MaMT 9: duas gostosas comendo no cinema

Finalmente era segunda-feira e eu já tinha que voltar pra Las Palmas. Fui pra ver se o relacionamento dos meus pais tinha conserto, mas o fim de semana com meu pai não tinha sido lá essas coisas — ele praticamente me ignorou. E pelo que minha mãe contou pela webcam, tava certo de que meu pai duvidava que eu fosse filho dele. Minha mãe tinha dado pra um monte de caras, e ele tinha sido o otário que criou a criança.

Durante a viagem, tava muito nervoso. Por um lado, queria chegar logo pra ver minha tia e transar com ela; por outro, pensava que meu golpe podia vir à tona se uma das duas me pegasse falando pela webcam me passando por namorado virtual. Ia ter que tomar muito cuidado toda vez que me conectasse pra manipulá-la.

Minha intenção inicial era continuar me aproveitando da paixão da minha tia pra forçar ela a ter relações sexuais com o sobrinho e, de quebra, continuar obtendo informações sobre as experiências sexuais da minha mãe na juventude. Mas depois de ver ela na cama com minha tia e saber o quanto era putinha, a ideia de também curtir ela não parava de rondar minha cabeça. Se eu consegui manipular uma com tanta facilidade, por que não conseguiria fazer o mesmo com a outra?

Quando cheguei em Las Palmas, minha mãe me abraçou com força e não parou de dizer o quanto me amava. Qualquer filho veria isso como algo natural, mas eu sentia os peitos dela apertando contra meu peito e só pensava em como faria pra apalpar eles. Precisava acariciar aqueles peitos com minhas mãos. Minha tia foi mais recatada e pediu que eu disfarçasse pra minha mãe não perceber nosso rolo.

Naquela noite, jantamos cedo. Falei que tava muito cansado e queria dormir logo. Como só tinha dois quartos, minha mãe e minha tia disseram que dormiriam juntas. Isso me dava a chance de me conectar no chat e conversar com a Andrea.

Às nove, fui pra cama. Às dez em ponto... tava esperando minha tia, pontual como sempre apareceu na frente da câmera. Perguntei como tava a irmã dela e se o sobrinho já tinha chegado. Ela respondeu que a irmã tava vendo TV na sala e o sobrinho no quarto ao lado dormindo, sem mais enrolação começou a me falar o quanto me desejava e a vontade que tinha de eu ir vê-la.

JAVIER// Já sei, meu amor, eu também te quero, mas ainda não posso ir, mas beleza, pelo menos você já tem seu sobrinho, já sabe o que tem que fazer, come ele.

ANDREA// Sim, até queria, mas com minha irmã aqui não dá.

JAVIER// Como assim não dá? Quando ela dormir, você vai lá no quarto dele.

ANDREA// Não, meu amor, se minha irmã me pegar, não sei o que faria, uma coisa é ser uma putinha, outra é deixar ela me ver fodendo com o filho dela, com certeza não me perdoaria.

Tava vendo que minha tia não ia dar o primeiro passo, então teria que botar em prática o plano que tinha preparado pra separar elas e que envolvia meus amigos.

JAVIER// Bom, então vou te falar o que você pode fazer, diz pro seu sobrinho chamar os amigos dele pra levar a mãe dele pra tomar umas e você vai com ele pra outro lado.

ANDREA// É, mas acho que meu sobrinho não vai gostar da ideia de ver a mãe dele com os amigos dele, já te falei que quando eles estiveram aqui comigo, ele ficou muito puto.

JAVIER// Sim, mas com certeza ele acha que eles não vão ousar tocar na mãe dele, que vão respeitar ela.

ANDREA// Sim, sim, você já sabe o que aconteceu outro dia, assim que viram ela, se jogaram igual urubu pra foder ela, nem ligaram que era a mãe do amigo deles.

JAVIER// É, mas ele não sabe disso, você fala que tá com vontade de foder com ele e manda ele chamar os amigos pra levar a mãe dele pra passear.

