Esta história é a continuação de “Manipulando minha tia, dois comem ela no cinema”, nela conto como encontrei meus amigos fodendo minha mãe no carro do Yeray e como isso me levou a desejar fazer o mesmo.
Agora eu estava no carro segurando a mão da minha mãe enquanto meus amigos comiam ela sem consideração, de repente senti que me faltava o ar, em uma única tarde eu tinha falhado com as duas mulheres que mais amava na vida, a que me deu a vida e a que me acolheu em casa para eu poder estudar na universidade. Como eu tinha caído tão baixo?
Uma coisa é inventar um namorado virtual para fazer minha tia mais feliz, manipulando ela para transar comigo, e outra é entregá-la para dois desconhecidos comerem ela no banheiro de um cinema. Mas o que é mais grave, para conseguir isso eu entreguei minha própria mãe para os desgraçados e pervertidos dos meus colegas de universidade e agora tenho que ver com meus próprios olhos.
Enquanto Rayco e Mateo comiam ela de vez em quando, eu sentia uma forte dor no estômago que mal me deixava respirar, eu tinha que parar aquilo de qualquer jeito, saí do carro e tirei o Mateo de cima da minha mãe, Rayco começou a protestar, mas ao ver meu olhar de raiva se calou na hora.
Ajudei minha mãe a arrumar a roupa e abracei ela com força enquanto Yeray e minha tia se aproximavam para ver o que tinha acontecido. Minha tia Andrea me olhou triste e acariciou minha bochecha.
ANDREA// Como você está, querido? Não seja muito duro com ela, leva em conta o que ela sofreu ao saber do seu pai.
JAVIER// Fica tranquila Andrea, não sou ninguém para julgá-la.
Minha tia sorriu, se inclinou para me dar um beijo na bochecha e sussurrou no meu ouvido que por ser tão compreensivo eu teria meu prêmio quando voltasse para casa. Um prêmio? Porra, se ela soubesse quem era o responsável por aquilo nunca mais falaria comigo na vida.
Yeray me olhou e fez um gesto pedindo desculpas pelo que tinha acontecido. No final não Vai ser foda, meu amigo Yeray.
– Pensei.
No caminho, sentei atrás com a minha mãe, e ela me abraçou pedindo desculpas e dizendo pra eu não ficar bravo com o que tinha acontecido. Eu dei um selinho nela, algo que nunca teria coragem de fazer antes, e respondi que não se preocupasse, porque não importava o que fizesse, eu continuaria amando ela, e completei depois…
JAVIER // Além disso, não me surpreende que meus amigos percam a cabeça por você, eu também perderia, você não faz ideia de como é gostosa.
LORENA // Sério, meu amor? Que mentiroso! Com todas as mulheres jovens e bonitas que devem ter na faculdade.
JAVIER // Não, mãe, nenhuma como você.
Mesmo com sinais claros de que estava bêbada, ao ouvir minhas palavras, vi como ela se emocionou. Pegou minha mão e apertou contra o peito dela, por cima da blusa.
Minha mãe sempre foi muito recatada e nunca tinha se mostrado nua pra mim, então, ao vê-la uns dias antes pela webcam e agora ter contato com o peito dela, não consegui evitar ficar nervoso e excitado, o que fez meus dedos se moverem sem querer. Minha mão descansava sobre um dos peitos dela e, como ela não estava de sutiã, dava pra sentir claramente a aréola e o biquinho pequeno que a coroava. Eu olhava de canto, com medo de que ela me chamasse atenção pelo que eu tava fazendo, mas, em vez disso, vi ela sorrir pra mim e se recostar no meu ombro com carinho.
Nessa situação em que eu me encontrava, já não lembrava mais do que tinha acontecido minutos atrás com meus amigos, não sentia mais remorso pelo meu comportamento. Sabia que era errado, mas, ao acariciar disfarçadamente aquele peito, sentia uma vontade imensa de aproveitar aqueles seios tão lindos. Na minha mente, só via a imagem dela na frente da webcam me mostrando aquelas tetas deliciosas, com aréolas marrons e biquinhos pequenos.
Sem conseguir controlar meus instintos, deslizei a mão timidamente por todo o contorno do peito dela. Ela se mexeu um pouco, e eu me assustei. afastando a mão na hora, minha mãe aproximou os lábios do meu ouvido para sussurrar.
LORENA// Não se preocupa, amor, não tem problema nenhum você acariciar.
Aproximei meus lábios do ouvido dela e falei o quanto eu gostava dos peitos dela, ela sorriu de novo e se mexeu no banco, pegou minha mão na dela e colocou por baixo da blusa, depois apoiou a cabeça de novo no meu ombro. Na hora, passei a ponta dos dedos pela aréola, sentindo cada dobrinha e aspereza, deslizei suavemente pelo mamilo e vi ele crescer com meu toque enquanto minha mãe acelerava a respiração. Na mesma hora, minhas carícias ficaram mais ousadas e meus dedos rodearam os mamilos dela, beliscando sem vergonha.
LORENA// Seu safado.
Meus dedos apertavam cada vez mais forte os mamilos dela, do jeito que eu sabia que ela gostava, minhas conversas como cibernamorado da Andrea me davam uma vantagem enorme. De vez em quando, olhava pra Andrea pra ver se ela percebia o que tava rolando no banco de trás, mas ela ia conversando animada com o Yeray e não notava nada, então resolvi ir mais longe.
JAVIER// Por que você não deita e apoia a cabeça nas minhas pernas? Assim descansa melhor.
Minha mãe fez o que eu falei e apoiou a cabeça nas minhas pernas, minha tia virou pra ver o que a gente tava fazendo, mas fiz um sinal de que minha mãe tava cansada e pedi pra ela não falar, ela sorriu pra mim e virou pra continuar batendo papo com o Yeray.
Seguimos viagem e eu retomei as carícias por baixo da blusa da minha mãe, sem querer fiquei tão excitado que tinha um baita volume por baixo da calça. Vi ela olhando pra minha ereção mas não falou nada, então resolvi dar mais um passo.
Desci a outra mão e coloquei na perna dela, acariciando bem devagar, de vez em quando chegava até a beirada da saia e tirava, depois de alguns minutos e vendo que não tinha nenhuma reação negativa da parte dela, enfiei por baixo da saia deslizando pela parte interna da na perna dela, lancei outro olhar pra minha mãe e vi que ela não fazia nenhum movimento de desaprovação, então aumentei minha ousadia e passei os dedos pela borda da calcinha dela, mas sem tocar na buceta dela em momento algum.
Minha mãe continuava deitada sobre minhas pernas em completo silêncio, e minha mão deslizava por elas, me causando uma sensação muito gostosa, era como quando eu saía pela primeira vez com uma mina e começava a passar a mão nela, me lembrava aqueles momentos de tesão e incerteza em que você não sabe se ela vai deixar continuar ou vai te dar um tapa.
O nível de tesão em que eu estava me incentivava a ampliar minhas carícias, então passei meus dedos novamente de leve pela borda da calcinha dela, mas me aproximando perigosamente da buceta dela, dava pra sentir o volume do púbis dela e aquilo me deixava a mil, imaginava como seria o contato com a pele dela, com certeza seria quente e macia, pelo que tinha visto nas noites anteriores na webcam, eu sabia que os lábios dela eram rosados e não muito carnudos, sem pensar mais, passei suavemente meus dedos por cima da calcinha roçando a vulva dela. Ao fazer isso, senti ela estremecer e soltar um gemido baixinho. Porra, o que eu tô fazendo? – Pensei – Não sabia se continuava ou parava, era na minha mãe que eu tava passando a mão.
Ao vê-la tão indefesa e submissa, agi por impulso e minha mão subiu por cima do tecido da calcinha percorrendo o sulco dos lábios dela até chegar no clitóris, massageei de leve e fiz o caminho inverso até o cu dela. Sentia gotas de suor escorrendo pela minha testa e não sabia se era por causa do tesão ou do medo de que minha mãe me parasse e me chamasse de degenerado por tocá-la daquele jeito.
