AVISO IMPORTANTE: Essa foi a primeira história que escrevi (contando uma experiência real) e que compartilhei num site de contos. Mas alguns usuários copiaram e modificaram pra depois publicar em outros sites. Aqui vai a versão original:
Meu nome é Santiago. Tenho 27 anos. Sou do México, mas por causa do trabalho tive que me mudar pro Canadá. Sobre meus pais: minha mãe se chama Ana, tem 42 anos e trabalha como cabeleireira. Meu pai nos abandonou quando eu era pequeno.
Era janeiro de 2020 e eu ainda tava no Canadá. Mas em algumas semanas minhas férias começavam, e decidi voltar pro México. Então à noite liguei pra minha mãe pra dar a notícia. Umas 12 da noite quando fiz uma videochamada (pelo WhatsApp) pra ela.
Ela: Oi, filho, tá tudo bem?
Sim, mãe. Tá tudo bem, não se preocupa. Só liguei pra dizer que em algumas semanas chego no México, falei todo animado.
Aí ela, que tava deitada com a luz do criado-mudo acesa, levantou rápido pra acender a luz do quarto e poder conversar de boa comigo. Só que ela não percebeu que o robe que tava usando como pijama era bem transparente e ainda tinha um pezinho do mamilo direito escapando.
Eu notei na hora, mas não falei nada. Porque, embora minha mãe não tenha os peitos mais grandes do mundo, ela tem uns mamilos lindos. E como eu sei disso? Porque uma vez entrei no quarto dela enquanto ela tava se trocando. Mas naquela época, aquilo não me causou nenhuma excitação. Só que agora, conversando com ela por videochamada, me deu uma tesãozinha vê-la naquele robe transparente, com o cabelo meio bagunçado e um mamilo de fora.
E como minha mãe é loira, com um cabelo que mistura loiro e preto, ela tava muito gostosa na tela do meu celular. Mas enfim, quando ela acendeu a luz e sentou na cama pra conversar comigo, eu falei que queria Trazer umas coisas do Canadá. E ela, como boa mãe mexicana, me disse: Me traz uns lençóis bonitos e cortinas pra casa. E se você ver uns jeans e umas botas do tipo que eu gosto, então me traz. Nesse ponto, ela ainda não tinha percebido a parada do mamilo dela. Ou talvez tenha percebido, mas como somos mãe e filho, ela não viu problema nenhum naquela situação. E na real não era mesmo, porque sempre vi minha mãe com muito respeito. Mas nessa ocasião, eu desejava com todo o meu coração que ela se levantasse da cama pra ver se a calcinha dela aparecia por baixo da roupa, ou no melhor dos casos, que ela não estivesse de calcinha e desse pra ver a bucetinha dela. Me dava um pouco de nojo pensar assim da minha mãe, mas toda vez que ela balançava a cabeça pra jogar o cabelo pra trás, meu pau ficava durasso. Mas enfim, depois de meia hora de conversa, me despedi dela. E aí falei com muito carinho: Te vejo em breve, mãe. Te amo muito. Mando um beijo. Então ela colocou a mão na boca e com um gesto lindo me devolveu o beijo. Assim que terminei a ligação, fui no banheiro mijar (pra broxar) e peguei um pouco de papel. Já sabe, ia me masturbar. É que os peitos da minha mãe me deixaram tão excitado que eu não ia dormir sem ver um pornozinho. Lembro que abri um site de vídeos e procurei vídeos de madrastas com os filhos. Não queria procurar de mães com os filhos, porque me dava um pouco de repulsa. E embora eu saiba que todos esses vídeos de incesto são falsos, ainda assim não queria vê-los. Mas beleza, no outro dia fui comprar as coisas que prometi pra minha mãe. Sabe o que foi interessante nisso? Que enquanto comprava os lençóis e cortinas, do lado esquerdo tinha uma camisola preta transparente que mais parecia um babydoll. Não sabia se era boa ideia comprar ou não. Já que não sabia como minha mãe ia reagir na hora que eu desse pra ela. No entanto, criei coragem e comprei. Aliás, vinha com uma calcinha fio dental de brinde. E É que deixa eu te dizer, eu adoro mulheres que usam esse tipo de calcinha. E mesmo minha mãe usando calcinha do tipo fio dental, eu não parava de imaginar como ela ficaria com essa calcinha cacheteira preta transparente. Detalhe importante: minha mãe tem uma bunda enorme. Embora ela não tenha peitos grandes, a bunda dela é impressionante. Inclusive, meus amigos sempre me perguntavam se minha mãe tinha operado as nádegas, eu dizia que não, que eram naturais. Bom, depois que passaram as semanas certas, cheguei na casa da minha mãe. Toquei a campainha, já que não tinha as chaves de casa. Foi aí que mãe abriu a porta e notei que ela estava vestindo uma saia jeans e uma blusa marrom de alças. Ela estava muito gostosa. Então eu abaixei a mochila e abracei minha mãe. Era um abraço bem sincero entre mãe e filho. No entanto, eu fiz algo que nunca tinha feito. Peguei a cintura da minha mãe, mas com minhas mãos enfiadas por baixo da blusa dela, não sei por quê, mas queria sentir a pele da minha mãe. Ela sentiu minhas mãos frias tocando a pele dela, mas não disse nada. Só continuou me abraçando e falando no meu ouvido que sentiu muita saudade. Eu dizia o mesmo, enquanto passava minhas mãos por toda a cintura dela. Segundos depois, nos separamos do abraço e ficamos de frente. Ela me deu um beijo na bochecha, depois pegou uma das minhas mãos e disse: vem, senta, preparei uma das suas comidas favoritas. Ao que eu respondi: Show! Deixa eu lavar as mãos e já te ajudo com a mesa. Uns minutos depois, minha mãe e eu sentamos pra comer. Daí ela se levantou da cadeira pra pegar uns guardanapos no armário, mas como estavam na parte de cima, ela não alcançava. Então subiu numa cadeira pra pegar. Eu não conseguia parar de olhar as pernas lindas da mãe. Até me abaixei um pouco pra ver se conseguia dar uma olhada na bunda dela. E embora essa situação realmente me desse nojo, eu não conseguia parar de ver minha mãe como uma mulher que eu queria foder. Enfim, parei. Afastei esses pensamentos da minha cabeça e continuei comendo e conversando com minha mãe. No entanto, assim que terminamos de comer, minha mãe levou os pratos sujos para a pia e, enquanto os lavava, eu me aproximei por trás e a abracei forte. Não fiz isso com má intenção. Quer dizer, não queria esfregar meu pau na bunda dela. Só queria abraçá-la e dizer que senti muita falta dela. Ela não disse nada, apenas pegou minhas mãos, que estavam sobre a barriga dela, e as levou carinhosamente até a boca e as beijou. Já no decorrer da tarde, colocamos a conversa em dia sobre tudo o que aconteceu na minha ausência. Depois, sentamos na sala e fomos ver um filme. Embora, na verdade, minha mãe quisesse ver a novela dela. Quando a noite chegou, minha mãe me disse que já ia dormir. Eu disse que ia ficar mais um pouco e perguntei se podia usar o computador dela. Ela disse que sim, mas que não estava funcionando direito. Então, me aproximei do computador (que era de mesa) e me enfiei embaixo do móvel para desconectar e conectar alguns cabos do próprio computador. No entanto, como precisei de uma ajuda, chamei minha mãe para ver se ela podia vir. Ela veio e perguntou no que podia me ajudar. Eu disse para ela ficar atrás do móvel e pegar um cabo. O interessante disso é que, enquanto eu estava no chão, ela ficou em pé sobre a minha cabeça e, por alguns segundos, pude ver a calcinha dela. Era branca. E, embora esse momento tenha durado pouquíssimos segundos, porque ela percebeu e se afastou rapidamente, consegui ter uma imagem borrada da buceta da minha mãe, que, aliás, serviu para eu bater uma punheta naquela noite. No dia seguinte, ela acordou com um short azul e uma camisa de manga comprida. Pensei que ela fosse vestir o robe transparente que estava usando no dia em que liguei pelo WhatsApp. Mas não foi assim. Já no café da manhã, comentei que queria ir de férias para uma praia. Mas que não queria ir com meus amigos, e sim com ela. Então ela se surpreendeu e Então ela disse: você vai ficar entediado comigo, melhor ir com seus amigos e chamar umas amigas. Mas eu quero ir com você, falei enquanto segurava a mão dela sobre a mesa. Quero que você se divirta e que a gente recupere o tempo que perdemos como mãe e filho enquanto eu estive fora. Além disso, você sempre quis ir pra praia. Sim, eu sei, filho... Mas não tenho biquínis e já perdi a forma do meu corpo — disse minha mãe, um pouco decepcionada. Então levantei da cadeira, me aproximei dela e falei: os biquínis a gente compra lá, e quanto ao seu corpo, do que você está falando? Você tem um corpaço. Não sei, Santi. Melhor levar um amigo — ela disse. Bom, se você não quer ir, eu também não vou — falei pra minha mãe. E continuei dizendo: o que eu quero é passar tempo com você, e que melhor do que passar o tempo nos divertindo juntos, não acha? Tá bom, filho, quando a gente vai? — ela respondeu. Já agora — respondi — prepara sua mala e vamos. Vale destacar aqui que eu ainda não tinha dado o babydoll que comprei no Canadá, então coloquei na minha mala pra dar pra ela lá. Já no aeroporto, a gente ficou sabendo que na China estava se espalhando um vírus. Mas como bons mexicanos, ignoramos. No entanto, quando chegamos no destino, nos avisaram que não estavam mais alugando quartos de hotel e que as praias iam ficar fechadas. Então pergunto pra minha mãe: e agora, o que a gente faz? E ela responde: deixa eu ver se consigo convencer a recepcionista a alugar pelo menos um quarto de casal ou, no mínimo, um individual. Por sorte, minha mãe conseguiu... Então fomos pro quarto e, quando entramos, vimos que tinha uma cama só, e embora fosse de casal, eu falei pra minha mãe: você dorme nela e eu no chão. Minha mãe disse: você é louco, nós dois cabemos na cama. Além disso, somos mãe e filho. Aí eu respondi: tá certo. E depois perguntei: o que a gente vai fazer aqui trancados? Não vão abrir as praias. Não esquenta com isso, filho. A gente vê o que faz – minha mãe falou enquanto abria a janela do quarto. Eu, por minha vez, peguei minha mala e comecei a tirar e arrumar tudo que tinha nela. Aí minha mãe perguntou: que tal a gente ir pra piscina? Demais, vamos! – respondi. Ela disse: sim, mas primeiro vamos comprar meus maiôs, porque não trouxe nenhum.
Na sequência, eu e minha mãe fomos comprar uns biquínis de praia pra ela. Já na loja, ela escolheu uns biquínis pra experimentar. Eu, por minha conta, só ficava imaginando como minha mãe ia ficar no babydoll que trouxe pra ela. Mas um grito dela me tirou dos pensamentos… Ei, Santiago, em que é que você tá pensando? Tô te chamando pra você me dizer como ficam esses biquínis em mim – ela falou, mostrando os biquínis que tinha na mão. Como? O quê? – gaguejei. Deixa pra lá – disse ela.