ANDREA// Uff, vou tentar, mas acho que não vai colar. Agora, meu amor, para de falar do meu sobrinho e me diz o que você quer que eu faça pra você. Quer que eu me toque, que meta o vibrador? Vou fazer o que você mais gosta.

Sem esperar resposta, ela soltou o laço do roupão que estava vestindo e apareceu um sutiã preto de renda, começou a passar as mãos pelos peitos acariciando-os, parando especialmente nos mamilos.

ANDREA// Você gosta que eu me toque assim, meu amor?

JAVIER// Sim, querida, adoro suas tetas, solta o sutiã.

Com um sorriso safado, soltou o fecho e deixou o sutiã cair, aparecendo na minha frente seus peitos enormes, onde se destacavam duas aréolas rosadas coroadas por dois mamilos marrons extraordinários. Com a ponta dos dedos, começou a beliscá-los, puxando-os para fora.

ANDREA// Você gosta deles, meu amor?

De boa vontade, eu teria me levantado da cadeira e ido para o quarto dela torcê-los com minhas próprias mãos, mas, infelizmente, tinha que me conter, então me limitei a liberar a rola do pijama para poder bater uma punheta à vontade.

Minha tia se levantou do assento, girando sobre si mesma para me mostrar sua lingerie. Usava uma calcinha preta que se enfiava entre as nádegas, destacando a bunda empinada. Deu um tapa na própria nádega e me mostrou bem a bunda, ainda vermelha das palmadas que minha mãe tinha dado na noite anterior.

ANDREA// Você gostou do espetáculo de ontem? Ainda dói a bunda do tormento que minha irmã me fez passar.

JAVIER// Você não gostou?

ANDREA// Siiim, eu adorei, mas teve momentos em que ela me machucou um pouco, hoje quase não conseguia sentar, devo estar com a bunda toda arrebentada.

JAVIER// Mas você curtiu pra caralho, dava pra ver claramente.

ANDREA// Porra, dava pra perceber assim tanto? Eu estava excitadíssima, quando ela me dava uma palmada, eu esperava a próxima ansiosa, e quando ela me penetrava com o vibrador e via que tirava, eu me jogava como uma louca pra trás pra que ela enfiasse mais fundo, nem eu mesma entendo meu comportamento de ontem, e menos ainda ter feito isso na frente da câmera pra você me ver, meu amor, mas é que desde que comecei a falar com você, perdi a vergonha e descobri que o sexo Isso me deixa louca.

JAVIER// Assim que eu gosto, amor. Você tem que continuar assim, faz tudo que eu mandar e vai ver como você vai gozar. A única coisa que importa pra mim é que você seja feliz.

ANDREA// Sim, meu amor, eu sei. Mas só vou ser feliz quando você vier me ver e a gente puder foder juntos. Você não sabe o quanto eu desejo isso.

Já estava quase no ponto. Agora era hora de dar o toque final.

JAVIER// Agora se toca pra mim, amor.

Minha tia empurrou a cadeira pra trás, afastou a calcinha, separou os lábios da buceta dela e me mostrou um close. Dava pra ver clarinho a caverninha rosada, já com gotinhas brilhando de tesão. Na hora, ela começou a passar os dedos pela vulva.

JAVIER// Assim, meu amor. Se toca.

Minha tia olhava pra câmera sorrindo enquanto enfiava dois dedos na buceta e beliscava os próprios mamilos.

ANDREA// Você não sabe o quanto eu adoro me tocar pra você, meu amor.

Os dedos dela se moviam cada vez mais rápido, e o peito subia e descia enquanto ela gemia, dizendo que precisava ser fodida.

JAVIER// Assim, meu amor. Imagina que vão te foder agora e que você tem duas picas pra você. Você ia gostar?

ANDREA// Uffff. Pra caralho.

JAVIER// Se entrassem agora no quarto dois homens. Você foderia os dois?

ANDREA// Não sei, amor, não sei se conseguiria. Prefiro que você me foda.

Minha tia tava ficando cada vez mais excitada com a conversa e enfiava os dedos na buceta com força, enterrando o mais fundo que conseguia.

