língua circulou aquele ponto sensível, Shokuhou gemeu de prazer e seus ombros e costas arquearam levemente para cima, levantando da cama. Ela não precisou incentivá-lo a fazer de novo, porque ele estava prestando atenção. Ele sabia que sua resposta significava que havia encontrado o plano de ataque adequado. O que já havia sido uma introdução muito agradável ao sexo oral para Shokuhou melhorou ainda mais a partir daí, porque agora que Touma havia descoberto a melhor maneira de satisfazê-la com sua boca, ele se concentrou em dar a ela o melhor. Sua língua continuou dando voltas ao redor de seu clitóris, fazendo-a suspirar e se contorcer enquanto o prazer aumentava rapidamente. Ela sentia que teria gozado mais cedo ou mais tarde mesmo se ele tivesse feito um trabalho relativamente medíocre apenas pelo erotismo de ter o rosto de seu amado Kamijou entre suas pernas, mas ele estava dando a ela mais do que ela poderia ter esperado. Sua língua em seu clitóris a fez agarrar sua cabeça e se contorcer na cama, sentindo o prazer se aproximando cada vez mais do clitóris. Ele se arriscou a introduzir um dedo em sua buceta e, após algumas repetições de movimentos dentro dela combinados com o trabalho maravilhoso que sua língua estava fazendo em seu clitóris, Shokuhou recebeu o primeiro orgasmo de sua vida com algo que não fossem seus próprios dedos. No entanto, agora ela gozou muito mais forte do que nunca enquanto se masturbava, o que não era surpresa, não com o trabalho que ele acabara de fazer e não com ele sendo quem havia feito. —Touma! —ela gemeu, agarrando sua nuca enquanto gozava. Ela puxou sua cabeça para ela, aproximando seu rosto ainda mais contra sua buceta enquanto ela gozava por todo seu corpo. Foi mais agressivo do que ela pretendia, mas ela estava muito absorta no êxtase que ele estava dando a ela para saber ou se preocupar com a bagunça que estava fazendo em seu rosto. Mas isso não o deteve. Ele continuou lambendo seu clitóris e movendo seu dedo dentro de sua buceta até que o prazer de Shokuhou passou, e pelo que parecia, ele teria continuado muito além disso. Mas por mais que ela gostaria de manter seu rosto entre suas pernas o dia todo, uma vez que seu orgasmo chegou ao fim, seu corpo ficou um pouco sensível demais para que ainda fosse prazeroso. —Demais, demais —ela resmungou. Com um pouco mais do que um pouco de arrependimento, ela empurrou sua cabeça. Ele entendeu a dica, parou de lambê-la e tirou a cabeça de entre suas pernas. Ele se sentou de joelhos e parou de tocá-la completamente, e ela agradeceu o tempo para se recuperar. —Foi bom? —ele perguntou, lambendo os lábios enquanto a olhava. Ela riu, tanto pelo absurdo de ele fazer essa pergunta depois do prazer que ele tinha dado porque ele parecia ridículo com o cabelo despenteado e o rosto molhado graças ao seu orgasmo. Ridículo, mas também incrivelmente sexy. "Foi incrível", ela disse. "Nunca vou conseguir te agradecer o suficiente por fazer isso por mim. Mas eu ficaria feliz em tentar. Poderia retribuir o favor e usar minha boca em você também". Não era como se isso não fosse algo que ela já tivesse pensado em fazer muitas, muitas vezes no passado. Ela ficaria mais que feliz em levar o pau do seu herói na boca e fazer de tudo para dar a ele tanto prazer que seu corpo se lembrasse dela para sempre, independentemente das memórias perdidas. "Isso parece incrível", ele disse. "Mas sei que não devo pensar que esse tipo de sorte vai durar para sempre. Terei sorte se conseguir sobreviver uma vez antes que uma freira morda minha cabeça, ou Biribiri tente me eletrocutar, ou Tsuchimikado venha me sequestrar e me levar para o outro lado do mundo. E se eu só vou ter uma chance, não quero desperdiçá-la". Ela pensou em zoar ele por insinuar que receber