Naquela noite eu tava com a pica dura, me virei na cama e passei a mão na bunda da minha namorada, Lucia. — Sai, pesado. — Vai, putinha, deixa eu te comer. No final, fiquei com muito tesão, Lucia não queria transar. Mas com a vontade que eu tava, não ia ficar na mão. “Daqui a uma hora te quero pelada na cozinha”, escrevi pra minha sogra Maria, que viu mas não respondeu. O resto da hora fiquei pensando, até que ela chegou. Saindo sem fazer barulho, fui até a cozinha, quando cheguei a luz tava acesa. Lá tava minha sogra Maria me esperando com o corpo obsceno dela.
—Por que você me chamou?— ela perguntou, completamente pelada. Não respondi, pulei em cima dela, comi a boca dela enquanto apalpava toda aquela carne que a mãe da minha namorada tinha. Virei ela e, me deliciando com aquela vista, enfiei a pica e comecei a furar aquela buceta. —Aaah, que mulher você é, Maria. —Ai, Luis— ela dizia. Eu metia mais forte, queria fazê-la gritar, embora obviamente não pudéssemos por causa da minha namorada. —Você gosta como eu te como, filha da puta? Gosta como eu fodo o seu buraco? Mas Maria não respondia. Continuei assim por vários minutos até gozar. Ela se levantou e foi embora, me deixando lá, já sem leite, mas a transa tinha sido estranha, como se ela não tivesse colocado tanta vontade e fosse mais pra cumprir tabela. Nos dias seguintes, só comi a Lucia quando dava, obviamente nesse caso eu fazia ela gritar o quanto quisesse, tava pouco me lixando se a Maria ouvisse. Mas tava com vontade de comer a minha sogra, ver ela o dia todo naquelas leggings que marcavam aquela bunda redonda que ela tinha me deixava louco, e quando eu queria fazer algo, ela dizia que não tava a fim. No fim, me irritei e eu meio que desisti de procurar ela também. Uma manhã, a Lucia tinha saído, eu tava sozinho com a Maria, ao ir pra sala, lá estava ela, com aquela bunda enorme rebolando. —Bom dia. —Bom dia, Luis. Vai sair? —Sim, tenho que fazer uns mandados— não tava mentindo. —Ah, tá, beleza. —Por quê? —Nada não, que horas você volta? —Umas perto do meio-dia, talvez. —Tá bom. Depois dessa conversa, saí de casa, meio pensando no que tinha sido aquilo, mas não dei muita bola. Umas dez quadras depois, percebi que não tinha levado a carteira, então dei meia-volta no carro e voltei pra casa, mas estacionei meia quadra antes, meio que tentando evitar que a Maria me visse chegando, não por nada específico, mas o que ela disse me deixou pensando. Bom, cheguei em casa, entrei, não tinha ninguém, não vi a Maria na sala. Caminhando, meio sem fazer barulho, ouvi uns murmúrios vindo do fundo do corredor. Fui e percebi que vinham do quarto da minha sogra. Quando me aproximei, vi. Minha sogra Maria, pelada, de costas pra mim, enquanto de frente olhava pro sofá, ou pra quem estava ali.
Não podia acreditar, um velho gordo, quase careca, tava se masturbando enquanto olhava o corpo da minha sogra. Fiquei mais chocada ainda quando consegui ver o rosto dele e reconheci na hora, era o Raul, o verdureiro da esquina. Ali o chão se abriu, que porra uma milf como minha sogra tava fazendo dando bola pra aquele velho? Fiquei ali, sem me mostrar muito pra não ser vista, enquanto escutava. —Ufff, gostosa, que mulher você é, Maria— disse o Raul, sem parar de se punhetar. Minha sogra riu um pouco. —Mm, cê gosta? Quer que eu tire seu leite? —Vem cá, puta rabuda, vou te foder todinha, hoje sim. "Hoje sim"? Quer dizer que não era a primeira vez? —Aproveita agora que você tem até meio-dia.
María se jogou pra cima, Raul segurava a cabeça dela e comia a boca dela, sem deixar ela escapar. Raul agarrou minha sogra pela cabeça e, quase arrastando ela, se levantou e levou ela até a cama, jogando ela. —Ai, bruto. —Haha, é, você adora ser maltratada, piranha. Raul pulou em cima dela, abrindo as pernas dela e enfiando ali mesmo. María gritava, como há tempos eu não ouvia, aqueles gritos de mulher que ela tinha. A cama rangia com as investidas de Raul. —Aaaah, papai, vai, vai. —Ufff, como você me deixa, filha da puta, vou gozar— disse Raul, se apoiando nos peitos da minha sogra e apertando eles. Raul deu um grito e gozou, enchendo a buceta da minha sogra de porra. Mas não pararam por aí, continuaram transando por mais uma hora. Eu entrei no quarto e fiquei só ouvindo. Quando terminaram, esperei o Raul ir embora, até que decidi sair. Minha sogra deu um grito quando me viu, pelada, olhei pras pernas dela e a porra escorrendo. —Luis, o que você tá fazendo aqui? Mas não respondi, só consegui ver as mãos dela e os dinheiros que ela tinha. Não falei mais nada e resolvi ir fazer as compras, enquanto processava que minha sogra tinha transado com o verdureiro por dinheiro.