Já no hotel, minha mãe falou: vou no banheiro vestir um desses biquínis e aí a gente vai pra piscina, certo? Beleza, mãe – respondi. Aí, lá do banheiro, ela perguntou: e você, o que vai vestir? Só um short que trouxe do Canadá – gritei de volta.
Uns minutos depois, enquanto eu tava na cama mexendo no celular, minha mãe saiu do banheiro de biquíni. Tava uma gostosa. E mesmo o corpo dela não sendo mais de adolescente, ainda se mantinha bem. O que achou? – perguntou. Ah… Uau!… Tá super sexy – falei, sem conseguir tirar os olhos da buceta dela. Dava pra ver que ela não tinha se depilado, e isso me excitou ainda mais. Ah, não fala isso, Santi. Sou sua mãe. Só tô perguntando se não tô muito gorda ou se minha pele não tá muito enrugada. Desculpa, mãe – falei – mas na real esse biquíni azul te cai muito bem. Só espero que a parte de baixo não desamarre da sua cintura. Ah, não… imagina. – respondeu minha mãe, enquanto ajustava os peitinhos no sutiã. Aliás, mesmo os peitos dela não sendo muito grandes, ela tava uma delícia naquele biquíni. Uns minutos depois, eu e minha mãe descemos pra piscina do hotel. Mas tava fechada. Aí perguntamos pro gerente se iam abrir, mas ele disse que não. Porque o vírus tava se espalhando muito rápido, então a gente tinha que ficar no quarto sem sair. Minha mãe ficou meio decepcionada com isso. E eu também. Mas minha decepção não era pela piscina em si, era porque eu queria continuar vendo minha mãe de biquíni, queria ver se quando molhasse o biquíni dava pra ver os biquinhos, ou, no melhor dos casos, dar pra ver o volume dos pelos na buceta dela. Mas fazer o quê, não deu. Então voltamos pro quarto. Aí minha mãe falou: vou tirar esse biquíni, pede alguma coisa pra comer enquanto isso. Mas por que vai tirar? Deixa ele, de qualquer jeito tá um calorão, respondi rápido. É que me dá vergonha você me ver assim, ela disse, meio corada. Aí eu respondi: poxa, sou seu filho, não um maldito tarado. Embora, na real, eu tava morrendo de vontade de desamarrar aquele biquíni e enfiar toda a minha pica nela. Não foi isso que quis dizer, filho. Só que já tô velha, e não quero que você veja as estrias que tão aparecendo na minha bunda, falou minha mãe num tom triste. Então eu fui até ela e falei: mas do que você tá falando? Peguei na cintura dela, virei ela de leve, e enquanto olhava pra bunda dela, falei: as novinhas bem que queriam ter essa bunda gostosa. E quando eu ia tocar nela, ela se virou rápido e disse: Santiago, por favor… para de falar assim do corpo da sua mãe, é muito inapropriado. Aí eu me afastei dela, tirei a camiseta que tava usando e me deitei na cama. Mas tinha esquecido que fiz uma tatuagem no Canadá, então quando Tirei a camisa, minha mãe viu e rapidamente sentou na beira da cama me perguntando: quando você fez essa tatuagem? Quando eu estava no Canadá, respondi enquanto mexia no celular. Aí ela fez uma coisa que me deixou muito excitado. Com uma das mãos, pegou no meu peito, onde estava a tatuagem, e começou a passar a ponta dos dedos. Parecia que ela estava me acariciando. Meu pau começou a endurecer na hora. Mas rapidamente cobri com um travesseiro antes que ela percebesse. Depois, ela se levantou da cama e perguntou: o que você vai querer comer? Eu respondi: um hambúrguer com abacaxi. E você, o que vai pedir? Estou com vontade de um peixe grelhado, ela disse enquanto ligava. Quando o pedido chegou, a gente começou a comer. Vale mencionar que minha mãe ainda estava de biquíni. Parece que o assunto da tatuagem fez ela esquecer de se trocar. E eu agradeci muito por isso. Porque toda vez que ela virava de costas, eu focava o olhar naquelas bundonas enormes. Já eram 8 da noite, minha mãe deitou do lado direito da cama e eu do esquerdo. Aí ficamos vendo TV. Enquanto ela assistia a um programa, eu ficava rolando o Instagram. Depois larguei o celular no criado-mudo e falei pra ela colocar um filme. Ela topou e pegou o controle pra procurar. Mas não tinha nenhum filme bom. Aí ela disse: se quiser, fica vendo TV, vou tomar um banho e depois dormir. Nisso, ela se levantou da cama e, enquanto caminhava pro banheiro, eu não conseguia parar de olhar praquele rabo. Tava morrendo de vontade de entrar no banho com ela e depois foder ela no chuveiro. Mas tirei esses pensamentos da cabeça e fui ver TV. Uns minutos depois, minha mãe gritou do banheiro, falou que esqueceu de pegar a roupa pra se vestir, e perguntou se eu podia pegar uma calcinha da mala dela e uma camisa branca. Camiseta larga. Eu me levantei rápido da cama e fui até a mala dela. Chegando lá, peguei uma das calcinhas dela, era uma calcinha branca. Não sei por que fiz aquilo, mas cheirei ela de um jeito depravado e depois peguei a camisa dela e fui pro banheiro. Lá, pude ver a silhueta nua da minha mãe. O vidro era semitransparente, dava pra ver a forma do corpo dela. Então eu falei: "aqui está a roupa, vou deixar em cima da toalha." "Sim, obrigada, filho" — respondeu ela enquanto a água do chuveiro escorria pelo corpo todo dela. Depois voltei pra cama, desliguei a TV e peguei meu celular. Aí minha mãe saiu do banheiro, estava usando a camiseta comprida que eu dei e a calcinha. Mas não dava pra ver nada porque a camiseta cobria tudo. Então ela perguntou: "O quê? Não vai mais ver TV?" Eu respondi: "Não tem nada de bom. Tá melhor o que eu tô vendo agora." Quer dizer, eu tava me referindo ao que eu tava vendo no celular. Mas na real, eu tava falando do corpo dela. Depois ela veio se deitar e eu levantei pra tomar banho. Já no banheiro, queria bater uma bronha. Mas não queria pensar na minha mãe enquanto me masturbava, porque mesmo com vontade de comer ela, não queria ter esses pensamentos na cabeça. Mas enfim, quando saí do banheiro, minha mãe já estava deitada e coberta com o lençol que estava na cama. Então apaguei a luz do banheiro e andei em silêncio até a cama. Mas aí minha mãe falou: "Fica tranquilo, filho, ainda não dormi." "Oooh, pensei que já tava no quinto dos infernos", falei pra ela. "Não, filho… ainda é muito cedo pra dormir, mas como não podemos sair e na TV não tem nada, por isso apaguei a luz", ela disse. "É, que azar a gente deu nesse feriado", falei enquanto me deitava na cama. Já os dois deitados, começamos a conversar um pouco sobre vários assuntos. Depois ela falou: "Já tô com sono, vou dormir… descansa, filho." "Igualmente, mãe, descansa, te amo muito." Depois disso, Aproximei meu rosto na bochecha dela e dei um beijo. Umas horas depois, eu ainda estava acordado. É que antes de dormir, sempre gosto de entrar pra ver vídeos e bater uma com um vídeo de sapatão. Só que não queria ir pro banheiro e me masturbar lá. Porque, como te falei agora há pouco, não queria pensar na minha mãe. Sendo meia-noite, levantei pra ir no banheiro mijar. E, mesmo fazendo isso sem acender a luz e em silêncio pra não acordar minha mãe, não consegui. Já que ela me disse: "Não consegue dormir, filho?" Eu respondi: "Sim, só levantei pra mijar, mas me diz, por que você ainda tá acordada?" "É que tô com muito calor. Faz um tempo que saí do banho, tava fresca, e essa camisa de manga longa era uma boa opção. Mas agora já não é mais", ela disse. "E por que você não tira?" Perguntei. "Ah, não, como é que pode? Não tô usando nada por baixo", ela falou, meio sem graça. Eu só respondi: "Você ainda com isso, poxa, sou seu filho. Além do mais, tá escuro, não vou te ver." "Não, Santi, não se preocupa, eu me viro", minha mãe disse. Então lembrei que tinha o pijama transparente que comprei pra minha mãe no Canadá. E, mesmo com medo de dar pra ela, achei que era a melhor oportunidade pra presentear. Assim, voltei pra cama e falei: "Ei, mãe... quando tava no Canadá, comprei uma coisa que pode te ajudar nessa situação." "O quê? Do que você tá falando? O que você comprou?" Minha mãe perguntou. "Bom, não sei se devo te dar, porque pode parecer meio inapropriado", falei com a voz nervosa. Então ela se aproximou um pouco do lado da minha cama e disse: "Calma, querido. Vamos ver, o que você comprou?" Aí levantei da cama, acendi a luz do quarto e mostrei o pijama pra minha mãe. Ela fez cara de surpresa e depois disse: "Nossa! É muito lindo, mas por que você comprou isso?" "Sei lá, tava comprando os lençóis e cortinas que você pediu e de repente vi esse babydoll e pensei em te dar de presente." "Ah, filho... sei que não Você fez de propósito, né? Mas esse tipo de presente é coisa de marido, não de filho. Mas tudo bem, agradeço o gesto. Um dia eu experimento, minha mãe falou. Como assim um dia? Experimenta agora, é um pijama pra dormir. Além disso, é bem levinho e pode te ajudar com o problema do calor. Mas o que você tá dizendo, Santi? Como vou experimentar agora? Ela se perguntou. Aí eu respondi: por que não? Qual o problema? Além disso, não tô pedindo pra você me mostrar como ficou, só tô falando pra você vestir pra poder dormir hoje à noite. Não sei, ela disse. Vai lá, insisti. Bom, tá certo… vou no banheiro vestir, mas apaga a luz. Porque quando eu sair, não quero que você me veja, ela falou. Tá bom, mãe – respondi. Uns minutos depois, minha mãe saiu do banheiro. E mesmo não dando pra ver nada por causa da escuridão, ainda assim tentei enxergar ela. Já deitados na cama os dois, ela com o pijama que eu dei e eu com um short que vesti pra dormir, ela diz: bom, agora vamos dormir. Então ela virou pro lado dela e eu pro meu. Mas aí eu falei: ei, antes de dormir, posso te fazer uma pergunta? Sim, fala – respondeu minha mãe. Você gostou de como ficou? – perguntei. Mmmmm… sim… mas ficou um pouco curto. Aliás, de costas aparece a bunda toda. Bom, na verdade aparece toda a calcinha que tô usando. É que esse pijama vem com uma calcinha fio dental preta, eu falei. E como você sabe? – ela perguntou. Porque veio com uma – respondi. E tá na sua mala? Perguntou minha mãe. Acho que não, mas deixa eu ver. Então levantei da cama e acendi a luz, e mesmo tendo feito isso pra procurar a calcinha, também fiz pra ver se conseguia enxergar os mamilos da minha mãe. Mas não consegui, porque ela tava se cobrindo com o lençol. Por sorte, encontrei a calcinha. Então mostrei pra minha mãe e perguntei se ela queria experimentar. Ela ficou pensando, mas no fim topou. Aí ela