Daniela e eu éramos amantes oficialmente.
Se vocês leram as partes anteriores, vão notar que a vingança contra Carlos nos uniu — ela por estar escravizada numa relação tóxica e eu por causa dos maus-tratos no trabalho...
Daniela e eu nos víamos sempre que dava, era comum eu chegar no meu apê depois do expediente e ela chegar num Uber quase ao mesmo tempo... mal entrávamos, eu trancava a porta e a gente se beijava de boca aberta, super quentes, e rapidinho tirávamos a roupa jogando pra qualquer lado... roçar, tocar, lamber, chupar e morder, a gente fazia de tudo. Uma vez a gente fez no chuveiro, ver a bunda dela ensaboada foi espetacular, como as gotas escorriam pelo corpo dela e até algumas entravam no cu e na buceta dela.
A Daniela adorava meu pau, brincava com ele enquanto tava duro ou meio duro, passava no rosto dela e dava beijos... uma vez enquanto ela passava a língua no meu pau, perguntei por que ela amava tanto chupar ele, e ela confessou que fazia muito tempo que não transava direito, que o filho da puta do Carlos quase não ficava duro sendo novo e às vezes até gozava rápido... ao ouvir isso, a gente riu pra caralho, depois de um tempão de risada... a putinha continuou me fazendo um boquete e dessa vez com mais vontade, eu ficava cada vez mais excitado, ver ela enfiar meu pau inteiro na boquinha dela uma vez atrás da outra enquanto me olhava com aqueles olhos puxados lindos dela, foi a glória. Eu só dava tapas na bunda dela e falava "ai... ai... que gostoso, papai, me dá outra... ai" e com a outra mão arrumava o cabelo dela, tipo penteando enquanto ela me chupava.
Pouco depois, eu queria gozar e falei pra ela... mas ela me parou. Levantou e tirou a roupa, ficando completamente pelada. Fomos direto pra cama, eu ia meter nela, mas ela me parou de novo... "Calma, amor, quero fazer uma coisa... você tem que deitar, papai." Eu obedeci, e ela arrumou o cabelo, eu fiquei olhando pra ela... ela subiu na cama, sentou, apoiou as mãos ao lado do corpo e esticou as pernas na direção do meu pau... isso mesmo, Daniela começou a me fazer uma punheta com os pés... eu não podia acreditar, meu pau ficou tão duro, cheio de veias e reto como não ficava há muito tempo. Ela me fez pegar um gel lubrificante da bolsa dela que estava no criado-mudo e passei pra ela, ela passou em todo o meu pau e nos pés dela, que por sinal eram pés de princesa, finos, com unhas pintadas, pele branca e macia.

Bem, continuando... com muito gel escorrendo pelo meu pau e nos pés dela, ela acelerou o ritmo, olhou pra cima e começou a gemer que nem uma puta, os bicos dos peitos dela estavam duros e eu pude ver a buceta molhada dela... com os pés, ela fazia movimentos pra cima e pra baixo, pra frente e pra trás, os pés da Daniela me proporcionaram uma punheta deliciosa, além disso era extremamente excitante ver ela cheia de prazer, ouvir ela gemer e ter ela na minha frente fazendo putarias como se tocar, mostrar a língua, enfiar os dedos, etc.
Depois de um tempo, ela parou e disse "agora me come, quero gozar, meu amor". Levantei e agarrei ela como pude, no papai-e-mamãe mesmo, comi ela por uns minutos. Daniela já queria gozar e eu também, então comecei a fazer movimentos mais precisos, estimulando o clitóris dela. Ela começou a se contorcer e gemer mais seguido... Eu vinha segurando a gozada há um tempão, então assim que percebi que ela estava terminando, agarrando meus braços e os lençóis com força (Daniela estava gozando a jatos), eu também acelerei e enfiei até o fundo. A buceta dela estava quente e muito molhada... Eu estava prestes a gozar, mas Daniela me empurrou pra trás e se ajeitou pra fazer uma punheta com os pés de novo... Ela fez rápido, falava putaria pra eu gozar: "vai, papai, me dá essa porra", "que gostoso, meu amor, adoro seu pau... vai... mm goza a jatos, amor, me enche de porra..." Começou a esfregar meu pau com os pés e finalmente gozei, jorrei muito leite... Enchi os pés dela e ainda respingou nas pernas e na barriga... Ela sorriu feito uma puta e com o dedo pegou meu leite que caiu numa das pernas dela e levou à boca: "mm adoro seu leitinho, papai, tomo antes de esfriar...