JAVIER// Diz que vai fazer. Quero que me prometa que antes de sexta você vai foder dois caras, e um vai ser seu sobrinho.

ANDREA// Não me pede isso, meu amor. Agora deixa eu me tocar pra você, quero que veja como eu gozo.

Esse era o momento. Tinha que forçar ela a aceitar minha proposta agora que tava tão excitada.

JAVIER// Me promete. Faz por mim. Vai ser uma forma de mostrar o quanto você me ama.

ANDREA// Não, meu amor, agora não. Por favor, não faz assim. Deixa eu gozar, tô quase lá.

JAVIER// Isso é porque você não me ama. Eu sou louco por você, mas você não me quer. o suficiente.

ANDREA// Não, meu amor, de verdade que não, te amo pra caralho, mas agora deixa eu gozar pra você, quero que você me veja.

JAVIER// Jura já ou vou desligar, com esse seu jeito egoísta você vai acinar sozinha igual tava antes de me conhecer.

Minha tia tava descontrolada, prestes a gozar e o namorado dela ameaçava largar ela, não sabia se chorava, parava ou continuava se masturbando até gozar. Dos lábios dela saiu a resposta que eu esperava.

ANDREA// Eu juro, meu amor, de verdade que eu juro, mas agora deixa eu gozar pra você, quero que você me veja.

Ela acelerou o roçar do dedo no clitóris e explodiu num orgasmo potente, fechando as pernas com força e apertando os mamilos com raiva.

ANDREA// Meu Deus! Foi animal. Você gostou, meu amor? Você gozou também?

Claro que eu tinha terminado minha punheta vendo ela gozar, mas não ia admitir, tinha que manipular ela mais um pouco.

JAVIER// Não, meu amor, não gozei, mas quando você foder seu sobrinho e o outro, vou esperar você me contar como fez pra bater duas punhetas seguidas, esse dia vai ser animal pra mim.

ANDREA// Sério, meu amor? Te excita tanto que eu faça isso? Se for assim, vou fazer por você, e depois te conto tudo nos detalhes.

JAVIER// Beleza, então fala pro seu sobrinho organizar a parada dos amigos dele e você leva ele pra algum lugar onde vocês possam achar um desconhecido pra foder com vocês.

ANDREA// Sim, meu amor, como você quiser, tô doida pra fazer isso e poder te contar.

Na manhã seguinte, minha tia acordou cedo e deixou minha mãe na cama, disse que precisava falar comigo e me acompanhou um pouco enquanto eu ia pra faculdade. No caminho, ela pediu pra eu levar meus amigos pra sair com minha mãe pra beber, porque ela queria ficar a sós comigo, que tinha pensado em ir no cinema onde a gente foi da outra vez e depois encontrar os caras e minha mãe pra tomar um drink.

Perfeito! Pensei. Minha tia ia cumprir a promessa que tinha feito pro meu cyber namorado, com certeza ela tava esperando encontrar no cinema aquele cara que viu ela chupando meu pau da outra vez. Esse não ia estar, mas com certeza a gente achava outro voluntário.

Na aula, falei pros meus amigos que minha mãe queria sair pra balada, mas minha tia e eu não tínhamos vontade, então pedi pra eles levarem ela e depois a gente ia, eu e minha tia, buscar pra trazer ela pra casa. Ao ouvir minhas palavras, só faltou esfregar as mãos, aceitaram sem hesitar e falaram pra gente não ter pressa em ir buscar. Combinamos que eles passariam pra pegar ela às sete da tarde e assim começavam os drinks do pré-balada.

Como eu não confiava que no cinema a gente fosse achar algum cara pra fazer o ménage, comecei a visitar sites de contatos pra encontrar um cara que topasse, liguei pra vários e no final marquei na porta do cinema com um que se chamava Raúl, falei como eu ia estar vestido pra ele me reconhecer e pedi pra ele sentar do nosso lado quando a gente entrasse, mas disfarçar como se não soubesse o que a gente ia fazer.