Sem me dar tempo de pensar, vi que, em vez de reagir de forma negativa, ela se aninhou em cima de mim abrindo ligeiramente as pernas e me dando mais liberdade pra acariciá-la. Já tinha ela onde queria, agora ela tava totalmente entregue e era a mulher dócil que eu desejava. Com suavidade Acariciei de novo a buceta dela por cima da calcinha, sem apertar pra não incomodar, e percebi que a xota dela tava toda ensopada. Ela se mexeu inquieta no banco, mas não impediu que eu continuasse com meus amassos, então repeti as carícias no clitóris dela, fazendo círculos pequenos com a ponta do dedo. Dava pra ver o peito dela subindo e descendo cada vez mais rápido, e os quadris se movendo num ritmo, como se ela tivesse transando.
Não acreditei! Tava passando a mão na minha mãe, e ela tinha se entregado às minhas carícias a ponto de me oferecer as partes mais íntimas dela. Era uma adrenalina danada, meus dedos percorriam os lábios dela por cima da calcinha, encharcando com os fluidos que atravessavam a peça inevitavelmente. Ela tava tão excitada que subia e descia os quadris num movimento cadenciado, enquanto os gemidos começavam a ficar audíveis.
Aí vi o Yeray ligar o rádio e colocar música. Levantei a vista e vi ele olhando pelo retrovisor, sem perder nenhum detalhe do que rolava no banco de trás. Quando vi por onde a gente tava, percebi que ele já tava dando voltas pela cidade há um tempão. Na hora, entendi que tinha tido um parceiro inesperado: ele tava atrasando a chegada e distraindo minha tia pra ganhar tempo pra eu me aproveitar da minha mãe. Sem dúvida, aquilo ia ter um preço, e isso começou a me preocupar.
Quando juntei coragem suficiente pra afastar a calcinha e acariciar sem nada no caminho a buceta da minha mãe, senti ela tremer e gozar com meus dedos ainda acariciando a vulva dela. Aí fiz um sinal pro meu amigo ir direto pra casa.
Quando o Yeray parou o carro, minha mãe saiu com toda naturalidade. A gente se despediu dele e subiu pra casa. Ela me abraçou forte e me deu um beijo na bochecha. Pouco depois, a Andrea veio no meu quarto, me abraçou, me deu um beijo na boca e agradeceu pelo jeito que eu tinha lidado com tudo. Comportado ao não fazer um escândalo quando peguei minha mãe transando com meus amigos, ela também me disse que teria que esperar meu prêmio outro dia porque naquela noite queria ficar com minha mãe para saber como ela estava depois de tudo que tinha acontecido. Eu disse que entendia e que ela teria tempo para me compensar. Ela me deu um beijo e se despediu, agradecendo por eu ter agido de forma tão madura.
Dentro do estado de nervosismo em que eu estava, aquelas últimas palavras me alegraram imensamente; pelo menos ia tirar algo positivo disso.
E agora? Como eu deveria agir? Eu tinha ultrapassado limites que nunca imaginei e estava numa situação da qual não sabia como sair. Uma coisa era manipular minha mãe pela webcam sem ela saber que era eu, e outra era acariciar a buceta dela abertamente como tinha feito no carro.
Não consegui dormir pensando em como agir no dia seguinte, mas principalmente como minha mãe agiria. Na noite anterior, ela estava bêbada e talvez não percebesse o que estava rolando, mas de manhã, já sóbria, era outra história. Devia pedir desculpas, partir pra cima dela, ou continuar manipulando ela como o cybernamorado da minha tia pra ver até onde conseguia ir?
Na manhã seguinte, fui pra Universidade antes delas acordarem e não parei de pensar o dia inteiro no que tinha feito com minha mãe no carro na noite anterior. Será que ela tava puta comigo? Como ela ia agir quando me visse? A reação dela me deixava seriamente preocupado. Com tantas dúvidas, liguei pra casa e disse que tinha que ficar estudando na facul e que chegaria na hora do jantar, mas pra ir direto pro meu quarto estudar.
Quando cheguei em casa à noite, vi as duas conversando tranquilamente e sem sinais de raiva de nenhuma. O que pude notar é que minha mãe desviava o olhar toda vez que nossos olhares se cruzavam. "Ainda bem!" – pensei – "pelo menos ela não me deu uma bronca."
Depois do jantar, disse que tinha que estudar, pra o que me trancaria no quarto e não queria que me incomodassem, isso me dava liberdade pra me conectar com a Andrea no meu papel de ciber namorado.
Às 10 horas me conectei e lá estava minha tia, com um sorriso enorme e vestida só com lingerie bem provocante.
ANDREA// Oi meu amor, tenho uma coisa muito importante pra te contar.
JAVIER// Fala, minha vida. O que você tem pra me contar?
ANDREA// Você não vai acreditar, mas ontem eu fiz o que você tanto queria, te prometi e cumpri.
Pela webcam dava pra ver que minha tia estava nervosa e excitada com o que ia contar pro ciber namorado dela.
ANDREA// Ontem à tarde minha irmã foi com os amigos do Javi tomar uns drinks, e eu aproveitei pra ir com ele ao cinema. Lembra que um dia a gente foi e um cara ficou olhando quando eu tava chupando meu sobrinho?
JAVIER// Sim, claro.
ANDREA// Então, a gente foi no mesmo cinema e quando estávamos sentados, meu sobrinho começou a me apalpar, aí um cara se aproximou e se juntou a ele. No começo fiquei meio assustada, mas quando eles começaram a meter a mão por baixo da minha calcinha e acariciar minha buceta, já não consegui me controlar e pedi pra eles me foderem na hora.
Dava pra ver que ela tava tão excitada contando que eu quis segurar um pouco pra ela não pular nenhum detalhe, queria saber o que mais tinha gostado ou se tava chateada com o que aconteceu.
JAVIER// Lá no cinema?
ANDREA// Sim, meu amor. Ufffff, você não sabe o tesão que eu tava, aquele cara tava chupando minha buceta e eu já não aguentava mais. O moleque falou pra gente ir pro banheiro e esperar ele, então eu e o Javi entramos num dos reservados masculinos, na hora ele chegou e a gente não parou mais. Enquanto eu chupava o pau do meu sobrinho, o outro se colocou atrás de mim e começou a me foder sem parar, você não sabe que sensação mais gostosa ter dois paus pra mim, podia chupar um enquanto sentia o outro penetrando minha buceta.
JAVIER// Então acho que você gozou rápido, né? ANDREA// Que nada, meu amor, o garoto gozou antes de mim e não me deu tempo.
JAVIER// Porra. E aí, o que você fez?
ANDREA// Você não vai acreditar, tinha um coroa ali olhando e a gente nem tinha percebido, eu tava morrendo de vergonha e queria vazar, mas meu sobrinho agiu rápido e pediu pra ele ocupar o lugar do outro. E sabe o que aconteceu?
JAVIER// O quê, meu amor?
ANDREA// Ele perguntou pro meu sobrinho quanto tinha que pagar pra me foder, achou que eu era uma puta!!
JAVIER// Não me fode!!
ANDREA// Sim, meu amor. Dá pra acreditar? No começo fiquei puta, mas quando vi a reação do coroa e do meu sobrinho, fiquei super excitada. Por isso, quando aquele desconhecido atrás de mim empurrou minhas costas com força e mandou eu me inclinar pra frente, apoiei minhas mãos no chão sabendo o que vinha.
JAVIER// Como? O que você fez, o quê?
ANDREA// Fiquei de quatro chupando a pica do meu sobrinho e esperando ansiosa que o outro enfiasse a dele e me fodesse até eu não aguentar mais. Senti ele levantar meu vestido todo e puxar minha calcinha até rasgar, depois tirou a pica da calça e, me segurando pela cintura, começou a esfregar uma e outra vez percorrendo o sulco da minha buceta, eu tava super quente e louca pra ser fodida, mas o filho da puta enfiava a cabecinha e tirava rápido sem deixar eu aproveitar. Aquilo me deixava doida e eu pedia pra ele meter de uma vez, mas o cara não fazia.
JAVIER// Que filho da puta!! E o que você fez?
ANDREA// Nada, não podia fazer nada, só esperar ele me foder, mas pra piorar o desgraçado começou a brincar comigo enfiando os dedos no meu cu, eu já não aguentava mais e implorava pra ele me foder de uma vez, mas mesmo assim ele não fazia. Quando finalmente começou a me foder e eu pude aproveitar, ele se afastou tirando a pica e me deixando na vontade.
