Amor à Primeira Bucetada (Kinoko Komori) #2

Amor à Primeira Bucetada (Kinoko Komori) #2O grupo de amigas formado por Kinoko, Itsuka, Setsuna, Reiko e Pony estava na frente do restaurante chamado "O Buffet do Mundo".
Itsuka: Que nome curioso...
Setsuna: É chamativo... Vamos.

Ao entrar, viram que alguns dos garçons tinham algo representativo de algum país.
Por exemplo... México: um chapéu de mariachi e pintura nas bochechas; Estados Unidos: uma coroa como a Estátua da Liberdade; Espanha: um chapéu de toureiro. Etc., etc.

Recepcionista: Bem-vindas... Têm reserva?
Reiko: Mesa para cinco... (Entrega um papel)
Recepcionista: Obrigada... Sigam-me, por favor.

Foram levadas ao terraço, onde havia uma vista incrível para o céu... Além de ser decorado com lindas luzes amarelas.
Recepcionista: Aqui está a mesa de vocês... Daqui a pouco alguém vem atendê-las.
Itsuka: Obrigada...
Setsuna: Agora... Como é que você sabe que eles são primos?
Kinoko: Ah... É que ele me chamou pra sair, e eu disse que ia sair com a Yui, e aí ele caiu na risada...
Pony: {Ele também nos contou...}
Itsuka: Mas ele te chamou pra sair... Não te vejo animada.
Kinoko: O quê?... Tô mais nervosa do que animada.
Setsuna: Deixa a gente te ajudar e você conquista ele rapidinho.

??? : Boa tarde... Aqui está o cardápio de vocês... (Colocando na mesa)
Setsuna: Obrigada... E... Oh (Olhando pro garçom)
Itsuka: Ei... Kinoko
Kinoko: O que foi?... (Olha pro garçom) Midoriya?!
Izuku: Que coincidência vocês estarem aqui...
Reiko: Desde quando você trabalha aqui?
Izuku: Desde que cheguei... Tô há uma semana, mas isso não importa. O que vocês querem pedir?

Depois que pediram o que queriam, o verde cabelo trouxe os pedidos... Mas Kinoko ficava olhando pra ele, vendo como atendia os outros e as mulheres chegavam dando em cima. Só que ela não percebia que o verde cabelo também olhava pra ela de vez em quando, com um pensamento na cabeça kkkk...
Izuku: [Por que será que ela esconde os olhos com o cabelo?]

Timeskip

Já tinham terminado a comida... Prontas pra ir embora, Kinoko se aproximou do verde cabelo, nervosa.
Kinoko: Midoriya... (Ele Peliverde (o Deku): Não esquece amanhã, nosso encontro. Izuku: Como eu ia esquecer... Posso? Kinoko: Pode o quê? Izuku: Só queria ver seus olhos... Kinoko: B-bom... Izuku passou a mão pela franja do cabelo dela, levantando pra poder ver os olhos dela... Nos quais ele se perdeu, de tão curiosos que eram. Izuku: É... (Corando) Você... Você tá linda, Kinoko. Kinoko: Hã?... (Corada) ATÉ AMANHÃ!!! A garota saiu correndo, deixando o peliverde lá, vendo ela ir embora... Setsuna: Até amanhã, Midoriya. Com certeza vai ser um dia incrível. Izuku: É... Sim, claro... Até mais. As garotas foram atrás da menina-cogumelo, e o Peliverde não teve escolha a não ser continuar o trabalho dele... [...] Na casa da pelicastanha, ela estava deitada na cama, cobrindo o rosto com um travesseiro... O rosto dela estava todo corado. Kinoko: [A mão dele era tão quente...] (Toca a própria testa) Pelo amor de Deus, Izuku... Já quero que seja amanhã. Mas não era diferente com o peliverde; ele já estava em casa, fazendo flexões com um sorriso no rosto. Izuku: Talvez amor à primeira vista exista mesmo... Aqueles olhos eram lindos. Amor à primeira vista é algo que pra maioria não existe... Tem uma chance em um milhão. Mas talvez seja só questão de sorte... Quem sabe. [...]RomanceE aí?... Hoje é o dia... Onde nossos protagonistas dessa história teriam seu encontro, só que primeiro precisam passar por aquelas aulas tão chatas que dão sono. A menos que você seja um gênio que enche o saco de todo mundo se gabando da sua média (Porra, esses caras são iguais àquela mina chata). Não tem nada de mais pra destacar... Só que no intervalo, Izuku e Kinoko costumavam se olhar, e às vezes ela desviava o olhar, corando.

