Mi novia Maru y la leche (1)

Olá, meus amigos do P! Desculpa por ter deixado vocês na mão. Passei esse tempo todo muito focado no trampo e por isso acabei ficando doente. Só agora tenho um pouco de paz, que vou aproveitar pra descansar no feriadão. Espero poder cumprir com os contos e vou responder as mensagens que vocês mandaram! Valeu por toda a boa energia de sempre e, de novo, me desculpem!

Tô deixando um conto novo curto de uma série que quero começar a escrever. Espero que gostem, não vou largar o resto, prometo!

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Oi, me chamo Hernan. Tenho 25 anos e tô namorando a Maru, uma mulher linda de 22 anos, que virou a protagonista de todas as minhas punhetas e fantasias desde que éramos amigos. A Maru é baixinha, mas não anã, tem uma cinturinha gostosa e uma bunda que dá câimbra. Desde novinha ela malha e nunca perdeu um dia desde então.

Hoje quero contar como, a partir de uma conversa no meio de uma foda, despertou em mim um tesão do caralho por saber tudo que minha mina fez com parceiros ou ficantes antes de mim.

Tudo começou uma noite, depois de a gente ter transado como uns loucos e estar jogado na cama. A Maru tem o costume de chupar minha pica até gozar depois de foder, ela adora chupar e é viciada em leite. Isso é super importante pro resto do conto, porque é sobre isso.

Com ela ali entre minhas pernas, não consegui parar de pensar na gostosa que eu tinha como namorada e me deu uma dúvida: por que ela gostava tanto do meu leite? Não faço nada de especial pra melhorar o gosto ou a quantidade, não sou um touro e mesmo assim ela sempre pedia. Ela tinha o costume de falar umas coisas na hora do sexo tipo: "Vai me dar o leite?", "Quero tudo dentro e sentir bem quentinho" ou "Joga na minha bucetinha que quero esfregar tudo".

Essas frases, essa dúvida, fez com que no meio do boquete, viesse um pensamento na minha cabeça: Será que ela sempre foi assim ou se soltou comigo? Ela sempre foi uma fofa super... Tranquila por fora, gostava de sair com as amigas ou dançar, mas nunca mostrou esse tipo de atitude quando começamos a sair. Aí, algo em mim disparou e minha cabeça se encheu de perguntas sobre sexo e sobre os gostos dela, e eu precisava conversar com ela.

Maru continuava de olhinhos fechados, saboreando meu pau e me masturbando devagar. Criei coragem, porque nunca tínhamos falado sobre essas coisas, e perguntei.

Eu: Amor.
Maru: O que foi, gordo?
Eu: Hmm, nada... não, nada — eu tinha cagado.
Maru: O quê? Te fiz algo de errado? — disse olhando meu pau de todos os lados.
Eu: Não, gorda, não, desculpa...
Maru: O que foi, fala logo.
Eu: É... queria te perguntar uma coisa, mas não quero que você fique brava.
Maru: Mmm, o quê?
Eu: Você gosta de porra?
Maru: Mmm, sim! — disse sorrindo — adoro sua porra.
Eu: Haha, sim... mas... tipo...
Maru: O que foi, Herni, fala.
Eu: Você sempre gostou? Quer dizer, sempre fez isso?
Maru: Por que você está perguntando?
Eu: Nada, só queria saber, desculpa.

Maru me olhou, fechou os olhos e enfiou o pau de novo na boca, continuando a me chupar.Mi novia Maru y la leche (1)Deu umas cabeçadas, tirou da boca e, enquanto me batia uma, me olhou.

M: É, acho que sempre gostei.

Uffa... ela tinha me respondido! Pensei que tinha cagado tudo, mas ainda assim tive uma resposta. Isso me deu coragem e, obviamente, tive que continuar a conversa.

Y: Então, antes de mim, você já gostava de tomar porra.
M: Mmhmm... — disse sem tirar a rola da boca.
Y: E... hmm... lembra da primeira vez que fez isso?
M: Por que você quer saber? Não é estranho?
Y: Não, é que... sei lá, fiquei curioso.
M: Não tenho problema em te contar, mas não te incomoda?
Y: O quê?
M: Ué, que eu te conte quando provei porra pela primeira vez... sei lá, é estranho.
Y: N-não, não... não me incomoda... tipo, não tem problema, só quero saber mais de você.
M: Tá, o que você quer que eu conte?
Y: Sei lá, como foi, quem era, onde estavam...

Minha namorada me olhou e hesitou um pouco antes de falar, mas continuou me batendo uma devagar e começou a contar.
M: A primeira vez foi na praia, a gente tinha ido com umas amigas e na balada encontramos uns caras que a gente gostava, que estudavam num colégio vizinho e tinham se formado dois anos antes da gente.