JAVIER// E o que você pensou?
ANDREA// Ele tava me fazendo sofrer, mas tava conseguindo me deixar mais excitada do que nunca. tava, então quando ele me pediu pra deixar ele foder meu cu, não pensei duas vezes, pedi pra ele meter no meu cu de uma vez. E sabe o que aconteceu?
JAVIER// O que aconteceu, meu amor?
ANDREA// Que ele me deixou na mão de novo, em vez de foder meu cu, enfiou de uma vez na minha buceta e começou a me penetrar que nem um selvagem.
JAVIER// E doeu?
ANDREA// Dor? Qual nada! Ele meteu sem dificuldade, na hora lembrei de sensações que não sentia há anos e quis aproveitar o momento sem amarras nem frescura, pedi pra ele me foder com gosto e quando ele enfiou de novo, me contorci de prazer e comecei a rebolar de um jeito selvagem, chupando uma rola e enfiando a outra sem parar. Você não faz ideia do prazer que eu sentia, tinha dois paus à minha disposição e adorava tanto chupar um quanto ser fodida pelo outro. Quando meu sobrinho me segurou pelo cabelo e disse – “Agora engole tudo” – Levantei a vista, olhei nos olhos dele e abri bem a boca pra ele saber que não ia perder uma gota. Na hora vi ele apontar a cabecinha pra minha boca e jorrar um gozo que entrou direto na minha boca, falei que queria mais e ele soltou outra carga de porra que engoli de novo sem desperdiçar uma gota.
JAVIER// Porra, minha vida! Você tá me surpreendendo.
ANDREA// Quando senti a porra do meu sobrinho na boca, uma onda de calor tomou meu corpo e eu desejei que me fodessem com força, então comecei a provocar o coroa, precisava que ele me fodesse com vontade. E foi o que ele fez, deu uns tapas na minha bunda e enfiou um dedo no meu cu, fodendo meu rabo enquanto continuava enfiando no meu sexo com o pau dele, na hora eu gozei e pedi pra ele parar porque tava exausta, mas o filho da puta continuou enfiando o dedo no meu cu sabendo que eu tava ficando louca e me contorcendo de prazer.
JAVIER// Você gosta tanto assim?
ANDREA// Você não vai acreditar, com meu marido nunca fiz isso, mas agora é o que eu mais gosto, adoro que Me fodem no cu, então pedi uma e outra vez até que finalmente senti ele apertando o pau contra meu esfíncter e me penetrando, me dando um puta prazer. Depois, ele se apoiou nas minhas costas e se deixou cair, enfiando o pau todo no meu cu sem piedade. Cada vez que ele repetia isso, eu me segurava firme enquanto ele se levantava e esperava ansiosa ele cair de novo, enfiando o pau todo no meu buraquinho apertado.
JAVIER// Então você gosta de ser fodida com força?
ANDREA// Uffff. Amo, tava aproveitando como nunca, cada vez que ele batia na minha bunda, eu sentia ele enchendo meu cu com o pau. Na hora, gozei de novo de um jeito selvagem, e graças a Deus senti ele enchendo meu cu com o esperma. Se tivesse continuado mais um pouco, não sei se aguentava, tava exausta.
JAVIER// Ufff, é foda. E tudo isso você fez por mim?
ANDREA// Sim, meu amor, te prometi e cumpri, pra você ver o quanto te amo. Gostou? Você se tocou enquanto eu contava?
Minha tia me perguntou se eu tinha me tocado. Porra! Eu tinha batido duas punhetas. E tudo isso eu consegui manipulando ela pelo chat, não podia acreditar, mas era verdade. Minha tia era tão inocente que acreditava num namorado que não existia e fazia tudo que ele pedia. Eu tinha conseguido algo que nunca imaginei, mas agora tinha uma coisa clara: queria ela só pra mim.
JAVIER// Claro, meu amor, você me deixou com muito tesão. Tem que ser sempre assim e fazer o que eu pedir, desse jeito você me mostra seu amor. Você já sabe o quanto eu queria estar aí com você e ser eu quem te tocasse.
ANDREA// E eu também, meu amor, tô doida pra ter você comigo. Você não sabe o quanto quero te tocar, te beijar, foder com você. Quando você vier, não vamos sair da cama por uma semana, vou te deixar seco. Kkkk.
Vendo minha tia pela webcam de lingerie contando o que aconteceu, enquanto fazia gestos de tudo aquilo, fiquei motivado pra bater uma boa punheta, mas agora tinha que mudar de assunto. de conversa, precisava saber o que minha mãe achava do que tinha acontecido e até onde ela estava disposta a ir, então pedi pra ela chamar a irmã dela por um momento.
ANDREA// Minha irmã? Por que você quer falar com ela, não basta tudo que eu já fiz por você?
Eu via que minha tia estava quase chorando, mas precisava conversar com minha mãe, era importantíssimo fazer isso.
JAVIER// Não, meu amor, você não sabe o quanto eu tô feliz com você, foi a maior prova de amor que você podia dar por mim, acho que não tem outro homem com tanta sorte quanto eu, você é a mulher ideal e cada dia eu tô mais apaixonado por você, mas como sua irmã tá mal por causa do marido dela, quero animar ela um pouco.
Vi o rosto da Andrea se iluminar ao me ouvir.
ANDREA// Nossa, você é um amor, você que é bonzinho mesmo, se preocupa com todo mundo, espera um pouquinho que vou chamar ela.
Ela saiu do quarto e na mesma hora voltou com minha mãe, ela ficou na frente da webcam e me cumprimentou com um sorrisão. Pedi pra Andrea deixar a gente conversar um pouquinho a sós, ela piscou um olho pra mim e mandou um beijo antes de sair.
LORENA// Oi, namorado da minha irmã, não consigo te ver mas você deve ser um amor porque ela é muito feliz com você.
JAVIER// Oi, cunhada. Como foi ontem à noite? A Andrea me disse que você ficou com os amigos do seu filho.
LORENA// Uff, prefiro nem falar disso, acho que fiz uma coisa que vou me arrepender pelo resto da vida.
Ao ouvir isso, pensei que ela tava falando do que rolou no carro comigo, então fiquei preocupado e achei que a boa onda com minha mãe tinha acabado.
JAVIER// E por quê? O que você fez que tem que se arrepender? Tem a ver com seu filho?
LORENA// De certa forma, sim, ele me pegou com os amigos dele no meio da ação e acho que não gostou muito, embora tenha agido de um jeito que eu nunca esperava.
JAVIER// Mal ou bem?
LORENA// Bem, muito bem, em vez de ficar bravo e fazer um escândalo, ele me protegeu e foi muito carinhoso comigo, nunca tinha sido assim. tanto.
Precisava que ele me falasse sobre o que aconteceu no carro na volta, então tentei puxar o assunto pra ele me dizer o que sentiu naqueles momentos.
JAVIER // Mas carinhoso em que sentido? Ele te deu beijos, abraços?
LORENA // Sei lá, não foi algo específico, foi tudo no geral, ele me abraçou, me acariciou enquanto voltávamos no carro, gostei de tudo que ele fez.
Porra, não tinha jeito de fazê-lo falar sobre o que aconteceu, mas pelo menos já sabia que ele não tinha ficado bravo, e isso era bom.
JAVIER // Isso mostra que ele é um cara maduro.
LORENA // E muito maduro, fez algo que eu nunca imaginaria.
JAVIER // É? O que ele fez?
LORENA // Ufff, não sei se te conto, é meio pesado.
JAVIER // Ah, para de ser boba, você e eu temos confiança, já me contou coisas muito pesadas por esse chat, não acho que possa ser pior.
LORENA // Não, pior não. Bom, vou te contar, mas promete que não vai contar pra minha irmã?
Tava claro que o anonimato do chat era confortável pra ela e ajudava a contar pra um desconhecido as barbaridades que tinha feito na vida, e mais especificamente o que tinha feito na noite anterior com o filho.
JAVIER // Prometo.