Quando cheguei em casa, falei pra minha tia que o negócio dos meus amigos tava organizado e ela me abraçou forte, sussurrando no meu ouvido que aquela noite eu me preparasse bem porque ela ia me foder como eu nem imaginava.

Quando contei pra minha mãe que meus amigos iam pegar ela pra levar pra balada, o rosto dela se iluminou, ela disse que tava com muita vontade e perguntou se eu também ia, quando respondi que não, vi ela piscar um olho pra minha tia e sorrir animada, ela tinha carta branca pra fazer o que quisesse com eles.

Depois que minha mãe foi embora, vi a Andrea sair do quarto, ela tinha prendido o cabelo num rabo de cavalo e tava usando um vestido de gaze branco bem curto e com um decidaço.

JAVIER // Uau! Você tá espetacular.

Minha tia, sorrindo, girou sobre si mesma, levantando o vestido e mostrando uma calcinha fio-dental branca minúscula que mal cobria a buceta dela e se encaixava perfeitamente entre os glúteos.

ANDREA // O que você acha? Gostou? Como me vesti pra você?
JAVIER // Caralho, tia, se não fosse porque a gente vai chegar em cima da hora no cinema, eu te levava pra cama agora mesmo.

Minha tia soltou uma gargalhada gostosa e pediu pra eu não chamar ela de tia de novo, que naquela noite ela era só a Andrea.

Fomos ao cinema e peguei ingressos na última fileira da sala pra um filme que ninguém mais ia ver, se a gente fosse fazer alguma coisa, tinha que ser na discrição. Na hora vi o Raul, o cara da página de contatos, se sentar atrás de mim no Booty e tirar o ingresso pro mesmo filme.

Entramos no cinema e nos acomodamos nos assentos, o vestido da minha tia era tão curto que deixava as pernas dela à mostra e quase dava pra ver a calcinha. Ela me segurou pelo braço, toda excitada, e eu vi ela olhando pra um lado e pro outro, examinando quem tinha por ali, sem dúvida tava procurando algum homem sozinho. Instantes depois, o Raul entrou e sentou dois assentos à direita da Andrea, ela olhou pra ele várias vezes e eu senti ela apertar meu braço nervosa. Ao ver a pouca gente no cinema, fiquei feliz de ter chamado a página de contatos, porque só dava pra ver um casal lá na frente e um coroa na fileira anterior.

Quando apagaram as luzes, esperei pra ver como minha tia reagia, imaginava que ela ia tomar a iniciativa se realmente quisesse dar pra outro cara ali, mas depois de dez minutos vi ela se remexendo nervosa no assento e me olhando sem parar. Mesmo querendo, ela não se decidia a dar o primeiro passo, então passei um braço por cima do ombro dela e enfiei no decote, vendo que ela não tava de sutiã, sem mais demora comecei a acariciar o peito dela e beliscar de leve o bico. Minha tia me olhou excitada e se inclinou pra mim, eu pensei que era pra eu conseguir meter a mão com mais facilidade, mas vi que ela tinha virado de um jeito que o Raul pudesse ver tudo perfeitamente, sem dúvida tava convidando ele pra participar ou pelo menos pra olhar à vontade.

Baixei a outra mão e enfiei por baixo do vestido dela, ela num ato Reflexo tentou fechá-las, mas reagiu na hora e as separou, deixando à mostra a pequena calcinha fio-dental branca. Nesse momento, Raúl levantou da cadeira e sentou ao lado de Andrea. Ela me olhou nervosa, sem saber o que fazer, mas Raúl já tinha apoiado uma mão na perna dela e deslizava em direção à buceta. Apertei com força os mamilos dela, e ela fechou os olhos com um suspiro profundo. Olhei pra baixo e vi a mão de Raúl afastando o fio-dental, já acariciando a buceta dela, deslizando os dedos pelo sulco da vulva e enfiando suavemente na vagina, fazendo minha tia se mexer inquieta e excitada no banco.