Yui: Segundo dia e você já vai arrumar uma namorada?
Izuku: Você viu os olhos dela?... Pareciam... Não sei como descrever, mas são os mais lindos que já vi na minha vida.
Jurota: De quem você tá falando?
Izuku: Da Komori... Você não viu os olhos dela?
Monoma: Na real, ninguém nunca viu os olhos dela... Ela sempre os cobre, então se você já viu... Diria que você é sortudo.
Izuku: Tão zoando?
Jurota: Não, sério... Ninguém nunca viu os olhos dela, nem as amigas dela.
Yui: Isso é verdade...
Monoma: Pra ser sincero... Muita gente achava que ela era estranha, e foi assim por muito tempo, mas num treino ela mostrou que não era nada disso. Só que os olhos dela sempre foram um mistério.
Izuku: Então parece que acabei de descobrir o Santo Graal... A mente do garoto começou a visualizar uma imagem curiosa onde ele estava com ela num altar... Coisa que o fez corar e bater a cabeça na mesa.
Jurota: Você tá bem? (Nervoso com a ação repentina)
Izuku: Maravilha... Por que não estaria?
Yui: Se controla, Izuku...

As aulas continuaram como sempre... Chatas no geral, rsrs... Agora era a tão esperada hora da saída, onde o cabelo-verde esperava a garota cogumelo. Vale dizer que ele estava nervoso...
Izuku: [Vamos lá, velho... É só um encontro... Com a garota por quem eu possivelmente me apaixonei... Com quem não sei o que vai rolar daqui pra frente...]
Kinoko: Izuku!primeira vezIzuku: Caralho, que isso!!... (Vê a garota) Incrível
Kinoko: O que foi?
Izuku: Seus olhos... São realmente lindos
Kinoko: O-obrigada... Pra onde a gente vai?
Izuku: Vai ser uma surpresa
Kinoko: Uma surpresa?
Izuku: Nunca teve uma?
Kinoko: Só nos meus aniversários, mas em outros dias não... Não sou tão especial assim (Desanimada)
Izuku: Ei, Kinoko... Pra mim, você é a pessoa mais especial que já conheci
Kinoko: M-mas por qu-que?
Izuku: Seu dom é muito incomum e incrível, e o que te torna ainda mais especial... (Revela os olhos dela de novo) São esses olhos lindos
Se Kinoko já estava corada, com o que Izuku disse, o rubor aumentou tanto que parecia que saía fumaça da cabeça dela
Izuku: Kinoko?... Tá...
Kinoko: (Tímida) Obrigada... Por... Suas palavras, Izuku... Você fez o meu diaIzuku MidoriyaIzuku: Não é nada... Então, cê tá pronta?
Kinoko: Vamos!
Sem perceber, os dois se deram as mãos, e pra falar a verdade, nem ligaram, porque pro Izuku, o que importa é que a Kinoko se divirta.
Izuku: [É melhor que o que você me disse, Yui, seja verdade]

Flashback
Faltavam 10 minutos pra bater o sinal de saída... E Izuku e Yui estavam conversando sobre algo especial, segundo Izuku.
Yui: Se cê quer tanto saber... Ela nos disse que queria ir pra praia... Não sei se ela nunca foi ou qual é o motivo, mas fica a dica.
Izuku: Show, isso vai servir... Tô te devendo uma, prima.
Fim do Flashback

Izuku: [Seria melhor se eu tivesse feito isso por conta própria, mas esse caminho também é bom]

A garota cogumelo tava visivelmente animada... Ainda mais do lado do verde, que ela não parava de olhar.
Kinoko: Já vamos chegar?Kinoko KomoriIzuku: Calma... Tamo perto, mas quer tentar uma parada?
Kinoko: Que parada?
Izuku: Me dá sua mão...