LORENA // Então, quando a gente vinha no carro, eu me apoiei no ombro dele e passei a mão dele por cima do meu de forma inocente, o que aconteceu é que a mão dele ficou sobre meu peito, até aí tudo bem, mas aí vi que ele começou a mexer, acariciando uma das minhas tetas. Dá pra acreditar?
JAVIER // E te incomodou?
LORENA // Qual nada! Bom, no começo me senti meio sem graça, mas fiquei com vergonha de mandar ele parar depois de ver como ele tinha enfrentado os amigos pra me defender, e deixei ele continuar. Depois vi que ele foi se animando e cada vez me tocava com mais cara de pau. E sabe de uma coisa?
JAVIER // O quê?
LORENA // Porra, que eu gostei que ele fez isso, então fiquei mais à vontade e deixei ele tocar à vontade. No fim, ele tocar nas minhas tetas não é nada demais. Né?
Meu Deus! Isso era algo inesperado pra mim, em Em vez de ficar brava, ela tinha gostado do que eu fiz. Agora eu precisava saber se no futuro ela ia continuar deixando e até onde ela topava ir. Tinha que começar a manipulá-la já.
JAVIER // Tocar nos seus peitos não é nada demais, é só uma brincadeira entre mãe e filho.
LORENA // É o que eu penso, mas ele acabou tocando em algo a mais.
Quando ela disse isso, eu vi pela webcam que ela deu um sorrisinho safado.
LORENA // Depois ele enfiou a mão por baixo da minha saia e ficou acariciando minha perna.
JAVIER // Bom, isso também não é nada demais, é uma demonstração de carinho. Muitas mães adorariam que os filhos fossem carinhosos com elas, você não sabe a sorte que tem com o seu filho.
LORENA // É, verdade, ele é um menino muito bom. Mas tem mais uma coisa. Uffa, não sei se devo te contar isso.
JAVIER // Me contar o quê?
Eu tinha que forçar ela a contar o resto pra poder minimizar e fazer ela ver como algo quase normal.
LORENA // Pô, juro, não conta pra minha irmã, senão ela vai ficar muito puta comigo, você não sabe o moralista que ela é.
JAVIER // Já te falei que não vou contar nada, confia em mim.
LORENA // Bom, vou te contar. É que ele não só acariciou minha perna, teve uma hora que ele passou os dedos na minha calcinha e eu quase gozei ali mesmo. Eu sei, eu sei, não precisa me falar que isso é pecado e que é errado um filho tocar na mãe, mas ele era tão doce, me acariciava com tanto cuidado, que eu não consegui dizer não. Pelo contrário, eu tava morrendo de vontade que ele continuasse. O contato dos dedos dele com a minha buceta, mesmo por cima da calcinha, me excitou tanto que eu queria que ele puxasse a calcinha de lado e enfiasse os dedos pra dentro.
JAVIER // Então você gostou?
LORENA // Se eu gostei? Se a Andrea e o amigo dela não estivessem lá, acho que eu mesma teria tirado a calcinha. Eu sei que é uma loucura e não devia pensar essas coisas, mas foi tão carinhoso, tão sensível. E se você visse como ele afastou os amigos pra me tirar do carro! Pô, ele é um cavalheiro de verdade.
JAVIER// Você tem muita sorte com seu filho.
LORENA// É, verdade. Mas não sei se tá certo o que a gente fez.
Ele tinha me contado quase tudo, mas não tinha admitido que gozou com minhas carícias, talvez tivesse vergonha de chegar naquele ponto, mas não tinha mais dúvida, era hora de manipulá-la a meu favor.
JAVIER// Olha, cunhada, o que você fez não é errado, talvez tenha quem pense que não devia, mas é amor, é um jeito de mostrar o quanto vocês se amam. Certeza que ele te ama pra caralho e você também ama ele. O que tem de errado em vocês se acariciarem? É algo natural.
LORENA// Porra. É, natural. Tamo falando que ele quase fez uma punheta em mim.
JAVIER// E daí?
LORENA// Buceta, não é normal um filho fazer uma punheta na mãe, se acariciar até vai, mas ele tocou na minha buceta e acariciou meu clitóris.
JAVIER// E você gostou ou não gostou? Curtiu?
LORENA// Porra, sim, mais do que quando qualquer outro homem me tocou, foi algo especial.
JAVIER// Então qual é o problema? Você tem que ver como algo natural, na natureza os animais transam com os filhotes e não acontece nada, só nós humanos que criamos barreiras e frescuras. Agora, o que você devia fazer é mostrar pro seu filho que não teve nada de errado no que rolou, que ele fique tranquilo e veja como algo natural. E já sabe, agora é sua vez de fazer o mesmo por ele.
LORENA// Uff. Cê tá louco? O que ele vai pensar de mim?
Porra, ela não tinha respondido abertamente que não, o problema dela não era me tocar, era o que eu pudesse pensar dela. Já era! – pensei rápido – tem que empurrar ela pra dar o próximo passo.
JAVIER// Ele vai pensar que você é uma mãe foda e super moderna que não se deixa levar por convenções sociais. Como você era quando mais nova.
LORENA// É, verdade, na minha juventude eu teria me deixado levar sem me preocupar com nada.
JAVIER// Viu, essa é a atitude. Agora Promete que vai fazer isso.
LORENA// Fazer o quê?
JAVIER// Se soltar, ser você mesma, amanhã ser carinhosa com seu filho e mostrar pra ele que o que aconteceu ontem à noite não teve importância nenhuma, retribui o favor pra ele e toca nele também.
LORENA// Porra! Você sabe o que tá me pedindo? Não sei se vou conseguir, é muito pesado.
JAVIER// Vamos! Me promete. E amanhã à noite você entra um pouquinho e me conta, tô louco pra ver esse sorriso lindo pela câmera e ouvir o que você fez.
Ao ouvir minhas palavras, minha mãe sorriu abertamente pra webcam.
LORENA// Você realmente gostaria que eu fizesse isso? Não é uma aberração?
JAVIER// Aberração? Não fala besteira. E eu adoraria, adoraria pra caralho, só de pensar já fico doidão, você não sabe o quanto me excita a ideia de te ver aí me contando detalhadamente o que você fez.
LORENA// Porra, não é à toa que minha irmã é apaixonada por você, você é um amor.
JAVIER// Mas você vai fazer, né?
LORENA// Uffff, é que me dá uma vergonha danada.
JAVIER// Vamos, me promete que vai fazer por mim.
LORENA// Prometo, amanhã vou fazer e à noite te conto, mas não me deixa na mão.
JAVIER// Nunca, meu amor, sempre vou estar aqui pra você.
LORENA// Mas você tem que convencer minha irmã a me deixar conversar todo dia um pouquinho com você, eu preciso disso. Você vai fazer?
JAVIER// Te prometo, eu vou fazer, mas antes você tem que fazer algo por mim.
LORENA// Me pede o que você quiser.
JAVIER// Quero ver seus peitos de novo, na outra noite você me deixou babando, você tem umas tetas lindas.
LORENA// Só isso? Você pede pouco, amor.
Sem esperar um segundo, ela levantou a camiseta deixando à vista seus lindos peitos, se mexeu balançando eles e beliscou os mamilos, fazendo eles crescerem ao máximo.
JAVIER// Adoro, você tem umas tetas lindas, quero te ver toda noite assim, do jeito que você tá agora. Você vai fazer?
Minha mãe sorriu balançando a cabeça afirmativamente, me mandou um beijo pela webcam e saiu da Quarto pra procurar minha tia,
Eu não podia acreditar no que tinha acabado de acontecer. Sem ela saber, o próprio filho tinha convencido ela a se deixar tocar por ele e a tocar ele também. Mas o melhor é que ela tava mostrando sinais de estar apaixonada pelo cibernamorado da irmã dela. Tava caindo na mesma armadilha e, se tudo desse certo, eu podia manipular as duas e ter duas gostosas à minha disposição pra fazer o que eu quisesse.
Quando minha tia voltou, a gente teve uma sessão de cibersexo e, depois de gozar, fui dormir satisfeito com como o dia tinha se desenrolado. Com um pouco de sorte, tudo ia dar certo pra mim a partir daquele momento. Agora só faltava esperar pra ver se minha mãe ia cumprir a promessa no dia seguinte.