Virei ela e dei uma sentada nela... ela me abraçou, e a gente se beijou com muita vontade.
Depois, a gente se ajeitou e ela ficou por cima de mim, pelada e deitada no meu peito. "Gostou do que eu fiz, amor?" ela perguntou. Respondi com sinceridade: "Gostei tanto que só de imaginar aquela cena de agora... já dá vontade de te comer de novo." Ela sorriu e me deu uns beijos no pescoço e no rosto... "hmm, papai, me faz sua quando quiser... Outra amostra de que a Daniela foi e é uma mulher sexualmente fascinante... pelo menos comigo.
Se vocês leram as partes anteriores, vão notar que a vingança contra Carlos nos uniu — ela por estar escravizada numa relação tóxica e eu por causa dos maus-tratos no trabalho...
Daniela e eu nos víamos sempre que dava, era comum eu chegar no meu apê depois do expediente e ela chegar num Uber quase ao mesmo tempo... mal entrávamos, eu trancava a porta e a gente se beijava de boca aberta, super quentes, e rapidinho tirávamos a roupa jogando pra qualquer lado... roçar, tocar, lamber, chupar e morder, a gente fazia de tudo. Uma vez a gente fez no chuveiro, ver a bunda dela ensaboada foi espetacular, como as gotas escorriam pelo corpo dela e até algumas entravam no cu e na buceta dela.
A Daniela adorava meu pau, brincava com ele enquanto tava duro ou meio duro, passava no rosto dela e dava beijos... uma vez enquanto ela passava a língua no meu pau, perguntei por que ela amava tanto chupar ele, e ela confessou que fazia muito tempo que não transava direito, que o filho da puta do Carlos quase não ficava duro sendo novo e às vezes até gozava rápido... ao ouvir isso, a gente riu pra caralho, depois de um tempão de risada... a putinha continuou me fazendo um boquete e dessa vez com mais vontade, eu ficava cada vez mais excitado, ver ela enfiar meu pau inteiro na boquinha dela uma vez atrás da outra enquanto me olhava com aqueles olhos puxados lindos dela, foi a glória. Eu só dava tapas na bunda dela e falava "ai... ai... que gostoso, papai, me dá outra... ai" e com a outra mão arrumava o cabelo dela, tipo penteando enquanto ela me chupava.
Pouco depois, eu queria gozar e falei pra ela... mas ela me parou. Levantou e tirou a roupa, ficando completamente pelada. Fomos direto pra cama, eu ia meter nela, mas ela me parou de novo... "Calma, amor, quero fazer uma coisa... você tem que deitar, papai." Eu obedeci, e ela arrumou o cabelo, eu fiquei olhando pra ela... ela subiu na cama, sentou, apoiou as mãos ao lado do corpo e esticou as pernas na direção do meu pau... isso mesmo, Daniela começou a me fazer uma punheta com os pés... eu não podia acreditar, meu pau ficou tão duro, cheio de veias e reto como não ficava há muito tempo. Ela me fez pegar um gel lubrificante da bolsa dela que estava no criado-mudo e passei pra ela, ela passou em todo o meu pau e nos pés dela, que por sinal eram pés de princesa, finos, com unhas pintadas, pele branca e macia.

Bem, continuando... com muito gel escorrendo pelo meu pau e nos pés dela, ela acelerou o ritmo, olhou pra cima e começou a gemer que nem uma puta, os bicos dos peitos dela estavam duros e eu pude ver a buceta molhada dela... com os pés, ela fazia movimentos pra cima e pra baixo, pra frente e pra trás, os pés da Daniela me proporcionaram uma punheta deliciosa, além disso era extremamente excitante ver ela cheia de prazer, ouvir ela gemer e ter ela na minha frente fazendo putarias como se tocar, mostrar a língua, enfiar os dedos, etc.
Depois de um tempo, ela parou e disse "agora me come, quero gozar, meu amor". Levantei e agarrei ela como pude, no papai-e-mamãe mesmo, comi ela por uns minutos. Daniela já queria gozar e eu também, então comecei a fazer movimentos mais precisos, estimulando o clitóris dela. Ela começou a se contorcer e gemer mais seguido... Eu vinha segurando a gozada há um tempão, então assim que percebi que ela estava terminando, agarrando meus braços e os lençóis com força (Daniela estava gozando a jatos), eu também acelerei e enfiei até o fundo. A buceta dela estava quente e muito molhada... Eu estava prestes a gozar, mas Daniela me empurrou pra trás e se ajeitou pra fazer uma punheta com os pés de novo... Ela fez rápido, falava putaria pra eu gozar: "vai, papai, me dá essa porra", "que gostoso, meu amor, adoro seu pau... vai... mm goza a jatos, amor, me enche de porra..." Começou a esfregar meu pau com os pés e finalmente gozei, jorrei muito leite... Enchi os pés dela e ainda respingou nas pernas e na barriga... Ela sorriu feito uma puta e com o dedo pegou meu leite que caiu numa das pernas dela e levou à boca: "mm adoro seu leitinho, papai, tomo antes de esfriar...

Virei ela e dei uma sentada nela... ela me abraçou, e a gente se beijou com muita vontade. Depois, a gente se ajeitou e ela ficou por cima de mim, pelada e deitada no meu peito. "Gostou do que eu fiz, amor?" ela perguntou. Respondi com sinceridade: "Gostei tanto que só de imaginar aquela cena de agora... já dá vontade de te comer de novo." Ela sorriu e me deu uns beijos no pescoço e no rosto... "hmm, papai, me faz sua quando quiser... Outra amostra de que a Daniela foi e é uma mulher sexualmente fascinante... pelo menos comigo.
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