um boquete dela seria "desperdiçar" algo, mas sabia que não era assim que ele falava e tinha medo de que zoá-lo agora pudesse estragar o momento. E ela não queria que nada atrapalhasse aquele momento, porque sabia o que ele realmente estava dizendo. Ele não queria que ela chupasse ele porque queria ter certeza de que teriam tempo suficiente para o que ele queria acima de tudo. Acabou que era o que ela também queria acima de tudo. "Você está dizendo que quer transar comigo, Kamijou-san?" ela sussurrou. Ele acenou com a cabeça. "Sim. Eu quero muito". De repente ele ficou um pouco nervoso. "Uh, se você estiver bem com isso. Sei que você tem estado bem com tudo até agora, mas se isso for mais do que você quer, eu posso..." —Tudo bem —ela disse, interrompendo—. Está mais que bem. Por favor, me pegue. Touma acenou e suas mãos foram para a cintura da sua sunga. Ele a puxou às pressas e Shokuhou gemeu quando viu pela primeira vez o pau dele. Era o era a primeira vez que via pessoalmente assim, mas ela rapidamente decidiu que não queria nada além de tê-lo dentro dela. Definitivamente ia ser um pouco difícil para uma virgem como ela receber o pau do Touma dentro de si, porque pelo que sabia, ele parecia estar claramente acima da média tanto em comprimento quanto em grossura. Mas a Shokuhou não tinha medo do desafio. Ela se esforçaria o quanto fosse necessário para se tornar um só com o homem que amava. Ele se posicionou cuidadosamente sobre ela e pegou o próprio pau na mão para alinhá-lo com sua entrada. Ela conseguia sentir o nervosismo dele enquanto ele se preparava para penetrá-la, e de um jeito estranho, isso a agradava. Lembrava que ele não tinha mais experiência com isso do que ela. Apesar da multidão de mulheres gostosas que queriam se aproximar dele, ele nunca tinha feito isso com nenhuma delas. Era com ela que ele ia ter sua primeira vez. Era perfeito. Ela respirou fundo quando sentiu a ponta do pau dele pressionando contra os lábios externos de sua buceta. Foi unicamente para controlar sua própria excitação e antecipação do que estava por vir, mas ele interpretou como nervosismo. Ele fez uma pausa e olhou nos olhos dela. — Tudo bem? — perguntou ele. — Você não está tendo dúvidas, está? Ela percebia o quanto doía para ele fazer essa pergunta. Ele tinha um medo terrível de que ela dissesse que sim, de que o impedisse bem na beira de um abismo incrível. Mas ele não precisava se preocupar. Ela queria dar a primeira vez a ele tanto quanto ele queria se livrar da virgindade com ela. — Vou ficar bem assim que você enfiar essa coisa dentro de mim — disse ela, sorrindo para ele. Não sabia o quão eficaz era, mas queria que ele visse que não estava nem um pouco nervosa. Queria que ele visse o quanto o amava, mesmo que ele não conseguisse entender por que se sentia assim. Quer ele entendesse a profundidade dos sentimentos dela ou não, ele definitivamente entendeu o que ela queria dele. Ele empurrou levemente para frente, e a Shokuhou suspirou quando A ponta do seu pau deslizou dentro dela. Ele gemeu, obviamente aproveitando a sensação de estar dentro dela também, mas parou ali e olhou para o rosto dela. Embora não dissesse nada, ela sabia que ele estava controlando e se certificando de que ela estava bem antes de levar isso adiante. Ela sabia que muitos caras teriam ficado tão distraídos com o próprio prazer que não teriam o autocontrole para colocar as necessidades da parceira em primeiro lugar, especialmente quando era a primeira vez que estavam dentro de uma mulher. Que Touma fosse capaz de evitar cair nessa armadilha era mais um exemplo de como ela tinha escolhido bem quando se apaixonou por ele. Ela sorriu para que ele soubesse que estava bem, e ele acenou com a cabeça e entrou mais fundo nela. Finalmente, a