Então Raúl virou o rosto dela e beijou ela na boca. Minha tia passou a mão no pescoço dele, e eu vi ela enfiar a língua na boca dele com uma puta desesperação. Minhas apalpadas nos peitos dela e os dedos de Raúl estavam surtindo o efeito que a gente esperava. Deslizei o vestido dela pra baixo, liberei os peitos pra chupar e morder de verdade. Minha tia se reclinou no banco, abrindo as pernas de vez, deixando caminho livre pro nosso "desconhecido" se inclinar e meter a boca entre elas.

Os três estávamos vidrados no nosso "trabalho" e nem percebemos que o homem mais velho tinha se virado e tava observando cada movimento nosso. Minha tia já tava começando a curtir a chupada de buceta que tavam dando nela e, sem conseguir evitar, gemia cada vez mais alto. Aí tentei tampar a boca dela com a mão, o que parecia incomodar pra caralho, porque ela tentava tirar minha mão toda hora.

ANDREA // Não tampa minha boca, amor, não faz isso, por favor.

JAVIER // É que vão nos ouvir.

ANDREA // Ufffff. Tô precisando de uma foda, vamos pra onde vocês dois possam me comer, por favor, vamo embora agora.

RAÚL // Vamos pro banheiro masculino, não vai ninguém lá agora. Vão vocês primeiro que eu sigo.

Minha tia ajeitou o vestido e saímos de mãos dadas em direção ao banheiro. Primeiro entrei eu e vi que não tinha ninguém, aí mandei ela entrar e fomos pra um dos reservados. Sem esperar um segundo, minha tia se jogou pra me beijar na boca, enfiando a língua até minha garganta.

ANDREA// Me fode, amor, preciso que você me fode agora mesmo.

Sentei no vaso, tirei minha pica e pedi pra ela me chupar. Ela me olhou divertida, ajoelhou e meteu na boca sem hesitar um segundo. A língua dela deslizava pelo tronco até chegar nos ovos e subia rápido pra prender minha glande entre os lábios.

ANDREA// Ummmm, adoro chupar sua pica, meu amor.

Ela tava engolindo mais da metade da minha pica e dava pra sentir a saliva escorrendo pelo tronco até chegar nas minhas bolas. Peguei ela com força pelo rabo de cavalo e empurrei pra baixo pra ela engolir inteira. Vi minha tia engasgar e me olhar sorrindo, pedindo piedade. Nessa hora, Raúl entrou no reservado e se posicionou atrás dela, tirou os peitos do vestido e começou a apertar com força. Dava pra ver ele espremendo entre as mãos e, quando passava pelos bicos, torcia sem piedade, fazendo minha tia soltar um gemido atrás do outro e chupar minha pica com ainda mais vontade.

Raúl tirou a pica da calça e mandou minha tia se colocar na posição que ele queria.

RAÚL// Vai, gostosa, se inclina um pouco que agora é minha vez.

Sem parar de me chupar, vi minha tia se inclinar, apoiar uma mão na minha perna e levantar a bunda, oferecendo pra pica que esperava atrás. Raúl levantou o vestido, afastou a calcinha fio dental e viu que a Andrea já tava bem lubrificada. Então se apertou contra ela e meteu sem dificuldade, enfiando a pica toda.

RAÚL// Porra. Que buceta mais gostosa! Hoje tirei a sorte grande.

ANDREA// Ummmm, issooo, me fode assim.

Pela primeira vez na vida, minha tia tinha duas picas à disposição e tava aproveitando como uma louca, chupando uma e vendo a outra se cravava uma e outra vez na buceta dela, enchendo-a por completo. Os movimentos eram constantes e, ora se inclinava pra frente pra engolir inteiro meu pau, ora balançava pra trás, buscando que o outro a penetrasse até o fundo.

Aí o Raúl disse que ia gozar, aquilo nos pegou de surpresa, tanto eu quanto minha tia, tinha sido rápido demais e a gente ainda tinha um bom tempo. Então vi o Raúl saindo de dentro da minha tia e gozando, jogando uma descarga de porra na bunda dela. A Andrea se ajoelhou de novo e me olhou sem saber o que dizer, tinha ficado no meio do caminho e precisava gozar desesperadamente.