Aos olhos da Kinoko, aquilo parecia cena de filme, onde o cavaleiro convida a princesa pra dançar. E assim que ela aceitou a mão dele, o Izuku abraçou ela, deixando ela ainda mais corada, mas começaram a se mover... Com aquele sustinho, ela fechou os olhos e depois começou a sentir o vento e umas gotinhas d'água.

Aos poucos, foi abrindo os olhos pra ver o Izuku deslizando pela água.

Izuku: Às vezes eu vou assim quando tô atrasado... Também é divertido.

E ele tava certo... Era divertido pra caralho, a velocidade, a sensação de adrenalina nela indo daquele jeito... Mas o que ela mais gostava era como o Izuku segurava ela pela cintura, aquele aperto firme e ao mesmo tempo delicado... Pra ela, aquilo deixava ela doida.

E quando ela menos esperava, chegaram na praia, onde a mina agora tava mais surpresa que antes.

Izuku: Me diz... O que cê acha?
Kinoko: Isso... É a praia?
Izuku: Isso mesmo... É linda, não acha?

Ela virou pra olhar ele, depois deu um beijo na bochecha dele e saiu correndo pra praia.

Kinoko: Tá esperando o quê, Izuku?!
Izuku: Ah, sim!!

Ele deslizou de novo pela água, pegou ela no colo estilo princesa e se jogaram na água... Não importava se tavam de uniforme, só importava se divertir e, no caso do cabelo verde, fazer feliz a pessoa que ele se apaixonou.

Umas horas depois
Eles tinham brincado na água... A Kinoko tava com um sorrisão lindo enquanto os dois estavam sentados na areia, mesmo com os uniformes molhados.

Kinoko: Amanhã a gente vai acabar gripado, provavelmente.
Izuku: É, nem pensei nisso...
Kinoko: Relaxa... Me diverti pra caramba hoje.
Izuku: Pois é...

O sol já tava se pondo, então basicamente tinham que voltar pra casa.

Izuku: Bom... (Levanta) Vou te levar em casa. (Estendendo a mão pra ela levantar)
Kinoko: Sério? (Aceitando o gesto e levantando)
Izuku: Eu que te trouxe, então é minha obrigação. Vamos. Ainda de mãos dadas, os dois partiram rumo à casa da garota... Embora, claro, com um rubor no rosto, não só pelo que aconteceu antes, mas porque, literalmente molhados, suas roupas ficavam transparentes, deixando ver em Kinoko um sutiã vermelho e em Izuku sua musculatura... Izuku se manteve firme e tirou da mochila uma camiseta e uma jaqueta.
Izuku: Prefiro ficar resfriado eu do que você...
Kinoko: P-por que você tava com elas?
Izuku: Sempre carrego uma... Por via das dúvidas, e olha, finalmente funcionou.
Kinoko: Valeu...

Foram a uma loja de autoatendimento, onde Kinoko foi ao banheiro e se trocou... Ao tirar a camisa molhada, sentiu um calafrio por causa do frio, vestiu a camiseta do cabeça de mato, que era grande, chegando até abaixo dos quadris, quase cobrindo a bunda dela. Com um rubor muito mais intenso, vestiu também a jaqueta e saiu do banheiro para continuar o caminho.

Durante o trajeto, conversavam sobre assuntos aleatórios, se conhecendo mais, mas do nada começou a ventar, sinal claro de que ia chover.
Izuku: Que clima doido...
Kinoko: Quase sempre... Se quiser, pode voltar.
Izuku: Não, não, não... Vou te levar até sua casa e não vou embora. Vamos.

E de repente começou a chover com mais força, fazendo Izuku carregá-la de novo e deslizar pelas ruas até chegar na casa dela. Era uma casa normal, nada de especial.
Kinoko: Não quer ficar até a chuva passar?
Izuku: Não quero ser um incômodo...
Kinoko: Não, fica tranquilo... Entra.
Izuku: Com licença.