Agora eu estava no carro segurando a mão da minha mãe enquanto meus amigos comiam ela sem consideração, de repente senti que me faltava o ar, em uma única tarde eu tinha falhado com as duas mulheres que mais amava na vida, a que me deu a vida e a que me acolheu em casa para eu poder estudar na universidade. Como eu tinha caído tão baixo?
Uma coisa é inventar um namorado virtual para fazer minha tia mais feliz, manipulando ela para transar comigo, e outra é entregá-la para dois desconhecidos comerem ela no banheiro de um cinema. Mas o que é mais grave, para conseguir isso eu entreguei minha própria mãe para os desgraçados e pervertidos dos meus colegas de universidade e agora tenho que ver com meus próprios olhos.
Enquanto Rayco e Mateo comiam ela de vez em quando, eu sentia uma forte dor no estômago que mal me deixava respirar, eu tinha que parar aquilo de qualquer jeito, saí do carro e tirei o Mateo de cima da minha mãe, Rayco começou a protestar, mas ao ver meu olhar de raiva se calou na hora.
Ajudei minha mãe a arrumar a roupa e abracei ela com força enquanto Yeray e minha tia se aproximavam para ver o que tinha acontecido. Minha tia Andrea me olhou triste e acariciou minha bochecha.
ANDREA// Como você está, querido? Não seja muito duro com ela, leva em conta o que ela sofreu ao saber do seu pai.
JAVIER// Fica tranquila Andrea, não sou ninguém para julgá-la.
Minha tia sorriu, se inclinou para me dar um beijo na bochecha e sussurrou no meu ouvido que por ser tão compreensivo eu teria meu prêmio quando voltasse para casa. Um prêmio? Porra, se ela soubesse quem era o responsável por aquilo nunca mais falaria comigo na vida.
Yeray me olhou e fez um gesto pedindo desculpas pelo que tinha acontecido. No final não Vai ser foda, meu amigo Yeray.
– Pensei.
No caminho, sentei atrás com a minha mãe, e ela me abraçou pedindo desculpas e dizendo pra eu não ficar bravo com o que tinha acontecido. Eu dei um selinho nela, algo que nunca teria coragem de fazer antes, e respondi que não se preocupasse, porque não importava o que fizesse, eu continuaria amando ela, e completei depois…
JAVIER // Além disso, não me surpreende que meus amigos percam a cabeça por você, eu também perderia, você não faz ideia de como é gostosa.
LORENA // Sério, meu amor? Que mentiroso! Com todas as mulheres jovens e bonitas que devem ter na faculdade.
JAVIER // Não, mãe, nenhuma como você.
Mesmo com sinais claros de que estava bêbada, ao ouvir minhas palavras, vi como ela se emocionou. Pegou minha mão e apertou contra o peito dela, por cima da blusa.
Minha mãe sempre foi muito recatada e nunca tinha se mostrado nua pra mim, então, ao vê-la uns dias antes pela webcam e agora ter contato com o peito dela, não consegui evitar ficar nervoso e excitado, o que fez meus dedos se moverem sem querer. Minha mão descansava sobre um dos peitos dela e, como ela não estava de sutiã, dava pra sentir claramente a aréola e o biquinho pequeno que a coroava. Eu olhava de canto, com medo de que ela me chamasse atenção pelo que eu tava fazendo, mas, em vez disso, vi ela sorrir pra mim e se recostar no meu ombro com carinho.
Nessa situação em que eu me encontrava, já não lembrava mais do que tinha acontecido minutos atrás com meus amigos, não sentia mais remorso pelo meu comportamento. Sabia que era errado, mas, ao acariciar disfarçadamente aquele peito, sentia uma vontade imensa de aproveitar aqueles seios tão lindos. Na minha mente, só via a imagem dela na frente da webcam me mostrando aquelas tetas deliciosas, com aréolas marrons e biquinhos pequenos.
Sem conseguir controlar meus instintos, deslizei a mão timidamente por todo o contorno do peito dela. Ela se mexeu um pouco, e eu me assustei. afastando a mão na hora, minha mãe aproximou os lábios do meu ouvido para sussurrar.
LORENA// Não se preocupa, amor, não tem problema nenhum você acariciar.
Aproximei meus lábios do ouvido dela e falei o quanto eu gostava dos peitos dela, ela sorriu de novo e se mexeu no banco, pegou minha mão na dela e colocou por baixo da blusa, depois apoiou a cabeça de novo no meu ombro. Na hora, passei a ponta dos dedos pela aréola, sentindo cada dobrinha e aspereza, deslizei suavemente pelo mamilo e vi ele crescer com meu toque enquanto minha mãe acelerava a respiração. Na mesma hora, minhas carícias ficaram mais ousadas e meus dedos rodearam os mamilos dela, beliscando sem vergonha.
LORENA// Seu safado.
Meus dedos apertavam cada vez mais forte os mamilos dela, do jeito que eu sabia que ela gostava, minhas conversas como cibernamorado da Andrea me davam uma vantagem enorme. De vez em quando, olhava pra Andrea pra ver se ela percebia o que tava rolando no banco de trás, mas ela ia conversando animada com o Yeray e não notava nada, então resolvi ir mais longe.
JAVIER// Por que você não deita e apoia a cabeça nas minhas pernas? Assim descansa melhor.
Minha mãe fez o que eu falei e apoiou a cabeça nas minhas pernas, minha tia virou pra ver o que a gente tava fazendo, mas fiz um sinal de que minha mãe tava cansada e pedi pra ela não falar, ela sorriu pra mim e virou pra continuar batendo papo com o Yeray.
Seguimos viagem e eu retomei as carícias por baixo da blusa da minha mãe, sem querer fiquei tão excitado que tinha um baita volume por baixo da calça. Vi ela olhando pra minha ereção mas não falou nada, então resolvi dar mais um passo.
Desci a outra mão e coloquei na perna dela, acariciando bem devagar, de vez em quando chegava até a beirada da saia e tirava, depois de alguns minutos e vendo que não tinha nenhuma reação negativa da parte dela, enfiei por baixo da saia deslizando pela parte interna da na perna dela, lancei outro olhar pra minha mãe e vi que ela não fazia nenhum movimento de desaprovação, então aumentei minha ousadia e passei os dedos pela borda da calcinha dela, mas sem tocar na buceta dela em momento algum.
Minha mãe continuava deitada sobre minhas pernas em completo silêncio, e minha mão deslizava por elas, me causando uma sensação muito gostosa, era como quando eu saía pela primeira vez com uma mina e começava a passar a mão nela, me lembrava aqueles momentos de tesão e incerteza em que você não sabe se ela vai deixar continuar ou vai te dar um tapa.
O nível de tesão em que eu estava me incentivava a ampliar minhas carícias, então passei meus dedos novamente de leve pela borda da calcinha dela, mas me aproximando perigosamente da buceta dela, dava pra sentir o volume do púbis dela e aquilo me deixava a mil, imaginava como seria o contato com a pele dela, com certeza seria quente e macia, pelo que tinha visto nas noites anteriores na webcam, eu sabia que os lábios dela eram rosados e não muito carnudos, sem pensar mais, passei suavemente meus dedos por cima da calcinha roçando a vulva dela. Ao fazer isso, senti ela estremecer e soltar um gemido baixinho. Porra, o que eu tô fazendo? – Pensei – Não sabia se continuava ou parava, era na minha mãe que eu tava passando a mão.
Ao vê-la tão indefesa e submissa, agi por impulso e minha mão subiu por cima do tecido da calcinha percorrendo o sulco dos lábios dela até chegar no clitóris, massageei de leve e fiz o caminho inverso até o cu dela. Sentia gotas de suor escorrendo pela minha testa e não sabia se era por causa do tesão ou do medo de que minha mãe me parasse e me chamasse de degenerado por tocá-la daquele jeito.
