Valeu pelos comentários e pelos pontinhos da parte anterior e de tudo que eu posto... A primeira parte tá no post anterior. Caso não tenham lido. Vamos continuar, amores? A gente se ajeitou um pouco e passou pra caçamba do caminhão. Lá fora tava chovendo pra caralho, o barulho da água caindo fazia com que não se ouvisse mais nada ao redor... isso era excitante e conveniente, né? Digo... caso desse vontade de gritar ou gemer... Ele me segurou contra a lateral do caminhão, com minhas mãos presas pra cima com uma das mãos dele, e me comeu a boca, devagar. Era vontade de se acabar ali, mas ao mesmo tempo aproveitar cada momento... Aqueles beijos estavam cada vez mais intensos, fechei meus olhos e comecei a sentir a mão dele percorrendo meu corpo. Ele levantou minha blusa, eu não tava usando nada por baixo, ouvi um "caralho, você não pode fazer isso" e sorri. A próxima coisa que senti foram os lábios dele nos meus mamilos. A língua dele percorrendo eles, um gemido escapou da minha boca e ele aproveitou pra aumentar a intensidade com que me chupava os peitos. Sabia que eu gostava, e me tinha ali, sem poder tocar nele, sem poder me mexer. Ele curtia, dava pra perceber pelos beijos dele. Eu: "Como você gosta de me ter assim, né?" Ele: "Você não faz ideia, gostosa. Faz meses que te imagino assim, chupando seus peitos, sua buceta, toda vez que você veste essas calças apertadas, minha pica fica dura na fábrica, caralho. E você faz de propósito." Eu: "Sim. Faço porque adoro te deixar assim, durinho. Sei que você me olha e eu aproveito, quero te ter assim. Com a pica bem dura, por e pra mim." Ele: "Então hoje você vai ser toda minha. Vai ser minha putinha. Você é minha putinha, gostosa. Fala pra ver..." Eu: "Sou sua putinha. E você sabe." Ele desceu a mão. Senti os dedos dele dentro da calça, dentro da minha calcinha fio dental de renda preta, roçando de leve, sentindo o quanto eu tava molhada, o quanto eu tava quente. Ele: "Que molhada você tá... o que você quer, putinha?" Eu: "Quero sentir você bem dentro, quero que me faça sentir o quanto eu te deixo de pica dura. E quero que você meta agora." Ele soltou minhas mãos. Me virou de costas e começou a baixar devagar a calça até tirar. Linda calcinha fio dental. Tem, pequena. Essa bunda faz você ficar ainda mais gostosa. Senti um tapa... Ai, reclama de novo e vem outro. Não. Tá bom. Por dentro eu tava sorrindo. Me excitava. Eu gostava. Ficava molhada e queria tudo. Abri o zíper da calça dele e ele falou: Vem. Chupa um pouquinho, por favor, quero sentir seus lábios um instante. Me virei, me ajoelhei e olhei pra ele enquanto minha língua percorria toda aquela rola, dura, grossa, quente... Ele me olhava, acariciava meu cabelo, dava pra ver que tava adorando. E muito. Abri a boquinha e comecei a chupar. Bem devagar. Aproveitando cada parte da rola dele... Não sei se meus gemidos ou os dele eram mais fortes, eu adorava deixar ele com tesão e ele curtia minha boquinha. Não sei quanto tempo fiquei chupando a rola dele. Se dependesse de mim, continuava a tarde inteira. Olhar nos olhos dele, ouvir ele gozar me deixava ainda mais molhada. Sentia como me encharcava, tantos meses com esse tesão que a gente tinha, dava pra notar e muito. Ele me pegou e falou: - Levanta, preciso te ter de uma vez por todas... isso e que senão você vai me fazer gozar. Ainda mais se continuar chupando assim... Levantei e me apoiei em umas caixas - Coloca as mãozinhas aí, gata. E pra essa bundinha pequena, quero meter toda a rola nessa buceta divina. Me ajeitei e apoiei a rola, senti entrando devagar, me abrindo a buceta, até sentir o corpo dele bem colado no meu. Tava toda dentro. Ele ficou parado um instante, nós dois queríamos aproveitar aquele momento, mas a vontade de transar era grande, então ele começou a se mexer e eu a gemer. Cada vez que sentia ela toda dentro, meus gemidos ficavam mais fortes, minha buceta mais molhada, a rola dele mais dura... A intensidade da chuva era incrível, então eu podia gritar à vontade. Eu - Ai, amor, que gostoso que é. Que vontade de te sentir assim, dentro de mim, me fode, mete tudo, tira minha vontade. Ele - Que bucetinha gostosa você tem, garota. Que vontade de meter toda a rola que eu tinha. Me pegou pelo cabelo e continuou me comendo. Só se ouviam gemidos e... - Assim, continua assim, por favor. Ele tirou e sentou em algo tava. Esperando que agora eu pegasse ele. Me acomodei, de frente e sentei, sentindo ele entrando tudo. Enquanto me beijava na boca e me agarrava os peitos. Ele me segurou pela cintura, eu me mexia, sentia ele, queria ele mais e mais pra dentro. Mais forte, tão gostoso — preciso gozar em você assim, vamos gozar, por favor. Por favor, gatinha, tira todo o meu leite. Era vontade de foder a tarde toda e gozar de uma vez. Eu — sim, ai sim, me fode assim então. Ele — assim, putinha. Ai, Deus... não, que filho da puta... Minhas unhas nas costas dele e os movimentos dele mostravam que nossas gozadas tinham sido das mais intensas. Ficamos assim por uns momentos. Ele me beijou e a gente se ajeitou pra seguir viagem. Já vamos fazer outras viagens, minha putinha... Se gostaram dos meus contos, deixem comentários e pontos. Beijinhos. A secretária.
16 comentários - Me agarra onde quiser (final)
Describe a la perfección tu exitacion, tu delirios extasis.
Gran relato
van +10