Enquanto meu filho dormia na mesma cama que meu amante negro e eu, as lembranças daquela grande foda que meu macho tinha me dado ainda estavam frescas, me deixando tão excitada que, mesmo depois de ter chupado o pau dele de novo, queria mais. Subi e fiquei de costas pro Roberto, deixando minha buceta na altura do pau dele. Roberto falou baixinho: "mami, levanta um pouco". Obedeci, me levantando enquanto ele guiava o pau dele, e fui descendo devagar, enfiando toda aquela pica pra dentro. Já com o pau dentro de mim, comecei a cavalgar o Roberto mais devagar pra não fazer barulho. Sentia que o pau dele não tava completamente duro, porque ele tinha gozado antes, mas mesmo assim ainda era uma delícia.

Eu fiquei cavalgando e cavalgando no Roberto por mais de 5 minutos enquanto ele mantinha as mãos na minha cintura, me guiando em cada subida e descida até que apertou minha cintura com um resfôlego, mostrando que tinha gozado de novo. Ele tirou o pau da minha buceta e se afastou, sentando ao meu lado na cama. Roberto, que ficou deitado depois de várias respirações pesadas, levantou o abdômen e, me puxando pelos ombros, me deitou de peitos pra cima pra começar a chupar meus peitos enquanto descia a mão até minha buceta. Começou a acariciar meus pelinhos e a passar os dedos por toda a minha buceta até que enfiou um deles pra começar a me masturbar. Eu encolhia e apertava as pernas por causa da sensação maravilhosa que estava me dando, me aproximei do rosto dele pra beijá-lo enquanto ele continuava me masturbando cada vez mais forte. Naquele momento, Roberto enfiou outro dedo, e agora eram dois dedos me fodendo. Senti um prazer inexplicável, não sabia como reagir: mordia o lençol, beijava ele, mordia meus dedos, tapava minha boca pra não gemer alto até que não aguentei mais e, soltando um gemidinho abafado, gozei de novo. Depois dessa sessão curta de sexo, ficamos deitados um do lado do outro pra dormir o que restava da noite. De manhã, meu filho, por costume, tinha que acordar cedo pra ver os desenhos dele, então fiquei sozinha de novo com Roberto, que ainda dormia ao meu lado, completamente nu, com o pau mole pra um lado. Acho que na hora que meu filho saiu do quarto, eu levantei pra preparar o café da manhã pra ele e pro Roberto. Felizmente, toda minha família acordava tarde, mais ou menos umas 10. Saí de novo como de noite, só de roupão, sem nada por baixo, eram 6:30 da manhã. Preparei o café, sentei meu filho pra comer e fiquei lá até ele terminar. Já tinha passado um tempão e não tinha sinal do Roberto. Levei meu filho de volta pra sala pra ele continuar vendo os desenhos e, enquanto trocava de canal... vídeo escuto a abertura da porta do meu quarto. Roberto saía do meu quarto com passos silenciosos e fazendo sinais de silêncio, mas o que me chamava a atenção era que Roberto, de volta, saía nu do meu quarto sem vergonha, indo para o banheiro sem tentar se cobrir ou se esconder atrás de algo, mas sim segurando a pica que estava completamente dura e acariciando ela enquanto me sorria. Assim que Roberto entrou no banheiro, deixei meu filho e caminhei até o banheiro. Na porta do banheiro, ouço Roberto urinando, aquele som que sempre me pareceu nojento, com ele era excitante. Esperei ele sair do banheiro para, assim que abrisse a porta, agarrá-lo pela mão e guiá-lo de volta ao meu quarto. Embora o trajeto até meu quarto fosse muito curto, era tão excitante para mim passar atrás do meu filho, com um negro completamente nu. Já dentro do meu quarto, começamos a nos beijar até cair na cama. Roberto passava as mãos por todo o meu corpo enquanto eu também passava as minhas mãos pelas suas costas musculosas. Nesses movimentos, ele levantou meu roupão, deixando à mostra minha buceta que já estava vermelha de tanto sexo, para que, com um empurrão, Roberto enfiasse toda a pica dele. Nessa posição, eu só consegui levantar um pouco as pernas para os lados de Roberto para que ele começasse a me foder de novo. Roberto estava como um touro me fodendo, me fazia gemer e gemer a cada investida, me comia com a mesma força da primeira vez que transamos. Só entre beijos ele me dizia "você gosta do seu café da manhã?" "pede pra eu te foder" "você gosta de sexo matinal?" eu só gemia, gemia e gemia sem levantar muito a voz, mas também respondia "me fode, me fode mais forte, mais forte" "que pica preta gostosa aaa", ficamos uns 10 minutos nessa posição até que, nesses impulsos, Roberto se afasta do meu corpo e tira a pica dele para gozar nos meus pelos…