Y: E aí, o que aconteceu?
M: Nada, o cara que eu gostava daquele grupo tava muito bêbado e a gente ficou conversando com um dos amigos dele. Pra fechar a noite, fomos todos pra casa onde eles estavam hospedados pra continuar bebendo, e eu fui com o amigo desse cara pra um quarto.
Y: E o cara que você gostava?
M: Sei lá, tinha apagado por ali, e eu fui com o amigo dele pra zoar. Conversa vai, conversa vem, a gente se pegou, e o cara começou a zuar o amigo. Eu, com a bebedeira que tava e sendo novinha, não demorei pra cair, e quando me dei conta, já tava chupando a rola dele.
Y: E como foi que você decidiu engolir a porra?
M: Eu tinha curiosidade, minhas amigas já tinham me ensinado que quando vocês vão gozar, a rola fica dura e incha, e esse cara não durou muito. Lembro que ele segurou minha cabeça, de propósito, com certeza, e como eu senti que o pau dele inchou, eu falei já era, bora ver qual é a sensação de tomar gozo na boca? e foi assim que aconteceu. Nunca tirei ele da boca e ele começou a gozar e gozar.analY: Uff, era muito cum?
M: Mais ou menos, era uma boa quantidade, mas não muito. O que eu lembro é que não tinha gostado nada naquele momento.
Y: Dele ter gozado na sua boca?
M: Mmm não, isso sim. Foi gostoso sentir um líquido quentinho saindo e enchendo minha língua hahaha.
Eu tava morrendo, minha namorada tava me contando a primeira vez dela recebendo cum e eu já não aguentava mais. O tesão que aquilo me dava era enorme e eu queria que a conversa nunca acabasse.
Y: E o que aconteceu depois?
M: Nada, ele terminou de gozar, e eu já tava pelada porque quando a gente se pegou eu tinha tirado o top que tava usando e ele falou que queria que eu engolisse. Eu tentei, mas o gosto não era bom e como eu também tinha bebido muito, meu estômago ficou meio revirado. Aí eu olhei pra ele e, pensando que era algo hot, comecei a deixar o cum escorrer pela boca.sexoY: Uff, que amorzão. O cara fez o quê?
M: Nada, ele meio que se aqueceu porque eu tinha manchado ele um pouco, mas não pôde reclamar porque eu tinha chupado ele, hahaha. O que eu lembro é que quando a gente foi embora com as minas, pegamos um Uber e as vadias ficaram me olhando estranho. Quando perguntei, elas falaram zoando: "que cheiro de pica que cê tem na boca, Maru", e riam. Eu queria morrer, porque o motorista ficava me encarando mal e parecia um tarado ainda.
Y: E você nunca mais viu aquele cara ou o amigo?
M: Não, porque depois cada um seguiu seu rumo. Depois fiquei sabendo que ele tinha namorada, então nem dei bola, e o que eu tava afim, mandei pastar, hahaha.
Y: Pobre, haha... olha só ela, chupando um num quarto de mina.
M: Bom, foi aí que comecei com essa parada de gozarem na minha boca... hahaha.
Y: E como você acabou gostando? Experimentou mais?
M: Hmm sim... mas é foda.
Y: Cê tem que me contar, amor.
M: Sei lá... é estranho, mano. Cê curte mesmo que eu te conte isso?
Y: Me excita pra caralho! Além disso, é algo que você fez no passado, não é como se tivesse fazendo agora.
M: Hmm, verdade.
Y: Como assim "hmm, verdade"? — falei nervoso.
M: Hahahaha, tô zoando, não encostei em outra rola desde que começamos a sair, como manda o figurino!
Y: Ahh, ainda bem.
M: Melhor você não ter encostado em outra buceta, hein! Porque eu corto a sua — disse balançando ela.
Y: Nada, fiel à minha namorada linda. Fala mais, que já vou gozar.
M: O que você quer que eu conte?

Em seguida, enfiou a pica na boca e, bem delicadamente, subia e descia do jeito que eu gostava, mexendo a língua de um lado pro outro e me deixando louco no processo.

Y: Uff, sei lá... conta mais uma e eu gozo.
M: Hmmm é que não tô lembrando, amor...
Y: Conta qual foi a vez que você mais tomou porra.
M: Hmmm... hmmmffff

Soltou um gemidinho com essa pergunta, então pensei que devia ter excitado ela.