mandou eu apagar a luz de novo, e Foi assim que eu fiz. Depois ela se levantou e foi se trocar. Um minuto depois, saiu do banheiro e, sem dizer nada, se meteu na cama. Aí eu perguntei: "E aí, ficou bom em mim?" Ela respondeu: "Sim, ficou muito bom. Até estou usando agora." Quando ouvi isso, fiquei muito excitado. Comecei a imaginar a bunda, a buceta e os peitos da minha mãe naquele babydoll. Então falei para ela: "Queria ter visto como ficou em você." Ela respondeu meio brava: "O que é isso, Santiago? Sou sua mãe… Para de pensar nessas coisas? Sabe o quê… Melhor a gente dormir logo." Eu sabia que tinha estragado tudo naquele momento, então preferi ficar calado e virei para o meu lado para dormir. Mas aí minha mãe se mexeu na cama, se aproximou de mim e disse: "Me perdoa, filho, é que me sinto muito estranha quando você fala assim comigo, mas agradeço muito pelo presente." Naquele momento, eu senti os peitos da minha mãe roçando nas minhas costas. Queria virar e dizer para ela não se preocupar, que não tinha nada para perdoar, mas, em vez disso, joguei minha carta na manga. Falei para ela: "Te amo muito, mãe. Você é a única pessoa que tenho no mundo. E sei que não devia ter pedido isso, mas meu pai nos abandonou há anos e só temos um ao outro. E, bom, eu só queria que você pudesse mostrar sua beleza para alguém." Então ela disse: "Tem razão, filho. Que tal você acender a luz do seu criado-mudo e eu te mostro como ficou?" Naquele momento, fiquei excitado demais, mas tentei me acalmar. Então só falei: "Tá bom, mãe." Aí acendi a luz do criado-mudo e minha mãe se levantou da cama. Foi quando eu pude ver o corpo da minha mãe quase pelado. O abajur não dava muita luz, mas dava para ver os bicos dos peitos dela. E, mesmo com as mãos cobrindo a buceta, ainda era muito excitante vê-la. Depois ela se virou e disse: "Olha, vê como aparece toda a minha bunda, mesmo eu estando de calcinha fio dental. Se não tivesse nada, Ficaria com a bunda toda de fora, foi o que ela disse enquanto nós dois ríamos. E então, o que você acha… tô bonita? Minha mãe me perguntou. Você tá linda, mãe. Não sei como meu pai não quis ter uma beleza como você do lado dele. Ela respondeu meio sem graça: ai, filho, muito obrigada pelo elogio. Quanto ao seu pai, esquece ele. Melhor me dizer… você acha que ainda sou sexy, filho? Claro que sim, mãe. Qualquer homem teria sorte de estar com uma mulher como você, eu disse. Ai, Santi. Não fala isso. Você sabe que o único homem da minha vida é você. Você é meu filho e sempre vou cuidar de você. Ei, mãe, por falar nisso: quanto tempo faz que você não fica com um homem? Ela respondeu: mas que tipo de pergunta é essa? Por favor, mãe, já estamos em pleno 2020, filhos e mães podem falar dessas coisas. Por que você não quer falar comigo sobre sexo? Tá bom, vamos fazer assim, Santi. Você e eu vamos falar de sexo hoje à noite, mas a partir de amanhã toda essa conversa vai ficar no esquecimento, combinado? Além disso – continuou minha mãe – quero que a gente converse sobre esse assunto, mas com a luz apagada. Não quero que você olhe nos meus olhos, nem eu nos seus. Seria muito desconfortável pra mim. Tá bom, respondi. O que você quer saber? Perguntou minha mãe. Quanto tempo faz que você não fica com um homem? Perguntei. Faz uns 4 anos que não fico com um homem sexualmente falando, ela respondeu. E nesse tempo você só se masturbou? Perguntei rápido. Santiago, pelo amor – respondeu minha mãe. Você disse que hoje a gente ia falar de sexo e masturbação entra nesse assunto, então responde – falei pra minha mãe. Bom, antes de eu responder, vamos ver você me dizer… quanto tempo faz que você não fica com uma garota? E quando você não fica com ninguém, você fica se masturbando? Perguntou minha mãe. Eu respondi, sem nenhum pudor: faz uns meses que não transo. E nesse tempo, claro que me masturbei, não faço sempre, porque às vezes chego muito cansado do trabalho, mas se faço... Agora é sua vez de responder? Ah, filho, que barbaridade. A gente não devia estar falando disso, mas tudo bem. Eu não costumo me masturbar muito. Mas já fiz isso — disse minha mãe, meio envergonhada. Aí eu perguntei rápido: quando foi a última vez que você se masturbou? Umas três semanas atrás — respondeu minha mãe. Naquele momento, meu pau já estava todo duro. Mas como a luz estava apagada, minha mãe não conseguia ver. Então fiz a próxima pergunta: você se masturba com os dedos ou usa algum brinquedo sexual? Aliás, também quero saber: em quem ou no que você pensa quando se masturba? Pelo amor, Santiago, pra que você quer saber disso? — disse minha mãe com uma voz estranha. Vai, me conta logo? — falei. Bom, quando eu era mais nova, me masturbava com um vibrador. Mas agora que tô mais velha, só uso minhas mãos. E sobre em quem penso quando me toco, é nos meus ex-namorados. Agora é sua vez de responder as mesmas perguntas — minha mãe falou. Mas eu não parava de imaginar minha mãe de pernas abertas, enfiando um vibrador na buceta dela. Aí aproveitei que a luz estava apagada pra puxar meu pau pra fora e começar a acariciar ele. Bom, uma vez eu comprei uma boneca inflável, mas não curti a experiência. Sobre em quem penso quando me masturbo, também penso nas minhas ex-namoradas. Lembro de quando eu metia nelas e quando elas faziam sexo oral em mim. Aliás, você gosta de sexo oral, mãe? Sim — ela respondeu. E depois completou: alguns caras disseram que eu era muito boa chupando paus. E você é? — perguntei. Nenhum dos meus namorados reclamou, então acho que sim — disse minha mãe. Naquele momento, eu queria pedir pra ela fazer comigo, mas não queria que ela se sentisse desconfortável ou que estragasse a noite. Então resolvi me segurar e continuar a conversa. E você, filho? — ela perguntou. Eu o quê? — perguntei, como se não soubesse do que ela tava falando. Não se faz de bobo — ela disse — tô te perguntando. Se você gosta de sexo oral. Claro que gosto, tanto fazer quanto receber, respondi. E quão bom você é com a língua? Perguntou sem rodeios minha mãe. Ei, calma aí – falei. O quê? Já ficou com vergonha? Perguntou minha mãe num tom debochado. Então aproveitei aquele momento pra me aproximar um pouco mais dela, sabia que ela não ia falar nada. Assim, fiquei bem pertinho dela. Ela só suspirou e depois disse: e então? Então olha – falei pra minha mãe – sempre que vou fazer sexo oral, gosto de passar minha língua nos mamilos da garota, depois percorro todo o corpo dela com a língua, e quando chego na buceta dela, abro bem as pernas e minha língua penetra aquela bucetinha linda. Naquele momento, pude sentir que a respiração da minha mãe acelerou um pouco. Até podia jurar que os mamilos dela já estavam durinhos e a calcinha já estava meio molhada. Mas a luz continuava apagada e eu não podia confirmar minha teoria. Então continuei a conversa… Me diz uma coisa, mãe: qual é sua posição favorita? E ela respondeu sem hesitar: ficar por cima da pessoa, mas dando a bunda pra ela. Vale dizer que quando minha mãe disse isso, eu ainda estava com o pau pra fora e, mesmo já saindo um pouco de porra, tentei não fazer barulho enquanto batia uma. Então só falei pra minha mãe: Uau! Parece que você gosta de ser dominadora no sexo. E ela respondeu: a verdade é que sim, filho. Aliás, falei: você gosta de sexo anal? Bem, uma vez seu pai tentou me penetrar por lá, mas não conseguiu. Então não sei se gosto, já que nunca meteram por ali – disse ela. E você gostaria de experimentar um dia? – Perguntei com muita curiosidade. Não sei – respondeu ela. Acho que já não tenho mais idade pra ter sexo por ali, concluiu minha mãe. Naquele momento, deu vontade de dizer que eu podia ajudar com esse problema, mas senti que estaria passando dos limites, então preferi continuar conversando com ela. Então ela perguntou: qual é sua posição favorita? E você gosta de penetrar suas garotas no cu? Minha posição favorita é de quatro, e foi nesse momento que ouvi minha mãe murmurar – nossa, que gostoso – eu já estava super excitado e meu pau já estava prestes a explodir, mas tentei aguentar o máximo possível. Então, depois desse pequeno murmúrio, continuei dizendo: eu gosto de sexo anal, desde que eu veja que a garota é limpa. Nisso, minha mãe disse: como eu. E logo corrigiu rapidamente o comentário com: “quero dizer que sou muito limpa em casa”. Acho que nesse ponto, minha mãe já está um pouco excitada. Mas não ousava admitir. Então pensei rapidamente em duas perguntas que me levariam àquele ponto, onde ela admitisse o quanto estava com tesão. Foi então que ela disse: ei, filho… você prefere peitos grandes ou bunda grande? Ao que respondi: adoro bundões, igual ao seu. Gosto de dar tapas na bunda das garotas quando estou de quatro. Dito isso, houve um breve silêncio de ambos. No entanto, meu nariz conseguiu sentir aquele cheiro que as mulheres exalam quando a buceta delas já está molhada. Mas como te disse há pouco, não podia dar o próximo passo com minha mãe sem ter certeza de que ela estava tão excitada quanto eu. Então me atrevi a perguntar o seguinte: ei, mãe… Se agora eu te dissesse que estou com o pau pra fora e me masturbando, você ficaria brava comigo? Ao que ela respondeu: não acredito, filho. Nisso, peguei a mão esquerda dela e a direcionei para meu pau. Ela resistiu um pouco, mas apliquei um pouco de força até que ela o tocou. Então, ela apertou um pouco e fez dois movimentos para cima e para baixo que quase me fizeram gozar. Então ela disse: Uau! Parece que é verdade mesmo. Depois soltou meu pau e disse: acho que isso já está saindo do controle, filho. Então vamos parar por aqui. E antes que ela dissesse qualquer outra coisa, eu disse: tudo bem. Mãe. Mas antes de terminar, cê pode me fazer um favor? Depende – ela respondeu. Aí eu falei: me diz sim ou não. Mmm… Bom, tá bem, filho. Mas depois desse favor a gente já dorme, combinado? Sim, eu prometo, mãe. Beleza, me diz o que cê quer que eu faça? Perguntou minha mãe. A única coisa que eu quero é que você me deixe acender a luz do quarto e me deixe bater uma enquanto vejo seu corpo inteiro. Claro que não! – Ela falou meio brava – não vou tirar minha calcinha pra você ver minha buceta. Não, não, não… Não quero que você tire o pijama. Só