cabeça do pênis dele colidiu com seu hímen, e ali ele parou novamente. Ele pareceu surpreso por um momento, e ela se perguntou se ele poderia ter duvidado dela antes, quando ela disse que nunca tinha feito isso com ninguém. Ou talvez só agora ele estivesse percebendo a verdadeira importância do que estava prestes a fazer. —Vai, meu príncipe —ela disse, falando antes que ele pudesse sequer fazer a pergunta—. Me faz sua. Touma parecia atordoado com seu sincero pedido, mas o fato de ela estar implorando com tanto entusiasmo era tudo que ele precisava para ter certeza de que ela estava pronta. Ela sabia o que esperar; sabia que haveria dor que acompanharia sua primeira vez. Ela não se importava. Misaki suportaria qualquer dor passageira que tivesse que enfrentar para criar essa memória que ficaria com ela para sempre. Ele recuou levemente os quadris antes de empurrar para frente novamente, perfurando seu hímen ao fazê-lo. Shokuhou sibilou e fez uma careta de desconforto. Não era de forma alguma a pior dor que ela já sentira na vida. Ela podia não se jogar de cabeça em situações perigosas como ele, ou como Misaka, mas houve momentos em que ela não teve escolha a não ser sujar as mãos e sangrar por o nariz. Mas não era sua forma preferida de lidar com as coisas, e ela detestava ter que se esforçar fisicamente no geral. A ardência do seu hímen rompido a afetou mais do que teria afetado Misaka, ou algumas das outras mulheres mais fisicamente capazes que estavam na órbita de Touma. Mas a dor não a dominou por muito tempo, e a razão para isso foi o próprio Touma. Agora ele mostrava tanta consideração por ela quanto antes. Ele permaneceu perfeitamente imóvel dentro dela e suas mãos apoiavam seu peso na cama enquanto a olhava. "Está doendo?", perguntou. "Me avise quando conseguir se mover de novo. Ou podemos parar agora se quiser". —Não vamos parar —ela disse rapidamente, o que o fez sorrir aliviado. Isso era a última coisa que ela iria querer agora que tinham chegado tão longe—. Só me dá um segundo. Ele concordou com a cabeça. "O tempo que precisar", disse. Ele a beijou nos lábios e depois beijou sua mandíbula até chegar ao pescoço. Tê-lo demonstrando tanto afeto por ela foi como um sonho, e a relaxou maravilhosamente e a ajudou a superar o desconforto inicial. A dor de ter perdido o hímen desapareceu e tudo o que restou foi a expectativa de tudo o que viria depois. "Por favor, comece a se mover", ela disse enquanto estendia os braços para abraçá-lo. "Quero sentir você se movendo dentro de mim". Ela sabia que Touma teria dado a ela todo o tempo de que precisasse, mas ele não conseguia esconder seu alívio ao receber permissão para começar a transar com ela como deveria ser. Obviamente, ele estava se segurando do que realmente queria, mas agora estava livre para desfrutar mais plenamente do prazer de fazer sexo pela primeira vez. Ele ainda se controlava; não a fodeu com toda a força nem a embestiu tão selvagemente quanto poderia ter feito. Ele foi cuidadoso e comedido na velocidade com que jogou os quadris para trás e deslizou novamente dentro dela. Shokuhou provavelmente poderia ter aguentado um pouco mais forte sem muita dificuldade, mas ela não estava com pressa por apertá-lo. Ele poderia estar preocupado em ser interrompido antes que pudessem terminar, mas ela não poderia estar menos preocupada com isso. Todo mundo fora desta cama tinha deixado de existir para ela assim que o pau dele entrou nela. Seja a onda de calor, os Elementos ou a ameaça da Railgun Nível 5 ficar furiosa de ciúmes se os pegasse, nada poderia tirá-la deste momento perfeito. E realmente era perfeito. Ela adorava sentir o peso dele sobre ela enquanto ele deslizava cuidadosamente seu pau para dentro e para fora dela. Ela adorava o jeito que o