Fala, galera! Tô sumido por causa de trampo e uns roles pessoais, mas hoje vim contar uma parada que rolou comigo há uns anos com uma prima de Misiones. Só avisando: vou deixar umas fotos atuais dela no final.
Uns anos atrás, quando o Nextel e os celulares de tampa ainda eram moda na Argentina, minha vida era dividida entre futebol, meus primeiros empregos, amigos e umas mina do bairro. Chegando nas férias de inverno, veio o aniversário de 15 anos de uma prima minha, e aí começaram a chegar parentes que eu nunca tinha visto na cidade. Mas entre esses parentes, destaque pro meu tio, que chamavam de Gordo.
Quando chegaram na casa dos meus avós, fui lá ver eles e entendi o apelido na hora: um baita sujeitão, fácil 1,80m e mais de 130 quilos. Veio com a esposa Karina, baixinha, gordinha e simpática, e as filhas: M, uma mina antissocial e de mal humor, e C, que é baixinha, gordinha, tem uma bunda enorme e peito pequeno. A gente se apresentou e já bateu um papo legal na hora, começando a trocar ideia sobre a vida e tal.
Naquela época, eu dormia todo sábado na casa dos meus avós pra ficar de boa pra sair e tal, mas aquele sábado ia ser diferente. Fiquei conversando com C o dia inteiro e parte da noite, e acabei perdendo a hora de sair. Enquanto a gente tomava alguma coisa, ela se esticou pra pegar algo no móvel e o vestido que ela tava usando deixou ver por baixo uma calcinha fio dental preta que sumia naquela bunda enorme. Enquanto ela me contava sobre patinação e outras paradas, eu só pensava naquele rabão, enquanto o álcool já tava batendo nos dois e a gente começou a se aproximar.
Num momento que não lembro direito, a gente começou a se beijar no futon, ligados pra não vir ninguém. Ela se fazendo de tímida, eu tentando apalpar a buceta dela até que meus dedos encontraram o alvo. Comecei a brincar com os lábios dela e apertar de leve o clitóris, enquanto entre os beijos ela gemia quase sussurrando.
Num instante pedi pra ela se ajeitar no futão pra poder foder ela, no começo disse que não, até que sozinha se colocou de quatro no futão. Eu pelejei meu pau e, sabendo que tinha pouco tempo, comecei a meter de uma vez, pele com pele. A buceta dela tava tão molhada que meu pau deslizou até o fundo enquanto C segurava os gemidos dela e eu começava a bombar num ritmo constante. Apertava a bunda dela e procurava brincar com o asterisco, e ela só falava "não" bem baixinho. Num momento, comecei a acelerar minhas estocadas na buceta dela, que se encharcava cada segundo mais e criava um rio. De repente, C arqueou as costas totalmente, deixando o orgasmo vir enquanto ela gozava. Tirei, apoiei no cuzinho dela e, depois de 3 segundos, comecei a gozar nas nádegas dela, enchendo ela de porra. Depois disso, arrumamos um pouco, nos ajeitamos e cada um foi pro seu quarto. Até depois do aniversário passar, ela não falou uma palavra comigo. Faz um tempo, ela me chamou no Instagram e me contou que essa foi uma das primeiras vezes dela e me mandou umas fotos de presente que quero compartilhar com vocês.


Espero que tenham gostado, e desculpa se for curto e mal contado, mas é o que lembro daquele dia. Um abraço pra todo mundo e bom fim de semana, galera.
Uns anos atrás, quando o Nextel e os celulares de tampa ainda eram moda na Argentina, minha vida era dividida entre futebol, meus primeiros empregos, amigos e umas mina do bairro. Chegando nas férias de inverno, veio o aniversário de 15 anos de uma prima minha, e aí começaram a chegar parentes que eu nunca tinha visto na cidade. Mas entre esses parentes, destaque pro meu tio, que chamavam de Gordo.
Quando chegaram na casa dos meus avós, fui lá ver eles e entendi o apelido na hora: um baita sujeitão, fácil 1,80m e mais de 130 quilos. Veio com a esposa Karina, baixinha, gordinha e simpática, e as filhas: M, uma mina antissocial e de mal humor, e C, que é baixinha, gordinha, tem uma bunda enorme e peito pequeno. A gente se apresentou e já bateu um papo legal na hora, começando a trocar ideia sobre a vida e tal.
Naquela época, eu dormia todo sábado na casa dos meus avós pra ficar de boa pra sair e tal, mas aquele sábado ia ser diferente. Fiquei conversando com C o dia inteiro e parte da noite, e acabei perdendo a hora de sair. Enquanto a gente tomava alguma coisa, ela se esticou pra pegar algo no móvel e o vestido que ela tava usando deixou ver por baixo uma calcinha fio dental preta que sumia naquela bunda enorme. Enquanto ela me contava sobre patinação e outras paradas, eu só pensava naquele rabão, enquanto o álcool já tava batendo nos dois e a gente começou a se aproximar.
Num momento que não lembro direito, a gente começou a se beijar no futon, ligados pra não vir ninguém. Ela se fazendo de tímida, eu tentando apalpar a buceta dela até que meus dedos encontraram o alvo. Comecei a brincar com os lábios dela e apertar de leve o clitóris, enquanto entre os beijos ela gemia quase sussurrando.
Num instante pedi pra ela se ajeitar no futão pra poder foder ela, no começo disse que não, até que sozinha se colocou de quatro no futão. Eu pelejei meu pau e, sabendo que tinha pouco tempo, comecei a meter de uma vez, pele com pele. A buceta dela tava tão molhada que meu pau deslizou até o fundo enquanto C segurava os gemidos dela e eu começava a bombar num ritmo constante. Apertava a bunda dela e procurava brincar com o asterisco, e ela só falava "não" bem baixinho. Num momento, comecei a acelerar minhas estocadas na buceta dela, que se encharcava cada segundo mais e criava um rio. De repente, C arqueou as costas totalmente, deixando o orgasmo vir enquanto ela gozava. Tirei, apoiei no cuzinho dela e, depois de 3 segundos, comecei a gozar nas nádegas dela, enchendo ela de porra. Depois disso, arrumamos um pouco, nos ajeitamos e cada um foi pro seu quarto. Até depois do aniversário passar, ela não falou uma palavra comigo. Faz um tempo, ela me chamou no Instagram e me contou que essa foi uma das primeiras vezes dela e me mandou umas fotos de presente que quero compartilhar com vocês.


Espero que tenham gostado, e desculpa se for curto e mal contado, mas é o que lembro daquele dia. Um abraço pra todo mundo e bom fim de semana, galera.
5 comentários - Minha prima missionária gostosa