quero que você fique deitada assim como está, feche os olhos e me deixe bater uma enquanto admiro seu corpo lindo nesse baby doll. Por favor, mãe… me faz esse favor, sim? É uma puta loucura, filho… mas tá bem… não quero que você encoste no meu corpo, só vale olhar – ela sentenciou. Aliás, ela disse: eu também fiquei excitada, então você vai ver minha calcinha meio molhada, ok? Eu só ri baixinho e falei ok. Aí levantei da cama com o pau pra fora e falei pra minha mãe cobrir o rosto com o travesseiro ou, se quisesse conhecer meu pau, ficar de olhos abertos. Ela escolheu o travesseiro, já não queria cruzar o limite de ver o pau do filho. Acho que ela parece ter esquecido que uns minutos atrás ela tocou nele, até me masturbou de leve. Enfim, ela colocou o travesseiro, eu acendi a luz, e naquele momento, quando me aproximei da cama, pude ver em todo seu esplendor o corpo da minha mãe. Como o pijama era transparente, pude ver o pontudo dos mamilos dela e, quanto à buceta, não dava pra ver direito, porque ela estava com as pernas cruzadas. Aí eu falei: não vale, mãe. Não vale o quê? – Ela respondeu. Você tem que me deixar ver seu corpo inteiro, então separa as pernas, eu ordenei. Não consigo, filho – ela respondeu rápido. E se eu ajudar a separar? Perguntei enquanto já estava abrindo aquele lindo compasso com as mãos. Depois que abri as pernas dela pernas, minha excitação chegou ao auge. Eu queria devorar aquela buceta e depois enfiar meu pau com tudo e mais um pouco. Mas me segurei. Então, quando abri suas pernas, percebi duas coisas: 1) Dava pra ver através da transparência da calcinha todos os pelinhos da sua bucetinha. 2) Dava pra sentir pelo cheiro que a calcinha dela estava toda molhada. Isso me deixou super excitado, porque aproximei tanto minha boca e meu nariz que quase coloquei a língua pra fora e chupei ela. Assim que já estava em posição e com meu pau prestes a explodir, peguei meu pau e comecei a acariciar devagar. Cada movimento que eu fazia era ouvido, porque o líquido pré-seminal já tinha coberto todo o meu pau. Nisso, minha mãe disse: "Anda, filho, que isso que a gente tá fazendo não é certo." Eu, claro, não ia dar ouvidos, ia demorar o máximo possível, porque não queria parar de ver os peitos e a buceta da minha linda mãe. Então continuei me masturbando, mas enquanto fazia isso, comecei a falar com ela, dizia pra minha mãe: "Mas que mamilos gostosos você tem, não me cansaria de chupar eles uma e outra vez… Adoraria passar minha língua por toda a sua barriga e acariciar com minha boca todos esses pelinhos que cobrem essa buceta linda… Depois usaria minha língua pra morder seus lábios vaginais e chupar seu clitóris uma e outra vez." Minha mãe estava com as mãos no travesseiro. Mas, assim que comecei a falar todas essas coisas, uma das mãos dela foi pro pescoço, e quanto mais eu falava, mais a mão descia até o peito dela. Depois eu fiquei quieto e deixei o som da minha masturbação excitá-la ainda mais. E funcionou. Porque enquanto eu me masturbava, ela levou as mãos até a vagina e começou a se acariciar por cima da calcinha. Era uma cena tão excitante que eu disse pra minha mãe: "Já tô quase gozando. Não seja má, deixa eu ver sua buceta." Nisso, ela pegou a calcinha com a mão esquerda e puxou pro lado. E de fato, a buceta dela estava cheia de pelos molhados e os lábios vaginais já estavam super inchados. Em Isso, peguei uma das minhas mãos e puxei as alças do babydoll dela. Pensei que ela fosse me parar, mas não. Ela, sem tirar o travesseiro do rosto, usou a mão que estava livre e tirou a camisola completamente. Naquele momento, pude ver o tamanho e a ponta dura dos mamilos dela. Nesse ponto, eu já estava quase gozando. Então deixei minha mãe saber. E quando pensei que ia acabar, ela disse: segura mais um pouco, filho. Eu também estou quase gozando. Aí eu virei pra olhar a buceta dela, e lá estavam dois dedos penetrando a vagina dela. Então fiz um movimento meio arriscado: soltei meu pau e lentamente tirei o travesseiro do rosto da minha mãe. Ela continuava de olhos fechados, gemendo com a masturbação que tava fazendo. Ahhh, siiiim, querido... ahhh, siiiiiim, ela dizia sem abrir os olhos. Aí eu aproximei meu pau do rosto dela e comecei a passar na boca da minha mãe. Ela sentiu na hora, mas em vez de chupar, só disse: não, filho, isso é errado. Então usei a psicologia reversa... Calma, mãe. Só queria ver se você era tão boa quanto dizia nessa coisa de chupar. E antes de me afastar do rosto dela, ela abriu os olhos, pegou meu pau e enfiou tudo na boca, depois tirou e com a língua começou a lamber de baixo pra cima. E enquanto chupava meu pau com a boca e se masturbava com a mão, ela disse: quer que eu engula tudo? Acho que não cabe – eu falei. E em microssegundos, ela abriu bem a boca e enfiou até o fundo. Pensei que fosse engasgar, mas ela tinha uma garganta funda. Eu tava no paraíso. Não podia acreditar que minha mãe, uma senhora tão recatada, tava me dando o melhor boquete da minha vida. Não podia acreditar que eu tava com minha mãe numa cama de hotel, com os peitos de fora, um babydoll pela metade e metade da buceta aparecendo. Era estupidamente excitante aquele momento. Aí minha mãe tira o pau da boca e diz: é isso, filho... Não vou deixar a gente ir mais longe. longe. Então criei coragem, peguei nas mãos dela e disse: é minha vez. Ela resistiu um pouco, mas quando minha língua tocou um dos mamilos dela, parou de resistir. Então soltei as mãos dela e comecei a chupar e morder os dois mamilos. Ela pegou minha cabeça e a enfiou entre os peitos dela. Nisso, comecei a percorrer com minha língua todo o corpo dela e, quando estava prestes a chegar na buceta dela, ela me puxou pelo cabelo, olhou nos meus olhos e disse: me faz gozar. Então, com as duas mãos, peguei a calcinha dela e puxei pra baixo rapidamente. Naquele momento, pude sentir como a buceta dela pedia aos gritos pra eu chupar. E foi o que eu fiz… Primeiro, mordi os lábios vaginais dela, depois comecei a penetrar com a língua e, por último, chupei toda a vagina dela de uma vez só. Ela só se contorcia e gritava… ohhh, isso, assim meu amor!, me dá mais! Ohhh, isso, não para, filho! E enquanto eu continuava penetrando ela com a língua, ela beliscava os próprios mamilos. Então subi de novo por todo o corpo dela e, quando estava perto do rosto dela, beijei ela apaixonadamente. Achei que ela fosse me rejeitar, mas ela estava tão excitada que correspondeu ao beijo. Nisso, ela me diz: por favor, não vai me penetrar com seu pau, não quero cruzar essa linha com você. Além disso, depois que a excitação passar, a gente vai se arrepender. Então eu disse: tá bom, mãe. Mas pelo menos deixaria eu roçar a glande? Ela disse que não, mas eu já estava fazendo. E como vi que minha mãe estava ficando mais excitada, acelerei o movimento e comecei a enfiar a ponta na bucetinha dela. Ela dizia entre gemidos pra eu ter cuidado, que já estava quase dentro. E então virei ela pra ficar de quatro. E comecei a roçar todo o meu pau na bunda e na buceta dela. Quer que eu meta ou não? Não, filho, por favor não faz isso, disse ela sem olhar pra mim. Então me afastei dela e falei: pelo menos a gente podia simular que eu tô te comendo na posição que você gosta. Ela não disse nada, só Caio na cama, ela subiu em cima de mim, mas de costas, e começou a fazer movimento como se a gente tivesse transando, mas a buceta dela só roçava na ponta da minha pica. Eu já sabia que não ia conseguir foder minha mãe. Mas pelo menos me contentava com tudo que a gente fez hoje. No entanto, enquanto ela roçava os lábios da buceta na minha pica, da boca dela saíram as seguintes palavras: Ai, filho… já não aguento mais. E pá, sentou de uma vez na minha pica toda e começou a rebolar como uma verdadeira profissional. Eu só conseguia ver as nádegas dela se mexendo. Ela começou a gritar bem alto, aí colocou a mão na boca e enquanto gozava, o corpo dela foi se curvando pra trás. E entre gemidos, cansaço e suor, ela me disse: muito obrigada, Santi. Foi a melhor fodida da minha vida. Depois me deu um beijo na boca e se jogou do lado da cama. Ei, mãe… eu ainda não gozei — falei meio puto. Ai, filho, se quiser eu chupo e você goza na minha boca, ela falou entre ofegos. Aí eu respondi: não, valeu… E sem mais, olhei meu celular e já eram quase 3 da manhã. Então minha mãe levantou da cama e foi andando pro banheiro. E antes que ela chegasse lá, eu peguei ela por trás e falei: se não pude gozar dentro da sua buceta, vou gozar dentro do seu cu. Aí encostei ela na parede, levantei um pouco a bunda enorme dela e, como minha pica ainda tava dura, comecei a enfiar de leve. Ela não resistiu. Mas o cu dela não tava muito lubrificado pra penetração. Então falei pra ela chupar um pouco. Aí ela se ajoelhou e começou a me chupar. Ela era mesmo uma expert em boquete. Uns segundos depois, quando minha pica já tava lubrificada, virei ela, ela apoiou as mãos na parede e falou: cospe no meu cu e depois vai enfiando sua pica devagar, filho. Então obedeci a ordem e, uns segundos depois, minha pica tava dentro do cu da minha mãe. Eu pensei que ela não ia curtir, mas ela não parava de gemer. Até que Enquanto eu a penetrava, ela pegou uma das minhas mãos e começou a chupar meus dedos. Nisso, peguei minha outra mão e comecei a dar tapas bem fortes na bunda dela, ela deu um gritinho de dor, mas pediu pra eu fazer de novo. E quando eu já tava quase gozando, ela disse: "não goza no meu cu. Me vira, me segura pelas pernas e enfia de novo na minha buceta." E foi o que eu fiz. Segurei ela, encostei na parede e comecei a meter sem parar… ela só gemia e gritava… "Aaaaaaai, siiiiiim, siiiim, hmmmm, me dá todo o seu leite, filho… sou toda sua!"… E cada vez que eu ouvia aquilo, ficava mais excitado. Uns segundos depois, meu pau explodiu dentro da buceta da minha mãe. Ela sorriu e disse: "acabei de sentir todo o seu leite percorrendo todo o meu ser. Espero que você tenha gostado, porque eu amei." Depois a gente se beijou e eu a coloquei no chão, então ela abriu um pouco a buceta e meu sêmen começou a escorrer pela perna dela. Ela pegou um pouco com a mão e engoliu. Nunca vou esquecer aquele dia… E espero que ela também não.