Ao entrar, viu o normal de uma casa... Só se falarmos daqui: cozinha, sala de jantar, sala de estar, por ali deve ser o banheiro e, com certeza, lá em cima ficam os quartos.
Izuku: Desculpa, você mora sozinha?
Kinoko: Não, meus pais trabalham até tarde.
Izuku: Ah, entendi.
Kinoko: Vou me trocar.
Izuku: Claro...Amor à Primeira Bucetada (Kinoko Komori) #2Subiu pro quarto dela, procurou qualquer roupa... Quando tirou as peças dela, incluindo as do Izuku, se viu no espelho, um daqueles grandes onde dá pra ver o corpo inteiro. E era isso que ela tava fazendo, o sutiã vermelho dela e a calcinha também vermelha era tudo que ela tinha vestido, o corpo dela era muito bem definido pra roupa íntima se ajustar tão bem nela. Pegou a camiseta do verdinho e vestiu, a saia até que cobria a bunda e a intimidade dela, mas ainda mais corada, resolveu vestir um shorts curto e baixo. Lá embaixo de novo, o Izuku tava no sofá e parecia dormindo, ela chegou perto e, de fato, ele tinha pegado no sono leve. Ela ficou olhando pra ele com atenção... Pra ela, ele era tipo um deus grego, com um rosto que parecia esculpido por anjos e a musculatura tipo Hércules era um sonho... (#SemHomo sou 100% hétero) Mas também reparou nas cicatrizes que dava pra ver, cicatrizes demais num corpo tão jovem, mas essas cicatrizes também deixavam ele ainda mais gostoso pra garota. Só que isso começou a excitar ela, por assim dizer... Do nada, um fungo cresceu e soltou uma parada muito parecida com afrodisíaco que começou a encher o quarto (Consultei o travesseiro e ele disse que existe um fungo assim, tá? rsrs). A ponto dos dois começarem a sentir calor, fazendo o Izuku acordar e, quando viu a Kinoko, ficou todo vermelho e vice-versa. Izuku: Ki-Kinoko... Você... Você tá uma gostosa. Kinoko: Q-que isso, Izuku, para com isso. Izuku: O que eu quero dizer é... Ele se levantou do sofá e foi andando devagar até a garota, que não saiu do lugar, como se quisesse que o que ia rolar rolasse. Na frente dela, ele pegou a cintura dela, colou ela nele e deu um beijo... Não na bochecha, um beijo na boca que durou uns segundos, até a Kinoko começar a brincar com a língua dele, começando a clássica batalha de línguas. Quando se separaram, deixaram aquele fio de saliva. Izuku: Kinoko Komori... Quer ser minha namorada? E vou fazer você ser a mulher mais feliz do mundo. Kinoko: Já sou feliz, Izuku... Sou feliz com você e se...
Izuku: Sim?... O quê?
Kinoko: Quero ser sua namorada.

Eles se beijaram de novo, dessa vez um pouco mais intenso, que não tinha só carinho, talvez um pouco de luxúria, mas tinha mais amor do que qualquer outra coisa.
O beijo era tão intenso que Kinoko começou a empurrar o cabelo-verde em direção às escadas... Ela subiu dois degraus e se agarrou em Izuku, enrolando as pernas na cintura dele e os braços no pescoço. Izuku segurou as coxas dela e começaram a subir para o quarto da garota, como se fossem recém-casados. Izuku chutou a porta e, ao fechá-la, fez o mesmo. Eles se aproximaram da cama. Kinoko começou a tirar a camisa do garoto, e ele puxou o short dela para baixo. Quando Izuku já estava sem camisa, os dois se separaram do beijo, deixando outro fio de saliva, mas agora estavam sorrindo, sem perder o rubor no rosto.

Izuku: Desde que te vi, sabia que você era especial... Mas quando vi seus olhos...
Izuku: Soube que você era um tesouro...
Kinoko: Por favor, Izuku... Acaba com isso e me faz sua.RomanceIzuku: Com certeza...

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