Quando o Raúl se afastou, pude ver que atrás estava o homem maduro do cinema, devia estar ali há um tempão assistindo ao espetáculo e tinha o pau na mão. Ao vê-lo, minha tia se assustou e baixou o vestido, se cobrindo rápido. Ele ficou parado nos olhando, esperando nossa reação.

Eu tava tão tarado que não ligava pra presença dele e falei pra minha tia continuar chupando, mas ela me olhou balançando a cabeça negativamente. Então peguei ela com força pelo rabo de cavalo e guiei de novo pra ela meter meu pau na boca. Minha tia, obediente, rodeou minha cabeça com os lábios e começou a chupar devagar enquanto se virava pra olhar o que o desconhecido fazia.

Vi o homem ficar vidrado olhando ela me chupar e, de quebra, começar a bater uma bem devagar. Aí reparei que ele era bem dotado, o pau dele era bem maior que o do Raúl. Uma ideia surgiu na minha cabeça e rapidamente fiz um sinal pra ele se colocar atrás da minha tia. Ele me olhou hesitante e fez uma pergunta.

MADURO// Quanto vai me custar pra comer ela?

Minha tia, com meu pau na boca, olhou pra ele indignada, ele tava tratando ela de puta. Eu sorri com o comentário e falei que dessa vez a puta era de graça. Aí senti a Andrea morder de leve minha glande e apertar com uma mão nas minhas bolas.
Sem esperar um segundo, o coroa se posicionou atrás, colocou uma mão nas costas da minha tia e empurrou com força.

COROA // Vai, putinha, fica de quatro que vou te foder bem gostoso.

Não sei se foi pelas palavras dele ou pelo jeito bruto que tratava ela, mas minha tia cedeu na hora e ficou de quatro, oferecendo a bunda. Na mesma hora, ela enfiou meu pau de novo na boca e continuou chupando sem parar. O desconhecido levantou o vestido, deixando à mostra aquele rabo maravilhoso, e num puxão rasgou a calcinha, arrancando ela e guardando no bolso.

Minha tia levantou o olhar pra ver minha cara e depois olhou pra ele. Dava pra ver que ela tava nervosa e excitada. O coroa não esperou um segundo e começou a passar o pau dele na buceta encharcada da minha tia, deslizando pra frente e pra trás no sulco entre os lábios dela, empurrando de leve até ver a cabeça entrar na vagina, aí ele recuava e repetia o movimento. Isso tava deixando minha tia louca, que se mexia sem controle, tentando fazer ele meter tudo de uma vez.

COROA // Cê gosta do meu pau, putinha?

ANDREA // Ummmm, siiiim, adoro, mete bem fundo.

O filho da puta do velho sabia como lidar com ela. Com as mãos, ele separou as nádegas da minha tia e viu clarinho o cu dela, molhou os dedos na boca e começou a passar no esfíncter, apertando de vez em quando até afundar a ponta de um dedo lá dentro. Eu me inclinei pra frente e vi o anel marrom estreitinho se fechando em volta do dedo, pulsando de tesão.

Ao sentir o pau penetrando a buceta dela e o dedo invadindo de leve o cu, Andrea tava super excitada e não parava de pedir pra ser fodida.

ANDREA // Mete ele, pelo amor de Deus!!!

COROA // Que rabão você tem, minha filha, não sabe o que eu pagaria pra arrebentar ele.

O filho da puta tava brincando com minha tia e não ia parar até ela deixar ele foder o cu dela. Eu Não tava achando graça, aquela bunda eu via como algo só meu, mas o jogo do velhote tava me excitando e eu não sabia se deixava ou cortava aquilo na hora.

O velho deu uma batida de quadril e enfiou a pica na minha tia, ela soltou um suspiro de prazer e se jogou pra trás, cravando a pica até o fundo da boceta dela.

ANDREA// Ummmm. Que gostoso! Adoro. Me fode com força, por favor.