Meu nome é Santiago. Tenho 27 anos. Sou do México, mas por causa do trabalho tive que me mudar pro Canadá. Sobre meus pais: minha mãe se chama Ana, tem 42 anos e trabalha como cabeleireira. Meu pai nos abandonou quando eu era pequeno.
Era janeiro de 2020 e eu ainda tava no Canadá. Mas em algumas semanas minhas férias começavam, e decidi voltar pro México. Então à noite liguei pra minha mãe pra dar a notícia. Umas 12 da noite quando fiz uma videochamada (pelo WhatsApp) pra ela.
Ela: Oi, filho, tá tudo bem?
Sim, mãe. Tá tudo bem, não se preocupa. Só liguei pra dizer que em algumas semanas chego no México, falei todo animado.
Aí ela, que tava deitada com a luz do criado-mudo acesa, levantou rápido pra acender a luz do quarto e poder conversar de boa comigo. Só que ela não percebeu que o robe que tava usando como pijama era bem transparente e ainda tinha um pezinho do mamilo direito escapando.
Eu notei na hora, mas não falei nada. Porque, embora minha mãe não tenha os peitos mais grandes do mundo, ela tem uns mamilos lindos. E como eu sei disso? Porque uma vez entrei no quarto dela enquanto ela tava se trocando. Mas naquela época, aquilo não me causou nenhuma excitação. Só que agora, conversando com ela por videochamada, me deu uma tesãozinha vê-la naquele robe transparente, com o cabelo meio bagunçado e um mamilo de fora.
E como minha mãe é loira, com um cabelo que mistura loiro e preto, ela tava muito gostosa na tela do meu celular. Mas enfim, quando ela acendeu a luz e sentou na cama pra conversar comigo, eu falei que queria Trazer umas coisas do Canadá. E ela, como boa mãe mexicana, me disse: Me traz uns lençóis bonitos e cortinas pra casa. E se você ver uns jeans e umas botas do tipo que eu gosto, então me traz. Nesse ponto, ela ainda não tinha percebido a parada do mamilo dela. Ou talvez tenha percebido, mas como somos mãe e filho, ela não viu problema nenhum naquela situação. E na real não era mesmo, porque sempre vi minha mãe com muito respeito. Mas nessa ocasião, eu desejava com todo o meu coração que ela se levantasse da cama pra ver se a calcinha dela aparecia por baixo da roupa, ou no melhor dos casos, que ela não estivesse de calcinha e desse pra ver a bucetinha dela. Me dava um pouco de nojo pensar assim da minha mãe, mas toda vez que ela balançava a cabeça pra jogar o cabelo pra trás, meu pau ficava durasso. Mas enfim, depois de meia hora de conversa, me despedi dela. E aí falei com muito carinho: Te vejo em breve, mãe. Te amo muito. Mando um beijo. Então ela colocou a mão na boca e com um gesto lindo me devolveu o beijo. Assim que terminei a ligação, fui no banheiro mijar (pra broxar) e peguei um pouco de papel. Já sabe, ia me masturbar. É que os peitos da minha mãe me deixaram tão excitado que eu não ia dormir sem ver um pornozinho. Lembro que abri um site de vídeos e procurei vídeos de madrastas com os filhos. Não queria procurar de mães com os filhos, porque me dava um pouco de repulsa. E embora eu saiba que todos esses vídeos de incesto são falsos, ainda assim não queria vê-los. Mas beleza, no outro dia fui comprar as coisas que prometi pra minha mãe. Sabe o que foi interessante nisso? Que enquanto comprava os lençóis e cortinas, do lado esquerdo tinha uma camisola preta transparente que mais parecia um babydoll. Não sabia se era boa ideia comprar ou não. Já que não sabia como minha mãe ia reagir na hora que eu desse pra ela. No entanto, criei coragem e comprei. Aliás, vinha com uma calcinha fio dental de brinde. E É que deixa eu te dizer, eu adoro mulheres que usam esse tipo de calcinha. E mesmo minha mãe usando calcinha do tipo fio dental, eu não parava de imaginar como ela ficaria com essa calcinha cacheteira preta transparente. Detalhe importante: minha mãe tem uma bunda enorme. Embora ela não tenha peitos grandes, a bunda dela é impressionante. Inclusive, meus amigos sempre me perguntavam se minha mãe tinha operado as nádegas, eu dizia que não, que eram naturais. Bom, depois que passaram as semanas certas, cheguei na casa da minha mãe. Toquei a campainha, já que não tinha as chaves de casa. Foi aí que mãe abriu a porta e notei que ela estava vestindo uma saia jeans e uma blusa marrom de alças. Ela estava muito gostosa. Então eu abaixei a mochila e abracei minha mãe. Era um abraço bem sincero entre mãe e filho. No entanto, eu fiz algo que nunca tinha feito. Peguei a cintura da minha mãe, mas com minhas mãos enfiadas por baixo da blusa dela, não sei por quê, mas queria sentir a pele da minha mãe. Ela sentiu minhas mãos frias tocando a pele dela, mas não disse nada. Só continuou me abraçando e falando no meu ouvido que sentiu muita saudade. Eu dizia o mesmo, enquanto passava minhas mãos por toda a cintura dela. Segundos depois, nos separamos do abraço e ficamos de frente. Ela me deu um beijo na bochecha, depois pegou uma das minhas mãos e disse: vem, senta, preparei uma das suas comidas favoritas. Ao que eu respondi: Show! Deixa eu lavar as mãos e já te ajudo com a mesa. Uns minutos depois, minha mãe e eu sentamos pra comer. Daí ela se levantou da cadeira pra pegar uns guardanapos no armário, mas como estavam na parte de cima, ela não alcançava. Então subiu numa cadeira pra pegar. Eu não conseguia parar de olhar as pernas lindas da mãe. Até me abaixei um pouco pra ver se conseguia dar uma olhada na bunda dela. E embora essa situação realmente me desse nojo, eu não conseguia parar de ver minha mãe como uma mulher que eu queria foder. Enfim, parei. Afastei esses pensamentos da minha cabeça e continuei comendo e conversando com minha mãe. No entanto, assim que terminamos de comer, minha mãe levou os pratos sujos para a pia e, enquanto os lavava, eu me aproximei por trás e a abracei forte. Não fiz isso com má intenção. Quer dizer, não queria esfregar meu pau na bunda dela. Só queria abraçá-la e dizer que senti muita falta dela. Ela não disse nada, apenas pegou minhas mãos, que estavam sobre a barriga dela, e as levou carinhosamente até a boca e as beijou. Já no decorrer da tarde, colocamos a conversa em dia sobre tudo o que aconteceu na minha ausência. Depois, sentamos na sala e fomos ver um filme. Embora, na verdade, minha mãe quisesse ver a novela dela. Quando a noite chegou, minha mãe me disse que já ia dormir. Eu disse que ia ficar mais um pouco e perguntei se podia usar o computador dela. Ela disse que sim, mas que não estava funcionando direito. Então, me aproximei do computador (que era de mesa) e me enfiei embaixo do móvel para desconectar e conectar alguns cabos do próprio computador. No entanto, como precisei de uma ajuda, chamei minha mãe para ver se ela podia vir. Ela veio e perguntou no que podia me ajudar. Eu disse para ela ficar atrás do móvel e pegar um cabo. O interessante disso é que, enquanto eu estava no chão, ela ficou em pé sobre a minha cabeça e, por alguns segundos, pude ver a calcinha dela. Era branca. E, embora esse momento tenha durado pouquíssimos segundos, porque ela percebeu e se afastou rapidamente, consegui ter uma imagem borrada da buceta da minha mãe, que, aliás, serviu para eu bater uma punheta naquela noite. No dia seguinte, ela acordou com um short azul e uma camisa de manga comprida. Pensei que ela fosse vestir o robe transparente que estava usando no dia em que liguei pelo WhatsApp. Mas não foi assim. Já no café da manhã, comentei que queria ir de férias para uma praia. Mas que não queria ir com meus amigos, e sim com ela. Então ela se surpreendeu e Então ela disse: você vai ficar entediado comigo, melhor ir com seus amigos e chamar umas amigas. Mas eu quero ir com você, falei enquanto segurava a mão dela sobre a mesa. Quero que você se divirta e que a gente recupere o tempo que perdemos como mãe e filho enquanto eu estive fora. Além disso, você sempre quis ir pra praia. Sim, eu sei, filho... Mas não tenho biquínis e já perdi a forma do meu corpo — disse minha mãe, um pouco decepcionada. Então levantei da cadeira, me aproximei dela e falei: os biquínis a gente compra lá, e quanto ao seu corpo, do que você está falando? Você tem um corpaço. Não sei, Santi. Melhor levar um amigo — ela disse. Bom, se você não quer ir, eu também não vou — falei pra minha mãe. E continuei dizendo: o que eu quero é passar tempo com você, e que melhor do que passar o tempo nos divertindo juntos, não acha? Tá bom, filho, quando a gente vai? — ela respondeu. Já agora — respondi — prepara sua mala e vamos. Vale destacar aqui que eu ainda não tinha dado o babydoll que comprei no Canadá, então coloquei na minha mala pra dar pra ela lá. Já no aeroporto, a gente ficou sabendo que na China estava se espalhando um vírus. Mas como bons mexicanos, ignoramos. No entanto, quando chegamos no destino, nos avisaram que não estavam mais alugando quartos de hotel e que as praias iam ficar fechadas. Então pergunto pra minha mãe: e agora, o que a gente faz? E ela responde: deixa eu ver se consigo convencer a recepcionista a alugar pelo menos um quarto de casal ou, no mínimo, um individual. Por sorte, minha mãe conseguiu... Então fomos pro quarto e, quando entramos, vimos que tinha uma cama só, e embora fosse de casal, eu falei pra minha mãe: você dorme nela e eu no chão. Minha mãe disse: você é louco, nós dois cabemos na cama. Além disso, somos mãe e filho. Aí eu respondi: tá certo. E depois perguntei: o que a gente vai fazer aqui trancados? Não vão abrir as praias. Não esquenta com isso, filho. A gente vê o que faz – minha mãe falou enquanto abria a janela do quarto. Eu, por minha vez, peguei minha mala e comecei a tirar e arrumar tudo que tinha nela. Aí minha mãe perguntou: que tal a gente ir pra piscina? Demais, vamos! – respondi. Ela disse: sim, mas primeiro vamos comprar meus maiôs, porque não trouxe nenhum.
Na sequência, eu e minha mãe fomos comprar uns biquínis de praia pra ela. Já na loja, ela escolheu uns biquínis pra experimentar. Eu, por minha conta, só ficava imaginando como minha mãe ia ficar no babydoll que trouxe pra ela. Mas um grito dela me tirou dos pensamentos… Ei, Santiago, em que é que você tá pensando? Tô te chamando pra você me dizer como ficam esses biquínis em mim – ela falou, mostrando os biquínis que tinha na mão. Como? O quê? – gaguejei. Deixa pra lá – disse ela.