Depois da gozada, o Roberto ficou de pé enquanto eu ainda estava deitada, exausta e ofegante. Ele me diz "que bucetinha gostosa" "pode limpar meu pau?", eu afirmo com a cabeça e ele se aproxima, colocando o pau na minha boca, ao que reagi chupando primeiro a cabeça e passando a ponta da língua no buraquinho de onde saiu a porra gostosa dele. Não tentei enfiar o pau inteiro, mas passei a língua por todo o pau dele, sentindo o sabor do pau dele e dos meus fluidos num gosto combinado. Ele não me deixou chupar o pau dele por muito tempo, mas pegou nele para começar a bater nos meus lábios e nas minhas bochechas enquanto me dizia "que gostoso" "aaaa" "aaa".


Depois disso, só conversamos um pouco sobre como foi bom e como a gente ia manter o segredo pra poder repetir quantas vezes quisesse quando eu viesse no fim de semana. Roberto se vestiu, saiu primeiro pra ver o que meu filho tava fazendo, encontrei ele dormindo no sofá, então mandei o Roberto sair rápido e comer um pouco. O café da manhã foi rápido e normal, toda vez que a gente se olhava nos olhos, a gente ria, e assim até ele terminar de comer. Roberto se despediu de mim com um beijo rápido, dizendo que tinha passado a melhor noite da vida dele, e eu respondi algo parecido. Assim que ele saiu do meu apartamento, comecei a limpar a cozinha e lavar a louça sem parar de lembrar das sessões de sexo intensas. Entrei no banheiro e demorei umas horas me ensaboando e me lavando pra perder o cheiro de sexo que tava saindo de mim. Quando terminei de tomar banho, me olhei no espelho como na noite passada e comecei a rir, pensando que larguei meu lado de dona de casa pra virar uma puta por uma noite. Naquele dia, não saí de casa de jeito nenhum. Minha família saiu mais tarde pro centro da cidade e levou meus filhos, me deixando sozinha na casa de férias. Eu só andava de roupão pela casa, passando creme no corpo e me massageando pra sumir com os chupões que o Roberto tinha deixado. No fim da semana, eu e minha família voltamos pra cidade, e eu voltei pra mesmice com meu marido. Nos dias seguintes, eu conversava com o Roberto por telefone, entre conversas normais e putaria que me deixavam com tesão e me faziam enfiar o dedo assim que a ligação acabava, porque eu não aguentava ficar molhada e sem nada na buceta. Assim, com o passar dos dias, fui me tornando uma promíscua, porque na semana toda depois da noite de sexo com o Roberto, nossas ligações viraram sexo telefônico. Com o que ele me dizia, eu beliscava meus mamilos, enfiava os dedos e gemia no telefone enquanto ele também ofegava se masturbando. Se tão se perguntando por que ele não vinha... Roberto veio na minha casa pra me comer, era porque a casa onde ele me comeu não era minha, só íamos eu e minha família de vez em quando passar um fim de semana, mas a gente morava separado. Assim passamos duas semanas com ligações e punhetas virtuais, eu não aguentava mais o tesão, queria a pica do Roberto na minha boca ou na minha buceta e não podia, porque o viadinho do pai dos meus filhos não voltava cedo do trabalho e eu não tinha ninguém pra espremer. Um dia ele me mandou mensagem que tava na cidade, perguntando se podia passar pra me comer antes de ir embora, eu obviamente empolgada de ter ele dentro de novo, organizei planos pros meus filhos e pra deixar nós dois sozinhos em casa, desde cedo mandei os meninos irem com os primos e os tios pra casa da minha mãe, eu coloquei um short curto sem calcinha e uma blusa.
