Fodi a amiga cega agora

Se vocês leram meu conto anteriorhttp://www.poringa.net/posts/relatos/5542752/Me-cogio-una-discapacitada.htmlSabem que há um tempo eu tô comendo uma mulher deficiente chamada Silvia, o que não quer dizer que, dentro das limitações do corpo dela, a gente não tenha momentos fodas de tesão.
Umas 2 ou 3 vezes por mês a gente combinava de ter nossas tardes de sexo. Quase sempre a amiga cega dela tava na casa. Que muitas vezes, com certeza, ouvia nossos gemidos. Pergunto pra Silvia se ela falava alguma coisa sobre o que ouvia, e ela me conta que depois que eu vou embora, elas conversam pra caralho sobre como a gente transou, até o último detalhe, e que um dia ela gostaria de ter alguém assim pra passar um bom momento sem compromisso.

Um dia, depois da nossa foda, a gente sai do quarto e senta pra tomar uns mates com ela. Fiquei surpreso porque, mesmo com a cegueira, era ela quem preparava o mate, e usava o dedo pra sentir o calor da água na hora de servir, pra não derramar, mas sem nunca tocar na água.

Pra quebrar o silêncio, pergunto o nome dela, porque até aquele momento a gente nunca tinha conversado.
Ela responde, bem simpática, que o nome é Maria, enquanto me passa o mate e pergunta o meu.
Silvia responde, brincando, que ela sabe muito bem meu nome, já que muitas vezes elas falam sobre como ela queria que eu comesse ela. Maria fica vermelha e diz que essas eram coisas pessoais, mas nunca nega o que foi dito.

Nessa hora, Silvia tem que atender o celular e nos deixa sozinhos.
De novo, pra quebrar o silêncio, falo pra Maria não se preocupar com o comentário da Silvia, que não me incomodava. Ela retruca dizendo que era verdade que ela pensava assim.

Então pergunto se ela realmente queria transar comigo, e ela responde: "Anota meu número e me liga quando quiser, a gente sai."
Anoto o número e fico de ligar em alguns dias, deixando bem claro que era casado e não tava pra namorar, só pra se encontrar e passar um bom momento.

Quando Silvia me acompanha até a porta, achei prudente contar o que tinha combinado com Maria pra não gerar mal-entendidos. Entendi tudo o que ela me disse.
—Fala, sem problema. Vê se tira dela essa vontade que ela tá há tempos. Só deixei claro que em outro lugar, porque eu emprestava o local pra ela morar, mas não pra transar.

Uns dias depois, liguei pra Maria e, naquela tarde, passei pra buscá-la. Ajudei ela a subir no carro e fui direto pra um motel.
Nunca perguntei a idade dela, porque com os óculos escuros e o jeito de se vestir, sempre de calça de moletom larga e blusão, mas calculo que tenha entre 35 e 40 anos.

Quando ela subiu no carro, o perfume que usava, bem forte, tomou conta de tudo.
Durante a viagem, ela me contou que não é totalmente cega, só enxerga sombras e clarões, por isso usa os óculos escuros.

Chegando no motel, ajudei ela a descer do carro e fui guiando enquanto subíamos as escadas.
Já dentro do quarto, ela me pediu pra descrever o lugar: medidas aproximadas, onde ficavam os móveis e a localização do banheiro.
Pediu também que eu a levasse até o banheiro e ficasse à vontade.

Depois de um tempo no banheiro, ela saiu só de lingerie, e aí eu vi o corpaço que ela tinha: uns peitos e uma bunda de arrasar, a cintura um pouco mais cheinha, mas que ficava muito bem. Sinceramente, não dava pra perceber por baixo da roupa.

Ajudei ela a subir na cama e perguntei se queria algo pra beber. Ela pediu um refrigerante, enquanto pedia pra eu desligar a música e colocar um filme pornô, porque gosta de ouvir os gemidos, mas não muito alto.

Ela ficou sentada na cama enquanto eu pedia o refrigerante. Me aproximei por trás, afastei um pouco o cabelo dela e comecei a beijar o pescoço dela enquanto agarrava os peitos dela. Ela se virou e, com as mãos, começou a percorrer todo o meu rosto, levando minha mão até o dela.