Já no hotel, minha mãe falou: vou no banheiro vestir um desses biquínis e aí a gente vai pra piscina, certo? Beleza, mãe – respondi. Aí, lá do banheiro, ela perguntou: e você, o que vai vestir? Só um short que trouxe do Canadá – gritei de volta.
Uns minutos depois, enquanto eu tava na cama mexendo no celular, minha mãe saiu do banheiro de biquíni. Tava uma gostosa. E mesmo o corpo dela não sendo mais de adolescente, ainda se mantinha bem. O que achou? – perguntou. Ah… Uau!… Tá super sexy – falei, sem conseguir tirar os olhos da buceta dela. Dava pra ver que ela não tinha se depilado, e isso me excitou ainda mais. Ah, não fala isso, Santi. Sou sua mãe. Só tô perguntando se não tô muito gorda ou se minha pele não tá muito enrugada. Desculpa, mãe – falei – mas na real esse biquíni azul te cai muito bem. Só espero que a parte de baixo não desamarre da sua cintura. Ah, não… imagina. – respondeu minha mãe, enquanto ajustava os peitinhos no sutiã. Aliás, mesmo os peitos dela não sendo muito grandes, ela tava uma delícia naquele biquíni. Uns minutos depois, eu e minha mãe descemos pra piscina do hotel. Mas tava fechada. Aí perguntamos pro gerente se iam abrir, mas ele disse que não. Porque o vírus tava se espalhando muito rápido, então a gente tinha que ficar no quarto sem sair. Minha mãe ficou meio decepcionada com isso. E eu também. Mas minha decepção não era pela piscina em si, era porque eu queria continuar vendo minha mãe de biquíni, queria ver se quando molhasse o biquíni dava pra ver os biquinhos, ou, no melhor dos casos, dar pra ver o volume dos pelos na buceta dela. Mas fazer o quê, não deu. Então voltamos pro quarto. Aí minha mãe falou: vou tirar esse biquíni, pede alguma coisa pra comer enquanto isso. Mas por que vai tirar? Deixa ele, de qualquer jeito tá um calorão, respondi rápido. É que me dá vergonha você me ver assim, ela disse, meio corada. Aí eu respondi: poxa, sou seu filho, não um maldito tarado. Embora, na real, eu tava morrendo de vontade de desamarrar aquele biquíni e enfiar toda a minha pica nela. Não foi isso que quis dizer, filho. Só que já tô velha, e não quero que você veja as estrias que tão aparecendo na minha bunda, falou minha mãe num tom triste. Então eu fui até ela e falei: mas do que você tá falando? Peguei na cintura dela, virei ela de leve, e enquanto olhava pra bunda dela, falei: as novinhas bem que queriam ter essa bunda gostosa. E quando eu ia tocar nela, ela se virou rápido e disse: Santiago, por favor… para de falar assim do corpo da sua mãe, é muito inapropriado. Aí eu me afastei dela, tirei a camiseta que tava usando e me deitei na cama. Mas tinha esquecido que fiz uma tatuagem no Canadá, então quando Tirei a camisa, minha mãe viu e rapidamente sentou na beira da cama me perguntando: quando você fez essa tatuagem? Quando eu estava no Canadá, respondi enquanto mexia no celular. Aí ela fez uma coisa que me deixou muito excitado. Com uma das mãos, pegou no meu peito, onde estava a tatuagem, e começou a passar a ponta dos dedos. Parecia que ela estava me acariciando. Meu pau começou a endurecer na hora. Mas rapidamente cobri com um travesseiro antes que ela percebesse. Depois, ela se levantou da cama e perguntou: o que você vai querer comer? Eu respondi: um hambúrguer com abacaxi. E você, o que vai pedir? Estou com vontade de um peixe grelhado, ela disse enquanto ligava. Quando o pedido chegou, a gente começou a comer. Vale mencionar que minha mãe ainda estava de biquíni. Parece que o assunto da tatuagem fez ela esquecer de se trocar. E eu agradeci muito por isso. Porque toda vez que ela virava de costas, eu focava o olhar naquelas bundonas enormes. Já eram 8 da noite, minha mãe deitou do lado direito da cama e eu do esquerdo. Aí ficamos vendo TV. Enquanto ela assistia a um programa, eu ficava rolando o Instagram. Depois larguei o celular no criado-mudo e falei pra ela colocar um filme. Ela topou e pegou o controle pra procurar. Mas não tinha nenhum filme bom. Aí ela disse: se quiser, fica vendo TV, vou tomar um banho e depois dormir. Nisso, ela se levantou da cama e, enquanto caminhava pro banheiro, eu não conseguia parar de olhar praquele rabo. Tava morrendo de vontade de entrar no banho com ela e depois foder ela no chuveiro. Mas tirei esses pensamentos da cabeça e fui ver TV. Uns minutos depois, minha mãe gritou do banheiro, falou que esqueceu de pegar a roupa pra se vestir, e perguntou se eu podia pegar uma calcinha da mala dela e uma camisa branca. Camiseta larga. Eu me levantei rápido da cama e fui até a mala dela. Chegando lá, peguei uma das calcinhas dela, era uma calcinha branca. Não sei por que fiz aquilo, mas cheirei ela de um jeito depravado e depois peguei a camisa dela e fui pro banheiro. Lá, pude ver a silhueta nua da minha mãe. O vidro era semitransparente, dava pra ver a forma do corpo dela. Então eu falei: "aqui está a roupa, vou deixar em cima da toalha." "Sim, obrigada, filho" — respondeu ela enquanto a água do chuveiro escorria pelo corpo todo dela. Depois voltei pra cama, desliguei a TV e peguei meu celular. Aí minha mãe saiu do banheiro, estava usando a camiseta comprida que eu dei e a calcinha. Mas não dava pra ver nada porque a camiseta cobria tudo. Então ela perguntou: "O quê? Não vai mais ver TV?" Eu respondi: "Não tem nada de bom. Tá melhor o que eu tô vendo agora." Quer dizer, eu tava me referindo ao que eu tava vendo no celular. Mas na real, eu tava falando do corpo dela. Depois ela veio se deitar e eu levantei pra tomar banho. Já no banheiro, queria bater uma bronha. Mas não queria pensar na minha mãe enquanto me masturbava, porque mesmo com vontade de comer ela, não queria ter esses pensamentos na cabeça. Mas enfim, quando saí do banheiro, minha mãe já estava deitada e coberta com o lençol que estava na cama. Então apaguei a luz do banheiro e andei em silêncio até a cama. Mas aí minha mãe falou: "Fica tranquilo, filho, ainda não dormi." "Oooh, pensei que já tava no quinto dos infernos", falei pra ela. "Não, filho… ainda é muito cedo pra dormir, mas como não podemos sair e na TV não tem nada, por isso apaguei a luz", ela disse. "É, que azar a gente deu nesse feriado", falei enquanto me deitava na cama. Já os dois deitados, começamos a conversar um pouco sobre vários assuntos. Depois ela falou: "Já tô com sono, vou dormir… descansa, filho." "Igualmente, mãe, descansa, te amo muito." Depois disso, Aproximei meu rosto na bochecha dela e dei um beijo. Umas horas depois, eu ainda estava acordado. É que antes de dormir, sempre gosto de entrar pra ver vídeos e bater uma com um vídeo de sapatão. Só que não queria ir pro banheiro e me masturbar lá. Porque, como te falei agora há pouco, não queria pensar na minha mãe. Sendo meia-noite, levantei pra ir no banheiro mijar. E, mesmo fazendo isso sem acender a luz e em silêncio pra não acordar minha mãe, não consegui. Já que ela me disse: "Não consegue dormir, filho?" Eu respondi: "Sim, só levantei pra mijar, mas me diz, por que você ainda tá acordada?" "É que tô com muito calor. Faz um tempo que saí do banho, tava fresca, e essa camisa de manga longa era uma boa opção. Mas agora já não é mais", ela disse. "E por que você não tira?" Perguntei. "Ah, não, como é que pode? Não tô usando nada por baixo", ela falou, meio sem graça. Eu só respondi: "Você ainda com isso, poxa, sou seu filho. Além do mais, tá escuro, não vou te ver." "Não, Santi, não se preocupa, eu me viro", minha mãe disse. Então lembrei que tinha o pijama transparente que comprei pra minha mãe no Canadá. E, mesmo com medo de dar pra ela, achei que era a melhor oportunidade pra presentear. Assim, voltei pra cama e falei: "Ei, mãe... quando tava no Canadá, comprei uma coisa que pode te ajudar nessa situação." "O quê? Do que você tá falando? O que você comprou?" Minha mãe perguntou. "Bom, não sei se devo te dar, porque pode parecer meio inapropriado", falei com a voz nervosa. Então ela se aproximou um pouco do lado da minha cama e disse: "Calma, querido. Vamos ver, o que você comprou?" Aí levantei da cama, acendi a luz do quarto e mostrei o pijama pra minha mãe. Ela fez cara de surpresa e depois disse: "Nossa! É muito lindo, mas por que você comprou isso?" "Sei lá, tava comprando os lençóis e cortinas que você pediu e de repente vi esse babydoll e pensei em te dar de presente." "Ah, filho... sei que não Você fez de propósito, né? Mas esse tipo de presente é coisa de marido, não de filho. Mas tudo bem, agradeço o gesto. Um dia eu experimento, minha mãe falou. Como assim um dia? Experimenta agora, é um pijama pra dormir. Além disso, é bem levinho e pode te ajudar com o problema do calor. Mas o que você tá dizendo, Santi? Como vou experimentar agora? Ela se perguntou. Aí eu respondi: por que não? Qual o problema? Além disso, não tô pedindo pra você me mostrar como ficou, só tô falando pra você vestir pra poder dormir hoje à noite. Não sei, ela disse. Vai lá, insisti. Bom, tá certo… vou no banheiro vestir, mas apaga a luz. Porque quando eu sair, não quero que você me veja, ela falou. Tá bom, mãe – respondi. Uns minutos depois, minha mãe saiu do banheiro. E mesmo não dando pra ver nada por causa da escuridão, ainda assim tentei enxergar ela. Já deitados na cama os dois, ela com o pijama que eu dei e eu com um short que vesti pra dormir, ela diz: bom, agora vamos dormir. Então ela virou pro lado dela e eu pro meu. Mas aí eu falei: ei, antes de dormir, posso te fazer uma pergunta? Sim, fala – respondeu minha mãe. Você gostou de como ficou? – perguntei. Mmmmm… sim… mas ficou um pouco curto. Aliás, de costas aparece a bunda toda. Bom, na verdade aparece toda a calcinha que tô usando. É que esse pijama vem com uma calcinha fio dental preta, eu falei. E como você sabe? – ela perguntou. Porque veio com uma – respondi. E tá na sua mala? Perguntou minha mãe. Acho que não, mas deixa eu ver. Então levantei da cama e acendi a luz, e mesmo tendo feito isso pra procurar a calcinha, também fiz pra ver se conseguia enxergar os mamilos da minha mãe. Mas não consegui, porque ela tava se cobrindo com o lençol. Por sorte, encontrei a calcinha. Então mostrei pra minha mãe e perguntei se ela queria experimentar. Ela ficou pensando, mas no fim topou. Aí ela mandou eu apagar