Uma vez lá, Roberto me deitou pra começar a se beijar e se acariciar sem controle, a gente se beijou de língua enquanto se falava “senti sua falta” “tô com tesão” “tô com o pau duro” “quero te comer”, Roberto começou a beijar meu pescoço enquanto eu desafivelava a calça dele pra começar a bater uma punheta, coloquei minha mão dentro da cueca dele sentindo o pau dele tão duro que por instinto eu quis me abaixar pra chupar ele, mas ele me parou falando “não dá tempo” “quero te comer agora”, virei e, encostando numa mesa, ele levantou minha blusa, baixou meu short e se agachou pra passar a língua duas vezes da minha buceta até meu cu, cuspindo na minha buceta, aí levantou e meteu o pau dele de uma vez só.
Começou a me comer rápido nessa posição, eu sentindo o que tanto queria, o pau dele entrando e saindo da minha buceta que tava o mais molhada possível, Roberto ofegava e ofegava enquanto eu só aguentava gemer forte. Ficamos assim transando um tempo até que ele diz "não quero gozar", eu respondia "não, me dá mais forte" "me fode mais" "me fode mais" "quero teu pau", Roberto não me deu bola e tirou o pau da minha xota pra se masturbar e gozar no chão.
Eu fiquei puta pra caralho e puxei o short de uma vez, já que esperei tanto tempo pra uma sessão tão curta. Roberto, me vendo irritada, me puxou e disse: "Me desculpa, gostosa, mas não temos muito tempo", "é só um rapidinha", "te compenso outro dia". Eu continuei brava, saí do quarto, e ele também foi embora da casa. Tentou se despedir de mim, mas tava tão puta que nem liguei.
Fui pra sala, e pouco depois meus filhos chegaram. Quando me viram, perguntaram: "Tudo bem? Por quê?" E responderam: "Você tá com cara de brava." Falei que tava cansada, mas a verdade era outra. Eu ainda tava puta e, pior, ainda mais tesuda, porque senti a pica do Roberto, mas por pouco tempo… Não tive outra alternativa a não ser, na hora de tomar banho, me masturbar no chuveiro, lembrando da noite inteira de sexo que a gente tinha tido antes e daquela sessão gostosa, embora curta, na piscina. Tive um orgasmo foda no chuveiro, mas ainda queria uma pica dentro de mim.


Eu fiquei cavalgando e cavalgando no Roberto por mais de 5 minutos enquanto ele mantinha as mãos na minha cintura, me guiando em cada subida e descida até que apertou minha cintura com um resfôlego, mostrando que tinha gozado de novo. Ele tirou o pau da minha buceta e se afastou, sentando ao meu lado na cama. Roberto, que ficou deitado depois de várias respirações pesadas, levantou o abdômen e, me puxando pelos ombros, me deitou de peitos pra cima pra começar a chupar meus peitos enquanto descia a mão até minha buceta. Começou a acariciar meus pelinhos e a passar os dedos por toda a minha buceta até que enfiou um deles pra começar a me masturbar. Eu encolhia e apertava as pernas por causa da sensação maravilhosa que estava me dando, me aproximei do rosto dele pra beijá-lo enquanto ele continuava me masturbando cada vez mais forte. Naquele momento, Roberto enfiou outro dedo, e agora eram dois dedos me fodendo. Senti um prazer inexplicável, não sabia como reagir: mordia o lençol, beijava ele, mordia meus dedos, tapava minha boca pra não gemer alto até que não aguentei mais e, soltando um gemidinho abafado, gozei de novo. Depois dessa sessão curta de