Aí a gente se perdeu em beijos profundos, com muita saliva e língua, enquanto eu tirava o sutiã dela e apertava com as mãos aqueles mamilos grossos e pretos.
De repente, ela pegou minha cabeça e enfiou entre os peitos dela. Comecei a chupar aqueles peitões enormes como se fosse um bebê. Mais ainda, senti que saía um pouco de líquido dos mamilos dela. Assim, devagar, deitei ela na cama e ajudei ela a... Tirei a calcinha e comecei a descer, beijando a barriga dela até chegar na buceta, que era bem peluda, dava pra ver que nunca tinha depilado. Enquanto eu mexia com a língua naquele mato de pelos, ela tirou minha cueca e eu subi em cima dela pra ficar num 69. Ela pegou meu pau e levou até a boca dela, enfiou tudo de uma vez até o fundo e depois tirou devagar, como se chupasse um pirulito. Uma das pernas dela passou por cima da minha cabeça pra eu mergulhar mais fundo na buceta suculenta dela e no clitóris pequenininho perdido no meio de tanto pelo pubiano. A boca dela continuava entretida entre meu pau e minhas bolas, que de vez em quando ela mordia de leve. A campainha do bar nos interrompeu, e eu levantei pra buscar o refrigerante. Ela ficou deitada na cama de barriga pra cima com as pernas abertas. Sentiu que eu tava servindo o refri e se ajoelhou na cama. Entreguei o copo na mão dela, ela deu um gole longo e me devolveu o copo. Nessa hora, esticou as mãos procurando meu corpo, puxou minha cintura até a cara dela e meteu meu pau na boca gelada. Depois de vários minutos me chupando, ela se esticou na cama, abriu as pernas e falou: me come toda. Coloquei uma camisinha, subi em cima dela e penetrei bem devagar. Nessa hora, ela pediu um travesseiro e colocou debaixo da bunda dela pra levantar mais a pélvis. Meu pau entrava e saía devagar enquanto nossos corpos ficavam juntos num abraço. Ela não parava de passar as mãos nas minhas costas e com as pernas enrolava na minha cintura. Os gemidos do filme se misturavam com os nossos e com o barulho do suor. Ela mexia cada vez mais a bunda e apertava meu pau com a buceta. Depois de uns minutos, não aguentei mais e gozei enquanto trocávamos saliva com nossas bocas. Fiquei deitado exausto de barriga pra baixo em cima do corpo dela. Ela virou de lado, e eu continuei de bruços na cama. Ela apoiou a cabeça nas minhas costas e começou a passar os dedos por toda minha espinha suada. Chegar na minha rola, ela continuou com os dedos molhados de suor pelo meio do meu cu até chegar nas minhas bolas e procurou meu pau que tava dormindo e ainda com a camisinha cheia de porra. Levantei um pouco a pélvis pra ela conseguir tirar meu pau de debaixo do meu corpo, ela tirou a camisinha e começou a brincar com meu pau e minhas bolas, enquanto eu continuava deitado de barriga pra baixo. A cabeça dela já tava no meio das minhas costas e as mãos iam e vinham pelas minhas costas, cu, bolas e pau. Eu tava gostando tanto que abri bem as pernas, quando faço isso ela para com os dedos molhados no meu cu, e começa a percorrer ele fazendo círculos, e apertando de leve, até que de repente, sem aviso, enfiou um dedo dentro do meu cu. Meu corpo tremeu com aquilo e ela me perguntou se tava me incomodando o que ela tava fazendo, eu falei que não, ela continuou enfiando já dois dedos no meu cu e remexendo lá dentro procurando minha próstata. Com esses movimentos, meu pau ficou durasso, de vez em quando ela tirava os dedos e batia uma pra minha rola que tava deitada na cama, quando sentia que eu ia gozar ela parava e enquanto beijava minhas costas suadas, brincava com os dedos fora do meu cu. Com minhas mãos tentei alcançar a buceta dela pra tocar, mas com a cabeça dela nas minhas costas, meu corpo tava meio paralisado. Nessa