Sem me dar tempo de pensar, vi que, em vez de reagir de forma negativa, ela se aninhou em cima de mim abrindo ligeiramente as pernas e me dando mais liberdade pra acariciá-la. Já tinha ela onde queria, agora ela tava totalmente entregue e era a mulher dócil que eu desejava. Com suavidade Acariciei de novo a buceta dela por cima da calcinha, sem apertar pra não incomodar, e percebi que a xota dela tava toda ensopada. Ela se mexeu inquieta no banco, mas não impediu que eu continuasse com meus amassos, então repeti as carícias no clitóris dela, fazendo círculos pequenos com a ponta do dedo. Dava pra ver o peito dela subindo e descendo cada vez mais rápido, e os quadris se movendo num ritmo, como se ela tivesse transando.
Não acreditei! Tava passando a mão na minha mãe, e ela tinha se entregado às minhas carícias a ponto de me oferecer as partes mais íntimas dela. Era uma adrenalina danada, meus dedos percorriam os lábios dela por cima da calcinha, encharcando com os fluidos que atravessavam a peça inevitavelmente. Ela tava tão excitada que subia e descia os quadris num movimento cadenciado, enquanto os gemidos começavam a ficar audíveis.
Aí vi o Yeray ligar o rádio e colocar música. Levantei a vista e vi ele olhando pelo retrovisor, sem perder nenhum detalhe do que rolava no banco de trás. Quando vi por onde a gente tava, percebi que ele já tava dando voltas pela cidade há um tempão. Na hora, entendi que tinha tido um parceiro inesperado: ele tava atrasando a chegada e distraindo minha tia pra ganhar tempo pra eu me aproveitar da minha mãe. Sem dúvida, aquilo ia ter um preço, e isso começou a me preocupar.
Quando juntei coragem suficiente pra afastar a calcinha e acariciar sem nada no caminho a buceta da minha mãe, senti ela tremer e gozar com meus dedos ainda acariciando a vulva dela. Aí fiz um sinal pro meu amigo ir direto pra casa.
Quando o Yeray parou o carro, minha mãe saiu com toda naturalidade. A gente se despediu dele e subiu pra casa. Ela me abraçou forte e me deu um beijo na bochecha. Pouco depois, a Andrea veio no meu quarto, me abraçou, me deu um beijo na boca e agradeceu pelo jeito que eu tinha lidado com tudo. Comportado ao não fazer um escândalo quando peguei minha mãe transando com meus amigos, ela também me disse que teria que esperar meu prêmio outro dia porque naquela noite queria ficar com minha mãe para saber como ela estava depois de tudo que tinha acontecido. Eu disse que entendia e que ela teria tempo para me compensar. Ela me deu um beijo e se despediu, agradecendo por eu ter agido de forma tão madura.
Dentro do estado de nervosismo em que eu estava, aquelas últimas palavras me alegraram imensamente; pelo menos ia tirar algo positivo disso.
E agora? Como eu deveria agir? Eu tinha ultrapassado limites que nunca imaginei e estava numa situação da qual não sabia como sair. Uma coisa era manipular minha mãe pela webcam sem ela saber que era eu, e outra era acariciar a buceta dela abertamente como tinha feito no carro.
Não consegui dormir pensando em como agir no dia seguinte, mas principalmente como minha mãe agiria. Na noite anterior, ela estava bêbada e talvez não percebesse o que estava rolando, mas de manhã, já sóbria, era outra história. Devia pedir desculpas, partir pra cima dela, ou continuar manipulando ela como o cybernamorado da minha tia pra ver até onde conseguia ir?
Na manhã seguinte, fui pra Universidade antes delas acordarem e não parei de pensar o dia inteiro no que tinha feito com minha mãe no carro na noite anterior. Será que ela tava puta comigo? Como ela ia agir quando me visse? A reação dela me deixava seriamente preocupado. Com tantas dúvidas, liguei pra casa e disse que tinha que ficar estudando na facul e que chegaria na hora do jantar, mas pra ir direto pro meu quarto estudar.
Quando cheguei em casa à noite, vi as duas conversando tranquilamente e sem sinais de raiva de nenhuma. O que pude notar é que minha mãe desviava o olhar toda vez que nossos olhares se cruzavam. "Ainda bem!" – pensei – "pelo menos ela não me deu uma bronca."
Depois do jantar, disse que tinha que estudar, pra o que me trancaria no quarto e não queria que me incomodassem, isso me dava liberdade pra me conectar com a Andrea no meu papel de ciber namorado.
Às 10 horas me conectei e lá estava minha tia, com um sorriso enorme e vestida só com lingerie bem provocante.
ANDREA// Oi meu amor, tenho uma coisa muito importante pra te contar.
JAVIER// Fala, minha vida. O que você tem pra me contar?
ANDREA// Você não vai acreditar, mas ontem eu fiz o que você tanto queria, te prometi e cumpri.
Pela webcam dava pra ver que minha tia estava nervosa e excitada com o que ia contar pro ciber namorado dela.
ANDREA// Ontem à tarde minha irmã foi com os amigos do Javi tomar uns drinks, e eu aproveitei pra ir com ele ao cinema. Lembra que um dia a gente foi e um cara ficou olhando quando eu tava chupando meu sobrinho?
JAVIER// Sim, claro.
ANDREA// Então, a gente foi no mesmo cinema e quando estávamos sentados, meu sobrinho começou a me apalpar, aí um cara se aproximou e se juntou a ele. No começo fiquei meio assustada, mas quando eles começaram a meter a mão por baixo da minha calcinha e acariciar minha buceta, já não consegui me controlar e pedi pra eles me foderem na hora.
Dava pra ver que ela tava tão excitada contando que eu quis segurar um pouco pra ela não pular nenhum detalhe, queria saber o que mais tinha gostado ou se tava chateada com o que aconteceu.
JAVIER// Lá no cinema?
ANDREA// Sim, meu amor. Ufffff, você não sabe o tesão que eu tava, aquele cara tava chupando minha buceta e eu já não aguentava mais. O moleque falou pra gente ir pro banheiro e esperar ele, então eu e o Javi entramos num dos reservados masculinos, na hora ele chegou e a gente não parou mais. Enquanto eu chupava o pau do meu sobrinho, o outro se colocou atrás de mim e começou a me foder sem parar, você não sabe que sensação mais gostosa ter dois paus pra mim, podia chupar um enquanto sentia o outro penetrando minha buceta.
JAVIER// Então acho que você gozou rápido, né? ANDREA// Que nada, meu amor, o garoto gozou antes de mim e não me deu tempo.
JAVIER// Porra. E aí, o que você fez?
ANDREA// Você não vai acreditar, tinha um coroa ali olhando e a gente nem tinha percebido, eu tava morrendo de vergonha e queria vazar, mas meu sobrinho agiu rápido e pediu pra ele ocupar o lugar do outro. E sabe o que aconteceu?
JAVIER// O quê, meu amor?
ANDREA// Ele perguntou pro meu sobrinho quanto tinha que pagar pra me foder, achou que eu era uma puta!!
JAVIER// Não me fode!!
ANDREA// Sim, meu amor. Dá pra acreditar? No começo fiquei puta, mas quando vi a reação do coroa e do meu sobrinho, fiquei super excitada. Por isso, quando aquele desconhecido atrás de mim empurrou minhas costas com força e mandou eu me inclinar pra frente, apoiei minhas mãos no chão sabendo o que vinha.
JAVIER// Como? O que você fez, o quê?
ANDREA// Fiquei de quatro chupando a pica do meu sobrinho e esperando ansiosa que o outro enfiasse a dele e me fodesse até eu não aguentar mais. Senti ele levantar meu vestido todo e puxar minha calcinha até rasgar, depois tirou a pica da calça e, me segurando pela cintura, começou a esfregar uma e outra vez percorrendo o sulco da minha buceta, eu tava super quente e louca pra ser fodida, mas o filho da puta enfiava a cabecinha e tirava rápido sem deixar eu aproveitar. Aquilo me deixava doida e eu pedia pra ele meter de uma vez, mas o cara não fazia.
JAVIER// Que filho da puta!! E o que você fez?
ANDREA// Nada, não podia fazer nada, só esperar ele me foder, mas pra piorar o desgraçado começou a brincar comigo enfiando os dedos no meu cu, eu já não aguentava mais e implorava pra ele me foder de uma vez, mas mesmo assim ele não fazia. Quando finalmente começou a me foder e eu pude aproveitar, ele se afastou tirando a pica e me deixando na vontade.