rosto dele se contraía em concentração enquanto assimilava tudo pela primeira vez, se deliciando com essa nova sensação assim como ela. Assim como ela se maravilhava com cada leve atrito do pau dele dentro dela, ela praticamente podia ver a mente dele trabalhando enquanto reagia a todas as mesmas coisas. Se sentir a boceta dela em volta dele enquanto ele se movia era tão bom para ele quanto o pau empurrando lentamente para frente e para trás dentro dela era para ela, Shokuhou estava surpresa que ele já não tinha perdido o controle. Sua cabeça estava girando e ela já se sentia quase delirante de tão bom que era cada movimento do pau do Touma dentro dela. É verdade que parte do delírio era por causa do calor, mas ela duvidava que se sentiria mais lúcida mesmo com uma temperatura mais normal. Cada leve movimento do pau do Touma dentro dela dava a Shokuhou mais prazer do que ela tinha imaginado, e ela não conseguia se satisfazer. Suas fantasias sobre como seria fazer amor com seu príncipe não tinham conseguido capturar o quão incrível a realidade tinha se mostrado. Entre as enfiadas do pau dele, o calor do corpo dele sobre o dela, o hálito dele no seu ouvido e o simples conhecimento de que era ele quem estava por cima dela, ele quem tinha tirado sua virgindade e estava fazendo amor com ela exatamente como ela sempre desejou que fizesse Hiciera, Shokuhou estava no paraíso. Não doeu que ele fosse bom nisso. No começo foi bom, mas depois de alguns minutos ele começou a aumentar um pouco o ritmo e ficou ainda melhor. Finalmente, ele se estabeleceu em um ritmo que o fazia enfiá-la com força suficiente para fazer seus peitos balançarem bastante com o impacto de seus quadris contra seu corpo, e Shokuhou riu quando o viu olhando para ela de boca aberta. —Talvez você gostaria, hein, de olhar mais de perto, né? —ela ofereceu. Ela puxou sua cabeça para baixo, de modo que seu rosto ficou pressionado contra seus seios, e agora, quando ele dava aquelas enfiadas deliciosas, ela podia senti-los balançando diretamente contra seu rosto. Parecia um pequeno presente, uma recompensa por fazê-la se sentir tão bem. No entanto, ele parecia estar gostando muito, a julgar pela forma como ele gemeu em seu decote e moveu seus quadris ainda mais rápido. O corpo de Shokuhou estava mais do que pronto para o ritmo mais intenso que ele estava impondo agora. Ela provavelmente estava pronta para isso desde o início, mas seu ato sexual estava rapidamente se aproximando do clímax. Contrariamente à sua atitude anterior de estar bastante feliz em manter isso pelo maior tempo possível, agora que ela sentia o prazer aumentando, ela se encontrou desejando que chegasse o mais rápido possível. Intelectualmente, ela podia estar ciente de que uma vez que eles cruzassem esse ponto, tudo teria acabado, e quando acabasse, ela perderia sua conexão com ele e ele perderia toda a memória disso e dela. Seu corpo não se importou. Ela já tinha tido orgasmos antes, mas o tipo de prazer que ela sentia surgindo dentro dela agora não era algo que ela já tivesse sentido em sua vida. Era algo poderoso e inegável. Era tudo o que ela estava esperando todo esse tempo exigindo que fosse liberado, e ela estava ansiosa para isso. —Por favor —ela ofegou, agarrando desesperadamente seu cabelo—. Por favor, estou tão perto! Tão perto! Só mais um pouco! Ele rosnou algo contra seus seios e ela sentiu seus quadris ganharem velocidade. Agora ele colocava tudo que tinha em suas investidas e parecia que, ao fazer isso, perdia sua própria capacidade de se conter. Ela não era a única que estava prestes a se desfazer, e as últimas investidas de Touma na cama acabaram com ele antes que pudesse chegar lá. Ele gemeu contra seus seios e ela gemeu também quando ele começou a gozar dentro