hora, ela bem devagar sai de cima de mim pra não cair da cama e eu aproveito pra ir no banheiro me higienizar, tanto a bunda quanto o pau. Ao voltar pra cama, levo uma toalha molhada pra limpar os dedos dela e guio ela pra ficar de barriga pra baixo, ela fica tipo de quatro mas com o corpo todo esticado na cama e a bunda bem levantada. Fico atrás dela e agora eu começo a percorrer o cu dela e a buceta dela com meus dedos e minha boca, enfiei minha língua bem fundo na buceta dela enquanto com meu polegar apertava o cu dela. Meu pau tava duro e balançando como quando eu era adolescente, coloquei uma camisinha e penetrei a buceta bem molhada que ela tinha. A imagem que eu tinha enquanto comia ela era incrível, as costas dela bem esticadas na cama com os braços estendidos pra frente, e a bunda quicando no meu corpo, fazendo ondas nas nádegas dela.
Com uma mão eu apertava uma bunda dela e com a outra brincava com meu polegar no cu dela até enfiar o dedo inteiro até o fundo.
Ela respondeu a esse ato levando as mãos pra própria bunda e abrindo bem o cu.
Percebi que ela tava me guiando pra outra parada, então sem mais nem menos e sem perguntar, cuspi no cu dela, tirei minha pica da pussy e enfiei de uma vez no cu. Ela se contorceu de prazer e soltou um gritinho de dor, mas eu ignorei e comecei a comer ela mais forte enquanto ela gritava: "filho da puta, você tá rasgando meu cu!"
Pelo espelho dava pra ver ela mordendo os lençóis e se contorcendo cada vez que meu pau entrava até o fundo.
Ela levantou o corpo da cama pra ficar de quatro e empurrava a bunda pra trás pra enfiar meu pau até o fundo. A cada estocada que eu dava, via pelo espelho os peitos dela balançando.
Não aguentei mais e gozei, e de novo caí exausto em cima do corpo dela.
Tirei meu pau do cu dela e com a toalha molhada limpei um pouco.
Ofereço algo pra beber e ela diz que prefere um banho, me pergunta se posso guiar ela.
Enquanto eu tomava refrigerante, olhava ela pelo vidro do banheiro se lavando, se ensaboando o corpo todo. Ficava pensando nas duas gozadas gostosas que tinha dado, mas concluí que não tinha feito ela gozar.
Entro no chuveiro com ela e começo a ensaboar, passando minhas mãos pelo corpo todo dela. Ela colava o corpo no meu e levou uma das minhas mãos pra pussy dela.
Fico atrás dela e com uma mão aperto um dos peitos dela e com a outra esfrego o clitóris dela, alternando entre fazer círculos nele e de vez em quando enfiar os dedos até o fundo da buceta dela.
Cada vez mais ela arqueava o corpo, apertando a raba contra minha pélvis. Comecei a acelerar o ritmo. Meus dedos no clitóris dela, durinho como pedra.
Naquele momento ela teve um orgasmo que as pernas dela amoleceram e quase caímos. Saímos do chuveiro e eu guiei ela até a beira da cama, onde comecei a secar ela com a toalha, enquanto ela, com as mãos, procurava meu corpo e chegou no meu pau. Ela sentou na cama e começou a chupar só a ponta, enquanto com as duas mãos me punhetava. Assim ficou um bom tempo, mas eu já não aguentava mais gozar.
Ela continuou tentando até que, depois de um bom tempo, gozei na boca dela umas gotinhas de porra.
Ela pediu pra eu dar a roupa dela e, enquanto eu tomava um banho rápido, ela se vestiu sozinha.
Antes de sair do motel, a gente conversou um pouco sobre como tinha sido gostoso, e só sugeri pra próxima vez ela não usar perfume, porque depois disso tive que fazer o truque de ajudar alguém que ficou sem gasolina pra disfarçar o cheiro de perfume dentro do carro com o cheiro de gasolina.
A gente continuou transando várias vezes até que, por acaso, rolou um ménage com a amiga dela, a Silvia, que vou contar em outro relato.

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