JAVIER// E o que você pensou?
ANDREA// Ele tava me fazendo sofrer, mas tava conseguindo me deixar mais excitada do que nunca. tava, então quando ele me pediu pra deixar ele foder meu cu, não pensei duas vezes, pedi pra ele meter no meu cu de uma vez. E sabe o que aconteceu?
JAVIER// O que aconteceu, meu amor?
ANDREA// Que ele me deixou na mão de novo, em vez de foder meu cu, enfiou de uma vez na minha buceta e começou a me penetrar que nem um selvagem.
JAVIER// E doeu?
ANDREA// Dor? Qual nada! Ele meteu sem dificuldade, na hora lembrei de sensações que não sentia há anos e quis aproveitar o momento sem amarras nem frescura, pedi pra ele me foder com gosto e quando ele enfiou de novo, me contorci de prazer e comecei a rebolar de um jeito selvagem, chupando uma rola e enfiando a outra sem parar. Você não faz ideia do prazer que eu sentia, tinha dois paus à minha disposição e adorava tanto chupar um quanto ser fodida pelo outro. Quando meu sobrinho me segurou pelo cabelo e disse – “Agora engole tudo” – Levantei a vista, olhei nos olhos dele e abri bem a boca pra ele saber que não ia perder uma gota. Na hora vi ele apontar a cabecinha pra minha boca e jorrar um gozo que entrou direto na minha boca, falei que queria mais e ele soltou outra carga de porra que engoli de novo sem desperdiçar uma gota.
JAVIER// Porra, minha vida! Você tá me surpreendendo.
ANDREA// Quando senti a porra do meu sobrinho na boca, uma onda de calor tomou meu corpo e eu desejei que me fodessem com força, então comecei a provocar o coroa, precisava que ele me fodesse com vontade. E foi o que ele fez, deu uns tapas na minha bunda e enfiou um dedo no meu cu, fodendo meu rabo enquanto continuava enfiando no meu sexo com o pau dele, na hora eu gozei e pedi pra ele parar porque tava exausta, mas o filho da puta continuou enfiando o dedo no meu cu sabendo que eu tava ficando louca e me contorcendo de prazer.
JAVIER// Você gosta tanto assim?
ANDREA// Você não vai acreditar, com meu marido nunca fiz isso, mas agora é o que eu mais gosto, adoro que Me fodem no cu, então pedi uma e outra vez até que finalmente senti ele apertando o pau contra meu esfíncter e me penetrando, me dando um puta prazer. Depois, ele se apoiou nas minhas costas e se deixou cair, enfiando o pau todo no meu cu sem piedade. Cada vez que ele repetia isso, eu me segurava firme enquanto ele se levantava e esperava ansiosa ele cair de novo, enfiando o pau todo no meu buraquinho apertado.
JAVIER// Então você gosta de ser fodida com força?
ANDREA// Uffff. Amo, tava aproveitando como nunca, cada vez que ele batia na minha bunda, eu sentia ele enchendo meu cu com o pau. Na hora, gozei de novo de um jeito selvagem, e graças a Deus senti ele enchendo meu cu com o esperma. Se tivesse continuado mais um pouco, não sei se aguentava, tava exausta.
JAVIER// Ufff, é foda. E tudo isso você fez por mim?
ANDREA// Sim, meu amor, te prometi e cumpri, pra você ver o quanto te amo. Gostou? Você se tocou enquanto eu contava?
Minha tia me perguntou se eu tinha me tocado. Porra! Eu tinha batido duas punhetas. E tudo isso eu consegui manipulando ela pelo chat, não podia acreditar, mas era verdade. Minha tia era tão inocente que acreditava num namorado que não existia e fazia tudo que ele pedia. Eu tinha conseguido algo que nunca imaginei, mas agora tinha uma coisa clara: queria ela só pra mim.
JAVIER// Claro, meu amor, você me deixou com muito tesão. Tem que ser sempre assim e fazer o que eu pedir, desse jeito você me mostra seu amor. Você já sabe o quanto eu queria estar aí com você e ser eu quem te tocasse.
ANDREA// E eu também, meu amor, tô doida pra ter você comigo. Você não sabe o quanto quero te tocar, te beijar, foder com você. Quando você vier, não vamos sair da cama por uma semana, vou te deixar seco. Kkkk.
Vendo minha tia pela webcam de lingerie contando o que aconteceu, enquanto fazia gestos de tudo aquilo, fiquei motivado pra bater uma boa punheta, mas agora tinha que mudar de assunto. de conversa, precisava saber o que minha mãe achava do que tinha acontecido e até onde ela estava disposta a ir, então pedi pra ela chamar a irmã dela por um momento.
ANDREA// Minha irmã? Por que você quer falar com ela, não basta tudo que eu já fiz por você?
Eu via que minha tia estava quase chorando, mas precisava conversar com minha mãe, era importantíssimo fazer isso.
JAVIER// Não, meu amor, você não sabe o quanto eu tô feliz com você, foi a maior prova de amor que você podia dar por mim, acho que não tem outro homem com tanta sorte quanto eu, você é a mulher ideal e cada dia eu tô mais apaixonado por você, mas como sua irmã tá mal por causa do marido dela, quero animar ela um pouco.
Vi o rosto da Andrea se iluminar ao me ouvir.
ANDREA// Nossa, você é um amor, você que é bonzinho mesmo, se preocupa com todo mundo, espera um pouquinho que vou chamar ela.
Ela saiu do quarto e na mesma hora voltou com minha mãe, ela ficou na frente da webcam e me cumprimentou com um sorrisão. Pedi pra Andrea deixar a gente conversar um pouquinho a sós, ela piscou um olho pra mim e mandou um beijo antes de sair.
LORENA// Oi, namorado da minha irmã, não consigo te ver mas você deve ser um amor porque ela é muito feliz com você.
JAVIER// Oi, cunhada. Como foi ontem à noite? A Andrea me disse que você ficou com os amigos do seu filho.
LORENA// Uff, prefiro nem falar disso, acho que fiz uma coisa que vou me arrepender pelo resto da vida.
Ao ouvir isso, pensei que ela tava falando do que rolou no carro comigo, então fiquei preocupado e achei que a boa onda com minha mãe tinha acabado.
JAVIER// E por quê? O que você fez que tem que se arrepender? Tem a ver com seu filho?
LORENA// De certa forma, sim, ele me pegou com os amigos dele no meio da ação e acho que não gostou muito, embora tenha agido de um jeito que eu nunca esperava.
JAVIER// Mal ou bem?
LORENA// Bem, muito bem, em vez de ficar bravo e fazer um escândalo, ele me protegeu e foi muito carinhoso comigo, nunca tinha sido assim. tanto.
Precisava que ele me falasse sobre o que aconteceu no carro na volta, então tentei puxar o assunto pra ele me dizer o que sentiu naqueles momentos.
JAVIER // Mas carinhoso em que sentido? Ele te deu beijos, abraços?
LORENA // Sei lá, não foi algo específico, foi tudo no geral, ele me abraçou, me acariciou enquanto voltávamos no carro, gostei de tudo que ele fez.
Porra, não tinha jeito de fazê-lo falar sobre o que aconteceu, mas pelo menos já sabia que ele não tinha ficado bravo, e isso era bom.
JAVIER // Isso mostra que ele é um cara maduro.
LORENA // E muito maduro, fez algo que eu nunca imaginaria.
JAVIER // É? O que ele fez?
LORENA // Ufff, não sei se te conto, é meio pesado.
JAVIER // Ah, para de ser boba, você e eu temos confiança, já me contou coisas muito pesadas por esse chat, não acho que possa ser pior.
LORENA // Não, pior não. Bom, vou te contar, mas promete que não vai contar pra minha irmã?
Tava claro que o anonimato do chat era confortável pra ela e ajudava a contar pra um desconhecido as barbaridades que tinha feito na vida, e mais especificamente o que tinha feito na noite anterior com o filho.
JAVIER // Prometo.
LORENA // Então, quando a gente vinha no carro, eu me apoiei no ombro dele e passei a mão dele por cima do meu de forma inocente, o que aconteceu é que a mão dele ficou sobre meu peito, até aí tudo bem, mas aí vi que ele começou a mexer, acariciando uma das minhas tetas. Dá pra acreditar?