—Por que você me chamou?— ela perguntou, completamente pelada. Não respondi, pulei em cima dela, comi a boca dela enquanto apalpava toda aquela carne que a mãe da minha namorada tinha. Virei ela e, me deliciando com aquela vista, enfiei a pica e comecei a furar aquela buceta. —Aaah, que mulher você é, Maria. —Ai, Luis— ela dizia. Eu metia mais forte, queria fazê-la gritar, embora obviamente não pudéssemos por causa da minha namorada. —Você gosta como eu te como, filha da puta? Gosta como eu fodo o seu buraco? Mas Maria não respondia. Continuei assim por vários minutos até gozar. Ela se levantou e foi embora, me deixando lá, já sem leite, mas a transa tinha sido estranha, como se ela não tivesse colocado tanta vontade e fosse mais pra cumprir tabela. Nos dias seguintes, só comi a Lucia quando dava, obviamente nesse caso eu fazia ela gritar o quanto quisesse, tava pouco me lixando se a Maria ouvisse. Mas tava com vontade de comer a minha sogra, ver ela o dia todo naquelas leggings que marcavam aquela bunda redonda que ela tinha me deixava louco, e quando eu queria fazer algo, ela dizia que não tava a fim. No fim, me irritei e eu meio que desisti de procurar ela também. Uma manhã, a Lucia tinha saído, eu tava sozinho com a Maria, ao ir pra sala, lá estava ela, com aquela bunda enorme rebolando. —Bom dia. —Bom dia, Luis. Vai sair? —Sim, tenho que fazer uns mandados— não tava mentindo. —Ah, tá, beleza. —Por quê? —Nada não, que horas você volta? —Umas perto do meio-dia, talvez. —Tá bom. Depois dessa conversa, saí de casa, meio pensando no que tinha sido aquilo, mas não dei muita bola. Umas dez quadras depois, percebi que não tinha levado a carteira, então dei meia-volta no carro e voltei pra casa, mas estacionei meia quadra antes, meio que tentando evitar que a Maria me visse chegando, não por nada específico, mas o que ela disse me deixou pensando. Bom, cheguei em casa, entrei, não tinha ninguém, não vi a Maria na sala. Caminhando, meio sem fazer barulho, ouvi uns murmúrios vindo do fundo do corredor. Fui e percebi que vinham do quarto da minha sogra. Quando me aproximei, vi. Minha sogra Maria, pelada, de costas pra mim, enquanto de frente olhava pro sofá, ou pra quem estava ali.
Não podia acreditar, um velho gordo, quase careca, tava se masturbando enquanto olhava o corpo da minha sogra. Fiquei mais chocada ainda quando consegui ver o rosto dele e reconheci na hora, era o Raul, o verdureiro da esquina. Ali o chão se abriu, que porra uma milf como minha sogra tava fazendo dando bola pra aquele velho? Fiquei ali, sem me mostrar muito pra não ser vista, enquanto escutava. —Ufff, gostosa, que mulher você é, Maria— disse o Raul, sem parar de se punhetar. Minha sogra riu um pouco. —Mm, cê gosta? Quer que eu tire seu leite? —Vem cá, puta rabuda, vou te foder todinha, hoje sim. "Hoje sim"? Quer dizer que não era a primeira vez? —Aproveita agora que você tem até meio-dia.
María se jogou pra cima, Raul segurava a cabeça dela e comia a boca dela, sem deixar ela escapar. Raul agarrou minha sogra pela cabeça e, quase arrastando ela, se levantou e levou ela até a cama, jogando ela. —Ai, bruto. —Haha, é, você adora ser maltratada, piranha. Raul pulou em cima dela, abrindo as pernas dela e enfiando ali mesmo. María gritava, como há tempos eu não ouvia, aqueles gritos de mulher que ela tinha. A cama rangia com as investidas de Raul. —Aaaah, papai, vai, vai. —Ufff, como você me deixa, filha da puta, vou gozar— disse Raul, se apoiando nos peitos da minha sogra e apertando eles. Raul deu um grito e gozou, enchendo a buceta da minha sogra de porra. Mas não pararam por aí, continuaram transando por mais uma hora. Eu entrei no quarto e fiquei só ouvindo. Quando terminaram, esperei o Raul ir embora, até que decidi sair. Minha sogra deu um grito quando me viu, pelada, olhei pras pernas dela e a porra escorrendo. —Luis, o que você tá fazendo aqui? Mas não respondi, só consegui ver as mãos dela e os dinheiros que ela tinha. Não falei mais nada e resolvi ir fazer as compras, enquanto processava que minha sogra tinha transado com o verdureiro por dinheiro.
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