Y: Fala, conta...
M: Hmm é que não lembro, a sua foi a que mais tomei, amor...
Y: Hmm, cê tá mentindo... fala. Não, gordito, sério... mffff... — enfiou de novo —
Y: Bom, sei lá, me conta. Já fez um boquete que não queria? E teve que engolir a porra?
M: Hummm sim... uma vez
Y: Quê?? sério? o que aconteceu...
M: Nada, foi pouco tempo depois desse cara que te contei... foi com um velho da faculdade, que estudava comigo e se fazia de inteligente e era um gordito babaca.
Y: Kkkk como assim, para, me conta... uffff e continua assim... vai...
M: Mmmfff... bom — disse tirando meu pau e batendo uma — Era um cara que estudava com a gente e era bem nerd. Já tinha tipo 3 faculdades e queria se formar em comunicação como eu, então se inscreveu já mais velho. Como ele era estudioso e eu também, sempre teve treta nas notas... aí numa final, que nós dois precisávamos tirar nota boa, apostamos algo.
Y: O quê, ele apostou um boquete na hora?
M: Não, na hora não, mas saímos o grupo todo pra beber no fim de semana depois da prova e naquela noite mandaram a nota por e-mail. Como a gente tinha bebido, começamos a nos provocar com esse cara e a zoar sobre quem era mais inteligente, etc. Uma coisa levou à outra e o cara me provocou pra valer, sabe?
Y: O que ele te disse?
M: Começou a me encher o saco que eu era uma patricinha que não sabia nada, que estudava de decoreba e não era inteligente. Que tirava notas boas porque tinha bunda (em todo sentido) e que por isso os professores me davam nota alta. Eu fiquei puta da vida, gordito babaca, eu me matava de estudar, ninguém me deu nada de mão beijada na faculdade. Isso me tirou do sério, então falei "se você é tão inteligente, aposta, idiota".
Y: Kkkkk olha só a menina, como saiu a do interior de dentro de você.
M: E sim, quem ele pensava que era. O problema é que o cara caiu na risada e falou "fechou, aposto o que você quiser". Eu não ia me acovardar, tava segura que tinha feito tudo e perfeito, então mandei que se eu fosse melhor que ele, ele teria que me dar 5 mil, que na época era uma grana preta. guita.
Y: E aí, o que ele apostou contigo?
M: Ele falou pra topar, que ia dobrar a aposta. Se eu ganhasse, ele me dava 10 conto, mas se ele ganhasse, eu teria que fazer o que ele mandasse por um dia.
Y: Uff... — engoli seco — e aí, o que rolou?
M: A gente se separou do grupo por um segundo pra comprar umas brejas e eu vi no celular que tinha chegado a nota. Acredita? Tirei um 9 e o filho da puta tirou um 10... queria morrer, e o arrombado tava se cagando de rir, destruído. Fiquei nervosa e quis voltar atrás, mas o cara não deixou. Ele chegou perto, no ódio, e falou algo tipo "relaxa, se quiser, peço uma coisa só e pronto". Fiquei com medo, mas aceitei.
Y: E foi aí que ele pediu pra você chupar o pau dele, né?
M: Sim, ele disse que tava com muito tesão e que queria que eu fizesse um boquete, e com isso ele não me enchia mais o saco. Não ia me comer, nada, mas tinha a fantasia de que a "engolidora" da turma engolisse o pau dele. Não sei por que aceitei, acho que por medo, tesão do momento ou a breja, então a gente foi sem ninguém ver pros banheiros.

Perdão? Tava falando da mesma gatinha? Minha namorada? Aquela que comigo não quer fazer nada de diferente em público ou em lugares que não sejam na minha casa ou na casa dela? Essa faceta da minha namorada me deixava louco, tava me segurando pra não encher a mão de porra porque queria ouvir o resto da história, então fiquei pensando em besteiras enquanto escutava, pra não gozar rápido.

Y: E-e aí, o que aconteceu?

M: Fomos pra um banheiro que tinha no bar, que era tipo pra deficientes e era maior. Entramos, o cara fechou a porta, entrou no box e baixou a calça. Eu tava nervosa, olhando igual uma louca pra porta porque achava que alguém ia entrar ou que alguém tinha visto a gente entrar junto e se nos pegassem, eu morria. Por sorte, me acalmei e resolvi terminar rápido, então entrei com ele e fechei a porta do box.