O coroa deu um tapa na bunda da minha tia e se afastou, tirando a pica da boceta dela.

ANDREA// Não, por favor, enfia de novo, me fode, filho da puta, me fode com força.

Minha tia tava deixando o lado obscuro dela sair e mostrando pro velho o que ela realmente gostava. Ele não hesitou nem um segundo e deu duas palmadas nela que ecoaram no banheiro. Atrás, o Raúl tava olhando, vidrado no que rolava. Eu olhava excitado e com a pica dura porque minha tia já tinha me esquecido fazia um tempo e não tava mais me chupando.

COROA// Vamos, putinha. Quer que eu te foda o cu?

ANDREA// Não, por favor, pelo cu não, enfia na buceta, faz isso agora, pelo amor de Deus.

O filho da puta separou bem as nádegas da minha tia e deixou cair um pouco de saliva no esfíncter.

COROA// Porra, que rabão gostoso, feito pra ser fodido, olha que apertadinho, aposto que pouca gente meteu aí. Tem certeza que não quer que eu arrebente isso? Tô doido pra isso.

Enquanto falava isso, ele apoiava dois dedos no cu e empurrava com força até enterrar eles no rabo da minha tia. Vendo aquilo, não consegui evitar pegar na minha pica e começar a bater uma.

Com os dedos enterrados no cu dela, minha tia baixou a guarda e falou o que o velho queria ouvir.

ANDREA// Me fode o cu, filho da puta!!!! Fode ele agora, pelo amor de Deus.

O coroa me olhou pedindo permissão, pensei um pouco mas falei que não, então ele deu de ombros, agarrou minha tia pela cintura e enfiou com força, cravando a pica até o fundo do útero dela. Ela bufou forte e começou a se mexer rápido no ritmo. que ele marcava.

ANDREA// Ummmmm, adoro seu pau, me fode gostoso, filho da puta.

O velho deu uma série de palmadas nela e ela aumentou o volume dos gemidos. A visão maravilhosa que eu tinha me pregou uma peça e percebi que inevitavelmente chegava a hora de gozar, então segurei o rabo de cavalo da minha tia com força e a obriguei a engolir meu pau de novo.

JAVIER// Vou gozar, puta, abre bem a boca e engole tudo.

Andrea me olhou com cara de safada e pediu para eu gozar na boca dela. O velho, enquanto isso, continuava empurrando minha tia sem parar, dando palmadas e repetindo o quanto ela era puta. Com a língua da minha tia acariciando minha glande, gozei na boca dela, regando-a com todo meu leite, que ela engoliu com avidez. Cada vez que uma descarga saía do meu pau, Andrea recebia na língua, engolia e se lambia, me olhando nos olhos de forma provocante.

Ao ver o olhar dela fixo em mim tão intensamente, fiquei nervoso e não consegui evitar dar um tapa na bochecha dela. Ela virou a cabeça com o impacto do golpe e levantou de novo, mantendo o olhar. Ao vê-la assim, pensei que ela tinha ficado brava e senti vergonha do que tinha feito, então abaixei a cabeça dela com cuidado até apoiá-la nas minhas pernas, de forma que ela deslizava pelas minhas coxas cada vez que o coroa jogava o quadril para frente, penetrando-a com fúria. Ele se inclinou para frente e torcia os mamilos dela com uma mão enquanto acariciava a buceta dela com a outra.

Andrea não parava de gemer e pedia mais.

ANDREA// Assim. Me dá duro, filho da puta, adoro como você faz, você sabe mesmo foder uma mulher.

COROA// Que puta você é! Percebi assim que te vi entrar no cinema.

ANDREA// Sim, sou muito puta e adoro ser fodida como você faz, enfia bem fundo, filho da puta.