a luz de novo, e Foi assim que eu fiz. Depois ela se levantou e foi se trocar. Um minuto depois, saiu do banheiro e, sem dizer nada, se meteu na cama. Aí eu perguntei: "E aí, ficou bom em mim?" Ela respondeu: "Sim, ficou muito bom. Até estou usando agora." Quando ouvi isso, fiquei muito excitado. Comecei a imaginar a bunda, a buceta e os peitos da minha mãe naquele babydoll. Então falei para ela: "Queria ter visto como ficou em você." Ela respondeu meio brava: "O que é isso, Santiago? Sou sua mãe… Para de pensar nessas coisas? Sabe o quê… Melhor a gente dormir logo." Eu sabia que tinha estragado tudo naquele momento, então preferi ficar calado e virei para o meu lado para dormir. Mas aí minha mãe se mexeu na cama, se aproximou de mim e disse: "Me perdoa, filho, é que me sinto muito estranha quando você fala assim comigo, mas agradeço muito pelo presente." Naquele momento, eu senti os peitos da minha mãe roçando nas minhas costas. Queria virar e dizer para ela não se preocupar, que não tinha nada para perdoar, mas, em vez disso, joguei minha carta na manga. Falei para ela: "Te amo muito, mãe. Você é a única pessoa que tenho no mundo. E sei que não devia ter pedido isso, mas meu pai nos abandonou há anos e só temos um ao outro. E, bom, eu só queria que você pudesse mostrar sua beleza para alguém." Então ela disse: "Tem razão, filho. Que tal você acender a luz do seu criado-mudo e eu te mostro como ficou?" Naquele momento, fiquei excitado demais, mas tentei me acalmar. Então só falei: "Tá bom, mãe." Aí acendi a luz do criado-mudo e minha mãe se levantou da cama. Foi quando eu pude ver o corpo da minha mãe quase pelado. O abajur não dava muita luz, mas dava para ver os bicos dos peitos dela. E, mesmo com as mãos cobrindo a buceta, ainda era muito excitante vê-la. Depois ela se virou e disse: "Olha, vê como aparece toda a minha bunda, mesmo eu estando de calcinha fio dental. Se não tivesse nada, Ficaria com a bunda toda de fora, foi o que ela disse enquanto nós dois ríamos. E então, o que você acha… tô bonita? Minha mãe me perguntou. Você tá linda, mãe. Não sei como meu pai não quis ter uma beleza como você do lado dele. Ela respondeu meio sem graça: ai, filho, muito obrigada pelo elogio. Quanto ao seu pai, esquece ele. Melhor me dizer… você acha que ainda sou sexy, filho? Claro que sim, mãe. Qualquer homem teria sorte de estar com uma mulher como você, eu disse. Ai, Santi. Não fala isso. Você sabe que o único homem da minha vida é você. Você é meu filho e sempre vou cuidar de você. Ei, mãe, por falar nisso: quanto tempo faz que você não fica com um homem? Ela respondeu: mas que tipo de pergunta é essa? Por favor, mãe, já estamos em pleno 2020, filhos e mães podem falar dessas coisas. Por que você não quer falar comigo sobre sexo? Tá bom, vamos fazer assim, Santi. Você e eu vamos falar de sexo hoje à noite, mas a partir de amanhã toda essa conversa vai ficar no esquecimento, combinado? Além disso – continuou minha mãe – quero que a gente converse sobre esse assunto, mas com a luz apagada. Não quero que você olhe nos meus olhos, nem eu nos seus. Seria muito desconfortável pra mim. Tá bom, respondi. O que você quer saber? Perguntou minha mãe. Quanto tempo faz que você não fica com um homem? Perguntei. Faz uns 4 anos que não fico com um homem sexualmente falando, ela respondeu. E nesse tempo você só se masturbou? Perguntei rápido. Santiago, pelo amor – respondeu minha mãe. Você disse que hoje a gente ia falar de sexo e masturbação entra nesse assunto, então responde – falei pra minha mãe. Bom, antes de eu responder, vamos ver você me dizer… quanto tempo faz que você não fica com uma garota? E quando você não fica com ninguém, você fica se masturbando? Perguntou minha mãe. Eu respondi, sem nenhum pudor: faz uns meses que não transo. E nesse tempo, claro que me masturbei, não faço sempre, porque às vezes chego muito cansado do trabalho, mas se faço... Agora é sua vez de responder? Ah, filho, que barbaridade. A gente não devia estar falando disso, mas tudo bem. Eu não costumo me masturbar muito. Mas já fiz isso — disse minha mãe, meio envergonhada. Aí eu perguntei rápido: quando foi a última vez que você se masturbou? Umas três semanas atrás — respondeu minha mãe. Naquele momento, meu pau já estava todo duro. Mas como a luz estava apagada, minha mãe não conseguia ver. Então fiz a próxima pergunta: você se masturba com os dedos ou usa algum brinquedo sexual? Aliás, também quero saber: em quem ou no que você pensa quando se masturba? Pelo amor, Santiago, pra que você quer saber disso? — disse minha mãe com uma voz estranha. Vai, me conta logo? — falei. Bom, quando eu era mais nova, me masturbava com um vibrador. Mas agora que tô mais velha, só uso minhas mãos. E sobre em quem penso quando me toco, é nos meus ex-namorados. Agora é sua vez de responder as mesmas perguntas — minha mãe falou. Mas eu não parava de imaginar minha mãe de pernas abertas, enfiando um vibrador na buceta dela. Aí aproveitei que a luz estava apagada pra puxar meu pau pra fora e começar a acariciar ele. Bom, uma vez eu comprei uma boneca inflável, mas não curti a experiência. Sobre em quem penso quando me masturbo, também penso nas minhas ex-namoradas. Lembro de quando eu metia nelas e quando elas faziam sexo oral em mim. Aliás, você gosta de sexo oral, mãe? Sim — ela respondeu. E depois completou: alguns caras disseram que eu era muito boa chupando paus. E você é? — perguntei. Nenhum dos meus namorados reclamou, então acho que sim — disse minha mãe. Naquele momento, eu queria pedir pra ela fazer comigo, mas não queria que ela se sentisse desconfortável ou que estragasse a noite. Então resolvi me segurar e continuar a conversa. E você, filho? — ela perguntou. Eu o quê? — perguntei, como se não soubesse do que ela tava falando. Não se faz de bobo — ela disse — tô te perguntando. Se você gosta de sexo oral. Claro que gosto, tanto fazer quanto receber, respondi. E quão bom você é com a língua? Perguntou sem rodeios minha mãe. Ei, calma aí – falei. O quê? Já ficou com vergonha? Perguntou minha mãe num tom debochado. Então aproveitei aquele momento pra me aproximar um pouco mais dela, sabia que ela não ia falar nada. Assim, fiquei bem pertinho dela. Ela só suspirou e depois disse: e então? Então olha – falei pra minha mãe – sempre que vou fazer sexo oral, gosto de passar minha língua nos mamilos da garota, depois percorro todo o corpo dela com a língua, e quando chego na buceta dela, abro bem as pernas e minha língua penetra aquela bucetinha linda. Naquele momento, pude sentir que a respiração da minha mãe acelerou um pouco. Até podia jurar que os mamilos dela já estavam durinhos e a calcinha já estava meio molhada. Mas a luz continuava apagada e eu não podia confirmar minha teoria. Então continuei a conversa… Me diz uma coisa, mãe: qual é sua posição favorita? E ela respondeu sem hesitar: ficar por cima da pessoa, mas dando a bunda pra ela. Vale dizer que quando minha mãe disse isso, eu ainda estava com o pau pra fora e, mesmo já saindo um pouco de porra, tentei não fazer barulho enquanto batia uma. Então só falei pra minha mãe: Uau! Parece que você gosta de ser dominadora no sexo. E ela respondeu: a verdade é que sim, filho. Aliás, falei: você gosta de sexo anal? Bem, uma vez seu pai tentou me penetrar por lá, mas não conseguiu. Então não sei se gosto, já que nunca meteram por ali – disse ela. E você gostaria de experimentar um dia? – Perguntei com muita curiosidade. Não sei – respondeu ela. Acho que já não tenho mais idade pra ter sexo por ali, concluiu minha mãe. Naquele momento, deu vontade de dizer que eu podia ajudar com esse problema, mas senti que estaria passando dos limites, então preferi continuar conversando com ela. Então ela perguntou: qual é sua posição favorita? E você gosta de penetrar suas garotas no cu? Minha posição favorita é de quatro, e foi nesse momento que ouvi minha mãe murmurar – nossa, que gostoso – eu já estava super excitado e meu pau já estava prestes a explodir, mas tentei aguentar o máximo possível. Então, depois desse pequeno murmúrio, continuei dizendo: eu gosto de sexo anal, desde que eu veja que a garota é limpa. Nisso, minha mãe disse: como eu. E logo corrigiu rapidamente o comentário com: “quero dizer que sou muito limpa em casa”. Acho que nesse ponto, minha mãe já está um pouco excitada. Mas não ousava admitir. Então pensei rapidamente em duas perguntas que me levariam àquele ponto, onde ela admitisse o quanto estava com tesão. Foi então que ela disse: ei, filho… você prefere peitos grandes ou bunda grande? Ao que respondi: adoro bundões, igual ao seu. Gosto de dar tapas na bunda das garotas quando estou de quatro. Dito isso, houve um breve silêncio de ambos. No entanto, meu nariz conseguiu sentir aquele cheiro que as mulheres exalam quando a buceta delas já está molhada. Mas como te disse há pouco, não podia dar o próximo passo com minha mãe sem ter certeza de que ela estava tão excitada quanto eu. Então me atrevi a perguntar o seguinte: ei, mãe… Se agora eu te dissesse que estou com o pau pra fora e me masturbando, você ficaria brava comigo? Ao que ela respondeu: não acredito, filho. Nisso, peguei a mão esquerda dela e a direcionei para meu pau. Ela resistiu um pouco, mas apliquei um pouco de força até que ela o tocou. Então, ela apertou um pouco e fez dois movimentos para cima e para baixo que quase me fizeram gozar. Então ela disse: Uau! Parece que é verdade mesmo. Depois soltou meu pau e disse: acho que isso já está saindo do controle, filho. Então vamos parar por aqui. E antes que ela dissesse qualquer outra coisa, eu disse: tudo bem. Mãe. Mas antes de terminar, cê pode me fazer um favor? Depende – ela respondeu. Aí eu falei: me diz sim ou não. Mmm… Bom, tá bem, filho. Mas depois desse favor a gente já dorme, combinado? Sim, eu prometo, mãe. Beleza, me diz o que cê quer que eu faça? Perguntou minha mãe. A única coisa que eu quero é que você me deixe acender a luz do quarto e me deixe bater uma enquanto vejo seu corpo inteiro. Claro que não! – Ela falou meio brava – não vou tirar minha calcinha pra você ver minha buceta. Não, não, não… Não quero que você tire o pijama. Só quero que você fique deitada assim