Y: Como era?
M: O quê? O cara?
Y: Hmm não, digo, sim... ou seja, o pau dele... era grande, pequeno?
M: Mmm, normal. Acredita. Entrei, tirei a camiseta e o cara sorriu, não esperava por isso, mas eu queria que ele tivesse um bom estímulo pra poder terminar rápido. Me acomodei entre as pernas dele, prendi um pouco o cabelo. Olhei pra ele, vi o pau dele e meti na boca sem usar as mãos.
E: Uff, que lindo quando você faz isso..
M: hahaha sim.. adoro como eles ficam quando eu faço isso.
E: Ficam?
M: Comecei devagar a chupar ele, verdade que não tinha gosto ruim, pensei que fosse um porco mas cheirava bem.namoradaM: O cara tava em êxtase, não parava de falar um monte de coisa, entre elogios e putaria. Que eu era uma puta, que chupava gostoso pra caralho, que olha só como a traga do curso tava engolindo a pica, etc. Mais do que me incomodar, me deu mais raiva pra continuar chupando ele, queria acabar com aquilo logo. Continuei chupando ele um pouco, então aumentei o ritmo e aproveitei pra bater uma punheta nele com uma mão pra dar mais prazer.relatoM: O cara já tava doido, bufando e não conseguia nem falar, então por um lado comemorei não ter que ouvir ele mais, mas por outro lado fiquei feliz.
Y: Por quê?
M: Bom... significava que eu tava fazendo bem meu trabalho hahaha... mas é... vejo que você gosta disso, tá com a pica inchadona, amor, vai gozar?
Y: Sim sim, você tá me matando, adoro te ouvir.
M: Hmm, então, onde eu tava?
Y: Em que você tinha aumentado o ritmo e tava chupando ele enquanto batia uma... uffa.
M: Ah sim, o cara não aguentava mais, tava quase gozando, então fiz o que qualquer pessoa faria.
Y: O quê?
M: Deixar ele mais tesudo hahaha... tirei a pica da boca e enquanto batia uma pra ele falei "vai, goza, não vai me dar essa porra?". Isso parece que mexeu com ele, porque ele grunhiu que nem um porco e pediu pra eu continuar chupando que já ia sair. Como uma boa menina, fiz e enfiei na boca, mas mesmo assim continuei falando com ele porque sei que eles ficam loucos quando a gente fala com a pica na boca.
Tem razão, quem não gosta disso quando tão chupando nossa pica?
Y: E? Vai, amor, o que aconteceu? Conta pra mim. Você engoliu?
M: O cara começou a grunhir mais e gritou "vai, gostosa, abre bem que a porra vai". Eu comecei a bater uma cada vez mais rápido e senti vários jatos saindo da pica dele. Deixei escapar os primeiros, quase por instinto, mas automaticamente fechei a boca e continuei batendo uma pra ele sair o resto da porra.oralY: Uffff simmm..
M: A verdade é que gostei, não consegui evitar de sorrir enquanto gozava e é isso.
Y: Você gostou da porra dele?
M: Sim, era gostosa até que enfim. Ou pelo menos mais que a do cara da praia.
Y: Ufff, amor, não acredito. Não te imaginava tão assim.
M: Kkkk e é, a gente era amigo naquela época, não podia te contar essas coisas.
Y: Como não? Claro que podia!
M: Amor.
Y: Que foi, Maru?
M: Você me dá a porra?
Y: Aaahhhgg..

Essa pergunta quase me fez gozar seco. Minha namorada levantou da cama, ajoelhou no chão e, me olhando, apontou pra boca.

M: Aqui, amor, você me dá? Preciso da sua porra, falar disso me deu vontade de tomar porra e quero a sua hoje.

Como hoje?...

Levantei na hora, cheguei perto dela e apontei meu pau pra boca dela. Não demorei nada pra começar a gozar enquanto ela ria.PorraDepois de gozar uns bons jatos, Maru fechou a boca, eu pude ver ela mexendo a língua de um lado pro outro com os olhos fechados e gemendo. Ela realmente adorava tomar meu gozo.
Y: E aí, como foi, amor?
M: Uma delícia como sempre, adoro seu gozo, amor. Valeu pela comida! hahaha
Y: Você não se cansa de tomar meu gozo? — perguntei nervoso —
M: De jeito nenhum, amor, por quê?
Y: Nada não, por nada. Mas como você já tinha tomado outras duas antes da minha, pensei que talvez estivesse de saco cheio haha.
M: Quem disse que foram duas? hahaha
Y: QUE?
M: Amor, por essa boquinha e esse corpinho, passaram outras... mas na próxima eu te conto mais.
Y: Não, me conta agora, vai!

8 comentários - Mi novia Maru y la leche (1)

No te olvides de terminar la historia del 4B
El usuario no aparece más, nos dejó con la intriga de todas las historias
Como los demás relatos... aplaudo de pie.!! 👏👏👏👏👏 espero con ansias la continuación de tachero, igual q es de estéfi y el pendejo
Anabela *.. perdón
miafip
Sos crack. Peteras más leche morbo asegurado acá tiene sus 10 estimado
kokiCD
Lindo relato, muy bien escrito e ilustrado espectacularmente
+ 10