O velho apoiou uma mão na bunda dela e enfiou o polegar fundo no cu dela, depois começou a foder com uma velocidade desenfreada, martelando a bunda dela com tesão. Minha tia gozou se contorcendo. de prazer e, ao ver que o homem continuava penetrando ela sem parar, pediu pelo amor de Deus que parasse porque não aguentava mais. Ele ignorou e continuou furando ela enquanto eu percebia minha tia aos poucos voltando a se mexer no ritmo que ele marcava e gemendo de novo pedindo que ele fodesse ela mais forte. O homem tirava levemente o polegar do cu da Andrea e ela dava uma jogada de quadril pra cima procurando ele como uma desesperada, então ele enfiava de novo arrancando um grito de prazer dela, isso se repetia uma e outra vez excitando minha tia e fazendo ela se revirar que nem uma louca.

ANDREA// Me fode o cu pelo amor de Deus!!! Não espera mais.

O Coroa me olhou satisfeito esperando minha aprovação, diante daquela situação tão excitante fui incapaz de recusar. O homem, ao ver meu gesto de autorização, colocou a cabeça da piroca pressionando o esfíncter da minha tia e empurrou de leve até meter no cu dela, depois apoiou as mãos nas costas dela e se deixou cair penetrando ela por completo. Andrea gritou de dor, mas não se intimidou e pediu que continuasse fodendo ela.

Da minha posição dava pra ver claramente como a piroca tinha desaparecido inteira e estava enterrada no cu da Andrea. O filho da puta do velho se apoiava nas costas dela pra se levantar um pouco e depois se deixava cair penetrando ela com violência. Cada vez que ele fazia isso, eu sentia minha tia se encolher esperando a estocada, mas ao receber a piroca no cu dela, ela soltava um suspiro de prazer e se mexia pra se ajustar a ela.

ANDREA// Ummmm. Como eu gosto! Me fode forte, filho da puta, adoro sentir sua piroca no meu cu.

Instantes depois pude ver como minha tia se agitava de novo e gozava se tremendo de prazer, ao ver ela, o coroa disse que já não aguentava mais.

COROA// Vou gozar agora, puta, vou encher teu cu de porra.

ANDREA// Ummm, Siim, goza no meu cu, quero sentir você fazendo isso.

Vi como o desconhecido segurava minha tia com força apertando as quadris contra a bunda dela e descarregando o esperma no cu dela. Ela se virou pra olhar pra ele e depois me encarou sorrindo, acabava de realizar o desejo do ciber namorado dela e tinha curtido como uma puta, não podia pedir mais.

O homem se despediu de mim agradecendo pelo presente e pedindo pra avisar se a gente voltasse pro cinema. Raul, que ainda tava lá, tinha se masturbado atônito com o que viu. Minha tia e eu nos arrumamos e saímos rápido do cinema, ela tava empolgada com o que fez e sem nenhum remorso, não parava de repetir que tava morrendo de vontade de contar pro namorado dela. Eu só pensava no tapa que tinha dado na minha tia, não queria que ela tivesse ficado puta comigo e aquilo trouxesse consequências ruins.

Ligamos pro Yeray pra perguntar onde estavam e passar pra pegar minha mãe, ele respondeu que tinham ido fazer um boteco numa chácara nos arredores de Las Palmas. Pedimos a localização e vimos ele enrolando, dizendo que eles mesmos levariam ela em casa, aí lembrei que a família do Mateo tinha uns terrenos onde a gente já tinha ido algumas vezes, pegamos um táxi e fomos pra lá.

Quando chegamos, vi o carro do Yeray e ele fumando do lado de fora, da minha mãe, do Mateo e do Rayco não tinha sinal. A gente se aproximou e o Yeray, ao nos ver, cortou nosso caminho tentando impedir a gente de chegar mais perto, ele tava nervoso e preocupado.

O carro tava com as quatro portas abertas e eu pude ver que tinha gente dentro, me posicionei no banco do motorista e ao olhar pros bancos de trás vi minha mãe de quatro chupando a pica do Rayco enquanto o Mateo comia ela por trás.

Não sei por quê, mas senti pena dela e peguei a mão dela com a minha, ela se virou pra ver quem era e então vi a cara de surpresa dela, os olhos dela ficaram vidrados enquanto o Mateo continuava comendo ela na minha frente. E agora, o que eu faço? Pensei...

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