JAVIER // E te incomodou?
LORENA // Qual nada! Bom, no começo me senti meio sem graça, mas fiquei com vergonha de mandar ele parar depois de ver como ele tinha enfrentado os amigos pra me defender, e deixei ele continuar. Depois vi que ele foi se animando e cada vez me tocava com mais cara de pau. E sabe de uma coisa?
JAVIER // O quê?
LORENA // Porra, que eu gostei que ele fez isso, então fiquei mais à vontade e deixei ele tocar à vontade. No fim, ele tocar nas minhas tetas não é nada demais. Né?
Meu Deus! Isso era algo inesperado pra mim, em Em vez de ficar brava, ela tinha gostado do que eu fiz. Agora eu precisava saber se no futuro ela ia continuar deixando e até onde ela topava ir. Tinha que começar a manipulá-la já.
JAVIER // Tocar nos seus peitos não é nada demais, é só uma brincadeira entre mãe e filho.
LORENA // É o que eu penso, mas ele acabou tocando em algo a mais.
Quando ela disse isso, eu vi pela webcam que ela deu um sorrisinho safado.
LORENA // Depois ele enfiou a mão por baixo da minha saia e ficou acariciando minha perna.
JAVIER // Bom, isso também não é nada demais, é uma demonstração de carinho. Muitas mães adorariam que os filhos fossem carinhosos com elas, você não sabe a sorte que tem com o seu filho.
LORENA // É, verdade, ele é um menino muito bom. Mas tem mais uma coisa. Uffa, não sei se devo te contar isso.
JAVIER // Me contar o quê?
Eu tinha que forçar ela a contar o resto pra poder minimizar e fazer ela ver como algo quase normal.
LORENA // Pô, juro, não conta pra minha irmã, senão ela vai ficar muito puta comigo, você não sabe o moralista que ela é.
JAVIER // Já te falei que não vou contar nada, confia em mim.
LORENA // Bom, vou te contar. É que ele não só acariciou minha perna, teve uma hora que ele passou os dedos na minha calcinha e eu quase gozei ali mesmo. Eu sei, eu sei, não precisa me falar que isso é pecado e que é errado um filho tocar na mãe, mas ele era tão doce, me acariciava com tanto cuidado, que eu não consegui dizer não. Pelo contrário, eu tava morrendo de vontade que ele continuasse. O contato dos dedos dele com a minha buceta, mesmo por cima da calcinha, me excitou tanto que eu queria que ele puxasse a calcinha de lado e enfiasse os dedos pra dentro.
JAVIER // Então você gostou?
LORENA // Se eu gostei? Se a Andrea e o amigo dela não estivessem lá, acho que eu mesma teria tirado a calcinha. Eu sei que é uma loucura e não devia pensar essas coisas, mas foi tão carinhoso, tão sensível. E se você visse como ele afastou os amigos pra me tirar do carro! Pô, ele é um cavalheiro de verdade.
JAVIER// Você tem muita sorte com seu filho.
LORENA// É, verdade. Mas não sei se tá certo o que a gente fez.
Ele tinha me contado quase tudo, mas não tinha admitido que gozou com minhas carícias, talvez tivesse vergonha de chegar naquele ponto, mas não tinha mais dúvida, era hora de manipulá-la a meu favor.
JAVIER// Olha, cunhada, o que você fez não é errado, talvez tenha quem pense que não devia, mas é amor, é um jeito de mostrar o quanto vocês se amam. Certeza que ele te ama pra caralho e você também ama ele. O que tem de errado em vocês se acariciarem? É algo natural.
LORENA// Porra. É, natural. Tamo falando que ele quase fez uma punheta em mim.
JAVIER// E daí?
LORENA// Buceta, não é normal um filho fazer uma punheta na mãe, se acariciar até vai, mas ele tocou na minha buceta e acariciou meu clitóris.
JAVIER// E você gostou ou não gostou? Curtiu?
LORENA// Porra, sim, mais do que quando qualquer outro homem me tocou, foi algo especial.
JAVIER// Então qual é o problema? Você tem que ver como algo natural, na natureza os animais transam com os filhotes e não acontece nada, só nós humanos que criamos barreiras e frescuras. Agora, o que você devia fazer é mostrar pro seu filho que não teve nada de errado no que rolou, que ele fique tranquilo e veja como algo natural. E já sabe, agora é sua vez de fazer o mesmo por ele.
LORENA// Uff. Cê tá louco? O que ele vai pensar de mim?
Porra, ela não tinha respondido abertamente que não, o problema dela não era me tocar, era o que eu pudesse pensar dela. Já era! – pensei rápido – tem que empurrar ela pra dar o próximo passo.
JAVIER// Ele vai pensar que você é uma mãe foda e super moderna que não se deixa levar por convenções sociais. Como você era quando mais nova.
LORENA// É, verdade, na minha juventude eu teria me deixado levar sem me preocupar com nada.
JAVIER// Viu, essa é a atitude. Agora Promete que vai fazer isso.
LORENA// Fazer o quê?
JAVIER// Se soltar, ser você mesma, amanhã ser carinhosa com seu filho e mostrar pra ele que o que aconteceu ontem à noite não teve importância nenhuma, retribui o favor pra ele e toca nele também.
LORENA// Porra! Você sabe o que tá me pedindo? Não sei se vou conseguir, é muito pesado.
JAVIER// Vamos! Me promete. E amanhã à noite você entra um pouquinho e me conta, tô louco pra ver esse sorriso lindo pela câmera e ouvir o que você fez.
Ao ouvir minhas palavras, minha mãe sorriu abertamente pra webcam.
LORENA// Você realmente gostaria que eu fizesse isso? Não é uma aberração?
JAVIER// Aberração? Não fala besteira. E eu adoraria, adoraria pra caralho, só de pensar já fico doidão, você não sabe o quanto me excita a ideia de te ver aí me contando detalhadamente o que você fez.
LORENA// Porra, não é à toa que minha irmã é apaixonada por você, você é um amor.
JAVIER// Mas você vai fazer, né?
LORENA// Uffff, é que me dá uma vergonha danada.
JAVIER// Vamos, me promete que vai fazer por mim.
LORENA// Prometo, amanhã vou fazer e à noite te conto, mas não me deixa na mão.
JAVIER// Nunca, meu amor, sempre vou estar aqui pra você.
LORENA// Mas você tem que convencer minha irmã a me deixar conversar todo dia um pouquinho com você, eu preciso disso. Você vai fazer?
JAVIER// Te prometo, eu vou fazer, mas antes você tem que fazer algo por mim.
LORENA// Me pede o que você quiser.
JAVIER// Quero ver seus peitos de novo, na outra noite você me deixou babando, você tem umas tetas lindas.
LORENA// Só isso? Você pede pouco, amor.
Sem esperar um segundo, ela levantou a camiseta deixando à vista seus lindos peitos, se mexeu balançando eles e beliscou os mamilos, fazendo eles crescerem ao máximo.
JAVIER// Adoro, você tem umas tetas lindas, quero te ver toda noite assim, do jeito que você tá agora. Você vai fazer?
Minha mãe sorriu balançando a cabeça afirmativamente, me mandou um beijo pela webcam e saiu da Quarto pra procurar minha tia,
Eu não podia acreditar no que tinha acabado de acontecer. Sem ela saber, o próprio filho tinha convencido ela a se deixar tocar por ele e a tocar ele também. Mas o melhor é que ela tava mostrando sinais de estar apaixonada pelo cibernamorado da irmã dela. Tava caindo na mesma armadilha e, se tudo desse certo, eu podia manipular as duas e ter duas gostosas à minha disposição pra fazer o que eu quisesse.
Quando minha tia voltou, a gente teve uma sessão de cibersexo e, depois de gozar, fui dormir satisfeito com como o dia tinha se desenrolado. Com um pouco de sorte, tudo ia dar certo pra mim a partir daquele momento. Agora só faltava esperar pra ver se minha mãe ia cumprir a promessa no dia seguinte.
3 comentários - MaMT 10: Arrependimento e vontade de foder minha mãe