sexo, ficamos deitados um do lado do outro pra dormir o que restava da noite. De manhã, meu filho, por costume, tinha que acordar cedo pra ver os desenhos dele, então fiquei sozinha de novo com Roberto, que ainda dormia ao meu lado, completamente nu, com o pau mole pra um lado. Acho que na hora que meu filho saiu do quarto, eu levantei pra preparar o café da manhã pra ele e pro Roberto. Felizmente, toda minha família acordava tarde, mais ou menos umas 10. Saí de novo como de noite, só de roupão, sem nada por baixo, eram 6:30 da manhã. Preparei o café, sentei meu filho pra comer e fiquei lá até ele terminar. Já tinha passado um tempão e não tinha sinal do Roberto. Levei meu filho de volta pra sala pra ele continuar vendo os desenhos e, enquanto trocava de canal... vídeo escuto a abertura da porta do meu quarto. Roberto saía do meu quarto com passos silenciosos e fazendo sinais de silêncio, mas o que me chamava a atenção era que Roberto, de volta, saía nu do meu quarto sem vergonha, indo para o banheiro sem tentar se cobrir ou se esconder atrás de algo, mas sim segurando a pica que estava completamente dura e acariciando ela enquanto me sorria. Assim que Roberto entrou no banheiro, deixei meu filho e caminhei até o banheiro. Na porta do banheiro, ouço Roberto urinando, aquele som que sempre me pareceu nojento, com ele era excitante. Esperei ele sair do banheiro para, assim que abrisse a porta, agarrá-lo pela mão e guiá-lo de volta ao meu quarto. Embora o trajeto até meu quarto fosse muito curto, era tão excitante para mim passar atrás do meu filho, com um negro completamente nu. Já dentro do meu quarto, começamos a nos beijar até cair na cama. Roberto passava as mãos por todo o meu corpo enquanto eu também passava as minhas mãos pelas suas costas musculosas. Nesses movimentos, ele levantou meu roupão, deixando à mostra minha buceta que já estava vermelha de tanto sexo, para que, com um empurrão, Roberto enfiasse toda a pica dele. Nessa posição, eu só consegui levantar um pouco as pernas para os lados de Roberto para que ele começasse a me foder de novo. Roberto estava como um touro me fodendo, me fazia gemer e gemer a cada investida, me comia com a mesma força da primeira vez que transamos. Só entre beijos ele me dizia "você gosta do seu café da manhã?" "pede pra eu te foder" "você gosta de sexo matinal?" eu só gemia, gemia e gemia sem levantar muito a voz, mas também respondia "me fode, me fode mais forte, mais forte" "que pica preta gostosa aaa", ficamos uns 10 minutos nessa posição até que, nesses impulsos, Roberto se afasta do meu corpo e tira a pica dele para gozar nos meus pelos…

Depois da gozada, o Roberto ficou de pé enquanto eu ainda estava deitada, exausta e ofegante. Ele me diz "que bucetinha gostosa" "pode limpar meu pau?", eu afirmo com a cabeça e ele se aproxima, colocando o pau na minha boca, ao que reagi chupando primeiro a cabeça e passando a ponta da língua no buraquinho de onde saiu a porra gostosa dele. Não tentei enfiar o pau inteiro, mas passei a língua por todo o pau dele, sentindo o sabor do pau dele e dos meus fluidos num gosto combinado. Ele não me deixou chupar o pau dele por muito tempo, mas pegou nele para começar a bater nos meus lábios e nas minhas bochechas enquanto me dizia "que gostoso" "aaaa" "aaa".