como está, feche os olhos e me deixe bater uma enquanto admiro seu corpo lindo nesse baby doll. Por favor, mãe… me faz esse favor, sim? É uma puta loucura, filho… mas tá bem… não quero que você encoste no meu corpo, só vale olhar – ela sentenciou. Aliás, ela disse: eu também fiquei excitada, então você vai ver minha calcinha meio molhada, ok? Eu só ri baixinho e falei ok. Aí levantei da cama com o pau pra fora e falei pra minha mãe cobrir o rosto com o travesseiro ou, se quisesse conhecer meu pau, ficar de olhos abertos. Ela escolheu o travesseiro, já não queria cruzar o limite de ver o pau do filho. Acho que ela parece ter esquecido que uns minutos atrás ela tocou nele, até me masturbou de leve. Enfim, ela colocou o travesseiro, eu acendi a luz, e naquele momento, quando me aproximei da cama, pude ver em todo seu esplendor o corpo da minha mãe. Como o pijama era transparente, pude ver o pontudo dos mamilos dela e, quanto à buceta, não dava pra ver direito, porque ela estava com as pernas cruzadas. Aí eu falei: não vale, mãe. Não vale o quê? – Ela respondeu. Você tem que me deixar ver seu corpo inteiro, então separa as pernas, eu ordenei. Não consigo, filho – ela respondeu rápido. E se eu ajudar a separar? Perguntei enquanto já estava abrindo aquele lindo compasso com as mãos. Depois que abri as pernas dela pernas, minha excitação chegou ao auge. Eu queria devorar aquela buceta e depois enfiar meu pau com tudo e mais um pouco. Mas me segurei. Então, quando abri suas pernas, percebi duas coisas: 1) Dava pra ver através da transparência da calcinha todos os pelinhos da sua bucetinha. 2) Dava pra sentir pelo cheiro que a calcinha dela estava toda molhada. Isso me deixou super excitado, porque aproximei tanto minha boca e meu nariz que quase coloquei a língua pra fora e chupei ela. Assim que já estava em posição e com meu pau prestes a explodir, peguei meu pau e comecei a acariciar devagar. Cada movimento que eu fazia era ouvido, porque o líquido pré-seminal já tinha coberto todo o meu pau. Nisso, minha mãe disse: "Anda, filho, que isso que a gente tá fazendo não é certo." Eu, claro, não ia dar ouvidos, ia demorar o máximo possível, porque não queria parar de ver os peitos e a buceta da minha linda mãe. Então continuei me masturbando, mas enquanto fazia isso, comecei a falar com ela, dizia pra minha mãe: "Mas que mamilos gostosos você tem, não me cansaria de chupar eles uma e outra vez… Adoraria passar minha língua por toda a sua barriga e acariciar com minha boca todos esses pelinhos que cobrem essa buceta linda… Depois usaria minha língua pra morder seus lábios vaginais e chupar seu clitóris uma e outra vez." Minha mãe estava com as mãos no travesseiro. Mas, assim que comecei a falar todas essas coisas, uma das mãos dela foi pro pescoço, e quanto mais eu falava, mais a mão descia até o peito dela. Depois eu fiquei quieto e deixei o som da minha masturbação excitá-la ainda mais. E funcionou. Porque enquanto eu me masturbava, ela levou as mãos até a vagina e começou a se acariciar por cima da calcinha. Era uma cena tão excitante que eu disse pra minha mãe: "Já tô quase gozando. Não seja má, deixa eu ver sua buceta." Nisso, ela pegou a calcinha com a mão esquerda e puxou pro lado. E de fato, a buceta dela estava cheia de pelos molhados e os lábios vaginais já estavam super inchados. Em Isso, peguei uma das minhas mãos e puxei as alças do babydoll dela. Pensei que ela fosse me parar, mas não. Ela, sem tirar o travesseiro do rosto, usou a mão que estava livre e tirou a camisola completamente. Naquele momento, pude ver o tamanho e a ponta dura dos mamilos dela. Nesse ponto, eu já estava quase gozando. Então deixei minha mãe saber. E quando pensei que ia acabar, ela disse: segura mais um pouco, filho. Eu também estou quase gozando. Aí eu virei pra olhar a buceta dela, e lá estavam dois dedos penetrando a vagina dela. Então fiz um movimento meio arriscado: soltei meu pau e lentamente tirei o travesseiro do rosto da minha mãe. Ela continuava de olhos fechados, gemendo com a masturbação que tava fazendo. Ahhh, siiiim, querido... ahhh, siiiiiim, ela dizia sem abrir os olhos. Aí eu aproximei meu pau do rosto dela e comecei a passar na boca da minha mãe. Ela sentiu na hora, mas em vez de chupar, só disse: não, filho, isso é errado. Então usei a psicologia reversa... Calma, mãe. Só queria ver se você era tão boa quanto dizia nessa coisa de chupar. E antes de me afastar do rosto dela, ela abriu os olhos, pegou meu pau e enfiou tudo na boca, depois tirou e com a língua começou a lamber de baixo pra cima. E enquanto chupava meu pau com a boca e se masturbava com a mão, ela disse: quer que eu engula tudo? Acho que não cabe – eu falei. E em microssegundos, ela abriu bem a boca e enfiou até o fundo. Pensei que fosse engasgar, mas ela tinha uma garganta funda. Eu tava no paraíso. Não podia acreditar que minha mãe, uma senhora tão recatada, tava me dando o melhor boquete da minha vida. Não podia acreditar que eu tava com minha mãe numa cama de hotel, com os peitos de fora, um babydoll pela metade e metade da buceta aparecendo. Era estupidamente excitante aquele momento. Aí minha mãe tira o pau da boca e diz: é isso, filho... Não vou deixar a gente ir mais longe. longe. Então criei coragem, peguei nas mãos dela e disse: é minha vez. Ela resistiu um pouco, mas quando minha língua tocou um dos mamilos dela, parou de resistir. Então soltei as mãos dela e comecei a chupar e morder os dois mamilos. Ela pegou minha cabeça e a enfiou entre os peitos dela. Nisso, comecei a percorrer com minha língua todo o corpo dela e, quando estava prestes a chegar na buceta dela, ela me puxou pelo cabelo, olhou nos meus olhos e disse: me faz gozar. Então, com as duas mãos, peguei a calcinha dela e puxei pra baixo rapidamente. Naquele momento, pude sentir como a buceta dela pedia aos gritos pra eu chupar. E foi o que eu fiz… Primeiro, mordi os lábios vaginais dela, depois comecei a penetrar com a língua e, por último, chupei toda a vagina dela de uma vez só. Ela só se contorcia e gritava… ohhh, isso, assim meu amor!, me dá mais! Ohhh, isso, não para, filho! E enquanto eu continuava penetrando ela com a língua, ela beliscava os próprios mamilos. Então subi de novo por todo o corpo dela e, quando estava perto do rosto dela, beijei ela apaixonadamente. Achei que ela fosse me rejeitar, mas ela estava tão excitada que correspondeu ao beijo. Nisso, ela me diz: por favor, não vai me penetrar com seu pau, não quero cruzar essa linha com você. Além disso, depois que a excitação passar, a gente vai se arrepender. Então eu disse: tá bom, mãe. Mas pelo menos deixaria eu roçar a glande? Ela disse que não, mas eu já estava fazendo. E como vi que minha mãe estava ficando mais excitada, acelerei o movimento e comecei a enfiar a ponta na bucetinha dela. Ela dizia entre gemidos pra eu ter cuidado, que já estava quase dentro. E então virei ela pra ficar de quatro. E comecei a roçar todo o meu pau na bunda e na buceta dela. Quer que eu meta ou não? Não, filho, por favor não faz isso, disse ela sem olhar pra mim. Então me afastei dela e falei: pelo menos a gente podia simular que eu tô te comendo na posição que você gosta. Ela não disse nada, só Caio na cama, ela subiu em cima de mim, mas de costas, e começou a fazer movimento como se a gente tivesse transando, mas a buceta dela só roçava na ponta da minha pica. Eu já sabia que não ia conseguir foder minha mãe. Mas pelo menos me contentava com tudo que a gente fez hoje. No entanto, enquanto ela roçava os lábios da buceta na minha pica, da boca dela saíram as seguintes palavras: Ai, filho… já não aguento mais. E pá, sentou de uma vez na minha pica toda e começou a rebolar como uma verdadeira profissional. Eu só conseguia ver as nádegas dela se mexendo. Ela começou a gritar bem alto, aí colocou a mão na boca e enquanto gozava, o corpo dela foi se curvando pra trás. E entre gemidos, cansaço e suor, ela me disse: muito obrigada, Santi. Foi a melhor fodida da minha vida. Depois me deu um beijo na boca e se jogou do lado da cama. Ei, mãe… eu ainda não gozei — falei meio puto. Ai, filho, se quiser eu chupo e você goza na minha boca, ela falou entre ofegos. Aí eu respondi: não, valeu… E sem mais, olhei meu celular e já eram quase 3 da manhã. Então minha mãe levantou da cama e foi andando pro banheiro. E antes que ela chegasse lá, eu peguei ela por trás e falei: se não pude gozar dentro da sua buceta, vou gozar dentro do seu cu. Aí encostei ela na parede, levantei um pouco a bunda enorme dela e, como minha pica ainda tava dura, comecei a enfiar de leve. Ela não resistiu. Mas o cu dela não tava muito lubrificado pra penetração. Então falei pra ela chupar um pouco. Aí ela se ajoelhou e começou a me chupar. Ela era mesmo uma expert em boquete. Uns segundos depois, quando minha pica já tava lubrificada, virei ela, ela apoiou as mãos na parede e falou: cospe no meu cu e depois vai enfiando sua pica devagar, filho. Então obedeci a ordem e, uns segundos depois, minha pica tava dentro do cu da minha mãe. Eu pensei que ela não ia curtir, mas ela não parava de gemer. Até que Enquanto eu a penetrava, ela pegou uma das minhas mãos e começou a chupar meus dedos. Nisso, peguei minha outra mão e comecei a dar tapas bem fortes na bunda dela, ela deu um gritinho de dor, mas pediu pra eu fazer de novo. E quando eu já tava quase gozando, ela disse: "não goza no meu cu. Me vira, me segura pelas pernas e enfia de novo na minha buceta." E foi o que eu fiz. Segurei ela, encostei na parede e comecei a meter sem parar… ela só gemia e gritava… "Aaaaaaai, siiiiiim, siiiim, hmmmm, me dá todo o seu leite, filho… sou toda sua!"… E cada vez que eu ouvia aquilo, ficava mais excitado. Uns segundos depois, meu pau explodiu dentro da buceta da minha mãe. Ela sorriu e disse: "acabei de sentir todo o seu leite percorrendo todo o meu ser. Espero que você tenha gostado, porque eu amei." Depois a gente se beijou e eu a coloquei no chão, então ela abriu um pouco a buceta e meu sêmen começou a escorrer pela perna dela. Ela pegou um pouco com a mão e engoliu. Nunca vou esquecer aquele dia… E espero que ela também não.
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