dela. Ela estivera tão concentrada em si mesma que realmente não pensara na liberação dele, mas ter sua semente correndo dentro dela foi uma surpresa estimulante. Também foi suficiente para dar aquele último empurrão que ela precisava. Com um grito sem palavras, envolveu seus braços em volta de sua cabeça e quase o asfixiou com seus seios enquanto seu corpo alcançava alturas antes inimagináveis. O prazer se espalhou por todo seu corpo, fazendo-a tremer e se contorcer sem pensar. Ela não conseguia acreditar no quão bom aquilo estava. Sempre acreditara que o sexo com seu amado seria maravilhoso, mas isso estava além até das fantasias mais vívidas que nutria. Sua visão ficou branca e seus braços e pernas se agarraram ao corpo de Touma como se estivesse se segurando nele com todas as suas forças. Quando finalmente voltou a si, foi porque alguém bateu na porta. Ela gemeu de descontentamento quando Touma se apressou em se separar dela. Ele desceu de cima dela e correu para pegar sua sunga no chão. Apesar da onda de calor e do suor grudado em sua pele, de repente ela sentiu frio sem ele. Outra batida foi ouvida na porta. —Minha rainha? —chamou uma voz feminina do outro lado da porta—. Minha rainha? Você está aí? Por que a porta está trancada? Era Junko, a garota de cachos, que talvez fosse a membro mais devota do grupo de Shokuhou. Não era a pior pessoa que poderia vê-la na cama com Kamijou, mas não estava longe disso. Em vez de ficar furiosa como Misaka, ela simplesmente ficaria desolada ao encontrar sua rainha na cama com um homem. — Sim, Hokaze — ela chamou. — Estou aqui. Estive fazendo companhia ao nosso convidado especial e tranquei a porta para não sermos incomodados. — Eu adoraria poder te substituir agora, minha rainha! — declarou Junko. — Você merece um descanso. — Mais do que você imagina — murmurou Shokuhou baixinho. Ela não estava acostumada a esforço físico; não tinha um pingo de atletismo no corpo e dependia dos membros do seu grupo para praticamente todo trabalho braçal. Seu corpo se exercitou mais do que o habitual enquanto compartilhava a cama com Touma, e ela sabia que seus músculos iam lembrá-la disso por um bom tempo. No entanto, valeu a pena. Tudo o que ela precisava fazer era pensar no prazer que acabara de dar a ele e olhar de lado para dar uma espiada na sua bunda enquanto ele colocava a cueca de volta, para se lembrar de que trabalharia seus pobres músculos tão duro quanto fosse necessário para poder se entregar daquela maneira para quem amava. Tinha sido um dia perfeito. Menos perfeita era a realidade de que ele iria se esquecer completamente dela e do que acabavam de fazer em questão de segundos. Se ela saísse do campo de visão dele agora e voltasse dois minutos depois, ele a olharia como se fosse uma estranha de novo. Ela odiaria a falta de reconhecimento no rosto dele ao vê-la tanto quanto sempre odiou. Mas não ia deixar isso pará-la. Naquele momento, fez uma promessa silenciosa a si mesma: nunca deixaria de ter esperança de que ele pudesse realizar mais um milagro e encontrar uma maneira de se lembrar dela e criar novas memórias duradouras com ela. Mas mesmo que isso nunca acontecesse, ela não se intimidaria. Continuaria procurando por ele e mostrando o quanto o amava, mesmo que tivesse que provar isso de novo toda vez que o visse. — Acho que o Kamijou-san vai precisar descansar — disse enquanto se limpava. Olhou para seu maiô e sorriu ao lembrar da sua decisão anterior. Ela jogou para ele, ele pegou e olhou confuso—. Ah, e você poderia me trazer uma roupa de banho de reserva, Hokaze? Derramei água na minha. —Leve isso quando for embora —ela sussurrou depois que Junko saiu, dando-lhe um último beijo—. Algo para se lembrar de mim.

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