Depois disso, só conversamos um pouco sobre como foi bom e como a gente ia manter o segredo pra poder repetir quantas vezes quisesse quando eu viesse no fim de semana. Roberto se vestiu, saiu primeiro pra ver o que meu filho tava fazendo, encontrei ele dormindo no sofá, então mandei o Roberto sair rápido e comer um pouco. O café da manhã foi rápido e normal, toda vez que a gente se olhava nos olhos, a gente ria, e assim até ele terminar de comer. Roberto se despediu de mim com um beijo rápido, dizendo que tinha passado a melhor noite da vida dele, e eu respondi algo parecido. Assim que ele saiu do meu apartamento, comecei a limpar a cozinha e lavar a louça sem parar de lembrar das sessões de sexo intensas. Entrei no banheiro e demorei umas horas me ensaboando e me lavando pra perder o cheiro de sexo que tava saindo de mim. Quando terminei de tomar banho, me olhei no espelho como na noite passada e comecei a rir, pensando que larguei meu lado de dona de casa pra virar uma puta por uma noite. Naquele dia, não saí de casa de jeito nenhum. Minha família saiu mais tarde pro centro da cidade e levou meus filhos, me deixando sozinha na casa de férias. Eu só andava de roupão pela casa, passando creme no corpo e me massageando pra sumir com os chupões que o Roberto tinha deixado. No fim da semana, eu e minha família voltamos pra cidade, e eu voltei pra mesmice com meu marido. Nos dias seguintes, eu conversava com o Roberto por telefone, entre conversas normais e putaria que me deixavam com tesão e me faziam enfiar o dedo assim que a ligação acabava, porque eu não aguentava ficar molhada e sem nada na buceta. Assim, com o passar dos dias, fui me tornando uma promíscua, porque na semana toda depois da noite de sexo com o Roberto, nossas ligações viraram sexo telefônico. Com o que ele me dizia, eu beliscava meus mamilos, enfiava os dedos e gemia no telefone enquanto ele também ofegava se masturbando. Se tão se perguntando por que ele não vinha... Roberto veio na minha casa pra me comer, era porque a casa onde ele me comeu não era minha, só íamos eu e minha família de vez em quando passar um fim de semana, mas a gente morava separado. Assim passamos duas semanas com ligações e punhetas virtuais, eu não aguentava mais o tesão, queria a pica do Roberto na minha boca ou na minha buceta e não podia, porque o viadinho do pai dos meus filhos não voltava cedo do trabalho e eu não tinha ninguém pra espremer. Um dia ele me mandou mensagem que tava na cidade, perguntando se podia passar pra me comer antes de ir embora, eu obviamente empolgada de ter ele dentro de novo, organizei planos pros meus filhos e pra deixar nós dois sozinhos em casa, desde cedo mandei os meninos irem com os primos e os tios pra casa da minha mãe, eu coloquei um short curto sem calcinha e uma blusa.
Uma vez lá, Roberto me deitou pra começar a se beijar e se acariciar sem controle, a gente se beijou de língua enquanto se falava “senti sua falta” “tô com tesão” “tô com o pau duro” “quero te comer”, Roberto começou a beijar meu pescoço enquanto eu desafivelava a calça dele pra começar a bater uma punheta, coloquei minha mão dentro da cueca dele sentindo o pau dele tão duro que por instinto eu quis me abaixar pra chupar ele, mas ele me parou falando “não dá tempo” “quero te comer agora”, virei e, encostando numa mesa, ele levantou minha blusa, baixou meu short e se agachou pra passar a língua duas vezes da minha buceta até meu cu, cuspindo na minha buceta, aí levantou e meteu o pau dele de uma vez só.
Começou a me comer rápido nessa posição, eu sentindo o que tanto queria, o pau dele entrando e saindo da minha buceta que tava o mais molhada possível, Roberto ofegava e ofegava enquanto eu só aguentava gemer forte. Ficamos assim transando um tempo até que ele diz "não quero gozar", eu respondia "não, me dá mais forte" "me fode mais" "me fode mais" "quero teu pau", Roberto não me deu bola e tirou o pau da minha xota pra se masturbar e gozar no chão.
Eu fiquei puta pra caralho e puxei o short de uma vez, já que esperei tanto tempo pra uma sessão tão curta. Roberto, me vendo irritada, me puxou e disse: "Me desculpa, gostosa, mas não temos muito tempo", "é só um rapidinha", "te compenso outro dia". Eu continuei brava, saí do quarto, e ele também foi embora da casa. Tentou se despedir de mim, mas tava tão puta que nem liguei.Fui pra sala, e pouco depois meus filhos chegaram. Quando me viram, perguntaram: "Tudo bem? Por quê?" E responderam: "Você tá com cara de brava." Falei que tava cansada, mas a verdade era outra. Eu ainda tava puta e, pior, ainda mais tesuda, porque senti a pica do Roberto, mas por pouco tempo… Não tive outra alternativa a não ser, na hora de tomar banho, me masturbar no chuveiro, lembrando da noite inteira de sexo que a gente tinha tido antes e daquela sessão gostosa, embora curta, na piscina. Tive um orgasmo foda no chuveiro, mas ainda queria uma pica dentro de mim.
1 comentários - Férias com minha família parte 5