PDB 48 Aisha… (2)




Post anterior
Próxima publicação
Compêndio III- Vamos, Aisha! – perguntei, enquanto chupava seus peitos. – Você pode me contar o que rolou entre você e a Calliope?

Mas Aisha tava envergonhada. Não tava a fim de dividir aquele segredo vergonhoso comigo. Mesmo assim, não conseguia resistir aos meus olhos… meu pau dentro dela… e minhas chupadas insidiosas…
PDB 48 Aisha… (2)— Marco! — Aisha respirou ofegante, com a voz trêmula de tesão e nervosismo. — É… complicado.

Mas no final de janeiro deste ano, essa dona de casa modesta e exótica nem imaginava que ia trair o marido pela primeira vez…

Muito menos que teria um caso incestuoso com a filha mais velha.

Nossos olhos se encontraram, enquanto eu chupava o mamilo dela com gosto. Me afastei e procurei seu olhar.

— Aisha, preciso saber! — exigi sério.

As palavras começaram a escapar numa confissão vergonhosa, e ela se sentiu mais leve ao revelar o segredo…

Mas antes de compartilhar com você, caro leitor, preciso dar o contexto da vida de casada dela antes de me conhecer…

*************************************************************************
MasturbacaoAisha é de Mobile, Alabama, onde conheceu David bem novinha. Naquela época, David era um cara habilidoso na casa dos vinte anos que tinha acabado de ser promovido a imediato num navio cargueiro. O relacionamento deles andou rápido, mas, considerando que hoje Aisha tá quase fazendo 36 e que a Calliope falta uns meses pra completar 21, vocês vão entender que a família de Aisha não gostou nada da história quando ela engravidou de repente. Mas, apesar da rejeição, David cuidou de Aisha, de um jeito parecido com o que eu fiz com a Marisol.

A vida juntos fez eles viajarem o mundo inteiro. Aisha morou nas Bahamas, na França e na Inglaterra antes de se estabelecer na Austrália, quando a filha mais velha, Calliope, fez 12 anos, na mesma época em que David foi promovido a capitão de navio. Só que as exigências do trabalho do David desgastaram o casamento. Mesmo amando a Aisha e a Calliope, a paixão dele pelo mar era maior, e ele passava meses fora de casa. Aisha continuou sendo uma esposa dedicada, mas as separações longas foram pesando pra ela.
interracialDurante as ausências do David, a relação entre a Aisha e a Calliope ficou mais forte. A filha começou a se ressentir do pai não só pelas ausências constantes e prolongadas, mas também por considerá-lo um folgado quando estava em casa. Os longos períodos fizeram a Aisha desejar ainda mais a intimidade com o David. Foi durante um desses períodos que a Aisha engravidou da Sophie, esperando que outro filho os unisse mais. Mas, em vez disso, a relação piorou ainda mais, já que o David continuou com suas viagens longas.masturbacao cubanaConforme Sophie crescia, Calliope muitas vezes assumia um papel de cuidadora para a irmã mais nova, o que só aprofundava o rancor dela contra David. Enquanto isso, Aisha se sentia cada vez mais isolada, morrendo de vontade de ter companhia e reconhecimento.

Mas foi na véspera do ano-novo de 2024, quando David estava trabalhando mais uma vez, que Calliope sugeriu pra mãe dela que ela devia conhecer outra pessoa.
esposa infielAlguém que a fizesse se sentir viva, querida e apreciada…
E deu na telha que, na última reunião de pais e responsáveis, ela conheceu alguém especial…
infidelidade consentidaUm dos pais ficou bem impressionado que a amiga do filho dele, Lily, soubesse ler e quis elogiar a mãe esforçada, o que a emocionou profundamente.

E exatamente como Aisha tinha previsto, ele viu algo especial nela.

Nem preciso dizer que a pessoa que ele conheceu foi este que vos serve, o pai do Bastián…

***************************************************************
AISHA E CALLIOPE

Depois dos nossos primeiros encontros, algo mudou em Aisha. Ela percebeu que, dentro do relacionamento idílico de mulher casada, David a deixava insatisfeita na intimidade.

Inconscientemente, se pegou comparando nossas virilidades, ficando evidente numa ocasião em que ela preparou salaminhos para o jantar e, em vez de prová-los, ficou contemplando eles em silêncio.
PDB 48 Aisha… (2)Só a Calíope percebeu essa mudança de atitude da mãe, então se ofereceu pra lavar a louça junto com ela. Foi nessa hora que ela falou de mim pela primeira vez.

Pra surpresa dela, Calíope deu apoio e confessou que também já tinha me conhecido, quando esbarrou comigo por acaso enquanto descia do quarto depois de chegar da faculdade.

Essa foi a primeira base da relação de cumplicidade que elas iam manter pelas costas do David.
MasturbacaoMesmo assim, as conversas constantes com as garotas e o fato de me ver dia após dia foram gerando mais ansiedade em Aisha. O sexo anal com David, que por anos tinha sido seu consolo, já não era mais suficiente.interracialEnquanto o marido dela bombava sem parar, Aisha se pegou fantasiando comigo e com o jeito que meus braços envolviam ela. Pior ainda foi que, antes que ela chegasse ao orgasmo, David já tinha gozado dentro dela, deixando ela com uma sensação insaciável entre as pernas. Foi assim que Aisha descobriu o prazer da punheta.

Com o passar dos dias, a vontade de meter ficou cada vez mais forte, a ponto de, depois de voltar da escola, Aisha se pegar batendo uma cada vez mais na cozinha, aproveitando que o marido dormia até o meio-dia. Nessa altura, a intimidade com David tinha acabado, resumindo-se a dar boquetes e punhetar ele, antes de sentir ele dentro dela e ele deixar ela insatisfeita.
masturbacao cubanaFoi numa dessas oportunidades em que ela se viu sozinha, se satisfazendo, que Calliope a surpreendeu. Aproveitando a banheira quente da academia de casa, ela entrou completamente pelada. Dizia que as vibrações e as bolhas dos jatos d'água fervendo faziam ela sentir ainda mais a própria necessidade.esposa infielFoi assim que Aisha começou a experimentar com uma das garrafas de água esquecidas da Calliope, usando como consolo.

Conforme ia gozando, seu corpo pedia mais. Ela foi enfiando a garrafa mais fundo lá dentro, enquanto massageava e estimulava seus lindos peitos cor de chocolate. Sentia os mamilos tão duros que achava que conseguiria quebrar diamantes.

Seus quadris começaram a se mover no próprio ritmo, facilitando o deslizamento da garrafa entre seus tecidos. A sensação era insuportável, mas ela precisava de mais. A cada estocada, a garrafa pressionava no ponto certo, com ondas de prazer percorrendo seu corpo.

Com um grito de libertação, ela gozou de novo, o corpo tremendo enquanto o orgasmo a dominava. Conforme as sensações começavam a passar, ela abriu os olhos, o olhar meio perdido de tanto prazer. Ainda sentia a garrafa lá dentro, mas já não dava o mesmo nível de satisfação.

De repente, ouviu o rangido da porta da academia. Estava meio aberta e do outro lado, encontrou a filha Calliope, toda chocada.

Meio vestida, saiu atrás dela, que tinha se refugiado no quarto. Por sorte, a filha deu abrigo pra mãe envergonhada e aproveitou pra se confessar, porque Aisha tinha medo de que, se não fizesse isso, ia acabar enlouquecendo.
infidelidade consentidaO fato de Calliope não ser virgem e ter experimentado na faculdade trouxe alívio pra ela. Ela conseguiu confessar pra filha todos os sentimentos que eu causava nela. Mais uma vez, Aisha ficou surpresa com o quanto Calliope era compreensiva.

E foi aí que Calliope confessou pra mãe que me achava gostoso. Que a primeira reação dela ao me ver foi pensar "Bom trabalho, mãe!" e que esse foi o primeiro momento em que ela considerou a possibilidade de me dividir com a filha.

Claro, a ideia chocou a filha. Mas a mãe, com mais experiência, contou que eu tenho um daqueles paus que fazem ela se molhar toda quando pensa em mim. Que fazem ela babar, sedenta pra chupar. E que, quando eu gozo dentro dela, explodo o mundo inteiro dela, algo que a vida jovem de Calliope provavelmente nunca tinha experimentado.

Mas foi então que Calliope ofereceu uma alternativa diferente: que, se ela precisasse de privacidade pra se masturbar, podia usar o quarto dela, já que Calliope passava o dia inteiro na faculdade...
***************************************************************************
Que inclusive, não se importava de me ver fazendo isso de novo... - confessou Aisha, me olhando entre enternecida e envergonhada.

A sacanagem de pensar em Calliope vendo a mãe se masturbar me deixou duro até o talo e Aisha também tinha percebido.

E sem me dar tempo de processar tudo, ela enfiou meu pau entre os peitos deliciosos dela.

Meus olhos foram pra trás, sentindo a pele quentinha dela me envolvendo, me deixando louco. Já tinha fantasiado com algo assim várias vezes, mas a realidade parecia melhor do que minha imaginação poderia esperar.

Aisha começou a apertar os peitos juntos, criando um canal celestial onde eu podia deslizar pra dentro e pra fora. Os bicos dos peitos dela roçavam minha ereção a cada movimento, me dando arrepios por toda a espinha. Aisha me observava atentamente, com os olhos cheios de uma mistura de amor, luxúria e um toque de posse.
PDB 48 Aisha… (2)A visão de vê-la tão confiante e sedutora era uma droga pra mim. Dava pra sentir como eu endurecia de novo, meu pau inchando entre os peitos dela.

A gente se movia junto, numa dança silenciosa de paixão, com nossos corpos falando uma língua própria que só eles entendiam. O quarto tava cheio da essência de sexo e desejo, um cheiro que parecia inundar até o ar.

Conforme eu me aproximava do orgasmo, a Aisha se aproximou, com os lábios morenos abertos na expectativa. Sabia que ela ia me provar de novo, engolir cada gota da minha gozada, saboreando minha própria essência.

Quando gozei, ela pegou tudo na boca, sem parar de me olhar. Engoliu meus fluidos com sede, o gosto salgado e grosso da minha porra banhando a língua dela.

Era como se ela declarasse o amor e o vício que tinha por mim, uma promessa silenciosa de que ela nunca teria o suficiente.

Nossos olhos se encontraram, enquanto ela limpava minha ereção com vontade. Mas pela hora e pelo sorriso dela, tava claro que ela não tinha tido o bastante…

E que me esperava ansiosa e gostosa no chuveiro…
Próximo post



Masturbacao



2 comentários - PDB 48 Aisha… (2)

Esperando 3ra parte
EXCELENTE !!!
Muchas gracias por comentar. Acabo de publicar la 3era parte. Espero que sea de tu agrado.